Arquivo para outubro \29\UTC 2012

dcpv – venice, venezia, veneza. by “seboso” jamie

18/09/2012
número 329

Venice, Venezia, Veneza. By “seboso” Jamie.

Todos que passam por aqui sabem do meu apreço pelo design dos livros do Jamie “Seboso” Oliver.

Eles são bem didáticos e, via de regra, muito bonitos também.

Logo que eu vi o Jamie Viaja, adorei. Afinal de contas, misturar grandes fotos com algumas boas receitas (algumas são variações do mesmo tema oliveriano), além de algumas dicas de viagens, tem que resultar num bom produto.

Já tinha feito uma noite só com receitas (excêntricas) suecas que o Jamie indicou.

E agora, como estou pesquisando o destino da nossa viagem do final do ano, me lembrei do capítulo sobre Veneza, a Recife italiana.

A culinária da região é muito interessante e espelha a miscigenação de culturas que aportaram (literalmente) por lá durante todos este tempo.

Não esquecendo que por serem receitas italianas, o produto é sempre reverenciado e invariavelmente, servido na maneira mais original possível.

Vamos lá, então, experimentar a culinária dos venezianos (nada a ver com os incas venusianos).

Entradas – Salada de Tomate com Manjericão e Salame Frito.

Caprese, tricolore … quantas vezes poderemos reinventar a salada de tomate?

É, o “porquinho” do Jamie bem que queria ter nascido italiano. Dá pra perceber pelos verdadeiros “micos” que ele passa só pra se parecer um legítimo oriundi.

Neste caso, o aproveitamento do ingrediente ao extremo, faz deste prato simples, uma delícia. Demos a sorte de estarmos na praia hoje de manhã e consequentemente, passamos no sex shop.

Então, foi só cortar tomates-caqui em rodelas grossas …

… e colocá-las nos pratos.

Enquanto isso, faça um azeite de manjericão, socando no pilão folhas de um maço deles e um pouco de sal até transformá-los numa pasta verde e espessa.

Junte pouco a pouco, azeite e vinagre. Distribua este “pesto” sobre os tomates.

Rale queijo feta …

… e enfeite com algumas folhas de manjericão.

Pra dar um up (será que isso seria possível?), sirva com uma fatia bem quentinha de pão italiano.

Há algo de especial em escolher um salame de boa qualidade, cortá-lo em rodelas e fritá-lo até ficar crocante.
Ou seja, um salame frito faz a festa de qualquer pessoa inglesa de língua presa. Imagine algumas ferrazenses?

E pra fazer este prato é uma moleza. Basta fritar as fatias de salame numa frigideira bem quente e com um fio de azeite até ficarem crocantes.

Reserve-as e acrescente um pouco de alecrim e alho cortado em fatias finas (a gosto). Refoque por um minuto e junte folhas de radicchio até murcharem.

Sirva junto com o tomate e terá uma puríssima entrada italiana.

Ela é elevada ao quadrado quando se toma um Bellini, um coquetel que é a simples junção de purê de pêssego com Prosecco que foi “macanah, alessandro, mauro ramos”.
É um verdadeiro raio-de-sol em plena noite ferrazense.

Principal – Risotos.

O risoto é um dos astros da cozinha veneziana, consequencia das grandes plantações de arroz espalhadas pelo Vêneto.

Esta é mais uma daquelas do tipo “porque que eu não tive esta idéia antes?”.

Afinal de contas, fazer um risotto “bianco” básico com o único diferencial de colocar salsão picado junto com  cebola …

… e refogá-los em fogo baixo por uns 10 minutos e quando estiver próximo do final do cozimento, …

… misturar os seus ingredientes preferidos, não é uma boa idéia?

Aproveitei, então, pra fazer 3 sabores diferentes. O primeiro, de alcachofra.

Simples alcachofras em conserva fatiadas e cozidas com salsinha, um pouco do caldo de legumes do risoto, sal e um pouco de limão.

O segundo, tomates-cereja cortados ao meio e refogados numa panela onde …

… já tinha sido refogados 2 dentes de alho cortados finamente, além de manjericão a vontade.

E o terceiro, ervilhas frescas cozidas numa panela com manteiga derretida …

… e folhas de hortelã e de salsinha cortadas finamente. Pronto!

Basta então pegar cada um dos sabores e adicionar, nas suas panelas, o risoto bianco.

Finalize todos com manteiga, um pouco de parmesão …

… e no caso do de ervilha, coloque uma fatia de queijo de cabras.

É isto, pessoal! Felicidade existe!

Além do prato ser um retrato fiel do entardecer em Veneza.

Só poderíamos acompanhar com um tinto italiano, o Nero di Troia Torre del Falco, que nos pareceu “ameixa preta, barbudinho, ulisses“.

Sobremesa – Tiramisù

A culinária veneziana não tem muitas sobremesas. Mas este é um clássico. O melhor Tiramisù. (modesto, o Jamie!!)

