Arquivo para março \31\UTC 2009

dcpv – y5 : o dia da liberdade

domingão                                                                                     15/03/09

                                Y5 – O dia da Liberdade !

E chegamos à 5ºedição do Projeto Y. Desta vez, quem indicou o menu ou melhor, o “cardápio” foi o LPontes do blog Outras Comidas.

Esta é a segunda vez que ele indica, além da 2º em outubro ( as outras pontas do Y ou seja,a Marizé fez a 3º em dezembro e eu, a 1º em julho  e a 4º em fevereiro).

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O Luís radicalizou e assumiu o seguinte princípio : neste menu a liberdade não terá de ser conquistada, ela é assumida desde logo como tempero essencial deste cardápio temático e de simples orientação, o ponto de união, o denominador comum dos três braços do Y, agora adulto e plenamente livre”.

Resumindo : Ôba !! Vou poder improvisar e adaptar as indicações ( sim, as “receitas” tem somente indicações de como executá-las) de acordo com o gosto dos comensais, ou seja, eu e a Dé !

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Vamos então ao 5º Projeto Y, denominado “Quem vai ao mar, avia-se em terra!”.

Começamos os trabalhos com um belo Portônica ( gelo, vinho do porto branco e água tônica). É viciante !

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Y1 – Amuse Bouche : Carpaccio de Vitela Marinado
         Amuse Bouche executado :  Carpaccio de Salmão Pancettado

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O LPontes queria oferecer originalmente um amuse que deveria ser comido numa bocada só. Uma fatia finíssima de vitela servida sobre gelo moído apimentado, com aioli anchovado e passado rapidamente num molho de ostra quente.

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Minha adaptação : como a Dé não gosta de carne, inverti o sentido mar/terra e fiz um carpaccio de  haddock ( o mar) com a mesma cama de gelo apimentado e utilizei um aioli pancettado ( a terra) repetindo o molho de ostra.

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Ficou um espetáculo e pena não ter feito muito mais.

Y2 – Entrada – Sopa de Inhame, Mascarpone e Camarão.
          Entrada executada – A mesma

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Indicação aceita na sua totalidade. Camarão representando o mar, inhame a terra e o mascarpone, bem, mascarpone é mascarpone.

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Sopa cremosa, deliciosa, sedosa e gostosa de comer.

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Ainda mais acompanhada pelo nosso querido Clarete Tremendus Rioja que é Y desde pequenininho !

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Y3 – Prato de Peixe – Atum ao Foie Gras de Pato
          Prato executado – Linguado com Manteiga Trufada

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A idéia do Luís era misturar a untuosidade do foie com a aspereza da fibra do atum fresco. Neste caso, a  nossa incompatibilidade era total  pois nem foie gras e muito menos o atum figuram entre os ingredientes preferidos da família Luz. Inclusive, a Dé considera o atum como a “carne” dos peixes !

Acabei optando pela untuosidade da manteiga trufada acompanhado pelo queridinho da Dé ( além de mim, é claro), o linguado.

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Insuperável todo o conjunto. É a simplicidade em pessoa com um resultado maximizado. (ê, trufas !).

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Portanto, desta vez, usei uma das máximas do LPontes : “é um cardápio estranho em que as “receitas” são idéias para gente que sabe cozinhar, imaginar e fruir, ingredientes-base, intenção gustativa final e quanto ao resto … arte, criação, liberdade !”

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Segui o mestre !!  

Y4 – Prato de carne – Magret Tonnato
          Prato executado – Peito de Frango Tonnato

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O Luís indicou peito de pato regado com um molho de posta de atum em conserva e vinagre balsâmico.

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Adaptado ao nosso gosto pessoal, utilizei peito de frango com a sua pele ( e virou um torresminho!) e continuei com a idéia do molho utilizando uma bela lata italiana de atum ( o tonnato) e um vinagre balsâmico série prata !

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Ou seja, um frango trajado de smoking e se encerrando na idéia da mistura ar/mar ( se é que frango e pato realmente voam !).

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Acompanhei com um pesto simples de manjericão e tomates secos confitados. Excelente !

