Arquivo de junho \28\UTC 2013

dcpv – … de um povo heróico bra.do …

algum sábado de maio

… De um povo heróico bra.do …

Estava eu assistindo ao Todo Seu, o programa da titio Ronnie Von, quando vi alguns pratos interessantes apresentados por um chef convidado.
Fiquei curioso em saber daonde ele era, mas nada. Até que no final do programa, o titio informou que era o Pedro Vita, do restaurante bra.do.

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Fiquei com esta informação na cabeça e aproveitei que o sócio estaria por aqui pra conhecermos o lugar. Ele fica num sobrado na gastronômica rua Joaquim Antunes, em Pinheiros, mais precisamente no nº 381.

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E melhor, dá pra se fazer reservas que funcionam no site Restorando. Pois em pleno domingão, estávamos lá as 13:00 hs, para experimentar a comida do bra.do (xiiiiii).

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Sentamos numa mesa na área externa do simpático casarão e começamos a observar todo o interessante entorno.
O Eymard (pra variar) já estava lá e aproveitamos que ele estava experimentando o cleriquot e pedimos uma jarra.

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O menu é muito eclético e contém muitas opções.
Iniciamos escolhendo duas entradas pra dividirmos. Uma, a crostata de queijos com nozes

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… e a outra, um prosciutto

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… com pão com tomate.

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A conversa rolava solta enquanto os principais chegavam. Costelinhas com melaço pro Eymard, …

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Sopa de peixe indiana, a Korma pra Dé …

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…  e Polvo com batatas (pra variar) pra mim.

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Todos muito bons e com uma apresentação perfeita (o serviço é impecável e as louças são muito bacanas).

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Estando com o formigão Eymard, seria impossível pular as sobremesas. Ele escolheu Crumble de Maçã com sorvete de doce de leite e…

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… nós, prosaicas bolas de sorvete de doce de leite e de iogurte.

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Olha, o bra.do mostrou ser um local pra chamar de seu e onde é possível se fazer uma ótima refeição com preços justos.
E não será preciso ao menos cantar o Hino Nacional.

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Bye.

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Em tempo, o grande Evandro Barreto, o nosso querido Dodô, acabou de lançar o seu livro, o Na Mesa Cabe o Mundo, a primeira produção da nova editora do conglomerado Conexão Paris.
Nele estão contidas as mais belas crônicas sobre, essencialmente, gastronomia e bem-viver, seja em Paris, seja nos bares da vida.
Caso você queira comprar, entre aqui e aproveite. Você (literalmente) se deliciará!

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dcpv – secondo giorno toscano – voltando a chianti e ao castelo de volpaia.

30/05/2013

Secondo Giorno ToscanoVoltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia

Por enquanto, estamos vivenciando o literal Sob a chuva da Toscana.

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Eu até entendo que as videiras precisam de água (e blá-blá-blá), mas bem que São Pedro podia desligar um pouquinho a torneira, né? 🙂

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Acordamos cedo e fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel.

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E claro que mesmo com tudo úmido, o visual toscano é uma belezura.

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Saímos rapidamente já que tínhamos horário marcado pra fazer uma visita à vinícola que fica no Castelo de Volpaia.

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Traduzindo, Volpaia fica na região do Chianti, o que significa quase 1,5 horas dirigindo na maioria das vezes em estradinhas bucólicas e cheias de curvas.

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Não precisa nem dizer que chegamos 10 minutos atrasados, o suficiente pro tour já ter partido.

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Quando estávamos quase desistindo, vi uma turma ao longe, fui perguntar e bingo: eram eles.

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Não perdemos quase nada e conseguimos ver todo aquele processo manjado de execução do néctar dos deuses. Este vale o minifotoblog:

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Fomos também ao frantoio, o lugar onde as azeitonas são espremidas a fim de se obter o azeite.

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Terminamos tudo com uma degustação de 4 vinhos (um branco, dois Chianti e um SuperToscano).

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Passamos pela lojinha (o dromedário começou a encher), …

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… compramos alguns bons exemplares e rumamos pra Castellina in Chianti.

