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dcpv – miami – 10th and last day – azul da cor do mandarin

03/2011

Miami – 10th and last day –  Azul da cor do Mandarin.

Este dia amanheceu maravilhosamente (mais um).

Muito sol e muito vento.

Ficamos estimulados e fomos caminhar até a Ocean Drive (e pela orla)  pra tomarmos o famoso café responsável no Starbucks e darmos mais uma bela olhada em todo a harmonia do conjunto art deco.

Voltamos ao hotel e adivinhem o que fomos fazer? Compras!

Pausa pra explicação: colocamos em ação nesta viagem o que estávamos prometendo há um tempão. Deixamos pra comprar aqui em Miami tudo o que queríamos comprar em São Paulo e achávamos que o preço estava muito alto ou muito além do real. É claro que no balanço final confirmamos que a diferença auferida foi o suficiente pra pagar toda a viagem e ainda sobrar algum.

Voltando, resolvemos explorar o comércio instalado na Collins Ave (entre a 5th e a 10th).

Diesel, Armani, Gap, Sephora, Victoria’s Secret (meu Deus, qual é o segredo desta Vitória?), Coop, Banana Republic, enfim, quase todas as grifes conhecidas nas terras brazucas, estão instaladas lá e uma ao lado da outra, com o charme de se viajar no universo engraçadíssimo e curioso do dia-a-dia da cidade.

Tudo bem que estava um calor infernal, mas mesmo assim foi muito divertido (e não foi só pra nós).

Resolvemos repetir a proeza do almoço de ontem e retornamos ao Joe’s Stone Crab.

Mais algumas patinhas dos bichinhos (também conhecidos como menippe mercenaria) que aqui não são peludos (será o primeiro mundo?)

… tomates assados com queijo e espinafres excelentes e …

… por incrível que pareça, as vedetes do almoço: as crocantes e deliciosas batatas fritas. Que aparentemente não são batatas propriamente ditas, mas sim, um purê condimentado delas e frito como se fossem pequenos churros. Deu pra entender?

Demos uma passadinha no hotel só prum pit stop físico/visual e …

… aproveitamos pra fazer um minitour arquitetônico pela região do Design District.

Vimos o belíssimo prédio da  Bacardi , …

… com um anexo mais lindo ainda, …

… além do Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, um local muito bonito pra se ver espetáculos.

Pegamos mais um congestionamento (se Miami que tem aquelas belíssimas e largas ruas está assim, São Paulo tem mais é que ficar congestionada o tempo todo mesmo) e …

… fomos dar uma passada no mais agradável shopping de lá, o Village at Merrick Park.

Ele tem jardins muito bem cuidados,…

… lojas muito boas, …

… um ambiente super-agradável e melhor, …

… é a céu aberto.

O que te permite ver belíssimos pores do sol.

E aproveitar aquela luz do entardecer pra tirar ótimas fotos enquanto a sua mulher dá uma última olhadinha naquela loja imperdível (atenção: não tenho problema nenhum em acompanhar a Dé nestas tarefas e ouso dizer que até comprei mais (em quantidade) do que ela).

Inclusive, passei no tremendo sex shop que é a Williams-Sonoma.

Já tinha escurecido (nesta época, por volta das 18:00hs) o que não impediu de irmos dar uma olhadinha numa outra conhecida construção destes ares: o Biltmore Hotel e a sua torre espanhola.

Ainda tivemos a companhia do mais romântico luar de toda a viagem.

Como ir tomar banho com este espetáculo na tua janela?

Correria total, conseguimos chegar só 30 minutos atrasados da reserva feita pelo OT (que continua esplêndido. Todas deram certo!)  no restaurante Azul do hotel Mandarin Oriental.

Pra variar, o lugar é muito bonito (apesar de um pouco old fashion) com uma vista muito bacana das águas da baia do Porto de Miami.

O hotel é todo oriental (oh!) e muito bem decorado.

Sentamos, pedimos uma água com gás (o calor nos obrigou) e demos uma olhada no menu, que preocupou um pouco, pois a Dé não viu muita coisa que ela gostava.

O chefe nos mandou um agradinho enquanto escolhíamos tudo.

Como única opção de entrada, ela foi de Organic Green Salad, uma simplória salada de verdes que mostrou aquilo que sempre ouvimos dizer por aí: a tal cozinha de ingredientes. Estava fresquíssima e com um maravilhoso gosto de mato.

Eu aproveitei a onda e experimentei um Japanese Hamachi Tiradito, uma mistura nipo-peruana com peixe fresco cortado em fatias temperado com aji, pimenta e gengibre. Uma aquarela de sabores.

Tomamos apenas ½ garrafa dum Sauvignon Blanc Californiano  (precisávamos de sobriedade pra fazer todas aquelas compras caberem nas malas! :) ) e escolhemos os principais.

A Dé foi novamente na única opção: num Sea Bass Chileno com acompanhamento duma torre de tomates e tostadas de pão miga com um molho refrescante de hortelã e iogurte. Excelente.

Eu arrisquei pedindo um risotto. E me dei bem, pois estava acompanhado do que poderíamos chamar de um aquário completo (peixe, marisco, mexilhão, vieiras, camarão), al dente e numa apresentação espetacular. Que prato!

Com outra sobremesa passada, os cafés expressos vieram acompanhados de ótimas mignardises.

Foi certamente a melhor refeição de toda a viagem (galinhas do everglades a parte!).

