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dcpv – mendoza – dia uno – cavas wine lodge, que hotel!

07/08/13

Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

Nota do editor: nós tivemos um problema com o cartão da nossa máquina fotográfica e perdemos as fotos dos dois primeiros dias desta viagem. O jeito foi apelar pros amigos e utilizar as fotos que tanto a Márcia/Vianney como o casal Lourdes/Eymard tiraram. Portanto, não reparem se o post resultar um tanto quanto remendado. Podem ter certeza que não foi o vinho! :)

Era dia de se embrenhar no enomundo de Mendoza.

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Tudo bem que o sacrifício seria grande.

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Afinal de contas, acordar as 6:00 hs e com frio não é lá muito agradável, né? Mas tínhamos vôo (curto e extremamente turbulento) as 10:20 pela LAN.

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Chegamos (agora já com a Madá e o Álvaro junto conosco) e embarcamos no transfer pro hotel Cavas Wine Lodge. E que hotel!

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Ele fica no meio de videiras e os quartos são estonteantes.

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Grandes, …

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… muito bem decorados …

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…  e charmosos.

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É o mínimo que podemos falar deles.

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Aproveitamos pra conhecer tudo (a área comum também é incrível), já que separamos este dia pra curtir o local e pra dar uma descansada.
Se bem que, antes disso, a fome apertou e fomos obrigados a almoçar!

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Como o pessoal qua atende é muito atencioso, tudo estava preparado pra nossa lauta refeição (não precisa nem dizer que foi o Vianney que tirou as fotos, né?).

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O restaurante é bem bacana e não tivemos problema nenhum em escolher os pratos do menu.

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Quase todos aproveitaram pra pedir algumas empanadas de entrada e  curtir o excelente vinho Kaiken 2008 (pedimos duas garrafas).

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Tudo foi perfeito e estávamos preparados pra pedir os pratos principais.

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A Márcia e o Vianney atacaram na especialidade da casa, as carnes. Um bife de ancho para cada um e os espíritos carnívoros foram saciados.

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Já a Madá, a Lourdes e a Dé escolheram uma sopa de tomates que estava bem clara e muito saborosa.

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O Álvaro e o Eymard pediram uma massa com ragu de cabrito e eu, um maltagliatti com ragu de ossobuco.

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Todas al dente e com o molho bem característico.
Como a sede ainda era grande, pedimos mais uma garrafa dum Malbec (pra quem não sabe, a uva característica da Argentina) Luca 2007 e refletimos sobre a excelência dos vinhos mendocinos.

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Quando terminamos, já eram 17:30 hs. Foi o tempo de todo mundo dar uma descansada e aproveitar pra curtir o quarto …

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… e o visual dele.

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Veja que apesar do mau tempo, deu pra ter uma idéia do entorno do hotel. Imaginem tudo isto com sol?

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Tínhamos também uma degustação pra ser feita, mas, sabiamente, adiamos a tal pra noite de sexta.

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De qualquer forma, sobrou o jantar de boas vindas no próprio restaurante do hotel. E as 21:00 hs, estávamos a postos pra mais uma dura batalha.

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Iríamos comer e num lugar especial: na adega do lugar.

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A nossa mesa foi montada sobre uma pirâmide de vidro (praticamente um mini Louvre) e estava linda.

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Ainda sobre o efeito da almoço tardio, resolvemos todos dar uma maneirada e pedir somente um prato. Alguns (tais como a Dé e o Álvaro) apelaram e escolheram uma salada frugal como principal.

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Outros (como a Lourdes) foram de sopa de cenoura. A Márcia pediu salmão no vapor com folha de figo e risoto de quinua vermelha, …

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…, a Madá foi de chivo (o famoso cabrito) em 3 cocções com gnocchi de queijo de cabra, o Vianney pediu o tortellini com pato confit, …

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… o Eymard escolheu um cordeiro cozido por 24 hs em baixa temperatura com creme de batatas trufadas, e eu, um legítimo bife de chorizo acompanhado de batatas fritas.

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Todos, por incrível que pareça, estavam ótimos.
Experimentamos, por conselho da sommelier Márcia Lube, vinhos únicos. Um o Petit Verdot Gran Lorca 2008 e o outro, um Cabernet Franc XI Pulenta 2010.

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Olha, foi o complemento dum primeiro dia muito bom e altamente enogastronômico.

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Este passeio à Mendoza promete.

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Hasta.

Leia sobre o outro dia desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!

