2º ISB – do desejo de niemeyer a realidade do isb*

2º ISB – Do desejo de Niemeyer a realidade do ISB*

Hi, gente fina.
Continua a novela, o capítulo-a-capítulo de tudo o que aconteceu no encontro dos without blogs, o 2º ISB, o Inter dos Sem Blogs.

A festa foi de arromba e todos os participantes se esbaldaram a valer.
Desta vez teremos a visão da prof Drix. Leiam, discutam e comentem.
Sabe como é: em sociedade, tudo se sabe.

Este post encerra a tetralogia do evento na visão dos participantes (veja a minhaa do Eymard e a da Sueli).
Aguardem que o próximo, o 3º será em BH e arredores. Ah! A sede do 4º também já foi escolhida: a grande e bela Ferraz de Vasconcelos.

 Hasta la vista, babies. (EduLight)

Do desejo de Niemeyer à realidade do ISB * (by Drix)

“Era um rabisco e pulsava.”  (Carlos Drummond de Andrade)  

Foi assim que tudo começou: do traço simples de Lúcio Costa. Era “inveja” e pulsava. :- ) Foi assim que tudo começou: do desejo dos sem blog de um dia sentar-se à mesa do DCPV.

“Brasília surgiu como uma flor do deserto, dentro das áreas e escalas que seu urbanista criou, vestida com as fantasias da minha arquitetura. E o velho cerrado cobriu-se de prédios e de gente, de ruídos, tristezas e alegrias”. (Oscar Niemeyer)  

A confraria DCPV surgiu da amizade que une Edu, Déo e Mingão, vestida do prazer de Edu em cozinhar. Cobre de alegria as terças-feiras de Ferraz de Vasconcelos e, eventualmente, os fins-de-semana de alguma outra cidade. Naquele feriado de 15 de novembro, cobriu de alegria Brasília.

“Os dois arquitetos não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado.” (Clarice Lispector)

Nenhum de nós pensava em conquistar novos amigos: seria fácil. Reconhecemos novas velhas amizades, conquistadas em outras infâncias, para o espanto inexplicado de alguns.

“Mas se ela nasce assim madura, sabei-o: é o tempo! O paridor de estrelas, cubos, alvoradas e cristais; é o tempo – que da estrutura dos metais criou as linhas do viver.” (Affonso Romano de Sant’Anna)  

E se a amizade nasce assim madura, sabei-o: é o tempo! O paridor de sentimentos como serenidade, sinceridade, tolerância, respeito às diferenças, cumplicidade;  é o tempo – que desses sentimentos criou as linhas do viver.

Sim, era o Homem, era finalmente, e definitivamente, o Homem. Viera para ficar. Tinha nos olhos a força de um propósito: permanecer, vencer as solidões e os horizontes, desbravar e criar, fundar e erguer. Suas mãos já não traziam outras armas que as do trabalho em paz. Sim, era finalmente o Homem: o Fundador. Trazia no rosto a antiga determinação dos bandeirantes, mas já não eram o ouro e os diamantes o objeto de sua cobiça. (Vinicius de Moraes e Antonio Carlos Jobim)

Há cinquenta anos eles vieram de vários lugares deste imenso país. Homens simples, que deixaram para trás mulher e filhos e chegaram ao planalto central com seus diferentes sotaques e culturas. Pés descalços, olhares atentos, esperança no futuro. Terra vermelha, trabalho duro. Admiração pelo presidente doutor que se mostrava igual nos momentos de cantoria (Eymard, “Peixe Vivo” certamente não faltava no repertorio do presidente seresteiro). Ao construírem seus palácios, com formas nunca antes vistas – por eles e por ministros e arquitetos estrangeiros, como André Malreaux e Le Corbusier -, apropriaram-se de sua história. Foram chamados candangos. Ganharam escultura de Bruno Giorgi. Cinquenta anos depois, nossa vez de tomar posse de nossa Capital, descobrir seus encantos surgidos do talento de Niemeyer, Lúcio Costa, Marianne Peretti , Ceschiatti, Bruno Giorgi, Athos Bulcão, Burle Marx e desses brasileiros anônimos. Como há cinqüenta anos, também chegamos de vários lugares desse imenso país. Mistura de sotaques e culturas – síntese do Brasil.

