Arquivo para maio \31\UTC 2011

dcpv – miami – day eight – scarpetta, o “mafioso” latino!

  /02/11

MiamiDay EightScarpetta, o “mafioso” latino!

Mais um dia de pleno sol.

Mais um dia dedicado as compras.

Acordamos relativamente cedo (7:30 hs) e fomos tomar um café da manhã no Starbucks da Lincoln Drive. Foi muito bom, mas gastamos umas duas horas (time is shopping). A “Debra” não estava gostando nada disso!

É claro que não sobrou tempo pra passear pelo Duck Tours (e, gracias, evitamos um grande “mico”).

Resolvemos conhecer o Dadeland Mall, um shopping razoavelmente grande e com o predicado de ter a maior Macy’s de toda a Florida.

Resultado? Quase que o dia inteiro passado lá dentro com direito a aquisições das mais variaqdas coisas nos mais variados lugares (cá pra nós: se você for um cara disciplinado e seguir à risca a missão de deixar pra comprar por aqui tudo o que você evitou adquirir no Brasil; vai viajar, comer bem e ainda economizar um bom dinheirinho).

Passamos na volta e de tardezinha por Coconut Grove, na esperança de encontrarmos o Cafe Tu Tu Tango e assistirmos ao céu alaranjado do por-do-sol.

Pura ilusão, pois achamos o CocoWalk, um shopping a céu aberto bem mezza-boca e pior, com uma vizinhança mais meia-boca ainda. Ah! Não dançamos o  tal Tu Tu Tango por lá também.

Voltamos pro hotel a tempo de dar mais uma bela olhada nos ambientes dele.

O lobby é fantástico, …

… o bar mais ainda  e a piscina, iluminada pela luz da lua, aumentava ainda mais a boa aura do lugar.

Como tínhamos uma reserva pra comer no italiano do hotel Fontainebleau, ex-Hilton, subimos pra tomar banho e nos arrumarmos. Sempre observados pelo The Boss.

O Scarpetta  fica bem próximo do W (e é vizinho do ótimo chinês Hakkasan).

O lugar é bem bacana, apesar de escuro (incrível como os restaurantes de Miami tem esta “qualidade”) e o ambiente é muito agradável além de ser italianíssimo (é quase um Záccaro).

Logo após o bom couvert (pão italiano massudo, uma fogazza deliciosa e um ótimo azeite), pedimos duas entradas e o garçom gentilmente nos serviu os pratos já com a divisão de ambas pra que experimentássemos tudo.

Uma foi a Mozzarella in  Carroza (o queijo frito numa crosta de pistaches com tomates cerejas confitados) e …

… a outra, um Crispy Fritto Misto, uma frittata com frutos do mar, vegetais, ervas e limão.

Excelentes. Pedimos um conhecido piemontês, um branco Gavi de Gavi e partimos pros principais.
A Dé estava bem basiquinha e foi dum espaguete com molho de tomate e manjericão.

Eu, como não estava tão básico assim, experimentei o ótimo Scialatelli com camarões, vôngole e manjericão.

Tá escuro? Então tente imaginar com este magnífico prato um pouco mais bem iluminado.

O Scarpetta merece todos os A’s e os diamantes que lhe foram dados.
Dois expressos muito bem tirados depois e super alimentados (por favor, quando estiver em Miami vá tanto ao Scarpetta como ao Hakkasan), resolvemos ir pra “casinha” dormir.
Não sem antes dar uma passada pela Collins Ave e ver como andavam as coisas.

Pelo visto, a balada vai ser boa!

E o sol amanhã cedo também.

See U.

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dcpv – 3º isb – mar em bh? verdemar

13/03/2011

3 º ISB – Mar em BH? Verdemar

 É fomos pra Minas pra participar de mais um ISB. Seria o 3º.

Seria porque, por definição, um ISB é o encontro da mesma turma que participou da reunião inicial que foi realizada em SP.

Depois disso fizemos mais um, o 2º, em Brasília e neste intervalo, conversamos bastante pra marcar uma data que encaixasse na agenda de todo mundo.

Tudo definido? Quase, pois ainda tínhamos (na verdade, a Drix) que decidir o que fazer num final de semana em BH. Só tínhamos decidido que talvez seria o 1º ISB’.

Afinal, porque um ISB’?

Por que a Sueli e o Jorge (devido a alguns problemas particulares) não puderam comparecer. Ficamos desfalcados, mas como todo bom time, fomos pro jogo.
Que começou justamente na sexta quando a Regina, o Mingão  e nós embarcamos pra capital mineira. Fizemos um vôo TAM tranquilissimo, um checkinn mais tranquilo ainda no bom hotel Quality e zarpamos diretamente pra encontrar o restante da turma iessebensse no paraíso local da gastronomia, o Verdemar.

