Arquivo para 19 de dezembro de 2009

Qosqo II – Cusco e o Vale Sagrado

Aqui, a lhama é sagrada
12/10/09

Qosqo II – Cusco e o Vale Sagrado

Foi uma noite muito mal dormida. Na altitude de Cusco  (3360 m), o  soroche atacou e tivemos dor de cabeça a noite toda.

Mas com um pouco de adaptação e somando-se o fato de ser uma segunda-feira e feriado na Grande Ferraz de Vasconcelos, o dia prometia.

Fomos, logo cedo,  passear de ônibus  pelo Vale Sagrado.
E porque é sagrado? Porque num lugar onde a vegetação é escassa e a água mais ainda, ter um rio (o Urubamba) faz a diferença.

A primeira parada foi em Pisac.  Povoada desde o seculo X, foi uma importante capital regional desde a chegada dos incas.

E o resquício disto tudo é exatamente o Mercado de Artesanato, uma grande mistura de Guaianazes e São Miguel Paulista Peruanos onde você tem que esforçar pra achar produtos legais pra comprar, já que a maioria vende praticamente as mesmas coisas. Sabe aqueles vendedores de biju no caminho pra praia? rs
Se bem que compramos um joguinho de xadrez onde os incas enfrentam os espanhóis que é muito legal!!

Foi em Pisac que tivemos o primeiro contato com a variedade de batatas  (segundo eles, mais de 2000!!) …

…e com os mais de 80 deliciosos tipos coloridos de milhos!

Teresa Perez (agência que fizemos o pacote pela região Cusco/Machu Picchu) organizou um belo almoço-picnic na beira da estrada …

 

… e de frente pras famosas terraças onde os peruanos, especialmente os incas, plantavam todos estes produtos.

Fomos sempre acompanhados por simpaticíssimos habitantes do lugar.

A tarde, conhecemos Ollantaytambo, uma fortaleza espetacular que é praticamente uma cidade inca viva.

O grupo se dividiu pois tínhamos que subir um montão de degraus pra conhecer tudo (é claro que fomos!) e o nosso guia, o midiático Pepe Villena aproveitou pra nos explicar exatamente como os incas conseguiam transportar as famosas pedras pros seus devidos lugares. Reparem nas rampas feitas no formato de cunha.

E até monitor de vídeo os incas tinham !! (Um tanto ultrapassados pois não eram de LCD! rs).

Voltamos pra nossa base em Cusco, o hotel Monasterio e conseguimos ver um lindo por do sol.

A noite fomos jantar no MAP, o restaurante que fica dentro do Museu Pré Colombino e que é totalmente de vidro! O restaurante, óbvio! Ele é muito perto do hotel!

Lindo e com uma comida de primeira.  O soroche atacava mais timidamente, então a Dé pediu Ravioli com aji …

… e eu, fui de Cuy.

Ou melhor. Pernas crocantes e torresmentas de Porquinhos da Índia. Uma delícia!!  

Um grande dia. Um dia sagrado!

Hasta.

PS – Antes que eu me esqueça e acho que alguém teve a curiosidade: Qosqo é Cusco em quíchua, uma das línguas nativas do Peru e  significa “umbigo do mundo”! 

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