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dcpv – dia seve – cidade do cabo – fazendo ótimas e completas degustações nas vinícolas.

17/03/2013

Dia seve - Cidade do Cabo – Fazendo ótimas e completas degustações nas vinícolas.

Você conhece ou já ouviu falar de FranschhoekPaarl e Stellenbosch?

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Deixa eu reformular a pergunta: você já tomou algum vinho Sul-africano?

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Porque a se a sua resposta for sim, você, ao menos indiretamente, conhece as cidades citadas no primeiro parágrafo.

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E era justamente pra lá que iríamos hoje, num passeio de dia inteiro.

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Fizemos todo a rotina (acordar, café e quetais) e as 9:00 hs a nossa guia, a Lúcia, estava no saguão do hotel nos aguardando.

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Antes de ir pra região vinícola, fizemos mais uma tentativa de subir na Table Mountain.

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Tentativa que se mostrou infrutífera, já que a fila de espera as 9:30hs de la matina, era de 3 horas! Rumamos pra Paarl.

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A cidade é pequena e fica a quase uma hora de Cape Town.

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Chegamos lá e fomos pra conhecida e premiada vinícola Fairview.

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O tasting por lá consistia em experimentar 8 tipos de queijo (uma das especialidades da vinícola) com os respectivos 8 vinhos.

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E foi sensacional.

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A correspondência entre todas as duplas era perfeita (só pra exemplificar, experimentamos Sauvignon Blanc com feta, …

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… Chardonnay com chevin tradicional, …

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… Barbera com cream cheese with onion, …

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… Shyraz com chevin with black pepper with paprika …

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… e por aí vai).

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Aproveitamos pra visitar a área de produção dos vinhos …

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… e provar as uvas varietais no próprio pé.

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Rodamos mais um pouco e chegamos a Franschhoek.

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É também uma cidadezinha bonita e tido como um dos melhores centros gastronômicos sul-africanos.

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Demos uma entrada na vinícola La Motte, …

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… só pra verificar a beleza de tudo, …

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… e fazer umas compras na excelente lojinha, …

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… já que eles não abrem pra degustação aos domingos.

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Ah! Conhecemos também o museu que conta a história do seu fundador, Dr Anton Rupert.

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Estava na hora do almoço e partimos pra La Petite Ferme.

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Ela é outra vinícola boutique e o seu restaurante tem uma vista  incrível de todo o vale.

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Aproveitamos a pouca fome pra pedir somente os pratos principais.

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A D. Vera e o Sr Antonio cansaram do mar, ou seja, dos camarões e foram pra terra, pro prosaico e muito bom filé com fritas.

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A Dé experimentou (mais uma vez) um risoto de tomates secos, azeitonas e queijo e, pra variar um pouco, se decepcionou com o ponto do arroz. Modéstia a parte, faço melhor.

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Já eu, pedi lulas cozidas no molho de tomate, cuscus marroquino e salada de pepino com molho de iogurte. Delicioso.

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A nossa guia almoçou conosco e escolheu frango com abacaxi, um bom prato.

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Acompanhamos tudo com mais um bom vinho branco da casa, o Sauvignon Blanc 2012, muito frutado e pasmem, custando R$ 20,00. Uma beleza!

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Nem precisamos pagar a conta (o almoço estava incluído no pacote) e rumamos pra Stellenbosch.

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Iríamos saborear a nossa sobremesa num formato diferente.

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Seria através duma degustação de 5 chocolates com os respectivos vinhos, na vinícola Lanzerac.

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E como detalhe, ela é a mais antiga da África do Sul.

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Chegamos lá e a nossa mesa já estava montada. A primeira dupla experimentada era composta de um Chardonnay com um chocolate branco saborizado com erva cidreira.

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Deixa eu explicar um pouco melhor como funciona, porque sabemos que é muito difícil harmonizar vinho com qualquer chocolate.

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Na verdade, a ideia principal deste tour é fazer com que vinho e chocolate mostrem que os seus sabores são praticamente os mesmos.

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Por exemplo, a erva cidreira do chocolate era sentida no vinho. Continuamos com um outro chocolate saborizado com água de rosas, outro com gosto de framboesas e assim por diante.

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Três outras duplas depois e conseguimos um PHD em degustações malucas e interessantes.

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Fomos embora (a temperatura estava por volta de 40°C) …

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… e no caminho, verificamos onde estão escondidas as imensas favelas sul-africanas.

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Aproveitei também pra trocar a reserva do restaurante e jantamos no outro restaurante do hotel, o Reubens.

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O chefe dele é o Reubens Riffel’s, um tipo de Jamie Oliver daqui.

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E a comida não fica longe do original (seja isso uma qualidade ou um defeito).

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Os meus sogros encontraram o que procuravam há um tempinho, ou seja, pizza! A D. Vera pediu uma havaiana (aquela com abacaxi e presunto), …

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… enquanto o Sr Antônio foi duma tradicional Margherita.
Eles adoraram!

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Como o coisa estava tradicional, a Dé pediu uma Caprese e eu, um “buoníssimo” hambúrguer com os seus devidos acompanhamentos.

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Todos estavam excelentes.

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Harmonizamos tudo com mais um vinho branco de ótima qualidade (precisamos comprar muitos no free shop), o Sauvignon Blanc Constantia Uitsig 2012.

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Ainda bem que estávamos no hotel, portanto, foi só pegar o elevador e dormir aos cuidados da Table Mountain.

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Acordamos na manhã seguinte, plena segunda-feira, pensando em fazer a última tentativa de subir.

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E quando abrimos a janela do quarto, tivemos uma big surpresa: nuvens e mais nuvens. É, o tempo muda muito rapidamente por aqui.

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Portanto,o conselho pra quem vem passear na Cidade do Cabo e quer subir de bondinho é: quando estiver aberto, vá (e aguente as filas)! rs

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Daí pra frente foi pegarmos o vôo pra Johannesburgo, …

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… agradecer a South African Airways pelo upgrade pra executiva (nada como ser Gold na Star Aliance), …

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… curtir mais um pouco do ótimo Hotel Saxon, …

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… e jantar pela última vez em solo sul-africano num restaurante transado e tipicíssimo, o Moyo que fica num shopping idem, o Melrose Arch

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Começa que o shopping é uma maravilha com muitas lojas ao ar livre. E o restaurante é uma verdadeira experiência africana.

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Sentamos na nossa mesa reservada e aguardamos.
Primeiramente, lavamos as mãos com água de malva e logo após, uma colaboradora veio nos pintar o rosto pra entrarmos no clima.

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E quando a garçonete nos trouxe o pesado cardápio (ele é feito de aço), realmente iniciamos a nossa aventura.

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Optamos por pedir um super entrada composta de samosas de queijo, lagostas, camarões empanados, lulas apimentadas, salada de molho de jalapeño e bolinhos de peixe, …

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… que eram de bacalhau e estavam tão bons, que pedimos mais uma porção.

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Como a entrada era muito grande, optamos por comer tudo e pular pras sobremesas. Antes demos uma passada na lojinha e compramos algumas traquitanas africanas.

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Deu pra perceber que a experiência é completa no Moyo.

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Voltando as sobremesas, os meus sogros pediram um sorvete de amêndoas tostadas …

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… e nós dividimos um bolo de laranja muito louco.

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Tudo perfeito e se transformou num grand finale pra esta nossa aventura africana.

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É claro que continuamos fãs deste país e acreditamos que uma pessoa que goste de viajar, tem a “obrigação” de fazer um safari fotográfico pelo menos uma vez na vida.

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Famba kahle.

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Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park
Dia drie – África do Sul – Kruger park – Acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.
Dia vier – Kruger/Cape Town – África do Sul – Parecia ser mais um dia Seinfeld. Mas não foi.
Dia vyf – Cidade do Cabo – Fazendo o próprio city tour.
Dia ses – Cidade do Cabo – Dobrando o Cabo da Boa Esperança.