Antes, uma pausa pra mostrarmos o nível da organização driquisniana: presentinhos e mapas personalizados. A coisa prometia!

Voltando ao Verdemar, a Drix, que foi nos buscar no hotel, sempre teceu ótimos comentários sobre esta rede de supermercados. Seria e usando os termos apropriados, quase que uma ótima casa de massagens gastronômica! 🙂
 E tudo é absolutamente verdade, já que vários menus foram feitos através das receitas da revista de lá.

A Lourdes e o Eymard (que estavam hospedados no mesmo hotel) tinham ido encontrar com a Adriana Pessoa (ela é uma emérita pitakeira do Conexão Paris) e marcamos o meeting inicial no templo da gastronomia.

Que lugar! Tudo muito organizado com odores e estímulos visuais planejados milimetricamente pro consumidor comprar. E compramos.

Tudo coma mais alta qualidade.

Uma boa rotisserie,…

… uma ótima padaria (foi eleito pela Vejinha BH o melhor pão de queijo da cidade, algo como ganhar como melhor pizza de Napoli), …

… muitas novidades (como não se espantar com estes papéis higiênicos?), …

… uma seção de FLV de primeiríssima …

… e uma adega completa, onde compramos o nosso espumante português, o Aliança  “bruto” que seria tomado no apê da Drix.

Como prova de que o mundo é pequeno (vários Piselli, né sócio?), encontramos a Simone em plena adega. Ela sentou ao nosso lado naquele jantar na RS quando da ConVnVenção Carioca.
Foi mais um grande prazer deste final de semana. E olhe que ela aproveitou pra  nos dar várias dicas gastronômicas mineiras, entre elas, uma padaria onde o dono é um tipo de “bread nazi” (vide Seinfeld). Dizem que ele grita: No bread for you, sô! 🙂

Retornamos ao hotel prum banho rápido. Uma hora depois já estávamos conversando e brindando na cozinha mais limpa e pouca usada do mundo, a do apê da Drix. Taí o porque de desta vez, optarmos por conhecer os locais gastronômicos mineiros em vez de “cozinharmos”.

Ficamos um tempão conversando, dando muitas risadas e observando os detalhes do lugar, tais como a biblioteca clássica, de pedigree  e com uma “aura” muito legal (tudo esperado em se tratando da Drix. A Dé logo falou: taí um lugar que a Re gostaria de ficar. E eu retruquei: você também! )

Brindamos ao início do convescote e fomos jantar no Vecchio Sogno, o restaurante estrelado do chef Ivo Faria.

É um lugar bastante interessante com uma mistura muito eclética já que parece (ou pretende ser) um restaurante italiano, mas tem pratos bastantes contemporâneos e um jeitão mineiro, além dum certo provincianismo (até TV tem na espera!). O mais importante é qu ele tem comida de qualidade.

Sentamos numa mesa redonda (viu, Sueli!) e pedimos um montão de coisas do menu, enquanto sorvíamos o famoso gift do chef, um providencial caldinho de batatas com chips de pancetta …

… e um couvert bem competente.

Vinhos?  Um branco  Chardonnay St Ema Casablanca Chile pra todos …

… menos pro Mingão, que tomou um tinto Alamos Malbec …

… e pra Drix, a esperada bebida mais forte da noite: água! Tudo bem que depois ela compensou, pedindo uma limonada suíça!

O mulheril todo foi de massa. A Drix de garganelli a tre funghi e gamberetti, camarões fresquinhos pescados no mar que fica “agarradim” a BH.

A Regina de tordelli di muzzarella di bufala alla salsa di pomodori freschi aprofumo de la Sicilia. Um raviolão perfumado com limão siciliano.

A Lourdes de papardelle ao ragu d’agnello com profummo di olive secchi. Segundo ela, uma delícia!

A Dé dum macarrão “finim”, um tagliolini com pomodori freschi, pesto genovese, burrata cremosa e crocante de speck. Também muito bom com a massa fresca e al dente, uai!

Dos homens, só eu fui de pasta. Um ótimo e como não poderia deixar de ser, linguini de mare com profumo dell’horto.

O Eymard comeu um peixe, um linguado, o sogliola con spinachi alla fiorentina com crocante de amêndoas, purê de batatas gratinado com juliana de funcho, a famosa erva-doce (viu, sócio?). Ele comeu tudim, tudim!

E o Mingão descolou um excesso de bagagem ao pedir o Prato da Boa Lembrança,  um filé mignon com cama de batatas e espaguete de pupunha .

É claro que as sobremesas não foram esquecidas. Pedimos quatro e todo mundo usou a sua colher como bem lhe conviesse.

