dcpv – da cachaça pro vinho – 10º interblogs – Moqueca com Pimenta no dcpv

número 194
08/10/08

dcpv – 10º  interblogs –  Moqueca com Pimenta no dcpv

Ei, Eduardo! Quero logo dizer que amei este convite!”

Foi assim que começou o e-mail da Aline no dia 23/04/08. E foi assim que surgia a ideia do “Moqueca’s Day”, o dia da boa e velha moqueca Capixaba ser representada nos Inter-Blogs (quer saber o que é ?).


Esta foto da Dé está parecendo uma pintura!

E cá pra nós, uma indicação óbvia da Aline do descontraído blog Moqueca com Pimenta já que a própria, a Moqueca (não, a pimenta) é o prato mais representativo da culinária do ES. É claro que a Aline teria que nos ensinar como fazer a legítima Moqueca, pois existem tratados se estendendo sobre  as dúvidas mais atrozes: com ou sem coentro? com ou sem urucum? panela de barro ou não? pimentão, então, nem pensar!


Usamos as cores da bandeira do ES : branco, azul e rosa

Como já dizia o grande filosófo contemporâneo (e capixaba ) Cacau Monjardim : “Moqueca é capixaba, o resto é peixada!”
Neste 10º interblogs, tentamos (e acho que conseguimos) desvendar este mistério e ajudamos a elucidar um mistério ainda maior : como é o Espírito Santo (o estado)? E especialmente a sua capital, Vitória?
A Aline colaborou bastante nos mandando várias informações sobre este estado tão pequeno (pros padrões brasileiros) e subutilizado turisticamente, mas não menos belo e com características que o fariam extremamente ‘turistável’ em qualquer lugar do mundo.
Vitória, a capital, é conhecida como a Ilha do Mel e uma das 10 cidades mais antigas do Brasil além de ter um centro histórico com muitas memórias e gostoso de se visitar. A Aline não cansa de falar (e participar) dos eventos que acontecem por lá!

Bom, vamos as indicações da Aline pra que consigamos nos sentir em plena Vitória, comendo os mais variados pratos típicos capixabas.
Vamos ao 10º capítulo do livro dos interblogs:

a – Bebidinhas capixabas

Pra iniciar os nossos trabalhos, tomamos um parafuso! Parafuso?
É, segundo a Aline, o parafuso é uma batida famosa lá em Vitória. Vodka (Absolut, é claro!), qualquer fruta ( sei kinkã) e um dedinho de leite condensado.

É logico que com a Absolut, este parafuso se transformou num inoxidável e por consequência, o resultado melhorou ainda mais!
Pra equilibrar as preferências com Moquecas, Pimentas e Copos Furados, uma legítima caipirinha de kinkã sem invenção: cachaça Mercedes, açúcar e gelo. Viva o simples!

 

Curiosidade sobre a Moqueca: esse tradicional prato da culinária capixaba reúne, numa tradição de mais de 400 anos, a cultura índia, negra e portuguesa!

b – Entradas
I – Mini torta Capixaba

Siri, camarão fresco, caranguejo, bacalhau. Um verdadeiro aquário!
Juntados a palmito, alho, cebola, tomate, azeitona, coentro (muito coentro e nós gostamos!), colorau, azeite, sal e pimenta. Uma verdadeira horta!

  

Aquário + horta ligados por ovos (claras batidas misturadas a gemas) formaram esse prato típico do ES e extremamente saboroso! Uma verdadeira casquinha de frutos do mar!

II – Sururu e ostra ao vinagrete

Sururu não é tumulto, não! Sururu, pra quem não sabe, é marisco. E esta entradinha é simples, mas é uma delicia. Ainda mais pra nós que somos fanáticos por frutos do Oceano Atlântico.

 

Uma junção de sururus e ostras (na verdade, vôngole) com um belo vinagrete capixaba.
E servido em colheres de finger foods (como a Aline aconselhou!).

É só colocar tudo na boca de uma vez e sentir a explosão dos sabores!

Não é a toa que Vitória é uma ilha. Cozinha praiana de primeiríssima!
E já que é praxe a harmonização com vinho branco, tomamos um Alabastro Alentejo 2007 Portugal que disse em bom capixabês: “ai que delícia, blend alcoólico, ai que gostoso, frescoso“.

Curiosidade sobre a Moqueca –  A contribuição dos índios foi a adição do urucum com a sua  cor e seu gosto peculiar. Os africanos acrescentaram a pimenta malagueta e o coentro (muito coentro). Já os portugueses temperaram o peixe previamente com limão, alho e cebola .

c – Principais
Moqueca Capixaba com Camarão e Pirão.

