Arquivo de setembro \26\UTC 2013

dcpv – dia dos – mendoza – vinícolas familia zuccardi (com almoço) e la rural.

08/08/13

Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.

Este foi efetivamente o nosso primeiro dia mendocino.

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Iniciamos vendo o sol (um sol ainda ameno) nascer em plenos campos viníferos e fomos tomar o nosso ótimo café da manhã no hotel.

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Começamos o programa indo visitar a icônica vinícola Familia Zuccardi.

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O programa seria completo.

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Ou seja, faríamos um “manjado” tour com todas as descrições das fases de feitura de um vinho.

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Melhor; acabamos fazendo um tour espetacular.

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Tivemos a possibilidade de ouvir um especialista dissertando sobre o terroir mendocino e todas as possibilidades existentes de combinações entre os tipos de solos e de uvas existentes por aqui.

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Antes passamos por um salão de artes muito bacana. Segue o minifotoblog do lugar:

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Na seqüência, visualizamos toda a produção …

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… com direito a ver um tanque sendo limpo …

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… e uma verdadeira cascata de borra (eu disse borra!) jorrando do fundo dos tonéis de aço.

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Passamos também pela fase do armazenamento em barris de carvalho …

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… e finalmente, fomos pra degustação.

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Experimentamos um ótimo Chardonnay, um bom Bonarda e um razoável Chenin Douce.

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Logo após, terminamos o tour passando pela lojinha pra comprarmos os primeiros souvenires da nossa viagem.

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Também tínhamos reservado um almoço no excelente restaurante da vinícola.

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Foi no esquema mini-degustação e como dizem nuestros hermanos, “a la grande”.

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Sentamos na mesa separada especialmente …

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… e iniciamos experimentando os bons azeites da casa, acompanhados de grissinis.

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Como entradas, empanadas assadas de carne, queijo e cebola nos foram servidas.

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Foram harmonizadas com uma garrafa daquele ótimo Chardonnay Viogner Zuccardi 2012.

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Na seqüência, vieram uma salada bem variada …

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… acompanhada de tomates frescos …

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… legumes assados e vários tipos de carnes, a famosa parrilla, formada por lingüiças, morcillas, frango, carnes de porco e de boi (em tempo – esta foi a última foto perdida da nossa máquina. A partir daí, passamos a usar outra).

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Tudo muito bem assado e com aquele sabor característico da carne Argentina.
Tomamos mais dois vinhos e ambos derivados da Malbec: um tinto e um rosé.

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Finalizamos tudo com tortas, sorvetes de dulce de leche…

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… e um bom vinho de sobremesa, o Soleria (que nos rendeu boas risadas).

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Foi o tempo de nos dirigirmos pra van …

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… e resolvermos que ainda passaríamos na Rutini/La Rural pra, pelo menos, comprar alguns vinhos.

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Não só os compramos como ainda conseguimos dar uma boa olhada no Museo del Vino de lá.

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Segue mais um minifotoblog:

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Voltamos rapidamente pro hotel, já que haveria um show de tango por lá.

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E olhe que apesar de não sermos (eu e a Dé) muito fãs deste tipo de música, nos surpreendemos com a qualidade de tudo.

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Foi o que podemos chamar dum show de tango de raiz.

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Como estávamos prontos, rumamos pra vinícola Escorihuela Gascón, onde jantaríamos no restaurante 1884, do mago dos fornos quentes, o famoso Francis Mallmann. Quem passa regularmente por aqui, sabe que não morremos de amores por ele.

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Mas como a turma queria conhecer, concordamos. Chegamos lá e o restaurante estava muito cheio; ainda bem que fizemos uma reserva (detalhe: a Madá e o Álvaro não foram).

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O ambiente é bem bacana e classudo.

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Como já sabíamos da fama do Mallmann de fazer pratos muito grandes, fomos comedidos nos pedidos.

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A Márcia e o Vianney dividiram um Ojo de Bife com fritas, que estava bom, mas mesmo assim foi muito grande.

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A Dé e a Lourdes dividiram um linguado com legumes, que estava bom, mas muito grande.

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O Eymard foi de bife de salmon com suflé de espinacas babies, que estava bom e quase na medida certa pra ele.

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Eu escolhi um Coelho com peras ao sal e endívias assadas, que estava bom, mas muito grande. 🙂

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Tomamos dois ótimos vinhos brancos; um sauvignon Blanc da Ruttini …

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… e um Chardonnay Luca 2009.

