Arquivo para novembro \30\-03:00 2007

dcpv – da cachaça pro vinho – e explicar o que me aconteceu…

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número 69
30/03/05

 dcpv – E explicar o que me aconteceu …

Introdução – Noite de eliminatórias (BR x URU) e pasmemos nós, quiçá uma eliminação nessa augusta e respeitável confraria! Onde está Mingão? (ou où est Mingon ? ou Where are big Domingos?). Salvo pelo gongo! He arrived just now!!!

Vinhos

Rosé Versus

Branco Trio

Espumante Casa Valduga

MENU

Entrada –  Tomatinhos ao curry

Raita de tomate e pepino

Principal – Frango ao curry com côco e castanhas

Pilaf de arroz

Sobremesa – Frutas tropicais com especiarias

Observações finais

Sublime! (Edu)

Simply the best!! ( Mingão)

Mahtma Ghandi aprovaria! (Déo)

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Fotos de dois verdes de primeira linha: uma do campo do Barcelona onde acho que até o Timão jogaria um pouquinho (só um pouquinho melhor) e outra dos verdes que eu colho no meu quintal. Esta saladinha foi montada e fotografada pela Débora somente com produtos vindos do meu suor (não tanto assim!). E não é por nada, mas as capuchinas estão lindas.

Fica uma pergunta: diferentes colorações das capuchinhas significam alguma coisa?

Explicação – Comida indiana. Uma das nossas favoritas assim como utilizar a música  (Férias na Índia) do nosso querido Nilton César nos títulos. Se prestar atenção, já foram usadas as duas primeiras estrofes. E mesmo sem saber, já estávamos seguindo as dicas do Luiz Horta quanto aos vinhos que harmonizam com a comida indiana. Só faltou o shiraz leve australiano, mas aí também seria pedir demais.

A HORA DO VINHO – (Aussie, ô povinho bom !)

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Austrália – Mesmo produzindo vinhos há muito tempo, a Austrália começou sus revolução de qualidade há cerca de 30 anos. O início da cultura na produção de vinhos se deu principalmente pela presença de imigrantes europeus que começaram a semear videiras a fim de iniciar uma atividade vinícola ainda não desenvolvida. Com um maior investimento e desenvolvimento da atividade vinícola, em especial nas regiões frias do sul, a Austrália passou a figurar entre os países do ¨Novo Mundo¨com grande potencial. (Continua no próximo post…)

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dcpv – da cachaça pro vinho – mar: tudo azul e salgado!

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número 68

23/03/05

 dcpv – Mar: Tudo Azul e Salgado!

Introdução – Semana onde os que se permitem à reflexão deveriam questionar os rumos que os homens estão impondo à Humanidade e à Natureza. Talvez algo muito impactante os fizessem voltar à razão, buscar nas coisas simples, singelas, triviais, a essência da vida e do viver!

Bebida

Ruina – whisky, drambuie, gelo – ¨bão¨demais.

Vinhos

Branco Chardonnay Angoves 2002

Espumante Casa Valduga Brut

Menu

Entrada – Queijo de cabra com presunto de Parma (Jamie Oliver)

Salada thai de lulas (Carlota)

Principal – Bacalhau a madre Paula (Gula 149-pag 69)

Gravatas ao molho de maionese e caviar (Edu)

Sobremesa – Creme refrescante de uva

Observações finais

Hoje foi de cinema! Tudo muito bom e a salada thai foi inesquecível! (Edu)

Obra prima!!! Maravilhoso em todos os sentidos. Comer ajoelhado. (Mingão)

Lindo! Adorável! Inesquecível! Top 5! (Déo)

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Fotos de obra do Miró no museu do próprio em Barcelona e de placas que ficam nas calçadas de Barcelona indicando a rota do Modernismo que é muito interessante. Também fizemos uma rota gourmet que foi excelente e com um tremendo final feliz: comendo presunto e tomando uma belo cava.