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dcpv – aula do alain “sous vide” poletto na casa da lu e do mike

13/04/2013

Aula do Alain “Sous Vide” Poletto na casa da Lu e do Mike.

O convite que a Lu e o Mike nos fizeram (o sócio também esteve nessa) conteria, além dum jantar com a “Turma de Vinhos de Araraquara“, uma aula com o Alain Poletto.

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Tudo isto aconteceria na nova casa paulistana/praiana deles.

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E quando se fala em Alain Poletto (lembram dele na Paola de Verona?), logo vem a mente o método sous vide de cocção de alimentos.

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O que é mesmo que isso significa?
Sous-vide, em francês, quer dizer “sob vácuo”, e refere-se a um método de cozinhar em sacolas plásticas seladas a vácuo em baixas temperaturas por um tempo maior que o tradicional. O tempo pode variar entre 2 horas e 72 horas e a temperatura precisa ser estável, normalmente entre 40°C e 70°C, dependendo do que se cozinha. O objetivo da técnica é manter a integridade do alimento, evitando a perda de umidade e sabor. Equipamentos profissionais podem custar algumas centenas de dólares, mas é teoricamente possível fazer em casa com máquinas de embalar a vácuo e água morna monitorada por um termômetro comum.

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Esta definição é precisa. E foi o que vimos na casa da Lu e do Mike.

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Inicialmente, o Alain nos explicou as questões técnicas deste tipo de cocção, …

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… e o porque da necessidade de se ter cuidados máximos com a higiene.

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Foi um tal de tabelas, gráficos e informações interessantes.

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Logo depois, passamos pra parte prática e aí segue o fotoblog da história toda.

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É claro que tudo terminaria no jantar propriamente dito.

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Com o detalhe que a entrada toda foi feita na aula: tomatinhos cereja …

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… e bacalhau confitados.

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Uma delícia!

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O restante da noite foi puro divertimento, com a turma de vinhos de Araraquara justificando os elogios que a Lu e o Mike sempre fizeram pra ela.

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Todos são realmente muito divertidos e interessantes …

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…inclusive, um outro convidado como nós, o Cláudio, o engraçado cunhado da Lu e do Mike.

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Até.

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Fogão de lenha no dcpv.

26/02/2013
número 343

Fogão de lenha no dcpv

“Edu, o fogão de lenha, para nós, mineiros, representa um estado de espírito.
É a certeza de que, enquanto se cozinha o feijão, se ferve o leite e se assa o pão-de-queijo, o tempo pode parar e esperar a conversa dos amigos .
É assim que me sinto, desde que conheci a cozinha do dcpv que, generosamente, se abre para os amigos do mundo”.

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Não precisa nem dizer que esta dedicatória foi feita pela Drix.

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E num livro, o Fogão de Lenha, Quitandas e Quitutes de Minas Gerais, da Maria Stella Libanio Christo (editora Garamond) que ela, gentilmente, nos deu de presente.

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Pois não é que ele tinha ficado no apê da praia e justamente neste final de semana, resolvi folheá-lo novamente.

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Começa que ele é muito bem escrito, contendo fatos inusitados e até menus de refeições feitas nos idos de 1800. Mas o objetivo principal da autora foi catalogar o máximo possível de receitas daqueles cadernos que passam de mãe para filha.

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E o resultado é uma leitura pra lá de agradável, como o próprio livro indica ser uma refeição típica mineira.
Vamos lá, então, experimentar estes quitutes e estas quitandas, sô.

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Como diria a Maria Stella, cheguem-se, a casa é sua!

Bebidinha – Caipirinha.

Como pensar numa comida tipicamente mineira, sem a legítima caipirinha, aquela de limão.

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Principal – Um almoço mineiro.

Não estranhe. Desta vez vou seguir os preceitos do livro e servir uma refeição mineiraça.

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Arroz, feijão, carne, angu, legumes e verdura. Estes são os componentes deste jantar. Todos servidos ao mesmo tempo e no mesmo prato.

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Arroz branquinho e o feijão bem temperado foram feitos pela Flora.

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Já a carne tem que ser de porco. Então escolhi um Lombo à Mineira.

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Pra fazer, basta deixar um lombo magro temperado (uns 2 kg) numa vinha d’alhos (alho, cominho, gotas de pimenta, pimenta do reino, louro, sal e vinagre) durante umas 3 horas.

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Coloque o lombo numa assadeira untada e leve ao forno brando.

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De vez em quando, borrife com água pra que asse bem. Quando estiver macio, deixe corar.

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Pra acompanhar este lombo, uma simples farofa de manteiga .