A nossa patissière, a Dé, caprichou mais uma vez.

Afinal de contas o Jamie inventou mais um pouquinho e colocou chocolate no Tiramisu.

E, sim, foi no formato raspas com a faca (como ele sempre faz!! rs)

O que ele fez foi embeber biscoito champagne em café doce, …

… fazer um creme com gemas, claras, queijo mascarpone, vin santo, açúcar …

…e derreter chocolate com um pouco de manteiga. Ai foi só montar (a Dé escolheu em taças em vez duma tigela), com camadas de biscoito, …

.. chocolate, creme de mascarpone …

…e finalizar com as indefectíveis raspas de laranja e chocolate em pó.

De-li-cio-so!

Eis a opinião dos gondoleiros (e cantores):
Seboso, pero, no mucho! (Edu)
Esse boso é sensacional! (Mingão)

Se tivesse que resumir a culinária de Veneza, diria que é um cozinha de contrastes. De um lado, você tem alimentos luxuosos, que teriam origem nas casas dos ricos; pratos com atraentes especiarias de lugares distantes, vinhos finos, animais incríveis caçados nos pântanos e uma enorme variedade de frutos do mar.  Ao lado disto tudo, está a comida humilde, realista e com o pé no chão da maioria das pessoas. Com a perda do poder, todos foram obrigados a se acostumar com a cozinha “povera”. Risotos, frutas e verduras, ensopados: tudo isto entrou no cardápio de todos os venezianos.

E você? Prefere qual estilo de comida?

Ciao.

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dcpv – restaurante chef Vivi. nós vimos.

21/09/2012

Restaurante Chef Vivi. Nós vimos.

Quando li pela primeira vez o nome do restaurante, o Chef Vivi, achei um pouco estranho. Foi numa das excelentes crônicas (eu nunca chamo de críticas) do grande Luiz Américo Camargo, no badalado caderno de gastronomia do Estadão, o Paladar.

Afinal de contas, soa um pouco como uma daquelas pensões antigas (eu, por exemplo, morei um tempinho na Irene, quando estudava em São Carlos). Mas os elogios do Luiz Américo tanto à comida, como ao estilo, deixaram na memória uma boa referência.
Comprei a Veja Gastronomia na semana passada (só assim mesmo pra levar a publicação pra casa) e dentre todos os premiados, estava lá a Viviane Gonçalves como chef revelação.

Junte-se tudo isso com um encontro marcado com os ótimos Lu Betenson e Mike e pronto; tínhamos motivo pra conhecer a casa. E neste caso, chamar de casa o restaurante é mais do que justificado.

Começa, e isto é maravilhoso neste deserto paulistano, que eles aceitam reservas e em qualquer horário. Ufa, poder reservar um restaurante as 21:00hs duma sexta sem qualquer limitação é um feito e tanto.
Chegamos 10 minutos adiantados (thanks, trânsito) e a Lu e o Mike já estavam nos esperando do lado de fora do restaurante.

O Chef Vivi fica na Vila Madalena (Rua dos Girassóis, 833) e obviamente, numa antiga residência pequena e repaginada. É um salão não muito grande e muito, mas muito, aconchegante.
Fomos levados à nossa mesa e surpreendidos pela qualidade de todos os detalhes.

As cadeiras são muito confortáveis, as louças e copos muito apropriados e o menu é um caso a parte.

Ele não é fixo, pois a filosofia da chef é a de utilizar os melhores ingredientes existentes no mercado. Neste dia, 21/09/12, nos foi oferecido como couvert, uma seleção de pães orgânicos com uma manteiga de mix de ervas, 4 opções de entrada (consommé de cogumelos, polvo, pupunha e abóbora) e 4 opções de principais (cherne, camarões, pato e linguini), além duma degustação de mini-sobremesas.

Dá pra perceber que a idéia é muito boa.
Conversamos bastante, enquanto experimentávamos os excelentes pães e a Lu, nossa sommeliere, escolhia um vinho branco neozelandês, o Sauvignon Blanc Isabel 2010 Marlborough SA. Excelente!

As entradas chegaram. A Lu foi de Abóbora ao forno, eringui salteado, mousse de queijo de cabra e brotos orgânicos. Ela achou uma “combinação de diferentes texturas e sabores que ficou muito harmoniosa e gostosa: abóbora macia por dentro e crocante por fora, cogumelos saborosos, folhas verdes dando frescor ao prato e a mousse de queijo de cabra o toque perfeito para dar personalidade ao conjunto  “.

A Dé escolheu a Pupunha em fitas, sálvia na manteiga, tomate marcado e figo ao forno. Imagine só; pupunha, figo e tomate num prato só? Não foi a toa o que ela disse sobre o prato: do jeitinho que eu gosto. Marcante, fresco, doce e muito bem temperado.

O Mike e eu (que surpresa!) optamos pelo Polvo grelhado, purê de batata, berinjela tostada e azeite trufado. O Mike achou que “a entrada com o polvo estava saborosa, bem apresentada e do tamanho certo pra abrir o apetite” e eu, absolutamente perfeito. Polvo no ponto, purê cremoso e rústico, além do tempero que a berinjela e o azeite deram a tudo.