E com direito a passeio pelo lindíssimo lobby do hotel e …

… a pose do folclórico montador de pratos de lá (não parece o Chris Rock?).

Agora, sim! Missão cumprida e é certo que deixamos de ver algumas coisas (mais uma vez, a visita pros Everglades foi adiada), mas é mais certo ainda que voltaremos mais vezes.

Ainda achamos Miami muito mais divertida que NY quando o eixo da viagem é compras/gastronomia/turismo  (opinião polêmica, eu sei! rs).

See U. E hasta.

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dcpv – miami – 9th day – mangrove’s chicken ou melhor, comendo no joe’s stone crab

/03/11

Miami – 9th Day – Mangrove’s Chicken ou melhor, comendo no Joe`s Stone Crab.

Mais um dia espetacular.

Aproveitamos pra acordar cedo e caminhar em pleno calçadão southbeachiano com um nascer do sol escandaloso de bonito.

Confirme se foi ou não?

Aproveitamos o embalo e fomos fazer o que nós, paulistas, mais sabemos: passear/comprar em shopping.

Conhecemos o famoso Bal Harbour, o mall dos bacanas.

E cá pra nós, ele é bacana mesmo.

Acho que é a maior densidade de marcas famosas por m2 que já vimos.

Faz o shopping Cidade Jardim parecer a loja da D. Maria.

Compramos algumas coisas. “Caroçamos” em outras.

Enfim, foi puro divertimento.
Continuamos o glamour conhecendo uma deli, o Epicure que é uma belezura, uma verdadeira “loja do sexo”.

Fica bem no centro de SoBe (existe isso?). Lá  tem produtos do mundo inteiro e de altíssima qualidade.

Eles também produzem coisas incríveis na padaria, inclusive uns cupcakes que são espetaculares e que foram devidamente “traçados” no nosso carro.

Passamos pela Lincoln Road  (com a sua grama natural) e …

…  fomos realizar um sonho antigo.

Comer no Joe’s Stone Crab.

O restaurante é super famoso por oferecer vários produtos com as galinhas do mangue (os tais mangrove’s chicken do título do post), os caranguejos e o carro-chefe são as enormes patinhas das “figuras” (verifiquem no site o período em que elas são oferecidas, pois são bastantes sazonais).

Curioso, eles as servem frias e com dois molhos, sendo um de azeite e o outro, um tipo de rosé.

Na verdade, levamos um grande susto já que chegamos lá as 14:15 e o maitre nos disse que o serviço tinha “acabado de acabar”. Mas ao mesmo tempo, informou que o Take Away funciona o dia inteiro e ao lado dali.

Batata! Fomos lá e nos esbaldamos.

Pedimos patinhas em profusão, a famosa batata-purê assada e crocante , uma saladona e 2 copos dum Chardonnay do Mondavi.

Comemos lá mesmo (é quase uma lanchonetona bacana). Ô vida boa! Taí um lugar pra voltar várias vezes.    

          

Depois disso, mais um pouquinho de compras. E desta vez, uma trifeta: Bed Bath & BeyondTarget and Best Buy.

Só sobrou ir jantar no Michy’s, um restaurante da chef Michelle  Bernstein que fica num lugar isolado (6927, Biscayne Boulevard) e é bem doidão.  

Parentesis pros nossos atrasos: caprichamos nesta viagem. Não conseguimos chegar no horário em nenhum compromisso! rs 
O ambiente é muito interessante. Pessoas habituées e descoladas estavam misturadas a curiosos como nós.

A decoração também é um pouco modernosa, uma vez que o salão é retangular (parece uma grande garagem) e tem várias coisas com motivos florais, inclusive as cadeiras.

A Dé logo se interessou pelo Gaspacho Branco, uma combinação muito interessante de tomates, pepinos, pistaches e etc. (não precisa nem dizer que o ambiente era escuro. A lanterninha fez falta, viu sócios?)

Eu fui coerente e pedi uma das especialidades dos mares da Flórida: uma coxa de pato frita com um chutney docinho. Maravilhoso.

Tomamos 2 taças dum branquinho ianque e escolhemos os principais. A Dé foi de simples gnocchi com bastante molho vermelho e uma cobertura de queijo fontina gratinado. Bom, mas não tão leve quanto o garçom havia proclamado.

Eu experimentei um ótimo Chupe de Mariscos, uma bouillabasse floridense com muitos frutos do mar, um tempero apimentado e muito saboroso.

A experiência quase esotérica de se comer no Michy’s foi muito boa.

Pronto! Findo mais um dia de compras e boas refeições.

Hasta la vista (e no cartão), baby!

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dcpv – miami – day eight – scarpetta, o “mafioso” latino!

  /02/11

MiamiDay EightScarpetta, o “mafioso” latino!

Mais um dia de pleno sol.

Mais um dia dedicado as compras.

Acordamos relativamente cedo (7:30 hs) e fomos tomar um café da manhã no Starbucks da Lincoln Drive. Foi muito bom, mas gastamos umas duas horas (time is shopping). A “Debra” não estava gostando nada disso!

É claro que não sobrou tempo pra passear pelo Duck Tours (e, gracias, evitamos um grande “mico”).

Resolvemos conhecer o Dadeland Mall, um shopping razoavelmente grande e com o predicado de ter a maior Macy’s de toda a Florida.