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Já pro angu, dei uma leve sofisticada (também sou filho de Deus, sô) e fiz uma polentinha básica.

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O legume escolhido foi a abóbora.

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Corte-a em pedaços, misture 1 colher de chá de tempero mineiro (alho, cebola, cebolinha, pimentão verde, sal e salsa) e esquente o óleo numa frigideira.

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Quando tiver bem quente, refogue e deixe cozinhar lentamente, pingando água.

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Finalizando, optei pela couve a mineira, …

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… cortada fininha e refogada numa frigideira junto com bacon derretido.

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É claro que o prato todo montado ficou uma belezura, uai e …

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… tivemos que nos contentar em experimentar mais um pouco quando ele terminou.

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Foi difícil acompanhar/harmonizar tudo com um vinho, mas o rosé Inurrieta Mediodia não decepcionou. O achamos “mineirim, sôzim, boazim, gostosim”.

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Sobremesa - Bolo Moça Chique.

Tá na cara que este bolo foi feito pra e pela Dé. Como sempre a receita é simples e uma delícia.

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Bata 1 xícara de chá de manteiga com 4 gemas e 2 xícaras de chá de açúcar.

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Em seguida junte 3 xícaras de chá de farinha, 1 colher de sobremesa de fermento em pó e 1 pires de coco ralado.
Adicione 4 claras batidas em neve.

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Coloque numa forma untada de manteiga e asse em “forno esperto”!

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Nós ficamos espertos e achamos o bolo muito bom mesmo.

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Valeu até tomar um anisetinho da D Anina pra comemorar.

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Eis o que os mineirins acharam de tudo:
Tremendo jantar, sô! Comidim mineirim das boa, uai! (Edu)
Ó Minas Gerais, ó Minas Gerais! Quanta comida maravilhosa você me traz! (Mingão)
Coisim boim dimais, sô! Nem trem é; expressim !! (Deo)

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E antes que você pergunte, os quitutes são as comidas de sal: o dourado lombo de porco com a  farofa , a lingüiça fumegante, o leitão pururuca, o tutu de feijão com rodelas de ovo, o torresmo torradinho, o frango caipira com quiabo e angu e outras delícias que só em Minas se encontram.

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As quitandas substituem o pão no café da manhã e no lanche da tarde. São elas o célebre  pão de queijo, as gorduchas roscas da rainha, o bolo de fubá, os sequilhos, os crocantes biscoitos de polvilho, entre ourtas especialidades das sinhás mineiras.

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Portanto, se tiver a oportunidade, compre o livro Fogão de Lenha. Você certamente terá tempo pra conversar com os seus amigos enquanto faz uma lauta refeição, né Drix?

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Inté.

dcpv – sexiésimo dia – chile – de volta pro aconchego, ops, santiago

28/10/2012

Sexiésimo diaChileDe volta pro aconchego, ops, pra Santiago.

Era dia de sair do sonho lapostóllico.

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E as casitas, as nossas moradias temporárias, necessitam de uma melhor explica/explanação.

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Você não imagina o quão reconfortante é chegar no seu quarto e ter a visão que elas te proporcionam.

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A sala de dormir (podemos chamá-la assim) é espaçosa e agradável.

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Ela tem vista de todo o vale.

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É espetacular.

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E ainda mais quando se tem a oportunidade de ver um nascer-do-sol sensacional como este.

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Fomos tomar café, o derradeiro café …

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… e nos prepararmos pra volta pra Santiago.

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Enquanto a Márcia e o Vianney e a Madá e o Álvaro voltariam pro Rio, nós e os sócios ainda ficaríamos mais uma noite em Santiago.

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E desta vez, experimentando o The Aubrey, um hotel boutique pequeno e que fica ao lado da La Chascona, a casa do Neruda .

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Antes de conhecer o hotel, fizemos o caminho de volta do Vale do Colchágua, vendo paisagens bacanas …

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…  e em apenas duas horas (um tremendo upgrade em relação ao tempo gasto na ida).

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Deixamos os casais no aeroporto, nos despedimos dos mais novos velhos e bons amigos, …

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… e fomos conhecer o hotel.

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Ele é bem bacana (claro que não comparável ao W Santiago), …

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… com bons toques de modernidade …

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… e uma administração pessoal do seu presente dono.

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Estávamos com fome e fomos procurar um restaurante.

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O problema é que esquecemos completamente que aqui no Chile também seria um domingo de eleições. Ou seja, quase tudo estaria fechado e pior, não se poderia tomar nenhuma bebida alcóolica.