Explicação – Outra semana santa. Bacalhau, salada thai (da Carla do Carlota) e macarrão gravata com caviar (na verdade, ovas de salmão !). Dois vinhos brancos e aí, só orando mesmo!

A HORA DO VINHO – (Já que falamos em bacalhau …)

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Bairrada – A região de Bairrada tem como limites naturais a costa oceânica e as cadeias montanhosas do Buçaco e de Caramulo. O solo é formado principalmente por argila ¨bairros¨ (argila preta), solo este que deu origem ao nome da região. As características climáticas também são ideais para a elaboração de vinhos e tornaram-se um dos principais atrativos pro início da produção vitivinícola. Como principais variedades de castas temos a tinta Baga e as brancas Arinto e Bical.

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dcpv – da cachaça pro vinho – pf completo!

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número 67
16/03/05

dcpv – PF Completo!

Introdução – Sem inspiração! Vamos comer, beber, rir, conversar! GADU provê!

Bebida

Czarina – vodka, vermute seco, licor peach, 1 gota de angostura, gelo. Agitar levemente e colocar um cubo de gelo.

Vinhos

Tinto Il Vino Venerabili (Brasil)- ruinzinho

Santola Bianco

Menu

Formatação do PF:

arroz – risotto alle herbe finni (Boseggia- pag 83)

feijão – fagioli temperado ( by Edu)

batata – tortilla de batatas (batata – pag 75)

bife – costeleta de vitelo com mostarda (by Edu)

farofa – farofa com cebola e banana (Calendário do Sabor de Fazenda)

Sobremesa – Romeu e Julieta diferente (by Internet)

Observações finais

PF honestíssimo! Comida saborosa e ¨caseira¨. (Eduardo)

Bão de comer! Um PF formidável!! (Déo)

O melhor do trivial. (Mingão)

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Fotos de detalhe do maravilhoso parque Guell em Barcelona do não menos maravilhoso Gaudi (este é realmente um verdadeiro Art Wandeley) e da entrada do espetacular do Mercado La Boqueria onde passear é despertar todos os sentidos. Nas Ramblas, é claro !

Explicação  – A ideia básica seria fazer um PF de ¨catchiguria¨. Risotto com feijão italiano, costeleta de vitelo em vez de bife, tortilla em vez de batata frita e assim por diante. E pra variar, ficou muito bom !

A HORA DO VINHO – (E já que o assunto é Espanha!)

garrafas velhas finca

Navarra – Com participação importante na história da Espanha, a região de Navarra serviu pra arraigar algumas das abundantes tradições dos povos antigos além de servir como canal para migrações e invasões ao longo de milênios. Hoje, a região de Navarra conta com aproximadamente 14000 hectares de vinhedos, menos de 27 % da superfície de Rioja, tendo como principais uvas cultivadas as tintas Garnacha, Tempranillo, Graciano, Mazuelo, Merlot e Cabernet Sauvignon e as brancas Viura, Malvásia, Chardonnay e Moscatel.

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dcpv – da cachaça pro vinho – tá quente, tá doce … tá frio, tá salgado!

Resumo da reunião acontecida na última quarta- feira ( 07/11/2007).

Sabe quando acontece de você estar meio sem inspiração pra conceber (bela palavra, heim?) um menu e mais ainda de executá-lo.
Pois bem! Eu estava me sentindo assim na última terça-feira quando de repente dei uma olhada na revista Cláudia da Débora. Nela vem  encartado um Cláudia Cozinha que, pro meu gosto, sempre traz receitas interessantes. E desta vez tinha uma matéria sobre ¨Quente e frio, um casamento inusitado¨. Daí eu adaptei a ideia base da matéria pra transformar num motivo de contrastes: misturar quentes/frios; doces/salgados.

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Parece mentira, mas o resultado, mais uma vez, foi excelente! Veja e leia a seguir (infelizmente não vai dar pra experimentar a menos que reproduza este menu em casa).