Matamos as saudades e os principais chegaram.
A nossa sommeliére resolveu a equação quase insolúvel (harmonizar com camarão, cherne, pato e cordeiro). Eureka, ela disse. Solta um Pinot Noir, também neozelandês, o Sileni Hawke’s Bay 2011. Bota excelente nisso.

Adorei o magret de pato, que veio no ponto ideal e casou muito bem com as especiarias” . Isto foi o que a Lu achou do Magret de Pato ao forno, arroz vermelho salteado, redução de laranja com especiarias e brotos (neste momento, os sócios foram reverenciados).

Peixe e beterraba. Aspargos e abobrinha. É adorável!”. A Dé descreveu desta maneira o Filet de Cherne ao forno, beterraba ao forno, aspargos, abobrinha, cebola roxa e molho cítrico.

Já o Mike, usou um artifício legal que a própria chef sugeriu. Caso você queira carne vermelha, ela te dá a chance de optar por costeletas de cordeiro em alguns dos pratos principais. Ele achou o prato dele “também com apresentação impecável. O cordeiro estava perfeito e o purê de batatas, por mais trivial que fosse, casava muito bem com tudo”.

Eu estava como os surfistas, ou seja, em pleno mar. Comi Camarões salteados, creme de mandioquinha, minicenouras e mini alho poró orgânico. Tudo absolutamente perfeito com os mini legumes crocantes e saborosos, um purê cremoso e camarões al dente.

Era chegada a hora da sobremesa e da grande revelação. As sobremesas (uma pra cada casal) eram formadas por uma degustação de miniaturas de Creme brulée, pavê de amêndoas, mousse de chocolate belga, compota de frutas vermelhas com creme cítrico e quenelle de sorvete.

Tudo muito bom e aí a revelação surgiu. Ficamos um tempo tentando descobrir qual seria o sabor do sorvete? O Mike cravou graviola!
Não precisa nem dizer que o nosso gourmand acertou na cabeça.

Resumo de tudo: foi uma noite divertida (como sempre, quando estamos com a Lu e o Mike) com uma comida espetacular e um clima dos melhores no ar.

Portanto, venham conhecer a comida da chef Vivi, que já fez muito sucesso na China (é isto mesmo) e que pretende mostrar uma gastronomia com personalidade. Isto realmente aconteceu no nosso caso.
Além do mais, ela tem uma qualidade absolutamente necessária neste ramo: está no restaurante. Coisa, por incrível que pareça, difícil de acontecer aqui na Paulicéia

Até!

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dcpp – pão, pão. queijo, queijo. embutido, embutido. vinho, vinho. macaron, macaron.

05 a 06/10/12

Pão, pão. Queijo, queijo. Embutido, embutido. Vinho, vinho. Macaron, macaron.

Este final de semana na praia prometia. Começamos na sexta a noite indo ao cinema ver “Os Intocáveis“.

O filme é espetacular e você sai dele totalmente alimentado espiritualmente (se ainda não foi, vá. É imperdível).
É claro que no nosso caso, aproveitamos a oportunidade pra conhecer a Le Pain Quotidien que abriu no Shopping Cidade Jardim e nos alimentarmos fisicamente.

Pra quem conhece estas padocas/restôs de Paris, não vai se decepcionar. O ambiente é muito similar e as comidas também.

Experimentamos de tudo um pouco: uma sopa de tomate (a do dia e deliciosa), uma salada de mussarela de búfala com verdes, …

… uma tartine, um excelente sanduba de pão de forma, queijo gruyére e presunto acompanhado de mostardas, pepinos, azeitonas e melão, …

… além de tomarmos duas taças de vinho.

Já no sábado pela manhã, acordamos cedo e fomos ao restaurante Friccò pra realizar um sonho da Dé: …

… fazer um curso de panificação.

Melhor ainda, aprenderíamos a fazer pães italianos.
Chegamos no horário (9:00hs) e toda a turma (18 pessoas) estava lá. Portanto, estávamos prontos pra iniciar a nossa aventura panificadora.

O Sauro Scarabotta (chef e dono do Friccò) e o mestre em padaria, o Márcio Kimura iniciaram contando a história do pão, além de ressaltarem a necessidade de se usar ótimos ingredientes na sua execução (pode incluir aí, a farinha italiana).

Daí pra frente foi um encantamento total (o único pecado foi eu ter esquecido a câmera e assim, a Dé teve que usar o meu celular pra tirar fotos. Uma pena, mas dá pra ter uma noção de tudo). Afinal de contas, quem não gosta de um bom pão?
O Márcio nos falou também sobre a importância de cada uma das fases: da mistura dos ingredientes, …

… da (literal) sova, …

… do descanso inicial (e onde acontece a fermentaçào primária), da divisão e da modelagem, …

…da real fermentaçào, …

… do cozimento, …

… e da degustação.