Creme brulée de baunilha, sorvete de queijo com coulis de goiaba, vulcanos de chocolate com sorvete de baunilha  e de doce de leite com sorvete de goiaba e creme de queijo. Parecia a Sicília.

Pronto, o encontro oficial de lançamento do 3º ISB (ou ISB’ , não importa!) aconteceu.

E da melhor maneira possível. Celebrando a amizade e a empatia que aconteceu com todos assim que se conheceram pessoalmente.

Vamos lá que amanhã tem mais.

Descobriremos Inhotim que é um certeza de divertimento. Ainda mais com esta turma reunida.

Inté.

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dcpv – 3° isb em bh – não fui, não vi, não comi, não curti, mas adorei tudo!

13 a 15/03/11

3º ISB em BH – Não fui, não vi, não comi, não curti, mas ADOREI tudo! (by Sueli)

Nota do Redator – E não é que fizemos mais um ISB, também conhecido como Inter dos Sem Blogs?
Desta vez foi em BH com a chancela da ultra-organizada Drix. E como gostamos de inovar, este primeiro post foi escrito pela Sueli, justamente uma componente do casal (junte o grande Jorge) que não pode comparecer.
Divirtam-se com o depoimento de quem não estava lá. E na sequência com os relatos dos que participaram desta festa, Eymard, Drix, Mingão (sim, senhores. Ele prometeu escrever) e os meus 3 posts, escritos pra cada um dos dias que passamos na terra dos butecos.  Eles serão publicados semanalmente.
Vamos lá! Deixa cair … OVB.
 

E não poderia ser diferente, pois a gente planeja muito esses encontros.  São tantos e-mails trocados… tantos ajustes de onde ir, que voo pegar, que hotel ficar, o que vamos fazer?… que fica difícil, mesmo não estando presente, não  ter idéia do que está rolando.

     

Mas a vida nem sempre nos reserva só certezas e alegrias. Acidentes de percurso nos fizeram  desistir desse encontro tão longamente planejado.
No 2º ISB, em Brasília, faltaram Mingão e Regina. No 3º faltamos nós.  No próximo, se Deus quiser, estaremos todos juntos.

      

Sei muito bem que estar com essa turma teria sido um bálsamo para o meu desgaste físico e emocional, mas a prudência e o equilíbrio falaram mais alto. Não era hora e sei que muitos outros encontros virão. Aliás, o próximo já está agendado e planejado para dezembro.
Eita mundo véio sem porteira! Trem bão, sô!

           

A capacidade de aglutinação e integração dessa turma é fantástica e eu, mesmo aqui de longe,  estava o tempo todo com eles.
Como não vê-los e sentí-los andando no meio das gôndolas de delícias, nas degustações e aquisições do Verdemar?  O Verdemar é um sex-shop que tem em BH e que, desde o nosso primeiro encontro, faz o maior sucesso entre nós com seu fantástico queijo da canastra, revistas gastronômicas e sacolas personalizadas com os quais Adriana nos presenteia. 

Ó, Minas Gerais!
Como não sabe-los à mesa do Vecchio Sogno, um italianíssimo, indicado pela Adriana para o jantar da sexta, e onde, com certeza, ela degustou uma massinha básica? E brindou com Coca. Normal, por favor!

     

Como não estar com eles naquela van, às 8h45, e passar às 9h, pela PUC para pegar a Adriana, que já tinha dado aula,  rumo ao Inhotim?
Como não caminhar ao lado deles em meio àquela natureza exuberante e obras de arte tão instigantes do Inhotim?

Como não estar na ronda, meio “fracassada” e tardia dos “butecos” mineiros, no sábado à noite? Adriana avisou, avisou e avisou: Não pode fazer ronda de “buteco” tarde Mas eles saíram tarde. E iam querer o quê? Pense? Mesmo assim adoraram tudo. Adoraram a companhia, adoraram os causos e cantos… E que cantos! Cantos que a Adriana não sabia ou desconhecia completamente. 

     

Como não andar com eles, no domingo pela manhã, pelas ruas da capital das Minas Gerais e admirar suas belezas, guiados pela paixão e ternura de uma filha da terra?

Como não me ver envolvida pela graça da Pampulha e saber que estavam apreciando as maravilhas do Xapuri?

     

Como não me sentir presente em cada brinde que ergueram para comemorar mais essa oportunidade de estar juntos?
Como não sentir a alegria, a energia e o carinho que vem desse grupo tão especial? Carinho esse que nos chegou em forma de mimos diversos, mandados pela Adriana e entregues pessoalmente pela Lourdes e o Eymard. 

