dcpv – da cachaça pro vinho – 18º interblogs – páprika na feijoada do dcpv

aos baratóms
número 223
23/07/09

dcpv – 18º interblogs –Páprika na Feijoada do dcpv

Szia ! (Olá)
Você conhece a Hungria, neguinho?

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Sabe alguma coisa sobre Halászlé, Gulyás, Libamá, Kobaz, Strudel, Borscht, Shanks, Galuska, Linzentorte, Odete e George?

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Ôpa, Odete e George você conhece!

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George é o esposo húngaro da brasileira Odete, a barát (amiga) do blog Páprika na Feijoada e convidados especiais deste nosso 18º interblogs (quer saber o que é e como funciona?), onde apresentarão um menu húngaro completo.

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Como a própria Odete escreveu num dos primeiros e-mails que trocamos “contei pro George sobre o convite e ele ficou super feliz -teve um rompante de nacionalismo- e já começou a ter um monte de idéias. Você sabe que é muito engraçado porque apesar da Hungria ser um país bem pequeno (93 Km2 e população de 11 milhões), impressionam as diferenças culturais e gastronômicas de uma região pra outra, com uma culinária bastante diferenciada“.

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Isto foi há quase um ano. O menu hibernou e voltamos a conversar no início de junho. A Odete disse “o tempo passa voando, né? E que bom que o evento vai ser ainda durante o inverno de vocês aí no Brasil (eles moram em San Jose, Califórnia), afinal a cozinha húngara é mais apropriada ao frio. Estou a disposição e vou te mandar uma ideia do menu. E, claro, tem os pitacos do George. Afinal, húngaro original por aqui é ele, hehe!”.

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Pronto! A Odete e o George me enviaram as receitas e confesso que fiquei surpreso com a quantidade de detalhes que elas continham. Tanto que vamos firmar um compromisso: caso você se interesse e queira a versão completa (se eu fosse colocar todas aqui, bateria o recorde do post mais longo da história do dcpv), entre em contato comigo ou com a Odete através dos comentários dos nossos blogs e você receberá a versão integral e em húngaro! rsrs
E tem mais, a Dé caprichou na produção pra que a nossa mesa representasse uma verdadeira cozinha Magyar.

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A surpresa também foi grande com a riqueza das receitas e com a quantidade de informações sobre a Hungria.
Por aqui só falávamos de Goulash, Ferenc Puskas (cracaço de futebol, quase um Ronaldo de lá!!), Budapeste, Tokaji, Magyar e olhe lá!
Continue lendo e você saberá bem mais sobre a cultura húngara.

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A Hungria se tornou a nação dos Magyars que foram nômades que se estabeleceram nas planícies de terras férteis na Europa central, área conhecida então por Carpathian Basin.
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Então, vamos lá ao grande menu Húngaro do Páprika na Feijoada da Odete e do consultor Magyar, o George, o Geo!
Egészségünkre! (o equivalente a um brinde coletivo)

Egy (1) – Italok ( Bebida)

Pra aquecer, as já famosas caipirinhas. O Mingão fez uma de kiwi.

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E outra de limão cravo e kinkã. Magiares !!

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Kettö (2) – Elöétel (Entrada)

Gombás rétes (Mushroon strudel)

Rolos de massa phyllo com um recheio de cogumelos.
Esta era uma especialidade da D. Maria Ször, a mãe do George. E é muito bom!
Faça um refogado de cogumelos porcini hidratados (guarde o líquido) e Paris, finamente picados (não moídos) num salteado de echalotas.

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Junte o líquido reservado do porcini, um pouco de vinho branco, sal, pimenta e cozinhe até evaporar. Adicione salsinha, deixe esfriar e faça rolinhos com duas folhas de massa phyllo em forma de triângulo. Leve ao forno até dourar. Corte pela metade.

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Agora entendemos porque a D. Maria gostava de fazer este prato em ocasiões especiais. É muito especial mesmo, ainda mais com um fio de azeite de trufas.

