Arquivo para março \28\-03:00 2013

dcpv – dia drie – áfrica do sul – kruger park – acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.

13/03/2013

Dia drie – África do Sul – Kruger Park – Acho que  vimos uns gatinhos … e outros bichos.

O dia amanheceu lindamente.

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O céu estava colorido e extremamente azul.

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O único incidente foi que a nossa ranger, a Michell, ligou exatamente as 5:30 hs de la matina pra nos acordar.

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O nosso safari matinal começaria as 6:00 hs. E porque esta hora ?

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Porque é o momento em que os bichos estão acordados e prontos pra serem observados.

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Saímos no nosso Land Rover …

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… e próximo ao hotel tivemos a visão de um kudu (um espécime que experimentamos no jantar de ontem a noite) …

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… e, surpresa, dois belíssimos rinocerontes sentados na estrada.

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Ficamos um tempão observando a formosura dos rinos e …

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… aguardando a boa vontade deles para nos abrir o caminho.

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Quase meia hora depois, a nossa ranger resolveu desafiá-los e acelerou o carro.

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Rapidamente eles se locomoveram e nós aproveitamos pra correr e sair logo dali (eles são considerados um dos animais mais perigosos do parque).

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Continuamos andando sem parar e observando algumas particularidades que não percebemos das vezes anteriores que estivemos por aqui.

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Estes safaris são mais autênticos e além de bem informativos. Ficamos conhecendo sobre plantas que esfregadas na mão e juntadas a água viram sabonetes, …

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…de outras que se transformam em artesanato (a Dé ganhou uma pulseira), …

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… e até experimentamos ótimas amarulas, as frutas que se transformam naquele licor famoso (sim, elas são muito gostosas) … ,

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… além de perceber que eles respeitam bastante os hábitos dos animais.

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Tanto que os únicos dois leões que vimos até agora estavam dormindo tranqüilamente …

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… e só conseguimos observá-los quando acordavam, balançavam a cabeça e voltavam a dormir.

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O restante do trajeto foi andar bastante de jipe …

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… e ser informados sobre outros hábitos bastantes interessantes dos habitantes deste lugar.

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Até aranhas e suas poderosas teias nós admiramos.

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Voltamos ao lodge para tomar café.

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Ele é servido fartamente logo após o safari matutino.

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O restante do dia foi aproveitar a piscina privativa, …

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… almoçar com os pés molhados, …

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… as mais diferentes saladas, …

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… peixes …

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… sobremesas …

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… e mais piscina até aguardarmos o safari vespertino.

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Partimos exatamente as 16:30 hs.

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Logo na saída do hotel, vimos magníficos exemplares de kudus.

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A nossa ranger continuou nos informando sobre muitas coisas do dia-a-dia da selva (tais como demonstrar que estas pilhas de cocôs dos rinos demarcam os seus territórios) .

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E chegamos a uma verdadeira manada de elefantes com todos os seus maneirismos.

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Foram minutos preciosos de puro exibicionismo, …

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… de força (o elefante chegou a destruir uma árvore na nossa frente), …

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…  e de até um pouco de stress gerado pelo líder que não perdeu a oportunidade de aparecer para os convidados, no caso, nós.

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Continuamos avistando muita coisa legal, entre elas, …

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… pumbas, …

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… devils, …

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… pássaros, …

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… alguns muito coloridos e raros, …

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… e girafas.

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Paramos pra fazer uma excelente boquinha …

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… com direito a comidinhas, vinho branco e amarula, na terra deles, …

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… e quando pensamos que não tínhamos mais nada pra ver, aconteceu um alvoroço na savana.

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Vários jipes se encontraram no escuro e avistamos dois leões machos.

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Foi um frisson total já que eles, os leões, fizeram questão de andar justamente pela trilha …

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… e até simularam o que parecia ser uma pseudo relação sexual meio esquisita em se tratando de reino animal.

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A ranger nos explicou que era uma simples demonstração de força, mas que foi inusitado e inesperado, ah, isso foi.

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Ainda seguimos os tais leões por quase meia hora e em plena escuridão.

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Voltamos atrasadões pro lodge, com tempo de avistar um camaleão e pegar o interessante bichinho na mão.

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Como estávamos praticamente sozinhos no hotel, nos colocaram pra jantar na adega.

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Que lugar!

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Totalmente encravado na terra e com um jeitão bem particular de selva.

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O nosso garçom, o Eric, nos aguardava e ansiava pelas nossa escolhas.

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Seriam 5 cursos com algumas opções .

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Como primeira entrada, todos escolheram Gnocchi com molho de tomate e redução de balsâmico, …

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… enquanto eu, fui de Lulas marinadas, purê de pimentão vermelho e molho de papaia.

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Como segunda entrada, todos foram de sopa de manteiga de nozes e eu, de carpaccio de Impala (aquele veadinho que tem aos montes por aqui) com confit de cebola vermelha.

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Pra limpar o palato, serviram um smoothie de frutas vermelhas.

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Já como principal, os meus sogros escolheram codorna recheada de cogumelos com polenta e vegetais, …

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… enquanto a Dé, optou por linguado com risotto, aspargos e zabaione  de champagne, …

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…  e eu, costeleta de cordeiro, purê de batata e vegetais.

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Sim, tudo estava muito bom e sim também, não agüentamos comer tudo, ainda mais com o complemento da sobremesa, um creme brulée de chocolate branco, com torta de abacaxi e sirup de anis estrelado.

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Ah, escolhemos um vinho branco sulafricano, o Sauvignon Blanc Eight Rows que se comportou muito bem com tudo.

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Bom, este foi um dia muito interessante e cheio de casos safarísticos.

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Espero que você tenha gostado, já que nós adoramos.

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SeeU.

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Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park

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dcpv – dia ix – itália – florença – piove, pananananananam, piove.

28/11/2012

Dia IX ItáliaFlorença Piove, pananananananam, piove.

E a chuva continuou a cair.

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E tão forte que chegamos até a pensar se o Rio Arno não poderia transbordar?

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Fomos tomar café no restaurante do próprio hotel que estranhamente é do outro lado da rua.

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E chovia muito.

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O grande problema seria planejarmos os programas de hoje, já que um deles foi terminantemente cancelado.

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Mesmo porque seria impossível andar de Segway com toda esta água. Talvez Jetsky, mas esta modalidade ainda não estava disponível.

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Como estávamos muito perto, resolvemos conhecer, e debaixo d’água, o maior museu a céu aberto do mundo, a Piazza della Signoria.

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Afinal de contas, onde você conseguirá ver e de graça, inúmeras obras de arte, tais como O Rapto das Sabinas, Perseu, a Fonte de Netuno, o Marzocco e até uma cópia genuína (???) do David de Michelangelo.

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Aproveitamos a chuva pra conhecer o Palazzo Vecchio e o museu  da Torre.

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Que por sinal, é muito interessante.

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Ele foi a residência oficial dos Medici e inclusive, o Parlamento Nacional quando Florença foi a capital da Itália (de 1865 a 1871).