Ela, a verdadeira Moqueca Capixaba (aplausos, um monte de aplausos !) e acompanhada de camarão e pirão.

Cação (o peixe), camarão, coentro (muito coentro), cebolinha, cebola, alho, tomates (batidos e cortados), limão, colorau, azeite e sal. E escoltados pelo molho especial (foto acima) com um leve toque de limão.
Taí a receita da felicidade e tem que ser feita em panela de barro.

Pois a panela de barro “é sem dúvida uma das maiores expressões da cultura popular do ES. Desde a sua origem nas tribos indígenas até os dias de hoje, a técnica de sua confecção  pouco mudou!”
Depois desta aula, só comendo e muito pois ela é diferente mesmo das moquecas que existem por aí. Podem chamá-la de Moqueca com M maiúsculo, né Aline?
Peça a receita completa (qualquer uma delas) pra ela lá no Moqueca com Pimenta!

Ainda fizemos uma moqueca de banana da terra e um pirãozinho básico.
Olha! É de comer várias vezes e o cação chega a derreter na boca.!

Aqui não tem jeito. Um vinho tinto leve, um Vika Oak Syrah 2007 Argentina que foi “escada-verde, Morgan Freemann, Dedé Santana, bom coadjuvante” ou seja, pelos comentários, ganharia facilmente o Oscar de “best support actor!”

c – Sobremesa
Terrine aos 3 Chocolates

Todo mundo sabe que um dos ícones do ES é a fábrica de chocolates Garoto.

Atire a primeira caixa de bombons aquele que nunca comeu?

E a Aline já tinha escrito: “A sobremesa, com certeza, será de chocolate graças ao amor imenso que o capixaba tem pela Garoto!”
Daí surgiu a Terrine aos 3 Chocolates. Chocolates Garoto branco, ao leite e amargo picados e ligados com um creme formado por creme de leite batido, açúcar, leite, gemas e gelatina em pó sem sabor. Lindo!

E pra acompanhar um licorzinho digestivo (precisávamos muito!), um Malibu pra finalizar o jantar com o clima praiano de Vitória!

Veja (e leia) a opinião dos confrades capixabas e moquecados:

Moqueca com coentro! Torta caiçara com pimenta! É isso aí, Garoto! (Edu)
Delicioso e apetitoso jantar! (Déo)
Regional universal! Perfeito! Um anti Marataízes. (Mingão)

E já que a noite está bem capixaba, aqui vai o nosso presente virtual pra Aline:

… Orquídea na Panela de Barro (isto daria um belo nome de blog!).
Gostaria de agradecer a Aline pela atenção, entusiasmo, bom-humor, por nos fazer conhecer um pouco melhor as tradições deste belíssimo estado e, principalmente, da maravilhosa ilha de Vitória.

Como a própria Aline escreveu: “me junto aos conservadores que não aceitam a inclusão de alguns ingredientes na moqueca como caldos industrializados, leite de coco, pimentão e salsinha… a moqueca perde a essência!”

É isso mesmo, Aline! Nós sentimos a essência da autêntica moqueca capixaba e do Moqueca!
Bjundas, como diria a Aline.
E ainda bem que eu não usei a abreviação de abraço pra me despedir! Hahaha

.

13 Responses to “dcpv – da cachaça pro vinho – 10º interblogs – Moqueca com Pimenta no dcpv”


  1. 1 Aline Neme 13 de outubro de 2008 às 12:22

    Gentemmmmmmm

    Que luxo!!!! Isso está tudo de bom!!!!

    Bem… tudo bem que sou mega suspeita para falar, mas está perfeito demais! A foto da moqueca de banana assino embaixo, parece uma pintura!

    A mesa com as cores da bandeira do ES está fantástica, as penalas de barro, as folhas de bananeira, o parafuso… hehehehe

    Babei… senti muita vontade de estar aí e ter participado também!

    Edu e Dé… amei fazer parte de tudo isso, mas mais ainda amei conhecê-los, ainda que virtualmente, e já prevejo que minha ida a SP no ano que vem, vai ser estendida até aí… de preferência numa quarta do Inter Blogs! hehehehe

    Não custa repetir… é muito bom saber, e ainda por cima conhecer pessoas como vcs, pessoas de bem, sabendo que esse mundo virtual nos prega muitas peças. São pessoas assim que me fazem ainde ter esperaçãs de um mundo melhor!