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Unanimidade nacional, a páprika, chegou à Hungria em 1526, através dos turcos quando estes ocuparam o país. Além da páprika, eles também introduziram a massa phyllo e os vegetais recheados.
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A outra entrada seria Cékla Kocsonya (Terrine de beterraba e raiz forte).

Esta receita é praticamente uma novela húngara. Pra ter uma idéia, eu ( euzinho) demorei umas 3 horas pra fazê-la e na noite anterior. Ainda bem que foi ao lado da Dé, já que ela também estava no batente, executando a sobremesa. Pra confirmar, nos alimentamos com este belíssimo sanduba, que eu fiz e é uma das minhas especialidades.

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Ela, a terrine,  é uma versão atualizada e modernosa de um prato típico da Hungria que mistura gelatina e carne. Vou fazer um fotolog (na verdade, uma fotonovela) dele.

1º capítulo – Creme de raiz forte (sour cream, raiz forte)

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2º capítulo – Caldo (caldo de carne, louro, alho esmagado, pimenta vermelha seca, cravo, suco de limão)

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3º capítulo – Caldo de carne com pepino em conserva picado e presunto defumado em tiras

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4º  capítulo – Sopa de beterraba 

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Todas estas camadas são colocadas, uma sobre as outras, num intervalo de tempo suficiente pra que a gelatina sem sabor (que está em todos os capítulos) consiga agir e se solidificar.

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E enfim, a nossa Borscht Horseradish Terrine (o capítulo final da novela) está pronta.
E é tão saborosa quanto trabalhosa e fotogênica.

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Odete e George, esta é mais uma entrada pra figurar no livro das Mais Mais do dcpv!

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Tomamos um vinho branco, o Chateau Los Boldos Chardonnay 2007 Chile que foi ” refrescante, papricoso, jovial, simplinho” e um excelente coadjuvante (pelos comentários dos confrades estava mais pra aquoso).

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Antes, os ingredientes mais comuns usados na cozinha húngara eram: dill, horseradish (raiz forte), manjerona, alecrim, sálvia, cogumelos selvagens e caraway seed (família do anis). Foram acrescentados ao longo do tempo,  banha de porco, cebola, alho, sour cream, queijo cottage, nozes e sementes de papoula.
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Három (3) – Fö fogás ( principal)

Fizemos um Tejfölös marhapör költ. É claro que você sabe o que é, né?

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Este prato foi indicado especialmente pela Odete, pois “é um corte italiano de carne (o ossobuco) e ganha um sabor tão húngaro por causa do Lecsó (o sofrito de cebola, alho, tomates, páprika e pimentas)”.

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Também é uma receita grande e é quase um cozimento à baixa temperatura, pois o ossobuco (o Shanks) cozinha por 3 horas e lentamente.

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O molho é especial! Chega a parecer um roti húngaro com a sua densidade e o sabor muito marcantes.

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Muito bom e o blog poderia facilmente se chamar Páprika no Ossobuco.

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Como acompanhamento, um Kapor Galuska, um Spaztle com dill.

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Uma massa simples (farinha, endro, ovos e água) que é forçada através de uma peneira a cair na água salgada fervente.
A nossa especialista em massas, a Dé, se encarregou de fazer este prato.

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Fica pronto rapidamente e harmoniza perfeitamente com o ossobuco e o molho (ah! o molho).

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Sensacional!

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Tomamos um tinto português, o Loios Alentejano 2007 Portugal que foi “pessegoso, puskoso, groselhesco, rosso”.
Desculpe a nossa falha por não termos vinhos húngaros, mas eles estavam muito caros em todas as importadoras que eu pesquisei (apelo: precisamos arranjar um patrocinador urgentemente. Aceitamos oferta em garrafas. rs)

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Os pratos mais tradicionais da Hungria são: Halászlé (sopa de peixe de água fresca), Gulyás (o famoso Goulash), Libamá (fígado de ganso. A Hungria é um dos maiores produtores do mundo), Kobasz (linguiça típica com páprika).
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Négy (4) – Desszert (esta não precisa traduzir!)