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A cidade é bem bacana e o destaque é a Via delle Volte, …

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… uma rua que fica sob as muralhas …

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… e que tem muitas lojinhas e lugares interessantes.

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Como estávamos na hora do almoço, fomos procurar o famoso restaurante Albergaccio de Castellina (dica do sócio) e batemos com a porta na cara já que eram 14:30 hs e a cozinha estava “chiusa”.

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Voltamos pro centro de Castellina e almoçamos na Enoteca Le Volte, …

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… um lugar charmoso e com mesas ao ar livre (neste momento, o sol já tinha saído um pouquinho).

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Pedimos o básico (se bem que, por aqui, o básico é tudo).

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Uma Caprese pra Dé,…

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… um prato de salumi e formaggio pra mim …

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… e uma garrafa dum Chianti DOCG da casa.

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Foi só deixar o tempo passar e aproveitar dos magníficos ingredientes toscanos.

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Passamos a tarde praticamente andando de carro e fugindo da chuva (procuramos a loja de produtos orgânicos do nosso amigo Sting, mas não encontramos).

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Voltamos ao hotel, …,

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… porque jantaríamos no centro de Cortona, mais precisamente na Osteria del Teatro.

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Só não contávamos com a dificuldade total de acharmos o local. A cidade é praticamente uma pirambeira.

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E lá, como em todas as cidades desta região, é proibido entrar com automóveis não autorizados no centro (a multa é pesada). Resultado? Andamos muito até chegar a Osteria.

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E pra variar, valeu muito este “sacrifício” (perceba que todas estas fotos da parede são de artistas famosos que comeram lá, além de nós).

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Começamos com um antipasto misto dell’Osteria, composto de suflê de berinjela, alcachofra recheada e um lombo com lardo. Uma delícia.

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Como principal, a Dé foi de Bacalá gregiato com salsa de piselli e cipolle di Tropea.  Outra delicia.

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Eu, de Filetto al Vin Santo e scalogno. Mais uma delícia.

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Pra acompanhar e como eu estava dirigindo, optamos por tomar taças de vinho (um Chardonnay Il Borro pra Dé e um Brunello “per me”).

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Enfim, foi um jantar memorável num lugar muito interessante …

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… e, novidade, tradicionalíssimo.

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Voltamos felizes pro carro (pra baixo todo santo ajuda) e com uma única preocupação: …

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… a de não cruzar com nenhum automóvel na ruela de entrada do hotel, já que só cabe um em qualquer direção.

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Arrivederci.

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Leia sobre o primeiro dia desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.

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dcpv – Lombardia, finíssima e chique.

número 347
09/04/2013

Lombardia, finíssima e chique

Cidade de vanguarda, Milão dita a moda nas passarelas e à mesa.

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Na cozinha lombarda nasceram clássicos que se eternizaram na gastronomia local e ultrapassaram limites geográficos.”

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Com a ajuda desta introdução, resolvi experimentar as receitas de mais um livro da coleçãoFolha Cozinhas da Itália, justamente o que trata da Lombardia.

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É claro que o fato de ter passado no sex shop no final de semana e comprado uns excelentes ossobucos e cenourinhas deu um grande empurrão nesta direção.

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Vamos lá, então, experimentar a cozinha saborosa da chique Lombardia.

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Entradas – Aspargos gratinados e Bresaola com azeite e limão.

Estes “asparagi gratinati” são facílimos de se fazer e muito saborosos também.

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Basta lavar e descartar as partes duras dos talos dos aspargos (você sabe como fazer?)

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Cozinhe-os em água fervente com sal até ficarem al dente.

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Unte uma travessa refratária com manteiga e forre o seu fundo (o da travessa!) com creme de leite fresco e um pouco de parmesão ralado.

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Disponha os aspargos e cubra com mais creme de leite e parmesão.

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Polvilhe sal e pimenta e leve ao forno pra gratinar.

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Já a “Bresaola all’olio e limone” é mais fácil ainda. O problema é encontrar uma bresaola de procedência (esta, trouxemos da Itália).

