Arquivo para julho \30\-03:00 2009

dcpv – da cachaça pro vinho – boa vizinhança – oliva e veríssimo

ó bugui ugui
06/06/09

Boa Vizinhança – Oliva e Veríssimo

A nova sede do dcpv, a paulistana, tem uma excelente vizinhança.

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Fomos (eu, a Dé, o Mingão, a Regina e o Lucas. A Re estava fazendo o famigerado PGE) conhecê-la.
O primeiro vizinho visitado foi o restaurante Oliva.

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Veio recomendado pelo Diogão, o Destemperado já que lá é um posto de distribuição do novíssimo Guia Destemperados da Serra Gaúcha.

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O lugar é muito bonito, tranquilo e passa aquele ar mediterrâneo.

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O chef/proprietário Julio Medeiros faz uma cozinha saborosa, com bons ingredientes e num ambiente extremamente relaxante e confortável. Até uma fonte (com barulhinho de água e tudo mais) tem por lá!
Parece um daqueles lugares que você entra sem conhecer quando está viajando (vocês me entendem, né?)

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Começamos com um belo couvert formado por tzatiziki (uma pasta grega), pasta italiana de berinjelas, manteiga com gergelim e, claro, azeitonas temperadas além de pães feitos na própria casa.

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A Dé e o Lucas pediram um Tagliatelle com Linguiça. Um molho apimentado e com um toque adocicado deixaram este prato irresistível.

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Eu fui de Pernil de Cordeiro com “arroz a la huerta azafranado”. O cordeiro é cozido lentamente em panela de barro e o arroz é ao açafrão com legumes bastantes crocantes além da coalhada seca, bem sequinha . Pra quem é um cordeirólogo como eu, foi mais do que aprovado.

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A Regina pediu Gnocchi de Mandioquinha, extremamente leve como todo bom gnocchi deve ser e com uma carninha, quase um raguzinho pra acompanhar.

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Já o Mingão foi de Medalhão ao Molho de Mostarda Dijon. Foi o prato menos brilhante (se é que podemos falar isso) de toda a refeição, mas isto vale como referência pois normalmente o Mingão pega o menu e pensa, pensa, pensa e … sempre escolhe um deles!

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E com o friozinho reinante, nada como um Alamos Malbec  2008 Argentina. Tanicozinho e bastante quente.

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Tudo mostra que o Oliva, apesar de não ser muito badalado e estar fora do eixo “gastronômico”da cidade, promete o que cumpre: entregar uma comida honesta, muito bem feita e com um ambiente excelente pra conversar e contemplar.

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Certamente esta foi a primeira de muitas refeições/visitas que faremos por aqui.

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Encerramos o dia visitando mais um vizinho: o bar Verissimo (neste exato momento, está em reforma), que como o nome sugere é todo decorado com memorabilia sobre o grande escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo.

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Um boteco/restô caprichado, com música decente ao vivo e  cervejas de várias raças!

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Além de comidinhas de deixar qualquer um (inclusive o Mingão) satisfeito. Caldinhos, pastéis, tacos, escondidinhos, risottos, massas, pizzas, etc. E, todos com os nomes das (hilárias) obras do grande saxofonista ( olha o corporativismo!) Luiz Fernando Veríssimo.

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É, pela vizinhança, a nova sede promete!

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Até!

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dcpv – da cachaça pro vinho – 18º interblogs – páprika na feijoada do dcpv

aos baratóms
número 223
23/07/09

dcpv – 18º interblogs –Páprika na Feijoada do dcpv

Szia ! (Olá)
Você conhece a Hungria, neguinho?

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Sabe alguma coisa sobre Halászlé, Gulyás, Libamá, Kobaz, Strudel, Borscht, Shanks, Galuska, Linzentorte, Odete e George?

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Ôpa, Odete e George você conhece!

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George é o esposo húngaro da brasileira Odete, a barát (amiga) do blog Páprika na Feijoada e convidados especiais deste nosso 18º interblogs (quer saber o que é e como funciona?), onde apresentarão um menu húngaro completo.

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Como a própria Odete escreveu num dos primeiros e-mails que trocamos “contei pro George sobre o convite e ele ficou super feliz -teve um rompante de nacionalismo- e já começou a ter um monte de idéias. Você sabe que é muito engraçado porque apesar da Hungria ser um país bem pequeno (93 Km2 e população de 11 milhões), impressionam as diferenças culturais e gastronômicas de uma região pra outra, com uma culinária bastante diferenciada“.

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Isto foi há quase um ano. O menu hibernou e voltamos a conversar no início de junho. A Odete disse “o tempo passa voando, né? E que bom que o evento vai ser ainda durante o inverno de vocês aí no Brasil (eles moram em San Jose, Califórnia), afinal a cozinha húngara é mais apropriada ao frio. Estou a disposição e vou te mandar uma ideia do menu. E, claro, tem os pitacos do George. Afinal, húngaro original por aqui é ele, hehe!”.

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Pronto! A Odete e o George me enviaram as receitas e confesso que fiquei surpreso com a quantidade de detalhes que elas continham. Tanto que vamos firmar um compromisso: caso você se interesse e queira a versão completa (se eu fosse colocar todas aqui, bateria o recorde do post mais longo da história do dcpv), entre em contato comigo ou com a Odete através dos comentários dos nossos blogs e você receberá a versão integral e em húngaro! rsrs
E tem mais, a Dé caprichou na produção pra que a nossa mesa representasse uma verdadeira cozinha Magyar.

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A surpresa também foi grande com a riqueza das receitas e com a quantidade de informações sobre a Hungria.
Por aqui só falávamos de Goulash, Ferenc Puskas (cracaço de futebol, quase um Ronaldo de lá!!), Budapeste, Tokaji, Magyar e olhe lá!
Continue lendo e você saberá bem mais sobre a cultura húngara.

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A Hungria se tornou a nação dos Magyars que foram nômades que se estabeleceram nas planícies de terras férteis na Europa central, área conhecida então por Carpathian Basin.
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Então, vamos lá ao grande menu Húngaro do Páprika na Feijoada da Odete e do consultor Magyar, o George, o Geo!
Egészségünkre! (o equivalente a um brinde coletivo)

Egy (1) – Italok ( Bebida)

Pra aquecer, as já famosas caipirinhas. O Mingão fez uma de kiwi.

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E outra de limão cravo e kinkã. Magiares !!