Zárdabarack Torta, ou seja, uma Apricot Almond Linzertorte ou melhor ainda, uma Torta de Damasco com Amêndoas que tem origem na Áustria e que o Geo é maluco por ela (além de ser pela Odete também, é claro!).

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Esta receita também é extensa ( que novidade)  e a Dé a fez inteirinha. Vamos a mais um fotolog:

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Tomamos e harmonizamos com o Sherry Barbadillo Fino (o mesmo que entrou no recheio de damasco) e ficou bom demais.
Só faltou entrar um banda húngara e tocar o hino nacional pra encerrar a nossa noite com chave de ouro.

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As bebidas mais famosas na Hungria são: unicum (licor de ervas), pálinka (destilado de frutas), vinhos (o famoso de sobremesa, Tokaji). E era bastante comum as famílias terem as suas vinherias; o sr István, pai do George também teve a sua.
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Bom, gratíssimo à Odete e ao George pela simpatia, pelo acréscimo de cultura que nos proporcionaram e pela possibilidade de nos fazer experimentar uma comida tão diferente, com cara de pesadona, mas ao mesmo tempo tão leve e saborosa.

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Segue o nosso presente virtual,  as nossas já famosas flores e que representam toda a nossa satisfação pelo banquete húngaro.

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Eis a opinião dos Magyares Ferrazenses:

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Ferenc Puskás aprovaria o menu! Ronaldo também! Köszönön szépen, Odete e Geo. (Edu)
Kocsis, Hidegutti, Magyar dream! Espetacular.
(Mingão)
Nem só de goulash vive a cozinha húngara ! (Déo)

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Odete, fica o nosso último apelo ao George,  já que você citou num e-mail: By the way, George torce  pelo São Paulo – influenciado por mim, é claro – mas anda ultimamente com tendências corinthianas por conta do Ronaldo… e de tabela agrada o sogro e a cunhada!
Portanto, George, junte-se a nós já que você é um confrade (Odete, ainda dá tempo) e seja um Fiel corinthiano. Abriremos a primeira filial da Gaviões na Hungria!

Viszlát. (Tchau)

PS – O próximo interblogs (o 19º) será com a Fabrícia do blog mais ao norte do mundo, o Sopa Vermelha (desta vez, o tunisiano e confrade Mohamed vai só ver) que nos apresentará um menu Quebecoise. Aguarde.

Au Revoir !

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19 Responses to “dcpv – da cachaça pro vinho – 18º interblogs – páprika na feijoada do dcpv”


  1. 1 Marcie 27 de julho de 2009 às 09:07

    sabe aquela música: recordar é viveeeer…eu hoje sonheeeei com você. Ou melhor – e antes que eu tome um cascudo da Dé – com essa comida deliciosa que comi na Hungria em março. E que, na verdade, comi muito no decorrer da vida: tenho 5 amigos Húngaros, todos excelentes cozinheiros.
    Valeu, Edu!

  2. 2 Luciana Betenson 27 de julho de 2009 às 11:08

    Edu, amei!! Quanta coisa aprendi sobre a culinária (e a língua!) húngaras… Deu vontade de viajar 🙂

  3. 3 Odete 27 de julho de 2009 às 14:51

    Gratulálunk!
    Estou sem palavras adequadas para um comentario a altura do que vejo aqui.
    Ficamos felizes que tenham gostado.
    Que maravilha ficou sua reproducao (trabalhosa) desse menu que tem muito de nossa historia familiar.
    Voces capricharam nos detalhes e ficou tudo tao lindo.
    Da proxima vez levamos os vinho e palinkas para repetir a dose e quem sabe George pode reproduzir uma especiaidade, halászlé.

