Arquivo de julho \25\UTC 2015

dcpv – dia set – champagne – dia de Veuve Cliquot. ou melhor, de viuvinha.

15/10/14

Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

Pronto. Estávamos na região de Champagne.

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O hotel, o Le Royal Champagne é muito bom e a localização não poderia ser melhor.

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Ele fica entre Reims e Epernay (mais perto dessa), mais precisamente na cidadezinha de Champillon.

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Acordamos cerdo, tomamos um ótimo café da manhã no hotel …

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… e zarpamos pra conhecer os pontos turísticos mais famosos de Reims.

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Um deles é a catedral de Notre Dame de Reims, …

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… erguida no século 13 e tombada pela Unesco, …

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… exibe 2300 estátuas, entre elas uma que ficou conhecida como o anjo sorridente.

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Olha, é impressionante ver o tamanho desta catedral e a o opulência que as autoridades quiseram dar a este verdadeiro monumento.

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Sem contar, toda a história que está impregnada no ambiente.

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Vamos lembrar ainda de quantas vezes ela foi reconstruída após bombardeios, incêndios e outros tipos de acidentes.

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Ao lado dela, fica o Palácio de Tau, antiga residência do arcebispo.

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É mais um prédio bonito e representativo de uma época.

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Voltamos ao estacionamento (até que é bem fácil arranjar vagas por aqui) …

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… e resolvemos dar umas voltas de carro pra conhecer melhor a cidade.

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Reims é bem bonita e tem várias rotatórias interessantes.

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Aproveitamos também pra ir próximo onde fica a mítica Veuve Clicquot.

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Tínhamos um tour reservado (somente pot Internet) na Viúva.

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E foi interessante demais.

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Logo de cara, a guia explica toda a história da Madame Ponsardin. E depois disso, vem a visita propriamente as caves.

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Que são mais conhecidas como Les Crayeres.

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São adegas subterrâneas de gesso e curioso, …

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… elas tem 25 metros de profundidade …

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… e 25 km (isso mesmo!!) de extensão.

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Lá a temperatura é a ideal (10 a 12°C) …

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… e, tivemos acesso a todo o processo de fabricação deste precioso líquido.

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É claro que finalizamos com a degustação de uma taça da Grand Dame.

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Final mais feliz não poderia haver.

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Dali, resolvemos passear mais um pouco por Les Crayeres.

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Passamos também pela Taittinger (tentamos fazer um tour, mas não tinha mais vagas) …

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… e então, decidimos voltar ao centro pra comer alguma coisa.

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Foi aí que começou a chover a píncaros.

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E como chuva é vida, entramos no primeiro lugar que achamos bacana, o Bistrot du Forum.

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Ele é um daqueles simples bar a Vin francês e que, como sempre, tem os seus segredos.

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Fomos bem frugais e pedimos uma tábua de queijos …

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… e duas taças de Taittinger Brut.

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Taí um refeição bem equacionada e prazerosa. Voltamos ao hotel, com a chuva apertando muito.

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Como consequência, tivemos a possibilidade de ver a vista do nosso quarto em dois formatos completamente diferentes. O de ontem, com um por do sol radiante.

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E o de hoje, com a chuva imperando.

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Ambos são lindos e necessários pra que as uvas maturem com serenidade e criem vinhos inesquecíveis, como vários champanhes que saem daqui.

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Estávamos prontos pro jantar. Que seria no restaurante do próprio hotel, o Le Royal Champagne (Nota da redação – o hotel está fechado para reformas e só voltará a funcionar em 2017).

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A escolha foi excelente porque a chuva continuava a cair. E foi certamente a melhor refeição que fizemos até hoje, nesta viagem.

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Tudo bem que o lugar é daqueles antigões e ultratradicionais. Mas é como que um resumo do que a legítima cozinha francesa pode representar.

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Chegamos, escolhemos tudo (até a sobremesa) e a grande dúvida seria optar pelo champagne entre os zilhares que constavam na carta.

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Optei por pedir ajuda aos universitários, ou melhor, ao sommelier e não me arrependi. A indicação dele foi soberba, já que o Vincent D’Astrée esteve impecável.

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Quanto aos pratos, a Dé escolheu um blanquette de lotte au safran, petits legumes et sob emulsion ioder.

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Eu fui de Filet de bar a l’unilaterale enbeurré de vitelotes fumées et emulsion de poivres rouge a la vanilla de Madagascar. Tudo lindo e absolutamente perfeito.

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Como sobremesa, pedimos a especialidade do chef, um souflé du Royal et sob sorbet au champagne rosé. Certamente foi o melhor e mais leve suflé que comemos nas nossas vidas.

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Pra melhorar, encerramos com alguns docinhos (que macaron!).

