Paris
04/02/2010
Eu sou pobre, pobre, pobre. De Marais, Marais, Marais.
Este é o primeiro capítulo da nossa viagem pra ir buscar a Re que estava fazendo um curso de francês em plena “Parrri”.
E cá pra nós, uma das desculpas mais esfarrapadas pra viajar que demos até hoje, se bem que estávamos, realmente, morrendo de saudades dela.
Como grande novidade, o aluguel dum apartamento em pleno coração do Marais, o bairro judeu/gay (não necessariamante neste ordem e muito menos com esta associação) e chique, chiquésimo.
E olha: a experiência do aluguel é sensacional. Tudo te faz se sentir como um local pois até as aparentes dificuldades/dúvidas (será que é como na Internet?; será que alguém nos esperará na porta ?; será que não dei mancada?) são uma atração a mais.
Fizemos um voo Air France tranquilíssimo (o que é aquele serviço?) e chegamos no horário.
O nosso transfer estava nos aguardando e chegamos novamente no horário (10:00 hs) com a perspectiva de esperarmos um pouco pois o checkin seria somente as 16:00 hs. Ledo engano. Entramos direto na maravilha de apartamento com uma vista espetacular da esquina da Rue des Rosiers com a Pavée .
Tudo acertado e mostrado; fomos andar um pouco pra reconhecer a vizinhança e fazermos a nossa primeira refeição parisiense.
E seguimos uma dica da Maria Lina, do blog Conexão Paris.
Fomos ao Le Loir dans la Théiére, um bistrozinho com tortas salgadas e doces espetaculares (a Dé foi na de Ementhal e pinolis) e…
… pratos do dia saborosíssimos. Eu comi um belo porco com purê de batatas.

Coincidência, o Le Loir além de ser vizinho do apê (conseguimos ver a fachada pela nossa janela) ainda tem a cozinha instalada no mesmo área comum do nosso prédio. Dava pra vê-la pela janela do quarto da Re!
Este é certo que retornaremos pois o brunch de domingo é superfamoso por aqui.
Fomos encontrar com a Re na “pocilguinha” onde ela estava e matamos as saudades além de providenciarmos a mudança dela pro quarto que parece que foi feito sobre medida pra ela.
Como o apê tem uma cozinha completa com tudo o que possa imaginar (e de primeira), aproveitamos pra ir fazer umas comprinhas básicas: queijos, frios, frutas, vinhos ou seja, tudo aquilo que um bom mortal não sobrevive, estando em Paris.
Passeamos pela redondeza. Demos uma bela sapeada na Place des Vogues,…
… pelo Hotel de Ville e na volta pro apê, comemos aquele que seria o primeiro de uma série de doces do Lenôtre.
Resolvemos não jantar (não dá pra voar mais de 10 hs sem sequelas) e fazer uma refeição frugal em casa: uma tábua de frios, …
… uma de frutas …
… e um Saint Emilion.
Pra primeiro dia de viagem, onde normalmente não se consegue fazer quase nada, até que tá bom demais.
É, acho que nós teremos que nos render a nossa cidade!
E ainda comemos Clementinas. como bonus. Ó querida, ó querida, ó querida, …
Au revoir.
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