    Edu, Dé e demais Dcpvs, mais uma vez obrigada pelo convite e pela amizade que se consolidou atraves desse bonito IB.

    George agradece todas as referencias e esta emocionado.

    Az volt az öröm, hogy annak egy részét!

    Nagyon köszönöm!

  4. 4 Gina 27 de julho de 2009 às 15:25

    Que legal esse post!
    Parabéns a todos, o menu ficou bárbaro. Quero cumprimentar em especial minha amiga Odete e seu marido.
    Bjs.

  5. 5 Ameixinha 27 de julho de 2009 às 16:16

    A Odete é cinco estrelas e tenho um carinho muito especial por ela. Claro que só poderia sair algo incrível por aqui. Receitas sugeridas pela Odete e pelo George e postas em prática por vocês, só poderia dar em delícias. Infelizmente nunca provei nada disso, mas ia adorar fazê-lo!
    Adorei a entrada com massa phyllo 🙂

  6. 6 Adriana 28 de julho de 2009 às 15:04

    Edu, segundo Carlos, “hace años” que a comida do Peru é deliciosa e está logo alí, mas só agora os brasileiros a descobriram. Eu, como adoro papas, tendo a concordar que pelo menos alguns pratos devem ser mesmo “riquísimos”. Aun según el mismo peruano, “el Perú tiene más de mil variedades de papas”… Eu acho um pouco exagerado…Não consigo guardar a difereneça entre salsa e cebolinha imagine identificar mil variedades de batatas. Aliás, hoje é o dia da independência do Peru. Pena que não é quarta… Se fosse, o DCPV poderia comemorar com a noite peruana. Seria como uma versão inca do 4 de julho. E vou lhe contar um segredo (quase em forma de convite…rs)… Já ensaiei tanto ir ao Peru e acabei desistindo, que está mais fácil experimentar a comida peruana de Ferraz de Vasconcelos! 🙂

    Se ai ninguém ajuda o Palmeniras, pode me explicar por que nao ajudaram o Atlético, ganhando no domingo? Assim fica difícil manter a liderança 🙂

    Abraços!

  7. 7 Adriana 28 de julho de 2009 às 15:32

    Ops.. Uma pequena distração e acabei comentando sobre o Peru no post sobre a Hungria.. Ainda bem que respondia ao comentário do Edu.. Se fosse uma prova de Geografia… 🙂

  8. 8 Fabricia 29 de julho de 2009 às 16:01

    Mas que luxo …. a Odete e o George são fantásticos …. e vocês então … confrades de primeira …. Estava ansiosa por esse inter blogs sobre a Hungria e que maravilha … li de cabo à rabo.
    Parabéns para todos …
    Beijos aqui do Norte .

  9. 9 eduluz 29 de julho de 2009 às 20:09

    Marcie, a Dé entendeu o espírito da coisa.
    E olhe que pra mim foi uma grande surpresa o que me faz ter o raciocínio de sempre: temos que conhecer a Hungria! rs

    Luciana, já viajamos bastante cozinhando e degustando a comida Magyar. E também ficamos com a mesma vontade.

    Gina, também compartilho do sentimento. Grato pela visita.

    Ameixa, assim como seu, este IB foi uma lição de informação, de culinária e de amizade. Enfim, mais um espetáculo!

    Adriana, não importa a Geografia e sim, o princípio.
    As comidas peruana e húngara tem as suas características e cabe a quem pesquisa, deixar fluir e se interessar pela que ela lhe oferece. Neste caso específico da Hungria, além da pesquisa já vir prontinha, ainda vem acompanhada do prazer de desfrutar da companhia de pessoas tão interessantes quanto a Odete eo corinthiano George.

    Fabrícia, nossa confreira mais ao norte, realmente foi um prazer fazer mais este IB. E também será fazer o próximo, que será justamente o seu e o Quebecoise com comidas da linda região canadense. É a hora do maple.
    Ah! Todo o DCPV ( incluindo Renata, cachorras, etc) está dando parabéns pela Fabricinha ou Mohamedinho ou ambos ! Saúde !!