“No cimento de Brasília se resguarda maneiras de casa antiga de fazenda, de casa-grande de engenho, enfim, de casarona de alma fêmea (…) que guarda no jeito o feminino e o envolvimento de alpendre de Minas.” (João Cabral de Melo Neto)

Como na casa antiga de fazenda e na casa-grande de engenho a mesa foi posta, os amigos recebidos com carinho. Como no alpendre de Minas, a prosa se estendeu por todo o dia e toda a noite.

“Foi necessário muito mais que engenho, tenacidade e invenção. Foi necessário um milhão de metros cúbicos de concreto, e foram necessárias 100 mil toneladas de ferro redondo, e foram necessários milhares e milhares de sacos de cimento, e 500 mil metros cúbicos de areia, e dois mil quilômetros de fios. E um milhão de metros cúbicos de brita foi necessário, e quatrocentos quilômetros de laminados, e toneladas e toneladas de madeira foram necessárias. E 60 mil operários! Foram necessários 60 mil trabalhadores vindos de todos os cantos da imensa pátria, sobretudo do Norte! 60 mil candangos foram necessários para desbastar, cavar, estaquear, cortar, serrar, pregar, soldar, empurrar, cimentar, aplainar, polir, erguer as brancas empenas…” (Vinicius de    Moraes e Antonio Carlos Jobim) 

Foi necessário muito mais do que habilidade em picar alho poró e cebolas, lavar morangos, fazer molhos, dessalgar bacalhau. Foram necessárias várias medidas de arroz, incontáveis postas de bacalhau, muito alecrim. Foi necessária muita geléia e queijo brie. Foram necessários quilos e mais quilos de alho poró, dúzia de mini abóboras e peras, batatas e carnes, travessas de morango, folhas e folhas verdes, garrafas e garrafas e garrafas de vinho. E dois chefs, quatro ajudantes e dois observadores. Chefs e ajudantes foram necessários para comprar ingredientes e flores, picar pimentão, cebola e alho poró, temperar carne, limpar morangos, preparar massa, organizar louça na lavadora, servir o vinho, montar os pratos como verdadeiras obras de arte. Observadores foram necessários para … observar, claro!

Esse foi o cenário de nosso 2º ISB: Brasília, cidade de pilotis, super quadras, espaços livres, palácios e suas colunas únicas, prédios que flutuam em espelhos d’água, obras de arte expostas sob um enorme céu azul, utopia de igualdade. Como no primeiro encontro, o sentimento do 2º ISB foi de amizade, alegria pelo reencontro, prazer pela companhia e os momentos de prosa.

Dizem que mineiro não perde trem. Começo a acreditar que, mais que isso, mineiro chega um dia antes. Ou melhor: cumpre o combinado :- ) Com isso, meus ISBs tiveram um bônus especial. Em São Paulo, o ótimo show de Jorge Drexler, na companhia de Edu, Dé e Renata. Em Brasília, na sexta-feira, almoço com Sueli e Jorge e jantar na casa de Lourdes, Eymard e Gustavo. No almoço de sexta-feira, o carinho de ser recebida com comidinha gostosa, preparada por Sueli, e picolé especial, de chocolate e menta, comprado por Jorge. No jantar, apesar de todas as preocupações com relação ao menu, tivemos “pasta ao dente com manteiga trufada derretida e trufas brancas” (devidamente copiado do comentário do Eymard). Piemonte esteve presente também na entrada: tâmaras de Piemonte acompanhavam o melão e presunto de Parma. Disse a Eymard que gosto de “comida simples”, mas de nada adiantou. Preocupado, preocupou Lourdes, que acabou encomendando um peru lindamente decorado. Diante da “comida simples”, repetida por todos, o peru ficou intocado. O almoço de sábado também foi delicioso: arroz com peixe e frutos do mar, no Coco Bambu, com a companhia de Gustavo.

