Arquivo para junho \29\-03:00 2019

dcpv – dia shi – japão – tóquio – shibuya e meijin jigu, multidões japonesas.

29/06/2019 (vivido em 07/04/2018)

Dia shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.

Dia de passear por lugares populares na capital nipônica.

Acordamos um pouquinho mais tarde, fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel …

… e encontramos a Toshico, a nossa guia no lobby.

A ideia seria darmos um pulo em lugares famosos que ainda não conhecemos em Tóquio.

Pegamos o metrô (apesar da língua, a sua utilização é muito simples e fácil) …

… e fomos direto pra Omotesando.

É lá que fica o templo xintoísta Meiji Jingu.

Ele foi construído por mais de 100000 voluntários em 1920, …

… em honra ao imperador Meiji.

O lugar é adorado pelos japoneses …

… e no Ano Novo, mais de 2 milhões de pessoas vão lá pra receber as suas bênçãos.

Ou seja, o crowd é dos grandes.

E hoje não foi diferente.

Mas uma coisa é verdadeira.

A paz de espírito que você tem ao cruzar os Toris …

… e respirar aquele ar puro …

… da floresta artificial que lá existe …

… (mais de 40000 árvores foram plantadas pela população há 100 anos) …

… é inenarrável.

Tudo te deixa num estado que é praticamente meditativo.

Só nos restou agradecer e continuar o passeio.

Conhecemos toda a região.

Harajuku, …

… com as multidões …

… consumindo …

… e fazendo qualquer coisa …

… pra se destacar no meio de toda esta gente.

Depois, passamos pela Omotesando Str …

… com suas lojas de grife …

… e com uma disputa diferente.

Uma boa parte delas contratou arquitetos famosos …

… pra fazerem projetos bacanas …

… e que se destacassem.

Ou seja, o resultado visual é incrível …

… e muito interessante.

E mesmo assim, ainda sobra bastante espaço …

… pra lojas tradicionais de produtos típicos japoneses …

… assim como, aquelas com tranqueiras …

… que você a princípio, acha que não vai se interessar …

… e de repente, encontra um monte de coisas “indispensáveis” pra sua vida. 😊

É verdadeiramente muito engraçado.

O nosso tour terminou em Shibuya.

Sim, aquele famoso cruzamento em que milhões de pessoas …

… cruzam as faixas de pedestres …

… ao mesmo tempo …

… e que também te deixa maravilhado …

… com a educação dos japoneses.

Sensacional!

A Toshico nos deixou e aproveitamos pra explorar um pouco mais a região.

Encontramos uma loja de deptos, bem legal, a Loft …

… e como estávamos bem cansados, optamos por voltar ao hotel.

E de metrô.

Foi muito divertido e prático.

Em meia hora, estávamos comprando coisas na loja gourmet do Mandarin, …

… almoçando …

… e saindo pra explorar a região, …

… especialmente, a loja Coredo, …

… composta de três prédios com muitos restaurantes …

… e algumas lojas muito interessantes.

Voltamos mais uma vez pro hotel, pois tínhamos que arrumar as malas, …

… já que amanhã, iremos pra Kanazawa de trem.

Pra facilitar também, já que sairemos cedo, optamos por jantar no restaurante “itariano” do Mandarin. Curiosamente ele se chama K’shiki.

E, mais uma vez, fizemos uma refeição com um visual incrível. Como entradas, a Dé foi de burrata …

… e eu de lula (ops).

Já como principais, a Dé escolheu um ravióli ao plin …

… e io, um spaghetti ao vôngole.

Dá pra perceber como os vôngoles nipônicos são grandes, né?

E, mais uma vez, notamos a educação e a simpatia dos japoneses.

Será que um dia seremos/teremos alguma coisa parecida no Brasil?

Otsukaresama deshita!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.

.

 

dcpv – dia san – japão – tóquio – hakone e o inhotim nipônico.

26/06/2019 (vivido em 06/04/2018)

Dia san – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.