    Odete e George, reafirmando, foi muito bom ter a companhia virtual, quase real neste banquete húngaro.
    Certamente, estamos aguardando a visita de vocês ( e não é só pela palinka e pelo vinho ! rsrs). E esperando também pelo halászlé.
    Odete e George, nossos baratóms. Egészsegünkre !

    Abs a todos.

  10. 10 Liliane 1 de agosto de 2009 às 06:12

    Dessa vez, “viajei na maionese”. Não conheço esses temperos e especiarias. Acho que no Recife, não tem restaurante húngaro.
    A Dé, brilhando na decoração da mesa.
    Liliane

  11. 11 eduluz 3 de agosto de 2009 às 22:52

    Liliane, nem em São Paulo tem algum restaurante húngaro ( pelo menos que eu saiba!).
    A Dé, como sempre, agradece!

    Abs

  12. 12 Marcie 4 de agosto de 2009 às 08:36

    Edu, eu ainda sou da época que em SP tinha, sim, um restaurante Húngaro – e dos bons! O Hungaria, que ficava, se me lembro corretamente, na esquina na Joaquim Eugênio de Lima com a Jaú. Os donos eram amigos meus, e comia-se divinamente lá…..

  13. 13 eduluz 5 de agosto de 2009 às 11:24

    Marcie, através da tua informação ( e ao Google) descobri que o pessoal do Hungaria montou uma empresa de alimentos e reproduz, segundo eles o mesmo strudel que era feito lá.

    Abs.

  14. 14 Tânia Saj 12 de agosto de 2009 às 18:38

    Fiquei simplesmente encantada com o menú hungaro!
    Meus parabéns pela produção fantástica e a Odete e George por orientar os caminhos!

  15. 15 Verena 12 de agosto de 2009 às 18:47

    Uau!!!!
    Quanta coisa linda passou por essa mesa! E quão diferentes! Amei tudo…confesso que a terrine me pareceu bem diferente, mas deve ser muito interessante! E o Spatzle??? Amo esse macarrão! Com dill ainda!
    Tudo lindo, colorido, cheio de vida e seu texto melhor ainda!
    Parabéns ao Edu, Dé e outros Confrades e a Odete e George!
    Um beijo grande,
    Verena

  16. 16 Cris 13 de agosto de 2009 às 10:43

    Wow, estou encantada com este cardápio! Eu quero as receitinhas, pode ser? Esta do ossobuco já imaginei minha panela crockpot dando conta do recado… O spaetzle eu sempre faço e tenho a maquininha, que ótima ideia esta combinação… Parabéns para a o Odete e husband e também para vocês por compartilhar culinárias autênticas ao redor do mundo… bjs!

  17. 17 eduluz 13 de agosto de 2009 às 11:58

    Tânia, nós também. E claro que os méritos são da Odete e do corinthiano George que nos dirigiram muito bem !!

    Verena, foi como eu escrevi: interessante demais e com uma cultura diferenciada e mais interessante ainda.
    As receitas são longas,e por isto mesmo, foi muito divertido fazê-las.
    Só falta um ano ( jul/10) pro teu IB, heim??

    Cris, o seu IB é antes do da Verena : dez/09. Que venha o American TexMex.
    Quanto as receitas, já te mandei.
    No caso do spaetzle, acabamos fazendo com o amassador de molhos (idéia da Dé). Ficou bom demais !!

  18. 18 yasmin 12 de junho de 2012 às 19:03

    eu sou de la frança mais jo soy mesmo espanhola estas pratos son muchos bien muy bien los ticos e las ticas


  1. 1 dcpv – projeto cozinha bossa-nova = raphael (marcel)+ flávio (sódoces) « Da cachaça pro vinho Trackback em 31 de dezembro de 2010 às 05:57

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