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Kettö (2) – Elöétel (Entrada)

Gombás rétes (Mushroon strudel)

Rolos de massa phyllo com um recheio de cogumelos.
Esta era uma especialidade da D. Maria Ször, a mãe do George. E é muito bom!
Faça um refogado de cogumelos porcini hidratados (guarde o líquido) e Paris, finamente picados (não moídos) num salteado de echalotas.

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Junte o líquido reservado do porcini, um pouco de vinho branco, sal, pimenta e cozinhe até evaporar. Adicione salsinha, deixe esfriar e faça rolinhos com duas folhas de massa phyllo em forma de triângulo. Leve ao forno até dourar. Corte pela metade.

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Agora entendemos porque a D. Maria gostava de fazer este prato em ocasiões especiais. É muito especial mesmo, ainda mais com um fio de azeite de trufas.

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Unanimidade nacional, a páprika, chegou à Hungria em 1526, através dos turcos quando estes ocuparam o país. Além da páprika, eles também introduziram a massa phyllo e os vegetais recheados.
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A outra entrada seria Cékla Kocsonya (Terrine de beterraba e raiz forte).

Esta receita é praticamente uma novela húngara. Pra ter uma idéia, eu ( euzinho) demorei umas 3 horas pra fazê-la e na noite anterior. Ainda bem que foi ao lado da Dé, já que ela também estava no batente, executando a sobremesa. Pra confirmar, nos alimentamos com este belíssimo sanduba, que eu fiz e é uma das minhas especialidades.

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Ela, a terrine,  é uma versão atualizada e modernosa de um prato típico da Hungria que mistura gelatina e carne. Vou fazer um fotolog (na verdade, uma fotonovela) dele.

1º capítulo – Creme de raiz forte (sour cream, raiz forte)

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2º capítulo – Caldo (caldo de carne, louro, alho esmagado, pimenta vermelha seca, cravo, suco de limão)

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3º capítulo – Caldo de carne com pepino em conserva picado e presunto defumado em tiras

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4º  capítulo – Sopa de beterraba 

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Todas estas camadas são colocadas, uma sobre as outras, num intervalo de tempo suficiente pra que a gelatina sem sabor (que está em todos os capítulos) consiga agir e se solidificar.

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E enfim, a nossa Borscht Horseradish Terrine (o capítulo final da novela) está pronta.
E é tão saborosa quanto trabalhosa e fotogênica.

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Odete e George, esta é mais uma entrada pra figurar no livro das Mais Mais do dcpv!

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Tomamos um vinho branco, o Chateau Los Boldos Chardonnay 2007 Chile que foi ” refrescante, papricoso, jovial, simplinho” e um excelente coadjuvante (pelos comentários dos confrades estava mais pra aquoso).

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Antes, os ingredientes mais comuns usados na cozinha húngara eram: dill, horseradish (raiz forte), manjerona, alecrim, sálvia, cogumelos selvagens e caraway seed (família do anis). Foram acrescentados ao longo do tempo,  banha de porco, cebola, alho, sour cream, queijo cottage, nozes e sementes de papoula.
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Három (3) – Fö fogás ( principal)

Fizemos um Tejfölös marhapör költ. É claro que você sabe o que é, né?

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Este prato foi indicado especialmente pela Odete, pois “é um corte italiano de carne (o ossobuco) e ganha um sabor tão húngaro por causa do Lecsó (o sofrito de cebola, alho, tomates, páprika e pimentas)”.

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Também é uma receita grande e é quase um cozimento à baixa temperatura, pois o ossobuco (o Shanks) cozinha por 3 horas e lentamente.

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O molho é especial! Chega a parecer um roti húngaro com a sua densidade e o sabor muito marcantes.

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Muito bom e o blog poderia facilmente se chamar Páprika no Ossobuco.

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Como acompanhamento, um Kapor Galuska, um Spaztle com dill.

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Uma massa simples (farinha, endro, ovos e água) que é forçada através de uma peneira a cair na água salgada fervente.
A nossa especialista em massas, a Dé, se encarregou de fazer este prato.

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Fica pronto rapidamente e harmoniza perfeitamente com o ossobuco e o molho (ah! o molho).

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Sensacional!

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Tomamos um tinto português, o Loios Alentejano 2007 Portugal que foi “pessegoso, puskoso, groselhesco, rosso”.
Desculpe a nossa falha por não termos vinhos húngaros, mas eles estavam muito caros em todas as importadoras que eu pesquisei (apelo: precisamos arranjar um patrocinador urgentemente. Aceitamos oferta em garrafas. rs)

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Os pratos mais tradicionais da Hungria são: Halászlé (sopa de peixe de água fresca), Gulyás (o famoso Goulash), Libamá (fígado de ganso. A Hungria é um dos maiores produtores do mundo), Kobasz (linguiça típica com páprika).
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Négy (4) – Desszert (esta não precisa traduzir!)

Zárdabarack Torta, ou seja, uma Apricot Almond Linzertorte ou melhor ainda, uma Torta de Damasco com Amêndoas que tem origem na Áustria e que o Geo é maluco por ela (além de ser pela Odete também, é claro!).

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Esta receita também é extensa ( que novidade)  e a Dé a fez inteirinha. Vamos a mais um fotolog:

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Tomamos e harmonizamos com o Sherry Barbadillo Fino (o mesmo que entrou no recheio de damasco) e ficou bom demais.
Só faltou entrar um banda húngara e tocar o hino nacional pra encerrar a nossa noite com chave de ouro.

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As bebidas mais famosas na Hungria são: unicum (licor de ervas), pálinka (destilado de frutas), vinhos (o famoso de sobremesa, Tokaji). E era bastante comum as famílias terem as suas vinherias; o sr István, pai do George também teve a sua.
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Bom, gratíssimo à Odete e ao George pela simpatia, pelo acréscimo de cultura que nos proporcionaram e pela possibilidade de nos fazer experimentar uma comida tão diferente, com cara de pesadona, mas ao mesmo tempo tão leve e saborosa.

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Segue o nosso presente virtual,  as nossas já famosas flores e que representam toda a nossa satisfação pelo banquete húngaro.

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Eis a opinião dos Magyares Ferrazenses:

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Ferenc Puskás aprovaria o menu! Ronaldo também! Köszönön szépen, Odete e Geo. (Edu)
Kocsis, Hidegutti, Magyar dream! Espetacular.
(Mingão)
Nem só de goulash vive a cozinha húngara ! (Déo)

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Odete, fica o nosso último apelo ao George,  já que você citou num e-mail: By the way, George torce  pelo São Paulo – influenciado por mim, é claro – mas anda ultimamente com tendências corinthianas por conta do Ronaldo… e de tabela agrada o sogro e a cunhada!
Portanto, George, junte-se a nós já que você é um confrade (Odete, ainda dá tempo) e seja um Fiel corinthiano. Abriremos a primeira filial da Gaviões na Hungria!