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É obvio que passamos as sobremesas e o café, …

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… e só nos restou cair nos braços de Morfeu, já que o frio convidava a uma boa noite de sono.
Enfim, foi um grande jantar, ou melhor definindo, um jantar grande.

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Hasta.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

dcpv – undecimo giorno toscano – milão, despedida caseira.

09/06/2013

Undecimo giorno toscanoMilâo, despedida caseira.

Acordamos cedo, tomamos mais um café no Armani Caffè e fomos pra região do Duomo bater pernas.

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Como era no caminho, aproveitamos pra conhecer a Casa Necchi Campiglio.

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Ela é uma casa-museu milanesa e tem como característica manter toda a sua estrutura física original.

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Imagine a surpresa de ver tudo como foi criado por volta dos anos 30 e ainda ter a sensação de que se está vivendo naquela época?

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Pois é o que se sente ao fazer esta visita.

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Primeiro, por conhecer toda a infra da casa …

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… e saber que ela realmente está como foi criada.

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E depois, por conhecer o gênio criativo do arquiteto Piero Portaluppi.

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Ele foi contratado pelos donos pra deixar fluir a sua parte criativa …

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… e ela não decepciona.

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Vimos muitas coisas modernosas …

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…, incluindo armários embutidos que nada ficariam a dever em relação aos nossos de hoje em dia (lembrem-se, ele estava em 1930!).

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Saímos de lá extasiados e como era a hora do almoço, pensamos em continuar com a sensação.

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Pra que isso acontecesse, nada melhor do que ir comer novamente no Il Coriandolo.

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Sim, de novo nesta instituição e pedindo outra garrafa do bianchetto Rossj Bass do gênio Gaja.

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Chamamos uma Caprese com uma ótima mozzarella de búfala e começamos a adoração.

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A Dé inovou e escolheu um Gnochette com molho de pomodorini (ótimo) …

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… e eu não me acanhei e pedi mais um Spaghetti ao Vongole Veraci.

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O garçon (que era o mesmo de ontem a noite e lembrou-se de nós) ficou só ouvindo os “hum” e “oh” que nós pronunciávamos. Por incrível que pareça, o prato estava ainda melhor que das outras vezes.

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Esta é a Itália.

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Anda tivemos tempo de passar na área de alimentação da la Rinascente, comprar algumas coisas absolutamente necessárias (vinhos, molhos, arroz, feijões) …

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… e fazermos o último passeio (desta viagem) pela Galeria Vittorio Emanuele II,…

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… pela Piazza do Scala …

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…   e pela região próxima do hotel.

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O resto é pensar que (graças a Deus) estaremos de volta no ano que vem pra comemorar mais um níver da Dé.

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Não é a toa que ela está cada vez mais bonita e mais jovem.

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Viva a Itália.

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Arrivederci e até a próxima viagem.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.
Decimo giorno toscano – Milão – Scalando Da Vinci. E em 3D.

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dcpv – sob o sol da toscana.

número 353
28/05/2013

Sob o sol da Toscana.

Você já leu o livro Sob O Sol Da Toscana, escrito pela Frances Mayes?

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Se sim, duvido que não tenha se interessado em, no mínimo, passar um bom tempinho por lá.

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E no máximo, fazer como ela e o companheiro Ed: passar cada seis meses do ano no “dolce far niente” (no caso deles, nem tanto!).

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Pois eu reli. Até por causa de uma lição de casa que utilizaremos brevemente (em tempo, esta noite aconteceu antes da nossa viagem pra lá).

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Não preciso nem dizer (somos supeitos) que tudo é absolutamente encantador.

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As situações, o clima, as paisagens, o povo, as comidas …

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E foi justamente por causa destas (cujas receitas constam no livro) que resolvi fazer uma noite toscana.

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Vamos lá, então.

Antipasti – Pimentões vermelhos derretidos com vinagre balsâmico e bruscheta de ervilhas e chalotas.

Vou aproveitar a proximidade com a Frances (quem sabe não fazemos uma refeição em Bramasole?) e descrever as receitas como estão, literalmente, no livro.

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Os pimentões são feitos assim: “Tire as sementes e corte em fatias quatro pimentões. Cozinhe em fogo baixo num pouco de azeite de oliva e ¼ de xícara de vinagre balsâmico até ficarem bem macios, por cerca de uma hora.