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Aí  é só colocar as fatias bem finas num prato, …

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… temperar com azeite,  limão e sal …

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… e decorar com lascas de parmesão.

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Formaram, ambas, uma entrada triunfal e italianíssima.

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Tomamos o vinho branco Pinot Grigio Vitis Friuli 2011 que foi “pulo do gato, vitimonte, um, chefíssimo”.

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Principal – Ossobuco de Vitelo e Risoto Milanês.

Este Ossobuco é um símbolo lombardo. Ainda mais acompanhado dum risoto de açafrão, quase que uma exceção à regra italiana de nunca compartilhar a carne com algum tipo de acompanhamento (que é como os risotos são tratados por lá).

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Para fazer a carne, basta passar no sex shop e comprar bons ossobucos.

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Aqueça 4 colheres de sopa de azeite numa frigideira e refogue 1 cebola picada, 1 cenoura ralada e 1 talo de salsão picado.

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Acrescente a carne e deixe dourar.

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Regue com 100 ml de vinho branco e espere reduzir o líquido pela metade.

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Junte 100 ml de extrato de tomate diluído em 1 litro de caldo de galinha.

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Adicione sálvia, salsinha e alecrim picados e à vontade. Tempere com sal e cozinhe em fogo baixo durante 45 minutos.

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Já pro Risotto alla Milanese, basta fazê-lo no formato tradicional com a devida inclusão de açafrão dissolvido no caldo. Daí a sua coloração amarela e saudável.

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A junção dos dois (alguns Ossobucos pareciam verdadeiros brontossauros) realmente formaram um dos pilares da gastronomia italiana.

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Bebemos um tinto bem encorpado, o Murvideo Reserva 2007 que foi “assustador, murviemonte, dois , grrrrooooo“.

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Sobremesa – Sorvete de Amaretto e de Anisete.

Lá vou eu com mais um capítulo sobre sorvetes saborizados.

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E desta vez, fiz dois.

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Um, o de Amaretto, com a simples adição de biscoitos a sorvete de creme, que foram devidamente batidos no liquidificador e colocados pra processar na minha Ferrari.

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O outro foi sobra dum almoço de Páscoa que fizemos com a família e aproveitando o licor que a D Anina faz tão bem.

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Eis o que os ninos, os italianinhos acharam:
Comida típica e tipici! Simples e perfeito! (Edu)
Superação. (Mingão)
Espetaquilar!! (Deo)

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“Os atrativos da região mais rica e desenvolvida da Itália vão muito além das famosas grifes e designers de Milão, admirados no mundo inteiro. A elegante e sofisticada Lombardia também dita a moda quando o assunto é gastronomia. Vem de lá queijos como o gorgonzola e receitas de repercussão internacional, caso do risoto milanês, do ossobuco e do panetone “.

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Xiii, esqueci de fazer o panetone!! E todos, de usar os nossos terninhos Armani. 🙂

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Esta coleção, aFolha Cozinhas da Itália, é mesmo imperdível.

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Arrivederci.

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dcpv – itália – primo giorno toscano – de fv pra toscana, ou melhor, cortona.

29/05/2013

Primo giorno toscano – Itália – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.

E lá fomos nós pra Itália novamente.

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Melhor, lá fomos nós pra Toscana novamente.

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Desta vez, fizemos uma imersão total na região que mais nos identificamos, assim como a Frances Mayes.

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O aeroporto de Guarulhos estava cheio e surpreendentemente, fluindo bem, se bem que parecia que todo mundo estava na sala VIP da TAM.

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Resolvemos sair de lá e ficar esperando próximo ao portão de embarque. Qual não foi a nossa surpresa ao percebermos frequentadores do blog justamente no embarque pra Milão?

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A Lídia e o Celso, de Vitoria – ES, além de se declararem fãs do dcpv, ainda nos passaram uma receita fantástica duma batata frita/assada que certamente reproduziremos por aqui.
Adiantamos o nossa entrada na aeronave e aproveitamos dos serviços de bordo.