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Paradoxo dos paradoxos, tivemos que seguir a Lei Seca em plena Santiago.

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Por sorte (ou azar, você verá) o famoso restô Como Agua para Chocolate estava aberto.

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Conseguimos uma mesa (me parece que normalmente os chilenos não saem pra almoçar aos domingos, daí a maioria deles não funcionar) e fomos passar pela pretensa culinária afrodisíaca do lugar.

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Apesar de ser um pouco fake, tudo é bem bonito …

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… e temático.

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Mas a comida, sinceramente, ficou a desejar.

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Tudo bem que tivemos que tomar cerveja sem álcool…

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Pedimos uma entrada com camarões e machas num molho de 3 queijos.

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Como principais, a Lourdes pediu um peixe, …

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… a Dé um péssimo Côngrio, …

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…. o Eymard um mediano atum ,…

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… e eu, um péssimo macarrão com frutos do mar.

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Inclusive, tinha alguns fios que nem cozidos estavam.

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Fomos insistentes e pedimos sobremesas.

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Foi mais uma burrada. O tal pudim de 3 lêches e…

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… o Como agua para chocolate eram muito ruins.

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Só nos restou perceber todo o engraçado do entorno. Dá pra imaginar o único restaurante da região cheio e com brasileiros querendo furar a fila de espera de qualquer jeito?

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Voltamos ao quarto, demos uma boa dormida (slow travel, minha gente) e fomos conhecer o Parque Metropolitano.

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Se bem que com o calor reinante (quase 35ºC), …

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… demos somente uma voltinha, o suficiente pra ver belíssimas vegetações …

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… e flores.

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Retornamos ao hotel e nos livramos definitivamente da lei seca…

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… tomando um (a calhar) Cremant de Loire. 

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Tudo isto pra nos prepararmos pra conhecer o restaurante Arola, que fica no hotel Ritz Carlton.

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Já tivemos ótimas experiências por lá, especialmente no de Paris.

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E cá pra nós, chegar a um Ritz Carlton é outra coisa.

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O restaurante é um daqueles moderninhos e com mobília chique.

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Como já conhecíamos o sistema, fomos logo escolhendo tanto o vinho, como os tapas quentes e frios. O vinho branco foi um Chardonnay E.Q. Matetic 2011.

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Antes dos pratos, o tradicional pan com tomate foi servido.

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E melhor, no modelo monte você mesmo.

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Logo em seguida vieram os tapas frios: aspargos empanados ,

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carpaccio de cogumelos, …

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carpaccio de cerdo

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… e centolla e cangrejo.

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E os tapas quentes: as legítimas batatas bravas,

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pulpo (ai, pulpito), …

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croquetes de jamon

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… e empanadas de atum.

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Todos perfeitos e no formato pra compartilhamento total.

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Tomamos mais um vinho branco, o Chardonnay Sol del Sol 2009. Mais um excelente.

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E pedimos uma degustaçào de 4 sobremesas (não se esqueçam que estávamos com muita fome): espuma de crema Catalunha, …

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7 formas de chocolate, …

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chocolate branco

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… e torta de maçã .

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Como era o nosso último jantar desta viagem, resolvemos homenagear a Márcia e o Vianney, tomando um Late Harvest Erasmo, …

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.. e também ao som dos Ramones, homenageamos a Madá e o Álvaro. One, two, three, four… I Wanna be sedated.

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Voltamos ao The Aubrey pra dormirmos o sono dos justos, acordar cedo pra arrumar as malas e partirmos.

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Tivemos tempo de experimentar o bom café de manhã…

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… e pronto!

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Continuo insistindo que o Chile, um país próximo a nós, ainda é (apesar do aumento considerável do fluxo), pouco visitado pelos brasileiros.

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Suas montanhas, seus desertos, suas geleiras, suas ilhas, mesmo a sua capital deveriam ser explorados mais costumeiramente por nós.

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E no nosso caso, ainda tivemos uma ótima experiência com um grupo que certamente veio pra ficar.

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Foi (mais uma) excelente viagem.

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Adiós.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.
Quinquésimo dia – Chile – Vale do Colchágua – Conhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

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dcpv – bis nos sabores da sicília

número 338
06/11/2012

Bis nos Sabores da Sicília.

Eu gosto muito do livro Sabores da Sicília. Tudo nele é encantador: as receitas, a história, os vinhos e a verdadeira prosa da autora, a obviamente italiana, Maria Montanarini, uma expert nesta ilha da Bota.

