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dcpv – dia undici – itália – toscana – cidades-paradoxo.

31/07/2016

Dia undici – ItáliaToscana – Cidades-paradoxo.

Hoje foi dia de reflexão.

Porque o paradoxo existiu desde o começo da manhã.

Visitaríamos uma cidade menor, outra maior (pelo menos fisicamente).

E ao mesmo tempo, ambas bonitas.

Acordamos um pouco mais tarde (chegamos às 2 da matina do show) e planejamos ir até uma cidadezinha que fica perto do hotel, mas que não conhecemos.

É Certaldo (a terra da cebola).

E é o lugar com aquela descrição manjada “típica, medieval e encravada na colina”.

Tudo bem que chegar ao topo, onde fica Certaldo Alto não é fácil.

Mas depois de idas e vindas, com um visual de tirar o fôlego, chegamos e não nos arrependemos.

O impacto visual é imenso.

Tudo parece como uma Disney real …

… e, inclusive aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz para dar um amainada no calor, que estava no limite do suportável.

Dali, zarpamos pruma cidade considerada grande, mas não menos bonita.

Esta se chama Volterra.

Ela é muito antiga …

… e totalmente medieval.

Como toda cidade da Toscana, você não pode circular de automóvel pelo seu centro histórico (fique de olho na placa com um círculo vermelho indicando zona de tráfego controlado).

Mas encontramos um estacionamento e chegamos a tempo de cumprir a nossa reserva para o almoço, que seria no restaurante Il Sacco Fiorentino.

Escolhemos almoçar no terraço, ….

… já que o sol continuava a pino.

Pedimos um ótimo vinho branco do Antinori …

… e resolvemos dividir duas saladas: uma de atum …

… e outra de muzzarellini com milho. Ambas perfeitas.

Como principais, a Lourdes pediu gnochette, …

… a Dé um tortellini …

… e eu e o Eymard, dividimos um pici ao calcio e pepe …

… e cinghiale, o famoso javali.

Estavam ótimos.

Como sobremesa, pedimos o biscoito representante desta região, o cantuccini acompanhado de vin santo.

Aproveitamos após o almoço, pra dar umas voltas por esta bonita cidade (que redundância) …

… e comprar algumas coisinhas, …

… além de ter o prazer de passear ..

…. e conversar sem ter um plano muito bem definido.

Flanar também é muito bom na Toscana!

Retornamos ao hotel e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bel Soggiorno.

Pra sorte nossa e por mais paradoxal que seja, ele fica na, talvez, mais bela cidade toscana (ufa, é difícil escolher).

San Gimignano é realmente bonita, …

… está sempre movimentada …

… e tem uma aura “particolare”.

Além do mais, a chamada Manhatan toscana, tem em suas torres representantes lídimas do seu charme.

Como estávamos sem muita fome, pedimos um burrata pra dividir pra nós quatro.

Enquanto isso escolhemos um vinho branco vernaccia, típico da cidade, pra beber.

Como principais, a Lourdes continuou testando os risotos e desta vez foi um de funghi com açafrão.

A Dé pediu um bacalhau muito bom e estiloso.

O Eymard arriscou num galeto que estava bastante crocante e saboroso.

Eu acabei não me dando muito bem, pois o meu maialino (um porquinho) estava bastante gorduroso e com um sabor meio estranho.

Nos despedimos de “Sangimi” com um bom champanhe …

… e uma previsivel pannacota.

O restante foi caminharmos mais uma vez pela cidade …

… e perceber que, realmente, ela é imperdível pra quem está visitando esta região italiana (especialmente a sorveteria do Sr Dondoli).

Arrivederci.

.

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dcpv – dia diece – itália – toscana – e não é que chegou o dia do Bocelli?

30/07/2016

Dia diece – Itália – ToscanaE não  é que chegou o dia do Bocelli?

Era hoje o dia de ver o show do Andrea Bocelli.

