Arquivo para 2 de junho de 2011

dcpv – belo horizonte – 3º isb – a visão do mingão. ou melhor, o som.

13 a 15/05

Belo Horizonte – 3º ISB – A visão do Mingão.  Ou melhor, o som. (by Mingão)

Nota da RedaçãoConforme o anunciado, continuamos com a apresentação dos posts sobre o 3º ISB, o Inter dos Sem Blogs que foi realizado na capital mineira. Desta vez, teremos a visão, melhor falando, a sonorização de como foi o encontro desta turma bela e fagueira na Capital das Alterosas no entender do Mingão. É a primeira vez que ele escreve por aqui, apesar de todos já conhecê-lo pelos seus estrepitosos comentários, especialmente os vinícolas.
Usando uma linguagem conhecida por ele: Mingão; tá no filóóóóóóó! 

Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica,
Me  dê um abraço
Venha me apertar
Estou chegando (Milton Nascimento)

E  graças ao mundo virtual lá estavamos nós, Regina, eu, Dé e o Edu viajando para Belo Horizonte, para matarmos a saudade dos amigos que agora se tornaram reais  e para conhecermos um pouco dessa grande cidade que para todos era uma desconhecida.

Foi por medo de avião
Que eu peguei pela primeira vez
Na sua mão  (Belchior)

Eu, pra variar, passei o voo inteiro morrendo de medo, mas a chegada em Confins foi tranqüila (o lugar faz juz ao nome ). Depois de 40 minutos de taxi já estávamos bem instalados num hotel na Avenida Afonso Pena, onde recebemos as boas vindas do Eymard e da Lourdes, que já estavam por lá.

Rapidamente estávamos prontos para conhecer o Verdemar, um supermercado que mais parecia o sex shop (para quem não sabe  o apelido do Santa Luzia) onde encontramos a Drix (nossa cicerone e querida amiga) para fazer pequenas comprinhas como espumantes, queijos e pão de queijo que seriam os abre-alas das nossas incursões etílicos-gastronomicas na noite de BH.

Champagne per brindare um incontro
Com te chi gia era di un altro (Peppino di Capri)

Lá fomos nós conhecer o restaurante Vecchio Sogno, um verdadeiro italiano em plena capital do pão de queijo, que faz valer as duas estrelas da Quatro Rodas, num jantar corretíssimo.

Amanhã de manhã
Vou pedir o café pra nos dois (Roberto Carlos)

Na manhã seguinte, depois de um lauto café da manhã, já estávamos feito colegiais prontos pra embarcar numa van e partirmos para Inhotim.  Antes passamos na PUC para embarcar a nossa professora Drix, que nem num sábado pela manhã abandona a sua missão de educar.

Lá fomos nós conhecer um lugar mágico, um jardim botânico cercado de obras de artes, instalações que falam por si só, que nos levam a lugares mágicos, estranhos, profundos,  as vezes fáceis , as vezes difíceis de se entender, mas sem dúvida, belos  e imperdíveis; sem contar um ótimo almoço num dos vários restaurantes do lugar que nos serviu um buffet imperdível num lugar agradabilíssimo.

O piquenique foi bom,
Mas, a volta é que foi tão triste (Wanderley Cardoso)

A volta foi realmente típica de colegiais, todos dormindo menos eu que não parei de falar com o motorista sobre futebol (Atlético, Cruzeiro, Corinthians e etc); porém um pouco antes de deixarmos a Drix em sua casa para voltarmos ao hotel, não é que o Eymard já desperto avista um legitimo pé-sujo (para quem não sabe, boteco simples, mas cumpridor) com uma tremenda fila na porta e incontinenti grita ao motorista, parafraseando a Wanderléa:

Por favor
Pare agora

E adentramos num boteco de primeira com uma pinga esperta (engasga-gato), cerveja geladíssima, bolinho de arroz com jiló  e um pescoço de peru de se comer ajoelhado. É claro que a conversa corria leve  e solta. E o melhor; o nome do bar era Estabelecimento .

A noite vai ser boa
E tudo vai rolar (Brylho)

Depois do primeiro, já estávamos de novo a postos para conhecer outros botecos. Antes, uma passada na casa da Drix para brindarmos com espumante que a noite era uma criança.

Depois de uma rápida passada no Pé de Cana(sim, é o nome do bar) que se mostrou meio decepcionante (talvez, pela lotação), fomos ao  Bar Oratório (não é Mosteiro, né Eymard?), este também de prima e  nós todos cercados de loiras geladas e petiscos diversos, irmanados por uma amizade eterna que o meio etéreo nos concedeu.
Terminamos a noite num divertido “Qual é a Música” (que nos perdoe o nosso colega de auditório Sílvio Santos) onde cada um tinha que cantar os “top five” de grandes astros da MPB (Musica Popular Brega, inspiração desse post), em que o Eymard conseguiu lembrar grandes sucessos da Claúdia Barroso, entre eles o “Quem mandou você errar”.
No restante, foram só hits dos nossos grandes ídolos como Nilton Cezar, Gilliard, Martinha (Queijnho de Minas) e etc.

Meu domingo alegre vai ser
Pois pretendo sair com você
Hey, hey que dia feliz (Ângelo Máximo)

Manhã de domingo (que pena, como passou depressa), já estávamos novamente embarcando na van para o ultimo dia em BH que nos brindou com um  belíssimo sol e onde guiados pela nossa maravilhosa cicerone, fomos conhecer diversos lugares que nos encantaram como um mirante em que se avistava toda a cidade. Visitamos depois o Mineirão, o Mineirinho, o Palácio da Liberdade, a Pampulha (abençoados Niemeyer, Portinari e JK), terminando num almoço maravilhoso no Xapuri que nos ofereceu o melhor da culinária mineira e ainda contando com o auxílio luxuoso da presença da Lina do Blog Conexão Paris.

Já estava na hora de rumarmos  para o Confins, voltarmos para a nossa Sampa e trazendo no coração grandes momentos reais de uma turma que é virtual na maioria do tempo, mas, que a cada vez que se encontra, vive  momentos maravilhosos.

O importante é que emoções
EU VIVI (Roberto Carlos)

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