    Bjundas
    Aline

  2. 2 Michel 13 de outubro de 2008 às 12:36

    A foto da Dé está parecendo um quadro renascentista.
    Aqui em casa sempre rola uma moquequinha básica, nosso vizinho e cunhado é capixaba da terra do Roberto Carlos.

    Estarei te esperando no jantar do século. Comprei a mesa de 40.000 só pra receber os amigos. kkkkk
    abs.

  3. 3 Odete 13 de outubro de 2008 às 13:57

    Nem tem como nao ser repetitiva. Suas interpretacoes nos Inter-Blogs eh garantia de maravilhas a mesa.
    A Aline eh mesmo uma capixaba super gente boa e representou lindamente seu Espirito Santo e a querida Vitoria.
    Agora, que horta caprichada hein Edu! E que fotos!

    Adorei tudo, e queria tambem umas panelas de barro (inveja da boa).

    Beijos e Parabens aos envolvidos.

  4. 4 Ameixa seca 13 de outubro de 2008 às 14:40

    Conheçi o Moqueca com Pimenta há pouco tempo mas a Aline é cinco estrelas. Recebeu-me com muita simpatia e de braços abertos 🙂 Só ela mesmo para aconselhar uma moqueca legítima 🙂
    Parabéns a vocês pelo entusiasmo e pela partilha desses jantares deliciosos!
    A foto parece mesmo uma daquelas naturezas mortas… genial!
    Adoro as fotos dos copos e faço um brinde convosco… Saúde!!!
    🙂

  5. 5 Nana 13 de outubro de 2008 às 17:14

    Poxa, todos de parabéns!
    Aline arrasou nesse cardápio! Os pratos e as fotos, ficaram lindos.

    Bjs

  6. 6 Adriana 13 de outubro de 2008 às 20:28

    O tempo anda escasso aqui pelo lado das gerais… Passo pelo DCPV, leio os comentários, mas não consigo escrever. Certamente se soubesse escrever pouco o tempo seria suficiente…

    Ainda sobre a comida de rua – ou de boteco – ela até pode ter surgido
    aqui, Edu, e certamente surgiu pelo número de botecos que temos na cidade, mas não encontro em nenhum deles um pastel como o do Mercado Municipal, que faço questão de comer sempre que vou a São Paulo.

    As fotos e o menu da noite do mocotó lembraram-me um restaurante próximo ao aeroporto de Recife. Há muitos anos, de férias em Pernambuco, um grupo de hóspedes que não se conheciam, conversando à beira da piscina, decidiu sair para jantar e a sugestão do pessoal do hotel foi esse restaurante. Como naquela época não existiam vans, o hotel providenciou uma kombi para nos levar. Eu confesso não gostar desse tipo de comida – e acredite, também não gosto da comida tradicional mineira – mas todos que foram comentavam o sabor até então desconhecido pela maioria de mineiros, paulistas e cariocas que formavam aquele grupo de amigos de férias.

    Quanto ao Gastro Pop Peruano… Nesse dia não vai ter delivery? Estou precisando conhecer a tal comida peruana, tão falada por Carlos 🙂

    Já a indignação do Ed, que pelo que entendi é o responsável pela introdução nos posts antigos… Não resisti e uma pesquisa no arquivo da “Isto É” mostrou que possivelmente ele se referia àquela semana de terror em São Paulo, quando policiais foram mortos, ônibus incendiados e a cidade adotou, com medo, seu toque de recolher.

    Por fim… A moqueca capixaba é um de meus pratos preferidos. Na infância, dividíamos nossas férias entre Cabo Frio e as praias do Espírito Santo. Aqui em Minas, Guaraparí, Marataízes, Piúma, Anchieta sempre foram “nossas praias”. Há doze anos, uma prima/irmã mudou-se para Vitória. Redescobri o Espírito Santo. A cidade está linda e a região na qual ela mora – Praia do Canto – é ótima! Em uma de minhas idas à cidade, visitei o Palácio Anchieta, sede do Governo, na região do porto, seu centro histórico, com suas escadarias ligando a cidade alta à cidade baixa, o Teatro Carlos Gomes, a Capela de Santa Luzia. Outra surpresa! Quanta história! E o que dizer da região serrana do Espírito Santo, com cidades fundadas pelos colonizadores italianos – Santa Teresa – e alemães – Domingos Martins? Esse inter-blog me fez salivar. E nem falei da fábrica da Garoto e a caixa com 50 batons que eu e meus irmãos tínhamos o “direito” de comprar em cada férias.

