Arquivo para março \30\UTC 2011

dcpv – tá todo mundo falando e comendo grego

número 284
22/02/11

Tá todo mundo falando e comendo grego.

Mais uma vez a Drix, uma chef conhecedora dos atalhos da cozinha, nos indicou um menu (ainda que indiretamente).

Ela enviou alguns exemplares da excelente revista do sex shop mineiro, o Verdemar Supermercado & Padaria. Dentre eles, um versava sobre a Grécia e sua culinária.

Pô, a Grécia vive no imaginário daqui de casa, tanto turístico quanto gastronômico.

E lendo sobre as características do país e da mediterraneidade de tudo, adicionando-se o calor helênico que está fazendo nestas plagas, foi fácil decidir sobre esta noite grega.

São muitos bons ingredientes preparados de uma maneira simples e saudável (assados, cozidos) e acompanhados por algum molho bem fresco (iogurte, creme de leite, tomates).

Vamos lá, então, nos teletransportar praquele lindo ambiente com casinhas brancas, um mar bem azul e um monte de gregos cheios de ouzo.

Eheeyete too-aletta?

Bebidinha – Saquerinha de limão.

Simples e grega, como o Panathinaikos.

Entradas – Salada grega, feijão branco com pimentão ao forno e vegetais grelhados com iogurte.

Uma longa história de guerras, conquistas, construções, uniões, realizações. Um legado deixado por toda a humanidade. Mitologia, política, arte, esportes, arquitetura, filosofia, teatro… Uma cultura de impressionar”.

É mesmo! Eu acho que a maioria das pessoas tem uma certa admiração pela cultura grega. Paralelamente, por tudo o que a sua cozinha representa de saudabilidade.

Estas entradas são extremamente simples e já adianto, deliciosas.

A salada grega é uma salada grega! rs

Pepinos, cebolas, tomates secos, tomates, azeitonas, queijo feta, pimenta em conserva (usei a biquinho), salsinha e azeite.

Já os feijões brancos foram tirados do vidro (by sex shop). E acrescentados com a sua água numa forma com pimentão vermelho cortado em tiras finas e frito levemente com cebola e alho.

Cobri com papel aluminio e deixei no forno por uma hora a 180ºC.

Finalmente, grelhei vegetais. Pimentão verde e vermelho, abobrinha, berinjela, tomate e cebola além da  batata cozida.

Todos pincelados com azeite e temperados com sal, pimenta do reino e orégano.

Veja o quão mediterrâneo ficou esta lindeza!

Bela e saborosa. Tanto que a Dé também lambeu o prato.

Tomamos um companheiro pós-viagem (eita free shop), o Jacob`s Creek Chardonnay 2009 que foi “segundesco, jacob`s greek, top white, cretino“, segundo os zorbas, nós mesmos.

Principal – Espaguete de Lagosta

“Apenas o azeite, o limão e o sal não adiantam nada. É preciso temperar com carinho”. Thrassyvoulos Georgios Petrakis (restaurante Acropolis)

Este é um caso em que o carinho tem que fazer parte da receita.

Que mais uma vez é facílima de fazer (estou ficando repetitivo, né não?)
Basta ferver lagostas num caldo formado por água, cenoura, cebola e salsinha. Reserve.

Coe este caldo e use-o pra cozinhar o espaguete. Refogue 1 cebola picada no azeite, adicione vinho branco, tomate sem casca e sem semente e cozinhe por 10 minutos.

Monte com o espaguete, a lagosta, o molho e salsinha picada.

Ficou um verdadeiro espetáculo que não tem nada de tragédia grega.

A idéia de cozinhar a massa com o brodo transformou tudo numa lagostada. E o molho que, por ser ralo, mais parece um caldo, teve que obrigatoriamente ser tomado com uma colher. Mais um que a Dé comeu e bebeu inteirinho.

Como espetacular foi o vinho branco C. Rosa Chardonnay 2009 Etchart. “Bouquet, noel gay, cacarvalhoso, gulosê” foi o mínimo que nós, os atenienses achamos dele.

Sobremesa – Ravani

“Os doces e as sobremesas da culinária grega romperam as fronteiras do mar mediterrâneo e ganharam o mundo por sua delicadeza, fragilidade, beleza e texturas únicas”.

E este bolo de semolina tem exatamente esta característica.

Bata 250g de margarina numa batedeira. Em velocidade baixa, adicione lentamente 1/2 xícara de açúcar e em seguida, 3 ovos um a um. Coloque 1 xícara de farinha e 2 de semolina até obter uma massa bem consistente. Leve a massa, em uma travessa retangular untada, ao forno a 180ºC por 40 minutos.
Para a calda, ferva 3 xícaras de açúcar, 4 xícaras de água, casca de 1 laranja e 1 canela em pau. Sirva esta calda sobre o bolo deixando tudo bem molhado.

