dcpv – jour trois – frança – alsácia – andando e conhecendo a strasbourg roots.

11/12/2019 (curtido em 06/12/2018)

Jour trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.

O dia prometia ser cheio de informação e portanto, novos conhecimentos.

O iniciamos tomando um cafezão no Starbucks da praça Kleber …

.. e as 9:00 estávamos encontrando com o nosso guia, o Frédéric.

Ele é francês, nasceu em Strasbourg, mas fala português porque é casado com uma carioca, méeermão.

Portanto, o passeio/city tour prometia e realmente foi demais.

Iniciamos andando pela própria praça Kleber …

… evoluindo por ruas bacanas, …

… e pelo famoso restô Au Crocodile.

Surpreendentemente, o sol saiu.

E tornou tudo mais bonito ainda.

Saímos da ilha …

… e fomos conhecer a parte germânica da cidade.

Pra quem não sabe, Strasbourg trocou tantas vezes de nacionalidade …

… que os próprios cidadãos se confundem quando perguntados se ela é alemã ou francesa?

Brincadeiras à parte, …

… o bairro que os alemães projetaram também é muito interessante.

Prédios muito grandes, …

… igrejas também muito grandes …

… e faculdades imensas, …

… além de ruas muito largas, …

… te fazem realmente pensar que se está em outro país, ou na Itu alemã.

Continuamos andando …

.. por praças aprazíveis …

… e chegamos na famosa Catedral Notre Dame de Strasbourg

… que é tão grande que …

… não se consegue enquadrá-la a menos que se esteja muito longe.

O seu interior, …

… assim como o de toda grande catedral …

… é bastante intimidador.

Mas apesar da sisudez, ainda é muito bonita.

Saímos de lá pra conhecer um lugar muito curioso.

A adega do porão do Hospital.

Sim, existe uma adega por lá …

… e melhor, é onde são feitos vinhos desde as priscas eras.

Na verdade, os vinhos são afinados nos seus barris …

… e levam no seu rótulo a chancela do Hospice.

Compramos alguns, óbvio, …

… e continuamos andando até chegarmos á famosa Petite France, …

… que é bem bonitinha …

… mas parece muito mais uma pétit Strasbourg.

Toda decorada como se fosse a Disney de verdade, …

… você fica muito radiante ao vê-la.

Passamos também pela Barrage Vauban, …

… um lugar muito bonito (que novidade) …

… com uma mistura sensacional de paisagens com água …

… e uma vegetação de primeira.

Neste momento, estávamos quase terminando …

… prontos pra finalizar o nosso ótimo tour …

… e almoçar na Maison des Tanneurs …

… um restô especializado em chucrutes.

Confesso que o achei bastante turístico, …

… mas não é o que somos? 😀

Pedimos pratos diferentes …

… com peixe e chucrute.

Se não foi uma maravilha, também não foi decepcionante.

Voltamos a pé pro hotel …

… e como passeamos muito pelos canais do rio, …

… pensei: porque não fazer um passeio por ele através do Batorama?

Batorama administra todos os tours feitos naqueles barcos cobertos.

E olha, é imperdível.

Tirei tantas fotos que fiquei até meio zureta.

Este vale o minifotoblog:

Ainda mais com a companhia de um por do sol discreto, mas muito cumpridor.

Que resultou num momento de agradecimento inesquecível.

Ah, o tour passa pela região do prédio do Parlamento Europeu, …

… que além de ser muito significativo, tem uma arquitetura muito marcante.

Voltamos a pé …

… e em meio à multidão …

… que procurava aproveitar ao máximo possível o mercado de Natal.

Incrível a quantidade de pessoas que se dedicam a este esporte.

Se bem que todo o clima da cidade é muito intenso …

… com iluminações diferenciadas …

… e vitrines típicas que …

… são charmosas demais.

A única dúvida seria o que fazer no jantar?

Uma das opções seria aproveitar pra comer alguma coisa leve e beber algum branco alsaciano.

Claro!

Um Wine bar. 😀

Black&Wine (nome pra lá de sugestivo) fica bem perto do hotel, parecia muito interessante e é.

Um lugar moderno, cool e com opções muito boas de vinhos em taça (pedimos um Riesling e um Pinot Gris) …

… acompanhados duma tábua de frios e queijos de primeira linha.

Curtimos muito e …

… já que estávamos perto …

… foi só caminhar mais um pouco …

… e dormir o soninho dos justos e alsacianos.

