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dcpv – giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.

02/10/2017

Giorno tre – ItáliaToscana –  Antinori, o visionário.

E voltamos com o sol da Toscana.

Ele brilhou muito.

Sorte nossa, porque hoje faríamos uma visita ao Antinori nel Chianti Classico.

Tomamos o nosso café da manhã caseiro rapidamente e rumamos pra lá.

A chegada é impactante.

A arquitetura da vinícola é espetacular.

É o mínimo que podemos falar de uma obra tão bonita …

… e ao mesmo tempo, tão integrada com a natureza.

Fizemos a reserva do tour completo pela internet e chegamos no horário (ela fica bem perto da nossa casa).

Como optamos pelo passeio falado em italiano, ele foi privado, já que éramos só nós dois (eu e Dé) e a guia.

A recepção e a sala de espera não ficam atrás no quesito modernidade.

É tudo muito interessante.

Iniciamos o nosso espanto propriamente com um filme explicando toda a saga dos Antinori.

Eles estão no ramo de vinhos desde os idos de 1300 (são mais de 25 gerações).

E se tornaram num gigante deste mundo tão particular.

Logo depois (o filme dura uns 20 minutos) fomos pra cobertura do prédio, onde videiras estão plantadas e com o mesmo solo original.

O prédio foi construído enterrado numa colina original e é na sua cobertura que fica o restaurante onde almoçaremos.

E é lá também que fica a produção de vin santo.

Entramos no prédio propriamente dito e tivemos mais algumas surpresas.

Todo o lugar parece um laboratório e daqueles de ficção científica.

Os barris de carvalho húngaro (produto do próprio Antinori) repousam como se fossem bebês num berçário.

É simplesmente espetacular.

Faltava a degustação.

E ela veio à la grande.

Experimentamos um vinho branco, o Cervara, um Brunello, um Chianti, o Badia a Passignano e o icônico super Toscano, o Tignanello.

Não precisa nem dizer que adoramos tudo…

… mesmo porque a sala era toda envidraçada e ficava suspensa sobre o lugar onde os barris estavam descansando.

Um sonho!

Depois de curtir bastante todos os vinhos, …

… fomos pra cobertura almoçar (o prédio da vinícola está embaixo das videiras).

Iniciamos como entrada, com os ravioli al dente indicados pelo menu.

A Dé, que não come carne, escolheu um bacalhau como principal.

Eu fui de costeletas de cordeiro.

Tudo excelente e brilhante …

… além dos vinhos, que harmonizaram perfeitamente.

Foram mais três …

… mesmo porque o branco doce acompanhou …

… o prato de queijos italianos especiais.

Totalizamos quase cinco horas de puro prazer.

Recomendamos este passeio para todos que vão a região do Chianti na Toscana …

… especialmente aqueles que não gostam de vinho, se é que estas pessoas existem! 😄

Ah, aos que gostam, também!

Ainda demos uma obrigatória xeretada na ótima lojinha.

Aproveitamos a proximidade e passamos em Greve em Chianti …

… pra comprar alguns queijos e salames na famosa Antica Macelleria Falorni.

Eis outro lugar imperdível por aqui.

Também visitamos San Casciano di Val di Piesa.

É uma cidadezinha tranquila …

… onde aproveitamos pra tomar um gelato (estava muito calor) e conversar bastante, sentados num banco.

Nos sentimos verdadeiros locais.

E onde fica a hospedagem na nossa Villa Toscana?

Apareceu na comodidade de se chegar em casa …

… e ver um dos mais bonitos pores do sol das nossas vidas.

Tudo isso com uma trilha sonora escolhida pela Dé, onde “Fly Me to the Moon” (quer ouvir? Coloque o nome da música no Spotify) foi tocada de todas as formas maravilhosas possíveis.

Este é o nosso verdadeiro Sob o Sol da Toscana.

O resto foi terminar a noite em casa tomando um bom bianchetto (o mesmo ótimo Cervara do almoço ) …

… e entender o porque do Benigni ter dito que a vida é bela!

Viva a Itália e …

… arrivederci.

.

 

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dcpv – giorno due – itália – toscana – um simples domingo.