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“Maior ilha do Mediterrâneo e território carregado de história várias vezes milenar, onde atuaram fenícios, gregos, romanos, árabes, normandos e espanhóis (quiçá ferrazenses), a Sicília é famosa também pela excelência  dos seus pratos e inconfundíveis sabores.

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Uma italiana que muito bem conhece a ilha desde a infância e que mora no Brasil há seis décadas, Maria Montanarini, comprova isso com muitas receitas, algumas das quais que foram passadas pela sogra siciliana”

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E é com esta Maria que nós, eu e a Dé, graças a uma dica dos nossos novos amigos Clau e Gil, faremos uma aula de culinária típica  desta região (em tempo – já fizemos).

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Como um aperitivo (e relembrando, já que fiz uma outra noite memorável com receitas do mesmo livro), aproveitei a releitura do livro pra dar mais uma voltinha pela comida típica da Itália.

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Vamos lá, então, aproveitar os quitutes sicilianos.

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EntradasCenoura ao Marsala, Abóbora agridoce e Fritada de favas frescas.

O lema deste livro é “receita simples e saborosa”. E estas são exemplos delas.

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Pra Carote al Marsala, basta cortar 500g de cenouras lavadas, descascadas e cortadas em fatias grossas e reservar.

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Coloque numa panela, 4 colheres de sopa de azeite, aqueça e frite 2 dentes de alho cortados em lascas. Acrescente as cenouras, sal e pimenta.

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Cozinhe por 2 minutos, mexendo sempre.

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Junte 1 xícara de chá de vinho Marsala e continue cozinhando em fogo baixo com a panela tampada por mais 10 minutos.

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Depois de pronto, salpique salsinha e sirva.

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Já pra Cucuzza all’Auruduci, corte 1 kg de abóbora madura em fatias não muito finas.

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Numa frigideira anti-aderente, coloque 4 colheres de sopa de azeite, 1 dente de alho cortado em lascas, 1 ramo de hortelã picada, 1 ramo de salsinha picada, sal e pimenta.

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Frite aos poucos as fatias de abóbora. Misture 30 g de açúcar em 1/2 copo de vinho branco mais 4 colheres de sopa de vinagre branco e despeje sobre as fatias de abóbora na frigideira.

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Sirva colocando no prato as fatias como um carpaccio. Regue com o molho que sobrou na panela e enfeite com folhas de hortelã.

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E a Frittata’cchi Faviani, foi meio acoxambrada, porque eu não tinha favas por aqui. Usei feijão branco já cozido temperado com 1 dente de alho cortado em lascas e 10 folhas de manjericão fritos em 3 colheres de sopa de azeite.
Numa tigela, coloque 6 ovos, 100 de queijo pecorino ralado, sal e pimenta. Junte as favas, ops, os feijões e bata.

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Despeje tudo numa frigideira antiaderente e em fogo baixo, cozinhe até parecerem um omelete. Vire para fritá-la do outro lado.
Sirva quente ou fria.

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Olhe; as três juntas formaram uma entrada daquelas. Cheirosa, saborosa e tipicíssima (e alaranjada! rs).

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Tomamos uma Cava espetacular, a Juvé y Camps Gran Nature 2008 que foi “frutada, sob o sol da Sicília, ramblática, camposa“.

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PrincipalMassa com molho de nozes e pinoli e Lingüiça no cartucho.

Cortados de qualquer jeito. É isto o que significa o malitagghiati. E ele, junto ccù Nuci e Pinoli formam a receita duma massa muito siciliana.

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Pra fazer a tal, coloque 500 g de farinha de trigo sobre a mesa e faça um buraco no meio. Coloque 4 ovos inteiros e uma pitada de sal.

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Misture tudo e trabalhe bem a massa. Abra com o rolo de macarrão, formando uma folha fina. Recorte e massa em tiras de 1 cm e depois corte em pedaços menores.

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Para o molho, leve ao forno 200 de nozes sem casca e 50g de pinoli até secarem bem. Bata no liqüidificador e reserve 1/2 xícara do que foi processado.

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Numa frigideira antiaderente, derreta 50 g de manteiga sem deixar escurecer. Acrescente as nozes e os pinoli moídos até adquirir gosto, mexendo sempre.
Pique bem 1 xícara de chá de folhas de manjericão e junte a mistura, adicionando também 1 dente de alho cortado em lascas.

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Espere secar e coloque 1/2 xícara de creme de leite. Cozinhe a massa em água e sal.

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Misture ao molho e sirva com  o restante das nozes e pinoli batidos, com queijo ralado. Uma delícia.

