Arquivo para 1 de outubro de 2010

Provence – onzième jour – passando de um país pro outro

14/07/2010

Provence – Onzième Jour – Passando de um país pra outro

Este dia foi um tanto quanto corrido (mais um! Slow??).

Estivemos na França, em Mônaco e na Itália. Voltamos pra França, passamos a noite em Mônaco e retornamos pra França!

Deixa eu explicar melhor este trânsito intenso.

                 

Começamos o dia passeando pela Promenade des Anglais, um calçadão enorme em frente a Baie des Anges e que tem um alto astral imenso.

Dali fomos pegar a Re no hostel e rumamos pra Mônaco. Optamos por ir pelas Corniches, que era certeza de grandes paisagens.

Passamos por Saint Jean Cap Ferrat, Beaulieu sur Mer Eze.

Todas são cidades litorâneas e com as mesmas características: mar azul, paisagens dramáticas e uma vontade danada de ficar por lá.

Fizemos um tour bem legal pela fábrica de perfumes Fragonard em Eze.  Ele é gratuito e nos foi mostrado como são feitos todos os produtos deles. Passamos rapidamente pela lojinha e, absurdamente não compramos nada!  

Seguimos pra Mônaco na tentativa de fazer o básico que é visitar o Palácio, o circuito de F1 e todas as demais coisas. Como estava tudo muito cheio, optamos por continuar no sentido da Itália.
Melhor. Resolvermos almoçar na Itália, mais especificamente em Ventimiglia.

Que é mais uma daquelas cidades encravadas na montanha, só que neste caso com um praia bem bacana (não se esqueça que quando eu digo praia, leia-se muita pedra em vez de areia!). Até os famosos cadeados enamorados nós encontramos por lá.

É claro que comemos num restaurante à beira-mar e aproveitando o que mais gostamos: pasta!!

A Dé foi de fusilli ao sugo, a Re de ravióli de nozes e eu de spaghetti com mariscos. Ah! Que mariscos!!

Tudo ao ponto e com destaque pra “frescosidade” dos  frutos do mar.

O garçon super-gente-boa (tínhamos passado do horário do almoço, mas ainda bem que estávamos na Itália!) estranhou quando pedimos uma Caprese e principalmente, quando dissemos que ela viesse antes dos pratos principais.
E se soltou totalmente quando soube que éramos brasileiros.

Pra variar, falou de futebol (Ronaldo, Gaúcho, Kaká, Peléeee) e virou íntimo quando dissemos que adorávamos a  Itália.

Demos uma molhadinha nos pés na água do mar (o famoso batizado) e resolvemos nos aventurar e subir, de automóvel, até o Castelo.

Foi uma aventura, pois era extremamente alto e as ruas eram tão estreitas que mal cabiam um carro. Chegamos até a passar por baixo de ameixeiras carregadas!

Se bem que as vistas estonteantes lá de cima valiam qualquer esforço,

Voltamos pra Nice pois tínhamos reservados ingressos pra assistir a mais um show

Esta também vale uma explicação: a Re é super-fã do Mika.
E ele se apresentaria em  Mônaco, fazendo  parte dum festival de verão com um  elenco excelente (Stevie Wonder, Erika Badhu, Norah Jones e mais um montão de feras).
Eu já tinha feito uma reserva pra mim e pra Dé prum jantar no L’Aromate.
Mas surgiu a idéia de acompanharmos a Re pois certamente seria muito interessante assistirmos a um concerto no Monte-Carlo Sporting. Sem contar o entusiasmo que a Dé demonstrou em substituirmos um menu degustação por um espetáculo sem comida!! 🙂
Lá fomos nós, preparados pra assistir a um show, provavelmente num estádio e com o calor costumeiro. A Re bem que tentou me alertar que estava escrito no convite que era obrigatório um traje elegante. Teimoso (imagine, estamos numa praia!), fui de bermuda e chinelo.
Quanto mais perto chegávamos do lugar, mais aumentava a minha expectativa em ser barrado pois quase todo mundo estava de paletó; a maioria de camisa e todos de sapatos!!
A Dé e a Re estavam praticamente dentro do dress code  (ambas de calça jeans e shorts respectivamente). Estávamos na fila de entrada e já comecei a pensar no plano B (irmos passear enquanto a Re via o show?).
Resultado:  entramos normalmente apesar de alguns olhares, digamos, um pouco atravessados (se bem que continuo achando que estavam é com inveja  pois suavam muito e alguns tiraram os paletós e amarraram na cintura!! rs) e certamente, assistimos a um dos melhores senão o melhor show de nossas vidas.
O lugar é incrivelmente pequeno (tinha, no máximo, 1500 pessoas) e lindo. Uma espécie de anfiteatro moderno. Todo  espelhado, com teto retrátil e com aberturas nas laterais que te possibilitavam ver o mar e o skyline de Mônaco. Não precisa nem dizer que o céu estava totalmente estrelado.
E o Mika é sensacional. Canta muito e tem uma presença de cena incrível. Ficamos praticamente junto ao palco e nos divertimos muito já que a atmosfera era a de um show num barzinho.
Se bem que se estando em Mônaco, a própria platéia já seria um espetáculo. Roupas extravagantes, barbies e kens, plásticas bem e mal feitas;  Ferraris e Smarts, enfim tudo se juntava e transformava o espetáculo num verdadeiro happening.
As fotos? Ficam pra próxima pois mais uma vez a nossa câmera foi confiscada.

Voltamos pro nosso país, a França, satisfeitíssimos e com a certeza de que morar no Primeiro Mundo é muito bom.

Ah! Pra completar o dia da reunião do Conselho de Segurança da ONU, mais algumas informações: o Mika é libanês e cantou em inglês e francês. 

Wonderful world!

Bye! E amanhã receberemos o nosso tão aguardado Leão de Ouro.

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