01/10/17

Itália – Giorno due – Toscana – Um simples domingo.

O dia amanheceu broncolhão e chovendo.

Não podíamos reclamar, já que estamos cansados de saber que as uvas precisam de água. 🙂

Demos aquela descansada, tomamos um café da manhã frugalíssimo …

… e zarpamos pro almoço no restaurante Arnolfo (a Lourdes e o Eymard acabaram de ir lá e adoraram), um dois estrelas Michelin e integrante da rede Relais & Chateaux (viu, Márcia?).

Ele fica numa cidade lindíssima, a aprazível Colle di Val d’Elsa.

Toda a vista lateral dela é muito dramática e impressionante.

Chegamos ao Arnolfo e fomos muito bem recebidos pelo proprietário/chefe, o Gaetano Trovato.

Mais uma vez o meu poder de convencimento foi testado, já que eles só oferecem menus degustação.

Se bem que a Dé até que gostou, porque eles têm a opção “architteture vegetale”.

Eu aproveitei e escolhi o “essence del território”.

É claro que o chef nos mandou alguns agrados antes de, propriamente, iniciarmos os trabalhos.

O menu completo da Dé foi o seguinte (me desculpem, mas não anotei o descrição dos pratos):

O meu, baseado em carnes, teve os seguintes pratos:

Comemos bem demais (e muito) …

… tomamos um ótimo Chianti Classico Isole e Olena, …

… e adoramos ver como os chefs italianos cozinham e se preocupam em saber se você, o cliente, está satisfeito.

Saímos felizes, saboreando a cidade e suas vistas, …

… e ainda passamos em Impruneta, para dar uma olhada na festa mais típica que existe por lá, a Festa da Uva.

Olha, é divertido ver a quantidade de pessoas que se deslocam pra curtir um desfile de carros alegóricos.

Tudo bem que eram todos italianos!

Enfim, foi um domingo agradável e só nos restou, comer uns frios em casa, …

… tomar um bom Chianti …

… e contar carneirinhos em italiano.

Uno, due, tre, zzzzzzz.

Arrivederci.

Acompanhe o primeiro dia desta epopéia:
giorno uno – Itália – Toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

.

 

dcpv – giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

31/10/17

Itália – Giorno unoToscana, amore mio ou o início duma bela jornada!.

E não é que chegou o tão esperado dia?

Tudo começou com um sonho, que logo depois virou um plano e que agora, se transformou em pura realidade.

Seriam 4 semanas vividas numa bela villa toscana, a La Pietrina, pra comemorar conjuntamente os meus 60 anos e também os do meu compadre, o Mingão.

Encontrar uma casa não foi fácil e com a ajuda do Marcello Britto, chegamos a uma típica construção toscana localizado em Impruneta, uma cidadezinha bem próxima de Florença. Feinha, né?

Pousamos em Milão, pegamos o carro e partimos pra ficar uma noite em Bolonha.

Terra da mortadela e do molho homônimo, nos divertimos muito por lá, apesar do pouco tempo.

Aproveitamos o percurso pra conhecer o restaurante Marconi, que fica em Sasso Marconi.

Foi uma refeição muito interessante e totalmente fora do esperado nesta região da Itália.

Veja o fotoblog do piccolo menu degustação (cuidado, as cenas são violentas)

Chegamos em Impruneta por volta das 16:00hs.

O caminho pra chegar na casa é muito curioso.

Em muitos lugares da estrada (se é que podemos chamar assim) mal cabe um carro.

Mas a casa, a Pietrina del Quintole, é um espetáculo!

Tudo é muito antigo e ao mesmo tempo, moderno e admirável.

A cozinha, …

… os quartos, …

… as salas, …

… a piscina, …

… e o por do sol.

Ah, o por do sol Toscano acompanhado por duas belas taças dum bom Chianti te deixam cada vez mais encantado.

Curtimos muito, …

… verificamos tudo o que a Toscana pode nos proporcionar …

… e fomos jantar frugalmente num restaurante próximo e típico, o I Tre Pini.

Pizzas …

… e um buonno vino rosso.