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Assim como o facílimo Cartocciu di Sasizza.

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É um daqueles famosos envelopes de papel alumínio contendo uma camada de cebolas cortadas em rodelas, uma de laranja também em rodelas e por cima, dois ou três pedaços de lingüiça fresca.

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Tudo fechadinho e colocado no forno por uns 20 minutos.

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Portanto, mal talhado com lingüiça pode te levar pro mau caminho.

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Tomamos um vinho rosé Regaleali Sicília que foi “groselhoso, arregalado, regaloso, regalo“, ou seja sem-graça e sem foto! rs

SobremesaSalada de frutas ao vinho Marsala

Esta Macedónia di fruta ccù Vinu Marsala é muito refrescante.

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Descasque pêras, pêssegos e laranjas e corte em cubos. Regue com suco de limão (siciliano, claro?)

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Corte fatias de abacaxi e melão em cubos. Misture morango com um pouco de açúcar.

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Junte tudo e regue com um pouco de conhaque e vinho Marsala (na proporção de 1 cálice para 2 copos). Prontíssimo e belíssima.

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Eis o que os rapazinhos acharam de tudo:
E nós pensando que na Sicília só tem limão! Uno spetacolo! (Edu)
Que Calábria que nada, eu quera a Cecília! (Mingão)
Adessso, siciliano-mos! (Deo)

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Só de ler as reminiscências que estão no livro da Maria você se deleita.

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Agora imagine ter a oportunidade de refazer todas estas receitas simples e ao mesmo tempo, tão confortáveis!

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Que venha logo esta aula.

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Ciao, bellos.

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dcpv – quinquésimo dia – chile – vale do colchágua – conhecendo a neyen e a lapostolle como se deve.

27/10/2012

Quinquésimo diaChileVale do ColcháguaConhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

Acordamos cedo e apesar do tempo não muito católico, decidimos andar de bike.

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A descida do hotel para o vale é brava, mas fomos fortes.

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Demos uma boa volta pela vinícola e …

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… tivemos o prazer de ver belas paisagens.

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Vale o mini fotoblog:

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Note que até animais …

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… e paqueras entre eles, nós vimos.

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Voltamos, tomamos banho e tivemos um ótimo café da manhã.

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Tínhamos marcado uma visita a uma vinícola simples e próxima, a Neyen com os seus vinhos premiados (94 RP).

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A Márcia acabou torcendo o pé na noite anterior e justamente por isto, tanto ela como o Vianney não puderam conhecer o lugar.

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Chegamos e logo fomos percebendo como o trabalho por lá é no esquema familiar e tradicional.

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Demos uma volta pelas videiras (algumas tem 100 anos!) e …

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… fomos conhecer todo o processo de fabricação dum vinho que é muito famoso no Chile.

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A vista destas janelas abertas na área de preparação são maravilhosas.

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Além de que, fizemos uma degustação especial …

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… num salão antigo/novo (foi construído em 2008) muito bonito.

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Note que uma das paredes foi muito afetada pelo recente terremoto de 2010…

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… assim como as casas que estavam no caminho de volta.

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Aproveitamos que a fome apertou e iniciamos o processo do almoço.

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Antes, demos uma voltinha pela horta que estava um pouco caída, mas dava (literalmente) um bom caldo.

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Começamos tudo com os famosos aperitivos: …

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…. roll de salmonete abumado y lechuga, …

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queso fresco, aji papaia

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… e empanada de queso tapenade.

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Tudo perfeito e combinando muito bem com o vinho Lapostolle Sauvignon Blanc 2011.

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Ah, quem disse que éramos só nós 8 no hotel?

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A entrada foi formada por carpaccio de pulpo (adivinhem se eu gostei???)…

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ceviche mixto (diga miquisto) e mix de hojas verdes.

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Tudo perfeito, ainda mais acompanhado por um Lapostolle Chardonnay Casas 2011.

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Era chegada a hora dos principais.

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Que foram lomo de cerdo. …

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mote campero, vegetables e salsa Carmenere.

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Como alternativa aos não-carnívoros, serviram um peixe (ou um frango? Help me!!).

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Perfeitos, assim como o vinho Lapostolle Cabernet Sauvignon Cuvée 2010.

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Como sobremesas, suspiro de naranja e raougt de frutos secos.

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Enfim, um allmoço frugal. rs

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O dia estava cada vez mais pequeno.

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A visita pra Clos Apalta estava marcada pras 16:00 hs.