Viszlát. (Tchau)

PS – O próximo interblogs (o 19º) será com a Fabrícia do blog mais ao norte do mundo, o Sopa Vermelha (desta vez, o tunisiano e confrade Mohamed vai só ver) que nos apresentará um menu Quebecoise. Aguarde.

Au Revoir !

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dcpv – da cachaça pro vinho – risotto, a peça . ají, o restaurante

teatro, tô fora!
11 e 12/07/09

dcpv – Risotto, a peça. Ají, o restaurante.

Fim de semana na praia. Sinal de diversão garantida.

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Afinal de contas, ir pra São Paulo e ainda mais num feriado prolongado, chega a ser covardia!

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Na nova programação (é, existe programação oficial!) constava assistir a estréia da peça/espetáculo/aula de culinária “Risotto” com o Rodolfo Bottino e conhecer o restaurante Aji com a sua cozinha latina contemporânea.

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Fomos ver/comer Risotto no sábado à noite. O consagrado ator (ex-chef/ex-dono de restaurante) Rodolfo Bottino faz ao vivo uma bela receita do prato italiano (neste caso, de uvas-passas, nozes e gorgonzola) e “conversa” com a platéia sobre várias casos relacionados à gastronomia enquanto, pretensamente, faz parte de um destes festivais onde grandes chefs fazem workshops (os outros chefs seriam a Dadá e o Paul Bocuse).

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O espetáculo é bom (acontece aos sábados e domingos no Oggi restaurante), mas dá a sensação que poderia ser muito melhor, pois a ideia de juntar gastronomia, a própria execução do prato e a proximidade com a platéia, poderia resultar numa obra muito mais coesa e interessante ( ah, o besteirol carioca!)

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E tem mais! Todo mundo sabe que uma receita de risotto dura no máximo 20 minutos e por consequência, o espetáculo acaba sendo bastante curto (tem uns 50 minutos).
De qualquer maneira, o risotto (que tinha passado um pouquinho do ponto pro gosto da família Luz que o prefere al dente) foi servido pra todos os espectadores.

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Se puder, vá e veja se não fomos (eu, a Dé e a Re) cri-cris demais! 🙂

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Já no domingo, conhecemos o restaurante Ají do empresário Alexandre Negrão e que tem como chef o boliviano Checho Gonzales, ex-Zaza Bistrot (isto aqui está parecendo uma coluna social de tanto ex!)

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É um lugar muito bonito (fica onde era o Deloonix, um raw-food que não foi pra frente. Alguém se lembra?) que tem uma decoração bastante clean e foi concebido com a preponderância duma culinária latina (tão em moda hoje em dia), uma mistura de Pacífico, Amazônia, Caribe e quetais.

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Tem cadeiras confortáveis, um bar estiloso e um espaço externo com cara de convidativo que o frio não deixava nem pensar em conhecê-lo. Quem sabe, no verão?

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O ambiente é bem modernoso (Rolling Stones em forma de bossa-nova como fundo musical, por exemplo).
Começamos pedindo Tequeños, pastéis de queijo de cabra com guacamole. Na verdade, são rolinhos feitos com massa de pastel e a combinação com guacamole é perfeita.

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Como bebidas (que acompanharam toda a refeição), caipiroska de tangerina e manjericão (pra mim), Cosmo (pra Re) e suco de tangerina (pra comportada Dé).

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O couvert veio depois. Chips de mandioca com molho azedo e guacamole.

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Seguidos de um “agrado” do Checho, um caldinho de batata e alho poró acompanhado duma torrada com fava, hortelã e parmesão. Como a Dé costuma dizer, já dava pra parar por aqui.

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Mas paramos, heim?
A Re pediu um supremo de frango grelhado com farofinha de quinoa e milho verde. Bom e bonito, mas não entusiasmante.

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Já a Dé foi de Cherne em pirão de laranja, leve cocadinha e farofinha de maracujá com pão crocante. Extremamente saboroso e o contraste do doce do pirão e da cocadinha com o salgado do peixe elevou o sabor de todo o prato.

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Eu, o louco por carne, pedi um locro (ô trocadilho sem graça!).
Um cozido de carne bovina com paio, bacon, abóbora, grão de bico, canjiquinha com salsa de ervas frescas e pão campônio. Quase uma “farmácia” latino-americana com um tempero  bom e sabor, muito sabor .

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E o mais simpático é que o prato vem somente com o pão e o locro, separado e numa panelinha pequena de ferro fundido pra que você se sirva.

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Agora imagina o “figura” aqui vendo o prato somente com o pão? De qualquer maneira, o prato é delicioso e mais parece um Cassoulet Bolivar!

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Ainda tínhamos um exíguo espaço no estômago pra sobremesa. Tudo bem que foi no esquema 3X1: 3 (colheres) pra 1 (doce). Mas os Mini-Churros com calda de chocolate picante e de doce de leite com rum estavam leves e casavam muito bem com o doce de leite alcoolizado e com o chocolate dedo-de-moçado!

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Resumindo: o Ají é altamente promissor. Especialmente pra quem como nós, adora a comida estilosa dos países sul-americanos (destaque pros peruanos).

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Certamente, voltaremos! Ao restaurante, óbvio !

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Adiós.

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dcpv – da cachaça pro vinho – como era verde o meu abacate

número 221
01/07/09

dcpv – Como era verde o  meu abacate

Sozinho é apenas uma fruta. Combinado dá força a aperitivos, entradas, pratos e sobremesas. São muitos os tipos de abacate e inesgotáveis as suas possibilidades na cozinha. Que tal ir cortando e aprendendo.”

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Esta é a introdução de mais uma (bela) matéria do (excelente, não canso de dizer) caderno Paladar, do jornal O Estado de São Paulo, o popular Estadão de 23/04/09.

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Eu sou macaco de auditório do Paladar. Guardo as matérias/receitas que me interessam e sempre acho alguma coisa bacana.

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Neste caso, o abacate, praticamente um patinho feio na preferência do brasileiro é tratado como, por exemplo, no México onde é um ingrediente usado principalmente em pratos salgados.