Afinal de contas, foram mais de 27000 passos só hoje.

É, manter a forma está muito fácil! 😂

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.

.

 

 

dcpv – jour deux – frança – alsácia – a verdadeira disney.

07/12/20195 (vivido em 05/12/2018)

Jour deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.

Incrível!

Hoje seria dia de passear pela rota dos vinhos alsacianos.

O programa seria intenso pois a ideia era conhecer Colmar e todas as cidade que gravitam em torno dela …

… além de algumas vinícolas importantes.

Ah, os Riesling alsacianos; são muito minerais e totalmente diferentes do que você imagina dum vinho branco.

No caso deles, são ame-os ou deixe-os. No nosso caso, amamos muuuuuuuito!

Mas vamos começar do princípio.

Devido a overdose de comida ontem, …

… optamos por tomar um leve café da manhã no próprio quarto …

… e zarpamos pra vinícola Domaine Zind Humbrecht.

Ela fica bem pertinho de Colmar e é muito conceituada.

Chegamos com meia hora adiantados (que surpresa!) …

… então, aproveitamos pra conhecer uma bela cidadezinha que fica ao lado.

Ela se chama Thurkhan e é bonita mesmo.

Toda murada e com vistas belíssimas do seu rio  …

… confrontando com a luz do sol …

… e as folhas remanescentes do outono.

Voltamos rapidamente e estávamos prontos pro tour.

Que não aconteceu! 🙂

Após trocar uma serie de e-mails, o nosso contato, o Frédéric, faltou e um substituto nos acompanhou.

E foram mais de 10 vinhos, um após outro …

… (alguns maravilhosos), tanto que chegou um momento em que eu e a Dé começamos a dar muitas risadas.

Resultado? Não fizemos o tour usual, compramos algumas garrafas e zarpamos pra conhecer Eguisheim.

Taí outra cidadezinha bacana e muito disneyriana.

Ela é toda circular e com casinhas …

… que, certamente, inspiraram o pessoal da Disneylândia.

Tudo é muito cute cute e você fica horas observando os detalhes …

… além de fotografar de todos os ângulos possiveis.

Fizemos um montão de coisas, …

… compramos muitas balas …

… e quando percebemos, tínhamos que ir pra vizinha Colmar …

… onde almoçaríamos.

Aí surgiu um drama.

Onde conseguir estacionar, já que se a cidade é normalmente uma grande atração, …

… imagine com o seu mercado de Natal a pleno vapor? Foi difícil, mas conseguimos.

E rumamos direto pra Petite Venise.

Que na verdade, é pequena mesmo, quase uma minúscula Veneza, mas é muito fotogênica.

Todos os reflexos das casinhas coloridas na água identificam e caracterizam esta atração.

Aproveitamos a proximidade pra conhecer o mercado coberto da cidade.

Tudo bem, é bacana …

… mas também é bem pequeno.

Demoramos um pouco mais do que o normal, …

… mas o prazer foi total.

Como tínhamos que continuar com o nosso roteiro, saímos rapidamente de Colmar …

… pra Kaysersberg, onde visitaríamos um dos produtores mais conceituados de toda a Alsacia. O Domaine Weinbach é bastante diferentão.

Começa que ele fica num mosteiro muito antigo e com cara de mal assombrado.

E quando se entra nele, a sensação é que se está vivendo em 1900.

É claro que está sensação passa logo, pois quando se tem contato com a qualidade dos seus vinhos você passa a ser um grande admirador.

E a surpresa foi quando encontramos casualmente com o Ed, um dos donos, falando um bom português, já que ele morou 12 anos na praia.

Olha, o papo todo foi muito agradável, tanto que experimentamos muitos vinhos que acabaram em compras que serão muito bem curtidas em SP.

Como estávamos atrasados (pra variar), optamos por ir direto pra Riquewihr, …

… que é tida como uma das cidades mais bonitas de toda a região.

Foi fácil chegar lá, mas estacionar, não foi, não.

Quer dizer, achar o lugar até que  foi tranquilo. O problema foi pagar o estacionamento, já que a fila era imensa!

O jeito foi esperar mais de meia hora e ter como brinde a visão noturna da cidade com suas luzes de Natal …

… e a iluminação psicodélica da sua torre.

Incrível!

Mas gostamos tanto …

… que até mudamos a nossa programação (pulamos fora dum destes almoços estrelados) …

… pra podermos voltar daqui a dois dias.