Resultado? Quase que o dia inteiro passado lá dentro com direito a aquisições das mais variaqdas coisas nos mais variados lugares (cá pra nós: se você for um cara disciplinado e seguir à risca a missão de deixar pra comprar por aqui tudo o que você evitou adquirir no Brasil; vai viajar, comer bem e ainda economizar um bom dinheirinho).

Passamos na volta e de tardezinha por Coconut Grove, na esperança de encontrarmos o Cafe Tu Tu Tango e assistirmos ao céu alaranjado do por-do-sol.

Pura ilusão, pois achamos o CocoWalk, um shopping a céu aberto bem mezza-boca e pior, com uma vizinhança mais meia-boca ainda. Ah! Não dançamos o  tal Tu Tu Tango por lá também.

Voltamos pro hotel a tempo de dar mais uma bela olhada nos ambientes dele.

O lobby é fantástico, …

… o bar mais ainda  e a piscina, iluminada pela luz da lua, aumentava ainda mais a boa aura do lugar.

Como tínhamos uma reserva pra comer no italiano do hotel Fontainebleau, ex-Hilton, subimos pra tomar banho e nos arrumarmos. Sempre observados pelo The Boss.

O Scarpetta  fica bem próximo do W (e é vizinho do ótimo chinês Hakkasan).

O lugar é bem bacana, apesar de escuro (incrível como os restaurantes de Miami tem esta “qualidade”) e o ambiente é muito agradável além de ser italianíssimo (é quase um Záccaro).

Logo após o bom couvert (pão italiano massudo, uma fogazza deliciosa e um ótimo azeite), pedimos duas entradas e o garçom gentilmente nos serviu os pratos já com a divisão de ambas pra que experimentássemos tudo.

Uma foi a Mozzarella in  Carroza (o queijo frito numa crosta de pistaches com tomates cerejas confitados) e …

… a outra, um Crispy Fritto Misto, uma frittata com frutos do mar, vegetais, ervas e limão.

Excelentes. Pedimos um conhecido piemontês, um branco Gavi de Gavi e partimos pros principais.
A Dé estava bem basiquinha e foi dum espaguete com molho de tomate e manjericão.

Eu, como não estava tão básico assim, experimentei o ótimo Scialatelli com camarões, vôngole e manjericão.

Tá escuro? Então tente imaginar com este magnífico prato um pouco mais bem iluminado.

O Scarpetta merece todos os A’s e os diamantes que lhe foram dados.
Dois expressos muito bem tirados depois e super alimentados (por favor, quando estiver em Miami vá tanto ao Scarpetta como ao Hakkasan), resolvemos ir pra “casinha” dormir.
Não sem antes dar uma passada pela Collins Ave e ver como andavam as coisas.

Pelo visto, a balada vai ser boa!

E o sol amanhã cedo também.

See U.

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dcpv – miami – 7th day – only valentine’s day. and shopping, of course.

13/02/11

Only Valentine`s Day. And shopping, of course.

Mais um “diaço”!

Sol o tempo todo dando uma tremenda vontade de tirar um day off e ficar na praia ou na bela piscina do hotel.

Ou seja, não fazendo absolutamente nada.

Mas as coisas não funcionaram deste jeito. Vamos aos fatos:

1 – Tínhamos que começar a fazer compras. Portanto, entramos de dia e saímos de noite no Dolphin Mall, um outlet menos portentoso do que o Sawgrass Mills, mas com uma cara mais simpática de shopping.

Se bem que garimpamos muito pra achar algumas coisas por lá. Tinha muita tralha e especialmente roupas antigonas.
Somos nós que somos chatos, ou estes lugares tem muita porcaria junto?

2 – Devido a um pequeno acidente úmido, ficamos sem a nossa querida máquina fotográfica, a Sony DSC- HX1 durante praticamente o dia todo. Daí também a inclusão do dia comprístico no tour, já que não teríamos muitas fotos.

3 – O trânsito de Miami está de deixar paulistano se sentir em casa. Como os deslocamentos são grandes, se perde muito tempo indo de algum lugar (shopping) pra outro (shopping).

Mas ainda tínhamos a comemoração do dia dos Namorados (estamos acostumando com o fato de sempre termos duas destas datas por ano. Bom pra namorar, né não?). E reservei através do bendito OT, o restaurante francês do Daniel Bouloud, o DB Bistro Moderne Miami que fica em dowtown no hotel JW Marriott Marquis. O lugar é muito bonito.

Chegamos e fomos alojados no bar pra consumirmos um pouquinho (aqui dificilmente eles te levam diretamente pra mesa). Tomamos duas taças dum champanhe rosé pra comemorar.

O salão propriamente dito fica ao lado do bar, mas curiosamente separado por um grande corredor.

E é escuro. Muito escuro. Tão escuro que precisamos usar a luminosidade das velas pra conseguirmos ler o menu (e pra tirar fotos também).
Mais uma vez, uma grande atração foi o público presente. Incrível como a latinidade de Miami  se apresenta nestas situações.

O couvert praticamente não existiu. Dois croissants deliciosos (crocantes e com um queijo fundido como recheio) e um agradinho do chefe, um amuse de salmão e pepino.

Devido a celebração da data, o menu era preço fixo (U$90 por pessoa), com direito a escolher uma entrada, um prato principal e  uma sobremesa. E olha que esta escolha foi difícil já que a variedade de pratos interessantes era bem grande.
Iniciamos com uma salada Green pra Dé, uma boa mistura de verdes fresquíssimos e bolas de queijo de cabra com crosta de pistache …

… e uma salada de lagosta pra mim. Esta lagosta tinha um gosto doce bem peculiar.