I – BEBIDINHAS

Começamos tentando imitar um programa do Discovery T&L, o Desafio Coquetel. O Mingão e especialmente o Déo estavam desanimados e eu os desafiei a criar um coquetel que fosse a cara do dcpv).
Resultado :

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Não houve competição efetivamente. O Déo bolou um coquetel em que a base era a banana e o do Mingão era limão siciliano. Ambos ficaram muito bons. Mas o concurso foi adiado pra próxima reunião que deve acontecer somente no dia 28/11 (por motivos de feriado e aniversário). Vamos esperar pelas criações e talvez façamos a primeira votação virtual do dcpv.

II – ENTRADAS

i – Salada Crocante com Molho Quente de Melado.

Simplesmente uma combinação de coisas crocantes (alface romana, repolho roxo, pepino, erva doce, rabanete, cebola, salsinha, castanha de caju) in natura que teve que ficar um bom tempo na geladeira (TÁ FRIO !) com um molho quente (ou seja, cozinhando até ferver) formado por suco de limão, água, azeite, cominho em pó, melado, sal e pimenta. (TÁ QUENTE!). Muito bom .

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ii – Vieiras com Nutella

Facílimo de fazer! Vieiras (temperadas com sal e pimenta) grelhadas até caramelizar (TÁ QUENTE!) com um molho de Nutella derretida com um pouco de creme de leite (TÁ DOCE !). Espetacular e, na verdade, esta foi uma adaptação de uma receita do ¨querrido¨ Claude Troisgros que originalmente utilizou doce de leite. Como o meu doce de leite estava mais pra Papai Noel (todo estragado !) mudei pra Nutella e pelo visto, com vantagens.
Já estamos nos acostumando a obter resultados melhores que o do Claude (esta foi boa !). E ainda por cima, tomamos um vinho Blanco Bodegas Cerrosul 2005 Verdejo (Espanha) que, segundo os confrades,  ¨parece francês, verdejo mesmo, luso-espanhol, calmo ¨e que combinou muito bem com a entrada.

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Era mais um dos componentes (e dos bons) do TÁ FRIO ! Mesmo porque, vinho branco com temperatura alta, não dá!

III – PRINCIPAL

Formei o prato principal com um Atum com Creme Gelado de Wasabi e com Pérola Negra de Arroz Selvagem. O Atum foi tirado da Cláudia e só a peça dele já era uma obra-prima (Veja a foto do início do post. E cá pra nós, junto com o repolho roxo …).
Atum em cubos, tomate sem pele e sem sementes, molho de pimenta vermelha, casca ralada e suco de limão num wok (TÁ QUENTE !). E o molho de wasabi, que na verdade é um sorbet de wasabi, leite, creme de leite fresco e sal (TÁ FRIO!) que você deixa no freezer e um pouco antes de servir, tira e bate num mixer até ficar com a consistência de um sorvete. Refrescante e pega bastante pela pimenta e pelo wasabi.
As pérolas são (mais uma do Claude) arroz branco e selvagem cozidos, clara de ovo, queijo parmesão , sal e pimenta formando uma massa. É só fazer bolinhas, passar em clara de ovo e empanar em sementes de papoula. Frite e coma ! (TÁ SALGADO !).
Olha, são pérolas mesmo e de comer !

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Ousamos um pouco tomando um vinho tinto Cour d´Albert 2004 Buzet ( França) que foi descrito com ¨tinto pra atum, aplacador, esmaltado¨.

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E como bonus, ainda tivemos o caldinho de legumes bem temperado e apimentado que foi criado pela Flora (a nossa colaboradora) que eu não tenho a mínima idéia de como foi feito, mas que todos nós tivemos a certeza de que estava uma delícia. Mais um TÁ QUENTE!

