isbfv – e la nave (nesse caso la van) vá! (by Eymard)

8 a 10/12/12

E la nave (nesse caso La Van) ! (by Eymard)

Esse ISB foi a síntese!

Começou antes de começar e acabou antes de acabar. Explico: Todos estivemos juntos no trajeto de ida e volta de Van entre a “praia” e a Grande Ferraz e na execução (no sentido mais literal da palavra) dos pratos!

Antes e depois o grupo foi disperso.

Lourdes compartilhou, na sexta, com Regina e Mingão os prazeres da mesa com os Luz no restaurante português Tasca da Esquina. Cheguei ao apagar (literalmente) das luzes, mas a tempo de saborear a sobremesa, dar boas risadas e … bloquear  a capacidade matemática do nosso mestre calculator Edu. O efeito passou, mas não tão rapidamente.

Depois, nova dispersão com Déo, abandonando a Van. Mingão e Regina, fugindo para os bailes da vida. Eu e Lourdes a comemorar o aniversário de pessoa muito especial. Mas a síntese foi perfeita!

A Van deslizou entre SP e FV com impecável serviço de bordo. Cavas Freixenet bem geladinhas. Sem frango e sem farofa. Ao som das top Five e das incríveis piadas do Déo. Desculpem mas as piadas são impublicáveis.

Os grands chefs cederam seus lugares para os “improváveis” chefs Jorge, Eymard e Adriana.

Aprendi a amassar os bifes (que já estavam cortados) de modo a estraçalhar a carne. Em seguida, em frigideira bem quente com fio de azeite e dentes de alho, uma sapecada rápida apenas para selar a carne. Depois, tudo em uma panela com molho de tomates – já previamente preparado pelo chef Edu – e bastante rúcula para dar crocância ao molho. Modestamente, ficou um espetáculo.

A massa foi preparada por todos. Aos pares. Aos ímpares. Nunca imaginei que seria tão fácil fazer um macarrão de qualidade e gosto incomparáveis. Prometi repetir a dose em casa. Promessa para 2012 ainda não cumprida.

Tudo pronto, linha de montagem para os pratos. Mulheres à mesa e os homens ralando na cozinha.

Com a entrada, serviu-se um vinho branco Gran Reserva G. Rosa Etchart 2009 que foi “favo de mel, branquíssimo, estrambólico, exuberante, modesto, pear, fresco, ácido, lichioso, goiaboso

Com a massa e seus variados molhos (me servi de todos e, desculpe, não resisti e repeti), serviu-se um vinho tinto Cabernet Sauvignon Lazuli 2003 que foi “azulberante, bobolino, red, suficiente, mineiríssimo, blue velvet, rosso, tinha que ser chileno, ameixoso, saquinho de leite“.

Depois, para fechar com chave de ouro, a sobremesa já devidamente preparada pela Dé e que foi nota 1000 e, nas palavras de todos: Bendita seja!

A tarde passou gostosamente. Sem qualquer incidente ou perturbação. Todos concentrados no momento. Momento eternizado pelas fotos mas, especialmente, marcado na lembrança de cada um. A velocidade, de que falou Sueli. A simbiose poética de que falou Adriana. A comunhão, de que falou Edu.

Crianças no jardim de infância. Fiquei imaginando o que teria passado na cabeça de Flora, a competente assistente dos Luz, ao ver aqueles marmanjos rindo como crianças e fazendo aquela bagunça na cozinha.

Cumprida a prazerosa tarefa … rumo de volta a SP. Na Van, que não sendo amarela era meio cor de rosa, novas do Top Five. Quem se lembra da musica de maior sucesso de Claudia Barroso? E agora as 5 top Five….

Nao poderíamos retornar sem um enorme congestionamento que nos tirou do caminho e fez Regina quase perder literalmente o baile. Felizmente tudo foi resolvido com um corta caminho providencial.
Despedidas para Deo, que ficou no meio do caminho (e esqueceu todos os presentes que ganhou. Será que depois ele lembrou ou ainda estão a espera do próximo ISB para devolução?). Despedidas do casal Mingão e Regina que seguiram para um baile.