Ainda dei uma incrementada ao usar um açúcar de tangerina.

Eis a opinião dos troianos:
Jantar hedonista. Aristóteles aprovaria. (Edu)
A Grécia é aqui (perfeito). (Mingão)
Cretinos sinônimos de esperteza! (Deo)

“O que falta então pra que nós, aqui tão longe do lindo Mediterrâneo, possamos desfrutar dos mesmos benfícios que os povos daquela região? Certamente a força de vontade  para nos adequarmos aos costumes de alimentação sadia daqueles povos. É mais fácil alguém mudar de religião do que  de costumes alimentares”. (Lina Panos)

Concordo plenamente. Acho que passou da hora de fazermos uma revolução alimentar e aproveitarmos estes pseudos ares mediterrâneos que temos por aqui.
Quem se habilita?

Kalinihxta.

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dcpv – dia cinco e último – punta – “tranquijo” e sereno

    16/01/11
    Punta Dia Cinco e Último – “Tranquijo” e Sereno
     Sabe aqueles dias da viagem que você deixa pra não fazer nada ou quase nada?
    Pois foi esse domingão. A Dé queria levar a D. Vera pra fazer algumas comprinhas.
    Então aproveitamos pra fazer o programa regular deste pequeno tour:  acordar cedo, passear pela redondeza (deixa eu explicar mais uma vez: acho um tremendo charme além duma total e completa personalidade, as casas terem nome em vez de números aqui em Punta) e tomar um lauto café da manhã.

    Logo após, fizemos um passeio despretensioso pelo centro a fim de conhecermos o farol da região da Península e a singela Iglesia de la Candelaria (que parece com a Nossa Sra Aparecida aqui de Ferraz) ….

    … onde vimos o comprovado menor hotel do mundo!

    Seguimos em direção a La Barra pra procurar onde almoçar. Aproveitamos pra conhecer as casas maravilhosas da região do hotel L’Auberge  …

    … e pensamos em como seria legal morar numa rua com nomes de grandes poetas/escritores.

    Escolhemos a deli-café Baby Gouda, que fica em Manantiales .

    O lugar (mais uma dica da Carla Pernambuco) é bichogrilesco e porralocoso ao extremo.

    Fica praticamente de frente pro mar e tem uma aura daqueles restôs que você chama de seu.

    O calor estava insuportável  (44ºC, comprovados), …

    … aproveitamos pra sentar numa sombra e tomamos um excelente vinho branco Juanicó.

    Pedimos como entradas uma salada de verdes, …

    …  e um ceviche que estava ao ponto, ou seja, com bastante limão e o peixe bem fresco.

    Como principais, espaguette no wok (quase um Pad Thai) pra  Dé e pro Sr Antonio, …

    … ojo de bife pra D Vera …

    … e um espaguete com frutos do mar pra euzinho que estava de chorar.

    Trocamos a sobtremesa de lá por legítimos sorvetes do Freddo e melhor, …

    … com uma vista de tirar o fôlego, além da delícia comprovada daquele doce de leite! rs

    Fala a verdade se não é bonita?

    Voltamos ao hotel, demos uma olhada na cansada feira de artesanato da praça Artigas …

    … e fomos jantar no restaurante do hotel Hotel Serena. Aí começou o nosso pequeno drama!

    De repente, o tempo mudou bruscamente (a temperatura caiu dos 44ºC pra 20ºC), o céu ficou muito nublado e começou a chover forte.

    Tanto que o pessoal do hotel ligou pra dizer que a nossa mesa que estava marcada pra ser lá fora (e de frente pra La Mansa) teve que ser transferida pra dentro do salão. Como marcamos bem na hora do por-do-sol, sobrou a frustação de sabermos que aquele sol esperado não estaria brilhando.
    Pra piorar mais um pouquinho, esqueci de colocar a bateria na câmera. Pronto, nem tinha como registrar o jantar que, se o tempo não nos permitiria admirar nenhum por do sol, certamente  a comida nos proporcionaria uma grande prazer.

    Improvisamos e usamos o celular como câmera. Estávamos comemorando com 4 taças de champanhe quando um estranho fenômeno aconteceu. Aquele céu totalmente cinzento se abriu somente numa estreita faixa do horizonte e o sol começou a aparecer.

    Começou timidamente, mas depois foi tomando corpo e resultou em colorações espetaculares. Aquele pedaço do céu ficou tingido dos mais diferentes tons de laranja,

    Enfim, uma noite pra não esquecermos jamais. Ainda mais pela comida que esteve absolutamente perfeita.
    Pedimos duas entradas pra compartilhar (o fenômeno Piemonte estava se manifestando, ou seja, estávamos empanturrados ): uma caprese …

    … e um trio de ceviches no ponto. Todos os peixes (salmão, linguado e brótola) frescos e muito bem temperados.