Que foi feita no formato correto: todos sentados nas mesas (no nosso caso com os novos e bem-humorados amigos Clau e Gil) e saboreando embutidos (também feitos no Friccò), queijos e algumas outras especialidades italianas, entre elas, o vinho tinto.

Executamos o processo completo numa receita de pão de semolina que levamos pra casa e assamos, uma no sábado e a outra no domingo. Ambas resultaram perfeitas.

E no curso, aprendemos a fazer, além do pão de semolina, ciabatta e focaccia.

Estas últimas duas serão reproduzidas no nosso laboratório caseiro e eu prometo informar qual foi o resultado.

Ah! A Rita (esposa do Sauro) também informou que brevemente (no máximo num mês) haverá uma nova aula, o módulo dois, contendo receitas feitas com fermento natural, entre elas a do legítimo pão italiano. Ou seja, será imperdível!

Pra terminar o dia (amanhã é eleição e precisamos cumprir o dever cívico na grande FV), fomos jantar na casa da dona, ops, Mila e do seu, ops, Ennio, os pais do Flávio Federico.

Altos papos, altas gozações (o Ennio estava mais do que inspirado), a presença de amigos e o prato que encantou a todos:

… uma bela bacalhoada com os seus devidos acompanhamentos.

Como sobremesas, especialidades do Flávio (inclua aí o Suspiro Limeño) …

… e os absolutamente saborosos macarons feitos em homenagem ao Halloween. Eles serão vendidos do dia 26/10 a 04/11.

Vá até a Flávio Federico Dolci (al dos Arapanés, 540) e os experimente (além de tudo o que tem por lá).
Você não vai se arrepender!

Até a próxima.

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dcpv – dia once – orlando – flórida – rtw de segway no epcot.

14/07/2012

Dia once Orlando FlóridaRTW de Segway no Epcot.

Este dia prometia ser punk e divertido.

E cumpriu com a promessa.

Como a Re estava livre do trabalho, ela programou um montão de coisas pra fazermos.

Tudo começou muito cedo (e após irmos dormir muito tarde).

O programa todo iniciava com uma volta ao mundo (a tal RTW) de Segway.

Eu sei que isto pode parecer absurdo, mas há uma maneira de se fazer com tranquilidade.

E é participando do tour que existe no Epcot Center.

Chegamos no horário marcado (as 8:15hs) e fomos apresentados ao nosso instrutor da máquina, um velhinho engraçado, o Mike.

Ele nos deu um curso de como pilotar a trapizomba com segurança total.

Louve-se, mais uma vez, a organização da Disney que mostrou mesmo como tudo funciona com direito a audiovisual e todos os outros detalhes (olha que já podemos nos considerar especialistas).
Daí pra frente, foi pegar as máquinas e passear pelos 11 países que compõe o parque.

Esqueci de informar um detalhe que é primordial: como a abertura era só as 11:00, estávamos praticamente sozinhos por lá.

E isto dá muito mais peso pro passeio; como o pessoal da Disney incluiu muitos detalhes nos cenários, você consegue visualizar tudo muito bem.
Iniciamos circulando por entre os países (3 guias nos acompanharam, sendo um brasileiro).

Passamos pelo México (com as suas pirâmides), pela China (com as suas tradições), …

… pelo Japão (com os seus pagodes), pela “bella Itália”, …

… pela França, enfeitada pra comemorar o 14 de Julho, pelo incrível Marrocos, ….

… que nos fez viajar imediatamente pra lá, …

… tamanha a veracidade do cenário.

Até o cheiro dos temperos nos conseguimos sentir.

Terminamos com o Canadá (e seus jardins) e a Inglaterra, com os seus pubs.
Este é um passeio a ser feito, mesmo porque escapar daquela quantidade enorme de pessoas já é um grande prazer.

Voltamos, entregamos as máquinas e fomos dar uma volta no parque, a espera do segundo passeio.

Você (que foi à Disney) já passeou naquele barquinho que leva pra ver os formatos inovadores de plantações de frutas, legumes e verduras, mais conhecido como Living with the Land?

Pois iríamos conhecer justamente os bastidores deste espaço.

E melhor, caminhando.

A guia America (este é mesmo o nome da menina) nos acompanhou em todos os lugares.

Nos mostrou todos os formatos de plantação.

O hidropônico, …

… com vários estilos diferentes, …

… o que utiliza um solo arenoso irrigado, …

… além de várias frutas (tive que segurar a Dé pra não pegar uns figos) …

… e plantas exóticas.

Este programa vale um pequeno fotoblog:

Retornamos (o passeio dura cerca de uma hora) e …

… a única saida seria almoçar por lá mesmo.

Fizemos isto (junto com a Aline e o Rafa, amigos da Re) …

… no bom restaurante do pavilhão chinês.

Pedimos coisas chinesas (oh!).