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A visita é imperdível.

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Primeiramente você é posicionado quanto a evolução geográfica de Florença.

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E aí começa a subir a Torre, pra ter idéia de que era a vida dos manda-chuvas (ops) daquela época.

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O salão imenso de recepções, …

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… os tetos todos pintados por grandes artistas, …

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… os móveis, …

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… os ambientes, …

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… e os estudos que levaram ao período criativo da Renascença.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos almoçar perto do museu que iríamos a tarde, a Galleria dell’Accademia.

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Pra comer, optamos pelo Frescobaldi Wine Bar & Restaurant.

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Que é uma belezura, …

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… além de ser muito agradável.

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O menu é altamente abrangente e os especiais indicavam opções com a utilização de funghi.

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E tinha uma indicação mais bacana ainda: eles ofereciam vôos de vinhos. Mais especificamente, 3 tipos de cada um dos estilos de vinhos pra que você experimentasse.

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A Dé foi num de Super Toscanos …

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… e eu, num de Brunellos de Montalcino.

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Como entradas, a Dé encontrou a Caprese perfeita, composta de mozzarella de búfala, basílico italiano e um pasta de tomate muito adocicada e saborosa. Ela deu nota 10.

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Eu optei por um assortimento de Crostinis (fígado, vôngole, aliche e tomate). Perfeito!

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Já nos principais, a Dé escolheu uma pasta recheada de ricota e com um molho muito apurado, …

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…enquanto eu comi um filé com funghi espetacular.

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Foi certamente o melhor (e maior) cogumelo que eu comi na minha vida.

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Pedimos dois expressos e corremos pra chegar no horário marcado na Galleria.

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Como fizemos a reserva dos ingressos pela internet (recomendo fortemente ), não esperamos nada na fila.

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E quem diz que a Galleria dell’Accademia é o museu do David de Michelangelo; acertou!

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O lugar é muito bacana (desculpe, mas fotos são proibidas. Que besteira!), cheio de mostras até que interessantes, tais como instrumentos musicais, …

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… moldes para esculturas; …

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… com pinturas muito bacanas, …

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… mas é ele, o David quem manda em tudo. É impossível você passar por ele, …

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… sem ficar pelo menos uma meia hora observando todos os detalhes desta maravilha que foi esculpida por Michelangelo aos 29 anos.

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Você presta atenção realmente em tudo! 🙂

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Ainda aproveitamos pra dar uma olhada no Duomo, tanto interna, …

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… quanto externamente.

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Como a Piazza della Signoria ficava no caminho e era hora da happy hour, aproveitamos pra tomar um Nobile de Montepulciano …

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… e observar a vista noturna da Torre do Palazzo Vecchio.

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Mais uma beleza, ainda mais ressaltada pela chuva, que insistia em cair, o que deixava tudo mais romântico ainda.

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Retornamos novamente ao hotel e …

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… tínhamos reservado o interessante restaurante Acqua al 2 pro jantar.

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Pelo menos a idéia de tudo parecia ser interessante. Você não gostaria de um  lugar em Florença onde pudesse fazer uma mini-degustação tanto de massas (são 5 tipos), como de carnes (são 3) por preços mais do que razoáveis?

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Pois isso é o oferecido. Chegamos lá e estava cheio. Bom sinal.

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Como tínhamos uma reserva, sentamos rapidamente. Estava tudo caminhando pra mais um acerto, quando a comida começou a chegar.
As pastas eram totalmente sem graça (penne ao pesto, nhoque, arroz com alcachofras, parafuso com berinjela e orecchiete com pimentas) e se não fosse a atendente especificar o que continham, não saberíamos explicar.

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As carnes não ficaram atrás: um filé com molho de framboesa, outro com molho de aceto e uma esfihona bem dura com uma carne mal passada, quase um carpaccio, com rúcula e parmesão.

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Enfim, uma comida muito fraca e com a impressão que foi esquentada no microondas! rs
Lamentável, ainda mais se tratando de Itália. Em compensação, a água era excelente.

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Como tínhamos comido uma maravilha no almoço no Frescobaldi, não nos deixamos impressionar por este acidente de percurso.

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Voltamos andando (e sem chuva) pro hotel, fazendo o nosso caminho habitual pela onipresente Piazza della Signoria.

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem.

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dcpv – gastronômade bsb – mais flores no jardim botânico.

09/03/2013

Gastronômade BSB  – Mais flores no Jardim Botânico.

Pra quem ainda não conhece, o Gastronômade Brasil é um evento, surgido na Califórnia (com o nome original de Outstanding in the Field)  que tem como principio realizar refeições em lugares paradisíacos e quase sempre inusitados, com chefs convidados das mais variadas vertentes e com a utilização, na medida do possível, de ingredientes locais.

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Quando recebi o email informando sobre a etapa de Brasília, fiquei encasquetado pensando em que local ele seria realizado?

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A nossa capital passa a imagem de ser um local inóspito e sem muito brilho, a não ser o arquitetônico.

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Quando chegamos ao Jardim Botânico de lá, ficamos surpresos.

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A entrada não é muito convidativa, mas o local onde o evento foi realizado é muito bonito.

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O cocktail foi servido numa ilha próxima a Casa de Chá.

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Sendo que esta foi transformada em cozinha pelo talentoso chef William Chen Yen.

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Fomos chegando (desta vez éramos em 6. A Miriam e o Ailton , a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) e aproveitando tanto da visão do ambiente todo …

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… como dos acepipes propriamente ditos.

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Neste caso, casquinha de mascarpone de manjericão e limão siciliano, patê a choux de semente de papoula com creme de cogumelos e chips de arroz com tartare thai de manga, mostarda em grão, semente de coentro e gergelim preto puxados no azeite, misturados com dedo-de-moça e cebola roxa em brunoise (ufa!).

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Tudo acompanhado do bom espumante Cave Amadeu Brut.

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Como sempre, a Renata Runge, a organizadora iniciou o almoço propriamente dito, explicando pra todos o que é o Gastronômade.

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Logo após, passeamos pela Casa de Chá …

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… e pelo Orquidário.

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Depois, tivemos uma bela visão: a bonita e imensa mesa montada sobre a sombra da copa de frondosas árvores.

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Nos sentamos e iniciamos o verdadeiro passeio pelo jardim do William.

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Foram servidas várias flores, ops, pratos.

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Iniciamos com um belo ramalhete mais conhecido como Espelho de Perséfone, um aspic de canja chinesa de galinha com flores, maçã verde, cenoura, espirais de cebolinha, coroado com shimeji branco e arroz pipoca (vinho Cave Geisse Brut).

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Na seqüência, um vaso, o Cordero y Romero, um risoto de quinua rouge de beterraba com cordeiro, curry vermelho, bok choy grelhado, eponge vert e alecrim na brasa pra perfumar o ambiente (vinho El Sueño Cabernet Sauvignon).

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Encerramos a parte salgada, com um verdadeiro buquê, o Cochon de lait, cabotiá ao forno com tomilho, mousseline de batata com queijo e pipeta de limão (vinho Cave Geisse Blanc de Noir). Estava tão bom que eu e o Eymard não deixamos de repetir.

