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dcpv – miami – 9th day – mangrove’s chicken ou melhor, comendo no joe’s stone crab

/03/11

Miami – 9th Day – Mangrove’s Chicken ou melhor, comendo no Joe`s Stone Crab.

Mais um dia espetacular.

Aproveitamos pra acordar cedo e caminhar em pleno calçadão southbeachiano com um nascer do sol escandaloso de bonito.

Confirme se foi ou não?

Aproveitamos o embalo e fomos fazer o que nós, paulistas, mais sabemos: passear/comprar em shopping.

Conhecemos o famoso Bal Harbour, o mall dos bacanas.

E cá pra nós, ele é bacana mesmo.

Acho que é a maior densidade de marcas famosas por m2 que já vimos.

Faz o shopping Cidade Jardim parecer a loja da D. Maria.

Compramos algumas coisas. “Caroçamos” em outras.

Enfim, foi puro divertimento.
Continuamos o glamour conhecendo uma deli, o Epicure que é uma belezura, uma verdadeira “loja do sexo”.

Fica bem no centro de SoBe (existe isso?). Lá  tem produtos do mundo inteiro e de altíssima qualidade.

Eles também produzem coisas incríveis na padaria, inclusive uns cupcakes que são espetaculares e que foram devidamente “traçados” no nosso carro.

Passamos pela Lincoln Road  (com a sua grama natural) e …

…  fomos realizar um sonho antigo.

Comer no Joe’s Stone Crab.

O restaurante é super famoso por oferecer vários produtos com as galinhas do mangue (os tais mangrove’s chicken do título do post), os caranguejos e o carro-chefe são as enormes patinhas das “figuras” (verifiquem no site o período em que elas são oferecidas, pois são bastantes sazonais).

Curioso, eles as servem frias e com dois molhos, sendo um de azeite e o outro, um tipo de rosé.

Na verdade, levamos um grande susto já que chegamos lá as 14:15 e o maitre nos disse que o serviço tinha “acabado de acabar”. Mas ao mesmo tempo, informou que o Take Away funciona o dia inteiro e ao lado dali.

Batata! Fomos lá e nos esbaldamos.

Pedimos patinhas em profusão, a famosa batata-purê assada e crocante , uma saladona e 2 copos dum Chardonnay do Mondavi.

Comemos lá mesmo (é quase uma lanchonetona bacana). Ô vida boa! Taí um lugar pra voltar várias vezes.    

          

Depois disso, mais um pouquinho de compras. E desta vez, uma trifeta: Bed Bath & BeyondTarget and Best Buy.

Só sobrou ir jantar no Michy’s, um restaurante da chef Michelle  Bernstein que fica num lugar isolado (6927, Biscayne Boulevard) e é bem doidão.  

Parentesis pros nossos atrasos: caprichamos nesta viagem. Não conseguimos chegar no horário em nenhum compromisso! rs 
O ambiente é muito interessante. Pessoas habituées e descoladas estavam misturadas a curiosos como nós.

A decoração também é um pouco modernosa, uma vez que o salão é retangular (parece uma grande garagem) e tem várias coisas com motivos florais, inclusive as cadeiras.

A Dé logo se interessou pelo Gaspacho Branco, uma combinação muito interessante de tomates, pepinos, pistaches e etc. (não precisa nem dizer que o ambiente era escuro. A lanterninha fez falta, viu sócios?)

Eu fui coerente e pedi uma das especialidades dos mares da Flórida: uma coxa de pato frita com um chutney docinho. Maravilhoso.

Tomamos 2 taças dum branquinho ianque e escolhemos os principais. A Dé foi de simples gnocchi com bastante molho vermelho e uma cobertura de queijo fontina gratinado. Bom, mas não tão leve quanto o garçom havia proclamado.

Eu experimentei um ótimo Chupe de Mariscos, uma bouillabasse floridense com muitos frutos do mar, um tempero apimentado e muito saboroso.

A experiência quase esotérica de se comer no Michy’s foi muito boa.

Pronto! Findo mais um dia de compras e boas refeições.

Hasta la vista (e no cartão), baby!