Vale e muito.

Como estava muito escuro …

… (não se esqueça que nesta época do ano, escurece às 17:00), pensamos bem e voltamos pro hotel.

É isso, nem sempre dá pra se seguir o que foi programado, já que pensei visitar pelo menos mais duas vinícolas, três cidades e um castelo. Hahahaha.

Mesmo porque estávamos a quase uma hora do hotel, além do pequeno stress que ē passar pelo policiamento pois não é permitida a circulação de veículos por causa do Mercado de Natal.

Se por um lado é mala, por outro é uma maravilha, já que as ruas da região central estão totalmente vazias.

Tomamos um bom banho e saímos pra jantar.

E foi maravilhoso.

La Cloche à Fromage. é muito especial.

Antes de mais nada, cloche é aquela campânula de vidro que fica sobre os queijos.

E o restaurante, que também é uma loja, tem uma imensa protegendo os seus n queijos com os formatos e sabores inimagináveis pra nós, que somos praticamente acéfalos nesse quesito.

Já sabíamos o que queríamos.

A raclete é irrecusável.

Fornecida com batatas, …

… picles …

… e frios, …

… faz praticamente você se satisfazer com nada menos do que quantidades absurdas de queijo derretido.

E como funciona?

Eles têm um aparelho que de um lado fica um aquecedor e próximo a ele, um queijo espetado …

… que derrete a medida em que ele vai aquecendo.

E vc só se preocupa em degustar o queijo derretido e comê-lo.

Olha, é irresistível.

Você fica muito tempo comendo, …

… se divertindo e conversando sobre como uma coisa tão simples se transforma …

… num monumento gastronômico.

É, nós e o Michelin precisamos aprender muito sobre este assunto (já o pessoal do sr Walt, não!).

Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.

.

dcpv – jour un – frança – alsácia – o primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela champagne).

04/12/18 (vivido e bebido em 04/12/2018)

Jour un – França – AlsáciaO primeiro chucrute e o primeiro Riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela Champagne).

Bom, a ideia desta viagem surgiu quase que do nada.

A Dé falou: precisamos ir pra França!

Ou melhor, temos que ir pra Paris.

Eu emendei: já que vamos pra nossa cidade, a cidade Luz, que tal também também conhecer alguma região que seja perto?

Com um esforço de reportagem, pensei na Alsácia!

Vinhos, chucrute, cidadezinhas bonitas, Natal!

Taí a combinação perfeita.

Como ir direto seria meio complicado (mais de quatro horas de carro logo após o voo) …

… a parada na região de Champagne tanto na ida …

… quanto na volta, seria obrigatória.

Meu Deus, que sacrifício! 😄

Iniciamos o nosso périplo, fazendo um voo tranquilo da Latam até Paris.

De lá, pegamos o nosso carro …

… e zarpamos pra Champagne.

Uma hora depois, …

… e com um por do sol daqueles, …

… estávamos no L’Assiette Champenoise, …

… um hotel 5 estrelas …

… e com um restô 3 estrelas do Michelin.

Era praticamente um céu estrelado.

O hotel é muito bacana …

… e o quartão, excelente.

Vale a pena ser um associado do R&C …

… e conseguir um upgrade quando da sua chegada.

Só tivemos tempo de dar uma descida até o bar …

… pra tomar duas flutes dum daqueles Champagnes desconhecidos (e maravilhosos) por nós …

… e já estávamos a postos pro jantar.

A minha opinião de que os restaurantes estrelados do Michelin …

…. são muito bons, …

… mas extremamente caros …

… e que você come demais, continua valendo.

Optamos pelo menu degustação mais simples…

… com paridade de vinhos, …

… mas ao final, tem-se a impressão de que comeu demais …

… e que, certamente, não é uma experiência a ser repetida (a partir deste jantar começamos a mudar a nossa opinião sobre este tipo de refeição).

Uma pena, pois tinha tudo pra dar certo.

Fomos dormir rapidamente no nosso ótimo quarto, …

… pois amanhã teríamos que dirigir por um bom trecho até Strasbourg, …

… no coração da Alsácia.

E foi o que fizemos.

Acordamos tarde …

… e pernas pra que te quero.

Demos uma parada pra tomar café num posto …

… e seguimos nos deliciando …

… com legítimas paisagens …

… de calendário.

Pra não ir direto pra Strasbourg, optamos por dar uma parada no Museu Lalique.