Então, mesmo não tendo ido ao 3º ISB, mas embalada pela enorme onda do Verdemar, já que em BH não tem mar, pelas músicas cantadas na “ronda de botecos”, pelos belos horizontes que se descortinam em Inhotim, pelas águas da Lagoa da Pampulha, pela grande afeição que tenho por cada um dos membros deste grupo, digo que ADOREI tudo isso que perdi.
O que vem aí pela frente é meio surpresa também para mim e sei que me deleitarei em cada linha de texto, em cada foto, em cada programa, pois essa turma é só alegria e felicidade. Na companhia deles, salsicha é melhor que foie-gras.

Há! Há! Há!  Que venha Ferraz de Vasconcelos!

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dcpv – a grande batalha intergaláctica: bimby x panela de barro.

número 285
05/04/11

A grande batalha intergaláctica: Bimby x Panela de Barro.

Eu me chamo EduLuz
De Ferraz, grande cidade
Vou mostrar pra todo mundo
A batalha desigual
Entre a Bimby e a panela de barro
Entre a tecnologia e a matutice
Qual resulta no melhor sabor? (nham, nham, nham, nham. Este nham nham é de duplo sentido. )

Não precisa nem dizer que eu não sou poeta e que nem manjo nada de literatura seja de cordel, seja da mais rastaqüera possível.

Mas estando próximo de fazer o meu curso sobre a utilização correta da minha Bimby(será na próxima quarta), resolvi praticar e fazer um menu só com as receitas dos grandes chefs portugueses, Vítor Sobral incluso.

E aí me veio a cabeça uma idéia: por que não fazer também alguma receita com uma simplória panela de barro?

E a questão básica não é nem comparar o resultado de cada uma das vertentes, mas sim, perceber as nuances dos sabores de cada uma.

Portanto, prepare-se pro grande confronto.

Aqui no dcpv
Vai rolar uma degustação
Você só vai ver
E nós vamos comer (nham nham nham nham. Mais uma!)

Xiii, esta ficou pior! rsrs

Entradas

1 – Creme de abóbora e maçã reineta com espuma de parmesão. 

Ingredientes: 1 abóbora, 1 maçã, água q.b, sal q.b, 100 gr de natas, 50 g de parmesão em lascas
Preparação: Pra preparar o creme, corte a abóbora e a maçã em pedaços.

Coloque os pedaços no copo, cubra com água e tempere com sal a gosto.

Deixe cozinhar 17 Min/90°/Vel 1. Terminado o tempo de cozedura, triture durante 15 seg/Vel 5 e mais 30 seg/Vel 7.
Pra preparar a espuma, coza as natas durante 3 Min/60°/Vel 2 e em seguida 15 Seg/Vel 7 de maneira que fique espumoso.

Sirva o creme e, em seguida, verta suaves porções de espuma. Espalhe a gosto e aleatoriamente as lascas de parmesão e sirva.

Comentário: uma receita esquisita que resultou numa sopa bastante rala. Mas com a adição da espuma de natas e, especialmente das lascas de parmesão, ela ficou um pouco mais encorpada e saborosa.

2- Gaspacho de morango com salada de tomate cereja e queijo chevre

Ingredientes: 250 g morangos lavados, 1/2 cebola, 1/2 pimentão vermelho, 1/2 pimentão verde, 1 dente de alho, 1 c. sopa vinagre, gelo, 10 tomatinhos veremelhos, 10 tomatinhos amarelos, sal, pimenta e açúcar q.b, azeite q.b, 10 folhas de manjericão, 1 queijo chévre.

Preparação: Coloque os morangos, a cebola, os pimentões, o vinagre e o alho no copo.

Triture na velocidade 7 durante 15 seg até obter um creme espesso. Adicione alguns cubos de gelo e bata novamente na mesma velocidade durante 1 min.

Refrigere cerca de 1 hora para apurar.

Numa taça misture o tomate cortado em metades, com um pouco de sal, açúcar e azeite.

Adicione as folhas de manjericão picadas, as fatias de queijo e sirva.

Comentário – É um gaspacho de  morangos. Temperado, refrescante, saboroso, enfim, um condimentado gaspacho de morangos. A Dé adorou!

3 – Creme de amêndoa com ovos de codorniz e trufa preta

Ingredientes: 100 g cebola cortada em quartos, 200 g alho francês só a parte branca cortada em rodelas, 1 caldo de galinha, 180 g amêndoas sem pele, sal q.b., 1 litro de água, 8 ovos de codorniz, 2 trufas pretas.

Preparação: Coloque no copo a cebola, o alho francês, o caldo, as amêndoas, o sal, a água e programe 17 Min /100ºC /Vel 2.

Programe 1 Min e vá progressivamente até à Vel 7. Sirva a sopa com os ovos e a trufa raspada por cima.