Tudo começou da seguinte maneira: o Eymard viu que teria o show dele no dia 30 de julho, conseguiu os ingressos através da Teresa Perez e me mandou um e-mail perguntando se queríamos ir?

Olhamos, eu e a Dé, um para o outro e topamos na hora.

Pronto, estava criado o motivo da viagem.

Daí pra frente foi esticar um pouco antes pra França, …

… aprofundar a estadia na Toscana …

… e o show estava devidamente encaixado no nosso tour.

Portanto, acordamos cedo e fomos aproveitar a manhã toscana.

Pegamos o carro e chegamos em Colle di Val d’Elsa.

A cidade, pra variar, é bem bacana …

… e fica no alto duma colina (que novidade!).

Passeamos bastante, …

… apesar do calor reinante , …

… e resolvemos seguir em frente …

… pra revermos uma das nossas queridinhas, …

…  a belíssima Monteriggioni.

Esta é verdadeiramente um exemplo de tudo o que uma cidadezinha toscana deve ser.

É pequena no tamanho certo, …

… é todinha murada …

… é super conservada, …

… ou seja, o lugar perfeito pra tomar um aperitivo, …

… como os Aperol Spritz que pedimos.

Sem contar que a Dé retornou (esta é a terceira vez) numa loja de bijuterias finas (a Lourdes a acompanhou), …

… lugar perfeito para comprinhas e pra dar uma descansada também.

Próxima parada?

Em Castellina in Chianti, mais precisamente no restaurante Albergaccio di Castelllina …

… lugar mais do que indicado pra fazermos uma ótima refeição.

E foi o que fizemos.

Iniciamos dividindo irmanamente flores de abobrinha fritas e recheadas …

… e um bacalhau cozido em alta temperatura.

Além de uma Ferrari brut. Afinal de contas, estávamos na terra delas.

Como principais, a Lourdes experimentou o melhor risotto da viagem (até agora) , …

… a Dé escolheu um Spaghetti veggie com bastante molho ….

… e eu e o Eymard fomos no mesmo prato, uma codorna que estava divina.

Bebemos um vinho branco do Friulli …

… e dividimos um par de sobremesas que também estava muito bom.

Enfim, o Albergaccio di Castelllina vale mais do que a pena e é um restô pra ser visitado quando você estiver nessa região da Bota.

Saímos rapidamente, pois tínhamos que dar uma descansada pra nos preparar pro show do Bocelli.

Chegamos no teatro do Silenzio, na regiao rural da cidade de Lajatico e tudo impressiona.

A estrutura montada é incrível …

… e só uma pessoa visionária (sem piadinhas) como o Bocelli poderia pensar em fazer um show para 10000 pessoas …

… num lugar em que tudo tem que ser criado do zero.

Neste ano (este é o 11º), o tema seria o circo.

É o que nós vimos foi um espetáculo incrível …

… com as melhores vozes, …

… uma orquestra extraordinária, …

… com atrações de circo de primeira linha …

… e até elefantes verdadeiros!!!

Ah, com o Bocelli cantando e nos emocionando o tempo todo!

Foram duas horas inesquecíveis e certamente faremos um esforço pra assistirmos numa outra oportunidade.

A nossa alma vai agradecer (e os nossos sapatos também).

Por incrivel que pareça, ainda deu tempo de comer umas coisinhas no hotel …

… bebemorar …

… e contar elefantinhos para dormir.

Arrivederci.

.

 

dcpv – dia nove – itália – toscana – fazendo uma aula de culinária … toscana!

29/08/2016

Dia Nove – Itália – ToscanaFazendo uma aula de culinária … Toscana.

Sol. Muito sol.

Agora dá pra entender o que a Frances Mayes queria dizer com sob o sol na Toscana.

Acordamos, tomamos um bom café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra Siena.

É quase uma hora dirigindo em estradas confortáveis e com um ótimo visual.

Aproveitaríamos pra fazer, os quatro, uma aula de culinária na Scuola di Cucina di Lella.