Y5 – Sobremesa – Ovos Celestes Montado em Agar de 3 Portos
          Sobremesa executada – a mesma

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Esta foi seguida à risca, mesmo porque é um doce. Esquenta-se 125g de açúcar em 120ºC, deixe esfriar e junte 12 gemas. Volte ao fogo até fazer com que a massa desprenda do fundo. Depois de esfriar, adicione metade do peso da massa em amêndoas e nozes picadas muito finas, mas não farinhadas e algum fruto seco a gosto ( eu coloquei mini-figos iranianos).

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Daí é só moldar no formato que lhe convier, espetar em um palito, passar em gema de ovo e queimar rapidamente com maçarico.

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Pra melhorar o conjunto, formatei gelatinas de vinhos do Porto (Ruby e Branco). Gostamos dos dois formatos. Deste :

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E deste :

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Como o próprio Luís escreveu : “Um novo desafio, um novo patamar, vai ser este Y5”. E foi mesmo. Pensando bem, tem sempre um novo ângulo pra ver as coisas muito bonitas !

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Que venha o 6º Y com a  indicação da Marizé !!

Até o próximo !!

 

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dcpv – rapa nui – eu quero a minha moal chandon

rara ki te ra´ã                                                          mahana maha/tanjaroa ‘uri

                         Eu quero a minha moal Chandon

Após um lauto café da manhã ( ainda vou defender uma tese sobre o porque dos pães fabricados em lugares praianos serem tão bons!), rumamos pro nosso primeiro passeio: a fábrica dos moais, o monte Rano Raraku.

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Primeiramente vamos a explicação básica. Os moais eram como troféus pra que o rei e os chefes das tribos demonstrassem o seu poder.

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Quanto maior e mais bonito o moal, mais importante seria o “figurão” que ele representasse (qualquer semelhança com os carrões, apartamentos, jóias, gadgets, etc de hoje em dia não é mera coincidência!).

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E o mais estranho é tentar descobrir como eles foram transportados pois eram talhados ( em pedra maciça) na montanha e posicionados definitivamente nos ahu, as plataformas que normalmente  ficavam a km donde eram esculpidos e próximas as praias.

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Surgiram várias teorias ( não existe nada escrito e portanto, comprovado): através de toras de madeira e daí a completa falta de vegetação aérea da Ilha; utilizando pedras roliças na base dele sendo que ele era transportado completamente em pé  através de cordas (lembrem-se, são estruturas de no mínimo 6 m de altura e pesando em torno de 50 t). E até que usaram vegetais como meio de locomoção a fim de diminuir o atrito. Por exemplo, batatas doces ! Imagine a quantidade de purês que fizeram pois a distância era grande.!

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É claro que alguns caiam pelo caminho.

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Ah! Além do mais é expressamente proibido pisar em moais ! rs

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Pra refrescar as idéias, o explora montou um almoço em plena praia  de pedras  e com piscinas naturais  que mais pareciam as do Império Romano. Com direito a pratos frios/quentes e vinhos da casa.

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Padrão explora de qualidade.

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Ainda deu tempo de passarmos pela única cidade da Ilha de Páscoa, Hanga Roa ( 4000 hab) onde estava  se realizando a Tapati, uma festa anual onde todos os locais participam e tentam manter a sua cultura.

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São várias competições ( gastronômicas, físicas, intelectuais) e justamente neste dia, vimos uma espécie de Garantido x Caprichoso, o boi Rapa Nui já que esta competição é entre duas famílias tradicionais da Ilha de Páscoa!

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Todos os participantes se despem, passam lama pelo corpo todo, se pintam e juizes dão notas pra cada um deles. Teve até  legítimos Rapa Nui paraguaios !

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Ganha a família que tiver a soma mais alta das notas e a vencedora, elege a Rainha da Ilha por um ano.

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Muito interessante ver como as pessoas quando tem as suas tradições, não tem o mínimo pudor de participar da festa. Olha deu vontade de participar in-natura também !

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Todo mundo peladão e uma parte da população com um corpinho de fazer inveja ao nosso Ronaldo Fenômeno !!

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Voltamos a tempo de fazer uma bela boquinha noturna !!

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Ah! explora !