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Pra dar um florida em tudo e refrescar a todos (a temperarura estava alta), nos foram oferecidas toalhinhas umedecidas numa infusão do Jardim dos Cheiros. Boa, esta sacada!

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Finalizando, um arranjo floral, intitulado Fondant de chocolate amazônico com cumaru, nougat de linhaça, gergelim e chia, caramelo de coco, merengue italiano, coroado com esta bela flor, a borago.

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Olha, foi mais uma experiência daquelas. Todos os pratos disseram a que vieram e se incorporaram ao ambiente.

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Estes Gastronômades (este é o nosso terceiro. Veja aqui e aqui) realmente vieram pra ficar.

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São almoços agradáveis, com pessoas tanto quanto e comida proporcional.

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Se eu fosse você, reservaria convites pra algum próximo e teria a certeza de passar grandes momentos.

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Os Gastronômades como toda flor, já foram plantados, regados e agora estão na fase da colheita.

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Bye.

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dcpv – dia twee – áfrica do sul – dando uma de noé no kruger park

02/02/2013

Dia Twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park.

Hoje seria dia de safari.

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Só que antes disso nos teríamos que ir de J’Burg para o Kruger Park, mais precisamente na reserva Sabi Sands.

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Acordamos cedíssimo; 6:00 de la matina. Tínhamos que estar no aeroporto as 8:00hs.

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O nosso curto vôo para Heidspruit sairia as 9:00.

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Tomamos o excelente café da manhã do Saxon Hotel e voilá!

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Após 50 minutos e  num aviãzinho minúsculo, …

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… o nosso contato nos esperava na chegada.

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De lá até a reserva, seriam mais duas horas de puro “calamento” com o nosso motorista …

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… e com condições de tempo muito instáveis (choveu, saiu sol, choveu de novo, saiu sol de novo).

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Chegamos ao Sabi Sabi Earth Lodge e entendemos o porque dele ser considerado uma obra de arte.

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Toda a construção é integrada ao meio …

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… e os quartos são espetaculares.

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Ele é o que podemos definir de rústico-chic.

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Não tivemos muito tempo pra curtir a nossa moradia nos próximos dois dias e fomos almoçar.

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Escolhemos (a pensão é completa) legumes assados, …

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salada asiática de frango, …

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mariscos com salada de queijo de cabra, …

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  peixe cozido com legumes, …

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mini-hambúrguer com batatas, …

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… mais legumes grelhados com polenta, …

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… além da sobremsa, mousse de coco com gengibre.

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Tomamos um vinho branco da casa …

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… e a chuva deu o ar da graça pela primeira vez.

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Ela caiu pesada, mas como tinha jeito de passageira, não nos preocupamos, já que um safari estava marcado pras 16:00hs.

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A área comum do hotel também é cinematográfica.

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Por via das dúvidas, pegamos as nossas capas de chuva …

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…e embarcamos no nosso Land Rover.

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Vimos os primeiros impalas (figuras fáceis por aqui), …

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… junto com as primeiras gotas de chuva…

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… e até o bicho mais terrível da savana, a tartaruga. 🙂

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E os elefantes (os primeiros do grupo dos big-five) praticamente encerraram a estação seca.

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Daí pra frente, foram quase 3 horas de dilúvio, onde nos intervalos conseguimos ver búfalos (outro dos big-five), …

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… girafas …

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… e sentir o esqueleto gelado, já que a própria capa estava absorvendo a umidade.

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Louve-se o altruísmo da D. Vera e do Sr Antônio que não arrefeceram o ânimo e não pediram pra voltar ao hotel em nenhum momento.

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Retornamos na escuridão e com a tentativa vã dos nossos guias (o rastreador e o ranger) de focarem algum animal com a sua possante lanterna.

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Ficou a expectativa pro sucesso do nosso próximo safari matutino.

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Nos preparamos rapidamente pro jantar…

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… que seria no restaurante principal e no formato degustação (5 pratos com algumas escolhas).

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Detalhe: pra criar um certo clima, o ranger vem te buscar devidamente armado e depois, ao final,  te leva até o quarto. Segundo eles, é pra evitar que ocorra algum acidente devido a escuridão e também com a possibilidade de aparecer algum animal feroz (quem sabe um vaga-lume mal intencionado).

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Sentamos na nossa mesa e o chef veio nos apresentar as alternativas.

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Como primeiro prato, optamos por experimentar tanto a salada caprese, …

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… como o ceviche de camarão.

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Aconteceu o mesmo com o segundo que foi sopa de pêra com gorgonzola para as damas …

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… e tartar de avestruz com beterraba pros cavalheiros.

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Pra dar uma limpada no palato, serviram um sorbet de maçã verde antes do principal, que veio na forma de bacalhau fresco com salada e arroz basmati pra Dé …

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… e filé de Kudu (um tipo de Impala) com batata doce rosti pros outros, inclusive eu.

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Todos os pratos estavam muito bons e bem temperados, assim como o vinho branco sul africano Chardonnay Meerlust 2009 que bebemos.

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Quando a sobremesa chegou, uma panacotta de coco com gelatina de maracujá, todos estávamos cansados e sedentos por uma boa noite de sono.

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Amanhã acordaremos muito cedo (as 5:30hs), pois este é o horário indicado pra se ver os animais em ação.

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Tomara que consigamos e melhor, sem chuvas!

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Até.

Leia sobre o primeiro dia desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …

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dcpv – dia viii – itália – veneza/florença – uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem.

27/11/2012

Dia VIII –  Veneza / FlorençaUma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem.

Dia de muitas primeiras vezes.

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A primeira na magnífica Florença.

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A primeira viagem de trem entre grandes cidades italianas(Veneza/Florença), seguindo as indicações do nosso guru Ricardo Freire, que é um entusiasta deste meio de transporte.

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Fizemos tudo direito e dentro dos horários.

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As 11:30 hs em ponto estávamos na nossa limosine aquática, passeando pelo trajeto maravilhoso que existe entre o Hotel Palazzo Barbarigo e a estação de trem Santa Lúcia.

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Este vale mais um fotoblog:

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É claro que por ser a nossa primeira viagem sobre trilhos, surgiram alguns frissons que tentarei esclarecer:

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1 – Chegue lá e fique atento a plataforma que o teu trem sairá. No nosso caso, ela foi informada quando faltavam somente 15 minutos pro embarque.

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2 – A passagem que chega na sua casa é a própria. Você só precisa validá-la numa máquina, passando o código de barra.

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3 – Não se importe com malas grandes. Você dá um jeito e as coloca ou na entrada do vagão, ou em divisórias no interior do próprio.

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4 – Se puder, vá de primeira classe (a pequena diferença de preço, compensa). É mais confortável e você ainda tem direito a espumante e um lanchinho.

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5 – Aí é só curtir e aproveitar a viagem.

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Chegamos em Florença e estava caindo um verdadeiro pé d’água.