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Mexa de vez em quando. Os pimentões deveriam quase derreter. Tempere com sal e pimenta. Acrescente azeite e vinagre uma vez ou duas , se parecerem secos.”

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Já a bruschetta: “Pique quatro chalotas (usei cebolas). Debulhe ervilhas (usei congeladas) em quantidade suficiente pra encher uma xícara.

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Misture e refogue na manteiga até que as ervilhas estejam cozidas e as cebolas, murchas.

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Acrescente um pouco de hortelã picada, sal e pimenta. Bata rapidamente no processador de alimentos ou à mão e sirva colheradas em fatias de pão grelhadas regadas com azeite e esfregadas com um dente de alho”.

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Esta é uma entrada perfeita e que esperamos degustá-la ao vivo.

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Tão perfeita quanto a cava espanhola Freixenet que a acompanhou e que achamos “surpreendente, toscava, Demi Moore, the best”.

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Primi e secondo – Flan de alho e Frango com limão e manjericão.

O flan de alho é feito assim: “ Separe os dentes de uma grande cabeça de alho. Sem descascá-los, ponha os dentes em água fervente por cinco minutos. Esfrie e esprema os dentes de dentro das cascas. Amasse e esmague com um garfo e misture bem a duas xícaras de creme de leite.

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Leve o creme e o alho a uma fervura lenta numa panela. Acrescente um pouco de noz-moscada  ralada, sal e pimenta.

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Retire do fogo e acrescente 4 gemas de ovo, batendo bem. Derrame em forminhas individuais bem untadas. Asse em banho-maria a 175°C por 20 minutos ou até que estejam firmes. Deixe esfriar por uns 10 minutos até desenformar.”

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Já o frango é uma daquelas receitas simples e toscaníssimas: “ Numa tigela grande, misture ½ xícara de cebolas pequenas picadas e ½ xícara de folhas de manjericão. Acrescente o suco de 1 limão, sal e pimenta. Misture e esfregue os temperos em seis pedaços de frango, colocando-os num tabuleiro bem untado. Regue com um pouco de azeite de oliva. Asse, sem cobrir, a 175°C por cerca de 30 minutos. Guarneça com mais folhas de manjericão e fatias de limão”.

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Dá pra imaginar o sabor do frango junto com o flan?

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Tudo bem que o flan não enformou, mas mesmo assim ficou uma delícia.

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Tomamos um vinho tinto toscano, o Casa Vasari 2010 que foi “ipon, ari poter, os the púlice, nílon”.

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Dolci – Peras em creme de requeijão cremoso

“Descasque e corte em fatias seis peras médias e arrume numa forma untada. Salpique uma colher de chá de açúcar. Bata em creme, quatro colheres de sopa de manteiga e ½ xícara de açúcar até que fique fofo. Sempre batendo, adicione um ovo e 2/3 de xícara de requeijão cremoso. Por último, acrescente duas colheres de sopa de farinha de trigo e misture bem.  Espalhe sobre as frutas com uma colher. Leve ao forno a 175°C, sem assar demais , por cerca de 20 minutos”

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Esta torta tem que ser feita na sua casa. É só o que podemos falar!

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Eis o que os etruscos acharam deste menu:
La Bella Toscana. Nos aguarde! (Edu)
Frances Delicias Mayes. (Mingão)
Espetaquiloso! Top 10! (Deo)

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“Poderíamos nos sentar como velhos camponeses junto à lareira, tostando fatias de pão com azeite, tomando um Chianti jovem. Depois de salas repletas de pendentes renascentistas e estradinhas empoeiradas desde Umbertide, preparo pequenas enguias fritas com alho e sálvia. À sombra da figueira, onde dois gatos se enrodilharam, não sentimos calor. Já contei: a pomba arrulha 60 vezes por minuto. A muralha etrusca acima da casa é do século VIII a.C.. Podemos conversar. Temos todo o tempo do mundo.”

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É isso aí, Frances. Temos todo o tempo do mundo! Ainda mais, na Toscana!

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Arrivederci.

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dcpv – decimo giorno toscano – milão – scalando da vinci. e em 3D.

08/06/21013

Decimo giorno toscano – MilãoScalando Da Vinci. E em 3D.

Nada como estar numa cidade grande (e bacana).