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Olha, se você estiver na região de Champagne e resolver jogar o barco nas videiras, ops, nas pedras, este é o lugar. Nós recomendamos.

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Bom, depois disso tudo só indo dormir o sonho dos justos, logo ali, no nosso quarto.

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Ademã, que nós vamos de leve e devidamente borbulhados.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?

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dcpv – e não é que eles fizeram de novo novamente (sic)!

número 396
26/08/2014

E não é que eles fizeram de novo novamente (sic)!

Pronto! Estamos colocando pra funcionar o plano em que a cada 4 semanas, o Deo e o Mingão bolariam o menu e fariam a comida.

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Já fizemos isto uma vez e o resultado foi muito bom.
Esta seria a segunta e oportuna vez. Oportuna, porque acabamos de chegar de Miami e além de cansados (viajar cansa!!! rsrs), não tínhamos aquela usual válvula de escape de usar os ingredientes que trouxemos para compor os pratos.

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Ou então, seríamos muito criativos ao incluir roupas, eletrônicos e utensílios no menu!! 🙂
Vamos lá, então, ver o que que estes comedores contumazes aprontaram.

Entrada – Batatas à Moda Riojana.

Esta o Mingão tirou de um daqueles livrinhos da Coleção Cozinha País a País da Folha, a sobre a Espanha.
E estas batatas formam quase que uma sopa delas.

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Para fazê-la, basta refogar uma cebola pequena e dois dentes de alho (cortados bem finos) em uma panela funda, com um pouco de azeite.

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Acrescente ½ kg de paio (cortado em pedaços e sem pele).
Salteie por 5 minutos em fogo baixo.

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Acrescente 1 pimentão vermelho cortado em pedaços de tamanho médio, um pouco de páprica e pimenta malagueta. Refogue por mais 5 minutos em fogo baixo.

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Junte 1 ½ kg de batatas – descascadas e cortadas ao meio pelo Deo – salteie por 2 minutos, cubra com água, tempere e deixe ferver.
Tampe a panela pela metade e cozinhe em fogo baixo por, pelo menos, uma hora.

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Sirva bem quentinha e torça pra estar frio, como estava na grande FV.
Ficou muito bom mesmo.

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Ainda mais acompanhada duma legítima cava, a Codorniu Anna Freixenet, que foi “cunhada, irmmã, ao contrário, anacondesca“.

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Principal – Raviollonni de Cream Cheese e manga ao triplo burro.

Opa, este triplo burro não somos nós três!! 🙂
Ele é um molho feito à base de manteiga, creme de leite, temperado com noz moscada e finalizado com queijo parmeggiano reggiano.

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Já a massa (e aí o Mingão deu uma roubadinha) foi preparada pelo Valmir , um cozinheiro que tem um restaurante aqui mesmo, na grande FV, o Rotisserie Alve’z (fica na Rua das Garças, 100 – Jd Castelo). Era um raviollonni recheado com cream cheese e manga.

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Olha, ficou muito bom e certamente nos tornaremos clientes do Valmir.

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Pra melhorar, tomamos um vinho tinto, o Care Garnacha/Syrah 2012 que foi “cuidadoso, bicicletare, quércia, caríssimo“.

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Sobremesa – Doce de goiaba com queijo.

Pra variar, as duas peças, o Mingão e o Deo esqueceram da sobremesa. O jeito foi improvisar e usar um estupendo doce de goiaba (feito pela D. Vera) com um não menos, queijo holandês.

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Foi a chave de ouro!

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Vejam o que os desorientados acharam de tudo:
Tomara que esta moda pegue! (Edu)
Espetáculo ítalo-ibérico. (Mingão)
Tô cheio e feliz!!! (Deo)

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Bom, o resultado foi, mais uma vez, satisfatório.

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Acredito que este hábito, o do Deo e do Mingão, cozinharem por aqui veio para ficar. Mesmo porque, já estava na hora destes “figuras” darem um descansinho pra Dé e pra mim. (Nota da redação – Acredito que por preguiça deles, esta foi a última vez que fizeram isso. Se bem que neste último caso, eles nem tinham cozinhado tanto assim. 🙂 )

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E olha que no caso da Dé, ainda não achamos um substituto pra aquela charmosa montagem das mesas!

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Bye!

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dcpv – dia four – dublin – city tour free. é legal?

12/10/14

Dia four – Dublin City tour free. É legal?

Hoje faríamos o city tour free.

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A ideia é bem legal.

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Você passeia pela cidade com guias jovens, recebe um montão de informações e ao final, decide quanto vai pagar (esta devemos a Re).