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Maururuu !

 

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dcpv – (suspiro!) Ah! O Maní !

sabadão                                                                                            20/03/09

                                                  Ah! O Maní!

A Dé e eu ( a Re também) adoramos a comida da Helena Rizzo e do Daniel Redondo. Já fomos várias vezes e me lembro que a primeira vez foi logo na semana de abertura.

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O Maní não tinha o menu eclético que tem hoje pois estava relacionado a comida quase-natureba ( fomos por causa da participação da Fernanda Lima na sociedade. Ela ainda é?), mas já despontava como um lugar muito descontraído e com um astral diferente.

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Resolvemos voltar pelos seguintes motivos :

A) Fiquei sabendo de alguns pratos-teste que a dupla Helena/Daniel criou e que só eram servidos se o cliente solicitasse ( quase um nazista da sopa!!).

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B) Estávamos com vontade de comer coisinhas agradáveis.

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C) Queríamos ver gente bonita ( é claro que nos incluímos neste item, rs)

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D) Estávamos morrendo de saudades do couvert com aquele “biscoitão” de polvilho de fechar o comércio!

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Iniciamos o nosso prazer, degustando o belíssimo couvert : manteiga deliciosa, pasta de queijo de cabra com pimenta rosa e um creme muito bom ( não me lembro do que era feito! rs) acompanhados por pães fresquinhos e a tal placa de povilho inesquecível.

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Pedimos 2 taças de vinho ( uma de Alamos Chardonnay 2007 pra mim e uma dum Pinot Noir Viniterra pra Dé).

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Como a comida é sensacional, o Maní é um dos poucos restaurantes em  que fazemos a refeição completa : entrada, principal e sobremesa.

A Dé pediu um Consomé de Tomates com tamarilo, mini-burritas e manjericão. Este é um dos pratos novos do Maní. E é surpreendente pois ( como a foto mostra) não tem  visualmente nada de tomate ( cadê o vermelho?), mas o gosto é totalmente atomatado. Fantástico!

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Eu pedi um daqueles que não estão no menu. Lichias recheadas com foie gras ( gracias Demian! ), gelatina de Sauternnes e alguma coisa de rosas caramelizada. Lindo e saboroso!

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Estávamos extasiados e os principais ainda estavam por vir.

Pra Dé, um Risotto de beterraba com pupunha, coalhada seca e azeite de trufas. Um risotto al dente ( coisa difícil de encontrar) e extremamente fotogênico!

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Eu fui de Arroz de Bacalhau Defumado com emulsão de açafrão e azeite de pinolis. De-li-ci-o-so!

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Pra não complicar muito, escolhemos uma sobremesa pra dividirmos. “Jabuticabas”, uma gracinha formada por creme de gengibre, chocolate branco, sorvete de iogurte e caramelo de pimenta sechuan. Olha, é de chorar de alegria!

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Dois cafezinhos, a conta (R$270) e uma certeza : o Maní é tão bom que ali, se segue uma das máximas do Ricardo Freire ( aproveite e vá visitar o seu site novíssimo, o Viaje na Viagem) : toda refeição lá é uma pequena viagem!

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Até a próxima ( e esperamos que seja no Maní).

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Milão, Maria e La Rinascente

Va bene                                                                           out/08

                        Milano, Maria e La Rinascente

“Xiiii, fique pouco em Milão”. 
“Milão é muito chata ! Fique mais em Florença!”.
“Os milaneses são metidos!”.

Estas foram algumas das opiniões ( abalizadas) que ouvi sobre Milano quando estava planejando o roteiro da nossa viagem e confesso que estava com dúvidas em incluir duas noites nesta cidade controversa!

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Por outro lado, a Maria Auler, uma brasileira das mais assíduas frequentadoras do DCPV e que mora em Milano,  já vinha me dando várias dicas de lugares bacanas pra conhecer por lá. E, quando li, não sei onde, que um dos defeitos de Milano era parecer São Paulo, pensei : Pô! Temos que ir pra lá !

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Eu, a Dé e a Maria.

Sábia decisão ( estou me especializando nisso !!).