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IV – SOBREMESA

Fiz um Bolo gelado de laranja com calda de whisky. O bolo é exatamente aquele bolo de laranja bem úmido que todo mundo faz e que tem que ficar bem gelado. E a calda é feita da seguinte maneira: derreta uma xícara de manteiga numa panela pequena. Retire do fogo e deixe amornar. Em uma tigela, junte 1/4 xícara de água com 2 ovos e bata com um batedor manual até obter uma mistura homogênea. Junte a manteiga na panela. Adicione 2 xícaras de açúcar e 5 colheres de sopa de whisky e leve ao fogo médio, mexendo sempre até começar a ferver e engrossar. Tá pronto! É só colocar a calda  (TÁ QUENTE! ) no bolo (TÁ FRIO !).
Pra quem já comeu aqueles bolos de côco úmidos embrulhados em papel alumínio que as nossas mães faziam (e acredito que façam até hoje!) a referência é a mesma só que o gostinho da calda cremosa de whisky transforma o resultado final numa experiência bastante agradável e reconfortante.

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E para acompanhar, e inovar um pouco, tomamos um cálice de Sherry Barbadillo Fino (Espanha) que arrematou perfeitamente a noite. Como já dizia o finado Topo Giggio , vamos pra caminha! (Era ele ou o ¨Agildinho¨que falava isso?).

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Eis as observações finais dos confrades

Tá quente, tá frio. Tá doce, tá salgado. Tá bom! (Edu)

Hum!!! Hum!!! Hum!!! Hum!!! Hum!!! Hum!!! (Mingão)

The rock mountain dinner ! Perfeito. (Déo).

Bom, é isso aí! Até a próxima e saúde pra todos!

E brevemente teremos mais jantares inter-blogs. Estão confirmados o angolano (com a Migas), o contemporâneo (seria luso ?) com a Marizé, o californiano  com a Fer e o luso (seria contemporâneo?) com o Scalabis. Ou seja Migas com Gindungo, Tachos de Ensaio, Chucrute com Salsicha e Amigos do Balde participando do dcpv. Vinho. Estamos aguardando ansiosamente !

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dcpv – da cachaça pro vinho – não tinha água, só tinha côco!

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número 66
09/03/05

dcpv – Não tinha água, só tinha côco!

Introdução – Noite quente! Ao chegar, aroma de maresia (impressão deste humilde escriba) prometendo frescor e brisa aromática! Mas pra sair da mesmice vamos sem delongas às delícias! Poucas palavras, muitas mordidas!

Bebida

Rum Sunrise – rum, granadine, suco de laranja, gelo – fresca variação de Tequila Sunrise

Vinhos

Reserva Merlot Familia Tasca (Brasil)

Brut Moet Chandon (França)

MENU

Entrada – Salada de camarão e pomelo (Gula 148)

Principal – Arroz com côco

Aviyal e feijão de côco (Gula 148)

Sobremesa – Feijão de côco (by Re)

Observações finais

Jantar vegetariano, indiano e muito bom ! (Edu)

Refeição perfeita! Futebol bão! (Déo)

Não tenho palavras! Perfeito! (Mingão)

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Fotos da beleza que é um caju, especialmente no formato de caipiroska e mais uma vez, do hotel Explora na Patagônia chilena que tem uma das melhores vistas que já vi (olha a redundância !) até hoje. E olha que o nosso quarto foi o da primeira janelinha à esquerda com uma tremenda vista pro Salto Grande!

Explicação – E dá-lhe Índia. Muito côco, muito tempero, muito cheiro, muito sabor. Sangue tupi!

A HORA DO VINHO ( pra você não beber sem saber o que está bebendo!)

catena

Chile – Conhecido mundialmente pelo custo-benefício de seus vinhos, o Chile passou por grande evolução vitivinícola nas últimas décadas. O cultivo da videira em regiões que sofrem influência direta da brisa marítima permite a elaboração de excelentes vinhos e despertou o interesse de grandes produtores como Robert Mondavi e Baron Philippe de Rotschild. A principal variedade cultivada no Chile é a Carmenere, uva originária da França, que se adaptou perfeitamente às condições de clima e solo do país. Pelo menos, o Almaviva 2001 que eu tomei estava espetacular! Até !

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dcpv – da cachaça pro vinho – tornar realidade um sonho meu!