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Iniciamos o dia, …

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… por sinal, lindo (coisa incrível por aqui, mais um belo dia de sol em Dublin), …

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… tomando o médio café da manhã que o hotel nos brindava.

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Logo depois, as 11:00 hs, tínhamos um encontro com o pessoal do tour.

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Caminhamos um pouco, até a frente do City Hall e encontramos com a turma toda (eram mais de 100 pessoas).

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Após um preâmbulo histórico, o nosso guia, o irlandês Sean iniciou o tour propriamente dito.

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A primeira parada foi no Castelo de Dublin, que coincidentemente visitamos ontem.

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É claro que com as explicações do Sean tudo ficou muito mais claro e envolvente.

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Prosseguimos passando pelos jardins do Castelo, …

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… e pelos pontos onde foi gravado o filme PS I Love You.

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Retornamos pela região boêmia do Temple Bar

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” que é um labirinto de pequenas ruas movimentado dia e noite. No coração deste recanto popular e descolado, Meeting House Square propõe concertos, espetáculos e filmes ao ar livre no verão. Uma feira de hortaliças acontece aos sábados, durante o ano todo”

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… onde demos uma parada pra tomar um bom café.

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Retornamos voltando pra região do hotel.

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Mais precisamente pra mais famosa faculdade de Dublin.

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A Trinity College é uma “perfeita cópia dos Oxford Colleges, fundado por Elizabeth I e orgulho da cidade. Os passos dos estudantes Wilde, Stoker e Beckett ainda ecoam nos amplos pátios.

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Na entrada, os anjos do campanário dominam os rubrics, antigos dormitórios que datam de três séculos.

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Na Old Library, a Long Room mantém uma cópia de cada obra publicada nas ilhas britânicas desde 1801.”

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E assim terminou o tour.

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Recomendo e muito e lembre que é de bom tom dar uma boa gorjeta para o guia.

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Resolvemos almoçar alguma coisa mais light.

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E aí lembramos do lugar onde fomos no tour gastronômico de ontem, o The Pepper Pot Cafe.

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Andamos até lá, sentamos e pedimos, eu e a Re, sandubas.

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O dela, de queijo, batata e bacon, …

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… o meu, de lingüiça e purê de maçã.

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A Dé escolheu um baguel (por sinal, delicioso) com bacon e cream cheese.

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Acompanhamos tudo com um Prosecco bem gostoso.

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E arrematamos com um típico scone, geléia de morango e Chantilly.

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Resolvemos tirar a tarde pra dar uma pesquisada em algumas lojas de coisas típicas (camisas de rugby, blusas de cashemere, etc) na região da rua mais popular de comércio de Dublin, a Grafton Str.

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Com a proximidade, fomos até o St Stephen’s Green.

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É um parque bem central e muito popular entre os dublinenses.

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Tudo bem que o frio não convidava muito a fazer este programa, mas o sol …

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… e as cores do outono eram mais do que favoráveis.

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Foi tão gostoso …

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… que chegamos a sentar num banco pra ver a vida passar.

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Retornamos pro hotel pensando se valeria ou não a pena sair pra jantar, já que tínhamos reservado um restaurante legal, o The Winding Stair.

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Ele fica numa livraria e melhor, do outro lado do rio (dá-lhe Jorge Drexler) Liffey.

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O lugar é bem bacana e a escada é bem maluca e antiga mesmo.

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Ficamos sentados bem próximos da cozinha que é à vista.

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E foi bom, porque conseguimos ver os outros pratos (que eram imensos) e fizemos o nosso pedido com consciência.

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A Re escolheu uma entrada formada por um tipo de bolinho de caranguejo, pão e salada.

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A Dé foi de couve flor gratinada, com bolinho de batatas, beterraba e salada de mini-agrião.

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Eu abdiquei do filé (era praticamente um brontossauro) por um tremendo moulles (e almeijoas) e fritas. Sensacional.

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Tomamos um Cabernet Franc francês …

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… e pedimos uma sobremesa pra dividir por 3, um brownie de cereja e canela com sorvete de baunilha.

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Foi o Grand finale de uma muito boa refeição.

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Aproveitamos pra voltar a pé pro hotel e curtir o Temple Bar, um bairro icônico e que viu grandes estrelas surgirem, como Bono Vox e o U2.

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Não, ainda não vimos a figura por aqui. 🙂

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Bye.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.

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dcpv – qu’est que ces’t que ceci?

Número 397
02/09/2014

Qu’est que ces’t que ceci?

E lá vamos nós novamente apelar pra coleção da Folha, a Cozinha País a País. Desta vez a escolhida foi a França.

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Nada melhor do que experimentar coisas diferentes, saborosas e com um pouco de creme de leite, né?