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Milão é assim.

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Quer tomar café num lugar legal?

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Vá ao Emporio Armani Caffé.

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E foi o que fizemos.

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Logo após, umas comprinhas básicas pra Dé (La Perla e Wolford) …

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… e toca a andar pela cidade.

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Como estávamos perto, resolvemos dar uma entrada no famoso Museu do Teatro alla Scala.

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A visita é muito legal (as fotos são proibidas, mas …) …

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… e você fica por dentro de tudo o que já aconteceu no templo da Ópera, …

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… além de ter uma visão de como é assistir a um espetáculo por lá.

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Fizemos mais algumas comprinhas básicas (dvds de óperas, etc) …

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… e rumamos pra região do Duomo.

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Lá, sobre o piso da Galeria Vittorio Emanuele II, acontecia uma exposição muito legal sobre a vida do Leonardo Da Vinci.

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Dava pra ter uma visão em 3D de tudo o que este gênio conseguiu projetar (e algumas vezes executar) …

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… bem como, todo o seu legado artístico.

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Em suma, tudo muito interessante e instrutivo.

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Como a fome já estava batendo, resolvemos fazer um boquinha na área de alimentação da loja de deptos La Rinascente.

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Optamos por comer no Obikà, um restaurante-lanchonete especializado em muzzarellas de búfala.

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Leia (no original) o principio deles: “qui da Obikà abbiniamo la migliore Mozzarella di Búfala Campana DOP con prodotti selezionati provenienti da fattorie e aziende agricole artigianali, I cui produttori nel tempo sono diventati nostri amici”.

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Depois disto tudo, escolhemos pratos bem típicos.

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A Dé optou por uma mussarela cremosa acompanhada de pesto e pomodorini, …

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… e eu, duma bem suave com um prato de salumi.

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Ambos perfeitos e muito vem acompanhados por duas taças dum bianchetto, um Vermentino.

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Ainda passeamos (ufa, que calor) pela região. Compramos algumas coisas na MUJI e no sex shop Peck.

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Retornamos ao hotel pra descarregar a muamba, demos uma breve descansada e partimos pra 10 Corso Como, uma loja conceito, bem ao estilo da Colette, se é que você me entende.

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Andamos até que bastante (um pouco mais de meia hora) até chegarmos lá.

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E nos surpreendemos positivamente. Nem tanto pela loja (que é muito bacana, mas vende as coisas caras demais), …

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… mas, principalmente, pelo entorno.

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A rua, a Corso Como, é um boulevard,…

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… com muitas lojas diferentonas e bacanas, …

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… e barzinhos transados (é claro que fizemos uma happy hour por lá).

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Enfim, vale a visita!

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Retornamos andando pro hotel pensando em abrir o apetite.

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Afinal de contas, iríamos jantar no Il Coriandolo, um restaurante que faz parte das nossas lembranças milanesas (é a nossa terceira vez nele).

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É claro que ele continua a mesmíssima coisa (ainda bem).

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Tudo muito antigo e até o garçon que nos atendeu foi o mesmo das últimas vezes.

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Pra variar, escolhemos um vinho branco do Gaja, o Rossj Bass pra acompanhar a comida.

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Como entrada, optamos por Gamberetti (os famosos camarõezinhos) com gergelim e molho de soja. Perfeitos.

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Como principais, a Dé foi na oferta do produto do dia. Neste caso, um risoto de funghi fresquíssimos

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com trufas negras. Ouso dizer, que neste caso, nem eu faria melhor! 🙂

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Eu não ousei nada, e pedi o mesmo prato de sempre, um Spaghetti com Vongole Veraci.

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Olha, ouso dizer novamente que foi o melhor de todos os tempos.

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Tanto que prometemos voltar no almoço de amanhã, quem sabe pra comer e beber tudo igual a este jantar.

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É isto o que a Itália tem de bom. As mesmas coisas são, no mínimo, iguais ao que sempre foram, quando não, muito melhores.

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Resumindo, Milão é uma cidade a ser descoberta.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

dcpv – mendoza – dia uno – cavas wine lodge, que hotel!