A noite é uma criança e nós não poderíamos perder tempo.

Tentativa, vã, de voltar à maravilhosa  pizzaria do grande Juscelino: a Maremonti que já tínhamos ido en petit comité! Teríamos que aguardar mais ou menos uma hora para obtermos uma mesa.  Sueli ameaçou ficar insandecida. Fomos rápidos e a solução valeu uma noite e tanto!
Bem em frente nada menos que  o Dalva e Dito.

Rumamos para lá e tivemos uma noite deliciosa finalizada com a presença do verdadeiro chef Atala. Descobri (pelo menos para mim foi uma surpresa) que aos sábados eles promovem uma galinhada depois da meia noite, com direito a se servir quantas vezes quiser diretamente das panelas. Tudo acompanhado de samba de verdade no salão do subsolo. Qualquer noite destas voltaremos lá, nao é mesmo Edu?

Domingo, dia de partir. Deixamos a turma porque tínhamos compromisso assumido com uma outra amiga muito especial. Mas essa é outra história!

No fundo, no fundo, a mesa sempre está posta para celebrar! Nesse caso, celebrar um encontro que seria impossível sem a internet e improvável sem que tivéssemos encontrado algum equilíbrio na desarmonia de nossas experiências de vida. Há alguma coisa que transforma um simples encontro em acontecimento. Nao sei o que é! Mas sei que ele existe.

E la nave vá!

PS: Como escrevi esse post depois de ler os relatos de Edu, Sueli e Adriana, confesso que quase nao me senti em condições de contar a mesma história sob a minha perspectiva. Eles foram muito felizes ao transmitir as idéias sobre o que sentiram. Mas é certo que cada um vê e dá ao mesmo fato uma atenção diferente. Nesse ISB, ao contrario do primeiro, nao me senti sem tempo ou como no filme koyaanisqatsi. Ao contrario do segundo, não me senti exaurido. Ao contrario do de BH, nao senti qualquer urgência. Simplesmente a síntese do que houve de melhor em todos os demais.

PS2 – Esta foi a versão do sócio, do Eymard, sobre o ISBFV. Acho que foi a última, já que o Mingão ainda não se manifestou. Acredito que seria mais prudente não aguardar!! 🙂

Quer acompanhar as outras visões da saga?
Edu – 
 ISBFV. Ou Inter dos Sem Blogs na grande Ferraz de Vasconcelos
Sueli4º ISB – Grande Ferraz de Vasconcelos, que nos legou Dé e Edu.
Drix –  ISBFV – “eu acredito na amizade e a exerço” ou “(…)a vida é mutirão de todos, por todos remexida e temperada”

.

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5 Responses to “isbfv – e la nave (nesse caso la van) vá! (by Eymard)”


  1. 1 Beth janeiro 21, 2012 às 3:22 pm

    Eymard
    Gostei demais do seu relato do evento…
    Ter o Edu como host é uma grande honra!
    Um grande abraço
    Beth

  2. 2 evandro barreto janeiro 21, 2012 às 7:50 pm

    Apoio cada palavra da cônjuge!
    Parabéns a todos os participantes, a começar pelos hosts, pelo talento na arte de viver.
    Abraços,
    Dodô

  3. 3 Eymard janeiro 23, 2012 às 1:24 pm

    Beth e Dodo: voces tem toda a razao! Edu e Débora como host é uma grande honra e prazer. Tudo, a partir daí, funciona fácil.
    Abs para voces. Eymard.

  4. 4 Sueli OVB janeiro 25, 2012 às 9:45 pm

    Eymard,
    “Recordar é viver…”
    Muito bom recordar tudo aquilo com o seu olhar e essas fotos deliciosas.

  5. 5 eduluz janeiro 26, 2012 às 7:30 am

    Beth, eu também gostei. E esperamos vocês por aqui também!

    Dodô, vou reiterar o convite. E o sócio certamente, também agradece.

    Sócio, estou com você. rsrs

    Sueli, Chega de recordações, né? 🙂

    Abs “socializados” pra todos.


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