.

dcpv – miami – day eight – scarpetta, o “mafioso” latino!

  /02/11

MiamiDay EightScarpetta, o “mafioso” latino!

Mais um dia de pleno sol.

Mais um dia dedicado as compras.

Acordamos relativamente cedo (7:30 hs) e fomos tomar um café da manhã no Starbucks da Lincoln Drive. Foi muito bom, mas gastamos umas duas horas (time is shopping). A “Debra” não estava gostando nada disso!

É claro que não sobrou tempo pra passear pelo Duck Tours (e, gracias, evitamos um grande “mico”).

Resolvemos conhecer o Dadeland Mall, um shopping razoavelmente grande e com o predicado de ter a maior Macy’s de toda a Florida.

Resultado? Quase que o dia inteiro passado lá dentro com direito a aquisições das mais variaqdas coisas nos mais variados lugares (cá pra nós: se você for um cara disciplinado e seguir à risca a missão de deixar pra comprar por aqui tudo o que você evitou adquirir no Brasil; vai viajar, comer bem e ainda economizar um bom dinheirinho).

Passamos na volta e de tardezinha por Coconut Grove, na esperança de encontrarmos o Cafe Tu Tu Tango e assistirmos ao céu alaranjado do por-do-sol.

Pura ilusão, pois achamos o CocoWalk, um shopping a céu aberto bem mezza-boca e pior, com uma vizinhança mais meia-boca ainda. Ah! Não dançamos o  tal Tu Tu Tango por lá também.

Voltamos pro hotel a tempo de dar mais uma bela olhada nos ambientes dele.

O lobby é fantástico, …

… o bar mais ainda  e a piscina, iluminada pela luz da lua, aumentava ainda mais a boa aura do lugar.

Como tínhamos uma reserva pra comer no italiano do hotel Fontainebleau, ex-Hilton, subimos pra tomar banho e nos arrumarmos. Sempre observados pelo The Boss.

O Scarpetta  fica bem próximo do W (e é vizinho do ótimo chinês Hakkasan).

O lugar é bem bacana, apesar de escuro (incrível como os restaurantes de Miami tem esta “qualidade”) e o ambiente é muito agradável além de ser italianíssimo (é quase um Záccaro).

Logo após o bom couvert (pão italiano massudo, uma fogazza deliciosa e um ótimo azeite), pedimos duas entradas e o garçom gentilmente nos serviu os pratos já com a divisão de ambas pra que experimentássemos tudo.

Uma foi a Mozzarella in  Carroza (o queijo frito numa crosta de pistaches com tomates cerejas confitados) e …

… a outra, um Crispy Fritto Misto, uma frittata com frutos do mar, vegetais, ervas e limão.

Excelentes. Pedimos um conhecido piemontês, um branco Gavi de Gavi e partimos pros principais.
A Dé estava bem basiquinha e foi dum espaguete com molho de tomate e manjericão.

Eu, como não estava tão básico assim, experimentei o ótimo Scialatelli com camarões, vôngole e manjericão.

Tá escuro? Então tente imaginar com este magnífico prato um pouco mais bem iluminado.

O Scarpetta merece todos os A’s e os diamantes que lhe foram dados.
Dois expressos muito bem tirados depois e super alimentados (por favor, quando estiver em Miami vá tanto ao Scarpetta como ao Hakkasan), resolvemos ir pra “casinha” dormir.
Não sem antes dar uma passada pela Collins Ave e ver como andavam as coisas.

Pelo visto, a balada vai ser boa!

E o sol amanhã cedo também.

See U.

.

dcpv – miami – day six – Holiday on China.

Miami – Day SixHoliday on China.

E não é que o sol resolveu reaparecer?

Tudo bem que ainda estava um pouco frio, mas a presença do astro-rei deu um alto astral diferente pro começo do dia.

Resolvemos fazer uma caminhada/city tour pela região de South Beach, com direito a parada pra café da manhã. Deixa eu explicar melhor o nosso roteiro.

Saímos do hotel e fomos andar pela orla até a Ocean Drive.

É claro que quantas vezes se esteja por lá, tantas vezes você se admirará com toda a harmonia doconjunto arquitetônico art deco .

