Arquivo para 22 de abril de 2010

dcpv – da cachaça pro vinho – jour onze – dia monumental em paris (e sem ver nenhum monumento)

rechechê!
14/02/10

dcpv – Jour onze – Dia monumental em Paris (e sem ver nenhum monumento)

Começamos o dia ouvindo Coeur de Pirate (uma excelente descoberta musical da Re).

E resolvi fazer uma coisa que quero há um bom tempo: tirar um day-off na própria viagem. É claro que a Dé concordou!

Ou seja, não fazer nenhum lerê e nada de programação pré-definida.

Somente andar pelo nosso bairro, o Marais e descobrir o que ele tem de bom.

Nem café da manhã tomamos, pois os suprimentos praticamente tinham acabado e resolvemos dar uma diminuída na quantidade de calorias ingeridas diariamente.

Fomos descobrir cantos e ângulos diferentes.

Praças, …

… o Musée Carnavalet, que por sinal  não entramos, em pleno Carnaval ….

… mais praças e recantos. Uns mais bonitos do que os outros.

Fizemos compras slow (sabe aquelas que você não programa e só compra o que achou legal) e ainda comemos aquele que elegemos (desculpem os críticos de plantão) o melhor doce de Paris: o millefoglie do Lenôtre.

É maravilhoso, além de que a loja/joalheria dele deixa qualquer Ladurée, Hermé e Aoki no chinelo. Ou melhor, no Louboutin!

Pra melhorar as coisas (se é que poderiam), resolvemos almoçar novamente no Léon de Bruxelles. No da Bastille.

Isto mesmo: moulles et frites de novo .

Simplesmente muito bom e me desculpem mais uma vez os puristas, uma comida inesquecível. Como toda de Paris deve ser.

Voltamos ao apê pra descarregar as compras e percebemos pelas lojas do caminho (opa, mais uma comprinha!) o porque do Marais ser tão popular.

Passeamos mais um pouco, chegando bem pertinho do Beauborg, o Pompidou onde vimos um arremedo de Carnaval com um montão de mini-pseudos-escolas de samba desfilando (?!) pra gringo ver e na volta, demos mais uma passada pela nossa queridinha.

Voltamos ao apê e nos arrumamos prum jantar de gala já que era o Valentine`s Day. Dia de comemorar o nosso namoro!

Reservamos num restaurante do bairro (estávamos naquela de prestigiar o “nosso” comércio), o Vins des Pyrenées.

Que por sinal era bem bonitinho, familiar e com um montão de velhinhos.
Mais uma vez achamos que éramos os únicos não-franceses de lá, ao lado da família de italianos (que bellos!) que estava ao nosso lado.

Comida honestíssima e muito boa. Repare no detalhe do menu queimado por cigarro!

Um penne com frango ao curry pra Dé e um Magret de Canard (provisoriamente virei patólogo) com molho de mostarda e mel pra mim, além dum Bordeaux pra nós.

Coroou este dia monumental em que não vimos nenhum monumento a não ser a nossa vizinha maravilhosa, a Place des Vogues com todos os seus belos ângulos.

E fica aqui um conselho: não vá muito atrás de dicas de lugares pra comer em Paris, pois lá você encontra de tudo e especialmente, a maioria dos estabelecimentos primam por oferecer comidas simples, muito bem feitas e saborosas.

Escolha os do seu bairro e vá experimentado aqueles com que simpatizou.
Pela primeira vez fizemos isso e certamente ficamos satisfeitíssimos.

Au revoir.

.


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