No sábado à tarde esperamos por Edu e Dé na casa de Eymard e Lourdes. Queijos, vinhos e picolos docinhos; prosa boa. Mas era preciso voltar ao hotel. Tinha jogo do Corinthians… e do Atlético. Um tentava chegar ao topo… O outro tentava não cair :- ( Além disso, tínhamos uma reserva para o jantar na Trattoria Da Rosário.  Na tavola redonda, casos da viagem a Piemonte. Pedidos variados e sofisticados, de quem tem paladar apurado. Exceto o meu. Encorajada pela Dé, com seu jeitinho carinhoso, pedi massa a bolonhesa, afinal, gosto de comida simples. Após o jantar, tour noturno pela cidade. Brasília iluminada é ainda mais bonita!

Domingo, dia de city tour diurno. Por causa da chuva, foi dividido em duas etapas. A primeira, antes do almoço, com passeio pelo lago norte, passando pela UNB, visita ao Memorial JK. Depois do almoço, Congresso, Esplanada dos Ministérios, Praça dos Três Poderes, Torre de TV. O Palácio da Alvorada não entrou no city tour, pois ele era o vizinho mais próximo de nosso hotel.

Como no encontro em São Paulo, antecedendo o jantar oficial do ISB, um almoço, preparado por Sueli. Salada de folhas verdes com pêra, nozes e um molho delicioso, acompanhada de mini abóbora recheada com bacalhau;  arroz com bacalhau (que eu já conhecia e adoro) e algumas opções de sobremesa. Fiquei na panna cotta com geléia de frutas vermelhas (ainda me pergunto como teria ficado com geléia de laranja). Dessa vez não fiz café. Bebemos chá. Guardava minha participação para a torta: “bater os ovos” e “mexer o alho poró na panela”. Com minha habilidade na cozinha tenho que me concentrar em uma ou duas coisas apenas.

O jantar oficial foi montado a partir dos pratos preparados por Edu nas noites de interblogs. Depois de uma exaustiva pesquisa dos sem blog, as sugestões foram enviadas para Edu que chegou ao menu final. Que eu adorei! Começamos com queijo brie e geléia. Entrada: torta de alho poro (muito alho poró… como a cebola, em São Paulo), queijo a milanesa (posso dizer assim, Edu?) e salada de folhas verdes. Principal: brasato com batata assada com alho e alecrim. Desde o momento da definição do menu tinha dispensado o risoto. Todos aderiram a idéia, já que seria um exagero. Sobremesa deliciosa!!! Sopa de morango com sorvete de creme. 

Para finalizar a saga gastronômica em Brasília, água mineral com gás e natural, no bar da piscina do hotel, na segunda-feira pela manhã, antes de sairmos para o aeroporto. Bem, antes de minha primeira saída para o aeroporto. Depois de nos despedirmos de Dé e Edu, voltei com Sueli e Jorge para sua casa, a tempo de comer mais um pouquinho do arroz com bacalhau, antes de sair, pela segunda vez, para o aeroporto.

Mais uma vez tudo saiu perfeito. Rimos muito. Comemos muito. Beberam muito :- ) Mientras (adoro o mientras) observava, ao lado de Eymard, os preparativos na cozinha, perguntava-me: como Sueli e Edu fazem parecer tão fácil? Mas o ISB nasceu democrático, permitindo a participação de todos: chefs e leigos! Este é o espírito do ISB: o respeito às habilidades de cada um. Eymard e eu, por exemplo, observamos… e comemos.

E tudo o que comemos estava delicioso.  Tenho certeza de que todos os vinhos também. Mas pensei em fazer de meu registro do 2º ISB uma homenagem ao cenário e sentimento que une os atores desse encontro. Pensei em registrar em meu texto uma homenagem à Brasília, cidade que me conquistou nas aulas de História de Arquitetura e que me cativou por meio de seus candangos e das muitas histórias que me contaram durante minha pesquisa sobre sua construção. Pensei em registrar em meu texto meu carinho pelos amigos do ISB (incluídos Déo, Mingão e Regina, mesmo que ausentes em Brasília).