Ficamos lá as duas últimas noites da viagem no hotel The Straf ( uma dica do grande Paulo Miranda), super bem localizado, ao lado do Duomo e em frente ao grande-mega-hiper-sex-shop La Rinascente  .

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Chegamos num sábado à tarde pra entregar o carro já que, aí sim, todas as indicações pra não andar motorizado por lá ( o trânsito é muito pior que o de SP!!) são verdadeiras.  Carro entregue (após uma drama típico dos italianos) , nos alojamos num quarto moderno ( o hotel é do formato design) e com uma bela particularidade: uma cadeira de massagem que simplesmente nos fazia passar uns bons momentos desfrutando dos seus préstimos (ainda mais, depois de andar o dia inteiro).

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E pra melhorar o The Straf fica ao lado da Galeria Victorio Emanuelle.

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No domingo de manhã e conforme o combinado, fomos nos encontrar com a Maria pois ela tínhamos combinado um city-tour a pé . Aproveitei pra marcar no Cenacolo do Da Vinci ( reserve, com eu fiz, pela Internet pois vi um monte de gente não conseguindo entrar) e após nos deleitarmos com aquela pintura espetacular, fizemos as apresentações iniciais  e fomos bater pernas.

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O esposo dela, o Franco, só foi dar um alô e tomar um café. Continuamos nós 3.

Passamos pelo Castelo Sforzesco…

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… pelo Quadrilátero da Moda ….

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… vendo grandes lojas gastronômicas…

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… sendo observados pelo Leonardo …

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… e chegamos ao Duomo.

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Parada final : La Rinascente.

Ela é uma loja de departamentos em que o último andar, além de ter uma vista estonteante do Duomo, mais especificamente da cobertura do Duomo com todos os seus detalhes, tem vários restaurantes e uma grande loja gastronômica. Enfim, um super Santa Luzia italiano.

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Aproveitamos pra almoçar lá mesmo. A Dé foi de Lazagna Veggie.

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A Maria escolheu um Penne a la Matriciana.

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Eu, o fominha,  escolhi um Risoto da Casa, ou seja à milanesa com um tremendo ossobuco.

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Tudo acompanhado por um bom Barbero D’Asti e melhor ainda, num dia ensolarado e maravilhoso.

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Com a devida benção da Madonnina que fica exatamente no ponto mais alto do Duomo…

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… nos despedimos da Maria ( ela mora entre o Lago de Com0 e Milão), não sem antes agradecer pela atenção que ela nos dispensou e pela sua simpatia. Esperamos fazer o mesmo quando da sua vinda a São Palo.
Atravessamos  a rua e aproveitamos pra fazer uma “piccolla” massagem antes de voltarmos as ruas milanesas.

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Ainda comemos mais duas vezes na La Rinascente. No Wine Bar no domingo à noite. E no almoço da segunda,no Mozzarella Bar que por sinal é espetacular pois todo o cardápio é baseado em vários tipos de muçarela ( é assim mesmo que se escreve em português!) de búfala da Itália.

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No frigir dos ovos, a verdade é que Milano é um up-grade de SP com suas construções históricas, suas tradições, sua população totalmente fashion ( a Dé achou muito legal!) e sua riqueza transbordante.

Chegamos em casa com compras que espelharam todo este paraiso da moda !

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Arrivederce !

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ilha de páscoa – cadê os coelhinhos ?

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                           Ilha de Páscoa – Cadê os Coelhinhos  ?      

Voo LAN Santiago-Ilha de Páscoa normal, excetuando-se  a bagunça quanto aos números dos assentos que eram totalmente separados. Tudo resolvido graças a pronta interferência da Dé.

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Após 5 horas, chegamos a Rapa Nui ( Pedra Grande). As condições da aterrissagem são parecidas com as de St. Martin.

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Calor infernal, aeroporto amador ( quase primitivo e por isso mesmo, sensacional) e o translado pro explora ( é assim mesmo, com minúsculas).

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E cabe uma explicação sobre a cadeia de hotéis explora. Eles tem 3 hotéis no Chile ( um no Atacama, outra na Patagõnia e este na ilha de Páscoa) em que a filosofia é a seguinte : transformar a sua viagem numa experiência inesquecível. E eles cumprem o que prometem!