O dia estranhamente amanheceu nublado.

Apesar da previsão, que informava muita chuva, ficamos otimistas.

Afinal de contas, ficava uma dúvida no ar: será que conseguiríamos ver o famoso Monte Fuji?

Tomamos o poderoso café da manhã do Mandarin Oriental …

… e encontramos a nossa guia, a simpática Toshico, que nos levaria pra Hakone.

São quase duas horas de carro.

E lá fomos nós, belos e fagueiros.

O sol nos acompanhava …

… e o passeio e o nosso papo estava muito bom.

Aí começou o pequeno drama, o tempo mudou e uma chuva forte chegou, com bastante vento.

Esta cidade tem realmente esta tradição, já que ela fica numa região bastante montanhosa.

O destaque positivo foi que, por causa da temperatura mais baixa, conseguimos ver algumas belas cerejeiras floridas.

Chegamos pra pegar o cable car e más notícias: por causa do forte vento, o serviço estava paralisado e sem previsão para voltar a funcionar.

Resolvemos subir de carro mesmo e quando chegamos, a situação estava brava.

O vento forte, o frio e a chuva não nos deu outra alternativa, a não ser aproveitar a lojinha de souvenires.

Compramos algumas coisas e aproveitamos para experimentar uma iguaria: ovos cozidos em água quente e vulcânica.

Kuro Tamago, este é o seu nome, é um ovo com casca preta e que é realmente um ovo cozido.

Comemos todos e quando pensamos em ir embora, um milagre aconteceu.

O céu se abriu e conseguimos ver não somente os vapores de enxofre na montanha …

… como tivemos uma bela vista do vale.

Voltamos para o carro e tivemos a notícia de que o passeio de barco pelo lago Ashi também estava cancelado por causa do forte nevoeiro.

Resolvemos então nos aventurar e ir pro Hakone Open Air Museum.

Ele é um tipo de Inhotim.

As obras de arte estão, na sua maioria, ao ar livre …

… e se relacionam com a natureza.

É verdadeiramente imperdível.

No nosso caso, mais um milagre aconteceu, porque ficamos quase duas horas por lá e nenhuma gota caiu.

Pelo contrário, até alguns lampejos solares nós tivemos.

O circuito todo é bastante grande …

… e tiramos muitas boas fotos.

Segue o necessário foto blog:

Inclusive, as famosas cerejeiras floridas estavam por lá …

… e nos ofereceram a oportunidade de …

… agradecer pelos belíssimos momentos que presenciamos …

… ao sentirmos a união entre tudo o que o homem pode fazer de belo, …

… quanto o que a natureza faz.

Ah, lá também tem um pavilhão do grande mestre Picasso que é incrível.

Infelizmente, as fotos são proibidas, mas fica a dica.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente por lá …

… e zarpamos pra conhecer um novo museu.

E lá só tem arte japonesa.

Narukawa é bastante interessante …

… e tem como bônus, uma tremenda vista do lago Ashi.

É estonteante …

… e chegamos a agradecer pelo tempo estar ruim e não sermos obrigados a fazer um passeio meio que brega por um barco de piratas (???).

Para finalizar com chave de ouro, fomos conhecer a Maruyama.

Eles trabalham com marchetaria (madeira)…

… e o resultado final são objetos muito delicados e bonitos.

Além de tudo, algumas das caixinhas contém segredos para serem abertas.

Enfim, é lindo e foi muito divertido.

E onde entra o Monte Fuji neste história?

Ele estava lá longe, mas não conseguimos vê-lo.

Paciência, pelo menos o vimos num origami que a Toshico nos ensinou a fazer.

Voltamos para o hotel (mais duas horas de carro) …

… e aproveitamos pra dar uma passeada e reconhecida na região.

Ele fica em Nihonbashi.

E por aqui, encontramos uma tremenda loja de deptos tradicional, a Mitsucochi e…

… uma central de lojinhas modernas legais e cool, a Coredo.

Ufa, depois disso só nos restou jantar.