Pra quem não conhece, …

… René Lalique foi um daqueles gênios …

… além do seu tempo …

… que soube como nunca, explorar a sua capacidade de criação.

Primeiro, se transformou no primeiro joalheiro “profissa” do mundo …

… e logo depois, num mestre da arte de fazer tudo o que é obra de arte em forma de vidros.

Visitar o seu museu é extremamente emocionante …

… e educativo.

Todo o tour é ótimo.

De lá, partimos para Strasbourg.

Confesso que chegar ao Sofitel Grande Ile foi uma sucessão de surpresas.

Devido aos famosos Mercados de Natal, …

… o centro da cidade tinha o trânsito suspenso …

… e com a possível entrada de somente veículos autorizados.

Isto significava que você teria que ter uma autorização e passar por verificação policial, inclusive da sua bagagem.

Isto posto e feito, só nos restou chegar ao hotel após duas tentativas. 😀

Ele é muito bonito …

… e o quarto, bastante confortável.

Além de que ele se localiza muito próximo de tudo.

É claro que aproveitamos pra nos situar o mais rápido possível…

… indo conhecer os tão afamados Mercados de Natal.

Que beleza!

É tudo tão bonito …

… e tão iluminado …

… que você certamente volta a ser criança novamente …

… tamanha a graça de tudo.

Fomos ao mercado principal, …

… passamos pela Catedral …

… e pela árvore de Natal gigante da praça Kleber.

Olha, é demais …

… e você fica com a sensação de que tem que voltar muitas vezes mais.

Certamente, é o que faremos.

Tínhamos uma reserva no restô do hotel, mas ficamos na dúvida se valeria a pena ou não?

Por sorte, resolvemos honrar a reserva. E foi excelente.

Optamos por comer e beber frugalmente.

Um Sain Peter com purê de batatas e chucrute foi o prato escolhido por nós dois.

Um Riesling muito mineral alsaciano, um Frankstein, foi o vinho.

Subimos para o quarto felizes ao extremo e pensando, que é muito melhor simplificar, do que complicar.

É, la vie est belle!

Au revoir.

.

 

 

dcpv – day sixteen and final – usa – seattle/miami – iluminando e finalizando a viagem em grande estilo.

29/11/2019 (vivido aquaticamente em 04/11/2018)

Day Sixteen and Final – USA – Seattle/MiamiIluminando e finalizando a viagem em grande estilo.

Passamos a noite voando de Seattle para Miami.

Chegamos cedo, …

… pegamos a máquina alugada (e que máquina) …

… e fomos pro hotel East.

Ele fica em downtown e …

… dentro do Brickell City Centre.

O nosso quarto era simplesmente maravilhoso …

… com uma tremenda vista do mar.

Demos uma rápida olhada em tudo …

… e fomos bater pernas no shopping.

Incrível como esta zona de Miami está bonita …

… e com muitas atrações.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente …

… na filial do Casa Tua.

O menu? Caprese, pulpito …

… e fritas.

Caiu uma chuva leve, …

… mas logo estava sol de novo …

… e escureceu maravilhosamente.

Beliscamos no jantar …

… ali mesmo no shopping …

…. e fomos dormir.

A descompressão era necessária.

Acordamos com um belo nascer do sol …

… e em Miami, go shopping.

Passamos no nosso preferido, …

… o Village of Merrick Park …

… e por falar em preferidos, …

… fomos almoçar galinhas do mangue …

… no Joe’s Stone Crab.

Que delícia!

O calor …

…e o sol estavam abrasadores …

… ou seja, retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e fomos encontrar com a Ana (minha MAninha), o Mauro e o Gringo, um amigo deles que logo virou nosso também …

… pra jantar no Fointanebleu.

Companhia agradável, mas comida cara e meia-boca. 🙂

De qualquer forma, marcamos um passeio de dia inteiro pra amanhã com eles.

Mais um amanhecer bonito, …

… mais um bom café da manhã …

… e iniciamos o dia …

… passeando com o pessoal todo, conhecendo o apê do Gringo..

O ponto alto foi o tour de lancha que ele nos proporcionou.

A princípio estavamos um pouco preocupados porque a Dé enjoa em qualquer barquinho, …

… mas ela tirou de letra. 🙂

E o negócio todo foi um espetáculo.

Este vale o necessário fotoblog.

E vimos um dos melhores …

… e mais dramáticos pores do sol …

… das nossas vidas.