    Tomamos 2 vinhos Don Pascual: um tinto Cabernet Sauvignon e um branco Chardonnay.

    Os principais chegaram e em homenagem a grande matéria-prima de Punta, todos fomos de frutos do mar. A D Vera foi de peixe no vapor. Uma tremenda brótola cozida com limão.
    O Sr Antonio pediu o peixe com molho do chef. Muito bom e acompanhado dum arroz mais molhado ainda.
    A Dé pediu o linguado da casa e eu, pra variar, fui de polvo na brasa com um molho de azeite apimentado que estava digno do espetáculo do poente (não precisa nem dizer que as fotos ficaram uma eca!).

    Só nos restou pedir 2 taças de sorvete e terminarmos a viagem com o sabor mais marcante de toda a viagem na boca: a doçura e o equilíbrio do dulce de leche do Freddo (uau, será que vicia?).

    Pronto, quando o Diogão dos Destemperados nos indicou este lugar (“pra fazer um happy hour no bar da piscina pra ver o por do sol e depois espichar pra um jantar imperdível no Serena “), eu já tinha planejado tudo. Seria uma despedida em alto estilo com tudo o que a situação merece.
    A lei de Murphy deu o seu sinal e nós a aproveitamos pra garantir que mesmo quando as coisas parecem que não darão certo, cabe a você transformar tudo num acontecimento agradável.

    Tudo bem: a natureza colaborou muito, mas certamente tivemos um espetáculo tão diferente e único, que acho que dificilmente o repetiremos.
    Cá pra nós: é pra isso que viajamos, né?

    Hasta.

    Siga esta viagem toda através destes outros links:

    Dia uno – Encantados com o L’Incanto

    Dia dos – La table de dulce de leche

    Dia tres – Jose Ignacio, um lugar pra devanear

    Dia quatro – Rodando muito e encontrando bom vinho em Punta

    .

dcpv – executamdo a executiva

01/02/11
número 283

Executamdo a executiva.

Hoje eu fiz uma coisa que sempre tive vontade.

O negócio é o seguinte: todas as vezes que eu leio um menu (pode ser de restaurante, de avião, em revistas, etc), fico imaginando como seria fazer as receitas que estão lá só com a informação existente. Ou seja, quase nenhuma!

Pegar os ingredientes conhecidos e complementar com a sua imaginação.

E quando a minha sogra me disse que tinha trazido o menu da business class da TAM, eu pensei: taí uma oportunidade  de ouro!

Porque além de eu conseguir realizar o meu desejo, reproduziria a comida pensada pelos irmãos Sergio e Javier Torres (restaurante eñe) pra funcionar lá nos ares e melhor ainda, conseguiria fazer a comparação entre os dois resultados finais.

Putz, é quase uma experiência sociológica!

Vamos, então, ao menu trilingue da executiva da TAM.

Devidamente executado no dcpv!

Entrada – Folhas verdes servidas com salmão defumado, aspargos e tomates cereja.

“O sol que brilha no Mediterrâneo ajudou na produção de ingredientes muito especiais, os quais, hoje são a base de uma das culináras mais saborosas do mundo”.

É claro que eu não dei opção alguma aos comensais já que no menu original existia também a possibilidade de se pedir as mesmas folhas com frango grelhado, beringelas e brocolis.
E também adaptei no que foi possível porque além de substituir alguns ingredientes, tive que  inventar alguma coisa não citada.

A primeira foi o molho da salada.

Como eu colhi o que tinha de mais fresco na minha horta (vários tipos de alface, azedinha, quirquinha, manjericão, rúcula selvática, etc), harmonizei com um saboroso molho de mostarda e mel (feito pela Dé).

Os aspargos eu tinha grelhado em papilote no churrasco de domingo e defumado com tomilho.

Já no caso do salmão defumado foi substituição pura. E acredito que com ganho, pois cozinhei no leite alguns pedaços de haddock defumado.

Empanei-os com uma crosta de pão italiano ralado, tomilho fresco, sal, pimenta, manteiga e coloquei no forno por uns 10 min até dourarem.

Resultou num prato muito saboroso com um belo destaque ao contraponto do toque defumado dos aspargos com a crocância do haddock adicionando o aspargo “tomilhizado”.

Segundo Dé e os tripulantes Mingão e Deo, ponto pra nós = dcpv 1 x 0 eñe aéreo.

Tomamos um vinho branco Chardonnay Septimo Dia 2008 (nenhuma referência ao temporal domingoso que passou por aqui) que foi “vulcânico, exorcizador, bonitão, itacarpetoso” segundo os possuidores do Cartão Azul do Fidelidade. nós mesmos.

Principal – Filé Mignon ao Molho de Tomate com hortelã e arroz com vegetais.