“A força de Brasília nasceu do simples gesto do homem que se apropria de um lugar: duas linhas que se cruzam em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz” (Lúcio Costa)

A força do ISB nasceu do simples gesto do homem de crer no amor, na amizade, no afeto, e na gentileza e no bom humor como forma de realizá-lo. 

“Beleza bonita de ver nada existe como o azul sem manchas do céu do Planalto Central e o horizonte imenso aberto sugerindo mil direções. E eu nem quero saber se foi bebedeira louca ou lucidez”. (Toninho Horta e Fernando Brant)

Certeza, tenho duas: Brasília foi construída com espaço reservado para o céu e sim, foi bebedeira louca… mas com muita lucidez :- ) E se o horizonte imenso sugere mil direções, como que fazendo o caminho inverso da nossa arquitetura moderna, referência mundial, os ventos do ISB apontam para Pampulha. Da cachaça pro vinho. De Brasília para Pampulha. Do horizonte imenso para o belo horizonte desenhando pelas montanhas de Minas. Um brinde ao 3º ISB!

(*) O titulo faz referência à frase de Niemeyer: “Espero que Brasília seja uma cidade de homens felizes: homens que sintam a vida em toda sua plenitude, em toda sua fragilidade; homens que compreendam o valor das coisas simples e puras: um gesto, uma palavra de afeto e solidariedade.”

.

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15 Responses to “2º ISB – do desejo de niemeyer a realidade do isb*”


  1. 1 eduluz dezembro 18, 2010 às 6:47 am

    Que bom ser o primeiro a comentar! 🙂
    1 – Isto é o que eu chamo de poesia em forma de prosa.
    2 – Excelentes as comparações das frases com a nossa realidade.
    3 – Geléia de laranja? Cebola cortadinha? Drix! rsrs
    4 – Protesto: os observadores não observaram somente. As fotos não mentem.
    5 – Peru! Ah, este peru poderia se transformar no símbolo dos ISB.
    6 – Gostei do novo estilo: sintético! rs
    7 – Bebedeira? Continuo com a mesma opinião: não vi! rs
    8 – O homem do redondinho está certo: Brasília foi uma cidade de pessoas felizes, que sentem a vida em sua plenitude, que compreendem as coisas simples e puras (um whiskinho?), um gesto (enche este copo, por favor!), uma palavra de afeto (nossa, que gostoso!) e solidariedade (vamos dividir esta garrafa, sócio?).

    Abs iessebequistas pra todos.

  2. 2 Sueli OVB dezembro 18, 2010 às 7:54 am

    ADRIANA, querida

    Arrasou!
    Você estava inspiradíssima e nos brinda com essa dupla homenagem.
    Sim, conhecer e estar com vocês é sempre um grande espetáculo e ver esses encontros revelados em suas palavras é um presente dos céus.
    Termina assim, o relato do nosso 2º ISB, com chave de ouro, não poderia ser melhor.
    Muito me orgulho de fazer parte dessa turma fantástica, cheia de diversidade, empatias, respeito, carinho, generosidade…
    Que esse privilégio de estarmos juntos se repita por muitos encontros no próximo ano e sempre.
    Mientras todo, não conhecemos o peruano. Mas ele deve estar quase cedendo. Quem resiste tanto tempo a nossos encantos?
    Quero deixar aqui o meu enorme agradecimento ao Edu, que nos abriu todas as portas e acreditou nessa sinergia formidável que emanava de cada um de nós.
    Obrigada, amigos. Vocês enriqueceram a minha vida e me trouxeram muitas alegrias.
    Não gosto de jogo, mas as fixas que depositei nessa roleta me tornaram ainda mais rica.
    Já nem consigo mais me expressaar, a emoção tomou conta do meu pensamento…
    Um enorme abraço para cada um de vocês e todo o meu carinho e admiração.
    Até BH!