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dcpv – as delicias da cozinha alagoana, a vingança!

número 342
29/01/21013

As delícias da cozinha alagoana, a vingança!

Vou falar a verdade! Depois que fizemos, nas priscas eras, a primeira noite das delícias alagoanas, mantive contato com a Sofia, uma das netas de uma das irmãs Rocha, a vovó Maria, fui cara de pau e pedi pra ela escolher um novo menu completo entre as receitas deste fantástico livro que a Cláudia Oiticica e o Alexandre nos brindaram.

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Eis um dos emails dela:
Olá, Edu. Sou muito suspeita pra falar sobre as comidas da vovó, mas vou dar as minhas sugestões, até porque , segundo a vovó Maria, eu era a única neta que tinha o dote culinário das Rocha.

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Sugestões: Sururu de Capote (Entrada. Esse prato foi muito apreciado pelo Ronaldo Fenômeno quando esteve em Maceió); Caldeirada de frutos de mar das “Alagoas” (esse prato foi parar até na França, em Annecy, dentro da mala delas); Mingalpitinga (acompanhamento mais que perfeito pra caldeirada); Laco-Paco (bebida para aperitivo, muito tradicional nas festas da nossa família); Cocada da Mema (sobremesa imperdível e o toque mais especial é a castanha de caju); Empadinha de queijo (essa é muito tradicional, mas elas não chegaram a colocar no livro).
Ficarei muito feliz se algumas destas sugestões estiverem no seu Menu by Irmãs Rocha. Vou aguardar.

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Bom, Sofia, é claro que fizemos todas as receitas, inclusive a da inédita empadinha.

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Vamos lá, então, ao remake do menu com as receitas do livro, Delícias da Cozinha Alagoana, as melhores receitas das irmãs Rocha.

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Entradas – Sururu de Capote e Empadinhas de Queijo.

“Eis aqui o mais alagoano dos pratos”.

Depois desta descrição sucinta e mais do que especulativa, só me restou agradecer a Sofia pela escolha. Na receita original, são utilizados sururus em casca. Optei pela praticidade de já tê-los sem as tais.

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Iniciei tudo temperando 500 ml de leite de coco com 1 cebola cortadinha, cheiro verde a gosto, 1 colher de sobremesa de extrato de tomate, um fio de azeite e sal.

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Em seguida juntei 500 g de sururu e coloquei a panela no fogo, até ferver e tomar gosto.

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Servi com um bom molho de pimenta.

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Já pra empadinha, faça (por aqui, foi a Dé que fez) uma massa com 250g de farinha de trigo, 125 g de manteiga sem sal e uma pitada de sal. Misture tudo até soltar das mãos (igual a uma massa podre).

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Faça uma camada fininha em forminhas (de + ou – 5 cm).

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Para o recheio, bata num liqüidificador, 1 copo de leite, 4 ovos e 100g de queijo parmesão ralado. Coloque este recheio num recipiente e acrescente 1 colher de chá de fermento em pó Royal.

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Encha as forminhas até a metade com o recheio e leva ao forno até dourar.

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Indicação da Sofia: coloque na boca de uma vez. Ela derrete na boca!

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É a mais absoluta verdade. Uma delícia esta entrada formada por estes dois manjares.

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Pra dar uma esquentada, tomamos o prosecco italiano Sperone que foi “catado, promarinho, sands, soberbo”.

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Principal – Caldeirada de Frutos do Mar das “Alagoas.

“Costumamos levar a caldeirada pro Rio de Janeiro, num tradicional almoço alagoano, muito esperado por parentes e amigos, que consideram este prato “antológico”. Os mariscos são ensopados separadamente, com pouco caldo, e depois, congelados para levar. Basta apenas descongelar e misturá-los em frigideiras, acrescentando mais leite de côco, cheiro verde, tomate, cebola em pétalas, pimentão, ervilha e azeitonas”.

Este descrição diz bem o que este prato é.

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E não é que eu tive que fazer quase igual as irmãs Rocha, já que os nossos frutos do mar também estavam todos congelados? Ainda bem que não tivemos que ir pro RJ!! :)

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Pra Caldeirada, refogue 500 g de camarão no azeite, com pouco alho e cebola. Tempere com sal e reserve.

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Coloque 150 ml de leite de coco numa panela (de preferência, de barro) e leve ao fogo pra cozinhar com tomate, cebola e pimentão picadinhos e a gosto, além de alho socado.

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Em seguida, passe no liquidificador, peneire e volte ao fogo.

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Acrescente mais 150 ml de leite de coco, 1 colher de extrato de tomate, caldo de meio limão, um pouco de azeite e meio maço de cheiro verde amarrado.

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Deixe ferver e coloque 200g de vôngoles e 100g de mariscos, cozinhando pouco. Junte então 100 g de siri, 1 posta de peixe frito e cortada em pedaços, 200g de lagosta e o camarão refogado.

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Por cima de tudo, arrume 2 cebolas em pétalas (cortadas em quatro) e 1,5 tomates sem pele e também cortados em quatro, além de ½ lata de ervilhas e 5 azeitonas.

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Deixe levantar mais uma ligeira fervura e não mexa mais na panela, pra que este últimos ingredientes fiquem por cima da caldeirada. Na hora de servir, polvilhe coentro.

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O negócio ficou tão espetaculoso, que optei por utilizar um simples arroz branco com coentro como acompanhamento.

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Pra toda esta maravilha de frutos do mar, só um vinho branco dos bons, o Sauvignon Blanc Carmen 2011, que achamos “mamadinho, maceioso, bizetiano, azeitônico”.

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Sobremesa – Cocada da Mema e Laco-Paco

Mema sempre foi a especialista em cocada. Era vaidosa do sucesso que fazia. Hoje a grande substituta é Yeda”

Perceba que é uma receita que passou pelo tempo e pela família.
Para fazer, leve ao fogo 250 g de açúcar, sem água. Não mexa. Deixe derreter até formar um caramelo claro.

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Vá virando a panela com cuidado, pra não deixar a calda escurecer. Quando estiver bem derretido, coloque 250g de açúcar e 1 xícara de café de água. Deixe apurar até o ponto de bala e junte 1 coco grande ralado bem fino. Passe a colher com cuidado, só pra misturar.

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Apure um pouco mais o ponto, junte 200 g de castanhas de caju inteiras, caldo de meio limão e 1 colher de sopa de manteiga. Mantenha no fogo. Quando começar a soltar da panela e a espumar, estará pronta. Retire do fogo e despeje numa forma de vidro refratário e untada.

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Para acompanhar, tomamos o Laco-Paco que é propriamente um licor de maracujá. Faça uma calda com 130 g de açúcar e 1 copo de água.
Junte na panela a polpa de 10 maracujás. Retire do fogo e acrescente 1/3 duma garrafa duma boa aguardente.

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Deixe a infusão numa vasilha tampada até esfriar. Coe por diversas vezes. Engarrafe e guarde na geladeira.
Esta dupla Cocada/Laco-Paco deu o que falar.

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Eis a opinião dos sobrinhos postiços das Rocha:
Viva a família Rocha! (sem corporativismo). (Edu)
Maravilha de Alagoas. (Mingão)
Sensacional e surpreendente! Delicioso de cabo a rabo! (Deo).

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Olá, sou Sofia e uma das netas das irmãos Rocha. Só de olhar para o seu post, tive a certeza que as comidinhas de vovó não se acabarão jamais.

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Olha, no que depender de nós, não mesmo!

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Até a próxima.

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dcpv – dia ses – cidade do cabo – dobrando o cabo da boa esperança

16/03/2013

Dia Ses – Cidade do Cabo  - Dobrando o Cabo da Boa Esperança.

Hoje faríamos mais uma tentativa de subir de bondinho até a Table Mountain.

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E a coisa prometia já que o tempo estava excelente e praticamente não tinha vento.