Frango, o Kung Pao Chicken pra Dé e pra Re, …

… carne, o Canton Pepper Beef pro Rafa …

… e arroz, o Nine Dragons Fried Rice pra Aline e pra mim.

Tudo muito bom, bem temperado e com um agravante, a quantidade! Coisas de americanos.

Aproveitamos a influência do pessoal que a Re conhece e conseguimos FastPass pra qualquer brinquedo do Hollywood Studios, …

… já que iriamos lá a noite pra ver o Fantasmic!, o espetáculo de encerramento do dia (também conseguimos lugares vips com a turma da Re).

Como não ia rolar mais nada no crowdeado Epcot (louve-se a falta de educação da grande maioria dos grupos brasileiros/argentinos/paraguaios), …

… resolvemos dar um pulo em Downtown Disney pras derradeiras compras.

Se você quiser se envolver com o mundo Di$ney, lá é o lugar.

Lojas incríveis, …

… com decorações atrativas e atraentes, …

… enfim, tudo te remete ao consumo e ao encantamento.

Retornamos ao hotel na correria, pra tentar fazer caber tudo nas malas (quase uma missão impossível) e fomos pro Hollywood Studios, que é, com a confirmação da especialista Re, o parque mais bonito do complexo.

Chegamos ao anoitecer e com a beleza das luzes se acendendo.

Aproveitamos os fast pass pra ir duas vezes num brinquedo 3D e de tiros, o Toy Story Mania!, …

… talvez, o mais interessante e divertido de todos.

Comemos junkie food da melhor (ops) qualidade. Cachorro quente pra Re, Salada com Frijoles pra Dé e Sanduíche de porco pra mim.

Era hora do espetáculo de luzes e fogos de artificio, o Fantasmic!.

Os lugares vip eram muito bons.

E sentados confortavelmente, vimos todo o profissionalismo…

… e o encantamento que este lugar proporciona.

Você não gosta de Orlando e da DW?

Tente se despojar dos preconceitos e vá lá pra perceber como é bom conviver (mesmo que por algum tempo) com um clima bacana e de alto astral.

Não é mais ou menos pra isso que viajamos?

Acordamos cedo no outro dia, o suficiente pra pegarmos o voo diurno pra SP e cairmos na real (não, não tivemos um último ataque consumista!! rs) .

Afinal de contas, amanhã seria segunda-feira, né?
E na grande FV!!

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.
Dia diez – Flórida – Parabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

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dcpv – gastronômade – comida itinerária no mercadão

30/09/2012

Gastronômade – Comida itinerária no Mercadão.

Nômade – Que ou quem vagueia, não tem domicílio fixo e cuja atividade é desconhecida.
Gastro – Palavra de origem grega, que significa estômago, ventre.

Estas definições de dicionários famosos nos levam a crer que Gastronômade só poderia ser um “estômago que não tem domícilio fixo“.

É claro que neste caso este Gastronômade tem muito mais a ver com refeições que são feitas nos mais variados e poéticos lugares (veja a nossa outra experiência) e com chefs das mais diferentes vertentes.

Tudo isso começou com a OITF, Outstanding in The Fields, que tem como missão “reconectar refeições com a terra e as origens da sua comida, e prestigiar os produtore e artesãos gourmets que cultivam tudo isto“.

Ou seja, você não tem como não se interessar muito por um evento que tenha estes princípios.

E ainda mais quando fica sabendo que eles escolhem cenários cinematográficos tanto em fazendas/praias/vinícolas dos USA, como especialmente por estas plagas.

Nós, inclusive, convidamos os nossos sócios pra se aboletar de Brasília e dar um pulinho aqui na praia paulistana.

Afinal de contas, além deles não conhecerem o Gastronômade, também nunca tinham ido ao Mercadão.

Chegamos no horário (por volta das 13:00 hs) e o coquetel já estava comendo solto.

Demos olá pra Renata Runge, a representante da OITF e organizadora dos almoços, além de termos o prazer de rever a turma dos Destemperados ( Diogão, Diego e a Lela), os promotores …

… e a fotógrafa oficial, a Cris Berger.

O brinde de boas vindas foi feito com um legítimo brut Cave Geisse e beliscamos alguns amuses, tais como Brochette de robalo e broto de beterraba, Provoleta do Roni, ricota e mel trufado, Verrine de mandioca e carne-seca e Verrine de pescada negra, cebola roxa e caviar de coentro.

Exatamente neste ponto, Alex Caputo, o chef oficial do Mercadão e deste Gastronômade, nos convidou pra fazer um tour guiado por esta legítima atração turística paulistana.

O Mercado Gourmet, salão do evento, fica no mezanino, onde estão os novos restaurantes.

Portanto, descemos e fomos conhecer não só a história, …

… como onde estão os melhores fornecedores.

E aí o Alex mostrou todo o seu conhecimento.

Passeamos pelo corredor central, …

… pelas bancas de frutas, …

… pelo fornecedor oficial do melhor bacalhau, o Borges, …

… pelas bancas de pimentas (olha aí, chilenos), …

… e, finalmente, pelo famoso Roni, o nome do queijo.