Comentário – Aproveitei a trufa preta, resquício da viagem Piemontesa e fiz esta receita que é bem estranha, especialmente devido a textura das amêndoas. Fica parecendo uma daquelas “papinhas de bebê”, só que com uma tremenda personalidade. Até a D Vera (a minha sogra) pediu a receita.
Resumão – Um passeio divertido sobre o mundo bimbístico. Texturas, fluidez, sabores; tudo muito bom. E que fique bem claro que quem quiser experimentar, basta adaptar toda esta parafernália pro simplório liquidificador.

Vinho – Cava Segura Viudas Heredad Espanha, já que até gaspacho tinha no menu. Achamos “efervescente, festivo, alça de caixão, viuva alegre, michelesco” (deu pra perceber que a Re estava nos visitando já que estamos fechando a programação pra reunião de número 300. Aguardem as novidades).

Principal – Moqueca de Siri.

Ingredientes – 1 maço de coentro, 2 tomates maduros, 1 cebola, 2 dentes de alho amassados, 1 colher de sopa de  sal, 3 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de colorífico, suco de l limão, 500 g de carne de siri desfiada.

Preparação : Ponha o colorífico já dissolvido em 3 colheres de azeite numa panela de barro.

Junte o alho, a cebola, o tomate e um pouco do coentro picadinhos.

Depois de 2 minutos, acrescente o siri e o vôngole desfiados. Tampe a panela e deixe cozinhar durante 15 minutos.

Antes de retirar do fogo, junte o suco de limão e o resto do coentro.

Comentário – Uma moqueca feita numa panela de barro é covardia! A Bimby vai ter que “camelar” bastante, ou melhor, eu terei que aprender muuuuuito pra superar o sabor caipirão!

Pra comemorar, tomamos um clássico brasileiro (afinal de contas, degustamos um clássico da culinária tupiniquim) o vinho tinto Lidio Carraro Tannat 2006. Ele foi “tá lá, picante, mateusa, lidio carvalho, rondé” segundo os repentistas.

Sobremesa – Zabaiaone

Ingredientes – 250 g de vinho branco, 130 g de açúcar, 2 ovos, 4 gemas.
Preparação : Coloque a “borboleta” e todos os os ingredientes no copo. Programe 7 min, temp 70ºC, vel 3.

Sirva quente ou frio em taças de vidro transparente.

Comentário – É um doce tradicional e muito gostoso. Não precisa nem dizer que foi facílimo de fazer, né?

Eis a opinião dos cordelistas juramentados:

Grande duelo: bimby x panela de barro. Tecnologia e tradição. (Edu)
Bimbão. (Mingão)
Sussa! Belíssimo. (Deo)

Bom é isso aí. Houve um vencedor? Claro que não. Sabendo usar cada um dos apetrechos, o resultado final será sempre satisfatório e prazeroso.  

Acabou a batalha
Do “muderno” com o antigo
Quem venceu, meu amigo?
E isso nunca falha
Olhando pro meu umbigo
Não importa a tralha
Que se usa na comida
O que importa realmente
É que vai tudo pro “estomigo”!

Vixe, acho que já sei qual será o meu próximo curso.
Hasta.

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dcpv – miami – 7th day – only valentine’s day. and shopping, of course.

13/02/11

Only Valentine`s Day. And shopping, of course.

Mais um “diaço”!

Sol o tempo todo dando uma tremenda vontade de tirar um day off e ficar na praia ou na bela piscina do hotel.

Ou seja, não fazendo absolutamente nada.

Mas as coisas não funcionaram deste jeito. Vamos aos fatos:

1 – Tínhamos que começar a fazer compras. Portanto, entramos de dia e saímos de noite no Dolphin Mall, um outlet menos portentoso do que o Sawgrass Mills, mas com uma cara mais simpática de shopping.

Se bem que garimpamos muito pra achar algumas coisas por lá. Tinha muita tralha e especialmente roupas antigonas.
Somos nós que somos chatos, ou estes lugares tem muita porcaria junto?

2 – Devido a um pequeno acidente úmido, ficamos sem a nossa querida máquina fotográfica, a Sony DSC- HX1 durante praticamente o dia todo. Daí também a inclusão do dia comprístico no tour, já que não teríamos muitas fotos.

3 – O trânsito de Miami está de deixar paulistano se sentir em casa. Como os deslocamentos são grandes, se perde muito tempo indo de algum lugar (shopping) pra outro (shopping).

Mas ainda tínhamos a comemoração do dia dos Namorados (estamos acostumando com o fato de sempre termos duas destas datas por ano. Bom pra namorar, né não?). E reservei através do bendito OT, o restaurante francês do Daniel Bouloud, o DB Bistro Moderne Miami que fica em dowtown no hotel JW Marriott Marquis. O lugar é muito bonito.