“Specially developed for TAM Airlines with the assistence at multi-award-winning chefs Sergio and Javier Torres, this menu combines with rich transition with a healthy dash and creativity”.

É claro que o menu trilingue (português, inglês e espanhol) da executiva deixa tudo mais glamoroso. Mas este filé é muito bom.

Fiz alguns medalhões de filé mignon com bacon enrolado …

… e um molho de tomate (congelado by D Anina) finalizado com bastante hortelã.

O arroz de vegetais é o famoso (pelo menos aqui em casa) à grega que a Flora faz.

O prato todo resultou bem saboroso e mesmo o bacon (que não constava do menu original) deu um toque espanhol/mediterrâneo a tudo.

Acho que novamente ganhamos: dcpv 2 x 0 executiva da TAM.

Pra completar, tomamos um tinto uruguaio, o Tannat Bouza Parcel Única 2008 que foi “sufoco, lindo e blair, mississipi, bouzão” segundo os irmãos gêmeos, nós mesmos.

Sobremesa – Torta Mil Folhas

“Saboree y observe aromas únicos, texturas sofisticadas y gostos inolvidables, siempre com personalidad y ligereza”.

Esta, especialmente, também sempre quis fazer.

Ficou boa, mas não perfeita como a do Lenôtre (ô pretensão).

Um creme pastisseur muito bem feito recheando várias camadas de massa folhada assada e …

… finalizada com açúcar de confeiteiro, além de devidamente maçaricada.

Boa! E como a da TAM não estava nenhuma maravilha, dá pra tascar um 3 x0 como resultado final. Ainda mais que “matamos” o restante da garrafa do Barolo Chinato.

Eis a opinião dos legítimos comissários de bordo:

Devidamente executado. EsTAMos satisfeitos. (Edu)
Entrada perfeita, prato principal perfeito, sobremesa sublime. (Mingão)
Dessert parfait! Principal honesto! Entrada deliciosa! Resumo : bom prácarai!!! Déo)

“Neste voo, você poderá se deliciar com a proposta dos dois chefs que são reconhecidos por trabalharem on Mediterranean cuisine that make the most of each ingredent`s natural qualities. Aprovecha cada sabor. Este menu foi desarrollado exclusivamente para usted”.

E para nosotros también. Até logo, see you y adiós!

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dcpv – florida – day two – orlando – pastor harry potter e o universal

09/02/11

FlóridaDay Two Orlando –  Pastor Harry Potter e o Universal

O dia estava lindo e muito ensolarado.

O que colaborou demais com a luz matinal. Tivemos direito a nascer do sol e tudo o mais.

Isto tudo visto da nossa varandinha do Grand Floridian. Ou Grand Flo como a nossa guia, a Re, o chama.

Estávamos por conta dela durante todo o período. Toda a programação era secreta e só esperávamos que não incluísse muitas montanhas russas! 🙂

Tomamos um lauto café da manhã no próprio hotel (e no nosso andar. Nada como ser bem relacionado com a cúpula disneyniana) e zarpamos pra Universal. O parque.

Foi meio a contragosto da nossa guia, já que ela é uma disneymaníaca convicta. Mas ao mesmo tempo, ela tinha que nos mostrar a nova sensação de Orlando: o parque do Harry Potter.

Chegamos quase que na abertura e deu pra perceber que a grande temporada já tinha passado (segundo a nossa guru e o namorado dela, o Hugo, o Magic Kingdon bateu no nível 4 no Ano Novo. Ou seja, ninguém entra enquanto alguém não sair!).

Tudo estava bastante tranqüilo e vimos novamente como os americanos conseguem nos encantar com os seus templos!

Ah! Não se esqueça de incluir no seu planejamento o aluguel dum carro, pois ele será imprescindível pra sua locomoção por toda a Florida, em especial em Orlando e Miami.

Cruzamos toda a área do CityWalk e compramos ingressos com desconto (mais uma dica da nossa guia que tinha passe anual).

Fomos direto pro Universal propriamente dito. E pro novo brinquedo dos The Simpsons (tô parecendo o Chacrinha!). Um grande simulador que mais parecia uma montanha russa disfarçada onde o palhaço Crusty apronta um montão de coisas.

Dali, passeamos e além de tomarmos um ótimo sorvete da Benny&Jerry, assistimos a um show dos Blues Brothers em plena rua. Tudo bem que o Jake e o Elwood eram falsificados, mas como o padrão é norte-americano, foi fantástico!

 

Continuamos rodando por lá e fomos ao Men in Black Alien Attack. Outro brinquedo bacana em que você tem que atirar em Aliens e ao mesmo tempo, fazer os outros carrinhos rodarem.

Mais fotos (ô lugarzinho fotogênico), …

 

… outros tantos personagens.