Infelizmente e por ser domingo, alguns deles estavam fechados, mas de qualquer forma, fica a sensação que o Mercado Municipal de São Paulo é um lugar que nós, brasileiros, devemos aproveitar muito mais, tamanha a diversidade de ótimos ingredientes que são oferecidos por lá.

Voltamos pro nosso mundinho, o Mercado Gourmet, e tivemos uma surpresa.

A mesa estava montada ao lado das características janelas curvas …

… e pra melhorar, tínhamos a visão da montagem dos pratos, exatamente numa grande mesa localizada num fosso e bem abaixo do nível em que estávamos.

Foi uma experiência sensorial inesquecível (uma marca registrada dos eventos Gastronômade).

Estávamos prontos pro primeiro prato. Que seria um Mix de legumes, verdes e ervas frescas Calusne Farms com feta e praliné de castanhas. Ou seja, berinjelas e abóbora grelhadas, endívias, alface romana, pepino marinado, queijo feta fresco e crocante de castanhas ao molho de mel e balsâmico.

Tudo isto fresquíssimo (conversamos com o Sérgio, um dos proprietários da Calusne Farms) e com um up bacana, umas bolinhas de pólen de flores (são estes grãos amarelos nos cantos dos pratos).

Dá pra imaginar o sabor de tudo, né?

A harmonização ficou por conta de outro espumante Cave Geisse (o fornecedor oficial dos eventos), um Nature 2011.

Continuo insistindo que o Brasil deveria jogar todas as suas fichas na divulgação/venda dos seus espumantes, dada a qualidade destes produtos.

Esqueci de dizer de uma particularidade da mesa: todos os ocupantes estavam sentados com a visão para o interior do magnífico e histórico salão.

Isto nos proporcionou uma melhor condição pra praticarmos o ato de conversar.

Com a possibilidade de curtirmos a linha de montagem, …

… conseguimos antever o que nos aguardava.

Manicaretis de escarola e pato confit Agrivert no jardim de cogumelos seria o próximo prato.

Praticamente umas trouxinhas de escarola recheadas com pato (os sócios agradeceram) e ricota romana sobre uma cama de cogumelos.

Como o resultado desta junção de ótimos ingredientes é bastante forte, a Cava Geisse propôs um Pinot Noir muito fraquinho.

Tão fraquinho (veja a cor) que acabou não agradando o suficiente.

Era chegada a hora do Cordeiro “em sous-vide” com mix de tubérculos e azeite de ervas.

Ou seja, um cordeiro preparado em baixa temperatura, servido com cará, batata, cenoura assados em azeite de ervas frescas.

Neste caso, tomar um bom vinho chileno da Cave Geisse, um Cabernet Sauvignon El Sueño 2008, foi providencial.

Paradoxalmente, o tempo passava rápida e lentamente. E era chegada a hora das sobremesas.

Um verdadeiro Trio Paulistano, …

… formado de Panacota de cambuci do sítio do Bello, …

Cheesecake de jabuticaba

… e Compota de Figo (a Dé agradeceu), …

… incluindo um espumante Cave Amadeu Moscatel. Perfeito!

Pronto! Passava das 16:00 hs e como bônus, ainda tínhamos uma visão inusitada: …

… o Mercadão totalmente vazio e …

… passando um lirismo inexplicável.

Saímos de lá encantados (juramos todos comparecer nos próximos Gastronômade) e tentando entender o que realmente acontece neste evento.

A comida foi boa? Muito boa.

O chef esteve a contento? Superou as expectativas, com destaque para o tour.

O ambiente foi agradável? Muito mais do que isso.

O cenário foi adequado? Absurdamente adequado.

A soma de tudo (adicione aí a companhia) resultou numa P.G.E, uma verdadeira progressão geométrica de emoções.

E o lema do Gastronômade foi mais do que cumprido: “Reconectando as pessoas com  a terra e com as origens de seus alimentos através do contato direto com os agricultores e produtores locais. Venha viver esta aventura culinária“.

Nossos “estômagos sem domicílio fixo” agradecem.
Até o próximo Gastronômade (esperamos que aconteça o mais breve possível).

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dcpv – dia diez – florida – parabéns pra você e um dia gourmet em orlando. em orlando?

13/07/12

Dia diez – FlóridaParabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

O dia seria de muita correria (que novidade!).

Tomamos um café da manhã no próprio hotel (correto e incluído na diária) e corremos pra fazer as compras quase que finais.

Bed, Bath & Beyond, …

… malas novas (e necessárias) e Best Buy (mais do que necessária).

Pronto! Lá se foi a manhã.

Aproveitamos o dia praticamente dedicado ao esporte que consagrou (e consagra) os brasileiros, pra dar um toque gastronômico a este pedaço da viagem. Dizem que Orlando não tem restaurante legal; que “se prepare pra comer junkie food“.