Pedimos taças de vinhos americanos. Uma de branco pra Dé e outra de tinto pra mim. Tudo isto porque desta vez quem pediu indivíduos do mar foi a Dé. Um tremendo turbot que estava muito bom.

Assim como o meu Taste of Lamb. Ou seja, cordeiro de tudo o que é jeito.  Costeleta, lingüiça, braseado, cozido, em forma de bolinho. Só faltou o bichinho berrar ao nosso lado. Mais uma delícia com todas as carnes se desmanchando na boca.

Sobremesas incluídas, fomos pro sacrifício. A De pediu um Dulce de Leche que na verdade era uma saborosa espuma de chocolate com mais um montão de coisas do próprio e um reles palitinho com o Dulce.

Eu fui de limão, um bolinho leve com pêra em calda e um sorvete de limão. Apenas razoável, mas gostosinho.

Pronto, mais algumas conversas sobre tudo e o nosso dia dos Namorados estava terminando.
Foi bom, não foi?

See U.

Nota da Redação – O que já era espetacular, ficou melhor ainda. Nâo é que o Flávio conseguiu se reiventar e montar no mesmo lugar onde era a Sódoces (Alameda dos Arapanés, 540 – Ibirapuera – tel 50515277 ) uma loja totalmente nova, com produtos diferenciados além dos mesmos campeões anteriores e levando a grife do grande chefe. É isto mesmo, a Flávio Federico abre hoje, sábado. Vá visitar e nos diga o que achou.

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dcpv – miami – day six – Holiday on China.

Miami – Day SixHoliday on China.

E não é que o sol resolveu reaparecer?

Tudo bem que ainda estava um pouco frio, mas a presença do astro-rei deu um alto astral diferente pro começo do dia.

Resolvemos fazer uma caminhada/city tour pela região de South Beach, com direito a parada pra café da manhã. Deixa eu explicar melhor o nosso roteiro.

Saímos do hotel e fomos andar pela orla até a Ocean Drive.

É claro que quantas vezes se esteja por lá, tantas vezes você se admirará com toda a harmonia doconjunto arquitetônico art deco .

Hotéis bacanésimos, gente bonita (e brega também), carros antigos e modernos. Enfim, uma festa pros olhos.

Entramos pela Collins Ave e fomos tomar café no Jerry’s Famous Deli. Outra fauna muito interessante com muitos velhinhos (atendentes e clientela) num lugar também bem old fashion.

Continuamos o percurso passando pela Española Way, uma rua bonitinha e que fica mais ainda aos finais de semana.

Vimos também o que juramos ser uma filial dos negócios da multifacetada cantora Madonna. :)

Próxima parada: Lincoln Road e seu mercado orgânico de finais de semana.

Um montâo de produtos de procedência é oferecido em pleno calçadão (compramos uma cesta de ótimos morangos) e inclusive, nos arrependemos de não ter tomado café da manhã por lá já que eles fazem sucos das mais variadas combinações e vendem pães muito saborosos.

Em seguida, passamos numa praça novinha em que a arquitetura é impressionante.

O lugar fica ao lado do buxixo da Washington Ave e parece que você está num oasis. Lindo e genial. (juro que tentei encontrar o nome do lugar no santo Google, mas não consegui. É uma charada. Quem sabe? Atenção – a leitora Giulia informou que ela se chama Miami Beach Soundscape)

Mais uma andada e chegamos a outra praça nova e bem bacana. É a Collins Park que também tem um jeitão bem diferente com um labirinto de ondas lindíssimo.

Deu pra perceber que estávamos de volta ao hotel …

… com o corpo e a mente abastecidos.

Aí foi tomar um belo banho, sair pra conhecer o Aventura Mall (o caminho pela orla é uma beleza) e nos prepararmos pra assistir a um jogo dum esporte inédito no nosso currículo: hockey no gelo.

Era um jogo do Florida Panthers (contra o San Jose Sharks). O ginásio fica em Sunrise, bem ao lado do Sawgrass Mills ( os comprólatras sabem o que é isso) e a uns 50 minutos de South Beach. Ou seja, praticamente na Ferraz de Vasconcelos da Flórida.

Pra variar, tudo funcionou as mil maravilhas. O estacionamento, os nossos ótimos lugares e principalmente, o princípio de tudo.

Na verdade, os americanos se divertem muito mais com o entorno do que com o jogo propriamente dito.

Consomem muito (desde comida a objetos variados ), se divertem ao extremo (dançam, se vestem de maneira engraçada, tais como pinguins), saem e entram o tempo todo da arena e de vez em quando vêem o jogo.
Inclusive, a Dé agarrou um bagel que foi atirado por um mascote. Grande goleira!

O jogo em si é muito interessante. Aqueles lances aparentemente violentao que vemos na televisão são constantes (é um tal de jogador ser esmagado contra o vidro) e até as brigas acontecem mesmo.

São quase 3 horas de puro divertimento e que passam bem rápido.

O resultado? O Flórida Panthers ganhou e de virada por 3 x 2. Tudo bem que o time nos pareceu quase que um Timão sobre o gelo . Ou seja, não vai muito longe no campeonato.

Voltamos ao hotel, pois teríamos uma refeição digna e chinesa por lá mesmo, no restaurante Mr Chow.

Eis outra experiência antropológica. O lugar é hyppado com muitos jet-setters e outros aspirantes a.