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São vários os tipos de abacates encontrados no Brasil : o Fucks que tem muita polpa e baixo teor de gordura (olhaí, mulherada!); o Geada com baixo teor de óleo e bastante polpa; o Margarida com teor médio de óleo (18%) e que é bom para saladas; …

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… o Ouro-Verde com baixo a médio teor de óleo e muita polpa; o Breda com teor médio de óleo e bom para guacamoles; o Fortuna com polpa mais adocicada e teor médio de óleo; o Quintal com polpa mais aquosa e baixo teor de óleo e o Hass que tem alto teor de óleo e é ótimo para guacamole. E pra que servem estas informações?
Servem pra mostrar que os abacates, apesar de parecerem iguais são bastantes diferentes e devem ser provados pra demonstrarem as tais nuances.

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Bom, vamos deixar de papo e agir. Está lançada a noite do abacate no dcpv. Vamos descobrir as mais variadas formas de se utilizar este ingrediente/fruta cujo nome deriva do asteca ahuacatl que significa testículo, analogia ao seu formato (você percebeu?).

Bebidinha

Não tem jeito. Abacate lembra México. E México lembra … Margaritas.
Com vocês as belas Margaritas do dcpv.

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Entradas

uno – Bavaroise de Abacate com Vieiras (autor ignorado)

Esta receita é uma daquelas que eu não tenho a mínima idéia de onde peguei. Muito provavelmente de alguma revista Caras do consultório de algum médico ou de algum livro de culinária da Le Lis Blanc enquanto esperava a Dé experimentar roupas.
E não é que a danada é muito boa. E simples!

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Pra fazer a bavaroise, é só bater no liquidificador 100 g de abacate, 8 ovos de codorna, 50 ml de creme de leite, 50 ml de leite, sal e pimenta.  Colocar numa forma e levar ao forno por 5 minutos.

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Pro molho, aquecer uma frigideira e refogar ameixa vermelha fresca cortada em cubos. Acrescentar 150 ml de água de coco  esta receita é maluca, mas é boa!), 50 g de coco laminado e deixar cozinhar por 4 minutos.

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Cozinhar as vieiras temperadas com sal e pimenta neste molho. Cuidado, vieiras precisam somente de um susto senão viram borrachas!

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Pronto. É só inventar um jeito criativo de montar e o prato te mostrará o que é: uma delícia!

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A outra entrada, a dos, foi Avocados Frescos com Mussarela (da Paola Carosella, do restaurante Arturito, a preferida do Joaquim, LBV).

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Uma salada simples onde o avocado (aquele abacatinho que mais parece um abacate invocado!) é cortado em pedaços e misturado à mussarela de búfala. Como molho, azeite, sal, limão  siciliano e sal, emulsionados.

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Montar com tomate seco e uma tapenade de azeitonas pretas.

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Uma conjunção perfeita.E fotogênica!

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Bebericamos um (de novo!) branco, o  Chardonnay Jacobs Creek 2008 que foi “perfumado, alvinegro (Timão êô), ansiolítico, pure peach” segundo os abacatólogos, nós mesmos.

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Principal Fetuccini Picante (Mary Sue Millikin/Susan Fenger para a Comissão Californiana do Avocado) 

Uma pasta muito boa. Esta á a definição pra esse fetuccini (na verdade, eu fiz um linguini) que inclui o abacate no molho.

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E este molho é especial.

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Bata 4 tomates grandes, maduros e sem pele pro purê e reserve. Leve uma frigideira grande ao fogo médio com azeite. Ponha 12 camarões grandes, 1 colher de chá de pimenta calabresa em flocos, sal, pimenta do reino e salteie por 2 minutos.

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Acrescente 2 colheres de chá de alho amassado e cozinhe por mais 2 minutos. Tire a frigideira do fogo e acrescente 1 tomate cortado em cubos e 1/4 de xícara de tequila.

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Volte ao fogo por mais 3 minutos, mexendo sempre. Acrescente 1 avocado cortado em cubos e um punhado de manjericão cortado finamente.

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Transfira os camarões prum prato e junte o purê de tomate reservado. Deixe ferver e reduzir um pouco. Adicione 2 colheres de sopa de manteiga gelada.
Finalize com mais um avocado em cubos, mais um punhado de manjericão e acerte o sal.

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O macarrão já foi cozinhado. Junte o molho ao macarrão e prontíssimo.
Uma pasta ardidinha com um molho bem denso (o abacate entrou em ação) e com cara de Tex-Mex.

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Tomamos uma novidade, um branco Torrontés Bianchi 2008 Argentina que gritou: écampeão!
Mentira! Na verdade ele foi “damascoso, 2×0 é pouco, campeoníssimo, afetuoso“.

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Sobremesa

Creme Brulée de Abacate (Nina Moori do Gourmandise)

Uma sobremesa original e muito boa.
Ferva 187 ml de creme de leite fresco e verta sobre 4 gemas batidas com 63 g de açúcar. Volte ao fogo até ponto napê (engrossado bem de leve). Esfrie. Una 187 g de abacate  amassado com 100 mg de vitamina C  e peneirado. Para não perder a cor, eu usei uma gota de corante alimentício verde. Coloque em 4 potinhos e asse no banho-maria a 140ºC por 40 minutos. Esfrie e gele. Polvilhe açúcar e queime com maçarico.
Esta é literalmente uma receita da Nina do blog Gourmandise.

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Só podemos dizer uma coisa. Foi merecido ela ter ganho um concurso com esta receita!

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E pra comemorar o título do Timão (Dubai/10. Aqui vamos nós!), um Late Harvest Undurraga Chile.

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Eis a opinião dos ETs (depois disso tudo de abacate, acabamos ficando verdes!)

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Tudo verde: abacate. Tudo preto e branco: Timão! (Edu)
Comida maravilhosa!! Jogo espetacular!!! Timão campeão. (Mingão)
Delicioso! (só a refeição … rs… rs….rs) (Déo) – (Não precisa nem dizer que o cara gosta do Rycharlyson, opa, é são-paulino!)

Até a próxima fruta! E campeonato!

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Dá pra perceber que a Dé caprichou na decoração alvinegra, né!

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dcpv – da cachaça pro vinho – dia dos namorados no allez allez

o dia da Valentina
12/06/09

dcpv – Dia dos Namorados no Allez Allez.

Prometi que não iria jantar fora no Dias dos Namorados, pois todo mundo sabe que nesta noite a coisa não funciona muito bem!

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Mas achei bacana a ideia (velhíssima lá fora) de fazerem reservas. Pensei: taí, vamos experimentar!
Liguei e reservei no 1º turno (das 20:00 às 22:00 hs) no Allez Allez, o premiado bistrô do chef Luiz Emanuel.

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Chegamos um pouquinho atrasados (15 minutinhos!) e fomos levados ao mezanino. O lugar parece um bistrô mesmo (que novidade!).