Tudo muito potente …

… e num formato simplesmente perfeito.

Pra encerrar com chave de ouro, …

… a turma toda foi jantar …

… no queridinho dos queridinhos, o Estiatorio Milos.

Entradas reconfortantes, …

… peixes fresquíssimos, enfim, tudo perfeito.

Estiatorio Milos é realmente demais!

Só nos restou dormir, …

… dar uma ultima passeada por Miami …

… e pegar o caminho do Castello di Luce.

Esta foi mesmo uma viagem completa!

Vancouver sempre nos encantou.

Seattle entrou no rol das preferidas.

E Miami , ainda mais com esta companhia ilustre, é a nossa eterna queridinha.

Hasta la vista, baby!

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.
day Thirteen – USA – Seattle – Dia tecnológico: MoPop, Miicrosoft e os Gates.
day Fourteen – USA – Sseattle – Um grande passeio guiado pela cidade incluindo o incrível museu do vidro.
day Fifteen – USA – Seattle – Em busca das folhas de outono perfeitas.

.

 

 

 

 

 

dcpv – day fifteen – usa – seattle – em busca das folhas de outono perfeitas!

27/11/2019 (vivido coloridamente em 03/11/2018)

Day fifteen – USA – SeattleEm busca das folhas de outono perfeitas!

Hoje seria o nosso último dia em Seattle.

E teoricamente o último numa cidade é perdido, certo? Na na ni na ná.

Como o voo seria a noite, optamos por aproveitar o máximo possível.

Já que o dia estava lindo, resolvemos conhecer um montão de parques …

… e procurar as “autumn falls” imperdíveis.

Pra isso, seguimos as dicas da Flávia, a nossa guia no belíssimo passeio de ontem.

Tomamos o nosso café da manhã num Starbucks Reserve…

…(vc já viu ou ouviu falar desta maravilha?) …

… próxima do hotel.

Capuccinos e sandubas especiais formaram o nosso menu.

Pegamos a nossa máquina …

… e zarpamos pra primeira parada.

Kubota Garden é uma belezura.

Apesar do tempo ainda estar um pouco encoberto …

… vimos lugares especiais …

… como um jardim japonês lindíssimo …

… e o que seriam indícios de intensas folhagens de outono.

Demos uma boa volta …

… e seguimos pro Gene Coulon Memorial Park.

A chegada lá é …

… absolutamente triunfal.

A quantidade de árvores (atenção: estas fotos são reais e não espelhadas!) …

… com tom avermelhado …

… te fazem pensar …

… em como a natureza é bela.

Belíssima!

Confesso que ficamos passeando …

… a esmo …

… onde as árvores pareciam ser estrelas de Hollywood.

Que espetáculo!

Continuamos o nosso devaneio.

Próxima parada?

Arboretum Park …

… onde fica outro Jardim Japonês.

Normalmente, os jardins japoneses são insuperáveis.

Mas este passou da medida.

Ele é simplesmente lindo …

… e cada ângulo da sua visão …

… forma uma imagem inesquecível.

Este vale o mini fotoblog.

Maravilhados com tudo…

… resolvemos dar uma refrescada …

… e visitar uma vinícola em Wodenwood.

Chateau Ste Michelle é um daqueles  lugares …

… perfeitos.

A mansão, …

… o tour …

… (grátis e com 3 tastings) …

… te deixam de boca (literalmente) aberta.

Tudo é muito bacana …

… e a qualidade dos vinhos é marcante.

É claro que o tour acaba numa lojinha, …

… na verdade, uma lojona moderna e arrebatadora …

… onde nos obrigamos a comprar vinhos …

… que não encontramos por aqui na nossa terrinha.

Uau, que lugar!

De lá, fomos para o Volunteer Park.

Ao chegarmos, encontramos uma daquelas estufas …

… com muitas plantas diferentes …

… e uma lojinha simpática.

Mais um pouco pra frente, chegamos na “rosquinha”.

É através dela que se consegue uma foto clássica da Space Needle.

Tudo bem que ela fica pequenininha, mas é bem legal.

O tour continuou.

Baixamos no Gas Works Park.

A chegada é muito simpática.

Na verdade, é avassaladora.

Assim como a visão do parque.

Ele é quase que uma mistura de Mad Max …

… com a beleza das folhas de outono.

É uma “Autumn Fall” quase que enferrujada!

E a visão que se tem tanto da instalação …

… como do skyline da cidade é espetacular.