  3. 3 Sueli OVB dezembro 18, 2010 às 8:04 am

    Ops, depositem FICHAS, por favor!

  4. 4 eymard dezembro 18, 2010 às 10:22 am

    Mientras hoje “queimei o assado” e so agora apareço por aqui! Mas, eu e Lourdes terminamos de ler nos levantamos e aplaudimos!!!! Bravissima!!!! Grand Finale!!! Melhor impossivel.
    Entrementes de belas sacadas de textos, contextos, sextetos, e sua visao mineiramente construida das relaçoes humanas. Demos muita sorte nesta vida ao encontra-los (reconhece-los?). E Brasilia tambem foi assim na nossa vida. Um achado e um construido (no começo Lourdes queria ir embora todos os dias…o tempo…ah o tempo…foi passando e amor a segunda, terceira, quarta, enesima vista!!!)
    Para calar muitos: Adriana as fotos nao mentem (nao é mesmo Edu?). Voce e eu no “borralho”!
    Sueli: tambem nao jogo. Mas as fichas foram bem apostadas e o reconhecimento desde as primeiras tecladas!!!!
    Terei novidades para a proxima semana. Mas aguardem! (né nao, socio?!)

  5. 5 Sueli OVB dezembro 18, 2010 às 11:30 am

    Eymard,
    Achei que seria a primeira. Sei que você está de férias. Mas o Edu é o dono do pedaço, sabe exatamente a hora que a coisa vai pro ar e não ia marcar bobeira, né não?
    Alguém ainda tem alguma dúvida quanto ao papel da Adriana nessa turma de glutões?
    Sou meio bruxinha e já estou prevendo essas suas novidades, viu Eymard?
    Será isso um pouco de traição? Mas vá lá, amigo releva tudo!Super beijo para vocês e lindo final de semana.
    Sueli

  6. 6 Kika Mello dezembro 18, 2010 às 12:30 pm

    Adriana poeta
    me deixei embalar por sua prosa- palavras suas e palavras de outros – tudo misturado mineiramente… Tudo gostoso… de se ler, de se ver. Verdadeiramente, fiquei com o coração apertado, tocada mesmo e nem sei bem pelo quê.
    Que bem que vc me fez neste começo de sábado!
    Que pena que o 2oISB se fechou com este último post.
    Parabéns a vc e a todos que tornam momentos assim compartilhados motivo de muita admiração!

  7. 7 Mara dezembro 18, 2010 às 12:59 pm

    Um “espetáculo”, né Edu?
    Adriana, a sua escrita elevou a minha alma!
    Mas sinto muito, boneca, tenho que mudar o rumo da prosa: leite, qual a quantidade?
    O leite de côco? Vale de caixinha? Será que a Sueli e o Edu vão perceber?
    Vai maizena? Não? Então é gelatina.
    Mexe mexe sem parar? Ih, Eymard, sei não!
    Esse é o tal manjar branco…
    Nas montanhas de minas…
    No belo horizonte.
    O 3º ISB!
    Aguardo, com expectativa
    Um grande abraço a todos

  8. 8 tripr3 dezembro 20, 2010 às 4:16 pm

    Gostei muito do seu blog!
    Oi! Vi que o seu blog também fala sobre viagens, turismo e achei super interessante! Gostaria de te convidar para conhecer o nosso blog, o Trip R3 (www.tripr3.wordpress.com) e se gostar, nos adicionar no seu blogroll. Aliás, já tomei a liberdade de adicionar o seu blog em nossa lista 😉
    Abraços,
    Sol.

  9. 9 Adriana dezembro 20, 2010 às 7:26 pm

    Como somos muitos e fica difícil reunir todo mundo no dia 24, sempre fazemos um almoço no fim de ano, um sábado antes do Natal, para reunir a família de meu pai. Sai de lá direto para mais uma formatura (o último discurso de 2010!). No domingo foi o dia de nos reunirmos na casa de minha mãe, pois minha irmã, esse ano, passa o Natal na casa dos sogros, em Niterói. Hoje, mesmo de férias, fui trabalhar (o ano terminou antes do serviço). Enfim consegui chegar até o DCPV!