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E a esta hora, lá estávamos nós, com o Vianney e sem a Márcia que foi, merecidamente, descansar.

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Enfim, conheceríamos a famosa a vinícola do hotel.

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E por mais que se tente descrever, não dá pra passar o que se sente ao entrar/estar lá.

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O passeio é muito interessante e educativo, …

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… mesmo porque o prédio chama muita atenção.

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É claro que não vou descrever todo aquele blá-blá-blá de como os vinhos são produzidos. Fica o minifotoblog:

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Vou me ater a falar como é a adega particular da Madame Alexandra (por sinal, ficamos na casita dela).

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No último estágio da ótima visita, você vai fazer a desgustação numa mesa grande e … surpresa!

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O tampo se abre e embaixo da mesa, tem uma escada que leva pra tal adega da proprietária.

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E que adega!

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São dois andares com vinhos de todas as safras e produtores que se possa imaginar

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O visual chega a ser de ficção científica …

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… e você não tem como não ficar emocionado…

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… e devaneado.

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Passamos pela loja, compramos alguns vinhos e fomos nos preparar pra aula de gastronomia (??).

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Ela não foi muito boa, já que a professora só se preocupou em misturar ingredientes pré-cortados …

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… e que formariam um pastel de jaiba. …

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… mais conhecida como “Casquita de Cangrejo”.

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Esta foi uma das entradas do nosso jantar.

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Antes dele e próximo das 20:00 hs, ou seja, ao anoitecer , …

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… tivemos, certamente, um dos melhores poentes das nossas vidas.

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O céu …

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… se pintou …

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… de cores dramáticas …

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… e tudo …

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… mudava …

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… a cada segundo.

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Deborizando, estava encantador…

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… e absolutamente lindo.

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Era chegada a hora do jantar.

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Iniciamos tomando um Pisco Kappa estrela Azul…

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… e comendo camarones apanados a la inglesa, …

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bocado de salmon a las hierbas

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… e empanadas de queso, tomate e orégano.

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Neste momento, o som dos DJs internacionais, Álvaro e Eymard, estava bombando.

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Como entradas, experimentamos a nossa criação coletiva, o pastel de jaiba com uma apimentada galleta de merquén.

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Tudo regado a Lapostolle Cuvée Alexandre Chardonnay 2011.

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Os principais foram pechuga de pato, polenta cremosa, zapallo italiano salteado e salsa de Carmenere.

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Foi muito bem harmonizado com um Lapostolle Cuvée Alexandre Carmenere 2011.

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Aproveitamos o embalo e chamamos mais um Legítimo Clos Apalta 2009, …

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…. enquanto esperávamos pela sobremesa, um bombon de quinua com raougt de kiwi.

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Vocês devem ter percebido que não falei nenhuma vez sobre a qualidade das refeições, justamente porque todas foram absolutamente adoráveis, …

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… seja pelo resultado propriamente dito, …

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… seja pela excelente companhia

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Pronto! Terminou o nosso último jantar na Casa Lapostolle e tudo foi tão bacana que já estamos colhendo dados pra nossa próxima reunião enoamigável.

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Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.

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dcpv – quatriésimo dia – colcha e água? casa lapostolle

26/10/2012

Quatriésimo diaChileColcha e água? Casa Lapostolle.

Hoje era o dia de passear de van.

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Rodaríamos quase 150 km até o vale do Cochágua, mais precisamente no hotel da vinícola Casa Lapostolle, o  Lapostolle Residence .

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Pra ser mais preciso ainda, fecharíamos o hotel só pro nosso grupo, já que as 4 casitas seriam totalmente ocupadas por nós.

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Tomamos um café da manhã reforçado no hotel e …

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… tome chá de van.

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Duas horas depois , chegamos.

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E que lugar!

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A vinícola Casa Lapostolle é uma belezura, …

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… e o hotel, bem, é melhor descrever a seguir, porque é simplesmente maravilhoso.

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Imagine chegar num local, descobrir que todas as casitas estão localizadas no topo do morro e com a melhor vista de todas as videiras?

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Pois foi o  que aconteceu .

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A Casa Lapostolle é extremamente bonita e charmosa.

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Demos uma boa olhada na sede …

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… e cada um começou a imaginar como seria a sua casita.

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Lourdes e Eymard ficariam na Cabernet Sauvignon, a casita número 1 e mais próxima do chamadoa “centro de recreações”, …

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… Madá e Álvaro na número 2, a Petit Verdot, …

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… Márcia e Vianey na Merlot, a número 3 …

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… e nós, na número 4 e mais distante, que além de ter uma visão espetacular das plantações, …

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…. se chamava Carmenere.