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Tomamos um café básico e rápido, aguardamos a nossa guia, a Lúcia, chegar e rumamos pro nosso objetivo inicial.

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Estranhamos quando vimos a quantidade de carros se dirigindo pra lá e constatamos que a fila existente era enorme. Coisa de umas três horas. Abortamos novamente a subida e fomos fazer o tour do dia.

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A idéia seria visitarmos dois oceanos num dia só.

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Começamos pelo Atlântico. E com a praia de Camps Bay, …

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… que nos traz uma boa recordação desde as nossas outras viagens pra cá.

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Continuamos o caminho, com a intenção de ver a ilha das focas em Hout Bay.

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Nos contentamos com estas que estavam no Porto, ….

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… dada a quantidade absurda de turistas querendo fazer a mesma coisa (é, a Cidade do Cabo está bombando!).

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De qualquer forma, no caminho pro Cabo da Boa Esperança, andamos pela Chapman’s Peak Drive, …

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… com razão considerada uma das estradas mais bonitas do mundo.

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São muitos penhascos, …

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… vistas impressionantes, …

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… e a sensação de que a natureza, com a ajuda significativa do homem, é pródiga e bela.

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Continuamos um pouco mais pelo Atlântico e finalmente chegamos ao Cabo da Boa Esperança.

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O parque por si só é muito bonito e organizado (incrível como aparentemente sobraram muitas melhorias com o advento da Copa do Mundo).

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E a vista que se tem daquelas praias bravias e maravilhosas são estonteantes.

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Chegamos primeiro ao famoso marco do encontro dos dois oceanos …

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… e é claro que fizemos aquela foto clássica.

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O lugar tem realmente um magnetismo diferente …

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… e saber de tudo o que aconteceu por lá na época dos descobrimentos, cria um certo fascínio.

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Tudo bem que há uma discussão sobre em que ponto os oceanos realmente se encontram (dizem que a cerca de 70 km dali), …

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… mas a mística do local permanece.

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Demos a volta, ainda pelo Atlântico, pra pegar o funicular e subir até o Cape Point.

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A fila estava imensa, mas agüentamos bravamente.

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E após um curto passeio, chegamos a mais um local mítico.

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Ventava muito (daí se percebe como era duro os descobridores atravessarem este ponto no caminho pras Índias).

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E a aura de tudo  permanecia.

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Continuamos o nosso trajeto, agora pelo oceano Índico.

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Iríamos conhecer a curiosa colônia dos pingüins em Boulders Beach.

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E aproveitamos pra almoçar lá mesmo, no restaurante Seaforth.

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Como esta refeição estava incluída no pacote, desconfiamos.

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E com razão, já que tudo foi muito razoável, …

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… com exceção do vinho branco Chardonnay (sem Carvalho) De Wetshof 2012 que não decepcionou.

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A D Vera e o Sr Antonio pediram razoáveis camarões empanados, …

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… enquanto a Dé continuou o seu périplo marinho através dos peixes

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… e eu, chafurdei num imenso prato de frutos do mar, onde a melhor coisa foram as lulas e as batatas fritas (como se percebe, todos foram variações do mesmo tema).

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Enfim, já comemos melhor.

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Continuamos o passeio, indo, finalmente, visitar os pingüins.

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Ninguém conseguiu explicar o porque deste bichinhos estabelecerem uma colônia bem neste lugar?

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Teoricamente, a temperatura da água não ajuda, o local é mais quente do que eles necessitam, mas mesmo assim eles continuam lá …

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…e aos montes.

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E é muito engraçado ficar observando os hábitos destes pequenos garçons.

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Retornamos ao hotel, já que estava próximo da hora de jantar.

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E desta vez acabei acatando uma sugestâo do pessoal do próprio hotel. Acontece que o restaurante que queríamos experimentar, o The Test Kitchen não tinha reserva pros próximos 3 meses. Então nos sugeriram o Pigalle.

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Chegamos lá e assustamos. O lugar é certamente um dos mais cafonas que vimos até hoje. E com música ao vivo (pode colocar I Will Survive como trilha sonora do relato).

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Nos sentimos como participantes do programa Almoço com as Estrelas (remember Lolita e Ayrton Rodrigues).
Fomos levados à nossa mesa que era bem longe da pista de dança (é isto mesmo). E escolhemos o que nos cabia: a Dé foi numa salada Grega; eu, num Salmão Teryaki e os meus sogros inovaram pedindo camarão King com fritas.

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Todos corretos e imensos. No final, até que gostamos bastante de tudo, mesmo porque (e pra variar) o serviço foi fantástico. Mas o lugar … :)

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SeeU.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park
Dia drie – África do Sul – Kruger park – Acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.
Dia vier – Kruger/Cape Town – África do Sul – Parecia ser mais um dia Seinfeld. Mas não foi.
Dia vyf – Cidade do Cabo – Fazendo o próprio city tour.

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dcpv – dia vyf – cidade do cabo – fazendo o próprio city tour.

15/03/2013

Dia Vyf – Cidade do Cabo – Fazendo o próprio city tour.

Como vocês já devem saber, estamos fazendo esta viagem à Africa do Sul na agradável companhia dos meus sogros, os pais da Dé.

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E é claro que eu não iria arriscar muito.

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Portanto, planejei a viagem toda com a maioria dos tours sendo feitos por agências locais especializadas.

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Sendo assim, nesta nossa primeira manhã na linda Cape Town, optamos por fazer um city tour particular.

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Éramos somente nos 4 e um guia muito louca, a Lúcia, a Luci. Começa que ela fala português lusitano, mais precisamente da Ilha da Madeira, e é uma figuraça.

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Em pouco tempo, já sabíamos tudo sobre a sua vida particular.

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Mas o melhor de tudo é que ela fez exatamente o que pedimos. Ou seja, o city tour aconteceu do jeito que planejamos.

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Iniciamos pela (vã) tentativa de subirmos até a Table Mountain. Apesar do dia estar uma beleza, ventava demais e quando isso acontece, o bondinho não sobe.

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Eis um grande conselho pra quem pensa em fazer este passeio: planeje bem e tente subir o mais rápido possível. Se não, você pode correr o risco de ir embora sem ver a cidade lá de cima.

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No nosso caso, o passeio foi adiado pra amanhã e a Lúcia nos levou até a Signal Hill onde as vistas também são demais.

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De lá se vê a Robben Island (lugar onde o Mandela ficou preso um tempão), …

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… o bonito estádio super faturado feito especialmente pra Copa/10 e que se tornou praticamente um elefante branco (qualquer semelhança com a nossa organização da Copa não é mera coincidência) …

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… e os recortes do lindíssimo litoral.

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Passamos também pelo Parlamento, …

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… pelo Company’s Garden …

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… com suas roseiras floridas, …

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… e, fato inédito, vimos uma árvore de babosa, aquela, …

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… além do Castelo da Boa Esperança, …

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… onde observamos todo o mobiliário daquela época, …

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… com, inclusive, o enorme salão de recepção …

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… e a famosa sala de torturas.

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Enfim, tudo muito curioso.

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É claro que uma lojinha estava incluída no roteiro.

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Só que neste caso o passeio foi muito bom, pois nos foi mostrado como acontece todo o processo para se executar jóias, …

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… com a utilização da Tanzanite, uma pedra azul muito marcante.

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Optamos por terminar o tour almoçando no V&A Waterfront, o lugar mais bacana da Cidade do Cabo.

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Ele é um centro enorme e muito bem acabado de entretenimento, feito exatamente onde existia uma área degradada e decadente, um porto.

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E hoje é o point de Cape Town, onde tudo acontece.

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Escolhemos (com a ajuda da nossa guia) o restaurante italiano San Marco.

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O lugar é bacana (de frente pro mar), …

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… mas com uma comida apenas competente.

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Pedimos duas saladas, uma de frango e outra de queijo empanado; e dois pratos principais, um que “fusionou” frango com camarão e outro, um Penne com frutos do mar.