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Uma casa velha e charmosa  na Vila Madalena com madeira rangendo no piso e iluminação bem difusa (daí as fotos não estarem muito boas).

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O menu era degustação (R$ 120.00 por cabeça) e praticamente fixo (se permitia alguma variação devido a restrição. A Dé aproveitou e trocou a carne dela!)
Começamos com um muito bom couvert: pãezinhos crocantes e pastinhas.

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Logo em seguida, um Creme de Cogumelos reconfortante e condizente com a temperatura da noite (traduzindo : frio pra cachorro!)

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Na sequência, um St Pierre com Risotto de Grãos. Muito bom e com um molho denso além dos grãos estarem bem al dente.

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Mais um peixe, um Atum à Rossini (deve ser uma homenagem a minha sempre cunhada Egle). Atum bem cozido (a Dé adorou) e com um gosto não muito acentuado (isso seria bom?).

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Um Filé a Bordelaise fechou os pratos salgados. Carne macia e com mais um molho bastante potente e similar aos demais.

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A Dé variou com o Coq au Vin que na verdade me pareceu um pouco “gambiarrado”, pois o Luiz usou a mesma montagem do filé. Mesmo assim, bastante saboroso!

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Duas opções de sobremesas: profiteroles  e  e creme brulée. Competentes!

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Um belo vinho, o Lavvocata Barbera D’Asti 2006 acompanhou tudo.

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Resumo da ópera: o Allez Allez é um lugar agradável e passível de uma outra visita pra aproveitarmos o menu que apresenta alguns clássicos da culinária francesa.
Ainda mais no ano da França no Brasil.

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Não foi um jantar totalmente entusiasmante, mas deu pro gasto.
Ainda nos deram dois macarons em forma de coração como brindes. Reafirmaram o nosso eterno namoro.

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Olha! Vou dar um conselho sair pra jantar fora no Dia dos Namorados com uma reserva confirmada é bola no barbante. Sem nenhuma intenção de duplo sentido!

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Kisses! Kisses! Kisses!
Ces’t  l’amour.

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dcpv – da cachaça pro vinho – o tratado do tordesilhas /san gennaro na bráz

brasil!brasil!brasil!
28/06/09

dcpv – O Tratado do Tordesilhas / San Gennaro na Bráz.

Passar o final de semana na praia, ou seja, em São Paulo, Capital, tem muitas vantagens.

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E uma delas é estar no centro da Meca gastronômica. Você ouve falar de algum restaurante novo ou lembra de algum memorável e pronto: pega o seu carro e no mínimo nuns 15 min (excetuando-se o Mocotó por razões óbvias) está lá!

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Foi o que aconteceu quanto ao Tordesilhas. Já tínhamos (eu e a Dé) ido lá há um tempão e achamos bom. Sabe aquele bom que é bom e ponto final. Foi isso!

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Estávamos nos devendo uma nova visita, pois além do restaurante ter evoluído demais, fizemos aulas com a Mara Salles (chef/proprietária) que demonstravam que ela entende demais de culinária e especialmente, brasileira.

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Pra culminar, acabou de receber o prêmio de melhor restaurante brasileiro pelo Guia da Folha além de tantos outros que já estão na estante há um tempão.

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Sendo assim, vamos lá!
O menu já te faz viajar. Tem coisa melhor do que cardápio bem escrito, bem impresso e com informações interessantes? Pois o do Tordesilhas é exatamente assim.

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Comecei experimentando uma cachacinha (não tem jeito, hoje será dpvc) e a Dé um caldinho de feijão preto com torresminho e renda de couve. Olha, o torresmo estava mais gostoso e crocante que o do Mocotó e o caldinho caiu como uma luva com este friozinho.

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Não estava à fim de tomar vinho apesar da carta ter um montão de brasileiros e “solicitei” uma caipiroska de Lima da Pérsia.

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Complementando as entradas, pedi um aparecidinho de polvo. Note que aparecidinho é o contrário de escondidinho. Muito bom e com  polvo, aquele, al dente !

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E aconteceu um fenômeno dificilmente repetível (tal como o Corinthians não ganhar algum campeonato).
A Dé pediu carne, um guisado de carne seca com pirão de mandioca e arroz de abobrinha. Delicioso e eu ajudei bastante, pois o prato é bem servido.

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E eu? Surpresa também, já que fui de peixe, um robalo ao molho de moqueca, caruru, acaçá e farofa de dendê. Ô pratinho bonito, sô !

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Conforme o próprio menu, o caruru é feito com quiabos (até baba tinha!), camarão seco, azeite de dendê, coentro e amendoim. Nunca tinha comido um caruru e adorei!

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E o acaçá é um manjar de arroz com leve aroma de alecrim. Parece um purê de arroz. Sensacional.

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Ainda abusamos, pois seria impossível não pedir alguma sobremesa. Fomos numa dica do Joaquim (membro da seita presidida pela Ale Forbes, a LBV) e pedimos uma cocada de tabuleiro com sorvete de tapioca e calda de tamarindo. Ela parece meio thai, meio mexicana e é totalmente brasileira.

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Pronto! Só pro post ter um “toque”cultural, vou explicar o que foi o Tratado de Tordesilhas:

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Assinado em 07/06/1494, foi celebrado entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino da Espanha onde ficou definido que a  linha de demarcação seria o meridiano 370 léguas a oeste de Cabo Verde. As terras a Leste pertenceriam a Portugal e as a Oeste, a Espanha“.

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E agora vou falar sobre o Tratado do Tordesilhas:

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Você que está fora do domínio da Mara Salles ou seja fora do Tordesilhas é obrigado, eu disse, obrigado a visitar o restaurante e provar a verdadeira e criativa cozinha brasileira. Você não vai se arrepender!

Até !

PS – Já que o negócio é autenticidade, aproveitamos (ê São Paulo !) e fomos comer uma verdadeira pizza Napolitana na Bráz.

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Deixa eu explicar melhor: a pizzaria Bráz (a melhor de SP) está realizando um festival, o Fora de Série: o Milagre de San Gennaro onde a ideia é reproduzir sabores das pizzas originais napolitanas com a utilização de ingredientes de primeira linha: pomodoro San Marzano, farinha 00, água mineral gaseificada napolitana, óleo de oliva grezzo (não filtrado), mussarela tipo flor de latte, etc.

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Só posso dizer uma coisa: vá! (o festival vai até 30/07).
No mínimo, você trará pra casa uma história espetacular contada através do excelente folheto explicativo, além do sabor da pizza que é bem diferentão!

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E ainda poderá comer um canolizinho!

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Bacci!