    Abraços,

    Adriana

  7. 7 Márcia Lefouet 14 de outubro de 2008 às 13:40

    Nossa, que delícia!
    adoro moqueca, mas confesso q tb amo peixada, com leite de coco e etc…
    Parabéns por mais uma edição do DCPV, está ficando cada vez melhor!!!
    Ah, e a foto da Dé tá um luxo, msm!
    Abs!!!

  8. 8 eduluz 14 de outubro de 2008 às 19:36

    Aline, pode estar certa que o prazer foi todo nosso ! Só reproduzimos tudo o que você passou, com entusisamo, pra nós. O parafuso, as moquecas, a torta, o chocolate. Tudo muito bom mesmo.
    E quanto ao mundo melhor, a recíproca é verdadeira !
    Quando estiver por aqui, não se acanhe !! É só avisar que faremos uma noite especial. Afinal de contas, todos que passam por aqui, principalmente os Inter-Blogueiros, tem carteirinha de sócio do DCPV !

    Prof Michel, é mesmo: esquecemos do “Meu Pequeno Cachoeiro”. Betão Carlos !!
    E quanto ao jantar, estamos a disposição ! Me avisa quando vai acontecer pra me programar. Este post vai bombar !!! rsrsr
    A Dé manda agradecer pela foto !!

    Odete, grato pelos elogios. E pretendo continuar interpretando melhor ainda no húngaro !!
    Quanto a horta, ela é a nossa abastecedora de alimentos frescos. E está sempre produzindo. Aguardem pelas fotos da jaboticabeira !
    No caso das panelas, vou contar um segredo : são emprestadas !! rs

    Ameixa, a Aline é realmente muito legal e alto astral.
    Quanto a foto, vou mandar enquadrar e guardar pois achei muito bonita mesmo!E as dos brindes já são uma marca registrada !!

    Nana, grato pela passagem e por ter gostado ! Já estamos com as incrições abertas pra 2010 ! (Chique, não ?)

    Adriana, vamos por partes :
    1 – Quanto ao Mercadão, vou discordar. Acho tanto o pastel como o sanduiche de mortadela enormes e bem ruinzinhos! O Mercadão, não. O Mercadão é muito bom !
    2 – Eu também confesso que não gosto muito do tipo de comida do Mocotó, a botecal. Mas a de lá é tão boa que não tem como não gostar !
    3 – Boa idéia. Vamos lançar o Disque-Ceviche !!
    4 – Quanto ao Ed ( é estranho chamar o meu irmão de alguma coisa que não seja Déo), eu sabia dos acontecimentos. Só não quis dar o tom trágico pra coisa toda !
    5 – Eu nunca tinha comido Moqueca Capixaba. Gostei muito !
    O Mingão escreveu anti-Marataízes porque ele foi pra lá e não gostou nem um pouco !! Agora, Baton Garoto não é do meu tempo !! rsrsrs

    Márcia, eu confesso que gosto também da moqueca baiana. Este é o lado bom de ser paulista e não precisar ser bairrista : gosto de todas as moquecas !
    E a Dé agradece novamente pela foto e pergunta : como é que está o Guigão? Vai ser de escorpião também ?

    Abs a todos e a Dé mandou avisar que a exposição de fotos dela coincidirá com o lançamento do nosso livro.

  9. 9 Adriana 14 de outubro de 2008 às 23:38

    Oi Edu!

    Bom, quanto ao sanduíche de mortadela ou pernil do Mercado, concordo com você: não sei como conseguem fazer, nem como conseguem comer, um sanduíche daquele tamanho. Mas gosto do pastel. É verdade, que o melhor pastel que já comi ai em São Paulo foi em uma feira na Vila Madalena, que descobri “sem querer”. Mas não sei quando essa feira acontece e nem sei mais onde fica. Estava passando e ai… Como adoro pastel de carne…

    Estou começando a aprender com o DCPV que a escolha do prato, para algumas pessoas, é bem mais do que escolher o que vai comer. Essa escolha faz parte de um desejo maior, de conhecer sabores, temperos, lugares…como o Mocotó. Não tem nada a ver com gostar ou não da comida. Talvez o que mais goste no pastel seja o sabor do Mercado, que concordo com você, é muito bom!