Chegamos no horário da reserva (também, só faltava atrasar no próprio hotel!) e aproveitamos pra conhecer o lindo bar, tomando duas flutes de Viuva.

Sentamos numa mesa ao lado da cozinha o que nos permitiu perceber o óbvio: o lugar é realmente o que se imagina dum restaurante chinês. Comida saborosa, um tanto quanto bagunçado (seria fake, já que lá tudo é muito profissa?) e um serviço de primeira.
Pedimos as entradas: um macarrão com molho de tomate e fundo de soja guarnecido com pepinos e …

rolinhos de papel de arroz com camarões. Tudo pra dividir como um bom chinês manda.

Um vinho branco neozelandês acompanhou (e bem) tudo, inclusive os principais um peixe com molho de pimenta sichuan, …

camarões empanados, …

…. legumes crocantes (e deliciosos) cozidos e arroz chop suey.

Uau! Que comida.
É um lugar pra se comer várias vezes porque além disso tudo, você ainda terá o divertimento de falar sobre todo mundo (olha  aquela … ; olha aquele … ; veja isto … ; veja aquilo …).

Ôpa, será que não estão falando de nós também?

See U.

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dcpv – day five- miami – tour gastronômico por little havana. monster jam: não sobrou piedra sobre piedra.

12/02/11

Day Five – Miami – Tour gastronômico por Little Havana. Monster Jam : não sobrou piedra sobre piedra.

Mais um dia nublado. E desta vez com chuva intermitente e frio.

Se estivéssemos inspirados (e após o Casa Tua) acharíamos que aqui seria a Itália.

Mas não era. Tentamos dar uma andada logo cedo porém a chuva voltou a cair. O jeito foi entrar num Starbucks e tomar um café.

Como tínhamos uma jornada turisticamente cheio (programa na hora do almoço e a noite) só sobrou um tempinho pra dar uma passada/pesquisada básica na Best Buy e mais nada.
Ainda mais que tínhamos um passeio arquitetônico/gastronômico por Little Havana. Pra quem não sabe, Little Havana significa exatamente o que parece: é uma região maiamiense que se parece com uma pequena Havana, ou seja, tem cubano pra dedéu!

O princípio básico do tour é genial: um breve passeio pela região pra que se conheça os costumes e tradições deste povo tão bacana.

Pausa pro stress: demos uma bobeira pra sair do hotel e chegamos ao ponto de encontro por volta das 12:45 hs (o e-mail de confirmação da agência  Miami Culinary Tours informava que ele começaria precisamente as 12:30 hs). Resultado: é claro que chegamos lá e não tinha mais ninguém!

Estávamos indo embora e dando o tour (e os U$) como perdido, quando vimos um grupo em plena Calle Ocho com uma guia com microfone e tudo o mais. Perguntei meio que brincando pra Dé: será que é o nosso tour ? Ela, otimista como sempre, disse: pode ser. Dê, a volta no quarteirão que eu vou perguntar.

E não é que era mesmo!!

Perdemos somente uma visita a um estabelecimento espanhol e nos juntamos a todos (eram umas 15 pessoas) apreciando a Cigar Factory, …

… onde se fabricam legítimos (e grandes! rs) charutos cubanos.

Logo após, passamos no atelier duma pintora especialista em quadros com temas cubanos (me desculpem, mas não anotei o nome).

Conhecemos o Tower Theater, uma bonita e histórica construção art deco …

… e o Domino Park, uma praça onde se pratica o esporte mais popular de toda Cuba: o dominó. Sinta que a juventude está toda por lá.

Demos uma paradinha na loja Little Havana to Go com direito a experimentar um ótimo cafezinho, …

… passamos pela Calçada da Fama (Thalia??), …

… e tomamos, quem diria, uma grande surpresa pra todos, menos pra nós: um caldo de cana, mais conhecido como garapa (só faltou o pastel).

Vimos num mercadinho junto com produtos típicos, batatas das mais variadas espécies, bananas, mandiocas, frutas e legumes bem estranhos.

Logo após, passamos pela Praça da Revolução…

… e pela loja Pepe y Berta, que vende legítimas guayabeiras, aquelas camisas cubanas de linho que caem tão bem (o Kramer usava algumas).

Retornamos com fome e aguardando o tão esperado almoço com especialidades cubanas no El Pub Restaurant .

Experimentanos moros e cristianos (arroz branco com feijão preto), …

… um porquinho acebolado especial (mais um que a Dé comeu), …

… crocantes bananas chips, …

… uma frittata de mandioca, …

… mandioca cozida e amaciada com um toque de limão …

… e um legítimo flan. Tudo bastante típico, interessante e muito, mas muito saboroso.
A comida cubana tem muito a ver com a brasileira.

A guia terminou o tour por aí, mas mesmo assim se colocou a disposição pra qualquer informação adicional que necessitássemos. O nosso grupo era bastante heterogêneo. Pra ter uma idéia, sentamos com um casal porto-riquenho e com outro sueco. Imaginem a conversa!!

A nossa querida Maria Gonçalo Pastora Silva já tinha se incumbido da missão de nos levar ao hotel para nos trocarmos e rumarmos pro Sun Life Stadium.

Missão? Assistir a batalhas entre Eradicator, BackDraft, Prowler, El Toro Loco, Mohawk, Gunslinger, Grave Digger e outros menos votados.

O que é isso? Chama-se Monster Jam e é praticamente um daqueles programas de luta-livre, só que infinatamente mais legal e com um pequeno detalhe, a utilização de automóveis.