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número 65
02/03/05

dcpv – Tornar Realidade um Sonho Meu!

Introdução – Após breve hiato, cá estamos outra vez, novamente de novo, para o sacrifício das quartas horrendas! Sem muita inspiração! Vamos a ela!

Cachaça e bebida

João Mendes – boa

Sidekar – cointreau, cognac, suco de limão, gelo – dá pra beber

MENU

Entrada/bebidinha – Raita de Manga Verde com Gengibre (Carla Pernambuco)

Lassi

Principal – Farofa de Amendoim, noz pecã e castanha picante (Carla Pernambuco)

Chutney de abóbora

Pakora

Sobremesa – Kulfi

Observações finais

Comida étnica formidável. Bem temperada, cheirosa e deliciosa. (Edu)

Comida maravilhosa de se ver e mais ainda de se comer. (Mingão)

Sabores deliciosos, misturados, marcantes, coletivos e individuais. Genilson!!! (Déo)

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Fotos de poster sobre vinho argentino trazido diretamente de BsAs pelo Mingão na nossa última viagem pra lá (que fique bem claro, este nossa somos eu, a Dé, o Mingão e a Regina) e de taça de vinho rosé Rio Sol brasileiro, um vinho que se ainda não é um dos indicados pelo nosso mestre Scalabis (Amigos do Balde) e bastante honesto!

Explicação – Mais uma noite completamente indiana. E desta vez escoltada pelo talento e categoria da Carla Pernambuco do maravilhoso restaurante Carlota e que, por sinal, foi minha professora em dois cursos na finada livraria exclusiva sobre gastronomia, a Millefoglie que fechou recentemente nos Jardins.

A HORA DO VINHO (ou o dcpv ajudando você a entender o que você toma )

barril chines norton

Uva Merlot – Cultivada em Bordeaux, na França, é uma variedade de uva renomada em todo o mundo por gerar vinhos tintos muito elegantes. As sub-regiões de Bordeaux onde predomina o seu cultivo são Pomerol e Saint-Émilion, que produzem vinhos famosos, conhecidos e reverenciados (amém!) como Chateau Pétrus, no Pomerol e Chateau Ausone, em Saint-Émilion. Até !

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dcpv – da cachaça pro vinho – bertiana: bertioga+toscana!

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número 64
09/02/05

 dcpv – Bertiana : Bertioga + Toscana!

Introdução – ETNERF ARP ZÀRT ED! Quarta de cinzas, porém de desfile de campeãs do ¨estômalo¨; dez na alegoria; dez na harmonia; dez no enredo; dez na apresentação da comissão de frente. Campeão no cinzanaval: as delícias do chef !

Bebida

Batida de carambola

Vinho

Marco Luigi Chardonnay (Brasil)

Menu

Entrada – Aperitivos irresistíveis de damasco e bacon

Principal – Risoto de caranguejo (Edu)

Legumes Assados (Bella Toscana – pag 175)

Observações finais

Comida mediterrânea com entrada e/ou sobremesa muito boas! (Edu)

Comida perfeita (o jogo é que não foi SP 3 x SC 3) (Mingão)

Mingão tá louco (4 x 3), mas a comida foi 10 x 0 . (Déo)

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Fotos pra encerrar a apresentação do Mestiço: a  primeira é de uma sobremesa clássica, o bolinho de Estudante. Se você quiser ter um dia feliz, vá ao Mestiço e peça Krathon-thong, uma caipiroska de lima da Pérsia, bolinho de Estudante e café. Não precisa mais nada. E depois disto tudo, na hora de pedir o carro pro manobrista, você senta, dá uma olhadinha pro lado e vê estas flores. Chega, né?

Explicação – Pra variar, o caranguejo (isto mesmo, a galinha do mangue!) entrou no nosso cardápio mais uma vez. E pra variar mais ainda, ficou uma delícia. Ô bichinho gostoso !

A HORA DO VINHO – ( Ou o DCPV também é cultura !)