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Pegamos um taxi e chegamos rapidamente ao Hotel Continentale, que é de propriedade do grupo Salvatore Ferragamo.

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Dá pra ter uma idéia do naipe da coisa, né?

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Ficamos num quartaço (grato, Tablet) …

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… de frente pra Ponte Vecchio.

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E chovia e chovia .

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Mas a vista do Rio Arno e do anoitecer precoce era arrebatadora.

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Aproveitamos pra dar uma volta pela região e começamos a busca do melhor gelato florentino pela Venchi, uma loja que vende chocolates desde 1878 (nota 9.67 no guia MicheLuz).

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Voltamos rapidamente porque a chuva apertou de novo.

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E por causa dela, optamos por tomar duas taças de vinho tinto no bar do hotel, …

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… que por sinal, é uma beleza.

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Como a chuva continuava, optei por trocar a reserva do restaurante pro jantar.

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Em vez de ir na Trattoria 13 Gobbi, fomos ao Borgo San Jacopo, o restô oficial dos Ferragamo e que fica do outro lado do rio (certo, Jorge Drexler?).

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E esta escolha se mostrou acertada. A nossa mesa com vista pro Rio Arno era muita boa.

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Recebemos uma espuma de queijo

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…  e pães mais do que especiais, como petiscos.

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Como entradas, um prato com legumes caramelizados pra Dé …

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… e pra mim, um flan de porcino, catafarra de pecorino e coscia de quaglia com fioci.

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Acompanhamos com duas flutes de champanhe francesa.

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Como principais, a Dé escolheu um Risotto com broccoletti, cuore de búfala

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… e eu, Filetto de Cinta Senese, purê e rappa rossa e cipolle de Certaldo.

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Tudo na medida e absolutamente perfeito.

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Ainda pedimos uns sorvetes de sobremesa (8,5 no MicheLuz).

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Pagamos a conta …

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…e atravessamos a Ponte pra descansar um pouco.

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Afinal de contas, amanhã teremos um passeio de SegWay por Florença (ou seria JetSky? rs).

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello)

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olha a Lobo, olha a Lobo: é o cozinha de estar no dcpv.

número 339
18/12/2012

Olha a Lobo, olha a Lobo: é o Cozinha de Estar no dcpv.

Eu tenho o livro Cozinha de Estar da Rita Lobo há um tempão (um par de anos). Já o usei tanto pra fazer algumas receitas por aqui, como, e principalmente, a Dé o utilizou pra compor os nossos menus rotineiros.

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E não é que passeando pela Saraiva do Morumbi (a Dé foi fazer as unhas), topei com a nova versão dele?

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É claro que comprei, pois além de estar com uma cara modernosa, o livro me pareceu ser muito mais completo e bacana.

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“Quem não gosta de juntar a família ou os amigos e ficar jogando conversa fora? E, como todo mundo sabe, essa reunião com muita frequencia acaba acontecendo em volta duma mesa. É claro que a conversa em si já é uma delícia, mas e se em vez de ficar só nos aperitivos ou na comida pronta você servisse uma salada de abacate e camarão como entrada? E se você fizesse uma anchova assada no papillote como prato principal? Uma gelatina de vinho branco e especiarias de sobremesa? E todos dividissem uma jarra de sangria?”

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Caramba, este livro é a nossa cara! Só faltou a Rita escrever que seria interessante montar uma pequena confraria e que esta reunião acontecesse todas as terças a noite (de preferência e no mínimo, por 340 vezes).

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Vamos lá, então, obedecer a Rita Lobo.

Bebidinha – Caipiroska de Mexirica com Coentro.

Simples e básica. 3 mexiricas descascadas e socadas com folhas de coentro. Vodka e sacolejo.

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Entradas – Sopa de Mandioquinha com Ovas de Salmão e Salada de Abobrinha.

“Esta receita já virou um clássico. Receitas de avó com um toque de glamour não tem mesmo como dar errado”.

Pra fazer é muito simples (se bem que eu fiz tudo na minha Bimby). Descasque e corte 500g de mandioquinhas em pedaços uniformes.

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Transfira pruma panela com 1 litro de caldo de galinha e leve ao fogo alto. Quando começar a ferver, abaixe para médio e deixe cozinhar até que a mandioquinha fique bem cozida.

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Enquanto isso, pique bem fino 2 colheres de sopa de ciboulette.

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Bata 1 xícara de creme de leite com um batedor de arame até ficar com consistência de chantilly. Reserve na geladeira.
Com a mandioquinha cozida, bata tudo até a sopa ficar bem lisa.

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Volte a sopa pra panela e leve ao fogo, juntando uma xícara de creme de leite e a cebolinha. Deixe aquecer, mas sem ferver.

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Sirva com umas colheradas do creme batido e ovas de salmão por cima.

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“Originalmente, esta salada leva o incrível molho de tahine (pag 122). Mas abobrinha é um alimento tão bom para o verão que preferi fazer uma preparação mais levinha, ideaal para um almoço num dia quente”

Corte 4 abobrinhas em fatias finas (use um descascador de legumes)…

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… e regue com o molho formado por 3 colheres de sopa de suco de limão, 6 de azeite, 1 dente de alho descascado, sal e pimenta.

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As duas entradas juntas tornaram este jantar um verdadeiro almoço num dia de verão.

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Perfeitas! E absolutamente refrescantes.

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E como a própria Rita indicou no livro, tomamos um espumante, ou melhor, uma Cava, a 1312 Mestres pra contrastar com a temperatura da sopa. A achamos “campeão, 11, veranesca, cavalheresca“.

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Principal – Picadinho oriental com abacaxi.

“Em vez do picadinho tradicional, gosto de servir esta versão oriental, que leva saquê e shoyo. Além de saborosa, essa receita tem uma qualidade para anfitriões que também são cozinheiros: fica pronta em dois palitos”.

E fica mesmo (palavra de anfitrião).

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Pra fazer, basta fatiar uma peça de 1 kg de filé mignon em bifes de cerca de 1 cm …

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… e estes cortados em tirinhas e posteriormente, cubos.

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Corte abacaxi em cubos, o suficiente pra encher duas xícaras de chá.

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Leve uma wok ao fogo alto com duas colheres de sopa de óleo. Quando estiver bem quente, coloque a carne e deixe dourar por 2 minutos.

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Junte 3 dentes de alho picados, 1 colher de cha de gengibre ralado e mexa bem por mais um minuto.

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Adicione 1/3 xícara de chá de saquê e a mesma medida de shoyo e deixe cozinhar por mais dois minutos, acrescentando os cubos de abacaxi.

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Acrescente 1 colher de sopa de maisena dissolvida em 1 1/2 xícara de chá de água e mexa bem em fogo alto, até o molho engrossar.

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Sirva imediatamente.

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Decore com ramos de tomilho ou de cibolette.

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Atenção – Se não for servir imediatamente, desligue o fogo depois de juntar o abacaxi e deixe pra acrescentar a maisena quando for esquentar pra servir.

Ainda fiz uma farofa simples de cebola e farinha de mandioca …

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… além de crocantes batatas ao forno …

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… com alecrim.