07/08/13

Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

Nota do editor: nós tivemos um problema com o cartão da nossa máquina fotográfica e perdemos as fotos dos dois primeiros dias desta viagem. O jeito foi apelar pros amigos e utilizar as fotos que tanto a Márcia/Vianney como o casal Lourdes/Eymard tiraram. Portanto, não reparem se o post resultar um tanto quanto remendado. Podem ter certeza que não foi o vinho! 🙂

Era dia de se embrenhar no enomundo de Mendoza.

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Tudo bem que o sacrifício seria grande.

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Afinal de contas, acordar as 6:00 hs e com frio não é lá muito agradável, né? Mas tínhamos vôo (curto e extremamente turbulento) as 10:20 pela LAN.

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Chegamos (agora já com a Madá e o Álvaro junto conosco) e embarcamos no transfer pro hotel Cavas Wine Lodge. E que hotel!

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Ele fica no meio de videiras e os quartos são estonteantes.

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Grandes, …

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… muito bem decorados …

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…  e charmosos.

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É o mínimo que podemos falar deles.

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Aproveitamos pra conhecer tudo (a área comum também é incrível), já que separamos este dia pra curtir o local e pra dar uma descansada.
Se bem que, antes disso, a fome apertou e fomos obrigados a almoçar!

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Como o pessoal qua atende é muito atencioso, tudo estava preparado pra nossa lauta refeição (não precisa nem dizer que foi o Vianney que tirou as fotos, né?).

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O restaurante é bem bacana e não tivemos problema nenhum em escolher os pratos do menu.

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Quase todos aproveitaram pra pedir algumas empanadas de entrada e  curtir o excelente vinho Kaiken 2008 (pedimos duas garrafas).

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Tudo foi perfeito e estávamos preparados pra pedir os pratos principais.

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A Márcia e o Vianney atacaram na especialidade da casa, as carnes. Um bife de ancho para cada um e os espíritos carnívoros foram saciados.

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Já a Madá, a Lourdes e a Dé escolheram uma sopa de tomates que estava bem clara e muito saborosa.

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O Álvaro e o Eymard pediram uma massa com ragu de cabrito e eu, um maltagliatti com ragu de ossobuco.

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Todas al dente e com o molho bem característico.
Como a sede ainda era grande, pedimos mais uma garrafa dum Malbec (pra quem não sabe, a uva característica da Argentina) Luca 2007 e refletimos sobre a excelência dos vinhos mendocinos.

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Quando terminamos, já eram 17:30 hs. Foi o tempo de todo mundo dar uma descansada e aproveitar pra curtir o quarto …

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… e o visual dele.

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Veja que apesar do mau tempo, deu pra ter uma idéia do entorno do hotel. Imaginem tudo isto com sol?

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Tínhamos também uma degustação pra ser feita, mas, sabiamente, adiamos a tal pra noite de sexta.

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De qualquer forma, sobrou o jantar de boas vindas no próprio restaurante do hotel. E as 21:00 hs, estávamos a postos pra mais uma dura batalha.

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Iríamos comer e num lugar especial: na adega do lugar.

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A nossa mesa foi montada sobre uma pirâmide de vidro (praticamente um mini Louvre) e estava linda.

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Ainda sobre o efeito da almoço tardio, resolvemos todos dar uma maneirada e pedir somente um prato. Alguns (tais como a Dé e o Álvaro) apelaram e escolheram uma salada frugal como principal.

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Outros (como a Lourdes) foram de sopa de cenoura. A Márcia pediu salmão no vapor com folha de figo e risoto de quinua vermelha, …

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…, a Madá foi de chivo (o famoso cabrito) em 3 cocções com gnocchi de queijo de cabra, o Vianney pediu o tortellini com pato confit, …

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… o Eymard escolheu um cordeiro cozido por 24 hs em baixa temperatura com creme de batatas trufadas, e eu, um legítimo bife de chorizo acompanhado de batatas fritas.

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Todos, por incrível que pareça, estavam ótimos.
Experimentamos, por conselho da sommelier Márcia Lube, vinhos únicos. Um o Petit Verdot Gran Lorca 2008 e o outro, um Cabernet Franc XI Pulenta 2010.

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Olha, foi o complemento dum primeiro dia muito bom e altamente enogastronômico.

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Este passeio à Mendoza promete.

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Hasta.

Leia sobre o outro dia desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!

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dcpv – frida e diego. que casal!

número 356
25/06/2013

Frida e Diego – que casal!

Ganhei este livro, o Las Fiestas de Frida y Diego: Recuerdos y Recetas, da Patricia do excelente blog Memórias Gastronômicas quando da realização do nosso 40º Inter Blogs.