Pode ser que seja isso mesmo, mas procurando bem, você sempre encontrará lugares diferenciados. Tudo bem que tecnicamente, estes lugares, na maioria das vezes, podem não estar na localidade de Orlando.
Por exemplo, este do nosso almoço fica em Winter Park , uma cidade muito bonita e onde os turistas deveriam dar um tempo na maluquice das opções compras/parques.

O The Ravenous Pig (algo como porco esfomeado) dos chefs James e Jules Petrakis é um gastropub com bastante identidade.

Com decoração despojada e ambiente agradável, ele oferece, obviamente, muitos pratos com fundamentos porquísticos.

Chegamos no horário da reserva (feita pelo Open Table), fomos sentando e percebendo que a frequencia é basicamente de americanos. Optamos por pedir 2 entradas, 2 saladas e 1 prato principal.

Estava muito calor (e que calor! Quase 35ºC.) e o jeito foi nos refrescarmos com bastante água, chás e cervejas (talvez o unico defeito do lugar seja oferecer opções muito caras de vinhos em taças).

Pra iniciar, pedimos ótimos pretzels servidos com mostarda e molho , …

… um prato de charcuteria feito pelos próprios chefs, …

… uma salada de orgânicos da fazenda pra Re, …

… uma outra de pato com frutas pra Dé …

… e uma lombo ao ponto (praticamente churrasqueado) acompanhado dum curioso copo de excelentes batatas fritas.

Pra extrapolar um pouco, sobremesa. Gostosos e macios churros com uma calda de chocolate queimado.

Olha, não se esqueça do nome deste restaurante. Ele é um oasis (literalmente) e tem uma qualidade a mais: você dificilmente encontrará uma daquelas crianças aceleradas querendo ver o Mickey.

Voltamos à realidade e aproveitamos o caminho da volta pra dar uma olhada no Mall at Millenia, …

… um shopping modernoso e, ao menos por enquanto, fora do circuito dos “shopaholic” brazucas de plantão.

Lá tem lojas bacanas, um visual poderoso e melhor, um ar condicionado eficiente.

Voltamos pra região do hotel, deixamos a Re no trabalho e fomos nos preparar pro jantar de aniversário da Dé.

Deixa eu explicar melhor: esta viagem seria originalmente iniciada na data da cumpleaños da Dé. Só que devido a grande DHL, os nossos passaportes não chegaram a tempo e tivemos que adiar tudo.

Preferi manter a mesma programação e acabamos indo jantar no lugar pré-determinado, o The Chef’s Table at the Edgewater.

Até a esperada entrega de flores com um cartão especial aconteceu.

A região toda do restaurante é linda. Ele fica na cidade de Winter Garden (mais uma que quem vai pra Orlando tem que conhecer), numa rua toda arborizada e encantadora (estou parecendo a Dé).

Fomos pra lá (são aprox 40 km) apreciando um lindo por-do-sol.

E a tal mesa do chef é praticamente uma mesmo. Já que o lugar é metade um gastropub e metade, um restaurante com menu a preço fixo com a escolha entre 4 possibildades pra cada movimento (entrada, principal e sobremesa), além da chance de se harmonizar vários vinhos.

Toda a comida e o lugar tem uma estrutura bastante familiar.

O garçon que nos atendeu é casado com uma recifense (como se fala português em Orlando!) e aproveitou pra praticar conosco.

E nós escolhemos pratos excelentes.

A Dé, hipernaturalista, foi de salada de tomates e melancia com queijo de cabra.

Eu de tomate verde assado com milho.

Vinhos brancos foram servidos: um Marsanne Roussanne 2009; o outro um Tariquet Classic 2009, ambos bons e franceses.

Como principais, pra Dé um peixe do dia, um halibut com vôngoles e legumes 

… e pra mim, um costelão “derrrrretendo” com um purê rústico de batatas .

A Dé continuou no vinho branco, o Torrontés Santa Julia 2010 Chile e eu, estreei os tintos, o Shiraz Farway Farm 2008 South Africa.

Note que pelo tamanho dos pratos (apesar de estarem excelentes), normalmente não pediríamos sobremesas.

Mas como estavam incluídas …
A Dé pediu, e não se arrependeu, uma tremenda Millefeuilles de blueberries 

… enquanto eu me refresquei com um  sorbet de papaia!

Finalizamos com vinhos de sobremesa. Um Late Harvest chileno pra mim e  um  italiano de pedigree pra Dé, o espumante Zonin.

E pra arrematar, como o pessoal entendeu que realmente seria o aniversário da De, ainda recebemos um cartão simpático com velinha e tudo o mais.

Foi o que podemos chamar de “desaniversário” perfeito.

Portanto, quando você estiver em Orlando naquela fissura de compras/parques, dê uma parada, troque de dupla e vá conhecer a comida de Kevin e Laurie Tarter.

Você não se arrependerá.

See U.

.

PS – Antes de dormirmos demos uma passeada pelo BoardWalk e aproveitamos pra conhecer a Jellyrolls, …

… um bar onde dois caras tocam piano e cantam as músicas pedidas pelos frequentadores.