E num lugar bem legal. O Sant Pau, da chefe espanhola Carmen Ruscalleda, é um R&C e filial do homônimo em Barcelona. Comida “espanhora”!

Apesar de haver menu degustação, também existe a opção a la carte. E foi ela que escolhemos.

Optamos por dividir uma entrada, que seria “Iberian pork Joselito, bread and tomato”, o famoso pam amb tomaquet de Barcelona na sua maior expressão.

Como principais, a Dé escolheu “Cod roasted almonds, iberian ham broth, nanchana and green beans”. Um peixe maravilhoso.

E eu comi o meu primeiro Wagyu. Este a gente também nunca esquece e estava perfeito.

Tomamos três vinhos catalães excelentes.

E com o café, recebemos caixinhas de mignardises que foram devidamente apreciadas.

Enfim, certamente foi a melhor refeição da viagem (até agora! 😀).

Esta mistura de cozinha catalã com ingredientes nipônicos foi destruidora.

Ki wo tsukete!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.

.

 

dcpv – dia ni – japão – tóquio – a primeira sakura a gente nunca esquece.

05/04/2018

Dia ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.

Hoje seria dia de começar a desvendar o mistério japonês.

E ele, o dia, iniciou bem broncolhão.

Tomamos o café da manhã, excelente por sinal, …

… e fomos encontrar com a nossa guia no saguão …

… pra fazer o nosso tour pela capital japonesa.

Optamos pelo formato mais raiz, sem carro.

Ou seja, andaríamos bastante e quando as distâncias forem grandes, usaríamos táxi, metrô ou até barco.

Saímos de táxi pra ir ao Palácio Imperial.

A maioria das pessoas diz que este passeio é meio que uma furada, mas nós gostamos.

Não que seja a oitava maravilha do mundo, mas dar uma passada por lá pra ver os jardins extremamente bem cuidados, …

… além de saber que a distinta realeza japonesa mora lá é muito interessante.

A clássica foto da ponte de pedra, a Nijubashi, foi tirada …

… e próximo do castelo, tivemos a nossa primeira visão da sakura.

Realmente, ver as cerejeiras floridas e tudo o que elas representam é muito emocionante.

Você fica praticamente sem fôlego …

… e dá uma vontade danada de não parar de admirar.

E olhe que o pico da floração já tinha passado há alguns poucos dias.

Enfim, é um espetáculo imperdível da mamãe natureza.

De lá, seguimos também de táxi, para o Hamarikyu Garden.

Ele é um jardim tranquilo, …

… com uma vegetação bem interessante …

… e com cerejeiras floridas …

… e diferentes …

… além duma casa de chá no meio do lago …

… onde pudemos relaxar um pouco …

… para continuar o nosso tour.

Que seria de barco.

Mais precisamente, de barco pelo rio Sumida.

Foi quase uma hora de puro prazer (e relax, já que o jet leg estava pegando).

É outro passeio que alguns não recomendam, mas que adoramos.

Primeiro que foi um ótimo meio de chegarmos a Asakusa, um bairro charmoso que fica no outro extremo da cidade.

E segundo, que as paisagens da cidade são imperdíveis.

Além de termos uma visão completamente diferente do visual de Tokyo.

Ainda conseguimos ver um prédio duma cervejaria onde mais uma vez o Philippe Starck despejou o seu talento.

Ficou estranho, mas resultou em grandes fotos, …

… ainda mais com a presença …

… da SkyTree, …

…a famosa torre da cidade.

Já em Asakusa, passeamos no meio da multidão …

… e chegamos na Nakamise Street.

Esta ruazinha é cheia de lojinhas, lugares pra comer …

… e com um forte alto astral.

Quando você passa pelo portal do templo Sensoji, …

… a tua imaginação vai longe.

Afinal de contas, são vários anos (mais de 300) que a fé de muitas pessoas é depositada neste lugar.

Aprendemos vários rituais com a nossa guia.

Como se purificar com a água para adentrar ao templo.

