Arquivo para 7 de dezembro de 2010

drobadinha na praia – museu da língua portuguesa e pomodori

21/11/10
happy birthday to me

Drobadinha na praia – Museu da Língua Portuguesa e Pomodori.

Sabe que com toda esta vontade de conhecer tudo, ainda não tínhamos ido ao Museu da Língua da Portuguesa.

Praticamente uma vergonha, mas antes tarde do que …
Domingão. Acordamos cedo e fomos pra região da Luz (o lugar prometia). Pergunta: quando será que esta belíssima localidade será totalmente reurbanizada e se transformará num polo turístico?

Estacionamos tranquilamente na rua, sem nenhum pobrema (nem flanelinha tinha!) e fomos conhecer o tão badalado museu. A entrada é feita através de um elevador. Optamos por subir e fazer a visita descendo.

Vimos no 2º andar a história da formação da nossa língua Pátria. Painéis multi-coloridos e mídia,…

… estações interativas e …

… uma sensacional instalação pra se conhecer o significado das palavras.
Ah! Descobrimos até a origem da palavra cachaça.

A esposição especial (a do 1º andar) denominada Plural como o Universo  é sobre o poeta Fernando Pessoa e seus infindáveis heterônimos.

Mais um espaço totalmente lúdico e com um jeitão poético no ar.

Não somos uns fernandopessoalológos ferrenhos, mas gostamos de absolutamente tudo.

Logo após este banho de cultura e abastecimento da alma, resolvemos nutrir o corpo.
Fomos conhecer (era o dia da descoberta)  um dos restaurantes italianos mais afamados de São Paulo: o  Pomodori.

Chegamos e fomos recebidos pelos própios.

O lugar é muito agradável (foi ampliado recentemente) e tem mesmo um jeitão duma bela trattoria chic.

O chefe Jefferson Rueda conseguiu deixar tudo com uma cara simpática, a começar pelo belíssimo couvert com salames, mussarelas de búfala fresquíssimas e afins. Uma pena que não tinha mortandela.

Pedimos um vinho branco italiano e brindamos a esta data tão importante no calendário mundial.

O picolo chegou rapidamente. Uma massinha com uma saborosa cama de funghi, um belo presentinho do chef.

Estudamos o omenu e escolhemos: a Re foi de ravioli de batata doce com molho de grana padano e cebolas fritas. Ela disse que tomaria um litro daquele néctar, o molho e comeria mais um quilo das cebolas.

A Dé pediu uma massa com nome/corte diferente (stracciatori, scravatori, ??) à matriciana. Adorou e eu aproveitei par comer uma bela parte dela já que o molho também era delicioso. Em tempo: descobri que a massa se chama strascinatti. Viva o santo Google!

Eu fui de frutos do mar na brasa com spaghettini ao pesto. Absolutamente perfeito.

Ainda abusamos um pouquinho e exclusive, experimentamos sobremesas (2×3). Espuma de coco com zabaione 

… e torta de limão siciliano com sorvete de mascarpone.

Competentes, mas não a altura das massas que por serem feitas ali mesmo deram o tom do almoço.
Enfim, o Pomodori é um lugar pra se voltar várias vezes e provar todo o cadárpio.

Voltamos pra casa a tempo de ver um pequeno vexame do Timão que não foi o suficiente pra tirar o nosso entusiamo diante deste pogramaço cultural.

Até a próxima dobradinha.

PS – É claro que eu sei escrever dobradinha, problema, exposição, próprios, menu, mortadela, cardápio, programaço e inclusive, inclusive  corretamente.
Acontece que este foi o jeito que eu encontrei de homenagear a nossa língua e o museu dela.
Além de perceber quem é que está prestando atenção nas minhas mancadas! 🙂

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