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Como é que alguém que utiliza as seguinte frases como referência não cumpriria  com o prometido (nota – o livreto de apresentação do hotel já é uma viagem) :

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”  A Verdadeira viagem não consiste somente em ver novos lugares, mas em olhar com novos olhos”.

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” Não viajamos só pra chegar, mas pelo prazer de fazê-lo”.

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” Para o explora, todos os dias são bons. Não nos assusta nem o sol, nem a chuva. Podemos passar por uma nevasca ou por um dia tranquilo. O mais importante é andar bem equipado (preparado) para desfrutar da aventura com qualquer clima e estar próximo de um hotel que o acolha” . Esta é praticamante a filosofia da Dé pra todas as nossas viagens.

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Resumindo: todos os explora te oferecem um pacote ( caro, mas vale cada centavo) em que a estadia é formidável, os passeios são feitos com guias locais e muito bem informados sobre tudo o que você vai ouvir, com respostas corretas pras perguntas e  instruídos pra, se necessário, deixar que o silêncio seja a melhor informação. Além de uma gastronomia de primeira acompanhada por vinhos da Gracia de Chile, uma vinícola dos mesmos donos dos hotéis.

Só pra exemplificar, na primeira noite tivemos uma bela sopa de tomates pra Dé.

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Uma salada especial pra Re.

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E camarões com fagiolli pra mim.

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Um fetuccini com pesto e peru pra Re e  peixe com molho de papaia pra Dé e pra mim.

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Além da sobremesa, um creme brulée de maracujá.

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Bom. Chegamos, nos instalamos, abastecemos o corpo e o espírito. Estamos prontos pra começar a explorar a Ilha de Páscoa e a investigar sobre o porque da existência dos moais ! Por enquanto, não vimos nenhum !! Certamente veremos!

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Até o próximo post !

Maururuu.

Veja também os outros capítulos da viagem:

https://eduluz.wordpress.com/2009/03/30/dcpv-rapa-nui-eu-quero-a-minha-moal-chandon/
https://eduluz.wordpress.com/2009/04/20/dcpv-lugar-de-moal-e-no-ahu/
https://eduluz.wordpress.com/2009/04/28/dcpv-namaste-skyline/
https://eduluz.wordpress.com/2009/05/11/dcpv-dancando-um-tango-em-orongo/
https://eduluz.wordpress.com/2009/06/17/santiago-do-chile-neruda-la-moneda-e-adios/

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dcpv – a escolha do grande emmanuel bassoleil

número 208                                                                               11/03/09

                 A Escolha do Grande Emmanuel Bassoleil 

Já conhecia a excelente comida do chef Emmanuel Bassoleil desde os tempos do “finado” Roanne. Me lembro que comemoramos um aniversário da Dé por lá e que optamos pelo menu degustação. Resultado : o Bassoleil caprichou tanto que este jantar se transformou em inesquecível.

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Neste meio tempo, o Bassoleil virou chef executivo do Skye, o restaurante do Hotel Unique, o da melancia. ( falha imperdoável: ainda não fomos lá. Mas corrigiremos brevemente !)  E encontramos com ele no Gastro Pop 9, o da Borgonha .

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Lá, ele nos presenteou com o seu excelente livro, o “Sabores da Borgonha ” e é claro que no e-mail de agradecimento, eu perguntei pra ele se não toparia participar do nosso DCPV x Chef ?

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Pra minha surpresa, no outro dia e com o seu sotaque indefectível, o próprio Emmanuel me ligou :

” Alô! Eduardô? Aqui é o Emmanuel…. ”

Olha! Demorou (por incrível que pareça pois com aquele sotaque !!) pra cair a ficha. Ele foi logo perguntando como funcionava, eu expliquei e poucos dias depois ele me mandou as receitas da sua preferência. Nota : me mandou as receitas que ele usa e com comentários e tudo o mais !

Então, vamos lá ao DCPV x Chef com o grande chef ( e não é cacique!) Emmanuel Bassoleil.