Lindo …

… e você chega a pensar quem foi o maluco-beleza …

… que idealizou isto tudo?

Que grande ideia!

Como despedida, fomos mais uma vez, …

… a terceira, na Starbucks Roastery Reserve.

Este lugar é realmente demais.

Ouso dizer que é quase uma Eataly, das iniciais.

Comemos focaccias, sandubas de mortadela italiana …

… e levamos um pacote de scchiacciata pra casa …

… além de tomarmos ótimos Aperol Spritz. Enfim, o sol brilhou pra nós, os Luz.

A princípio, demos uma abortada na última parada.

O tempo urgia e tínhamos que arrumar as malas.

Mas a vista da Space Needle da janela do nosso quarto …

… nos estimulou a ir até ela.

E apesar de perdermos o por do sol …

… chegamos no Olympic Sculpture Park na hora certa.

O Astro Rei já tinha se posto …

… mas a luz crepuscular deixava tudo de um jeito diferente.

E de uma maneira …

…  absolutamente sedutora.

Tiramos zilhões de fotos …

… deste pós por do sol incrível.

Foi o que podemos chamar …

… de uma magnífica despedida …

… de uma esplendorosa cidade que é Seattle.

Só nos restou ir pro aeroporto …

… e pensar como foi legal escolher Seattle como um lugar a conhecer.

Prazer, Seattle!

Hasta la vista, baby.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.
day Thirteen – USA – Seattle – Dia tecnológico: MoPop, Miicrosoft e os Gates.
day Fourteen – USA – Sseattle – Um grande passeio guiado pela cidade incluindo o incrível museu do vidro.

.

 

 

dcpv – day fourteen – usa – seattle – um grande passeio guiado pela cidade, incluindo o incrível museu do vidro.

09/11/2019 (vivido em 02/11/2018)

Day fourteen – USA – SeattleUm grande passeio guiado pela cidade, incluindo o incrível museu do vidro.

Normalmente, deixo este tipo de passeio, o city tour, pro início do ciclo de cada uma das cidades da viagem.

Afinal de contas, tinha entrado em contato com a Flávia e a Mila (do blog Milla em Seattle) e marcamos o tour pra sábado.

Como apareceu o passeio a Bainbridge Island de última hora …

… e ele só seria feito neste dia, …

… adiamos os nossos pra segunda e terça de manhã.

Como o tempo não estaria bom (Seattle sendo Seattle) …

… optamos por transferir pra quarta, o dia inteiro.

E esta decisão foi sábia.

Acordamos cedo, …

… tomamos o nossa café da manhã no próprio quarto …

… e rumamos pra Space Needle.

Lá encontraríamos a Flávia.

E foi o que aconteceu.

A primeira experiência seria conhecer o Chihuly Garden and Glass.

Confesso que ja tinha pesquisado e achado interessante, …

… mas esse foi um caso em que as expectativas foram totalmente ultrapassadas.

Toda a obra do Edward (belo nome!) Chihuly é absolutamente espetacular.

Por causa de um evento no museu, …

… acabamos tendo que explorar primeiro a lojinha …

… em vez de adentrarmos logo.

E apesar dela não ter muita coisa interessante, …

… serviu pra termos o primeiro contato com a sua obra.

Agora, quando você vê as primeiras ao vivo …

… não tem como o teu queixo não ficar caído.

É de embasbacar.

Toda a produção, …

… a cenografia, a riqueza dos detalhes …

… te deixam em estado de graça.

Segue o obrigatório fotoblog desta imperdível visita (note que as obras são grandes, muito mais altas do que um homem).

Terminamos observando toda a parte externa …

… que também é espetacular …

… e nos proporcionou visões incríveis, …

… ainda mais com a adesão da Space Needle.

E foi justamente pra ela que nos deslocamos.

Subiríamos nela através de seus elevadores ultra-rápidos …

… e logo teríamos uma das mais belas vistas de Seattle.

O último andar dela é bastante convencional….

… e realmente te permite …

… ter vistas de 360° de tudo.

Já o penúltimo é o mais bacana, …

.. pois ele é giratório e melhor, …

… tem o piso de vidro.

Dá pra imaginar as incríveis visões que tivemos?

De lá dá pra observar o Museu Chihuly …

… e toda a planta do MoPop …

… que o gênio Frank Ghery criou.