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Este prato é realmente dois palitos. Ou melhor dizendo, dois hashis!

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Mais um ponto pra Rita que transformou ingredientes básicos numa grande comida.

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Tomamos um tinto que sofreu muito pra acompanhar este picadinho thai. Ele, o Ortas Les Viguiers 2009 Cotes du Rhône, foi “mundial, 2012, du cotê, garboso“.

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Sobremesa – Bolo encharcado de laranja, amêndoa e canela.

“Bolo não costuma ser sobremesa. Mas este foge à regra. Tem sabor elegante, textura delicada, macia, é um bolo cheio de personalidade”.

E como fazer?

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Unte uma forma redonda média com manteiga (de preferência com aro removível e sem furo no meio). Preaqueça o forno a 180°C. Separe as gemas das claras de 8 ovos.

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Junte, numa tigela grande, 1 xícara de chá de açúcar, 2 colheres de chá de canela em pó e raspas de 2 laranjas-baía, 8 gemas e misture muito bem.

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Por último, acrescente 200g de farinha de amêndoa.

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Na batedeira, bata as 8 claras em neve até que fiquem firmes.

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Retire e junte 1/3 delas à mistura das gemas e bata vigorosamente. E depois o restante com bastante delicadeza.

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Transfira a massa para a forma e leve ao forno pra assar.

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Espere esfriar, retire o aro e coloque a calda de laranja.

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Este bolo ficou tão bom, mas tão bom  (a Dé caprichou), que todo mundo repetiu…

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…(alguns birrepetiram! 🙂 )

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Taí verdadeiramente um jantar confortável.

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Eis o que os homens-sofás acharam de tudo:
É a Lobo! É a Lobo! Que comida, que tudo, que bolo! (Edu)
Se o mundo acabar e o Corinthians for campeão mundial, eu comi o melhor bolo do mundo! (Mingão)
De cabo a rabo, simplesmente espetacular! Notação marcante para o bolim (ou bolo ou pudim) molhadíssimo! Ui, delícia! (Deo)

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“Ninguém deve ser escravo da cozinha, mas num mundo de fast-food, delivery e comida congelada, cada vez mais pessoas estão redescobrindo o prazer de cozinhar e de receber as pessoas em casa, sem compromisso. É isso o que Rita Lobo recupera nesta nova edição de Cozinha de estar: receitas práticas pra receber”.

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Falou, disse, escreveu e provou, Rita.

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Ou melhor, nós provamos. E aprovamos.

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Bye.

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dcpv – dia een – áfrica do sul – johannesburgo, a terra do ouro. e da saída pela direita …

11/02/13

Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …

Aproveitamos este tour pela África do Sul (na nossa história, esta é a terceira vez) pra conhecer as coisas de um melhor jeito.

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Caprichamos nos hotéis e nos passeios (tudo reservado pela Kangaroo Tours. Gracias Akemi e Amanda) pois os meus sogros, os pais da Dé, a D Vera e o Sr Antônio estariam juntos.

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Devido a falta de opções de datas para passagens, tivemos que sair na noite do domingo de carnaval. O vôo noturno pela South African foi tranqüilíssimo.

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Chegamos em J’Burg pela manhã e o nosso transfer estava nos esperando (e melhor, com a possibilidade de “furar” oficialmente a imensa fila da alfândega).

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Optamos por passar uma noite nesta cidade afim de evitar uma conexão pro Kruger Park.

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E foi uma medida acertada, já que o Hotel Saxon é um daqueles que realmente merecem a classificação boutique.

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Os quartos são imensos, confortáveis  …

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… e cheios do mais puro artesanato africano.

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Não foi a toa que o presidente Mandela ficou por aqui quando escreveu o livro dele.

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Almoçamos levemente no próprio hotel. Dividimos uma salada César, …

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… um sanduíche de filé na baguete acompanhado duma salada grega, e um wrap de frango com batatas fritas.

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Tudo bom, light e rápido, já que tínhamos marcado um passeio ao Lion Park, o nosso primeiro contato com animais “selvagens”.

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O parque fica a uns 30 km do hotel e fizemos um tour privativo.

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Éramos somente nós 4 na van.

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Fazendo um paralelo, o Lion Park é quase que um Simba Safari sul-africano.

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Com a vantagem de ter vários upgrades.

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Um deles é que o passeio é bastante tranquilo.

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O outro é que a área dos leões (são 5) te fazem realmente “ver” como os bichanos se comportam.

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Esta vale o fotoblog:

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Ainda vimos os impalas (de vários tipos, inclusive o MacDonalds), …

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… os terríveis cachorros do mato, …

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… a hiena (cadê a simpatia do Hardy Har-Har?? rs), …

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… os leopardos, …

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… a girafa, …

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… a cheetah (que não é a macaca, mas sim, o felino mais rápido de todos os tempos), …

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… e até os simpáticos lêmures.

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Ao final do tour, você ainda entra num cercado (mais um upgrade) onde interage com bebês leões (inclusive, os raros brancos), …

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… onde além de vê-los de pertinho, …

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… tem a oportunidade de tocá-los.

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É fantástico!

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Tínhamos também a oportunidade de alimentar as girafas, mas um grupo de japoneses passou antes de nós e as bichinhas ficaram enfastiadas.

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Voltamos para o hotel (são 4 horas de fuso e o jetlag estava pegando), pensando que por lógica, o ideal seria jantar no próprio.

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Foi o que fizemos. E foi uma escolha acertada.

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O restaurante do hotel, o Qunu é muito bom.

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E bem decorado (com todos os exageros que os sul-africanos somam neste contexto).

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O cardápio surpreendentemente era o mesmo do almoço. E com os nossos olhos críticos, adequava-se perfeitamente.

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Pedimos um Sauvignon Blanc (seriam duas garrafas) Klein Constantia 2012 que tinha um sabor bem cítrico e nos dedicamos a estudá-lo.

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Todos escolhemos na seção de veggies e peixes. A D. Vera gostou do Risotto de legumes onde predominavam os próprios.

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Ea Dé, viciada em Polenta que é, escolheu a mesma acompanhada duma lasanha de berinjelas (que normalmente, ela não gosta).

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Não precisa nem dizer que elas trocaram!
O seu Antônio, um camarólogo, foi de Six King Prawns acompanhados duma mini-paella. Sublime!

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Eu, que cada vez mais me transformo num atumnólogo (né, sócios?), optei pelo mesmo mal passado, acompanhado de anchovas empanadas com vários legumes. Uma belezura.

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Com tudo perfeito, escolhemos sobremesas.

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Sorvetes e sorbets de frutas vermelhas pros meus sogros, …

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Suflê de baunilha com sorvete de camomila pra nós.

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Pronto!  Uma refeição muito boa prum dia quase perfeito (só faltou ter 24 horas de viagem! rs).

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E vamos dormir, porque amanhã começam os safaris (ainda bem que fotográficos) de verdade.

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Como diria o Leão da Montanha, saída pela direita ….

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Bye.