Hotéis bacanésimos, gente bonita (e brega também), carros antigos e modernos. Enfim, uma festa pros olhos.

Entramos pela Collins Ave e fomos tomar café no Jerry’s Famous Deli. Outra fauna muito interessante com muitos velhinhos (atendentes e clientela) num lugar também bem old fashion.

Continuamos o percurso passando pela Española Way, uma rua bonitinha e que fica mais ainda aos finais de semana.

Vimos também o que juramos ser uma filial dos negócios da multifacetada cantora Madonna. :)

Próxima parada: Lincoln Road e seu mercado orgânico de finais de semana.

Um montâo de produtos de procedência é oferecido em pleno calçadão (compramos uma cesta de ótimos morangos) e inclusive, nos arrependemos de não ter tomado café da manhã por lá já que eles fazem sucos das mais variadas combinações e vendem pães muito saborosos.

Em seguida, passamos numa praça novinha em que a arquitetura é impressionante.

O lugar fica ao lado do buxixo da Washington Ave e parece que você está num oasis. Lindo e genial. (juro que tentei encontrar o nome do lugar no santo Google, mas não consegui. É uma charada. Quem sabe? Atenção – a leitora Giulia informou que ela se chama Miami Beach Soundscape)

Mais uma andada e chegamos a outra praça nova e bem bacana. É a Collins Park que também tem um jeitão bem diferente com um labirinto de ondas lindíssimo.

Deu pra perceber que estávamos de volta ao hotel …

… com o corpo e a mente abastecidos.

Aí foi tomar um belo banho, sair pra conhecer o Aventura Mall (o caminho pela orla é uma beleza) e nos prepararmos pra assistir a um jogo dum esporte inédito no nosso currículo: hockey no gelo.

Era um jogo do Florida Panthers (contra o San Jose Sharks). O ginásio fica em Sunrise, bem ao lado do Sawgrass Mills ( os comprólatras sabem o que é isso) e a uns 50 minutos de South Beach. Ou seja, praticamente na Ferraz de Vasconcelos da Flórida.

Pra variar, tudo funcionou as mil maravilhas. O estacionamento, os nossos ótimos lugares e principalmente, o princípio de tudo.

Na verdade, os americanos se divertem muito mais com o entorno do que com o jogo propriamente dito.

Consomem muito (desde comida a objetos variados ), se divertem ao extremo (dançam, se vestem de maneira engraçada, tais como pinguins), saem e entram o tempo todo da arena e de vez em quando vêem o jogo.
Inclusive, a Dé agarrou um bagel que foi atirado por um mascote. Grande goleira!

O jogo em si é muito interessante. Aqueles lances aparentemente violentao que vemos na televisão são constantes (é um tal de jogador ser esmagado contra o vidro) e até as brigas acontecem mesmo.

São quase 3 horas de puro divertimento e que passam bem rápido.

O resultado? O Flórida Panthers ganhou e de virada por 3 x 2. Tudo bem que o time nos pareceu quase que um Timão sobre o gelo . Ou seja, não vai muito longe no campeonato.

Voltamos ao hotel, pois teríamos uma refeição digna e chinesa por lá mesmo, no restaurante Mr Chow.

Eis outra experiência antropológica. O lugar é hyppado com muitos jet-setters e outros aspirantes a.

Chegamos no horário da reserva (também, só faltava atrasar no próprio hotel!) e aproveitamos pra conhecer o lindo bar, tomando duas flutes de Viuva.

Sentamos numa mesa ao lado da cozinha o que nos permitiu perceber o óbvio: o lugar é realmente o que se imagina dum restaurante chinês. Comida saborosa, um tanto quanto bagunçado (seria fake, já que lá tudo é muito profissa?) e um serviço de primeira.
Pedimos as entradas: um macarrão com molho de tomate e fundo de soja guarnecido com pepinos e …

rolinhos de papel de arroz com camarões. Tudo pra dividir como um bom chinês manda.

Um vinho branco neozelandês acompanhou (e bem) tudo, inclusive os principais um peixe com molho de pimenta sichuan, …

camarões empanados, …

…. legumes crocantes (e deliciosos) cozidos e arroz chop suey.