    Ih! Estraguei o clima então ao fazer referência àquele maio de 2006. Mas sempre que conversei com Ed/Déo ele estava tão bem humorado que fiquei curiosa em saber o que o teria deixado tão indignado. Aliás, aproveito para enviar um recado para o mesmo: tudo bem, Ed? 🙂

    Bem, a Marataízes a que me referi era a do início dos anos 70. Não sei quando Mingão esteve lá. Parte da família tinha casa de praia na cidade, então era a viagem de férias para praia que viabilizava a ida de todos os primos. As ruas da cidade eram de terra e ficávamos soltos. Cavalos e bicicletas eram alugados por hora. O vendedor de picolé, “Seu De Óculos”, esvaziava sua geladeira de isopor, quando chegava às barracas coloridas dos mineiros e, espertamente, deixava para receber à tarde, em casa, quando esvaziávamos outra geladeira de isopor. Era um picolé caseiro, água colorida, mas cujo sabor não esqueço. E quando sinto aquele sabor, junto vêm as imagens daquelas férias capixabas.

    Quanto ao batom Garoto… Pode ser que a produção não tivesse como destino São Paulo, mas que já era da sua época, isso era…. rs … Eu tenho 48 anos… Tem menos do que isso? Não tenho certeza, mas o DCPV não comemorou os 50 anos de alguém há alguns meses? rs

    Recebi hoje, os jornais. Adorei a ilustração do ninho. Agradeça Débora, por favor. Parabéns pela iniciativa. È muito bom saber de empresários que se preocupam em incentivar a leitura, a formação cidadã e a disseminação de informação. E o jornal está alegre, convida à leitura. Opinião de quem aos 18 anos era diagramadora.

    Abraços!

    Adriana

  10. 10 Márcia Lefouet 15 de outubro de 2008 às 21:55

    kkkkkkkk
    Pelo jeito, vamos ter um bebê de escorpião, sim1 E pelo q dizem, é virado esse povo regido por tal signo, né?
    Mas pode deixar q eu aviso a vcs qdo ele for chegar!!!
    Abs – e eu quero convite para a exposição!!!

  11. 11 eduluz 16 de outubro de 2008 às 21:46

    Adriana, vamos lá :
    1 – Você acertou em cheio. O sanduíche de mortadela só é bom porque é no Mercadão. Experimente chegar em casa e encher um pão com mortadela daquele jeito! Dá até enjôo !!
    2 – Não estragou o clima, não. É difícil estragar o clima por aqui !!
    3 – O Mingão foi no começo deste ano e tirando a moqueca, ele achou bem mais ou menos !
    4 – É claro que conheço o Batom Garoto ! E não tem jeito de enganar a pesquisadora. É isto mesmo ! Tenho meio século de idade !!rs
    5 – Concordo sobre o jornal. É muito bom mesmo e não é porque é a Dé que cria, não !
    E ela agradece pela tua participação. O texto ficou muito bom !

    Márcia, estamos aguardando pelo anúncio da chegada do Guigão. E ele será de escorpião como o big boss aqui. Agora, o que bem a ser “virado” ? rsrs
    Quanto ao convite, acho que vamos fazer uma festa só ( olha a economia em baixa !!) junto com o lançamento do livro !

    Abs a todas !!

  12. 12 Fabrícia 17 de outubro de 2008 às 18:33

    Queridos confrades,
    Mas essa soirée capixaba foi um luxo só. A Aline é demais e vocês conseguem reproduzir com perfeição os menus dando aquele toque dos confrades. Agora, D. Dé …. você está arrasando nas fotos…..adorei as panelas também….lindas.
    Beijos dos confrades daqui que estão à quase – 2°C.

  13. 13 eduluz 18 de outubro de 2008 às 09:53

    Fabrícia e Mohamed, a soirée ( bonita esta palavra, né?) foi muito boa mesmo. E a Dé agradece e confirma que a exposição será realizada quando do lançamento do nosso livro ( que por sinal, foi idéia sua !).

    Só pra relembrar, vou citar os próximos Inter-Blogs :

    novembro – Lídia do Cozinha Turca
    dezembro – Marizé do Tachos de Ensaio com um menu Natalino
    janeiro – Pipoka do Three Fat Ladies
    fevereiro – Mariana do Caos na Cozinha
    março – Márcia do Idéias a la Carte
    abril – Patricia do Technicolor Kitchen
    maio – Michel do Khodair
    junho – Ameixa do Canela Moida
    julho – Odete do Páprika na Feijoada
    agosto – Fabrícia do Sopa Vermelha com a cozinha canadense
    setembro – Lud do The Inner Life of Food
    outubro – Dadivosa do Dadivosa
    novembro – Nina e Marcel do Gourmandise Brasil
    dezembro – Cris do From Our Home to Yours

    É isso aí . Abs não tão congelados !


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