PS – Fui convidado pela Nina e pelo Marcel do Gourmandise pra indicar uma receita pra 14º Harmonização Virtual que eles fazem conjuntamente com o Le Vin au Blog.
Quer participar? Mande um e-mail pra eles ( gourmandisebrasil@hotmail.com  ou levinaublog@gmail.com) e você receberá tanto a receita (um Fetuccine Picante) como a indicação do vinho (Salton Virtude Chardonnay 2008) feita pelo Diário de Baco.
Experimente e dê a sua opinião. Será divertido!

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dcpv – da cachaça pro vinho – inauguração de novas sede e idade

Happy birthday to yooouuu!
05/06/09

Inauguração de novas sede e idade

O dcpv está de sede nova. E é na capital! Adeus Lei Seca! rs

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Pra aproveitar esta novidade, a Dé juntou tudo e comemorou mais um aniversário (não vou dizer quantos anos, pois vocês conhecem as mulheres, né?)

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Pensamos em fazer uma reunião familiar bem informal e talvez, cozinhar!

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Prevaleceu o bom senso (ou seja, nada de cozinhar! rs) e após pesquisarmos no Santo Google, chegamos a Finger Foods, pois queríamos algo fácil de servir e ao mesmo tempo, gostoso.

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Ela é uma empresa de eventos comandada pelo chef Fábio Guerra, cujo slogan é: Sabor e requinte à sua mão.
A ideia é genial e pelo próprio site (que é muito bom), você pede tudo e depois verifica (como nós) que a qualidade das finger foods é altíssima!!

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São mais de 100 opções entre salgados e doces . Escolhemos  e comemos:
Brochette de filé mignon e abacaxi grelhado

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Croque monsieur de shitake e gruyére

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Mini couscous marroquino

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Mini miga de salame hamburguês e creme de mostarda e mel

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Rolinho printemp de camarão

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Pirulito de parmesão e gergelim

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Quichette Lorraine

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Stick de frango grelhado com manga e gengibre confit

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Tortilla caprese

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Waffle de ervilha e copa

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Waffle de chocolate/nutella

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Crocante de limão

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Amarula

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Todos muito bons, bem temperados e sem dar aquela sensação de se estar comendo a mesma coisa.
Pra arrematar e acompanhando as 1532 músicas de aniversário (o primeiro protesto da vizinhança!), um belo bolo da Douce France do Fabrice Le Nud.

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Festa gostosa. Comida deliciosa.
Família feliz, bonita  e alimentada.

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Sem louças pra lavar. No máximo, uma bela lavada nas mãos (ê, finger food!)

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Feliz aniversário, luz dos olhos meus!

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Até!

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dcpv – da cachaça pro vinho – sukiyaki do bem/2009

põe do bem nisso
04/07/09

Sukiyaki do Bem/2009

É o evento gastronômico que possibilita a união de várias mãos laboriosas.
Mãos que amassam, torneiam, modelam o barro e criam novas formas que conhecem a diversidade da matéria-prima fresca, saborosa e que nos dá a oportunidade gustativa de experimentar novas técnicas e releituras no preparo do tradicional sukiyaki.
São as mãos que promovem e realizam o fazer bem
“.

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Um convite que começa deste jeito não tem como ser recusado, né?

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Pois foi exatamente o que pensei quando disse pra mim mesmo: temos que ir!

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Imagine Adriano KanashiroAlex AtalaTsuyoshi Murakami juntos e dando a sua interpretação particular prum Sukiyaki?

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Além disso, a possibilidade de ajudar duas instituições de caridade (Assistência Social D José Gaspar Ikoi no Sono e Fundação Travessia) e divulgar uma arte tão bacana quanto a cerâmica, tendo a renomada artista Hideko Honma como mestra e idealizadora de todo o evento.
Ah! Fiquei sabendo através da Claudia Rumi, do blog Chá com Arroz e que é uma das alunas da Hideko.

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E tem mais uma  coisinha! Era no Hyatt.
Me diz se depois de saber tudo isso, você também não iria?

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Chegamos às 20:00 hs e fomos trocar os nossos convites por um pedaço de barro. Eles dão direito a escolha de um prato executado por alunos/ convidados.
Ao escolhermos (tentamos pegar o da Claúdia, mas já tinha acabado), devíamos apertar o barro com as mãos.  Este aperto de mãos cerâmico será juntado ao de todos os presentes e posteriormente, queimado e utilizado numa big obra de arte. Mais uma grande ideia!

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A escolha já é muito interessante pois você passeia por corredores com uma cenografia envolvente onde as obras (os pratos) estão expostas e após muitas dúvidas, escolhe o seu favorito!

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Ainda no hall, havia uma exposição de luminárias japonesas do artista Lucas Isawa. Lindas e singelas como quase tudo nesta noite.

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E perceba que elas, as luminárias-esculturas são baseadas na tradição koinobori que tem como princípio analisar os movimentos duma carpa colorida de tecido ou papel tremulando contra o céu  e que aparenta nadar contra a correnteza de um rio.

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Pronto, estávamos preparados pra degustar as interpretações do Sukiyaki de cada um dos grandes chefs.

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Começamos com a do Murakami, o aclamado chef do ano de tudo o que é premiação (Gula, Veja, Prazeres da Mesa, Paladar, dcpv, etc). E ele foi audacioso pois preparou um Sukiyaki frio!

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Isto mesmo, frio e harmonizado com café frio!
Só pra fazer um paralelo, seria como se alguém tivesse a ideia de servir uma feijoada fria e acompanhada com um chá quente! É claro que esta combinação não daria certo, mas a do Mura foi excelente.
Ficou supersaboroso e o café fazia o papel de um sorbet, ou seja, limpava totalmente o paladar. Chocou (o Sukiyaki é um prato extremamente quente!), mas agradou muito.

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Continuamos com a segunda apresentação, a do Alex Atala que fez um Sukiyaki Veggie (a Dé vibrou e adorou!) usando uma série de ingredientes brasileiros. Excelente também e com a aprovação dos nossos acompanhantes de mesa que foram 8 pessoas especialistas em Sukiyaki ou seja, todos de descendência japonesa.

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Por fim a interpretação do chef do Kinu, o Adriano Kanashiro que fez um Sukiyaki Recheado, quase um pastelzinho delicado de carne e imerso no caldo bem quente (só pra situar, parecia um guioza).
Tanto este, quanto o do Atala foram escoltados por um vinho tinto brasileiro da Benedictus Enogastronomia  (nota e corrigindo após o comentário do sommelier convidado Benedito Filho,  informando que ficou a cargo de conseguir o patrocínio e a harmonização dos vinhos com o Sukiyaki) que demonstrou ser bom!