Como tirar a sua sorte, que vale por um ano.

E como comer street food japonesa.

Que neste caso, foram bolotas duma massa pegajosa, recheada com camarão e polvo e que resultou curiosa.

O tour estava quase terminando?

Nananinaná.

Aproveitamos pra passear de metrô (facílimo de usar)…

… e zarpamos para Ginza.

Que é o bairro mais chique e onde estão as grandes lojas de departamento …

… e as de grife.

Fomos na maior daquelas, a Mitsukoshi e demos uma boa olhada na Depa-chika dela.

Depa-chika é o departamento de comidas.

E que comidas, meus senhores.

São dois andares (no subsolo)…

…de puro prazer.

Muita comida pronta, muito ingrediente de primeira; …

… isso tudo você vai encontrar lá.

Ainda subimos para o terraço, pra comer sobás.

E curtimos o tal macarrão com um caldo de peixe bem apurado e tempurás.

Ainda deu tempo de passear pela Mikimoto, a loja caríssima de pérolas …

… e pela YtoYa, uma loja com 12 andares só de papelaria (grato Marcie, pela dica).

A Dé quase surtou …

… tanto, que prometemos voltar pra fazer umas comprinhas.

Pegamos mais um táxi e decidimos retornar para o hotel pra dar uma descansada…

… já que tínhamos um jantar reservado num francês (??) que fica bem próximo.

Tanto que fomos a pé e foi bem divertido, já que encontrar qualquer coisa sem auxílio em Tóquio é bem complicado.

Surpreendentemente, encontramos o La Bonne Table com facilidade e o lugar é muito bacana e bastante descontraído.

A surpresa foi que a única opção seria o menu degustação.

A Dé chiou um pouco, mas não teve como escapar. 😃

Iniciamos com uma salada com ingredientes muito frescos (tudo km0) e um molho cítrico especial.

Continuamos com shitake muito bem temperados e recheados com queijo e castanha.

O tom de tudo era semiveggie e os aspargos crocantes com vieiras, ovo molet e molho de laranja caíram muito bem.

Enquanto conversávamos, ou tentávamos, com o engraçado garçon, chegou o talvez melhor prato da noite, uma sopa de cebola com gnocchi, beterraba e espinafre. Sensacional.

Chegamos cansados ao último prato que foi frango assado, com molho madeira e bambu frito. A Dé adorou e só comeu os bambus. 🙂

Tomamos duas taças de vinho pra contrabalançar o friozinho …

… e terminamos com a belíssima e gostosa sobremesa, um creme de morangos, leite condensado e algodão doce.

Foi a chave de ouro de um ótimo jantar.

É, este dia foi tão grande e proveitoso quanto a eficiência e a educação do povo japonês.

Será que algum dia chegaremos lá?

Mata aimashou!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.

.

dcpv – dia um/ichi – dubai/tóquio – as coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! e o japão …

19/06/2019 (03/04/2018)

Dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! E o Japão …

Nada como realizar um sonho antigo.

E este nosso (mais da Dé do que meu, confesso) de conhecer o Japão era um deles.

Colocamos em prática até que facilmente (gracias, Teresa Perez) e uma dúvida logística nos afligiu.

A resolvemos quando decidimos fazer pit stops em Dubai (uma noite na ida e quatro na volta).

Isso também seria muito interessante, já que estivemos lá há 11 anos e tudo estava em obras.

Desta vez, veríamos todo o progresso e como as coisas se encaminharam.

Ou seja, fecharíamos um ciclo.

Ir por Dubai significa utilizar os maravilhosos serviços da Emirates.

Parêntese: no início do meu trabalho no Veran, existia um colaborador chamado Tio Léo que era, digamos assim, um pouco “paieiro”.

Ele, certa vez, disse que viajou de avião e que pra confirmar, afirmou que nele existia um bar pra você tomar “umas”.

Todo mundo deu risada e este fato ficou na minha cabeça. Afinal de contas, nunca tinha visto um bar num avião.