Rest Cape Town

A ideia é dar uma pincelada sobre as regiões produtoras  de vinho do mundo. A cada novo post, informarei sobre as características, os tipos de uvas, a história, os produtores mais famosos e espero que todos se divirtam um pouco mais.

Dão (Portugal): Batizada com o nome do rio que a banha, a região do Dão está localizada no centro-norte de Portugal, em Beira Alta. O início da viticultura na região foi marcado por uma produção voltada para o consumo familiar, situação que persistiu até 1950, ano em que nasceram as cooperativas locais e, com elas, vinhos de qualidade superior produzidos com técnicas modernas. Mais de dois terços dos vinhos de qualidade superior são tintos e originados a partir de 9 castas. As principais são Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Pinheira, Alfocheiro Preto e Jaen.  

Até a próxima !

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dcpv – da cachaça pro vinho – vamos ciscar: quirela!

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número 63
26/01/05

dcpv – Vamos Ciscar: Quirela!

Introdução – Cabe uma explicação pelo hiato da sequencia cronológica: o chef foi passear, levou mala, cuia, mulher e filha. Aí, o Mingão fez um Arroz a Carretero maravilhoso que provocou até pesadelo pelo excesso volumétrico! Hoje voltamos a triste rotina de saborear delícias! Oh, vida! Oh, azar !

Cachaças do dia

Caprichosa – quente

Maré Alta – carvalhosa, boa

Vinhos

Rio Sol tinto (Brasil)

Out of África Chardonnay (África do Sul)

Menu

Entrada – Rãs à doré

Maionese de maracujá

Principal – Carré de cordeiro com quirela de milho a George

Observações finais

Mingauzinho de quirela muito bom! (Edu)

Có,có,có,có,có,có, coisa boa, sô ! (Déo)

O melhor milho que eu comi na minha vida . (Mingão)

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Fotos do Krathong-thong que é uma entrada viciativa que existe lá no Mestiço. Ela não é o tal salgadinho mas é impossível comer uma só.  E de macarrão ralado feito pela Débora com a devida supervisão da Dona Anina, minha mãe em Botucatu na casa do Mingão. Esta é uma receita centenária que era feita pela minha avó lá na Itália. Melhor é iniciar com uma porção de  Krathong-thong e terminar com um belo prato de macarrão ralado. E um belíssimo Chianti pra acompanhar !

Explicação – Estava cismado e queria fazer quirela pela primeira vez. Olha! Ficou muito bom e é altamente comestível. Se bem que ela acompanhava um belo carré de cordeiro o que facilitou bastante este desempenho.

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dcpv – da cachaça pro vinho – gravata+radiola=graviola!

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número 62
12.01.05

dcpv – Gravata+ Radiola=Graviola!

Introdução – Verão correndo (mas hoje não parece), a vida andando, a “fome pega”, a curiosidade aguçada: o que vamos comer? Nos deliciar? Certamente ¨manjares para poucos ¨! Azar dos que não sabem, ou sorte??? Vamos aproveitar para renovar valores: atualização do título gastronomial: U$ 145000!!

Bebida

Coquetel de tequila – tequila, suco de limão, granadine, gelo picado – drink seco, bom!

Vinho 

Espumante Mumm (França) – de novo, muito bom.

Menu

Entrada – Caldinho de feijão preto com sambuca

Lula frita com pesto de coentro (Edu)

Principal – Camarão ao tekamaki pernambucano (Google)

Sobremesa – Sopa de morango (Gula jan/05 – pag 67)

Observações finais

Tá cada vez mais duro de escolher o melhor. Este foi muito bom! Prá dizer a verdade, excelente. (Edu)

Maravilhoso!!! Obra prima!!! Impossível repetir tamanha perfeição. (Mingão)

Pra reveillon! Estupendo! (Déo)

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Fotos de obra ¨artística¨do museu de Arte Moderna de Barcelona (com a Re mostrando o seu belo pezinho) e início da série sobre o restaurante Mestiço em São Paulo que é bom demais! Aguarde os próximos posts onde mostrarei os clássicos do Mestiço.