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Gostei tanto que o li inteiro (na medida em que o meu espanhol permitiu).

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E nele, além dos fatos do relacionamento explosivo deles, estão contidas ótimas receitas da mais genuína gastronomia mexicana.

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Daí a escolher um menu, foi um passito!

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Vamos lá, então, as receitas mexicanas de Frida e Diego.

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Arriba!

Bebidinha – Margarita

Manjada, mas gostosa.

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Entrada – Sopa de Ostiones.

É claro que eu tive que improvisar, já que não é mole encontrar Ostiones por aqui.

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E é mais claro ainda que eu reproduzirei todas as receitas no mais autêntico “mexicano”.

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Se acitronan la cebola (uma grande e ralada) y los ajos (dois dentes) né lá mantequilla (1/8 de barra),  añade la harina (3 colheres) y se frie unos segundos, se agregan los jitomates (3 médios pelados e picados), sal y pimienta y se deja sazonar 10 minutos o hasta que esté cozido; se añaden el água donde vienen os Ostiones (usei mariscos defumados) y el caldo de pollo (dois litros) y se deja hervir unos minutos, se agregan los Ostiones y el perejil (1/4 de copo) y se deja hervir un minuto mas.

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Se sirve bien caliente.

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E servimos quente, já que a pimenta era preponderante, como toda boa comida mexicana.

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Enfim, adoramos.

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Assim como o vinho branco argentino, o Graffigna Pinot Grigio 2012 que foi “hb, cento por cento, menas, rezistrado“.

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Principal – Guisado de filigrana o pollo frito em almendrado y Macarrones con espinacas.

Mais duas receitas bem bacanas e contendo leves adaptações de ingredientes que não encontrei nem no sex shop.

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Para fazer os Macarrones, “se lavan muy bien las espinacas (700g) y se les quitan los rabitos; se ponen a cocer con el agua que se les quedó pegada al lavarlas, sal y lo chile (coloque um pouco de pimenta). Se retiran de la lumbre, se dejan enfriar un poco y se muelen.

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Aparte, se derrite la mantequilla (3 colheres), se añade la harina ((3colheres) y se frie durante un minuto; se agregan lá leche (2 copos), la crema (1 copo) y sal y pimienta al gusto, meneando con un batidor de alambre para que no see formem grumos. Se deja espesar unos minutos y se incorporan las espinacas molidas.

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Se cuecen los macarrones (500g) en abundante agua salada hirviendo, hasta que estan al dente, se escurren muy bien y se acomodan en un refractario engrasado com mantequilla y en cuyo fondo se habrará vertido un poco de salsa de espinacas, se bañan con la salsa restante, se ponen los trocitos de mantequilla, se espoletando con el queso rallado y se meten en el horno precalentado a 175°C durante 20 minutos.

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Já pro Guisado, utilize “las piezas de pollo (coxas e peitos de frango) se salpimientan y se frien en la manteca caliente hasta que impiecen a formar, se sacan y se dejan escurrir sobre papel absorbente.

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Despos pasan por las galettas y luego por el huevo para capear y se frien ligeramente; se sacan y se escurren antes de metelas en el almendrado, donde deben reposar unos minutos antes de espolvorearse con canela y servirse.

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Almendrado – los calcahuates (os milhos) y las almendras (amêndoas) se muelen y se frien, se agregan la leche, el azucar y un poco de sal y se deja cocer la salsa hasta que esté espessa.

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Ficou uma maravilha.

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O contraste entre o doce da canela, o molho agridoce do frango e a crocância do macarrão foi preponderante.

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E o vinho tinto alentejano Mariana Herdade do Rocim 2010 não fez feio. Ele foi “Mari, duas buelas, como duela, adelita“.

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Sobremesa – Helado de Coco

Taí mais um sorvetinho.

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E me diz se você também não ficou com vontade de chamá-lo de sorvete de “cueco”? 🙂

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Para fazê-lo, basta “por sobre la lumbre todo (1 litro de leite, 1 1/4 copo de açúcar, 1 e 1/4 copos de coco fresco sem pele e ralado fino), menos o extracto de vainilla, y se deja cocer durante 30 minutos a fuego lento, se retira del fuego y se añade lá vainilla (uma cucharadita, mais conhecida como colherzinha), se deja entibiar, se licua y se refrigera; cuando está frio se mete en la heladera y se siguen las instruscciones del fabricante.