Como curiosidade, eu e a Dé já tínhamos feito uma destas há 8 anos e que foi relatada aqui.

Chegar lá até que foi tranquilo.

E a aula foi mais ainda.

A ideia toda é você ajudar a Lella a executar um menu completo e logo após, degustar o produto final no formato de almoço.

Éramos em 10 (de várias nações) no total e a comunicação rolou tranquila (em italiano, inglês e até um pouquinho de português).

Como entrada fizemos um flan de pecorino com molho de pêras.

Este prato nos surpreendeu por, aparentemente, não ser uma coisa tão toscana, mas esta mistura do salgado do flan …

… com a doçura do molho de pêras, deixou tudo muito saboroso e italiano.

Para o segundo prato, cada um de nós preparou a própria massa, …

… que foi um pici, …

… uma pasta feita com farinha e água …

… e que foi moldada a mão. Uma verdadeira aula de culinária.

Como molho para acompanhar, um ragu de carne de porco moída …

… feito com uma base de legumes cortados finamente, vinho branco, caldo de carne e bastante tempo de fogão.

Já para o principal, aprendemos a fazer um Cinta Senese, uma carne que foi grelhada bastante …

… e que depois foi cortada finamente como se fosse um rosbife, …

… acompanhada de echalotas refogadas.

Finalizando, a sobremesa era Ricciarelli, um biscoito típico à base de amêndoas e essência de laranja.

Resumindo, depois de todos fazerem tudo, …

… a Lella e os seus ajudantes Lívia e Francisco …

… seviram todas as receitas numa sequência muito boa …

… de pratos tipicamente toscanos …

… e representantes legítimos da sua culinaria tão simples e peculiar.

Satisfeitos e felizes, saímos de lá …

… pra dar uma passada no centro nevrálgico de Siena, a Piazza del Campo.

O calor era saárico, as subidas fenomenais e de repente, esta beleza arquitetônica se descortina para nós.

Não teve como não aproveitarmos a oportunidade e tomar um champagne bem gelado pra agradecer tudo o que vida nos proporcionou.

Voltamos para o estacionamento da cidade e para o hotel.

Fizemos uma pequena mudança nos planos e optamos por tomar um banho, pra dar uma refrescada (a temperatura passou de 35ºC hoje) e partir pra jantar em San Gimignano.

Pedimos uma dica pra pessoal do hotel e ela nos indicou o San Martino 26.

Que fica na rua San Martino, 26! Daaaaaaaammmmm!

O lugar é bem bacana e chega a beirar a um kitsch chic.

A Dé e a Lourdes dividiram uma “la caprese” como entrada, que tinha como particularidade o sorvete de queijo pecorino.

O Eymard foi de “il bacalà, mantecato, in tempurá e lo strudel”.

Eu, escolhi “carpaccio di manzo, di maiale, di anatra affumicata” que mais parecia um jogo da velha saboroso!

Tomamos um Sauvignon Blanc “spetchialle” (como diria o Eymard) …

… e partimos para os principais.

A Dé e a Lourdes novamente dividiram um prato, o “il riso violane nano, peperone giallo, semi di sésamo e burrata”.

O Eymard escolheu “la pasta fresca al ragu crudo, sofrito di yogurt e crema di latte”.

Eu, louco que sou, fui de “gli spaghetti alle vongole, arancia e latte di mandorle”. Tudo muito bom, com exceção do risotto que, pra variar, estava levemente passado! rs.

Harmonizamos com um ótimo Chardonnay do Friulli.

Enfim, foi uma comida excelente e que nos deixou muito felizes.

Quer dizer, nem tanto. Ainda aproveitamos pra passear …

…. nesta magnífica cidade e além de curtir o visual, …

… tomarmos um sorvetinho do Dondoli, um verdadeiro campeão dos gelatos.

É, San Gimignano é mesmo uma cidadezinha especial …

… e muito fotogênica.

Que venga lo Bocelli!

Arrivederci.

.

 


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