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Todos corretos, mas não entusiasmantes, ao contrário do Chenin Blanc Boschendal que era uma belezura.

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Retornamos ao hotel One&Only pra dar uma breve descansada.

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Quer dizer, os meus sogros descansaram enquanto nós fomos bater pernas pelo Waterfront, que é mesmo muito bacana.

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Lá pelo final da tarde, aproveitamos a proximidade pra ir conhecer o Aquário Two Oceans, …

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…que nos mostra a diferença dos ecossistemas dos dois oceanos que banham a Áfricafo Sul, o Atlântico e o Índico.

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Este tour vale o mini fotoblog:

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Deu pra se ter uma breve demonstração da toalha de nuvens sobre a mesa.

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Pronto, estávamos preparados pro jantar, que seria no típico restaurante africano, o África Café.

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Tomamos um taxi (os motoristas de taxi sulafricanos são invariavelmente muito bem humorados) e chegamos no horário da reserva.

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A concepção do lugar é fazer com que você se sinta fazendo um tour gastronômico por toda a África.

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E ele cumpre o seu objetivo. Tudo lá é muito interessante.

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As louças, …

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… a  decoração despojada, …

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… o pessoal simpático da brigada, …

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… e especialmente a comida. Os pratos são servidos igualmente pra todos os clientes (como num rodízio) e você come o que quiser.

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Nós pedimos um Sauvignon Blanc Klein Constantia 2012 e deixamos tudo rolar.

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Nos serviram: Channa Fish, um peixe empanado; Malawi batata balls (doce de batata e bolas de queijo com sementes de gergelim); …

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… Sticky Chicken wings (asas grelhadas com mel e ervas marinadas); …

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… Tanzânia Mango Chicken (tiras de filé de frango cozidas com gengibre e manga); …

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… Ethiopian Sik Wik Wat (carneiro cozido em tradicional molho bérbere); …

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… Veg kebabs prato, butternut and sweet potato (um espeto de batata, batata doce e cenoura); …

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… Basmati Rice (dispensa apresentações); …

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… Congolese espinach (espinafre cozido com pimenta doce e tomate); Congo salad (uma salada verde com um instigante molho de óleo de palma e laranja); …

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… Moroccan herb salad (uma salada de pepino, tomate cebola e menta); Umifino (xhosa espinafre com galete de farinha), …

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… Spiced lentil dip (um mistura de lentilha marrom e cominho); Cassava Bread (um tipo de pão de tapioca misturada com queijo e iogurte); …

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… e, ufa, finalizando com Tzaneen orange (um bolo de nozes e laranja junto com uma bola de sorvete de abacaxi).

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Tudo espetacular.

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E melhorou mais ainda quando todos os atendentes se juntaram e fizeram um show com músicas e danças africanas.

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Enfim, o África Café é um lugar imperdível.

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Bom, fomos dormir, pois além de termos que ir ao famoso Cabo das Tormentas amanhã cedo, hoje tivemos um alarme falso de incêndio no hotel.

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E em plenas 6:30 hs de la matina.

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See U.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park
Dia drie – África do Sul – Kruger park – Acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.
Dia vier – Kruger/Cape Town – África do Sul – Parecia ser mais um dia Seinfeld. Mas não foi.

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dcpv – dias XII e XIII – milão – dormindo na galleria vittorio emanuele II

01 e 02/12/2012

Dias XII e XIII – MilãoDormindo na Galleria Vittorio Emanuele II.

Hoje era dia de reutilizar o trem como meio de transporte.

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Iríamos da bela Florença pra cosmopolita Milão.

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Por incrível que pareça, conseguimos ver o Astro Rei aqui na capital da Toscana.

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E confirmamos o óbvio: Florença fica ainda mais bonita com a presença dos raios solares.

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Sendo esta a situação, planejamos uma última passeada pela cidade.

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Antes tomamos um café reforçado no hotel.

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Logo após, compramos luvas

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… e fomos bisar o melhor sorvete de Firenze, segundo a família Luz (uma pena não poder importá-lo pra Re).

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Experimentamos muitos, mas o da Gelateria Santa Trinita é certamente o melhor (nota 11,0 no guia MicheLuz). Na verdade quase que não tomamos os sorvetes, pois a loja só abria as 11:00hs e eram 10:45 hs.

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Mas fizemos uma cara de coitadinhos, e a atendente se apiedou de nós. Abriu a sorveteria com um pouco de antecedência e aproveitamos muito.

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Creme, café, gergelim preto e pistache; estes foram os sabores. Que marravilha!

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Como aproveitamento do passeio, demos uma volta em torno do rio Arno com a possibilidade de termos …

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… excelentes vistas de todo o entorno.

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Retornamos ao hotel, pegamos as nossas coisas e rumamos pra estação de trem, a Santa Maria Novella.

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Aqui fica mais uma dica pra quem for usar este tipo de transporte: pode deixar pra chegar quase que em cima da hora (uma meia hora antes do embarque), porque além de não ter lugar pra sentar, a plataforma que você embarcará é sempre informada nos últimos momentos.

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A viagem foi muito tranqüila, com dois pequenos incidentes: o primeiro foi sobre os nossos lugares. Sem motivo algum, já que o trem estava vazio, eles nos venderam um de costas pro outro e no corredor; o outro foi a dificuldade de se encontrar lugar pra deixar as malas.

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É claro que o ideal é viajar bem leve, mas como fazer isso indo pra 4 cidades e no inverno? Portanto, com malas um pouco maiores e mais pesadas, foi difícil encontrar lugar para deixá-las sem ter que erguê-las.

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Fique ligado quanto a estes detalhes, senão a sua hérnia inguinal vai se manifestar! Ah! Aproveitamos também do excelente menu da primeira classe.

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Chegamos em Milão pra última noite e em grande estilo.

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Resolvemos ficar hospedados dentro dum monumento, mais precisamente, na Galleria Vittorio Emanuele II.

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É isto mesmo. O hotel SevenStars Galleria fica dentro da Galleria e todo os quartos tem vista pro seu belíssimo interior.

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O nosso não seria diferente. Olha, é emocionante estar hospedado quase no nível da cobertura desta maravilha arquitetônica.

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Ficamos um tempo olhando catatonicamente pra tudo e observando mais ainda todos os detalhes.

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Tivemos que sair rapidamente prum encontro com a nossa amigona, a Maria.

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E ainda bem que ela não precisou chegar até o lobby do hotel, que é bem escondido e fora de mão. Coincidentemente, nos encontramos bem no meio da Galleria.

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Aproveitamos a oportunidade pra conhecer o novo paraíso de compras, a Excelsior.

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É uma loja multimarcas que veio pra ser uma la Rinascente upgradeada e mais afrescalhada.

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Pelo que vimos, gostamos muito e vamos repetir amanhã cedo.

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Pois ela além de ter uma montão de coisas de modas feminina e masculina, …

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… ainda apresenta um sex shop de primeira linha.

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Tomamos um café e uma água com a Maria…

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… antes de nos despedirmos, pra variar, sobre a chuva e no meio duma multidão condizente com um sábado a noite.

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Arrumamos tempo pra dar uma passada (e comprar algumas coisa pra casa na la Rinascente) …

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… e fomos nos preparar pro jantar de gala e de despedida no restaurante Trussardi alla Scala.

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Que é exatamente o que o nome propõe: um restaurante dentro da loja da grife Trussardi e que tem vista pro Teatro Scala.

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Como a nossa mesa foi reservada, ela tinha uma vista privilegiada pro teatro e pra própria praça. Além da RAI estar transmitindo o jantar (brincadeirinha!).

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Se bem que ele merecia, já que foi um desfile de grandes pratos.

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Iniciamos tomando umas belas taças dum espumante nacional, pra comemorar a ótima viagem.

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E optamos por jogar o barco nas pedras. Pediríamos entradas do menu normal (fugimos das degustações que eram muito grandes) e pratos principais com trufas brancas. Ah! As trufas brancas.