Satisfeitos, voltamos pra nossa villa, aguardando pelo ótimo sono dos justos.

Afinal de contas, são 5 horas de jet leg e …

…a aventura está só começando.

Arrivederci.

.

dcpv – dia quattordici – toscana – visitando o castello di ama e o piccolo inhotim novamente.

04/08/2016

Dia quattordici – Toscana Visitando o Castello di Ama e o piccolo Inhotim novamente.

Nós já estivemos no Castello di Ama em 2013.

E nos obrigamos a retornar.

Porque realmente vale a pena.

É uma visita à vinícola totalmente diferenciada e interessantíssima.

Bom, acordamos cedo, tomamos o café da manhã no hotel …

… e rumamos pra Gaiole in Chianti.

É lá que fica o Castello di Ama.

Foi quase 1,5 hs dirigindo …

… mas só o prazer de desfrutar da paisagem toscana (e da companhia), já ameniza tudo.

Chegamos no horário …

… e a nossa guia já estava nos esperando.

O tour vinícola é bacana, mas nada além do esperado (né, Re?).

Já o tour artístico é espetacular.

O dono da vinícola resolver instalar um monte de obras contemporâneas no espaço …

… e você acaba passando por todas elas.

Temos trabalhos do Anish Kapoor, da Louise Borgeaus, do Chen Zhen e de mais um montão de artistas renomados.

Segue o fotoblog com as instalações:

Este do Anish Kapoor não é sobre o eclipse! 🙂

É claro que a degustação final foi especial.

Enfim, uma visita ao Castello di Ama Ama torna-se obrigatória quando se está na Toscana.

E será mais ainda, se você fizer uma reserva no seu restaurante.

A comida é caseira (que beleza!) e com um ótimo preço.

Como entrada, a Lourdes e eu pedimos pappa al pomodoro.

O Eymard escolheu uma torta de pecorino.

A entrada da Dé, a pepperonatta, veio junto com o principal dela, polpetinni.

O Eymard e eu pedimos lasanha.

Já a Lourdes foi de tortelli com ragu bianco.

O vinho foi delicioso. Pedimos o Vigneto La Casuccia 2011 da casa que era simplesmente uma beleza.

Dali, fomos pra Greve in Chianti, pois queríamos visitar a Antica Macelleria Falorni.

Este estabelecimento é muito antigo mesmo…

… e é especialista em frios.

É praticamente impossível passar por lá sem comprar …

… ou experimentar várias coisas.

Subimos um pouquinho e fomos conhecer uma cidadezinha pequena (?), pacata e bem bonitinha.

Ela se chama Montefioralle.

A sensação que se tem nesse lugar é que o tempo não passa, ou passa rápido demais! Rs

Aproveitamos a proximidade pra conhecer a Badia a Passignano (e dá-lhe Antinori).

Ela também é muito bonita …

… e certamente, poderia estar no Vale do Loire.

Fizemos o caminho de volta para o Castello Banfi com muita disposição …

… e já pensando no jantar.

Que seria no restaurante do hotel do Ferragamo, o Castiglion del Bosco.

Optamos por comer na Il Canônica que é um pouco menos luxuoso que o restaurante estrelado.

Acontece que tivemos um superproblema com o GPS (a Fiorina) e quase não chegamos a tempo, tamanho o lugar estranho que ele nos enfiou.

Foi uma verdadeira aventura com o piloto Eymard barbarizando ao volante.

De qualquer forma, voamos, chegamos e ficamos felizes pela acolhida.

Como não estávamos com fome, pedimos o básico.

A Lourdes, o Eymard e a Dé foram de bacalhau. E estava muito bom.

A particularidade é que a comida era a mesma, mas os pratos cerâmicos eram diferentes.

Muito diferentes e belos.

Eu inventei um pouco e pedi um purê, quase uma sopa de feijões brancos com polvo e camarão. Também estava muito bom.

Tomamos dois vinhos brancos e pronto.

Estávamos liberados pra dormir o sono dos justos e numa cama mais do que confortável.

Sem contar o tremendo céu estrelado que a Toscana nos mostrou.

Arrivederci…

… e até próxima, Itália.

.


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