Os caras transformam o estádio do Miami Dolphins numa pista de terra com vários obstáculos (carros, botes e traillers velhos) e o espetáculo acontece através da maluquice dos pilotos.

Quanto mais batidas, velocidade, força, barulho e viradas de ponta-a-cabeça, melhor.

A primeira parte é praticamente um torneio onde os carros se enfrentam durante duas voltas com o vencedor, o que faz o circuito em menor tempo, avançando até as finais.

A segunda e melhor parte é o free style. A pista é remontada e aí a intenção é premiar o melhor maluco, aquele que faz as manobras mais arriscadas e de preferência, termine a sua apresentação numa bela capotada.

A comida? Em Roma como os romanos: pizzas, arepas, amêndoas carameladas, cervejas e refrigerantes.

Foram horas (e olha que estava um frio danado) de puro divertimento.

É, os americanos sabem se divertir.

See U.

PS – Se você quiser fazer este e outros tours gastroculturais por Miami, dê uma passada no site da Miami Culinary Tours (   http://www.miamiculinarytours.com ). A  Grace te atenderá muito bem.

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dcpv – day four – florida – lançando um foguete no casa tua

11/02/11

Day Four - Florida – Lançando um foguete no Casa Tua.

Dia de saída de Orlando e do hotel.

E da consequente despedida da nossa guia que termina a sua missão plutística na semana que vem e vai dar uma “descansada” em NY. Nada mal, né não?

Foi mais um dia de chuva e das pesadas. Além do frio. O que não impediu de darmos uma passada no KSC, mais conhecido com Kennedy Space Center e intimamente chamado pro alguns desavisados de Cabo Canaveral.

Que é o célebre lugar de lançamento dos foguetes americanos.

Olha, esta visita é mais do que válida. É interessante demais!

Só conhecer o pátio de foguetes já valeria a pena.

Mas ainda tem o passeio guiado de ônibus por todo o complexo (ele é bem grande), a lojinha muito bacana (dá pra comprar a caneta espacial do Jerry!) e especialmente o cinema IMAX Space Films 3D que mostra toda a saga do frustrado lançamento do super telescópio Hubble e todo o trabalho que foi consertá-lo em pleno ar.
É claro que comemos lá na lanchonete, com direito a junkie food e astronáutico sorvete desidratado de côco (sabe que é bom!).

Todo o lugar é uma amostra do patriotismo que o americano tem (ah, se tivéssemos um pouquinho disso!) além da clara demonstração da tecnologia que surgiu a partir da conquista do espaço.

Daí pra frente foram quase 300 km de belas estradas da Flórida no caminho pra Miami, com direito a ver como uma ponte se comporta quando um barco vai atravessá-la.

Chegamos em Miami por volta das 18:30 com direito a conhecer o hotel  W South Beach.

O lugar é de encantar qualquer um.

Pra melhorar, conseguimos um upgrade que nos permitiu ver o belo mar de Miami mais de cima ainda.

O quarto é lindo e todo decorado com peças artísticas e lúdicas. Além do glamour de vermos o grande Tony Bennet a cada saída do elevador (e olha que foram muuuuitas!).

Não ficamos muito tempo por lá, pois tínhamos feito uma reserva (na verdade, o Eymard a fez pessoalmente) num nosso velho conhecido, o restaurante Casa Tua.

Ficamos com uma ótima impressão da última vez que fomos lá. Foi um almoço memorável.

Este jantar não ficou atrás.
O único inconveniente foi a escuridão já que optamos por ficar na parte externa só pra experimentar a sensação que o lugar te proporciona: estar pertíssimo da Lincoln Road, o buxixo miamiense e ao mesmo tempo, sentir-se num lugar campestre, bucólico e italiano ao extremo.

Sentamos, pedimos um ótimo vinho branco Gavi de Gavi e o chefe nos enviou um pequeno agrado: um consommé de legumes muito bem temperado e apropriado pra temperatura baixa reinante.
O couvert é simples. Pães e grissini acompanhados de ótimos azeite e aceto. (Time Outluz pros grissini – 17,5).
Estávamos com muita  fome (vocês viram o nosso almoço com sorvete de astronauta :) ).
A Dé pediu como entrada uma típica polenta com cogumelos e trufas negras (eu juro que o que esta abaixo é uma delas).

Eu, um sensacional tartar de polvo com favas.

Como principais, duas ótimas pastas. A Dé foi de involtini de ricota com molho vermelho

… e eu, de spaghetti com um ragu de cordeiro. Todos absolutamente perfeitos.

Como sobremesa, um tiramisu levíssimo (que comemos da outra vez também) e saboroso pra dividirmos e estávamos prontos pra dormir na nossa efetiva primeira noite em Miami. Veja a comparação das fotos do tiramisu nas duas ocasiões em que fomos lá:

Amanhã começa o nosso tour comprístico com alguns passeios bem legais. Quer alguns exemplos? Assistir a um jogo de hockey no gelo, ao Monster Jam, finalmente conhecer o Joe’s Stone Crab, fazer um passeio gastronômico por Little Havana. Tudo isto recheado por grandes restaurantes.
Enfim, aguardem.

See U.

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miami beach – Mi casa, Casa Tua !

Belíssimo
05/05/09

 Mi casa,  Casa Tua !

 Último dia em Miami.

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Acordamos bem cedo e fomos caminhar por Miami Beach, a praia. 

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E que bela praia!