    Edu, adorei a edição! As fotos foram tiradas para o texto. Até da água tem foto! E você corrigiu uma injustiça, que sem querer cometi com JK: Acabei não citando uma de suas inúmeras frases sobre Brasília. Tem razão, até que Eymard e eu estamos nos “soltando” na cozinha. Já dominamos o espaço. Falta dominar ingredientes e utensílios. Segui o roteiro do primeiro ISB. Ex jornalista é assim: escreve o número de linhas determinado pelo editor. rs rs

    Sueli e Eymard, obrigada pela acolhida de sempre. Sim, adoro Brasília, mas vocês a tornaram ainda mais especial. Eymard, as fotos não mentem? Sei não… com photoshop… rs rs Ainda bem que tivemos tempo de nos reconhecermos nessa vida…

    Kika, dessa vez foi você que me deixou emocionada com suas palavras. Que bom que percebe um pouco de Minas em meus textos (assim como Eymard). Não poderia ser diferente. Trago as montanhas dentro de mim.

    Mara, leite de coco de caixinha? Fui mais longe… Hoje, ao passar pelo Verdemar, parei diante da prateleira de pudins e pensei: será que tem manjar em caixinha? Fui, então, até o setor de doces e descobri algo melhor: tem manjar pronto! Eu já sugeri que se nada der certo, o menu de BH deveria ser montado a partir da disponibilidade do Verdemar… rs rs

    Meu carinho para todos.

  10. 10 eduluz dezembro 21, 2010 às 12:39 pm

    EduLuz, você é bom! rs

    Sueli, nós também! As portas estão escancaradas.
    Se as fichas estiverem paradinhas elas serão fixas!

    Sócio, fiz esta edição pra provar que vocês estão se esforçando. Repare que a Drinquis está com um copo de prosecco na mão! rs

    Sueli e suas previsões!

    Kika, é uma pena, mas também é o início do 3º.

    Mara, põe espetáculo nisso! Ao 3º.

    Trip3, grato. Vou linkar vocês por aqui também. E volte sempre.

    Drix, quer dizer que gostou da edição? A Dé disse a mesma coisa: pareceu que combinamos antes!
    E ao Verdemar!

    Abs saudosos pra todos.

  11. 11 Cláudia dezembro 23, 2010 às 11:38 pm

    Adriana,
    “simples” na preferência pela comida,sofisticada na maneira de escrever. Um excelente relato! Adorei!
    Abraços,

  12. 12 eduluz dezembro 24, 2010 às 10:13 am

    Claudia, ela gosta de comida simples, mas não dispensa uma massinha com trufas brancas. rs
    E Drix, prepare-se pois o Eymard está se transformando no David Chang da Zona Lost.

    Aps papainoelinos pra todos.

  13. 13 Adriana dezembro 25, 2010 às 8:10 pm

    Obrigada, Cláudia! Realmente minhas preferências gastronômicas passam pela simplicidade, muitas vezes por menus de pratos únicos (no máximo um arroz ou batata para acompanhar uma carne… quando é massa nem isso) e quase sempre sem molho. Agora, algumas vezes, esse simples pode sair caro, não é Edu e Eymard? rs rs

    Edu, sempre que cita um “autor” tenho que recorrer ao google… Tenho aumentado, consideravelmente, meus conhecimentos sobre chefs do mundo inteiro…

  14. 14 chopp janeiro 3, 2011 às 1:05 pm

    Que experiência deliciosa, e o post ficou até poético!

  15. 15 eduluz janeiro 6, 2011 às 6:33 pm

    Drix, eu acho que respondi num outro post! rs

    Chopp, é a Drix. E olha que ela nem bebe! 🙂

    Abs anonovinos pra todos.


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