Arquivo para 9 de julho de 2011

dcpv – 3º isbh – conexão xaparis, a vingança final

15/03/11

3º ISBH – Conexão Xaparis, a vingança final.

Último dia em Belô (que me desculpem os mineiros, mas eu tinha que dizer isso).
Último dia dum encontro duma turma bacana, divertida, harmoniosa e muito, mas muito entrosada. Volto a dizer que parece mesmo que fomos muito íntimos em algum lugar do passado (uau, isto ainda vai dar um bom filme e do Woody).

Acordamos até que cedo depois daquela esbórnia butequística e fomos tomar café no hotel contando com a presença ilustre da nossa coordenadora turística, a Drix. Louve-se que ela se esforçou ao máximo pra que tudo acontecesse da melhor maneira possível.
E nós aproveitamos pra ficar “garradim” a ela, sô!

Esta manhã seria corrida, pois iríamos fazer um big citytour terminando com almoço de despedida com convidado ilustre e tudo o mais.

A van chegou no horário (eu tô falando que o trem era organizado) e zarpamos pro Belvedere.

Tudo pra ter uma vista imperdível de toda BH e …

… tirarmos mais uma foto oficial do nosso grupo.

E não é que um urubu que escolheu a cabeça da Regina, a mão da Lourdes e o meu braço pra fazer o “serviço” deixou tudo mais engraçado ainda? Dizem que dá sorte, né?

Passamos rapidamente pela famosa rua que quando sobe, desce; quando desce, sobe …

… e  pelo centro da cidade com direito a devaneio pela Praça da Liberdade, …

… a obervação de obras do grande (e redondinho) Niemeyer  e …

… rumamos pra região da Pampulha, onde além de vermos rapidamente o quão bacana é o entorno, …

… visitamos a Igreja São Francisco de Assis projetada pelo (oh, que novidade) Niemeyer.

Estávamos atrasados pro almoço no sensacional Restaurante Xapuri, …

…. um representante legítimo da genuína comida mineira.

É claro que fizemos questão de conhecer pessoalmenten a D. Nelsa, a grande dama da culinária mineirim e proprietária deste lugar tão aconchegante.

E no nosso caso especificamente, vimos pela primeira vez pessoalmente, a Lina do Conexão Paris, aquele blog maravilhoso que tanto ajuda a todos os que queiram saber tudo sobre a nossa cidade, a cidade-luz (as dicas e os guias dela foram preponderantes pro sucesso de todas as nossas viagens pra lá).

Com toda esta turma fantástica iniciamos o que seria um verdadeiro tour pela gastronomia mineira, aquela que você espera saborear quando está por lá.

Torresmos em profusão, …

… couves e ora-pro-nobis refogadas…

… carnes de porco que mais pareciam estar dançando can-can (alguma coisa a ver com Paris?), …

… pratos bonitos e saborosos. Era a representação do verdadeiro Espírito de Minas.

Era de verdade,  uma reencarnação dos banquetes coloniais e por incrível que pareça, o melhor ainda estava por vir: as sobremesas.

Todas oferecidas com grande variedade e num ambiente separado com direito a escolha individual. São doces e mais doces.

Cocadas, pés-de-moleque, brevidades, compotas de tudo o que é tipo, …

… enfim, um verdadeiro (doce) deleite.

Chegamos ao final da nossa maratona mineira. Despedidas, promessas e daí pra frente, seria ir direto pro aeroporto, embarcar e voar enquanto o Timão tomava na cabeça no campeonato paulista (oh! que novidade).

No mais é agradecer a Drix pela recepção fantástica e deixar em aberto aquilo tudo que ela, mineira orgulhosa que é, queria nos mostrar.
Por sinal, nos mostrou todos os graus da mineiridade.

Certamente ficamos encantados com tudo e aproveitaremos a próxima pra conhecermos intimamente os outros “trocentos” botecos que não vimos desta vez.

Quem sabe com o time completo, né Sueli e Jorge?

.


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