Explicação – Título esdrúxulo para uma noite memorável. O caldinho de feijão preto com o licor sambuca misturado é tão simples quanto gostoso. E até hoje eu o faço e rememoro o gosto tão bom. E só pra complementar, duas mensagens: uma pro Márcio (do blog A Janela Laranja ) que me corrigiu pois no outro post eu coloquei a origem do espumante Mumm como sendo Espanha quando o correto é França e para o Jorge (do blog Giramundo) que estava interessado num título do DCPV e o Déo deu o valor atualizado: U$ 145000.  É caro demais, sô!

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dcpv – da cachaça pro vinho – interblogs experience – cozinha turca e … ferrazense!

Pronto! Fizemos a primeira experiência inter-blogs da pequena (por enquanto) existência do dcpv .
Primeiro, descobrimos o óbvio! Que existem vários blogs de qualidade por aí (basta dar uma espiada no blog roll ao lado) com dicas/receitas/fotos/comentários extraordinários. Juntamos uma curiosidade de todos sobre a culinária da Turquia e chegamos ao  Cozinha Turca (http://cozinhaturca.blogspot.com) da Lídia, uma portuguesa que mora na Turquia.
Um blog bastante interessante e com receitas mais interessantes ainda. Perguntei pra ela se não queria nos ajudar a organizar uma Noite Turca e ela, gentilmente, fez um post bem detalhado com várias sugestões pra se fazer o tal menu. Tudo explicado, vamos à comida !

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I – APERITIFLER*

Na verdade, devido a variedade e a curiosidade, acabei escolhendo três entradas que quase formaram uma mezze. A primeira foram Pataniscas de Courgette com Molho de Iogurte (Kabak Mücveri) que nada mais é do que uma fritada de abobrinhas e cebolas com molho refrescante de pepino e iogurte. Segundo a Lídia, e é verdade, ¨o molho é pra ser servido como acompanhamento (e foi o que eu fiz) das pataniscas e não sobre as mesmas. Cada pessoa coloca no prato a quantidade de molho pretendida e vai intercalando os sabores. É muito bom ... ¨ .  E nós dizemos, é mesmo !!!

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A segunda parte da entrada foram Rolinhos de Couve Recheados (Zeytinyagtli Lahana Sarmasi) parecidos com os nossos charutinhos e o grande diferencial é o arroz do recheio que é bastante perfumado pois contém uvas passas (uma pequena adaptação minha, autorizada pela Lídia), pinolis, açúcar e especiarias a gosto. Basta juntar rodelas de limão e … é divertimento certo!

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A terceira e última das entradas foi a Sopa de Cereais e Lentilhas Vermelhas (Ezo Gelin Çorbasi) saborosíssima (desculpem o excesso de superlativos, mas eles são necessários). Ela é composta de lentilhas, arroz e bulgur. E com os temperos e o limão que você espreme por cima da sopa quando é servida, puxa, fica difícil escolher a melhor. Mesmo porque o melhor foi o conjunto de todas as entradas acompanhadas do vinho Angelus Bairradas 2006 (Portugal) que se mostrou groselhal, tinté ou branqué, veranista, rosinha segundo os confrades e que se ainda não é um dos indicados pelo nosso consultor Scalabis (do blog Amigos do Balde) é um vinho rosé português com personalidade e que harmonizou perfeitamente com o teor da entrada. Vamos ao segundo round !

II – ANA YEMEK*

Como prato principal, escolhi o Cordeiro em Cama de Pão com Iogurte (Iskender Kebap) acompanhado de um Pilaf de Bulgur com Ervas e Especiarias (Yedi Baharli Bulgur Pilavi). Pra quem não sabe (e eu não sabia) o Bulgur é parecido com o nosso trigo para kibe. E o resultado, mais uma vez, foi excelente! A grande sacada deste prato é você assar o pão, cortá-lo  e fazer uma cama com ele. Em cima desta cama você coloca o molho que foi feito separadamente; sobre eles  o cordeiro e por cima de tudo, o iogurte. E o acompanhamento, o Pilaf,  também é muito saboroso. É pura especiaria, ervas, cheiro, sabor, pimenta, neutralidade do iogurte ou seja, muito bom.