 

Mas e o Harry? Calma-te, disse a guia. Vamos conhecer na hora do almoço que é mais tranqüilo.

Comemos mais alguns trecos, passamos na nova montanha –russa, a Hollywood Rip Ride Rockit que tem uma curiosa característica: a sua subida é em 90 graus! Além de que você escolhe a sua trilha sonora particular.

Estávamos na fila quando o brinquedo pifou (ôpa. Um milagre! ). É, até por aqui estas coisas acontecem! Resultado: fomos pro Harry e mais tarde voltaríamos (se tivéssemos tempo).

 

E no programa oficial constava um almoço com pratos típicos da turma da Griffinoria.

Andamos um pouquinho (o templo fica no Islands of Adventure, ao lado do Universal propriamente dito) e entramos.

Pra se chegar lá, você tem que atravessar a parte antiga e quando chega, é um baque. Primeiro que está lotado.

Segundo que é um negócio muito bem feito (que novidade!).

A cenografia é envolvente e não tinha uma só pessoa que não consumiu mais do que devia.

São sacolas e mais sacolas de tudo o quanto é produto imprescindível pra vida da pessoa: varinhas mágicas, vassouras, pomos de ouro, capas e até guloseimas.

Como a cerveja amanteigada e várias outras coisinhas.

Conforme o programado, almoçamos no restaurante das 3 vassouras. Mais uma ambientação perfeita e uma comida que beirou ao absurdo (tamanha a quantidade).

Pedimos um prato típico pra quatro.

Espigas de milho, frango, batatas assadas, costelinhas de porco e legumes cozidos formavam o quitute.

Brindamos (pela primeira vez e oficialmente) com cervejas e águas e comemos muito, especialmente o nosso magro (não quis dizer mago!) co-guia Hugo.

Quer saber duma coisa? Não sobrou quase nada.

Passeamos bastante pelo parque. Fomos ao simulador (fantástico) duma verdadeira corrida sobre vassouras e …

… assistimos a uma incrível apresentação dum workshop intitulado: Como fazer a sua varinha mágica. É claro que compramos um monte delas. Além duma réplica da legítima v2000.

Fomos embora já com saudades de todo aquele clima tão bacana e ao mesmo tempo, tão sombrio (como toda coisa referente a Pottermania tem que ter).

Ainda retornamos a Universal, pois a promessa de darmos uma volta na Rock It tinha que ser cumprida. Foi um pequeno suador, mas a minha trilha individual compensou. Ouvi Born to be Wild do Steppenwolf o tempo todo! Manja o Peter Fonda em Sem Destino?

Comemos um ótimo cheesecake …

…e demos uma boa curtida no por-do-sol.

Em pleno Universal.

A guia foi implacável: tomar um banhozinho rápido e vamos nos encontrar na Disney Downtown. O programa? Comer o melhor sanduba de Orlando e fazer algumas comprinhas em lojas diferentonas.

Os sandubas foram devidamente deglutidos no Earl of Sandwich.

E são muito bons mesmo. Experimentamos quatro! Com destaque prum, o Hawaian Barbecue (eleito pelo guia Luz’s como o melhor) de  abacaxi, molho barbecue, frango num ciabatta crocante.

Muito bom e nos surpreendeu pelo caráter natureba do lugar.

Logo ao lado, um mini sex shop muito bom. O Mickey’s Pantry com tudo o que é coisa pra cozinha envolvendo o ratinho além de ingredientes de altíssima qualidade (sais, chás, temperos, etc).

Também passamos na Team Mickey, uma outra loja diferenciada com (podemos chamar assim) produtos pret a porter by Disney.

Pronto! Foi um dia mágico e místico. Como todo bom dia em Orlando deve ser.

Até amanhã!

 .

dcpv – pós-piemonte e trufado

número 273
09/11/10

Pós-Piemonte e Trufado.

Ainda estamos de ressaca.
Se é que podemos chamar de ressaca resquícios duma viagem onde se conhece uma magnífica região, o Piemonte e justamente no período mais profícuo da sua produção.

Não preciso nem dizer que o subproduto de todo o tour foram malas cheias e pesadas. E dos mais variados tipos de ingredientes: queijos, salames, produtos trufados, latarias, molhos, vinhos, utensílios e tudo o mais que se possa imaginar.

Inclusive, trufas. Dois belos tubérculos comprados na loja do nosso trifulau particular, o Stefano. Eles foram entregues no sábado no nosso hotel em Milão, o Bulgari e carregando a expectativa de serem devidamente degustados no momento oportuno.

Que seria hoje, terça-feira ou seja, 4 dias depois da sua viagem transoceânica (veja o resumo dela aqui) e do aconchego da nossa geladeira. Com eles sobre o nosso domínio, o único problema seria pensar em como apreciá-los? Quais receitas fazer?