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dcpv – fifty day – londres – harry potter e as olimpíadas.

06/01/2013

Fifty DayLondresHarry Potter e as Olimpíadas.

O dia amanheceu frio como nunca.
Estava muito frio mesmo e o fog deu o ar da graça.

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E justamente hoje iríamos fazer dois tours que pretensamente teriam caminhadas e muito ar livre.

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O primeiro, o matutino, eu descobri meio que sem querer. Estávamos loucos pra conhecer as instalações olímpicas em Stratford.

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Só que pesquisando, percebi que ainda não existem passeios oficiais praquela área, mesmo porque ela toda está em reforma.
De qualquer forma, existe um tour meio secreto (e coisa rara em Londres, grátis) que te leva pra conhecer tudo (esta torre é meio estrambólica, né?).

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Basta se inscrever pela internet e aguardar a confirmação.
como ela veio, estávamos lá no horário, e pasmem, com aquele frio.

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A boa notícia é que passeio é todo feito dentro dum microônibus. A má é justamente esta.

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Pois num tour destes você quer ver os lugares todos (Estádio Olímpico, Velódromo, Ginásio de Basquete, Centro de Natação, etc) por dentro; sentir o clima olímpico.

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Mas os ingleses pensaram bem ao construirem estas instalações todas e pra que elas não se transformassem em elefantes brancos, estão fazendo um tremendo parque no lugar.

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Ou seja, a maioria dos prédios estão em obras, sendo que alguns vão continuar somente com as paredes externas (a previsão de abertura é julho/2013).
Boa idéia, né? Será que farão o mesmo no Rio? rs

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Retornamos pro centro e nem tivemos tempo de almoçar direito, já que ficamos interessados em participar do tour a pé sobre as locações londrinas de filmes do Harry Potter.

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Também fiquei sabendo da sua existência através da internet. A empresa London Walks tem vários passeios em que não é necessário nem reserva.

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Basta você aparecer no local e na hora predeteminada, pagar as £9 por pessoa e pronto. Terá duas horas de cultura e diversão por um dos melhores custos benefícios da cidade.

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Vou deixar a descrição de tudo por conta de especialistas. Neste caso, a palavra está com a Re:

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Indo para Hogwarts

Bom, pra começar, não fomos direto para a plataforma 9 e ¾ . Assim como Harry, iniciamos a nossa jornada em Londres.

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O tour começaria as 14h. Nós saimos do hotel alguns minutos depois de 13h30; imagina a correria entre todas as estações de metrô da cidade e suas (infinitas) baldeações pra poder chegar as 14h na saída 3 da estação Banke. Mas conseguimos; encontramos o Richard, o tour guide que iria nos mostrar alguns pontos importantes de Londres, que eles acreditam terem inspirado todo o texto da J.K. Rowling.
Começamos pouco depois das 14h, esperando alguns possiveis retardatários, naquele mesmo ponto da saída três.

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Lá mesmo ele nos mostrou um prédio importante, feito de mármore branco, com uma escadaria que leva a grandes portas de bronze e cofres abaixo da terra, fortemente guardados e não, não estou falando de Gringotes, mas sim do Banco de Londres, que inspirou o do mundo bruxo , com todas essas suas semelhanças.

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Também ficamos sabendo que naquela rua em frente ao banco foi filmada uma cena do knightbus, para o filme Prisioneiro de Azkabam, onde tiveram que construir uma plataforma giratória para o efeito do onibus desaparecendo. Essa cena levou quase 24h para ser filmada, fechando a entrada do banco de Londres por todo esse período e, no fim, acabou sendo cortada do filme. Mas quem quiser ainda consegue achar a cena como bonus nos DVDs.

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Dali caminhamos um pouco e mudamos de mundo, saímos da magia para o das mulheres malucas do cinema. Estavamos pisando no lugar onde foi filmada a última cena de “Os diários de Bridget Jones”, aquela que o Mark sai na neve para comprar um novo diário pra Bridget; ela acha que ele leu o antigo, ficou bravo e foi embora e sai de calcinha, camiseta, tenis e casaco no inverno de Londres e, enfim, eles acabam se beijando no meio da neve caindo.

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Continuando a caminhada, passamos por diversas ruelas que inspiraram a criação do Beco Diagonal, e ali também descobrimos que J.K. sempre foi uma grande fã de alguns outros autores que usavam Londres como inspiração. Herman Melville é um desses autores; passamos na frente de alguns lugares que inspiraram a obra do autor.

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Continuamos a caminhada para cair em um “mercado” onde foi filmada uma das primeiras cenas do Hagrid e Harry em Londres, exatamente naquele momento onde temos o seguinte diálogo:

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(Harry e Hagrid andando. Harry olhando a sua lista de material escolar)

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Harry (lendo): Todos os estudantes devem ter um caldeirão de tamanho número 2 padrão, e podem trazer, se desejarem, uma coruja, um gato ou um sapo. Conseguimos encontrar tudo isso em Londres?

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Hagrid: Se você sabe onde ir? (e aponta para O Caldeirão Furado)

Passamos pelo local exato onde foi filmada essa cena, depois vimos a mesma em casa e tivemos aquela sensação de lugar conhecido, muito gostosa. Uma curiosidade dessa cena é que ela foi filmada para o primeiro filme da série, quando ainda não sabiam que seria esse sucesso que foi, então o diretor estava tentando não gastar muito mais que o necessário. Neste caso, quando eles estão andando, tudo é filmado em um local e os closes da cabeça do Hagrid em outro local, mas por mais que eles continuem andando, em todo close o Hagrid permanece no mesmo lugar… interessante, não?

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A entrada do caldeirão furado continua no mesmo lugar, a diferença é que para o filme eles construiram uma porta arredondada e pintaram o local inteiro de preto.

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Passamos então para o Borough Market, onde vimos a entrada dos fundos do caldeirão furado, que também é filmado no Prisioneiro de Azkabam, incluindo a parte onde ficava o quarto do Harry, na cena onde um trem passa pela janela dele.  E voltando para as mulheres malucas, ali era  a parte da frente do apartamento da Bridget, de onde ela saia correndo pra ir procurar o Mark nessa última cena do filme que comentei lá em cima.

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Depois disso fizemos um passeio pelas pontes, andamos pela London Bridge para ter a visão da Tower Bridge ( por sinal, muitas pessoas confundem as duas pontes) e nesse ponto também vimos uma coluna inspirada no grande incêndio que aconteceu na cidade; é uma longa pilastra com um calíce de fogo na ponta. Ela foi construída em um ponto que, se alguém a empurrasse, ela cairia exatamente no local onde o fogo começou a se espalhar.

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Depois disso atravessamos a London Bridge e partimos em direção a ponte do Milênio. Em um pedaço do caminho, onde fica o teatro de Sheakespeare, o guia nos explicou que o nome da personagem da Hermione surgiu dum romance dele. No livro, ela era casada com o herói principal, um rei, e este tinha um melhor amigo que o estava visitando. No dia que o melhor amigo iria embora, a Hermione tenta convencê-lo a ficar, pois seu marido gosta da presença dele no reino, e o rei vê quando ela começa a conversar com o amigo e tem uma raiva e cega fúria, pois acredita que eles estão tendo um caso.
O interessante dessa história é que é exatamente o que acontece no último livro/filme com o Rony, enquanto ele usa a horcrux.