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O início de tudo é com uma  demonstração dos mais variados tipos de chips de Polenta. Imaginem o que a Dé achou?

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É claro que enquanto escolhíamos, o coperto chegou. Uma mousse de camarõezinhos fantástica, um carpaccio de beterraba com sardinha escabeche e vários amuses.

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Começamos a vibrar. Como entrada, a Dé escolheu legumes, mais conhecidos com “multicolore do fruta e verdura d’autunno, transparenza de un consommé profumato alla rosa canina”. Parece uma obra de arte, né?

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Eu fui de peito de galinha,  também mais chamado por “petto de fagiano arrosto, arancia, alchermes e panne di Gênova alla barbabietola”. Parece outra obra de arte, né? E são!

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Enquanto isso, nos servíamos dos excelentes e diferentes pães.

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Os principais trufados brancamente estavam por vir. Antes decidimos, junto com o sommelier, pedir um vinho branco mais forte, um Verdicchio Villa Bucci 2006.

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E chegaram os pratos. Pra Dé, Gnocchi di patate Ratte al tomino di Melle, bottarga, spinacio, burro caramellato (calma que a Dé não radicalizou. Burro é… manteiga) e tartufo bianco

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… e pra mim, um arroz cozido no caldo de galinha e amantegado com parmesão jovem e trufas brancas.

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Ambos estavam simplesmente maravilhosos (o meu, modestamente, o máximos dos máximos), com as trufas exalando um tremendo odor e com raladas bastante parcimoniosas.

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Ficamos um bom tempo extasiados e obviamente optamos por pedir somente uma sobremesa no esquema 2×1. E ela era Sfoglia di late, marrons glacé e amarene al brandy.

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O chefe se apiedou da Dé (rs) e enviou um sorbet pra limpar o paladar, …

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… além de mignardises de fazer qualquer um cair o queixo (e abrir a boca).

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Ainda tomamos um corto e não sei se o chef, talvez influenciado pelos nossos “hummmmms” constantes durante o regabofes, nos enviou uma outra rodada de mignardises. Adivinhem qual gostamos mais?

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Pronto, jantar no Trussardi alla Scalla (um legítimo e verdadeiro 2 estrelas no Michelin) transformou a noite num verdadeiro concerto! Foi um legítimo Grand finale.

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É claro que ainda tínhamos a manhã de domingo e o almoço, mas podemos considerar este jantar como uma despedida em alto nível pruma viagem diretamente proporcional.

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Fomos à Excelsior no domingo de manhã só pra fazer a feira.

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Resultado? Tomatinhos, alho, erva-doce, pimenta e outras coisas foram devidamente importadas.

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Pra encerrar a brincadeira, fizemos o que se tornou uma tradição nas nossas viagens.

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Fazer o último almoço no restaurante Il Coriandolo (devemos esta ao Juscelino Piselli Pereira), que fica em Brera.

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Chegamos lá no horário e já fomos pedindo um entrada com “produtos da terra”. Só coisa boa.

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Como principais a Dé escolheu Ravioloni de ricota com molho de trufas negras.

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Eu fui pragmático e tendencioso optando pelo Spaghetti ao Vôngoli Veraci, …

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… uma maravilha da culinária milanesa, porque não dizer, mundial.

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É claro que pra acompanhar um ícone, somente outro. Então dá-lhe um branco do gênio Gaja. Escolhi o costumeiro Rossy Bass, mas tinha acabado (e sido reajustado depois dos Loguercio o pedirem na ultima  viagem deles).
Nos conformamos com o excelente Sauvignon Blanc Alteni di Brassica 2009, do mesmo Gaja.

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Pronto, dois expressos depois estávamos preparados pra nossa descompressão ítalo-ferrazense.

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Espero que a próxima viagem pra Itália não demore muito.

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Arrivederci e até breve.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.
Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

Dia XI – Florença – Itália – Uma aula de culinária na capital toscana.

dcpv – dia vier – Kruger/Cape Town – África do Sul – Parecia ser mais um dia Seinfeld. Mas não foi.

14/03/2013

Dia vier – Kruger/Cape TownÁfrica do Sul – Parecia ser um dia Seinfeld. Mas não foi.

Dia de troca de cidade e de hotel é perdido, certo?

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Pois o nosso não foi.

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Encaixamos logo cedo (as 6:00hs) um mini-safari, já que tínhamos que sair do hotel as 10:00 hs.

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Zarpamos com a clara intenção de ver o último dos big five.

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E como funciona isso? Como todos sabem, esses safaris são fotográficos.

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Para ver os big five, você precisa fotografar o búfalo, …

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… o rinoceronte (vimos praticamente um desfile deles), …

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… o elefante (estes quase nos agrediram), …

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… o leão (esta história foi engraçada) …

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… e o que ainda não tínhamos visto, o leopardo.

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Este felino tem a imagem de ser muito arredio e é muito difícil avistá-lo.

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Portanto, saímos já com a idéia de que seria difícil vê-lo. E foi mesmo.

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Andamos umas duas horas (e próximos do limite do nosso tempo) e nada.

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Na verdade, vimos pouquíssimos animais.

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E quando estávamos voltando pro hotel, aconteceu um alvoroço em plena savana.

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Apareceram sinais de dois leopardos, um casal. Como eles estavam longe das trilhas, os jipes se embrenharam na mata até que finalmente os vimos.

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E foi sensacional.

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Vê-los bem de perto e ouví-los brigando, quando não pulando um sobre o outro, foi indescritível (na verdade, foi quase uma DR animalesca).

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E o melhor foi que parecia que eles estavam se exibindo pra nós.

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Foi o que podemos chamar de um grand finale safarístico.

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Só nos restou voltar pro lodge, …

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… tomar o ótimo café da manhã, …

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… comemorar o dia dos Namorados daqui, o Valentine’s Day …

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… e utilizar o transfer até o aeroporto de Nelspruit (umas 2 horas de van).

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Aí foi pegar o avião pra Cape Town, mais conhecida como Cidade do Cabo …

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… e iniciar o contato com a Rio de Janeiro da África do Sul.

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É claro que o almoço foi a gloriosa comida servida pela South African Airways nos seus vôos domésticos.

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O nosso hotel seria o One&Only, considerado o único 6 estrelas da cidade.

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Eu não sei daonde saiu esta definição, mas dando uma olhada nos quartos …

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… e na vista, do cartão-postal da cidade, a Table Mountain , …

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… você só pode concordar.

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Como estávamos cansados (viagem de avião), aproveitamos pra curtir o quarto …

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… e aguardamos a chegada do horário do jantar, 20:00hs, no estrelado restaurante pan-asiático Nobu, do premiado chef Nobuyuki Matsuhisa.

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Aproveitamos o embalo (e a fome) e pedimos menus-degustação criados especialmente pra data especial de hoje, o Valentine’s Day.

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Além do mais, as queridas Dé e D. Vera ganhariam um botão de rosa dos seus Valentinos, nós mesmos.

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Todos iniciamos com uma saborosa saquerinha de frutas vermelhas.

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E como optamos por 2 menus de cada das opções, a coisa ficou fácil de explicar. Os primeiros pratos foram ostras tiraditas …

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… e atum com vieiras num molho de jalapeño. Perfeitos!

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A seguir, sashimi de salmão com azeite de trufas …

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… e sashimi de atum com molho de missô.

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Saborosos!

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As saladas foram Baby espinafres com camarão …

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… e Seared Yellowtail com molho Matsuhisa.

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Por enquanto, tudo estava funcionando muito bem. Os pratos quentes foram King Crab com risotto de buckweath …

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… e Black Cod com missô. Tudo perfeito!

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O exagero começou com as carnes. Beef Toban Yaki com molho de anticucho …

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… e as apimentadas costeletas de cordeiro, que passaram um pouco da medida do que aguentávamos.

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Assim como o assortimento dos ótimos sushis do Nobu.

