09/12/2011
número 310
ISBFV . Ou Inter dos Sem Blogs na grande Ferraz de Vasconcelos
Tudo começou aqui. Aqui, na grande FV. Afinal de contas, foi através de várias conexões e do dcpv que todo este pessoal se conheceu.
A primeira reunião física aconteceu na casa de praia. Um jantar-almoço com tendências maratonísticas foi o prato principal. Aí percebemos que este grupo tinha química. Todos (Drix, Deo, Lourdes, Eymard, Sueli, Jorge, Regina, Mingão, Dé, eu, com a Re por perto) compareceram.
Aí marcamos o 2º em Brasília . Mais um big almoço/jantar na casa da Sueli e do Jorge, acompanhado de vários passeios/refeições na nossa capital federal, além de incursões pela casa dos Loguercio.
O terceiro foi mineirim, com direito a conhecer Inhotim e vários estabelecimentos “abastecedores do estômago e da alma”.
E este! O encontro que não vou numerar, pois este aqui na sede não poderia ter um número (eu acredito que ele será definido como único).
Acertamos tudo (vocês não imaginam a quantidade de emails hilários que trocamos) e lá estávamos nós todos (tivemos algumas baixas nos demais, como o Deo no 2º e no 3º, a Sueli e o Jorge no 3º, a Regina e o Mingão no 2º) pra fazermos de van o percurso praia/FV. Passamos por verdadeiros santuários!
Com direito a uma escala num concorrente de menor porte, o Extra, pra pegar o contador de piadas, o Deo (estou refletindo até agora naquela das louras e do onibus double deck! rs) e a serviço estrelado de bordo (cavas e salgadinhos).
Uma hora e meia depois, ou seja por volta das 13:00 hs, apresentaríamos a nossa verdadeira sede aos nossos amigos.
Como o tempo era exíguo, colocamos todo mundo pra trabalhar.
Enquanto o Jorge (grande Jorge) refogava os tomatinhos no bacon, o chef Eymard preparava os Stracetti, tanto moldando-os …
… como fritando os bifinhos…
… e reservando junto com os tomatinhos que a Lourdes cortou com esmero.
Ao mesmo tempo, a Sueli recheou os ovos com a pasta de atum …
… e fez as casquinhas de massa phyllo (eita, borralho!) …
… enquanto o Jorge (como trabalhou este garoto!) finalizava o molho de abobrinhas (que foram cortadas cirurgicamente pela Lourdes, fritas no bacon refogado e acrescidas de caldo de legumes).
O Deo e o Mingão ficaram incumbidos da especialidade deles: as bebidas.
A Dé, auxiliada pela Regina, se incumbia de, pra variar, montar a bela mesa.
A entrada era conhecida e composta de Ovos Recheados, …
… Salada Caprese …
… e Sorvete de Parmesão; estava praticamente pronta.
Era chegada a hora da comunhão e da expressão maior da união do grupo: todos faríamos a massa.
E num formato que aprendemos em Roma com o chef Andrea. Ou seja, você coloca a farinha numa bancada em forma de vulcão (a farinha, não a bancada! rs). Faz um buraco no centro (da farinha, não da bancada!), coloca os ovos (ui e um pra cada 100 g de farinha) e bate bastante com um garfo (como se fosse um omelete), …
… acrescentando a farinha do vulcão aos poucos, de maneira que a massa resulte bem aerada.
Daí pra frente foi um tal de todos baterem, …
todos sovarem, …
… todos modelarem e todos cortarem os Tagliolinni na máquina manual …
… que foi servido com o molho do Jorge, o de Abobrinhas e com um outro, especialmente pedido pela Dé e pela Drix, o de Tomate com Polpetinni.
Os bifinhos foram finalizados pelo chef Eymard, com o acréscimo dum maço de minirúculas.
Estávamos prontos pra comemorar tudo!
Entradas, …
… pratos principais, …
… vinhos espumante, bianco e rosso …
… e a sobremesa.
A Crostatta di Ricotta e Pera que estava deliciosa (foi feita magistralmente pela Dé na véspera) …
… e servida com sorvete de baunilha e a marca registrada do dcpv, o indefectível açúcar gay.
A esta hora, próximo das 17:30 hs, já estávamos nos despedindo de toda esta tarde inesquecível.
Trocamos alguns presentes, demos muitas risadas (mas muitas mesmo), nos despedimos da sede (todos prometeram voltar) …
… permanecemos felizes e tivemos um pouco mais de tempo pra planejar o restante do final de semana que incluiria uma visita ao sex shop no domingo pela manhã; um jantar no Dalva e Dito (com direito a tour pela cozinha chefiado pelo próprio Alex) no sábado a noite …
… e um almoço no domingo no belo e saboroso KAÁ (uma ótima dica da Sueli), …
… além de recordar o jantar de boas-vindas que tivemos no Tasca da Esquina e onde, perdi por alguns momentos os meus poderes matemáticos.
Mas estas aventuras são pra outros posts.
Saudações iessebevianas.
PS – Este é apenas o primeiro capítulo e a introdução pros posts que se seguirão, sempre aos sábados e respectivamente com o ponto de vista pessoal da Sueli, da Drix, do Chef Eymard e do Mingão, que mais uma vez se predispôs a mostrar o seu talento.
Até lá.
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