Chegamos e fomos alojados no bar pra consumirmos um pouquinho (aqui dificilmente eles te levam diretamente pra mesa). Tomamos duas taças dum champanhe rosé pra comemorar.

O salão propriamente dito fica ao lado do bar, mas curiosamente separado por um grande corredor.

E é escuro. Muito escuro. Tão escuro que precisamos usar a luminosidade das velas pra conseguirmos ler o menu (e pra tirar fotos também).
Mais uma vez, uma grande atração foi o público presente. Incrível como a latinidade de Miami  se apresenta nestas situações.

O couvert praticamente não existiu. Dois croissants deliciosos (crocantes e com um queijo fundido como recheio) e um agradinho do chefe, um amuse de salmão e pepino.

Devido a celebração da data, o menu era preço fixo (U$90 por pessoa), com direito a escolher uma entrada, um prato principal e  uma sobremesa. E olha que esta escolha foi difícil já que a variedade de pratos interessantes era bem grande.
Iniciamos com uma salada Green pra Dé, uma boa mistura de verdes fresquíssimos e bolas de queijo de cabra com crosta de pistache …

… e uma salada de lagosta pra mim. Esta lagosta tinha um gosto doce bem peculiar.

Pedimos taças de vinhos americanos. Uma de branco pra Dé e outra de tinto pra mim. Tudo isto porque desta vez quem pediu indivíduos do mar foi a Dé. Um tremendo turbot que estava muito bom.

Assim como o meu Taste of Lamb. Ou seja, cordeiro de tudo o que é jeito.  Costeleta, lingüiça, braseado, cozido, em forma de bolinho. Só faltou o bichinho berrar ao nosso lado. Mais uma delícia com todas as carnes se desmanchando na boca.

Sobremesas incluídas, fomos pro sacrifício. A De pediu um Dulce de Leche que na verdade era uma saborosa espuma de chocolate com mais um montão de coisas do próprio e um reles palitinho com o Dulce.

Eu fui de limão, um bolinho leve com pêra em calda e um sorvete de limão. Apenas razoável, mas gostosinho.

Pronto, mais algumas conversas sobre tudo e o nosso dia dos Namorados estava terminando.
Foi bom, não foi?

See U.

Nota da Redação – O que já era espetacular, ficou melhor ainda. Nâo é que o Flávio conseguiu se reiventar e montar no mesmo lugar onde era a Sódoces (Alameda dos Arapanés, 540 – Ibirapuera – tel 50515277 ) uma loja totalmente nova, com produtos diferenciados além dos mesmos campeões anteriores e levando a grife do grande chefe. É isto mesmo, a Flávio Federico abre hoje, sábado. Vá visitar e nos diga o que achou.

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dcpv – savourez le québec

uh-la-la
número 289
12/04/11

Savourez le Québec

A Dé ganhou um calendário de presente do Valtinho.

Ele, por motivos particulares, vai constantemente ao Canadá e sabedor das nossas aventuras gastronômicas, nos trouxe além de sementes de manjericão thai (eles tem um gosto acentuado de limão), uma “folhinha” muito bacana. E olha que folhinha tem tudo a ver com o Canadá.

Quem produziu este belo exemplar foi uma rede concorrente nossa, a IGA. 🙂

Todos os meses apresentam são mostrados com uma foto dum prato (que vou tentar reproduzir) e melhor, com as receitas deles.

Além do tremendo charme de estarem todas escritas em francês, as receitas vem agrupadas na página central, picotadas pra que você as destaque e utilize com facilidade.

Não precisa nem dizer que este menu estava gritando pra mim: Fais-moi!

E “J’ai fait“.

Allez.

Août – Bleuets du Québec

“Source reconnue d’antioxydants, la répoutation du bleuet n’est plus à faire. Célébrez l’éte en dégustant cette aux accents du Québec!”.

Fala a verdade; só esta explicação já te deixa com vontade de experimentar, né? Ainda mais que é anti-oxidante! rs

Blueberry, vinho branco, água com gás Perrier (faça com ela!), suco de cramberry e hortelã.

Refrescante e com os sabores de Quebec.

Janvier – Trilogie de Crevettes, avocat et mangue.

“Pêchée das les eaux froides de l’estuaire du Saint-Laurent, la crevette nordique offre une saveur plus délicate et une teneur en ómega-3 plus importante que les autres crevettes. Un aliment noble à servir avec fierté en toute occasion!”

Tirando o fierté (alguma coisa como orgulho), eu compreendi tudo.

Faça um purê com abacate maduro, coentro e suco de 2 limões.

Coloque num bowl, os camarões cortados e levemente cozidos junto com manga cortada em cubos e suco de limão pra terminar de cozinhar e marinar.