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Outra curiosidade bacana que ouvimos no tour é que o número 666 é importante pra cidade de Londres, pois em anos que terminavam com os três digitos, sempre aconteceram coisas importantes. No primeiro livro a J.K. acaba utilizando esse número como a morte do Nicolas Flammel, o inventor e único que possuia a pedra filosofal. Quando o Dumbledore conversa com ele sobre destruir a pedra, Nicolau estava com 665, uma idade muito avançada até mesmo no mundo bruxo, portanto, com a destruição da pedra ele morreria no seu aniversário de 666 anos.

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Voltando ao tour, a ultima parte foi atravessar a ponte do Milênio, que é a mesma ponte que fica retorcida e destruída no inicio do filme do Príncipe Mestiço.  O tour oficial acabou por ali, mas nós seguimos em busca da última parte: uma foto na plataforma 9 e ¾.

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Perguntando para o Richard como chegar a King’s Cross, ele já nós adiantou que não existia a plataforma 9 e 10 como mostrado no filme; que na verdade aquelas eram as plataformas 3 e 4, pois entre a 9 e 10 não tinha espaço para ter um pilar, mas eles criaram uma plataforma, com um carrinho atravessando a parede, para que todo mundo pudesse embarcar para Hogwarts.

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E esse foi o fim do nosso dia, empurrando o carrinho para a parede, indo visitar nossos “amigos mágicos” que , pelo menos a mim, acompanharam por tantos anos.
E sete livros e oito filmes depois, conseguimos ver um pouquinho do que é essa Londres mágica que aparece em tantos filmes.

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Com este relato, praticamente encerramos a viagem (e com chave de ouro).

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Ficaria faltando a refeição de gala, o último jantar no L’Atelier de Jöel Robuchon.

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E como ele é um dos nossos queridinhos (já fomos nos dois de Paris e no de NY), a expectativa era grande.

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O que não estava no programa era o meu piriri. Peguei o tal provavelmente no almoço e tive que passar um bom tempo neste dia como a rainha. 🙂

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Acabei me contentando em comer um simples pan com tomate e jamon de bellota por toda a noite. E melhor, acompanhado com água ! rs
O que eu posso afirmar é que este prato estava uma delícia!

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Anda bem que a Re e a Dé não se intimidaram nem um pouco e fizeram um belo pedido normal pra quem está naquele templo da gastronomia.
É claro que sentamos no balcão.

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E mais ainda, elas escolheram pratos em pequenas porções pra compor um menu completo.

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A Dé não se acanhou e optou por beber uma flute de champagne. E a Re foi dum coquetel com vodka e muitas frutas vermelhas com um toque de hortelã.

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Como pratos, a Re escolheu sopa de abóbora com bacon e amêndoas

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salada de erva-doce, maçã e trufas negras …

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… e uma sobremesa com sorvete de menta e creme de mascarpone.

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A Dé escolheu um enrolado de black cod, …

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bolo de crab (caranguejo, galinha do mangue) com caldo de missô

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… e uma esfera de chocolate que foi servida, magnificamente, em dois tempos.

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Como sempre, tudo esteve absolutamente impecável (jamon incluso) e nos moldes que estamos acostumados quando o monsieur Robuchon está na área.

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Deste modo, praticamente nos despedimos deste bate/voltas pra Londres.

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No outro dia, pela manhã, fizemos o programado; fuçar em lugares legais pra compras.

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E dissemos adeus para Londres.

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See U.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
First day – Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.
Second day – Londres – Inglaterra- Design e London Eye: tudo a ver.

Third day – Londres – Inglaterra – Indo à ópera de manhã
Fourth day – Um lugar chamado Notting Hill. E outro chamado Borough Market. E ainda outro chamado Palácio de Buckingham.

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dcpv – … and happy new year.

01/01/2013

… and Happy New Year.

Mais um almoço de início de ano aqui em casa. E com a presença ilustre dos nossos pais.

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A D. Anina, a D. Vera e o Sr Antônio (escoltados pela Inete) vieram até a sede pra fazer a primeira refeição deste ano que promete.

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Eu fiquei na dúvida do que fazer, já que a Re tambêm estaria por aqui.

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Pensei: porque não escolher receitas dentre as que foram apresentadas pelos dois suplementos dos maiores jornais de SP, o Comida (da Folha) e o Paladar (do Estadão) nas edições pré-Natal?

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Todos que passam por aqui, sabem da minha predileção pela qualidade superior das matérias do Paladar. Só que neste caso, as receitas teoricamente manjadas de comidas universais natalinas do Comida venceram as brasileiras e com ingredientes não tão ortodoxos do Paladar.

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Vamos lá, então, ao almoço de Ano Novo da família em plena sede do dcpv.
Pra diferenciar, optei por fazer pratos pra serem colocados na mesa e cada um se serviria.

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Portanto, nada de pratos montados e de refeição fragmentada.

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Como acompanhamentos, fiz Batatas douradas ao alho. Basta descascar 800g de batata Asterix (o Gaulês), …

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…  cortá-las em gomos e cozinhá-las por 15 minutos em água fervente.

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Pré-aqueça o forno a 200ºC. Coloque 3 colheres de azeite numa assadeira e deixe-a no forno por 5 minutos. Coloque as batatas na assadeira e cubra-as com azeite.
Asse por 40 minutos e jogue ramos de alecrim e dentes de alho.

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Asse por mais 30 minutos ou até que as batatas estejam douradas.

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Finalize, temperando com flor de sal. Resulta muito crocante por fora e macia por dentro.

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Mais um acompanhamento foi um purê de feijão branco. Em vez  de cozinhar os feijões, optei pela praticidade e abri duas latas deles já cozidos. Coloquei na minha Bimby e só dei uma chacoalhada pra fazer o tal purê, além de temperar.
Pra dar um upgrade, refoguei 1/2 cebola cortada em manteiga …

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…  fritei bacon na minha trapizomba de microondas, …

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… além refogar um pouco de alecrim em manteiga.

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Na hora de servir, coloquei o bacon, a cebola e a manteiga por cima do purê. Ficou uma delícia.

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Mais um acompanhamento: brócolis no vapor, finalizado com lâminas de alho fritas no azeite que sobrou das batatas. Capisce?

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A Dé aproveitou o embalo e fez um tremendo arroz branco com um grande diferencial. Ela usou caldo de legumes em vez de água.
Como principal optei por um tabu aqui em casa: bacalhau.

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Passei dois dias dessalgando o bichinho.

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E escolhi fazê-lo confitado. Bastou dispor as postas de bacalhau dessalgado numa forma bem funda e colocar azeite suficiente pra quase cobrí-las (usei um litro).