A lei número 1 e única sobre os tartufos indica ralá-los sobre receitas simples a fim de que tamanha iguaria não tenho os seus sabores/odores perturbados por qualquer outro ingrediente.
Com esta lei na cabeça e tendo a certeza que passaremos a integrar o seleto grupo dos comedores de trufas brancas, vamos a noite em que o DCPV se tornou o DCPVPT (sem nenhuma conotação política, certo?).
Àaaaas  truuuuuufas!.

Bebidinha Como o negócio é ser simples, uma simples caipirinha de limão descascado.

Entradas – Bagna cauda e Ovo Frito.

A Bagna Cauda é tida como um prato tipicamente piemontês, fácil de se preparar e muito saboroso, além de ser ecumênico. É praticamente um fondue “vegetale”.
No meu caso foi mais fácil ainda pois só tive o trabalho de cortar os legumes,…

…, queimar e tirar a pele dos pimentões multi-coloridos …

… e abrir a lata da Bagna Cauda comprada diretamente do melhor sex shop do mundo, a Eataly.

Quanto ao ovo, foi mais difícil ainda. 🙂
Fritei os danados na minha novíssima mini-frigideira (que por sinal, é bonitinha, mas ordinária).

Dois foram duros (pra Dé e pro Mingão) e dois moles (pra mim e pro Deo).

Aí foi só montar o prato com os legumes, os pimentões,…

… a bagna,…

… o ovo …

… e  a trufa.

Que por sinal, não estava a milésima maravilha do mundo. Um tanto quanto escura, sem muito odor e com um sabor não tão acentuado.

Meu Deus! Será que o mito “Trufas” não seria inserido na galeria das comidas imperdíveis da nossa mesa?
Aproveitamos pra beber um vinho húngaro! Já que a coisa estava estranha, consegui deixar mais ainda.

E não é que o Nimbus 2008 até que cumpriu a sua missão. Ele foi “cherry, tintor, meialuna, discreto” , segundo os pedintes de upgrade, nós mesmos.

Principal – Risoto Piemontês, il Vero.

Vocês lembram do post sobre o livro Os Sabores do Piemonte?
Pois ali eu prometi que refaria este risoto só que finalizaria da maneira correta. Isto significa: com trufas brancas.
Pois chegou o dia e caprichei no risoto piemontês. Arroz arbório (do Piemonte), manteiga (do Piemonte),…

… cebola (de Ferracci di Vasconcelli), …

… e uma finalização com um parmegiano reggiano (da Emilia Romagna).
Ficou al dente, perfeito e totalmente italiano.

Esquentei os pratos pra que a temperatura de tudo estivesse perfeita e assim, ao ralar as trufas, conseguir a melhor resultado possível.
Chegou o grande momento.

E só sobrou uma palavra pra descrever este prato: per-fei-to!!
É uma pena que ainda não consigamos passar um aroma pelo computador pois esta seria a única solução plausível.

De qualquer maneira sobra a solução mais razoável e possível: a descrição por palavras.
Toda a casa cheirou a uma conjunçào de aroma de bosque, de terra e de um fundinho de gás de cozinha. Eu sei que parece estranho, mas foi o que veio a cabeça.

E por incrível que pareça, o prato foi potencializado pelo vinho (do Piemonte) tinto Pomorosso Barbera d’Asti Coppo 2007, uma vinícola que visitamos e que é fantástica. O achamos  “corpo, alma, barbaresco, meraviglioso”.

Sobremesa – Castanhas, tâmaras e geléia.

Ainda estávamos cansados da viagem. E não sobrou muita inspiração pra sobremesa.
Tâmaras quase frescas (do Piemonte),castanhas assadas no microondas (receita da Maria, que mais uma vez foi nossa anfitriã em Milano) e …

… uma bela geléia trufada.

Prontíssimo. E aromatissíssimo.

Eis a opinião dos homens de Neive:
O que que é isso, minha gente? O que comeremos/beberemos depois disto? (Edu)
Agora o que será de nós? (Mingão)
Perfeito! Dantesco! Paradisíaco! (Deo)

Como deu pra perceber pelos comentários, hoje atingimos (apesar da trufa do ovo não ser tudo aquilo) um dos marcos da gastronomia.
E como? Com simplicidade e ótimos ingredientes. É isto que faz uma boa comida.

Além, é claro, duma boa conversa, duma boa amizade e de bons vinhos.
Tanto que apesar de não estarmos na terra do Slow Food, praticamos os fundamentos do movimento. Afinal de contas, terminamos o jantar a 1:00 de la matina.

E extremamente felizes.

Arrivederci.

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dcpv – dia quatro – rodando muito e encontrando bom vinho em punta del este.

Dia quatro Rodando muito e encontrando bom vinho em Punta del Este.

O dia amanheceu nublado. O que não nos impediu de dar uma boa caminhada pela praia Mansa.