Monte tudo numa taça com o purê por baixo, …

… os camarões  e a manga por cima …

… e finalize com coentro e camarão inteiro.

Realmente delicioso e todo mundo, sem exceção, aprovou (a Dé carimbou).

Mars – Verdures avec Effiloché de Canard confit et vinaigrette crêmeuse à l’orange.

“Reoutée das le monde entier, l’entreprise Canards du Lac Brome est reconnue pour son savoir-faire familial inégalé depuis 1912. Résultat: une chair plus savoureuse et plus faible ne gras … véritablement le nec plus ultra du canard. Un incontournable!”

Putz, esta é um pouquinho mais difícil. Mas “incontournable”, “savoir-faire” e “nec plus extra” são demais, né não?
Na verdade, toda esta pompa é pra indicar uma ótima salada de verdes.

 

Formada por aspargos, ervihas tortas e em grãos, espinafres, cebolinhas e ceboulettes.

Alguns crus, outros ligeiramente cozidos (aspargos, ervilhas tortas e espinafres).

Com o acréscimo dum molho de iogurte, azeite (huile d’olive), suco de laranja, aceto balsâmico, mel e zest de laranja além de sal e pimenta. Este molho é especial.

Desfie o pato confitado e frito (Lourdes?, sócio?) e monte cada uma das belas cumbuquinhas.

Esta entrada aparenta ser francesa moderna, ou seja, é verdadeiramente canadense (puxa, deu saudade da confreirinha, da Fabrícia e do Mohamed).

Na verdade, tomamos a Sangria neste momento. E ela foi “Pilot, canadeno, quebecleza, parfumesco” segundo os apreciadores de maple, nós mesmos.

Mai – Risotto aus Asperges et chips de Prosciutto.

“Tendres et exquises, les premières asperges québécoises se pointent le bout du nez dès le début du mois de mai. Peu caloriques, elles sont une vraie mine d’antioxydants et ajountent une touche de grâce et d’élégance à la présentacion de vos plats”.

A Dé gostou muito de saber que os aspargos, que ela adora, são “peu” calóricos.

E eu confirmo que utilizá-los realmente dá uma graça e muito mais elegância a um prato.

Ainda mais neste risotto que não tem segredo algum, a não ser o cuidado ao fazê-lo e deixar o arroz bem al dente.

O processo é o mesmo: cebola e alho fritos no azeite e na manteiga, com o acréscimo do arroz, do vinho branco e do caldo de galinha feito em casa  e bem quente.

Adicione os aspargos cortados em pedaços e guarde algumas pontas para a finalização.

Enquanto isso, leve ao forno fatias de presunto italiano cobertos com papel manteiga até que fiquem bem crocantes.

Pronto. Finalize o risotto com manteiga, parmesão e coloque os chips de prosciutto.

Perfeito, franco-canadense e espanhol, já que o presunto era um “lerrítimo” Pata Negra.

E o vinho também. Um tinto Roble Miros Ribera del Duoro 2007 que se mostrou “cotcha seca, draceiro, sorim, gambito“.

Avril – Sirop d’Erable du Québec

“Richesse du patrimoine historique québécois, le sirop d’érable est inimitable et sans égal. Sans colorant ni additifs, c’est un sucre naturel au goût unique auquel nul ne peut résister”.

E nós não resistimos a doçura diferente do maple.

Frutas (abacaxi, peras, ameixas, bananas) ligeiramente grelhadas no George Foreman e caramelizadas com uma mistura de maple, cravos, canela e gengibre.

Foram servidas com uma bola de sorvete de baunilha (ainda aquele do Vitor Hugo) e um “peu” de maple sirop.

Um verdadeiro espetáculo.

Eis a opinião das cavaleiros da guarda montada:

God bless the Canada! (Edu)
Que marravilha!!! O Canadá é aqui! (Mingão)
Je suis very deliciado! (Deo) 

Relacionar o mês em que o produto está na sua plenitude com um calendário é mesmo uma grande idéia. Colocar receitas com estes produtos e indicar como utilizá-los é mais bacana ainda.

Camarão, queijos, pato, maple, aspargos, lagosta, morango, blueberry, legumes, cerveja, beterraba, cordeiro, enfim, tudo o que existe de melhor por lá está relacionado com estes meses de intensa e qualitativa produção (pode contar: são 12).

É o primeiro mundo, minha gente.

Au revoir!

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dcpv – miami – day six – Holiday on China.

Miami – Day SixHoliday on China.

E não é que o sol resolveu reaparecer?

Tudo bem que ainda estava um pouco frio, mas a presença do astro-rei deu um alto astral diferente pro começo do dia.

Resolvemos fazer uma caminhada/city tour pela região de South Beach, com direito a parada pra café da manhã. Deixa eu explicar melhor o nosso roteiro.