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Coloquei em seguida 4 dentes de alho amassados com casca, 2 folhas de louro e a casca ralada de um limão (sem a parte branca). Levei ao forno em temperatura mínima (100ºC) por 2 horas.

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Deixei esfriar e levei a geladeira por mais duas horas. Depois coloquei num refratário com azeite e levei ao forno pra dourar.
Olha, o trauma desapareceu porque o peixe ficou um espetáculo.

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Como a Re não come bacalhau, comprei um Lombo temperado no sex shop, que assamos coberto com papel alumínio e regado com um bom caldo de legumes.

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Também ficou uma delícia.

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Servimos tudo ao mesmo tempo, junto com uma salada simples e a aprovação foi total.

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Como a praticidade estava imperando, comprei sorvetes da Haagen Daaz ; sabores doce de leite e baunilha.

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Com este último, utilizei uma receita duma outra edição do Comida onde a Carole Crema dava uma dica pra batê-lo com panetone até chegar num sabor equilibrado e colocá-lo na sorveteira (no caso, a minha Ferrari).

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Resultou estupendo e assim, finalizamos o nosso almoço, já que tínhamos uma escala de Ano Novo na capital inglesa.

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Ficam aqui, então, os nossos votos dum Feliz 2013 pra todos e desejamos que todas as refeições sejam aproveitadas como curtimos esta.

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Feliz Ano Novo.

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dcpv – dia VII – veneza – itália – aqui não tem nenhuma sonífera ilha (murano, burano e torcello)

26/11/2012

Dia VII – Veneza – Itália Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello)

Mais um dia broncolhão em Veneza.

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Sem chuva, mas broncolhão.

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Acordamos até que tarde e tomamos o ótimo café da manhã do Hotel Palazzo Barbarigo.

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Fomos passear pela parte mais ao Norte de Veneza, mais exatamente no Sestiére de Dorsoduro, com vistas pra Giudecca.

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Passamos novamente pelo campo de Santa Margherita e cruzamos vários lugares bacanas.

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Canais, ..

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… obras de arte feitas pelo homem …

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… e pela ajuda da natureza, …

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… uma feira- livre dentro dum barco, …

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… uma oficina curiosa …

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… que é também uma fábrica de gôndolas (seção você sabia que: uma delas pode custar 50000€. Isto é pra você não reclamar do preço do passeio) e…

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… chegamos ao píer do Dorsoduro.

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A neblina estava brava …

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… e o frio também.

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Optamos por cruzar o Canal Grande pela ponte dall’Academia.

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Passamos em mais uma igreja, …

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… nos perdemos mais um montão de vezes, …

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… vimos mais uma torre de igreja completamente torta (se prepare pra observar um montão delas), …

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…e resolvemos retornar ao hotel, …

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… pra pegar as nossas coisas e zarparmos (literalmente ) pro passeio da tarde.

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Iríamos conhecer um trio de ilhas.

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Antes disso fizemos um rápido almoço, tentando comer uns paninis muito bons. O único problema foi que ao iniciar o processo de degustação do meu, me senti como num filme do Hitchcock.

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Pássaros me atacaram e simplesmente roubaram o meu sanduba!! 🙂
O jeito foi nos apresentarmos pro passeio e dividir o da Dé.

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Com um tempo bem ruinzinho, entramos no nosso barco (éramos em 25 pessoas) e partimos pra conhecer Murano, a famosa ilha onde se fabricam os melhores apetrechos de vidro do mundo.

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Estaria tudo certo caso a nossa guia não estivesse mancomunada com uma destas fábricas pega-turistas.

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Ou seja, em vez de conhecermos a ilha, visitamos uma fábrica onde vimos um verdadeiro “mestre” fazer um vaso e um cavalinho,…

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… coisa que veríamos facilmente, caso fôssemos passear numa fábrica de vidro lá na grande FV.

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O restante do tempo foi gasto com um “mala” que queria porque queria nos vender alguma coisa muita cara (e de mau gosto) por um preço exorbitante (recordamos de um caso parecido quando estávamos na Jordânia com um cadeirante que queria nos vender uma pesada mesa (??) de mosaico).

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Pra não falar que não compramos nada, levamos uns briquedinhos pro Manolo, o nosso peixe.

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Com esta pseudo visita a Murano, partimos pra conhecer Burano, a simpática ilha das rendas …

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… e das casinhas coloridas.

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Foi mais uma decepção, pois vimos tudo do barco!

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Finalmente, íamos pra Torcello, a menor e hoje, menos conhecida das três (tem apenas 70 habitantes).

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Ficamos lá por meia hora, o suficiente pra ver o quase nada que tínhamos disponível.

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Andamos muito pra conhecer uma igreja, a Catedral Santa Maria Assunta, bastante velha ( do século 7) e foi só.

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Voltamos pro barco …

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…e quando pensamos que o passeio tinha sido uma “literal” barca furada, eis que a nossa guia anuncia que agora, sim, pararíamos em Burano pra ficarmos quase uma hora.

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Olha, até o tempo colaborou e aproveitamos bastante.

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Tudo bem que a guia estava louca pra nos deixar numa loja de rendas, mas desertamos e fomos tomar uns “bellos” capuccinos  acompanhados de panini e canoli.

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Ainda conseguimos passear …

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… e ver o lindo efeito que as casinhas coloridas causam na mente de turistas.

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Foi um final feliz dum tour bastante conturbado.

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Retornamos pra Veneza e completamos 20000 passos caminhados (quase um recorde) só neste dia.

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Isso sem contar que jantaríamos no Harry’s Bar que fica a exatos 4000 passos (ida e volta) do nosso hotel.

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Andamos os primeiros 2000 e chegamos na região da Piazza San Marco com bastante fome (obrigado, pássaros!).

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Acontece que quem disse que encontrávamos o lugar?
Resultado? (e após o cruzamento de n vezes pela Piazza ?)

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Mais 2400 passos até sentarmos na nossa mesa especial (reserve; este é o meu conselho).
E finalmente, comemos.

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Chegamos e o chefe nos enviou um bolinho de carne muito bom. Chamamos 2 Bellinis (afinal de contas, foi aqui que este coquetel de suco de pêssego e Prosecco foi inventado, logo após o Harry ter descoberto que a cor do drinque era a mesma de um dos quadros que estava na parede do bar do famoso pintor Giovanni Bellini) …

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… e pedimos as entradas. Pra Dé, excelentes alcachofras.

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Pra mim,  mais uma invenção do local, il vero Carpaccio. Espetacular.

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Pra acompanhar, um Pinot Grigio San Angelo Banfi 2011 e lá vieram os principais.

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A Dé surpreendeu (??) e escolheu um  papardelle a carbonara.

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Eu fui num risotto de lulas com sua sépia.

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Ambos bons e muito saborosos.

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Com a fome saciada, enfim, optamos por passar as sobremesas e terminamos esta lauta refeição com mais 2 expressos “daqueles”.

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Só nos restou caminhar mais 2000 passos até o hotel e dormir o sono dos justos.

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Arrivederci, que amanhã estaremos em Florença.

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Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.

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