Bebidinha : Kir Royal

Ele não indicou, mas é claro que eu tinha que fazer um Kir Royal :

1/3 de Licor de Cassis
2/3 de vinho branco seco

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Pronto ! Um belo e fresquíssimo Kir Royal. Dá pra imaginar o que seria tomar um belo Kir numa praia qualquer ! Eu ainda vou montar  estes tais quiosques pra vender umas comidinhas/bebidinhas com um pouco mais de classe. Vamos criar uma franquia, Emmanuel?

Entrada – Croûte aux Champignons

A comida já é boa. Com o nome em francês, fica melhor ainda!

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Esta Crostada de Cogumelos Gratinada é feita da seguinte maneira :
corte pão em fatias,…

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… coloque champignons (pleurottes, shimeji, shitake,paris, porcini) refogados no azeite junto com alho picado, por cima ….

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… e cubra com um creme bechamel.

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Finalize com queijo gruyére ralado.

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E gratine no forno.

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Segundo o próprio Bassoleil, ” esta  receita já foi adaptada para o Brasil. A original usa “morilles, girolles, trompettes de la mort, cepês … todos esses cogumelos são difíceis de encontrar por aqui”. Minha mãe as “prepare” ( o homem tem sotaque até escrevendo!) com morilles …

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Tomamos um vinho branco Chardonnay Tarapacá 2007 Chile, que disse, je suis “gran vinho, bassoléico, par perfect, parfait”.

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Além do mais, comemos do jeitinho que as nossas mamães ensinaram. Com educação e com os dedinhos mínimos levantados !! rsrs

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PrincipalLapin a Dijonnaise

Coelho ! E dos bons !
Tem mais, é só o coelho ser chamado de lapin  que instantaneamente o resultado final tem uma melhora acentuada. Neste caso, o lapin ( taí, gostei!) é marinado com uma mistura de vinho branco, azeite, alho, sal, pimenta do reino preta, cebola, cenoura e cogumelo Paris por 6 horas.

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Em seguida, tiramos o coelho da marinada, secamos e temperamos com sal e pimenta.  Douramos os pedaços numa panela com manteiga e polvilhamos um pouco de farinha de trigo.

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Despejamos a marinada e cozinhamos por mais uma hora. Separamos o coelho e levamos a marinada ao fogo, acrescentando tomilho, alecrim, creme de leite e mostarda ( de Dijon, touché!).

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Aí é só servir e comer com o maior prazer ! Ainda mais acompanhado de um talharim na manteiga. Uau !

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Um bom vinho ajuda a manter o astral. E foi o que aconteceu com o tinto Domaine Le Sarda Malet Coutes du Roussillon 2007 que foi “personalizado, cassizesco, bassolenesco, parfait II”, segundo os borgonheses, nós mesmos !

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SobremesaPoire Belle Dijonnaise

Esta pera cozida  no vinho e no cassis é fotogênica. Só falta desfilar e fazer caretas pra camêra !

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E fazer é fácil. Basta colocar vinho tinto, licor de cassis, açúcar, canela e fava de baunilha numa panela grande. Deixe ferver por 5 minutos  .

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Acrescente as peras descascadas ( só deixe o cabo) e deixe cozinhar até ficarem macias. Retire as peras e deixe a calda reduzir até 1/3. Junte as peras novamente e deixe-as esfriar dentro dessa calda. Leve a geladeira.

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O Emmanuel deu uma dica pra serví-la com sorvete de creme ou de cassis. Eu não segui esta orientação pois ela com a sua calda já são mais do que  o necessário pea satisfazer o paladar !

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Eis a opinião dos franco-ferrazenses ( cantando a Marselhesa) :

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Esta comida nos levou ao “Skye” (momento merchã) . (Edu)
Bassô! Geniôô ! (Mingão)
Superbe! Merveilleuse ! Delicieux ! (Déo)

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Grato ao Emmanuel por esta tão preciosa colaboração. E eu juro que ( tive a cara-de-pau !) o convidei, mas ele não pode vir ! Não faz mal! Faremos uma edição extraordinária do DCPV lá no Unique ! Deixa conosco !

Allez !