Uau! Que comida.
É um lugar pra se comer várias vezes porque além disso tudo, você ainda terá o divertimento de falar sobre todo mundo (olha  aquela … ; olha aquele … ; veja isto … ; veja aquilo …).

Ôpa, será que não estão falando de nós também?

See U.

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dcpv – day five- miami – tour gastronômico por little havana. monster jam: não sobrou piedra sobre piedra.

12/02/11

Day Five – Miami – Tour gastronômico por Little Havana. Monster Jam : não sobrou piedra sobre piedra.

Mais um dia nublado. E desta vez com chuva intermitente e frio.

Se estivéssemos inspirados (e após o Casa Tua) acharíamos que aqui seria a Itália.

Mas não era. Tentamos dar uma andada logo cedo porém a chuva voltou a cair. O jeito foi entrar num Starbucks e tomar um café.

Como tínhamos uma jornada turisticamente cheio (programa na hora do almoço e a noite) só sobrou um tempinho pra dar uma passada/pesquisada básica na Best Buy e mais nada.
Ainda mais que tínhamos um passeio arquitetônico/gastronômico por Little Havana. Pra quem não sabe, Little Havana significa exatamente o que parece: é uma região maiamiense que se parece com uma pequena Havana, ou seja, tem cubano pra dedéu!

O princípio básico do tour é genial: um breve passeio pela região pra que se conheça os costumes e tradições deste povo tão bacana.

Pausa pro stress: demos uma bobeira pra sair do hotel e chegamos ao ponto de encontro por volta das 12:45 hs (o e-mail de confirmação da agência  Miami Culinary Tours informava que ele começaria precisamente as 12:30 hs). Resultado: é claro que chegamos lá e não tinha mais ninguém!

Estávamos indo embora e dando o tour (e os U$) como perdido, quando vimos um grupo em plena Calle Ocho com uma guia com microfone e tudo o mais. Perguntei meio que brincando pra Dé: será que é o nosso tour ? Ela, otimista como sempre, disse: pode ser. Dê, a volta no quarteirão que eu vou perguntar.

E não é que era mesmo!!

Perdemos somente uma visita a um estabelecimento espanhol e nos juntamos a todos (eram umas 15 pessoas) apreciando a Cigar Factory, …

… onde se fabricam legítimos (e grandes! rs) charutos cubanos.

Logo após, passamos no atelier duma pintora especialista em quadros com temas cubanos (me desculpem, mas não anotei o nome).

Conhecemos o Tower Theater, uma bonita e histórica construção art deco …

… e o Domino Park, uma praça onde se pratica o esporte mais popular de toda Cuba: o dominó. Sinta que a juventude está toda por lá.

Demos uma paradinha na loja Little Havana to Go com direito a experimentar um ótimo cafezinho, …

… passamos pela Calçada da Fama (Thalia??), …

… e tomamos, quem diria, uma grande surpresa pra todos, menos pra nós: um caldo de cana, mais conhecido como garapa (só faltou o pastel).

Vimos num mercadinho junto com produtos típicos, batatas das mais variadas espécies, bananas, mandiocas, frutas e legumes bem estranhos.

Logo após, passamos pela Praça da Revolução…

… e pela loja Pepe y Berta, que vende legítimas guayabeiras, aquelas camisas cubanas de linho que caem tão bem (o Kramer usava algumas).

Retornamos com fome e aguardando o tão esperado almoço com especialidades cubanas no El Pub Restaurant .

Experimentanos moros e cristianos (arroz branco com feijão preto), …

… um porquinho acebolado especial (mais um que a Dé comeu), …

… crocantes bananas chips, …

… uma frittata de mandioca, …

… mandioca cozida e amaciada com um toque de limão …

… e um legítimo flan. Tudo bastante típico, interessante e muito, mas muito saboroso.
A comida cubana tem muito a ver com a brasileira.

A guia terminou o tour por aí, mas mesmo assim se colocou a disposição pra qualquer informação adicional que necessitássemos. O nosso grupo era bastante heterogêneo. Pra ter uma idéia, sentamos com um casal porto-riquenho e com outro sueco. Imaginem a conversa!!

