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dcpv – giorno due – roma – itália – a primeira (e a segunda, e a terceira, e a enésima) vez na Pizzerie Bafetto a gente nunca esquece.

09/11/2011

Giorno due – Roma – Itália – A primeira (e a segunda, e a terceira, e a enésima) vez na Pizzerie Bafetto a gente nunca esquece.

Utilizei como base desta viagem a publicação da PubliFolha, Guia de Passeios Roma roteiros pra você explorar a cidade a pé.

Mesmo porque o princípio de qualquer viagem pra lá e caminhar e caminhar muito.

E pra inaugurar o nosso tour, escolhemos o roteiro 23, coincidentemente denominado A estrada que leva a Roma.

Veja a descrição deste capítulo: entre em Roma pelo Norte e percorra a antiga Via Flamínia, seguindo os mesmos passos dos mercadores pagãos e peregrinos exaustos da viagem”.

Pra quem não sabe a Via Flamínia nada mais é do que Via del Corso, denominada desta forma devido aos desfiles ou “corse” que aconteciam nela durante o carnaval romano.

Portanto, o roteiro começa na Porta del Popolo, o famoso portão norte de Roma decorado com colunas e estátuas e projetado pelo Bernini em homenagem ao papa Alexandre VII para receber a rainha Cristina da Suécia.

Ao atravessá-lo, você adentra na Piazza del Popolo, uma praça enorme e cheia de igrejas.

A Santa Maria del Popolo está aqui. Ela é um verdadeiro tesouro já que temos capelas desenhadas por Rafael, pinturas de Caravaggio e mais um montão de obras de arte no seu interior.

As gêmeas (mas nem tanto. Sabe que é muito legal fazer o jogo dos sete erros entre elas?) Santas Marias dei Miracoli  e in Montesanto também estão aqui.

Passamos então por toda a Via del Corso, onde nos sentimos como os mercadores, ou seja, com uma vontade danada de comprar nas lojas bacanas que existem por lá.

Cruzamos com a Via Del Condotti e encontramos um mercadinho simples e sem pretensão. Veja pelas fotos:

  

Entramos na Piazza Augusto Imperatore, justamente pra ver o Mausoléu do mesmo que foi construído em 26 a.C. …

… e o Museu Ara Pacis, ou Altar da Paz, onde estava acontecendo uma ótima exposição sobre Audrey Hepburn. É a globalização!

Continuamos, atravessando o Rio Tibre, através da Ponte Cavour (ah, se os rios paulistanos fossem assim!), …

… até encontrar o megalômano Palazzo di Giustizia, mais conhecido jocosamente como Palazzaccio, devido a quantidade enorme de blocos de granito que o compõe.

O bicho é tão pesado que está afundando!

Voltamos pela ponte Umberto I (mais conhecida como Humbero Primo) e começaríamos um outro tour, o 19, o Roma Romântica.

Antes e devido ao calor e ao sol escaldante (pra estação vigente, claro?), tomamos ótimos e refrescantes sorvetes no Giolitti.

E como a recomendação também óbvia seria completar o percurso com a iluminação noturna, entramos só em algumas atrações e prometemos retornar hoje a noite mesmo, pra fazer tudo na ordem e com a atmosfera corretas.

De qualquer maneira, passamos no Pantheon, o monumento mais bem conservado de Roma e uma verdadeira obra-prima da engenharia (sem corporativismo) visto que el foi construído entre 27 e 25 a.C , …

… na crawdeada e mais famosa fonte de Roma, a Fontana di Trevi

… e voltamos pro hotel …

… pra almoçar ali pertinho na Antica Enoteca.

É um lugar antigo (daaaaam) e com vinhos espetaculares (mais daaaaam ainda).

Pedimos pratos básicos: uma polenta com salsiccia pra Dé, …

… gnocchi com basilico e pomodoro pra mim …

… e taças de Montepulciano e Gavi de Gavi pra nós.

O lugar é charmoso e encontramos uma atendendente recifense que facilitou bastante o nosso pedido.

Tomamos dois expressos curtíssimos …

… e fomos explorar um pouco mais a região próxima ao hotel.

Pegamos mais uma horda de turistas na Scalinatta em pleno por do sol (que neste caso se deu as 17:30 hs) …

…  e fomos nos preparar pro tour romântico noturno que terminaria com uma visita a maravilhosa Pizzeria Baffetto. Banho tomado, nos arrumamos pra mais uma maratona romana.

O tour 19 inicia na Piazza di Spagna.

A explicação pra ele é veja o centro de Roma pelos olhos de diversos poetas e escritores que vieram pra cidade procurando inspiração artística e romance.

Pois é, nós nos inspiramos também. Além da Scalinatta, revimos a Fontana di Trevi …

… nos maravilhamos com as Colunas que dão a noção exata do tamanho do colossal Templo do Adriano (não é o do Timão! 🙂 ) …

… nos maravilhamos com a atmosfera do Pantheon iluminado, …

… passamos pela Piazza Navona (onde fica a Embaixada do Brasil. Eu tenho uma dica legal pra visitá-la)  …

… e finalmente chegamos a Pizzeria Baffetto.

Nós da “famiglia”, temos uma história de amor com este lugar. Da última vez que estivemos aqui (em 2007), fomos comer lá 3 vezes. E desta vez não seria diferente.

A fila estava imensa. A organização funciona da seguinte maneira: não fazem reservas, nem anotam o nome. Simplesmente se fica na fila e espera a sua vez do lado de fora.

Além disso, só aceita dinheiro e as mesas são comunitárias (sentamos juntos com 2 casais de italianos), além de terem umas outras regrinhas ditatoriais (tudo a ver com um Pizza’s Nazi. Neeeeeeext!).

A boa notícia é que as pizzas continuam espetaculares. São crocantes por fora e úmidas na medida certa, por dentro. Além do detalhe que é necessário e obrigatório comer usando as mãos e com o pedaço devidamente “emborcado”.

A Dé pediu uma Margherita, que é feita com somente com o molho e queijo (nada de manjericão como a nossa ) …

… e a diferença da minha, a Pomodorini, eram justamente os doces tomatinhos frios.

Acompanhamos com um Chianti Conte Serristori …

… e como sempre, não sobrou nada.

Só caminhar bastante pela bela e histórica Roma noturna. E consumista também.

Ci viedamo domani.
.

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