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O vôo foi tranquilo e chegamos em Milão no horário e prontos pra dirigir bastante.

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Seriam um pouco mais de 400 km de Malpensa até o fantástico hotel Il Falconiere, que fica bem próximo da terra da Frances, Cortona.

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Só não contávamos com a zona que a locadora Europcar promoveu, já que não confirmou a reserva do automóvel. Tive que apelar pra Avis pra conseguir um carro automático, uma BMW série 1.
Foi um tal de congestionamento e de chuva que, sinceramente, quase que nos arrependemos de optar por ir direto pra Cortona.

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E dirigimos tanto (coisa não aconselhável após um vôo transoceânico) que chegamos a tempo somente de jantar (perto das 11:00 hs) e em grande estilo no restaurante estrelado do próprio hotel.

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Não deu tempo nem pra curtir o espaçoso e toscano quarto …

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… mas, com a fome e a sede reinantes no nosso grupo …

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… partimos pra guerra.

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Como sempre a escolha dos pratos dos menus toscanos é árdua.

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Iniciamos tudo com um espetacular assortimento de queijos…

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… e um sensacional vinho da casa, o Ardito Baracchi.

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É claro que o chefe nos mandou o primeiro piccolo, um camarão com creme de alcachofras.

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Como principal, pastas. Pra Dé, Ravioli de carne com molho de pimentões.

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E pra mim, um Gnochette com molho de lulas.

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Ambos muito bons, como esperado.

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Devido ao adiantado da hora, pedimos 2 cafés “cortos”.

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E não é que o chef nos enviou “11 piccolos dolci”?

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É, a Toscana promete!

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Satisfeitos, fomos dormir porque amanhã além de iniciarmos o nosso tour propriamente dito, ainda teremos a visão matutina do entorno e do próprio hotel.

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Deve ser mais um espetáculo.

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Arrivederci.

.

dcpv – e viva o santo google

número 348
16/04/2013

E viva o Santo Google.

Tem coisa mais inspiradora do que o Google (pro bem e pro mal)?

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Eu acredito que não, já que estava caçando receitas em pleno almoço de terça, quando me veio a idéia de consultar o guru de todos, o novo pai dos burros.

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Inicialmente, a idéia seria aglutinar tudo em torno dum motivo (um ingrediente, um tipo de culinária, etc).

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Mas aí, pensei: porque não fazer alguma coisa caótica como todo resultado que aparece comumente nas pesquisas?

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E foi o que aconteceu.

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Acompanhem o desenrolar.

Bebidinha – Cinzano colorido.

O Deo fez pra ele e pra Dé, já que eu e o Mingão estávamos, literalmente, fora de combate.

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Entrada – Sopa.

O nome é este mesmo. Só sopa. É uma sustante receita (encontrei no site Tudo Gostoso).

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E quem fez quase que totalmente foi a Flora. É uma mistura de alho, cebola, cubos de alcatra, caldo de carne, cubos de batata, cenoura ralada, pimentão verde cortado em cubos, tomate maduro cortado em cubos, extrato de tomate, cebolinha e salsinha (é quase uma farmácia leguminosa).

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Aproveitei pra dar um toque pessoal, adicionando creme de leite fresco.

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Ficou muito boa.

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A Dé e o Deo tomaram o nosso velho conhecido Jacobs Creek Chardonnay 2010 e acharam “velho amigo, penalizado“, enquanto eu e o Mingão conseguimos encontrar definição pra H2O tal como “água, gasosa“.

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Principal – Risoto Verde com Vieira.

Cheguei a esta receita através das vieiras.

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Procurei no Google um risoto de vieiras e acabei encontrando um risoto com vieiras.

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Qual é a diferença? É que neste caso, as vieiras são douradas separadamente e servidas junto com o risoto.

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Então, bastou temperá-las com suco de limão, páprica defumada, pimenta e sal e fritá-las em azeite quente.

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Já o risoto tem um segredo que é justamente o caldo. Ele é feito com cenouras, tomate, cebola, alho, salsa crespa, coentro, gengibre e capim-limão. É surpreendente.