Mais precisamente do Conrad até o Porto, passando pelas palafitas praianas de Punta.

Tentamos encontrar o efusivo mercado de peixes, mas só achamos umas raras e parcas caixinhas de pescados.

Voltamos pro hotel e planejamos o dia. Que bela bruma, não?

Fomos primeiro ver a cult Mão do Afogado.

Que é uma obra do chileno Mario Irarrazabal, famosíssima em Punta. Ele pensou numa obra que significasse “a presença do homem na natureza”. Na verdade, todo mundo faz a associação a uma pessoa afogada!

Interessante e acredito que ninguém passe pelo balneário sem ao menos tirar um par de fotos por lá.

Seguimos para La Barra e no caminho fomos conhecer o Parque El Jagüell.  Quer dizer, demos uma passeadinha de carro pois o lugar é bem feinho e com umas estátuas super-bizarras de bichos em madeira e sem muito propósito.

Dali fomos pro Museo del Mar que fica ao lado do Museu dos Insetos, recém inaugurado. Ambos são muito bons  e por razões distintas.

O de insetos é arquitetonicamente esquisito já que é um galpão de madeira retangular parecido com um container.

E é interessante ao extremo pois contém a coleção completa de 3 malucos com tudo o que é tipo de besouro e …

… de todas as cores.

Até insetos carnavalescos nós vimos (provavelmente desfilaram pela Beija Flor).

Já o do Mar é estranho, pois ele leva a ferro e fogo o estereótipo do museu: coisas velhas em profusão.

Tudo bem que tem um montão de esqueletos de baleias, …

… vários exemplares (uma pena que empalhados) das galinhas do mangue, …

… cabeças de jacarés gigantes, …

… cavalos-marinhos vivíssimos …

… e até um fundo do mar espetacular e em 3D (ai, que saudades da Disney).

O problema mesmo foi o cheiro de mofo!
De qualquer maneira, é um combo Mar+Insetos muito interessante.

A partir daí, começou o nosso drama. Ou melhor, o meu pois tinha reservado um daqueles restaurantes escondidos que existem em Punta, o Lo de Miguel na Finca Narbona que é uma filial duma vinícola orgânica muito boa do Uruguai.

Rodei um montão e pra todos os lados de La Barra. E nada de encontrar a tal Finca. Fomos até ao novo hotel Fasano que, por sinal, é loooooonge demais de tudo.
É claro que se eu tivesse lido este post do mago Diogão dos Destemperados teria achado facilmente. Paciência, fica pra próxima.
Resultado: após termos passado meia hora da reserva, resolvemos deixar pra lá e comer no Fish Market, um botecão de frutos do mar em Manantiales.

E a escolha se mostrou correta: o lugar é despojadíssimo com um jeitão de lanchonete, mas com uma comida saborosa e extremamente competente. Louve-se uma trilha sonora de fazer inveja a muito lugar da moda.

Pedimos um pouco de cada: batatas fritas,…

… empanada, …

…. salada de abóbora, …

… sanduba de peixe, …

… bolinhos de arroz, …

…um peixinho frito e polenta assada (esta foi especialmente pra Dé).

Tudo no ponto correto, muito bem temperado e no tamanho certo.
Acompanhamos com um belo Leyda Sauvignon Blanc 2009.

Pra encerrar, traçamos 2 ótimos affogattos ….

… e um sorvete de frutillas.

Certamente o melhor custo x beneficio do tour.

Além daquela vibe de fazer você parecer um habituée da própria praia Bikini.

Voltamos, demos uma passaeada de bike na região do AWA e fomos nos preparar pro tour enológico na Bodega Alto de la Ballena.

Mais uma dicaça do Luiz Horta. Li no Paladar que ele está apaixonado pelos vinhos uruguaios, acabei entrando em contato e perguntei se ele conhecia alguma vinícola boa em Punta.

Ele não pestanejou e disse: Alto de la Ballena. Ainda me passou o site, aproveitei e reservei a visita pras 19:00 hs. E foi verdadeiramente emocionante.

Chegamos (fica a uns 30 km de Punta) surpreendentemente no horário e fomos recebidos pela Paula (proprietária ) e pela Maria, que trocou e-mails comigo quando da reserva.

Éramos só nos seis. E foi muito legal ver que pessoas apaixonadas por vinho, como a Paula e o marido dela, ainda conseguem fazer um grande produto com entusiasmo e aquele brilho nos olhos de quem ama aquilo que produz.

O lugar é absolutamente lindo. Planícies, lagos, montanhas e por-do-sol.

E que por-do-sol.

Iniciamos com a Paula nos mostrando  um parreiral de Syrah, …

… inclusive, com uvas próximas da colheita que seria feita em março (elas enviaram um e-mail avisando que a festa da Vindimia seria no dia 12/03).

