Arquivo para 4 de dezembro de 2010

2º ISB no DCPV – Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?

DCPView’s  – 2º ISB no DCPV – Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?

Hi, people.
E continua a saga, a descrição de tudo o que aconteceu no encontro do jet-set “semblogueiro”, o 2º ISB, o Inter dos Sem Blogs.

 
A festa rolou sobre os carretéis e desta vez teremos a visão do Eymard. Leiam, discutam e comentem.
Sabe como é: em sociedade, tudo se sabe.

No sábado que vem (11/12) teremos o depoimento da chef Sueli.

 

Eu vou indo porque “cavalo não desce escada”. (EduLight)

Como pode um peixe vivo viver fora da água fria? (by Eymard)

Pois é!  O 2º ISB aconteceu em Brasília. O cronista social EduLight já descortinou parte da festança. Resolvi tratar dos bastidores “da fama”.

Adriana, Drix para os íntimos (nós mesmos) chegou sexta-feira. Pronta para almoçar “comidinha caseira” na Sueli e jantar na minha casa. Duro cozinhar para Sueli!! Rugas de preocupação em casa (nao é Lourdes?). Resolvido o cardápio: tagliolini tradicional para acompanhar a trufa branca de Alba. Mas não poderia ser uma pasta qualquer. Sergio Arno tem, na minha opinião, uma das melhores com jeitão de massa fresca: La pasta Gialla. E, aqui em Brasília, compra-se na Villa Morena onde a simpática Dona Ingrid tem o melhor doce de leite do pedaço.

Para emoldurar, ralar a trufa, sim, o tubérculo branco de Alba. E estrear o meu ralador.
Mas….será que não é pouco? E se a Adriana não comer? E se a trufa não estiver boa? Vamos ficar só na massa? Qual a saída? O peru da Dona Lizandre(ops!!), nossa amiga do restaurante Werner que nunca falha nas horas difíceis.

Tudo pronto. Só faltou o casal Luz. Lourdes caprichou na entrada: melão rei com presunto de Parma acompanhados de tâmaras frescas do Piemonte.

A trufa ainda estava perfeita e o sucesso foi tal que Adriana repetiu. Comidinha simples é com ela: pasta ao dente com manteiga trufada derretida e trufas brancas. O peru ficou inteiro. Intocado!!!!

Nao chegamos às sobremesas, que eram variadas: doce de leite, compota de goiaba, doce de pêra e requeijão em barra. Mas nao resistimos aos “picolos” docinhos do Daniel Briand e seus macarrons. Ia dizer que tomamos um nespresso para finalizar, quando Lourdes me lembrou que “nao chegamos no café”, ninguém agüentou!

As fotos? Puxa, não registramos nada desse momento único. Uma pena. O registro agora é só escrito. Me lembro que estava tudo bom, pois a companhia era especial. Demos muitas e boas risadas.

No sábado, as 16 horas, depois de um vôo tranqüilo, chegam Edu e Dé para conhecer a capital federal. Eu e Jorge fomos ao aeroporto buscá-los para uma rápida passada em minha casa. Novos brindes. Novos bebericos e comericos. As fotos? Também não saíram.

A noite prometia. Comeríamos sopa de tartaruga no Aquavit (O sonho de consumo do Edu, promessa desde a festa de Babete). Menu devidamente vetado por “algumas” dacachaçaprovinhenses. Restaurante trocado (fica para um próximo final de semana, o Simon é imperdível e Edu e Dé já descobriram o caminho da “Corte”). Dessa vez a escolha recaiu na Trattoria Da Rosário. Um chef napolitado de responsabilidade!

        

O chef foi simpático. Pratos escolhidos, vinho do Piemonte e, voilà, um brinde (este tem foto – ufa! A Dé chegou!). Tudo perfeito, não fosse a sobremesa. Definitivamente não estavam boas. Nenhuma delas. E olha que de sobremesa eu entendo. E daquelas sobremesas, em especial, não só entendo como já experimentei todas. Aquela não era a noite da sobremesa na Rosário. Foram devolvidas quase intocadas. O garçom perguntou e fomos sinceros (como deve ser). Vieram cobradas na conta. Pagamos. Mas não custava uma cortesia! Fica o registro.

Saímos para um passeio noturno.

 A linda vista dos monumentos flutuantes de Brasília.

Contrastes perfeitos de luz, sombra, espaço e traço.

O domingo prometia.

Chuva. Muita chuva! Poupei Sueli (xiii, está me xingando até agora!!!). Passamos no hotel para pegar Drix e os Light para um mini citytour embaixo de chuva. Passeio com direito   a companhia de especialista na construção da capital. Ela mesma: Drix.

A parada?  Memorial JK.

 Ponto alto? A cripta. Foto? Não tenho, mas o Edu deve ter.

Do almoço, Sueli não abriu mão. Faria um extraordinário arroz de bacalhau com lascas de amêndoas e alecrim. Muito alecrim!!

 De entrada, umas mini abóboras cozidas inteiras, recheadas de bacalhau com uma saladinha.

 Tudo de comer de joelhos. Para coroar o famoso doce de figos e uma divina pana cota. Poderíamos ter morrido ali. Mas não morremos (felizmente)!!!.

Os bastidores? Descobri que é fácil fazer o arroz. Basta ter uma panela bem grande e uma Maria que prepara tudo. Para finalizar? Chama a Sueli!!!

Passada no hotel. Retorno para casa. Banho, roupa limpinha e vamos ao 2º ISB.  Pra falar a verdade, não agüentávamos mais nada e ainda nem tínhamos chegado no ISB. Jantar completo preparado pelos chefs Sueli e Edu, com ajuda primorosa de Lourdes e Dé e os olhares atentos de Jorge, Eymard e Adriana.

Chegamos cedo na casa de Sueli e Jorge. A tempo de escolhermos, Drix e eu, a trilha sonora da noite: Charles Aznavour, em seu melhor disco e momento! Uma pena que, depois da terceira ou quarta música, a dona da casa, achando que a escolha tinha sido de Jorge, não poupou “elogios” ao pior disco de todos os tempos! Troca realizada com sucesso para um Cd de Elba e Dominguinhos.

Vamos ao que interessa: o menu do 2ºISB.

Como serão vários os relatos, deixo os detalhes das receitas e do menu para o próximo post.
Tivemos queijo brie, levemente aquecido, com geléias variadas. Comemos lambendo os dedos.

Torta de alho poró. Aprendi. Juro! Aprendi a fazer. Eu e Adriana. Ela bateu os ovos e eu fiquei olhando atentamente. Aprendi mesmo: 9 kilos de alho poró! Ou…seriam…nove talos? 1,5kg? Mais ou menos isso. Muito alho poró misturado com os ovos já batidos com um excelente parmesão ralado grosso para o fantástico recheio. Estava de comer de joelhos. Nao resisti. Repeti.

O prato principal? Não agüentei chegar lá. Um espetacular brasato acompanhado de batatas assadas com alho e alecrim (olha o alecrim ai, de novo, minha gente!!!). Dispensamos o risoto que acompanharia a carne e atacamos as batatas que, em princípio, seriam da Adriana.

E a sobremesa: sopa de morangos com sorvete de creme. Deliciosa. 

O encontro não foi mais um encontro. Cada encontro tem sido único. Sinergia total e gostinho de que “tudo que é sólido se desmancha no ar”. Passa rápido. Tão rápido que a gente tem que repetir em 4 sábados, com quatro variações de um mesmo tema, para prolongar a fugaz sensação de que “o que é bom dura pouco”!

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