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Quando estávamos pensando em abortar a sobremesa, elas chegaram e pra surpresa geral, as comemos. A torta surpresa de chocolate do Nobu

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… e o petit gateau agradaram em cheio (meio exorcista, mas bom).

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O resultado final foi um jantar muito bom, com o pecado do chef ter pesado a sua mão quanto a quantidade de comida.

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De qualquer forma, pra quem pensou que o dia seria perdido, ou ao menos um Seinfeld, ou seja, não aconteceria nada, o engano foi total.

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Que venha a Cidade do Cabo.

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See U.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park
Dia drie – África do Sul – Kruger park – Acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.

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dcpv – Dia XI – Florença – Itália – Uma aula de culinária na capital toscana.

30/11/2012

Dia XI – FlorençaItália – Uma aula de culinária na capital toscana.

Tivemos uma melhora acentuada no tempo.

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Em vez de chuva, nublado. E bem mais frio.

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Como sempre, isto não importava, já que iríamos fazer uma aula de culinária completa com, inclusive, uma visita ao Mercato Centrale.

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Tomamos o mesmo ótimo café da manhã e debaixo de chuva (ela caiu bem nesta hora), chegamos ao ponto de encontro da Florencetown Tours.

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A turma oficial se compunha de 4 pessoas (nós 2 e mais um casal de americanos), além de mais 3 do staff da própria agência que estavam acompanhando tudo pela primeira vez.

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O chef Giovanni, um daqueles italianos da gema, nos levou pra conhecer o mercado e seus melhores fornecedores.

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A primeira parada foi numa loja de azeites fresquísssimos (a primeira pressão foi feita na segunda-feira), …

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… acetos envelhecidos, …

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… Parmigiano Reggiano, …

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… molhos especiais…

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… e afins, com as suas devidas degustações.

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Compras feitas (a mala começou a ficar pequena), …

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… passamos pra próxima loja, uma de pães, grapas, sais e azeites trufados; mais umas comprinhas foram feitas.

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Agora era hora de ver legumes, …

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… e verduras, tudo orgânico e colhido nesta manhã, …

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… além de carnudos funghis frescos.

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A última parada foi numa banca-açougue.

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Como não se surpreender com a qualidade …

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… e a quantidade de oferta de ingredientes?

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Até a Dé se entusiasmou com o nível da costela fiorentina e prometeu se tornar uma carnívora! rsrsrs

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Pronto! Enquanto víamos tudo, o chef aproveitou pra comprar tudo pra nossa aula.

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Chegamos ao local que é próximo de lá, colocamos os aventais e mãos a obra.

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O primeiro prato a ser feito foi a sobremesa, um legítimo Tiramisu.

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E cada um fez o seu.

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Pra começar, todos ajudaram a bater as claras em neve …

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… e o creme de mascarpone.

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Logo depois o chef nos explicou como montar cada um: …

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… uma camada de chocolate em pó, ..

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… uma de creme, …

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… outra de biscoitos champanhe embebidos em café, …

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… mais uma rodada …

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… e voilá. Tiramisu pronto e indo pra geladeira.

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Aproveitamos pra tomar um vinho tinto …

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… enquanto o chefe nos apresentava a sua bruschetta (ops!).

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Pão tostado, passa-se alho e coloca-se o melhor tomate temperado por cima.

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Precisávamos ainda fazer a massa dos macarrões (uns Ravioli e os Papardelle).

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A receita da pasta é muito parecida (farinha e ovos).

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O que modifica um pouco é o jeitão de se fazer.

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Neste caso, tudo é feito a mão, inclusive…

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… a abertura …

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… o corte (no caso dos Pappardelle) …

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… e o processo todo, no caso dos Ravioli.

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Só sobrou fazer a base do molho a bolonhesa (cebola, salsão e cenoura), …

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… com o acréscimo e a fritura de carne bovina moída e de carne de porco na forma de lingüiça, sem a tripa.

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Deixe apurar bastante, coloque vinho tinto e deixe apurar mais ainda.

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Adicione purê de tomate, baixe o fogo e esqueça da panela.

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Enquanto isso, cozinhe os Pappardelle e os Ravioli.

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No caso destes últimos, faça um molho com manteiga e salsinha  e coloque por cima.

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No caso dos Papardelle, junte-os ao molho, coloque bastante parmeggiano e sirva.

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Foi o que foi feito.

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Todos comemos as massas e aprovamos a nossa lição de casa, com louvor.

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É claro que conversamos bastante, rimos mais ainda e aproveitamos pra tomar mais vinho.

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Pra encerrar esta festa, todos experimentaram os Tiramisu que montaram.

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Mais uma aprovação, assim como a do Giovanni que nos “passou de ano” e, inclusive, nos deu um certificado.

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Agora somos diplomados em comida italiana.

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Saímos de lá felizes, mas correndo, pois tínhamos uma visita marcada ao que é considerado o maior museu de toda a Itália, a Gallerie degli Uffizi.

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Reservei por internet (aconselho, especialmente na alta estaçâo) e deu tudo certo.

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É claro que não se pode tirar fotos, mas … rs
Falar da arquitetura do prédio é chover no molhado (ops!).

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Ele é lindo e como Uffizi são escritórios em italiano, o que você vê lá são salas unidas por grandes corredores.

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Todas são espetaculares, mas algumas são imperdíveis, tais como as da Anunciação, a Tribuna dos Medici, o Nascimento de Venus de Botticelli, a Sagrada Família de Michelangelo, a Vênus de Urbino de Ticiano e por aí vai.

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Mesmo não sendo especialista em artes, como nós, você se emocionará.

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E fica uma dica: deixe pra visitá-la no final da sua estadia em Florença.

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Você já estará totalmente envolvido com o clima de toda a cidade.

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Saímos de lá, voltamos ao hotel e resolvemos, apesar do frio, procurar o melhor sorvete da cidade, na Gelateria Vivoli.

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Pra Florença, onde tudo é muito perto, ele até que fica longe.

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Mas vale cada centímetro caminhado. Os sorvetes são bastantes cremosos e muito saborosos (nota 9,66 no MicheLuz).

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Finalizando este grande dia (e quase que sem chuva), fomos jantar num dos melhores restaurantes da cidade, o Cibrèo.

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Ele é bem antigão (que novidade!) e faz parte do movimento Slow Food.

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Sentamos (mesa reservada) e logo recebemos a visita da dona do restaurante. Não estranhe; é assim que o menu funciona.

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Ele só contém os preços de cada uma das fases das refeições (primo, secondo e sobremesa). Os pratos são recitados/comentados em italiano pela senhora e aí vocês os escolhe.

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Charmoso, não?

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E não é que quando ela falou Polenta, os olhos da Dé brilharam! Ainda mais acompanhada de azeite extra-extra virgem e parmeggiano reggiano.

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Eu escolhi um potente brodo com uma massinha que na verdade não era bem uma massa e sim, uma mistura que continha pão.

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A equação do vinho foi solucionada pelo sommelier, que nos propôs a escolha dum branco potente ou dum tinto mais delicado.

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Fomos na segunda hipótese e num maravilhoso DOCG Mason di Mason Manincor 2010.

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Como principais, a Dé preferiu Polpettini recheado com ricota e acompanhado de purê de batatas …

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…enquanto eu, um prático e “simplici”, segundo a senhora, peixe feito no cartoccio com muito azeite, limão, azeitonas e ervas, …

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… acompanhado de grão-de-bico com muito azeite.

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Tudo estava num altíssimo nível. Pulamos as sobremesas e pedimos 2 “cortos”.

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É claro que um pedaço duma tortinha de chocolate e café, quase um Tiramisu, pulou na nossa mesa!

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Desta vez e satisfeitos, desvirtuamos os nossos princípios e voltamos de taxi pro hotel.

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E admirando o entorno, claro?

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.
Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

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Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

29/11/2012

Dia X – FlorençaItália – Entrando na moda pela porta da frente.