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Pra acompanhar um belo vinho First Step Shiraz 2005 (Austrália) que combinou muito bem com o prato pois é um vinho indicado pra acompanhar especiarias e molhos potentes (que é exatamente o caso dos pratos escolhidos). Segundo os especialistas (que continuam sendo nós mesmos!) ele se mostrou ¨deliciosa surpresa, turco desde criancinha, tinto mesmo, swerdick¨. Resumindo, é uma comida perfumada/temperada e o uso da Içecekler* chamada Ayran que é uma mistura de iogurte natural, água gelada, leite e sal faz com que a sua garganta tenha uma sensação permanente de limpeza e refrescância. É como a função do sorbet, só que muito mais refrescante. Experimente!

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III – TATLI*

Pra terminar, escolhi uma sobremesa muito interessante. É um Creme de Leite Queimado (Kazandibi) em que um dos ingredientes é frango. Sim senhores, frango! E é muito bom !!
A Lídia vai me perdoar (eu disse pra ela que não colocaria nenhuma receita aqui, afinal de contas todas se encontram disponíveis no Cozinha Turca) mas a receita é a seguinte :

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Pegue um peito de frango, corte-o em dois e cozinhe-o no suco de limão. Desfie-o , coloque em água fria e esprema-o. Reserve. Coloque 7 copos de leite pra ferver com meia colher de sal e meio copo de açúcar. Noutro recipiente, misture duas colheres de sopa de farinha, duas de amido de milho e uma de farinha de arroz. Coloque nesta mistura um copo do leite fervido, adicione o restante do leite e cozinhe em fogo brando por cinco minutos. Adicione o frango e cozinhe por mais 10 minutos. Coloque tudo numa assadeira e leve ao fogo nos queimadores do fogão. Vá virando o tabuleiro de forma que consiga abranger todo ele. Deixe repousar, corte e vire a superfície queimada pra cima. Está pronta uma sobremesa que contém frango e é uma delícia, conforme a própria Lídia escreveu : ¨Ninguém diria que o frango faz parte dos ingredientes porque não se dá por ele .¨

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Aproveitei a doçura do Kazandibi e abrimos uma garrafa do Late Harvest Sauternes Reserve du Ciron 2004 (França)  que se mostrou ¨goiabinha Bauducco¨segundo a única pessoa que deu o seu parecer: eu mesmo.
Puxa, foi um tremendo banquete Turco!

Observações finais

O mundo está mesmo pequeno! Comida excelente, saborosa e perfumada! (Edu)

Hoje tivemos o melhor da globalização! Brazil, Portugal e Turquia! ( Mingão)

Hawanagilla! Boa surpresa! Excelência globalizada! ( Déo)

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Os nosso agradecimentos finais a Lídia que se dispôs a sugerir um Menu Turco e nos proporcionou conhecer um pouco mais da Turquia através da sua culinária. Quem diz que se conhece o país através da  sua comida está absolutamente certo. E já que estamos na era virtual, segue acima o nosso presente pra Lídia : esta bela orquídea clicada pela Dé.

Gratíssimo pela colaboração, Lídia.

E caso alguém tenha interesse em ver o seu menu reproduzido por aqui, não se acanhe: entre em contato que teremos o maior prazer em fazer e comer tudo!
Ah, não é necessário ser um menu étnico (se bem que o próximo será angolano , não é Migas?); basta criar um menu completo que nós nos incumbimos do resto, com os devidos créditos, é claro!

Pequeno dicionário da língua turca

Entradas -Aperitifler

Prato Principal – Ana Yemeck

Sobremesa – Tatli

Bebida – Içecekler

Saude – Serefe (com s cedilha)

Até a próxima! Serefe (com s cedilha)!

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