Olhamos pra tudo o que é lugar, …

… pegamos algumas boas dicas com a Flávia …

… e descemos, …

… sempre com o melhor ângulo do museu.

Pegamos o trenzinho …

… pra nos deslocarmos pro centro da cidade.

Esta viagem também é muito divertida, …

… e inclusive, ele passa dentro do MoPop.

Descemos em downtown, …

… demos uma circulada …

… e fomos conhecer o conglomerado da Amazon.

O prédio de administração é notável e as Spheres são encantadoras.

Imagine um prédio em que a característica dele …

… é ser um lugar de relaxamento mental para os funcionários da Amazon…

… e tem internamente uma vegetação exuberante?

Uma pena que não se pode visitar internamente.

Com perdão do trocadilho, é amazing!

Já na Amazon Go claro que é possivel entrar! :).

Pra quem não sabe, ele é um minimercado, todo automatizado, …

… onde a entrada se dá através do celular (com o app da Amazon Go instalado) …

… pega-se as mercadorias e vai embora.

Simples, sem operadora de caixa, nem nada.

Você simplesmente pega a mercadoria e vai embora.

Alguns minutos depois recebe a mensagem deles explicitando o que gastou. Genial!

De lá, fomos para o icônico Pike Place Market.

Antes de conhecer o mercado mais antigo dos USA, …

… almoçamos frugalmente na hamburgueria do chef Tom Davis …

… e fomos realmente visitar o mercado municipal.

Que beleza!

Vimos a famosa dança dos peixes …

… frutas e verduras de primeira linha, …

… flores no mesmo patamar …

… além de vários produtos DOCG.

Experimentamos muitas coisas …

… e caminhamos para o Pier …

… onde faríamos um breve passeio de barco.

O destino seria West Seattle …

… e com a única missão de …

…ter a melhor visão do skyline da cidade, …

… que é tido como um dos mais bonitos do mundo.

Isto é a mais absoluta verdade.

Tivemos a possibilidade de …

… ver vários ângulos da cidade, …

… seja na ida …

… ou na volta.

Foi incrível.

Caminhamos de volta pro Pike Place Market …

… onde seria o término do tour.

Ainda demos uma breve parada numa cervejaria pra dar uma abastecida.

Retornamos, …

… nos despedimos da Flávia, …

… agradecemos pelos grandes momentos que tivemos …

… e retornamos a pé pro hotel.

Ufa, foram mais de 20000 passos …

… do mais puro prazer.

E por falar nele, …

… retornamos à nossa queridinha, a Starbucks Roastery Reserve …

… só pra curtir o seu eficiente visual, …

… tomar umas tacinhas dum Pinot Grigio italiano …

… e comer um pedaço duma focaccia muito boa …

… e uma schiacciata espetacular.

É, o dia foi todo bom demais.

E vimos mais ainda, …

… que Seattle  é uma daquelas jóias que …

… não podemos esquecer no porta-joias.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.
day Thirteen – USA – Seattle – Dia tecnológico: MoPop, Miicrosoft e os Gates.

.

 

dcpv – day thirteen – usa – seattle – dia tecnológico: mopop, microsoft e os gates.

07/11/2019 (vivido em 01/11/2018)

Day thirteen – USA – SeattleDia tecnológico: MoPop, Microsoft e os Gates.

E não é que o tempo prometia melhorar?

A previsão, que é infalível, previa.

E nós acreditamos.

Tanto que fizemos um programa respeitando as variações climáticas.

Iniciamos o dia tomando um lauto café da manhã …

… numa loja em frente ao hotel.

Voltamos pro hotel, pegamos a máquina …

… e zarpamos pra conhecer o MoPop.

Que é o museu de cultura pop.

E que espetáculo!

Começa que a arquitetura dele é simplesmente maravilhosa (é de verdade, pessoal!).

Mais um trabalho do genial Frank Gehry …

… que sempre parece fazer mais do mesmo …

… mas sempre faz o mesmo do mais.

É incrível como você consegue se maravilhar com as curvas das suas obras de arte.

E neste caso, a parte interna harmoniza completamente com o formato externo.

Este museu nasceu da ideia do Paul Allen …

… sócio do Bill Gates na Microsoft.

E ele divulga todas as artes pops possíveis, especialmente o rock.

Logo na entrada, a escultura formada por guitarras e violões …

… impressiona demais!

Dali você sobe prum estúdio onde experimenta tocar muitos instrumentos, tais como bateria, …

… teclado, …