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Pois escolhi receitas não muito conhecidas por aqui, mas que tinham um formato mais aconchegante.

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Vamos lá, então, degustar (degustê??).

Entrada – Ovos mexidos com tomate e pimentão.

Mais conhecida como Piperade, esta receita é fácil de fazer e muito saborosa. Primeiramente, asse 2 pimentões vermelhos e 2 verdes na chama do fogão até que a pele comece a ficar preta. Deixe esfriar, retire as sementes, as nervuras internas e corte em tiras.

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Numa frigideira grande, com um fio de azeite, refogue uma cebola (cortada em rodelas) até que esteja tenra e amarronzada.

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Acrescente 2 dentes de alho (picados), um pouco de pimenta e os pimentões.

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Refogue por alguns minutos, antes de adicionar 1 kg de tomates – escaldados, sem pele, sem sementes e cortados em tamanho médio – tempere com sal, pimenta-do-reino e uma colher de sobremesa de açúcar, tampe e deixe cozinhar durante 30 minutos em fogo bem baixo.

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Doure 6 fatias de presunto numa frigideira em fogo alto e reserve-as, mantendo-as quentes.

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Bata 6 ovos com sal e pimenta, incorpore-os à frigideira, mexendo até que estejam bem passados.

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Coloque nos pratos e enfeite com a fatia de presunto.

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Ficou bem gostoso e com um jeitão daqueles cafés da manhã de hotéis internacionais.

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Aproveitamos pra tomar uma cava rosé, a Pinot Noir Elyssia que foi “c’est un livre, dinha, cavambu, cavanfunda”.

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Principal – Linguado à Sidra.

Eis mais um prato simpático (sympathique?).

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E se faz da seguinte maneira, este Barbue au cidre: misture uma cebola picada bem fino com 350g de cogumelos cortados em pedaços um pouco maiores.

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Unte uma travessa com manteiga e distribua sobre o fundo, metade da mistura.

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Tempere com sal e pimenta, 600g de tiras de linguado e distribua-as na travessa, formando uma só camada.

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Polvilhe com a metade da mistura restante. Bata 100g de creme de leite com 500ml de sidra (usei um Prosecco).

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Dê o ponto desejado de sal e pimenta e deixe cozinhando em fogo baixo, mexendo sempre, até que se reduza a quase metade do volume inicial. Distribua sobre o conteúdo da travessa, corte 50g de manteiga em cubinhos e distribua sobre a travessa.

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Coloque tudo no forno, preaquecido a 210°C e mantenha por cerca de 20 minutos.
Olha, este prato ficou bom mesmo.

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E pra dar um up, já que ele é bem caudaloso, fiz um arroz basmati e temperei com erva doce. Espetáculo!

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Acompanhamos com um vinho branco Sauvignon Blanc Santa Digna 2012 que foi “superbe, digno e santo, trilegal, digníssimo”.

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Sobremesa – Bolo de Cerejas Negras.

Esta a maioria das pessoas conhece. É o famoso Clafoutis.

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E chamar de bolo é muito estranho já que ele se parece muito com um pudim (sabe aqueles de pão?). Como a Dé caprichou, o resultado foi maravilhoso.

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Unte com manteiga o interior duma assadeira e distribua 750g de cerejas negras maduras, lavadas e secas, sobre o fundo (como não tínhamos tudo isso de cerejas, a Dé improvisou com um pouco de frutas vermelhas).

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Abra a fava de baunilha de cima a baixo e ferva com 250ml de leite durante 2 minutos. Retire e deixe esfriar.

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Bata 2 ovos e 1 gema numa tigela funda, acrescente uma xícara de açúcar e continue batendo até que a mistura fique esbranquiçada. Incorpore, pouco a pouco, 90g de manteiga derretida.

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Vá juntando em pequenas quantidades, 75g de farinha de trigo e o leite, batendo até obter uma massa uniforme. Cubra as cerejas.

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Asse no forno a 200°C por 40 minutos, até dourar a superfície. Retire e polvilhe com açúcar de confeiteiro.

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Estava tão bom que todos comemos pelo menos duas vezes!!

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Eis o que os “pierrezinhos” acharam de tudo:
Ce’st delicieux! Vive La France. (Edu)
Espetacu-le!!! Delicioas!!! Perfect. (Mingão)
É como Caxambu!!! (Deo)

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Bom, foi isso. Mais uma vez, os livrinhos da Folha não nos decepcionaram.

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Ainda bem que ainda temos muitos deles para serem testados!! 🙂

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Ah! Quanto ao título deste post, esta frase (acredito que a grafia esteja errada) é uma das poucas coisas que sobraram daquelas aulas de francês dos tempos do Grupo Escolar!! 🙂

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É “moleaux” ?

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