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O processo pra se fazer o risoto é o mesmo de sempre.

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O diferencial neste caso é terminá-lo com cream cheese, ciboulette e talos de coentro.

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A junção de tudo resultou maravilhosa.

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Ainda mais, finalizando com mais um pouquinho de páprica defumada.

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Sobremesa – Cassata

Mais uma do site Tudo Gostoso. E ela é descrita como “sobremesa deliciosa, elegante e super-rápida“. Ou seja, é tudo o que eu queria. Ainda mais que seria a Flora a fazê-la (deu pra perceber que quase tiramos folga nesta noite. 🙂 ).

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É feita da seguinte maneira: coloque num recipiente uma camada do creme A (formado por gemas, manteiga, leite condensado e leite), salpique chocolate Ouro Branco picado e termine com o creme B (uma mistura de claras em neve e creme de leite sem soro). É quase uma equação!

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Ficou bem leve e delicioso.

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Eis a opinião dos pesquisadores:
Nada como o santo Google na nossa vida. Tudo simples e saboroso! (Edu)
Sustância+sofisticação+delicadeza=maravilha. (Mingão)
Quem procura acha e como acha! (Deo)

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Bom, é isso! Faltou inspiração? Apele pro Santo Google.

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Este oráculo estará sempre a sua disposição.

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Até a próxima googlada.

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dedo de moça no dcpv

número 346
02/04/2013

Dedo de Moça no dcpv.

Eu sou o que podemos chamar de rato de mailing.

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Não posso ver uma indicação, que lá vou eu e assino.

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É claro que esta atitude me faz receber constantemente um montão de emails bem ruins, mas por outro lado, alguns bem bons aparecem na minha caixa de entrada. Entre eles estão os do Dedo de Moça, das chefs Patricia e Mayra Abbondanza. São muito instrutivos e invariavelmente, contém receitas bacanas e interessantes.

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Pois foi justamente num deles que eu vi este cardápio light, coisa que estávamos precisando por aqui, ainda mais depois do “molho” que o Mingão teve que cumprir por conta duns problemas médicos (por isso mesmo, não estranhe as opiniões dele sobre o vinho: ela teve que tomar Coca-Cola Zero!).

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Vamos lá, então, as receitas do Dedo de Moça.

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Entradas – Dip de Manjericão e Ervilhas e Salada de mini-milho, mini-rúcula, tomate-cereja e queijo de cabra.

Este dip é muito saboroso e tem mesmo um jeitão light (se bem que não é muito, já que você come muito!).

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Para fazê-lo, basta colocar num processador, 1 xícara de chá de ervilha fresca cozida, 1 xícara de chá de queijo de cabra crottin (diretamente do sex shop), 1 xícara de chá de folhas de manjericão fresco (peguei no quintal), 1/3 de xícara de chá de azeite, pimenta e sal a gosto …

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… e bater por uns 3 minutos ou até que forme uma pasta grossa.

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Pode ser servido com qualquer pão torrado e eu acabei utilizando um pão sueco.

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Já para a salada (esta sim, light), basta misturar mini-milhos, mini-rúculas, tomates-cereja, bolas de queijo de cabra, pedaços pequenos de pão sueco …

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… e temperar com um vinagrete feito a base de vinagre balsâmico, mostarda amarela, azeite, sal e pimenta a gosto.

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Prontíssimo!

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Eis uma entrada simples, light, bem colorida e deliciosa.

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Acompanhamos com um velho companheiro, o vinho branco Chardonnay Jacobs Creek 2011 que foi “velho amigo, old friend, jaboti’s creek, white wine”.

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Principal – Filé de frango com crosta de ervas e Risoto de favas.

O segredo deste filé é justamente a crosta.

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Ela é formada por 6 fatias de pão de forma amanhecidos (ou colocadas no forno pra dar uma leve torrada), 3 colheres de sopa de cebolinha francesa picadas, 5 colheres de sopa de manjericão fresco picado, 3 colheres de tomilho fresco picado e raspas de 2 limões; tudo batido no liquidificador.