Pois bem, quero declarar que o Tio Léo era um visionário e que bares existem nos aviões.

Pelo menos, nos da Emirates eles existem e são admiráveis.

Nada como você esticar as suas pernas, tomando uns “bons drinks” e entrar num clima bacana pra sua chegada no destino.

Chegamos em Dubai as 23:00 hs (este horário é meio escroto) e foi só o tempo de ver o bom quarto do hotel Vida Downtown pra encostar na cama e dormir.

Ah, deu pra dar uma espiada na janela e observar que Dubai continua fascinante.

Pela manhã, acordamos ainda sonados (são 7 hs de fuso), tomamos o ótimo café da manhã do hotel e …

… resolvemos o que fazer, já que não tínhamos uma programação definida.

Mas adianto que o dia foi extremamente agradável.

Iniciamos indo conhecer a nova big atração de Dubai.

Todo mundo sabe que a cidade parece realmente uma obra de arte moderna.

São muitos prédios diferentões e bem malucos.

E seria muito bom ter uma moldura pra estes quadros,  né?

Pois foi o que fizeram.

Dubai Frame é uma construção que simplesmente é a maior moldura do mundo.

É impressionante.

São duas torres com 150 m de altura, …

… interligadas por duas passarelas, …

… sendo que na inferior, você vê um pequeno museu contando a história da Dubai simples e anterior a este progresso todo.

Já na superior, você tem vistas espetaculares de toda a cidade, …

… e a curiosidade de passear por um piso de vidro.

Enfim, é um programa imperdível.

Pra entrar no clima da viagem, aproveitamos a proximidade (use táxi em Dubai. É bem barato) …

… pra almoçar no melhor japa da cidade (era um treinamento).

Zuma é parte de uma cadeia de estabelecimentos e tem um ambiente muito agradável.

Como ainda não estávamos muito adaptados ao fuso e sem fome, pedimos somente algumas entradas pra dividir: edamame salgado, guiosas e termpurá de legumes,…

… além de duas taças dum ótimo rosé francês, que ajudou a aplacar o calor reinante.

Voltamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e fomos andando até o Dubai Mall.

Percebemos o óbvio.

Incrível como a cidade está bacana.

Tudo funciona bem e com um visual de tirar o fôlego.

É claro que a atração máxima permanece sempre onipresente.

Burj Khalifa, o maior prédio do mundo, é visto de qualquer lugar…

… e quanto mais você o vê, mais admirado fica.

O shopping é incrível.

São mais de 1200 lojas o que torna quase impossível conhecer todas um dia só.

Isso, sem contar o entorno dele que é imperdível.

Na Dubai Fountains, formada por uma grande piscina …

… acontece a cada meia hora, um show de águas dançantes que é espetacular.

Muita música, …

… muita luz (olha o corporativismo) …

… e muita gente.

Todo o show foi projetado pelas mesmas pessoas que fizeram os do Bellaggio, em Vegas.

Portanto, o resultado é excelente.

De quebra, ainda tem todo o Burj Khalifa iluminado de várias maneiras …

… e com o maior bom gosto.

É um verdadeiro programão, …

… além da possibilidade de dar uma boa vasculhada em todo o shopping.

Voltamos andando pro hotel, …

… e nos embasbacamos com o efeito que a iluminação tem sobre a cidade.

É devastador e arrebatador.

Só tivemos tempo de passar no hotel, tomar um banho e partir pro aeroporto de Narita pra continuar a viagem.

Seriam mais dez horas até o Japão, …

… mais propriamente, Tóquio.

Chegamos quebrados (o jetleg de 12 horas é imbatível), e já que o dia foi feito pra achar tudo maravilhoso, …

… fizemos o checkin no hotel Mandarin Oriental Tokyo.

Como todo Mandarin, ele é encantador.

Os quartos são incríveis e a vista de Tokyo é matadora.

A janelas são totalmente de vidro …

… e te fazem pensar em contemplar cada vez mais.