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Este prato também foi distribuído na saída do evento.

Estávamos prontos pra sobremesa, o Caqui-Choc Molecular (eita, até em festa de Sukiyaki tem coisa espumosa, sô!) do chef Laurent Grolleau do próprio Kinu no Hyatt.
Obviamente, não era um Sukiyaki.  Ele criou uma sobremesa gostosa, crocante e nem tanto molecular assim.

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Terminamos a bela refeição com a certeza que retornaremos no ano que vem já que além do evento ser gastronomicamente perfeito, ainda te dá a sensação de que se está colaborando com entidades que realmente são beneficentes.

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E parabéns pra ceramista Hideko Honma pela ideia original (este é o 3°) e a equipe toda pela realização deste Sukiyaki do Bem.

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PS – Só lamento não ter encontrado a Cláudia (tínhamos combinado), pois além dela não ter saído da cozinha (veja as fotos que ela tirou dos bastidores) ainda me senti procurando uma agulha num palheiro (rsrs).
Mas não faz mal, fica pra próxima!

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dcpv – da cachaça pro vinho – lourdes hernadez no dcpv x chefs – a casa dos cariris é aqui!

… paloma!
número 221  –  24/06/09

dcpv – lourdes hernandez no dcpv x chefs – A Casa dos Cariris é aqui !

Andale! Arriba!! Cucurucucu!!!

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Essas palavras chavões que identificam o México não serão usadas por aqui. E sabe por que?
Porque a Lourdes Hernandez, a criadora da famosa Casa dos Cariris está participando do dcpv x Chefs onde grandes artistas (Bel Celho, Tatiana Szeles, Ana Bueno, Claude Troisgros, Emanuel Bassoleil, Rodrigo Oliveira, Carla Pernambuco, Edinho Engel já disseram “presente!”) são convidados pra indicar as suas receitas que formam um menu ideal, segundo a própria preferência.

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Quem conhece a Casas dos Cariris (nós já fomos 3 vezes) sabe que lá, na casa da Lourdes e do Felipe, o esposo dela, é feita a verdadeira comida mexicana com ingredientes originais e com a própria Lourdes metendo (literalmente) a mão na massa.

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Tudo é bacana por lá. O ambiente (autenticamente mexicano), a comida (óbvio) e a aura do lugar já que dificilmente você sairá de lá sem ter conhecido pessoas interessantes.

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E já que o assunto é este, temos hoje, aqui na sede do dcpv, a presença de pessoas interessantíssimas: o mestre Joaquim , grande confrade da LBV e a Ana, vindos diretamente do Piauí.
O Joaquim é um participante ativo dos blogs gastronômicos e um ardoroso fã da boa comida, além de ser um devorador de livros.
Ele estava doido pra ir comer na Casa dos Cariris e como viria pra SP nesta semana, me perguntou se eu sabia como ir lá? Conversa vai e entrei em contato com a Lourdes pra saber se haveria algum encontro “caririano” no período. Ela me disse que não e aí surgiu a ideia de tentar reproduzir (ainda que minimamente) as delícias que ela faz na casa dela.

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Ah! Antes que eu me esqueça, todo este clima que a Lourdes proporciona é upgradeado pelos e-mails que ela envia junto aos convites e que são ótimos para se ler.
Afinal de contas, citar Humphrey Bogart (todo homem está sempre 3 doses abaixo do normal) e anunciar  um cardápio desta maneira …

segunda-feira
15 de junho
20:30 hs
22 pessoas
um cardápio só
para comer com as mãos
para respirar fundo
picantes sabores sustenidos
temperaturas altas

… não é pra qualquer um.

Entonces, vamos à noite em que a casa do dcpv se transformou na Casa dos Cariris, com o Joaquim como participante e porque não dizer, crítico (que responsa!).

Bebidas

Foi a noite dos vinhos.

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Arriscamos umas caipiroskas de kinkã, mas não agradaram muito, pois o Déo, o mão pesada, deu uma caprichada na Absolut.

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Entrada

uno – Salmão com habanero e sementes de mostarda

É um ceviche. Mas condimentado ao extremo e com habaneros (pimenta grau 10).
Pra fazer, basta picar salmão em pedaços e misturar com cebola roxa picada fina, pepino sem pele e sem sementes em quadrados, chile habanero à gosto e sementes de mostarda e gergelim negro.

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Num inox, misturar suco de limão galego, vinagre de arroz, mel, coentro fresco, sal e pimenta do reino.

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Juntar o salmão, cobrir e deixar gelar por 2 horas, mexendo algumas vezes.

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Prontíssimo! Aí é colocar em taças de martini e apreciar.
O prof Palaviccinni adoraria! E este prato tem um perfume inebriante!

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dos – Chilorio

Este é pra comer usando uma tostada como prato (nota da autor : tostadas são tortillas crocantes, previamente assadas no forno).
O Chilorio é uma carne moída de lombo de porco. Este lombo é cortado em cubos de 1 cm. Numa panela, cubra o lombo com água, tempere com sal e ferva até que o liquido tenha evaporado. Coloque banha até que a carne fique macia e moa.

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Faça também o seguinte molho: corte chilles (pimentas, não o país!) pela metade, tire as sementes, lave e escorra. Asse os chiles numa chapa  durante uns 15 min e processe com dentes de alho, sementes de coentro e cominho, orégano seco, vinagre de maçã, água, pimenta do reino e sal. Ainda usei um pouco de aji amarillo.

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Junte tudo: lombo moído e molho em banha aquecida.
Não foi a Lourdes que fez, mas ficou delicioso. Só faltou o Felipe por aqui contando as suas boas  histórias.

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Principal

Pollo en escabeche e madalenas de cenoura

Este pollo (frango) entrou diretamente pra lista de receitas da família Luz. É um espetáculo!

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Moa os ingredientes do recado (canela, cominho, orégano, cravo, pimenta e sal) e acrescente vinagre e suco de laranja. Ah, recado é um tipo de marinada.

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Já o frango em pedaços deve ser cozinhado com água até cobrir, 1 cebola cortada em 4, 8 dentes de alho assados, chilles loiros e habaneros, 4 cravos, 4 pimentas gordas e 4 galhos de orégano.

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Quando o frango estiver bem macio, tire-o e reserve o caldo. Banhe com o recado e azeite e asse no forno à 250º C durante 15 min até dourar.

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Monte, sirva e deleite-se!