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Ficou “hermoso”.

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Eis a opinião dos chicharitos:
Hasta la vista, baby. Un espetaculo, si señor. (Edu)
Incrible Adelita (petaculo). (Mingão)
A mi me gusta mucho !!! (Deo)

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Todos sabemos que Frida Kahlo e Diego Rivera tiveram uma relação tórrida e em certos pontos, maníaca.

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Também imaginamos que com esta equação explosiva (eles + México) só poderia se esperar este resultado.

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O que não imaginávamos era que a comida que eles gostavam de apreciar seria tão interessante.

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Grato, Patricia, por nos permitir conhecer os sabores da paixão mexicana.

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Adiós.

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dcpv – nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

07/06/2013

Nono  giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária. 

Hoje seria o dia do grande contraste.

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Passaríamos a manhã na Toscana, mais precisamente em Montalcino, …

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… e depois, nos deslocaríamos até Milão, onde ficaríamos até domingo (hoje é sexta).

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Começando do princípio, fomos pra Montalcino logo cedo.

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Pra dar uma boa olhada na cidade …

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… e pra curtir a feira livre.

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Nada melhor do que fazer umas comprinhas pra nos abastecer pra viagem milanesa.

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Ainda deu tempo de “babar” mais uma vez na Fortezza

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… e tomar uma taça de Poggio alla Mura.

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Por volta das 12:00hs, zarpamos pra Milâo.

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O caminho é longo e são quase 4 horas de carro; pior, numa auto-estrada.

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Sabe que mesmo assim foi divertido? (claro que a companhia ajudou muito).

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Demos somente uma parada num Auto Grill pra abastecer o carro (a comida ficou por conta dos mimos do Castiglion del Bosco) …

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… e por volta das 16:30 hs chegamos ao Armani Hotel.

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Falar que é bacana é constatar o óbvio.

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Os quartos são modernos, espaçosos …

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… e caso você sofra de sonambulismo, …

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… tem a opção de explorar a mega-loja com quatro andares que fica logo abaixo do hotel. Haja Euros !

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Tivemos um princípio de stress ao perceber que teríamos que entregar o carro alugado. Mas deu tudo certo.

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Na volta, passamos no famoso Panzerotti do Luini (as filas são imensas) …

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… e experimentamos um (maravilhoso) de queijo e presunto.

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Passamos também na superloja la Rinascente …

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… e subimos até o último andar, onde tomamos duas flutes de champanhe, …

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… aproveitamos a qualidade da happy hour …

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… e da vista da cobertura do esplêndido Duomo.

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Como estava no caminho, demos  uma volta no Quadrilátero da Moda, …

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… percebermos a beleza de tudo (somos fãs de Milão) …

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… e voltamos pra curtir o hotel.

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Devido ao cansaço, fizemos uma reserva no restaurante do próprio hotel.

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O Armani restaurante estava tomado por brasileiros. Nos sentimos na praia milanesa.

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É claro que o lugar é hyppado e extremamente bem decorado.

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O piso é iluminado internamente e te dá a sensação de estar flutuando.

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É, realmente, como você se sente ao experimentar a sua comida.

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Começamos recebendo um piccolo como presente, uma entrada de papa ao pomodoro e rocambole de Coelho.

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Pedimos um vinho branco, o Greco de Tufo Quintodecimo que funcionou perfeitamente com tudo.

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Como entrada, resolvemos dividir um tartar de caranguejo com maionese e ervas, tomate e azeitonas. Muito bom.

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E a noite seria de peixes. A Dé escolheu um Saint Peter empanado com abobrinhas

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… e eu, uma Perca com abobrinhas, maionese de água do mar e ratatouille.

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Tudo com muita qualidade.

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Tão bom que resolvemos experimentar uma sobremesa (no velho esquema 2×1). O Mil Folhas de limão siciliano com caramelo estava sensacional.

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E melhor com um cálice do Vin Santo Castelo di Ama (coincidentemente, a vinícola que visitamos ontem).

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Enfim foi realmente um jantar de gala, assim como toda coisa que sendo da grife Armani tem que ser.

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O negócio foi pegar o elevador, descer 3 andares e descansar, porque amanhã, Milano promete.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.

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