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dcpv – o dia em que a internet se materializou

incrível                                                                                                 21/12/08

O dia em  que a Internet se Materializou ( ou tem Sopa Vermelha no DCPV)

Quem acompanha o DCPV, sabe que quando fomos ao Canadá, mais precisamente a Montreal, nos encontramos com o simpaticíssimo casal Fabrícia e Mohamed ( by Sopa Vermelha) pra nos divertirmos profundamente vendo/cheirando/comendo as gostosuras do mercado Jean Talon.

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Lá mesmo, selamos o compromisso que quando eles viessem ao Brasil, nos encontraríamos novamente na grande metrópole de Ferraz de Vasconcelos onde a dupla faria um belo menu tunisiano pra nós.

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Pois bem. O tempo passou e chegou a hora de nossos confrades ( o Inter Blogs Tunisiano feito por eles foi um sucesso!) cumprirem a promessa.

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Dia 21/12 , domingo, lá estavam eles tocando a campainha aqui de casa. E não é que eram mesmo a Fabrícia e o Mohamed?  Cá estavam pra fazermos um leve churrasquinho no almoço e um belo menu tunisiano no jantar.

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O churrasco correu às mil maravilhas. Apesar de eu ter esquecido de tirar as fotos,  comemos asas de frango apimentadas, linguiças temperadas by sex shop, picanha no sal grosso e na pancetta, batatinhas com ervas e ao curry.

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Antes que eu me esqueça de citar, o Mingão e a Regina, a esposa dele também estavam por aqui.

Barriguinha forrada, conversa colocada em dia, o próximo passo foi preparar o jantar ( vida de gourmand é muito triste!).

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Comprei um belo pernil de cordeiro e o Mohamed fez questão de fazê-o  como manda o figurino ( esta é nova!) tunisiano : marinado e assado lentamente. Acompanhado de batatas e azeite, muito azeite no forno.

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Antes disso, como entrada um fricassé da Tunísia  mais conhecido como acarajé tunisiano ( e não é que parece mesmo!).

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Uma bela massa frita e ….

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… recheada com uma mistura de atum, ovo cozido, azeitonas pretas, alcaparras e batatas cozidas amassadas.

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Todos os acarajés foram comidos com o acompanhamento de harissa e de um belo claret up.

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Ah! Comemos também as famosas tâmaras recheadas de manteiga e açúcar gay que tanto sucesso fizeram no Inter Blogs dos confrades.

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E bebemos um coquetel, o Diabolo Menthe( eu não sabia o nome, mas os os confrades me salvaram!) composto de licor de menta, soda e muito gelo.

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Voltando ao pernil, ei-lo !!

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Lindo e desmanchando na boca.

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Veja que o Mohamed não teve o mínimo trabalho pra cortá-lo.

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E nem nós pra comê-lo !

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A sobremesa ficou por conta da Fabrícia. É, nós ( eu, a Dé, o Mingão e a Regina) ficamos como sus-chefs tentando fazer com que tudo corresse às mil maravilhas ( se bem que o chef Mohamed reclamou que eu não o tinha abastecido com Coca Cola ! rs)

E a Fabrícia fez uma Harissa Bel Louz ( bolo de sêmola com amêndoas )

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Uma mistura de farinha de amêndoas, tâmaras, açúcar, sêmola, ovos, zest de laranja, ovos, manteiga, leite, essência de baunilha, água de flor de laranjeira, fermento em pó, açúcar baunilhado e sal !

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Estava delicioso . E a Fabrícia nos disse que ficaria melhor no outro dia ( esta previsão se confirmou!).

Pronto! Tudo devidamente degustado . Só nos restou dormir pois estava todo mundo pregado ( nós pelo baile de formatura da Renata, a Fabrícia e o Mohamed pela viagem).

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Até a fumadinha do narguilé ficou pra próxima, mas pelo menos tivemos a consultoria gratuita do Mohamed, um expert no assunto que nos ensinou como utilizar corretamente o “bichinho”.

Foi um prazer imenso receber um casal tão simpático, divertido e com um montão de coisas boas pra falar.

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Como agora a bola está conosco, prometo que daremos um jeito de fazermos uma escala em Montreal numa próxima viagem e irmos jantar juntos.

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Até a próxima !

 

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