A nossa querida Maria Gonçalo Pastora Silva já tinha se incumbido da missão de nos levar ao hotel para nos trocarmos e rumarmos pro Sun Life Stadium.

Missão? Assistir a batalhas entre Eradicator, BackDraft, Prowler, El Toro Loco, Mohawk, Gunslinger, Grave Digger e outros menos votados.

O que é isso? Chama-se Monster Jam e é praticamente um daqueles programas de luta-livre, só que infinatamente mais legal e com um pequeno detalhe, a utilização de automóveis.

Os caras transformam o estádio do Miami Dolphins numa pista de terra com vários obstáculos (carros, botes e traillers velhos) e o espetáculo acontece através da maluquice dos pilotos.

Quanto mais batidas, velocidade, força, barulho e viradas de ponta-a-cabeça, melhor.

A primeira parte é praticamente um torneio onde os carros se enfrentam durante duas voltas com o vencedor, o que faz o circuito em menor tempo, avançando até as finais.

A segunda e melhor parte é o free style. A pista é remontada e aí a intenção é premiar o melhor maluco, aquele que faz as manobras mais arriscadas e de preferência, termine a sua apresentação numa bela capotada.

A comida? Em Roma como os romanos: pizzas, arepas, amêndoas carameladas, cervejas e refrigerantes.

Foram horas (e olha que estava um frio danado) de puro divertimento.

É, os americanos sabem se divertir.

See U.

PS – Se você quiser fazer este e outros tours gastroculturais por Miami, dê uma passada no site da Miami Culinary Tours (   http://www.miamiculinarytours.com ). A  Grace te atenderá muito bem.

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dcpv – florida – day one – orlando – entrando no mundo mágico.

08/02/11

Flórida – Day One  -  Orlando – Entrando  no Mundo Mágico.

Eu sei que é redundância, mas tivemos mais uma vez  um vôo super-tranquilo pela TAM pra Miami.

Tudo absolutamente no horário. Check-in, decolagem, entretantos, aterrissagem, etc.

Passamos, inclusive e com visibilidade  por Cuba e Bahamas.

Complicou um pouquinho na alfândega americana (muita gente) e um pouquinho mais quando fomos pegar o carro alugado na Hertz e fila era imensa (aviso aos navegantes, ops, aos motoristas: construíram um aeroporto (carroporto?) de locadoras, próximo ao aeroporto de Miami. Agora, todas estão juntinhas e num mesmo uber-prédio).

Resultado: rumamos pra Orlando com mais de uma hora de atraso (eram 17:30 hs) e pegamos alguns congestionamentos. Este fato me obrigou a dirigir a noite, mas mesmo assim chegamos tranquilamente e encontramos a Re (ufa, que saudades!) por volta das 21:30 hs.

Check-in feito no Grand Floridian, um resort dentro da Disney, com tarifas mais do que amistosas (quase U$200, se bem que neste caso, pesou bastante o fato de ter sido feita pelo Pluto!) e com uma vista diurna do castelo da Cinderela de tirar o fôlego.

E noturna também.

Como imprevisto na programação da guia Renata, tivemos que transferir o jantar no Victoria&Albert’s, o restaurante estrelado do hotel  pra quinta a noite. Paciência, aguardaremos!

De qualquer forma, descemos pra dar uma olhadinha no lobby e aproveitamos pra entrar no clima do lugar: junkie food na lanchonete do próprio hotel.

Hamburguer, …

…, fried chicken, …

… batatas fritas, …

… vinho rosé ruinzinho e …

… caminha. Merecemos, a família toda, uma bela noite de sono.

Amanhã iniciamos a maratona. A intenção é saber das novidades de Orlando (Harry Potter incluso) e fuçarmos um pouco mais (com a expertise da Re) em lugares que teoricamente deveríamos ter conhecido melhor nas outras vezes.

Nos aguarde, Mickey.

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dcpv – fomos pra …

Fomos pra,

… pra, …

…  pra …

… e especialmente pra ver a  nossa …

See you!

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