Mais um dia de chuva.

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Incrível, mas a chuva persistiu durante toda a nossa estada (pelo menos, até agora) em Florença.

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Incrível também como a viagem ficou mais divertida por causa dela.

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Tomamos o ótimo café da manhã no outro lado da rua (eu já expliquei o porquê) …

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… e rumamos pro nosso passeio mais do que especial.

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Iríamos fazer um tour específico sobre a moda florentina.

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A nossa guia, a Marise já  estava nos esperando na frente do Museu Ferragamo.

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Este visita é essencial neste quesito, especialmente pra quem é interessado em moda e mais ainda em sapatos (a Dé adorou).

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Nos apresentamos, entramos no museu e pudemos observar o quão visionário era o idealizador de tudo.

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São vários modelos nos informando que há 60 anos atras, Ferragamo já formatava sapatos muito mais atuais do que se imagina.

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O ambiente é perfeito (a única mancada é não poder tirar fotos, mas … ) …

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… e além de toda a técnica, pudemos ver uma mostra especial sobre a vida (e morte) do ícone Marilyn Monroe.

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Finda a visita, atravessamos o Rio Arno, pela Ponte Santa Trinita, …

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… com direito a uma vista incrível da Ponte Vecchio.

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A intenção seria visitar tanto o Museo degli Argenti (o da Prata) como a Galeria del Costume (do Traje).

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Todos estes complementavam o nosso passeio que era baseado no que era moda no período dos grandes Duques.

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Pra variar, fotos não são possíveis, mas… :-)
O Museu da Prata é muito interessante porque é possível se imaginar o dia-a-dia da nobreza naquela época.

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O Palazzo Pitti foi um local onde a história dos Medici se passou.

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E lá é possível se imaginar tudo o que acontecia, especialmente através dos comentários em português da Marise.

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Já o Museu dos Trajes é também interessante, mas um pouco mais fraco, já que nele existem registros de vestuários dum período bem mais recente (depois de 1850).

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Se bem que alguns trajes dos corpos exumados de nobres são muito informativos.

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Aproveitamos pra conhecer o bonito Giardino di Boboli.

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Pra variar, estava chovendo e muito.

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A solução foi comprar um guarda-chuvas dum daqueles imigrantes (10€) …

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…e zarparmos prum almoço aprazível.

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Seguindo uma linha agradável, escolhemos mais uma vinoteca de um ótimo produtor de vinhos, o Antinori.

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E esta escolha se mostrou mais do que acertada.

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Chegamos e a nossa mesa reservada (e no mezanino) era muito bem localizada.

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Pedimos um assortimento de salumi e aproveitamos tudo, junto com os pães …

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… e o azeite recém espremido, que estava demais.

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Tomamos taças de vinho, um bianco pra Dé, o Cervaro della Sala 2010 …

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… e um tinto pra mim.

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Na verdade, “o”tinto” já que era um Tignanello espetacular.

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Como principais, a Dé foi de Maltagliatti com peixe

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… e eu, num Tagliarini com Molho a Bolonhesa.

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Ambos simplesmente irrepreensíveis.

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Pedimos mais um ótimo expresso, …

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… e seguimos o conselho dos florentinos: …

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… a sobremesa foi um sorvete cremoso e inesquecível da Gelateria Santa Trinita (nota 10 no MicheLuz e com louvor).

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Sem contar os próximos, foi o melhor que tomamos em nossas vidas.

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Como a chuva apertou (sempre ela), voltamos ao hotel pra dar uma descansada e programar algumas comprinhas.

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E até nesse quesito, Florença é divertida.

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Você entra uma loja de relógios e encontra gente bem-humorada.

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Vai a uma loja de grifes e o teto dela é cheio de afrescos.

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Passa numa loja de departamentos e no último andar, tem um bar onde a vista prum brinde de espumantes é esta.

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Melhor, resolve conhecer uma das farmácias mais antigas do mundo, a Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella (desde 1612) e se diverte ao extremo, vendo um ambiente tão lindo e com receitas de cosméticos seculares espetaculares.

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A compra por lá e irresistível e o foto blog também:

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Pronto; estávamos novamente com fome e preparados pra mais um excelente jantar.

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Que aconteceu no Oliviero, um ristorante competente e muito bacana.

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Pra variar, a nossa mesa reservada era muito boa.

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Não pensamos duas vezes ao ver o menu: pediríamos, cada um, dois pratos.

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O vinho foi um Gaja Branco, o Ca’Marcanda  e …

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… o chefe nos mandou um agrado inicial, algo parecido com um suflê de ovos e azeitonas. Uma delícia.

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Como primo, a Dé foi de sopa de cebola com vieiras

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… e eu, um nhoque com mariscos e pesto de salsinha.

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Um prato lindo, saboroso e ao mesmo tempo, muito fotogênico.

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Como secondo, a Dé pediu um Rombo com presunto cozido 

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… e eu, um bacalhau fresco com espuma de tomates e grâo-de-bicos al dente.

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Tudo absolutamente perfeito, e melhorou ainda, com o charmoso expresso corto (estes cafés se tornaram um vício da família em todas as refeições).

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Enfim, o Oliviero é um lugar que certamente não está na moda, mas que os Medici freqüentariam, assim como os Luci fizeram.

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Voltamos pro hotel com uma lua que prometia: amanhã deve chover! rs

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.

dcpv – gastronômade no haras.

24/03/2013

Gastronômade no Haras.

Haras – estabelecimento destinado a criação, ao aperfeiçoamento e ao treino de cavalos, geralmente de corrida.
Gastronômade – evento destinado a criação, ao aperfeiçoamento e ao treino de boas relações e refeições.

Pronto, estava feito o link!

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Afinal de contas, quando fiquei sabendo que mais um Gastronômade (quer saber o que é?) seria realizado em São Paulo e justamente no Haras Larissa, logo pensei: temos que ir!

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Conversamos com os sócios e acertamos tudo. Eles viriam pra São Paulo e nós aproveitaríamos pra curtir mais bons momentos (o de Brasília foi memorável) em mais um destes eventos tão descolados e marcantes.

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Devido a distância (e a Lei Seca), optamos por ir de van ao local, pois são quase 100 km de distância da capital.

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O problema é que a perua parecia pertencer a um astro de rock. Era toda filmada e escura o suficiente pra te deixar meio zureta, sem nenhum contato com a claridade do mundo exterior.

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Chegamos (estávamos em 14 pessoas) e fomos nos deslocando diretamente pro local do coquetel, ao lado do lago.

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Serviram ótimas entradas, tais como gel de tomate, raspas de siciliano, flor de manjericão; rolinho vietnamita com legumes crus, folha de espinafre roxo, emulsão de coentro e melaço de cana e aspargos marcados, mousse de queijo de cabra e brotos orgânicos (todos muito bons) …

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… assim como o espumante rosé da vinícola Villaggio Grando (ela fica em Santa Catarina).

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Ah! Esqueci de dizer que a chef convidada era a Viviane Gonçalves, proprietária do excelente restaurante Chef Vivi (fica na Vila Madalena e tivemos uma ótima experiência por lá) e que  de encontro aos princípios do Gastronômade, adora utilizar ingredientes frescos e naturais nas suas criações.

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Como sempre, uma visita ao foco principal do lugar estava programada.

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Então lá fomos todos conhecer o haras propriamente dito, …

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… recebendo informações sobre um mundo totalmente novo pra nós, …

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… o dos cavalões, …

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… dos pôneis (vide Seinfeld), …

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… e até das carruagens.

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Depois desta curiosa visita, rumamos a pé, …

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… de encontro a mesa posta sobre a sombra das árvores (neste caso, faltou um pouco de sombra).

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Nos sentamos (a Miriam e o Ailton, tios da Lourdes e que estavam conosco em Brasília, também vieram) …

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… coincidentemente ao lado dos produtores de frutas, o Fabiano da Família Fabiano e o pessoal das carnes do Bonsmara Beef.

