05 a 06/10/12
Pão, pão. Queijo, queijo. Embutido, embutido. Vinho, vinho. Macaron, macaron.
Este final de semana na praia prometia. Começamos na sexta a noite indo ao cinema ver “Os Intocáveis“.
O filme é espetacular e você sai dele totalmente alimentado espiritualmente (se ainda não foi, vá. É imperdível).
É claro que no nosso caso, aproveitamos a oportunidade pra conhecer a Le Pain Quotidien que abriu no Shopping Cidade Jardim e nos alimentarmos fisicamente.
Pra quem conhece estas padocas/restôs de Paris, não vai se decepcionar. O ambiente é muito similar e as comidas também.
Experimentamos de tudo um pouco: uma sopa de tomate (a do dia e deliciosa), uma salada de mussarela de búfala com verdes, …
… uma tartine, um excelente sanduba de pão de forma, queijo gruyére e presunto acompanhado de mostardas, pepinos, azeitonas e melão, …
… além de tomarmos duas taças de vinho.
Já no sábado pela manhã, acordamos cedo e fomos ao restaurante Friccò pra realizar um sonho da Dé: …
… fazer um curso de panificação.
Melhor ainda, aprenderíamos a fazer pães italianos.
Chegamos no horário (9:00hs) e toda a turma (18 pessoas) estava lá. Portanto, estávamos prontos pra iniciar a nossa aventura panificadora.
O Sauro Scarabotta (chef e dono do Friccò) e o mestre em padaria, o Márcio Kimura iniciaram contando a história do pão, além de ressaltarem a necessidade de se usar ótimos ingredientes na sua execução (pode incluir aí, a farinha italiana).
Daí pra frente foi um encantamento total (o único pecado foi eu ter esquecido a câmera e assim, a Dé teve que usar o meu celular pra tirar fotos. Uma pena, mas dá pra ter uma noção de tudo). Afinal de contas, quem não gosta de um bom pão?
O Márcio nos falou também sobre a importância de cada uma das fases: da mistura dos ingredientes, …
… da (literal) sova, …
… do descanso inicial (e onde acontece a fermentaçào primária), da divisão e da modelagem, …
…da real fermentaçào, …
… do cozimento, …
… e da degustação.
Que foi feita no formato correto: todos sentados nas mesas (no nosso caso com os novos e bem-humorados amigos Clau e Gil) e saboreando embutidos (também feitos no Friccò), queijos e algumas outras especialidades italianas, entre elas, o vinho tinto.
Executamos o processo completo numa receita de pão de semolina que levamos pra casa e assamos, uma no sábado e a outra no domingo. Ambas resultaram perfeitas.
E no curso, aprendemos a fazer, além do pão de semolina, ciabatta e focaccia.
Estas últimas duas serão reproduzidas no nosso laboratório caseiro e eu prometo informar qual foi o resultado.
Ah! A Rita (esposa do Sauro) também informou que brevemente (no máximo num mês) haverá uma nova aula, o módulo dois, contendo receitas feitas com fermento natural, entre elas a do legítimo pão italiano. Ou seja, será imperdível!
Pra terminar o dia (amanhã é eleição e precisamos cumprir o dever cívico na grande FV), fomos jantar na casa da dona, ops, Mila e do seu, ops, Ennio, os pais do Flávio Federico.
Altos papos, altas gozações (o Ennio estava mais do que inspirado), a presença de amigos e o prato que encantou a todos:
… uma bela bacalhoada com os seus devidos acompanhamentos.
Como sobremesas, especialidades do Flávio (inclua aí o Suspiro Limeño) …
… e os absolutamente saborosos macarons feitos em homenagem ao Halloween. Eles serão vendidos do dia 26/10 a 04/11.
Vá até a Flávio Federico Dolci (al dos Arapanés, 540) e os experimente (além de tudo o que tem por lá).
Você não vai se arrepender!
Até a próxima.
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