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Água azulzinha, belo serviço e muita gente bonita.

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Casinhas de salva-vidas que são uma referência mundial. E que parecem que vão sair personagens de séries de tv de dentro delas!

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Até as algas marinhas de lá são fotogênicas (esses americanos!).

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Na verdade, falando claramente, toda vez que vemos praias neste nível, ficamos envergonhados pois poderíamos muto bem ter essa estrutura e essa civilidade por aqui. Tudo muito limpinho e organizado!

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Um belo café no Jerry’s Famous Deli e fomos dar umas voltinhas na região das Collins e Washington Ave com direito a lojas Art Deco e uma bela passda pela Macy´s.

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Ali pertinho da muvucada Lincoln Road, fica o restaurante italiano Casa Tua,  uma dica do Diogão ( vocês conhecem bem este garoto Destemperado!), corroborada pela presidenta da LBV, a Ale Forbes  e  que reservei pelo OpenTable .

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Só o ambiente criado pelos donos já valeria a visita pois além de um excelente restaurante, o Casa Tua também é um hotel e um clube super-exclusivo . Uma casona  toda cercada por vegetação e com características de uma belíssima “pensione” toscana.

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Optamos por ficar outside ( tremendo sol e calor!) se bem que a o interior  da Casa também era muito bonito e aconchegante.

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Além da cozinha que tem uma mesa especial pra fazer a sua refeição lá mesmo! Imagine, você e seus amigos jantando aquela comida deliciosa e vendo o próprio chefe trabalhar? Deve ser incrível!! 

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Focaccias e grissinis constavam do couvert.

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 Escolhemos um prato de salumeria  (Mix Italian Salumi) pra entrarmos mais ainda no clima caseiro.  Presunto crudo, salami, copa. Tudo igualzinho aqueles frios da Toscana.

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A Dé foi de Penne ao Molho de Tomate Fresco e Burratta. Fresco mesmo e parecendo a pasta da mamma !

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Eu, de Spaghettoni de Ricota ao Pesto com Camarão. Uma mistura muito interessante e com um resultado surpreendente já que o macarrão parece um grande nhoque.

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Pra acompanhar essa viagem dentro da viagem,  taças de um vinho branco italiano, um Trebbiano d’Abruzzo 2002 que foi servida numa bela embalagem personalizada, uma jarrinha de vidro muito bonita.

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Finalizando a nossa visita à casa dos Grendene, um legítimo representante da cozinha italiana. Um Casa Tua Tiramisu, levíssimo e saboroso.

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Cafezinho, doces e ciao!!

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Repare que não existe o nome do restaurante na sua entrada. E nem precisa, mesmo. Lá é como se fosse a sua casa !

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E bye-bye que a big city Ferraz de Vasconcelos nos espera.

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dcpv – miami beach – art deco district

terrific
03/05/09

Miami Beach – Art Deco District

Hoje é dia de aula! E aula de arquitetura!

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Prepare-se! Você vai aprender um montão de coisas sobre Art Deco.

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Este passeio que fizemos ( eu e a Dé) pelo Art Deco District  já tinho sido adiado por 2 vezes, pois por ser extremamente fácil ( a Ocean Drive fica ao lado do hotel!), o deixamos em standby pra dar uma quebrada no ritmo alucinante das compras (U$, U$, U$).

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Resultado : fizemos um passeio 2 em 1 pois aproveitamos e o acoplamos à nossa caminhada matinal.

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Pra quem não sabe ( e nós não sabíamos), o estilo Art Deco nasceu em Paris, na exposição Mundial de 1925  com muitas influências tais como as formas florais da Art Nouveau, de Bauhaus e algumas construções geométricas do Cubismo além dos famosos neons.

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Nos USA, a invasão Art Deco começou em 1930 com uma profusão de hotéis. Este período durou pouco tempo pois estes mesmos hotéis se transformaram em abrigos de soldados americanos na Segunda Guerra Mundial.

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Coube a arquiteta Barbara Capitman brigar pra restaurar estas obras de arte e, finalmente, o Distrito Histórico de Miami Beach foi instaurado em 1979.

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Todo o circuito, especialmente o da Ocean Drive é um museu a céu (e sol) aberto. E nada melhor do que um museu ao ar livre e, melhor ainda, à beira-mar.

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Caso você queira alugar um walk-tour self guide, vá antes ao Centro Turístico que fica lá mesmo na Ocean Dr.  Nós optamos por seguir o guia impresso.

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Iniciamos observando o Hotel Cavalier, um exemplo tradicional da Art Deco. E muito bom pra se comparar com o estilo mais contemporâneo do Cardozo. Enquanto o Cavalier tem os famosos detalhes astecas…

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… o Cardozo é muito mais discreto e reto.

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Passamos também pelo discreto Hotel The Carlyle …

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… e por um dos mais coloridos e com as tais cores de sorvete, outra característica do movimento, o Leslie.

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Observamos o Tides ( um dos mais famosos e com as maiores  diárias) e…

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… passamos pela Casa Casaurina , lugar onde Gianni Versace foi assassinado. É incrível como a morbidez movimenta o mundo pois um montão de gente estava por lá querendo fazer um tour pelo lugar.

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A seguir o Cleveland Hotel, também badalado e com o famoso bar feito com tijolos de vidro, outra referência Deco.

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O Breakwater estava em reforma, assim como uma boa quantidade de outros hotéis. Provavelmente por causa da crise econômica, estas mesmas obras estavam numa velocidade das do PAC!