Experimente! É muito bacana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.

.

dcpv – estou inWOKado

Número 327
28/08/2012

Estou inWOKkado.

Sempre gostei duma Wok.

Pra quem não sabe, Wok é uma panela, quase uma frigideira esférica e funda com tampa em formato de cúpula, usada principalmente na Ásia e que tem a qualidade de cozinhar os alimentos mantendo todas as suas propriedades.

Não esqueçamos que tudo que é preparado neste tipo de panela é colocado lá em pedaços, um costume oriental já eles não usam muito faca e garfo e sim, Hashi.

E sendo fã, tinha a obrigação de executar algumas receitas  com este utensílio magnífico que substitui facilmente um jogo, já que nela se pode fritar, ferver, saltear e até cozinhar no vapor.

Vamos lá, então, aproveitar das delícias que este panelão nos oferece.

Entradas – Falafel com molho de iogurte e chips de verduras sortidas.

É claro que se tratando de utilizar uma Wok (sim, ela é feminina), só poderia resultar em frituras.

Pra facilitar, abri uma caixa de massa para Falafel.

Basta adicionar água e ela está pronta pra que as bolinhas sejam feitas.

Aí é só fritar e servir.

Acompanhe com um molho de iogurte facílimo. Misture numa tigela, 200g de iogurte natural, o mesmo de creme de leite fresco, 2 colheres de sopa de suco de limão, uma pitada de sal e outra de pimenta do reino.

Já pros chips, descasque batatas e beterrabas além de eliminar as pontas das cenouras.

Lave-as, seque-as e corte-as (uau, quanta gramática) em fatias bem finas com o auxílio duma mandolina.

Esquente 1 litro de óleo de amendoim na Wok e frite tudo aos poucos e na seguinte ordem: batatas, …

… beterrabas e cenouras.

Tempere com sal e sirva.

Junto com o Falafel, formam quase que um daqueles couverts bem bacanas de restaurantes fresquinhos.

Tomamos um vinho Douro Tons 2010 que foi “temperado, blindex, chanel n5, vinho bunito“.

Principal – Frango com castanha de caju, arroz pilaf e brócolis salteados no alho.

Esta é uma receita tipicamente asiática.

Lave 275 g de peito de frango, seque, corte em cubos e deixe marinando em 2 colheres de sopa de jerez e 4 colheres de shoyo.

Descasque uma cebola e corte em fatias bem finas. Corte também um pimentão amarelo em cubos pequenos.

Esquente 4 colheres de sopa de azeite na Wok, refogue a cebola e o pimentão em fogo baixo e acrescente o frango.

Aumente o fogo e doure tudo por 6 minutos.

Quando o frango estiver corado, junte 100 g de castanhas de caju, ajuste o sal e misture um pouco de água caso esteja muito seco.

O arroz pilaf nada mais é do que um belíssimo arroz basmati feito do jeitão corriqueiro ou seja, em água fervente.

Já pro brócolis,  basta separar os buquês dele descartando os talos mais grossos.

E picar  finamente 4 dentes de alho. Esquente um pouco de óleo na Wok, refogue o alho até quase ficar dourado e …

… junte os brócolis, salteando-os.

Pronto, prato pronto!

E agora dá pra entender o porque dos chineses comerem tão bem e serem tão magrinhos.

Tomamos um tinto leve, o Carm Vinha do Bispado Douro 2010 Portugal que achamos “melado, umbuzado, beautiful wine, murici“.

Sobremesa – Docinhos fritos de laranja com calda de especiarias

Estes docinhos são singelos e muito gostosos.

Faça uma massa com 250g de farinha, 100g de suco de laranja e um fio de óleo. Misture e sove até formar uma bola. Enrole em filme plástico e deixe repousar.

Enquanto isso, faça uma calda com 100g de mel, 100 g de açúcar, 3 cravos, um pau de canela e 3 colheres de sopa de água. Misture tudo, leve à fervura e cozinhe a calda por 4 minutos em fogo baixo.

Abra a massa numa folha fina sobre a mesa enfarinhada, e corte em retângulos de 12×4 com uma carretilha.

Frite estes numa Wok com bastante óleo até dourarem.

Disponha-os numa grade, regue-os com a calda e deixe esfriar.

Salpique-os com gergelim e sirva.

Pronto! São massinhas delicadas, saborosas e com um tremendo puxa-puxa.

Eis a opinião dos “felazenses” :
Jantar meio sem WOKação. Fiquei até sem WOKabulário. (Edu)
Falafel maravilhoso!! Frango corretíssimo. (Mingão)
Comida bonita! (Deo)

Esqueci de dizer que peguei todas estas receitas num livro duma coleção já meio antiga da Abril, denominada A Grande Cozinha.

Ela é muito didática e tem 25 volumes, sendo um deles o Cozinha na Panela Wok.

That’s all, folks.

Bye.

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