Perguntei um montão de coisas e depois fomos pro lugar onde faríamos a degustação, tanto dos vinhos da bodega, como de queijos uruguaios e grissini (19,5 na cotação do Guia Óleoluz).

Tomamos um ótimo rosé, …

… um excelente cortado de cabernet franc, outro de tannat e merlot, um cabernet franc varietal diferentaço, um charmoso merlot e finalmente, um syrah potente.

A esta hora, a descontração era total e conversamos bastante sobre o mundo dos vinhos. A Paula nos deu altas dicas de como proceder pra produzir excelentes exemplares (é,sócio. Parece que pintou mais um negócio na LoNgueluz!)

E ainda tivemos um bônus track: um maravilhoso por-do-sol. Com direito a ouvir o som do vento e a comungar com todos numa paz absoluta.

Só nos restou comprar algumas garrafas e nos despedirmos dos nossos anfitriões (se quiserem experimentar, passem na D’olivino  que é o importador oficial dos vinhos Alto de la Ballena por aqui e procure pela Tatiana).

Terminamos a noite comendo churros do  Manolo (um clássico em Punta) …

… e dando uma passada pra faturar “algum” no Conrad.

That’s all, folks.

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dcpv – meeting no clos de tapas

04/02/11

Meeting no Clos de Tapas

Tá lá na capa da Exame de 9/2/11: A volta dos IPOs.
IPO pra quem não sabe, significa “initial public offering” ou seja, primeira emissão pública de ações duma empresa de capital aberto.

E foi justamente por este motivo que marcamos uma reunião do conglomerado LoNgueluz em plena praia, aproveitando a ilustre presença do Sócio pela capital paulistana.
Como a sede da empresa ainda não está totalmente pronta (como demora pra fazer um projeto o tal Philippe Starck! rs), resolvemos fazer este convescote num restaurante (que novidade!).

                          

Devido a boas informações (quentes e de alcova) escolhemos o Clos de Tapas (Rua Domingos Fernandes, 548 – Vila Nova Conceição – tel 30452154) pro evento. Todos presentes com exceção da Lourdes que não pode comparecer, mas enviou a procuração através do Eymard.
Moderno, intimista, aconchegante, é realmente tudo o que está descrito no projeto que acompanha o site ainda em construção (assim como a nossa sede).

Notícias alvissareiras: eles fazem reservas.
Chegamos e o Eymard já estava no bar, que fica no mezanino e é muito bonito. Além da modernosa adega.

Descemos, nos sentamos e começamos a namorar o cardápio já que a idéia principal é experimentar o máximo possível de tapas (aquelas pequenas e deliciosas porções), além de tomarmos alguns ótimos coquetéis.

Entre um plano e outro (quanto custaria o lote de 1000 ações?), escolhemos uma boa parte do menu.

Antes de tudo, um excêntrico couvert, com um vidro de pickles feito na casa, pão, manteiga e uma massinha de pastel com uma creme de queijo num tubo.

Engraçado e gostoso.

Como petiscos coletivos, rosbife  “ao bronze”  …

… e a graciosa caixa de batatas (são parecidas com aquelas de casamento).

Cada um pediu a sua entrada fria. A Dé foi de soba frio de alho negro e shitake, …

… eu do famoso tronco composto de folhas frescas, tubérculos, cogumelos, defumados 

…e o sócio de robalo em ceviche com a sua sopa fria de manjericão. Belíssimos e todos muito bons.

Nos principais, a Dé arriscou e pediu um excelente risotto de trigo e siri mole.

Tudo regado a um vinho branco chileno, o Leyda Sauvignon Blanc 2009 (era esse?.

Eu e o sócio pra demonstrarmos pros futuros acionistas que o “grupo está unido” escolhemos o mesmo prato: o saboroso e crocante leitão de leite, acerola, rabanete e diferentes cebolas.

Sobremesas? Não teve esquema algum. Cada um pediu a sua. A da Dé era uma delícia, o famoso extratos de chocolates.

A do Eymard também (e muito fotogênica); a uber famosa a Rolha e o Vinho.

A minha era bonita, pero … Tinha um gostinho de isopor, ou seja, de nada. Era a pouco famosa iceberg de rosas, sorvete de graviola e lichia.

Resumo da reunião: foi um tremendo jantar e que deixou em aberto a possibilidade de voltarmos brevemente pra experimentarmos o restante e finalizarmos todos os detalhes pro lançamento das ações da LoNgueluz Inc.
Agora estamos bem próximos da data coquetel (que tal fazê-lo aqui?)  com o consequente jantar no Piselli, heim sócio? Aguardem as novidades.

Enquanto isso, aproveitem pra conhecer o Clos de Tapas. É um lugar pra ver e ser visto, pra comer e ser …. Ôpa!

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