Saímos do hotel e fomos andar pela orla até a Ocean Drive.

É claro que quantas vezes se esteja por lá, tantas vezes você se admirará com toda a harmonia doconjunto arquitetônico art deco .

Hotéis bacanésimos, gente bonita (e brega também), carros antigos e modernos. Enfim, uma festa pros olhos.

Entramos pela Collins Ave e fomos tomar café no Jerry’s Famous Deli. Outra fauna muito interessante com muitos velhinhos (atendentes e clientela) num lugar também bem old fashion.

Continuamos o percurso passando pela Española Way, uma rua bonitinha e que fica mais ainda aos finais de semana.

Vimos também o que juramos ser uma filial dos negócios da multifacetada cantora Madonna. 🙂

Próxima parada: Lincoln Road e seu mercado orgânico de finais de semana.

Um montâo de produtos de procedência é oferecido em pleno calçadão (compramos uma cesta de ótimos morangos) e inclusive, nos arrependemos de não ter tomado café da manhã por lá já que eles fazem sucos das mais variadas combinações e vendem pães muito saborosos.

Em seguida, passamos numa praça novinha em que a arquitetura é impressionante.

O lugar fica ao lado do buxixo da Washington Ave e parece que você está num oasis. Lindo e genial. (juro que tentei encontrar o nome do lugar no santo Google, mas não consegui. É uma charada. Quem sabe? Atenção – a leitora Giulia informou que ela se chama Miami Beach Soundscape)

Mais uma andada e chegamos a outra praça nova e bem bacana. É a Collins Park que também tem um jeitão bem diferente com um labirinto de ondas lindíssimo.

Deu pra perceber que estávamos de volta ao hotel …

… com o corpo e a mente abastecidos.

Aí foi tomar um belo banho, sair pra conhecer o Aventura Mall (o caminho pela orla é uma beleza) e nos prepararmos pra assistir a um jogo dum esporte inédito no nosso currículo: hockey no gelo.

Era um jogo do Florida Panthers (contra o San Jose Sharks). O ginásio fica em Sunrise, bem ao lado do Sawgrass Mills ( os comprólatras sabem o que é isso) e a uns 50 minutos de South Beach. Ou seja, praticamente na Ferraz de Vasconcelos da Flórida.

Pra variar, tudo funcionou as mil maravilhas. O estacionamento, os nossos ótimos lugares e principalmente, o princípio de tudo.

Na verdade, os americanos se divertem muito mais com o entorno do que com o jogo propriamente dito.

Consomem muito (desde comida a objetos variados ), se divertem ao extremo (dançam, se vestem de maneira engraçada, tais como pinguins), saem e entram o tempo todo da arena e de vez em quando vêem o jogo.
Inclusive, a Dé agarrou um bagel que foi atirado por um mascote. Grande goleira!

O jogo em si é muito interessante. Aqueles lances aparentemente violentao que vemos na televisão são constantes (é um tal de jogador ser esmagado contra o vidro) e até as brigas acontecem mesmo.

São quase 3 horas de puro divertimento e que passam bem rápido.

O resultado? O Flórida Panthers ganhou e de virada por 3 x 2. Tudo bem que o time nos pareceu quase que um Timão sobre o gelo . Ou seja, não vai muito longe no campeonato.

Voltamos ao hotel, pois teríamos uma refeição digna e chinesa por lá mesmo, no restaurante Mr Chow.

Eis outra experiência antropológica. O lugar é hyppado com muitos jet-setters e outros aspirantes a.

Chegamos no horário da reserva (também, só faltava atrasar no próprio hotel!) e aproveitamos pra conhecer o lindo bar, tomando duas flutes de Viuva.

Sentamos numa mesa ao lado da cozinha o que nos permitiu perceber o óbvio: o lugar é realmente o que se imagina dum restaurante chinês. Comida saborosa, um tanto quanto bagunçado (seria fake, já que lá tudo é muito profissa?) e um serviço de primeira.
Pedimos as entradas: um macarrão com molho de tomate e fundo de soja guarnecido com pepinos e …

rolinhos de papel de arroz com camarões. Tudo pra dividir como um bom chinês manda.

Um vinho branco neozelandês acompanhou (e bem) tudo, inclusive os principais um peixe com molho de pimenta sichuan, …

camarões empanados, …

…. legumes crocantes (e deliciosos) cozidos e arroz chop suey.

Uau! Que comida.
É um lugar pra se comer várias vezes porque além disso tudo, você ainda terá o divertimento de falar sobre todo mundo (olha  aquela … ; olha aquele … ; veja isto … ; veja aquilo …).

Ôpa, será que não estão falando de nós também?

See U.

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