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Enquanto isso, tempere os filés de frango com sal, pimenta e o suco dos 2 limões.

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Aí é só passar os filés em ovos batidos, empanar com o pão moído com as ervas e fritá-los, até que fiquem bem dourados. Reserve-os numa assadeira e leve ao forno por 5 minutos.

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Pra acompanhar, fiz um risoto básico com o acréscimo de favas congeladas após 10 minutos de cozimento.

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Ficou um espetáculo!

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Nós 3 bebemos o vinho tinto Julian Reynolds Reserva 2007  que achamos “apimentado, burt, supimpa“, enquanto que o Mingão achou a Coca Zero dele “light”.

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Sobremesa – Tarteletes de frutas com creme de confeiteiro.

A nossa patisseur, a Dé, mais uma vez, caprichou.

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Fez a massa com farinha de trigo, manteiga, açúcar, chocolate em pó, sal e ovo batido.

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Assou em forno a 180ºC por 10 minutos, ou até a massa ficar com um aspecto “ressecado”.

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Enquanto isso, o creme também foi feito.

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E com leite, aroma de baunilha, açúcar, farinha de trigo e amido de milho.

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Pra mim, sobrou misturar geléia de morango com frutas vermelhas …

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… e montar as belezuras.

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Não sobrou nada.

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Eis o que os apimentados acharam de tudo:
Ótima comida e ótimo regresso! (Edu)
Simples e maravilhosa. (Mingão)
Pequenino, pero cumpridor! (Deo)

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Portanto, se você quiser acompanhar o que é postado no Dedo de Moça, faça inscrição na sua newsletter.

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O máximo que pode acontecer é você reproduzir um dos menus na sua casa.

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Todo mundo vai adorar.

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Bye.

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dcpv – aula do alain “sous vide” poletto na casa da lu e do mike

13/04/2013

Aula do Alain “Sous Vide” Poletto na casa da Lu e do Mike.

O convite que a Lu e o Mike nos fizeram (o sócio também esteve nessa) conteria, além dum jantar com a “Turma de Vinhos de Araraquara“, uma aula com o Alain Poletto.

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Tudo isto aconteceria na nova casa paulistana/praiana deles.

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E quando se fala em Alain Poletto (lembram dele na Paola de Verona?), logo vem a mente o método sous vide de cocção de alimentos.

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O que é mesmo que isso significa?
Sous-vide, em francês, quer dizer “sob vácuo”, e refere-se a um método de cozinhar em sacolas plásticas seladas a vácuo em baixas temperaturas por um tempo maior que o tradicional. O tempo pode variar entre 2 horas e 72 horas e a temperatura precisa ser estável, normalmente entre 40°C e 70°C, dependendo do que se cozinha. O objetivo da técnica é manter a integridade do alimento, evitando a perda de umidade e sabor. Equipamentos profissionais podem custar algumas centenas de dólares, mas é teoricamente possível fazer em casa com máquinas de embalar a vácuo e água morna monitorada por um termômetro comum.

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Esta definição é precisa. E foi o que vimos na casa da Lu e do Mike.

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Inicialmente, o Alain nos explicou as questões técnicas deste tipo de cocção, …

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… e o porque da necessidade de se ter cuidados máximos com a higiene.

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Foi um tal de tabelas, gráficos e informações interessantes.

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Logo depois, passamos pra parte prática e aí segue o fotoblog da história toda.

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É claro que tudo terminaria no jantar propriamente dito.

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Com o detalhe que a entrada toda foi feita na aula: tomatinhos cereja …

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… e bacalhau confitados.

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Uma delícia!

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O restante da noite foi puro divertimento, com a turma de vinhos de Araraquara justificando os elogios que a Lu e o Mike sempre fizeram pra ela.

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Todos são realmente muito divertidos e interessantes …

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…inclusive, um outro convidado como nós, o Cláudio, o engraçado cunhado da Lu e do Mike.

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Até.

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