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Como chegamos muito cedo (por volta das 13:00 hs) optamos por almoçar (e que almoço) pra depois conhecer cada uma das nossas “moraditas”.

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Iniciamos a refeição ainda na beira da piscina com os seguintes aperitivos: Queijo fresco, tomate cherry, manjericão, …

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…. Brunoise de tomate, mousse de palha e caviar

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… e empanaditas de queso e ciboulette.

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Tomamos um vinho branco Sauvignon Blanc Casa Lapostolle 2011 que caiu como uma luva.

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Como entrada, pobre de mote com camarones e mix de hojas verdes del huerto.

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Perfeito, assim como o vinho Chardonnay Casa Lapostolle 2011.

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Era chegada a hora das fotos oficiais do evento ( a revista Caras estava cobrindo tudo! :) ):

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Para o prato principal, um Filet com purê ao olivo, vegetables salteados e salsa de Merlot, para a maioria.

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Alguns, entre eles a Dé, pediram um Salmonete no lugar do Filet e também se deram bem.

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Mais que perfeito, assim como  o ícone vinho tinto Clos Apalta 2009 que nos foi servido.

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Faltava a sobremesa, que era um bocado de berries, helado de vanilla e salsa de naranjas, …

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… acompanhado duma dose de Grande Marnier (elas serão muitas).

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Foi o que podemos chamar de uma grande recepção.

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Depois disso e do cafezinho …

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… estávamos os livres para, finalmente, conhecer a nossa casita.

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Que era simplesmente um luxo,como diria o Athaide Patrese.

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Enorme, confortável, …

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… e certamente, tinha o banheiro com a vista mais bonita que vimos (desculpem a redundância) até  hoje.

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Enfim, sensacional …

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….  e melhor, com uma bela visão do skyline de todo o Vale do Colchágua.

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Demos uma descansada básica (né, Dé!)…

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… e saímos pra conhecer mais um ícone, a vinícola Montes.

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Ela fica bem perto da Lapostolle e tem como conceito o Feng Chui.

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Básicamente, significa que cada lugar tem a sua orientação …

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… e tudo tem o seu devido lugar.

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Iniciamos o tour passeando num caminhãozinho …

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… que nos levou até um belvedere onde …

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… vimos  o quão linda é a vinícola, …

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…além de achar uma tremenda similaridade entre uma sala de descanso …

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… e uma maternidade.

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É claro que após experimentarmos 4 ícones (entre eles, Montes Alpha, Purple Angel), …

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… estávamos prontos pra dar uma descansada.

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Até chegarmos à nossa morada, passamos na casita da Lourdes e do Eymard …

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… e da Márcia e do Vianney.

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Tudo preparado pra mais uma refeição, que seria o jantar.

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Como estávamos somente nós no lugar, …

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… escolhemos o horário e fomos observar o lindíssimo por -do-sol.

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Pronto! Dinner’s time.

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E o ambiente estava encantador.

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Iniciamos com um Pisco Sour, enquanto esperávamos pela Márcia e pelo Vianney.

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Quando eles chegaram, começamos os trabalhos com vários amuses: tacita de pepino, queso crema e alcaparra, …

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…. huevo de codorna frito

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… e empanada de queso y jamon Serrano.

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Todos perfeitos.

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Continuamos com um crema de choclo y albahaca, pincho de zuchinni  y ostion. Mais um acerto do chef, harmonizado magnificamente por um Lapostolle Cuvée Chardonnay 2011.

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Como principal, uma corvina al sésamo, com quinoa estacional e acelgas salteadas, …

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… e uma ótima trilha sonora (que ficou a cargo do DJ Álvaro), além do vinho ícone Borobo.

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Foi quase que um acinte do sommelier, mas o danado acertou.

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Faltava a sobremesa pra coroar um grande dia de um grupo que veio pra ficar. Clery de frutilla, helado de vanilla e salsa de framboesa …

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… seguido duma outra boa dose dum Grand Marnier, que segundo o Álvaro, se tomasse 3; ele mesmo cairia pelado na piscina ! rsrs

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Ainda bem que nada disso aconteceu, mas ficou a certeza que o Lapostolle Residence é um daqueles hotéis que, você, amante das boas vida e gastronomia…

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… deve conhecer pelo menos uma vez na vida.

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Ou seja, o hotel e a vinícola são perfeitos e complementares.

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Além do nosso grupo, claro?

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Até.

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