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Veja um bom exemplo dos elementos navais que também compõe a Art Deco. Neste caso, um farol.

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Fotografamos o famoso Pelican, que mais parece uma daquelas pensões da orla santista.

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E fomos tomar um belo café da manhã no News Cafe,  muito bem frequentado e uma parada estratégica pra recarregar as energias vendo aquele belo mar. Por falar em morbidez, foi aí que o Gianni Versace tomou o seu último café da manhã.

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Seguimos caminho passando pelo Starlite …

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… e pelo Colony, um dos mais famosos por causa do neon nos seus letreiros e de ter sido “personagem” de várias séries de TV.

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Finalizamos pelo Beacon, mais um belo exemplo de utilização das cores “sorvetosas”…

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… pelo Avalon, que apesar de não ser citado pelo guia é muito bonito …

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… e pelo The Park Central, onde os temas naúticos foram utilizados com maestria.

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Não se esqueça que fazendo uma cortina entre o mar e a Ocean Drive, existe uma praça toda arborizada e com frequentadores “dentuços” que gostam de fazer alongamento.

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Depois disso tudo, só um belo guarda-sol com os seus respectivos acessórios ( areia, mar, céu azul, vinhozinho) pra ficarmos bem relax.

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See you !

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miami, baseball e OLA – comida new cubana

sports
04/05/09

Miami, Baseball e OLA comida new cubana

Baseball ou beisebol? De qualquer forma, pra muitos brasileiros um grande mistério .  A maioria pensa assim  : como é que estes americanos conseguem gostar de um jogo tão complicado ?

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Pois pra nós ( da família Luz) sempre foi um jogo atraente. E olhando por esta perspectiva, dei uma olhada no Ticketmaster e descobri que tinha um jogo do Florida Marlins bem na segunda-feira, que estaríamos por lá,  04/05.

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Batata! Comprei os ingressos ( excelentes, por sinal) e lá fomos nós ( eu e a Dé) assistir  a um belo jogo de taco. Lembram-se de como era ?

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Parece um pouco mesmo e é só  fazer a equivalência entre o retângulo imaginário e a “casinha”; entre as bases e a “cruzada”; entre o taco e o ”taco”.

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O clima é contagiante. Em volta do estádio, o Dolphins Stadium, um monte de gente traz as suas churrasqueiras, assam uma “carninha” e tomam várias cervejas. Alguns nem chegam a entrar no estádio pra ver o jogo ! rs

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Já os que entram (como nós) tem junkie food à vontade, lugares marcados e limpos, circulação tranquila e estacionamento mais ainda. Ou seja, tudo o que os nossos estádios jamais terão!!

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O clima do jogo também é espetacular. Muita narração, animação de torcidas (apesar do estádio estar muito mais pra vazio) …

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… cheer leaders, mascotes e brindes. Quando, com um pouco de sorte,  você não consegue levar a própria bola do jogo pra casa !!

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O adversário era o Cincinati Reds e o resultado foi 3 x 2 pros Marlins após empate nos 9 innings regulamentares. Sacou ?

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Logo após, fomos conhecer uma dica da Ale Forbes ( bigboss do excelente blog Boa Vida), o restaurante new cubano OLA, que fica no Sanctuary Hotel. Fomos a pé pois ele fica bem perto do nosso hotel, o Loews e no centrão de South Beach.

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Apesar de ser quase na Lincoln Drive, a rua é muito sossegada e o hotel parece aquelas pensões antigonas.

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É lá que o chef Douglas Rodriguez  experimenta  a tal da nova cozinha cubana. O restaurante é muito bonito e com um ambiente extremamente aconchegante.

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E os pedidos que fizemos ( que eram excessivos e foram corrigidos prontamente pelo competente garçon) mostraram que o chef sabe o que faz.

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Começamos experimentando uma grande surpresa : pão de queijo! E doce. Sim, ele colocou um pouco de açucar na massa e ficou bem diferentão!

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Como entradas ( os pratos são feitos pra serem divididos) um ceviche Fire and Ice  onde são misturadas as duas sensações com o “fogo” de um peixe marinado em laranja, pimentas thai e coentro e o “frio” de uma granita de pera asiática.

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E uma Lobster Empanada feita com nero de sepia e molhos rosé e de guacamole. Ambos excelentes.

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Um prato principal foi o suficiente: Plantain Crusted Mahi. Um mahi com carne louca e um escabeche de tomates. É, carne louca e foi uma grande surpresa misturada ao sabor marítimo. A verdadeira vertente terra/mar.

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Ah! Tomamos um conhecido nosso, o Crios Malbec Rosé 2008 Argentina, super apropriado pro clima e pra comida. 

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Terminamos com uma Desconstructed  Key Lime Pie ( uma sobremesa típica das Key, quase uma torta de limão), onde o Douglas apresentou a torta  num formato diverso com uma cama de merengue tostado, sorvete de fava de baunilha e finalizada com uma tuille de canela. 
Mais um ponto pra tal “Nuevo Latino Cuisine”.

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Finalizamos realmente com um chazinho de apricot/baunilha que nos provou que a cozinha do Douglas é um espetáculo e super-aromatizada.

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E nada melhor do que voltar pra casa andando e saboreando as cores que os neons das construções Art Deco nos proporcionam. Um luxo !

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Até !

PS – Acompanhe os outros capítulos da saga ferrazense pela Flórida : Miami/Key WestKey West e Key West/Miami

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