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E com madalenas de cenoura que acabaram virando bolinhos de cenoura. Como a própria Lourdes escreveu num dos seus e-mails: “mais uma vez soube que não existem receitas que seguidas ao pé da letra dêem certo, sempre vai aparecer o X  da equação para ser resolvida particularmente. E que não tem receita mal contada que não possa ser entendida por quem quer ouvir“.

Cenouras são cozidas na água com sal e açúcar e liquidificadas com leite. Bata manteiga até virar um creme e acrescente açúcar até se transformar numa pasta.

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Misture farinha de trigo junto com fermento Royal e vá adicionando alternadamente, uma vez a cenoura e outra, a pasta. Finalmente adicione claras de ovo batidas. Coloque em formas e leve ao forno.
Praticamente um suflê de cenouras, extremamente macio e doce. Contrasta bem com a pimenta (quando colocada).

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O próprio Joaquim já queria mudar pra Cidade do México. Ou melhor, pra Casa dos Cariris.

Sobremesa

Flan de tamarindo

A Lourdes tinha esquecido de mandar esta receita e eu, pra variar, enchi um pouquinho até ela me enviar. E valeu à pena .

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É um flan com a seguinte receita original (8 porções):

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Junte 2 colheres de sopa de óleo e uma colher de chá de água. Unte as formas.
Misture 1 xícara de açúcar e 1/4 xícara de água e, leve ao fogo médio até o açúcar dissolver. Ferva até o xarope dourar. E divida nas formas.
Doure o coco ralado no forno por uns 10 min.
Ferva 360 ml de leite de coco e 1 xícara de leite, acrescente 1 fava de baunilha cortada em 2 e tire do fogo. Cubra e reserve por 10 min. Tire a baunilha (vou falar de novo: seque a baunilha, junte com açúcar num saquinho e deixe um tempo. Está feito um excelente açúcar de baunilha).
Na batedeira, bata 8 gemas de ovo com 3/4 de xícara de açúcar durante 4 min. Aos poucos misture o leite quente.
Coloque 3 colheres de triple sec e 3/4 dum xarope tamarindo feito de polpa, água e açúcar.
Divida nas formas e cozinhe em banho-maria durante 50 min. Deixe esfriar.
Desenforme e acompanhe com o molho de tamarindo e um pouco do coco ralado dourado .

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Muito bom mesmo! Uma sobremesa delicada, doce e com um leve toque thai.
Mexilândia ou Taílaxico?

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Tomamos os seguintes vinhos: um tinto português Ramos Pinto Reserva, um tinto espanhol Almara, dois brancos chilenos Tarapacá e um ice wine canadense, que eu não marquei o nome.

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O conjunto da obra obra foi descrito assim:  the beatles, aphrodite child, the monkeys, the faces, mammas and papas, titãs.
Eis o que os 4 seguidores do Ligeirinho disseram:

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México e Lourdes na ZL. É a nova Casa do Cambiri. (Edu)
The four fabs. (Mingão)
Noite perfeita! Pares com afinidades deliciosas! Compatibilidade linda. Indelével! (Déo)
Zapata e Pancho Villa sentiriam inveja dessa grande noite. Viva o México! (Joaquim e Ana)

Grato à lendária Lourdes Hernandez por esta participação e pela simpatia. Não é à toa que a Casa dos Cariris se tornou um sonho de consumo prum montão de gente.

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Grato também ao Joaquim e a Ana que viajaram do Piauí pra São Paulo e fizeram uma outra viagem mais longa ainda de Sampa pra Ferraz de Vasconcelos by Carlão.
O Joaquim, inclusive e como bom gourmand que é, ficou nos devendo um legítimo menu nordestino!

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Vamos terminar com mais um belo trecho do email da Lourdes: “Já cheguei a afirmar que o erotismo é para a sexualidade o que a gastronomia é para a alimentação: suplemento para nosso espírito. Puf!(Com certeza, estava cinco doses abaixo do normal).”

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Lourdes, pra nós foi o maior prazer. Espero que tenha sido pra você também!

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Adiós!

.

dcpv – da cachaça pro vinho – caminho das índias

aqui a vaca é sagrada
13/06/09

dcpv – Caminho das Índias

Eu vou ensinar pra vocês o verdadeiro Caminho pra Índia.

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Nada a ver com a novela. Basta você ir até a Rua Princesa Isabel, 379, Brooklin e fazer uma bela e lauta refeição indiana no veteraníssimo Govinda (em tempo, o Govinda fechou!).

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Este restaurante é um clássico no seio da família Luz. E uma unanimidade, já que adoramos tudo o que é feito por lá.

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Só o couvert já valeria a visita. E cá pra nós, naan (pão indiano), 7 tipos de chutney (gengibre e açúcar mascavo; iogurte, salsinha, cebolinha e pimenta; leite de coco, coco ralado e hortelã; berinjela defumada e chutney de tomate; tamarindo e cravo; maçã com uva passa e canela; coco com banana) e …

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kebab formam uma verdadeira refeição.

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Ainda vamos fazer o que consideramos o programa gastronômico ideal: iniciar com este couvert do Govinda e terminar com o bolinho de estudante do Mestiço.

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E aproveitar o meio do caminho e passar pela feira do Pacaembu. Altos produtos e …

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… grandes pastéis.

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Voltando ao Govinda, o templo da comida hindu, pedimos 2 pratos principais e um acompanhamento, ou seja, o suficiente pra dividir por nós 3 (eu, a Dé e a Re).

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Sag ghost, cubos de carne bovina ao molho curry e espinafre com arroz pilao (3 estrelas).

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Subzi malai kofta, almôndegas de vegetais, pistache e frutas secas, molho cremoso de especiarias e pasta de castanha de caju (2 estrelas). Super veggie (adivinhe quem pediu?) e como tudo por aqui, delicioso.
E uma raita de pepino pra diminuir o peso das especiarias.

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Nota: estas estrelas após os pratos correspondem ao grau de pimenta no prato. Vão de 1 (branda) a 5 (chama o bombeiro!).

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Como sobremesa, Rasmalai, que são bolinhos de queijo caseiro indiano, embebidos em calda de leite adocicado com cardamomo e pistache.

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Se existe uma sobremesa que podemos chamar de indiana, é esta!
Doce sem ser, cremosa e extremamente light.

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Tomamos 1/2 garrafa dum Cabernet Sauvignon Aquitania 2006 Chile e fomos pra casa extremamente felizes.

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Além de tudo, o Govinda tem mais uma grande qualidade (especialmente em São Paulo): sempre tem lugar vago!

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Ir pra lá é divertimento garantido!

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Namasté !

.


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