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Como sempre, o papo e a empatia de todos foram imediatos. A conversa corria solta, quando os pratos começaram a chegar.

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Iniciamos com figo ao forno, mini cenouras caramelizadas, mini alho poró, mini funcho, redução de laranja com especiarias, broto de mostarda roxa e um mix fresquíssimo de folhas orgânicas. É uma maxi-salada, que deveria ser acompanhada por um Sauvignon Blanc que não apareceu. Em seu lugar, serviram o tinto Innominabile da Villaggio Grando, que sinceramente, não caiu muito bem.

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Como um dos principais, uma carne maturada, um filé mignon curado com dados crocantes de abóbora, vagem holandesa e salada de mix de cogumelos e ervas orgânicas, que estava justamente no formato que os sócios nos indicaram. Ou seja, perfeita! E dá-lhe Inonnimabile Lote IV.

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Num gesto bastante elegante, a chef Vivi serviu uma variação veggie pra Dé (que gostou muito).

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O outro principal, uma galinha d’Angola finalizada no maçarico com endívia caramelizada, arroz preto crocante e redução de cenoura, laranja e limão verde, estava boa também. Acompanhou o vinho Villaggio Grando Além Mar 2008 que se mostrou mediano.

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Finalizamos com uma sobremesa bem natural e refrescante: frutas ao forno, quenelle de vanilla, baba de moça de limão verde, mix de flores e broto de beterraba com fios de caramelo. Infelizmente, o vinho de sobremesa Villaggio Grande Colheita Tardia 2009 nos pareceu ter sido colhido um pouco antes da hora.

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O tempo passa muito rápido quando estamos nos divertindo, né não?

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Pois foi o que aconteceu. Quando percebemos, já passava das 17:30 hs e tínhamos que retornar pra SP.

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Mais uma vez correu tudo bem e o divertimento foi garantido.

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O Gastronômade cruzou e em primeiro lugar, o disco final.

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Bye.

PS – A natureza é sábia. A poucos quilômetros dali caia o mundo no jogo Corinthians x Guarani em Campinas e aqui no Haras não choveu nada!

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E a van que na ida parecia um túnel escuro, se mostrou, na volta,  muito boa pra cochilar! :)

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.

dcpv – dia drie – áfrica do sul – kruger park – acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.

13/03/2013

Dia drie – África do Sul – Kruger Park – Acho que  vimos uns gatinhos … e outros bichos.

O dia amanheceu lindamente.

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O céu estava colorido e extremamente azul.

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O único incidente foi que a nossa ranger, a Michell, ligou exatamente as 5:30 hs de la matina pra nos acordar.

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O nosso safari matinal começaria as 6:00 hs. E porque esta hora ?

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Porque é o momento em que os bichos estão acordados e prontos pra serem observados.

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Saímos no nosso Land Rover …

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… e próximo ao hotel tivemos a visão de um kudu (um espécime que experimentamos no jantar de ontem a noite) …

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… e, surpresa, dois belíssimos rinocerontes sentados na estrada.

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Ficamos um tempão observando a formosura dos rinos e …

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… aguardando a boa vontade deles para nos abrir o caminho.

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Quase meia hora depois, a nossa ranger resolveu desafiá-los e acelerou o carro.

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Rapidamente eles se locomoveram e nós aproveitamos pra correr e sair logo dali (eles são considerados um dos animais mais perigosos do parque).

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Continuamos andando sem parar e observando algumas particularidades que não percebemos das vezes anteriores que estivemos por aqui.

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Estes safaris são mais autênticos e além de bem informativos. Ficamos conhecendo sobre plantas que esfregadas na mão e juntadas a água viram sabonetes, …

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…de outras que se transformam em artesanato (a Dé ganhou uma pulseira), …

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… e até experimentamos ótimas amarulas, as frutas que se transformam naquele licor famoso (sim, elas são muito gostosas) … ,

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… além de perceber que eles respeitam bastante os hábitos dos animais.

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Tanto que os únicos dois leões que vimos até agora estavam dormindo tranqüilamente …

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… e só conseguimos observá-los quando acordavam, balançavam a cabeça e voltavam a dormir.

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O restante do trajeto foi andar bastante de jipe …

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… e ser informados sobre outros hábitos bastantes interessantes dos habitantes deste lugar.

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Até aranhas e suas poderosas teias nós admiramos.

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Voltamos ao lodge para tomar café.

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Ele é servido fartamente logo após o safari matutino.

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O restante do dia foi aproveitar a piscina privativa, …

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… almoçar com os pés molhados, …

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… as mais diferentes saladas, …

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… peixes …

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… sobremesas …

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… e mais piscina até aguardarmos o safari vespertino.

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Partimos exatamente as 16:30 hs.

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Logo na saída do hotel, vimos magníficos exemplares de kudus.

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A nossa ranger continuou nos informando sobre muitas coisas do dia-a-dia da selva (tais como demonstrar que estas pilhas de cocôs dos rinos demarcam os seus territórios) .

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E chegamos a uma verdadeira manada de elefantes com todos os seus maneirismos.

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Foram minutos preciosos de puro exibicionismo, …

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… de força (o elefante chegou a destruir uma árvore na nossa frente), …

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…  e de até um pouco de stress gerado pelo líder que não perdeu a oportunidade de aparecer para os convidados, no caso, nós.

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Continuamos avistando muita coisa legal, entre elas, …

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… pumbas, …

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… devils, …

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… pássaros, …

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… alguns muito coloridos e raros, …

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… e girafas.

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Paramos pra fazer uma excelente boquinha …

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… com direito a comidinhas, vinho branco e amarula, na terra deles, …

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… e quando pensamos que não tínhamos mais nada pra ver, aconteceu um alvoroço na savana.

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Vários jipes se encontraram no escuro e avistamos dois leões machos.

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Foi um frisson total já que eles, os leões, fizeram questão de andar justamente pela trilha …

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… e até simularam o que parecia ser uma pseudo relação sexual meio esquisita em se tratando de reino animal.

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A ranger nos explicou que era uma simples demonstração de força, mas que foi inusitado e inesperado, ah, isso foi.

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Ainda seguimos os tais leões por quase meia hora e em plena escuridão.

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Voltamos atrasadões pro lodge, com tempo de avistar um camaleão e pegar o interessante bichinho na mão.

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Como estávamos praticamente sozinhos no hotel, nos colocaram pra jantar na adega.

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Que lugar!

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Totalmente encravado na terra e com um jeitão bem particular de selva.

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O nosso garçom, o Eric, nos aguardava e ansiava pelas nossa escolhas.

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Seriam 5 cursos com algumas opções .

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Como primeira entrada, todos escolheram Gnocchi com molho de tomate e redução de balsâmico, …

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… enquanto eu, fui de Lulas marinadas, purê de pimentão vermelho e molho de papaia.

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Como segunda entrada, todos foram de sopa de manteiga de nozes e eu, de carpaccio de Impala (aquele veadinho que tem aos montes por aqui) com confit de cebola vermelha.

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Pra limpar o palato, serviram um smoothie de frutas vermelhas.

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Já como principal, os meus sogros escolheram codorna recheada de cogumelos com polenta e vegetais, …

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… enquanto a Dé, optou por linguado com risotto, aspargos e zabaione  de champagne, …

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…  e eu, costeleta de cordeiro, purê de batata e vegetais.

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Sim, tudo estava muito bom e sim também, não agüentamos comer tudo, ainda mais com o complemento da sobremesa, um creme brulée de chocolate branco, com torta de abacaxi e sirup de anis estrelado.

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Ah, escolhemos um vinho branco sulafricano, o Sauvignon Blanc Eight Rows que se comportou muito bem com tudo.

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Bom, este foi um dia muito interessante e cheio de casos safarísticos.

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Espero que você tenha gostado, já que nós adoramos.

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SeeU.

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Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park

.


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