Imagine ler alguma coisa ou ficar só olhando, sentado nesta chaise?

Tomamos um excelente banho no não menos excelente banheiro (amenidades Bottega Venetta foram muito bem-vindas) …

… e fomos, sem muita fome, experimentar a comida cantonesa do restaurante Senese, do próprio hotel.

Não preciso nem dizer que tudo foi uma maravilha.

A vista da cidade (este era o lado oposto ao do nosso quarto), …

… combinando com o requinte e o sabor da comida, perfaziam a ação perfeita.

Pedimos uma meia garrafa dum Champagne Ruinart Blanc des Blancs …

… e optamos por dividir um peixe branco stir fray com gengibre e molho de peixe…

… e um arroz de king crab com legumes.

Tudo perfeito, inclusive o pudim de manga, servido com um sponge cake pra lá de saboroso.

Foi o grand finale do que podemos considerar o dia perfeito.

E que venha o Japão, com todos os mistérios e verdades que procuramos há bastante tempo.

Tomara que consigamos ver um pouco da floração das cerejeiras.

Afinal de contas, todo esse frisson que elas causam por aqui tem um bom motivo.

Mas isto, eu conto num próximo post.

Mata aimashou!

.

dcpv – giorno ventotto – itália – toscana – despedida: o castello di ama é imbatível.

15/06/2019 (vivido em 26/10/2017)

Giorno Ventotto – Itália – Toscana Despedida: o castello di Ama é imbatível.

Hoje seria dia retornar ao fantástico Castello di Ama.

Afinal de contas, é sempre um prazer visitar esta vinícola que tem um conceito sensacional.

Já tínhamos ido anteriormente duas vezes até lá, mas desta vez seria especial já que a Re estaria junto.

O dia amanheceu bem broncolhão e com cara de chuva, …

… coisa rara por aqui.

Rumamos pra região de Gaiole in Chianti.

O tour começaria as 10:30 e chegamos no horário.

Como novidade, ficamos sabendo que ele seria privativo.

Nós sete (Lourdes, Eymard, Marcia, Deo, Re, Dé e eu) tivemos o privilégio de sermos guiados pela Alice, que foi extremamente informativa.

Iniciamos vendo, literalmente, como se produz um vinho, …

… mesmo porque, estávamos em plena época pós colheita.

E pra quem não sabe, o Castello di Ama é quase que um pequeno Inhotim, …

… com várias obras de arte de famosos autores, tais como Daniel BurenAnish Kapoor e outros menos votados…

… sendo mostradas durante o tour.

Segue um foto blog com as fotos de várias destas instalações.

Terminamos o passeio com o famoso neon escrito Revolution ao contrário …

… e onde é frisada a palavra Love.

É muito bacana.

Ainda tivemos tempo pra ver a produção de azeite.

É sensacional ver aquele olio verde aparecer depois das azeitonas serem espremidas.

Melhor que isso, só degustá-lo, que foi o que fizemos quando da prova de 4 vinhos da vinícola.

Foram 4 rossos, iniciando com o Chianti, logo após o super Toscano Haiku, mais um Chianti de 10 anos e um reserva 2011 que estava espetacular.

Terminamos o tour muito felizes, não só pela quantidade de bons vinhos provados, mas especialmente, pela quantidade de ótimas e esclarecedoras informações que a Alice nos passou.

Aproveitamos pra almoçar por lá mesmo.

É incrível, como tudo é muito bem cuidado no Castello di Ama.

A ideia principal de misturar arte com a elaboração de bons vinhos é louvável.

E ela continua no restaurante onde tudo é pensado para a sua satisfação.

Pedimos algumas entradas para compartilhar.

Abobrinha em forma de lasanha, abóbora gratinada e erva doce frito …

…foram os escolhidos.

Como principais, gnocchi ao sugo,…

… tagliata di manzo, …

… batatas crocantes e perfumadas, …

… lasanha,…

… enfim, tudo muito bom e ainda mais, acompanhado duma garrafa do Haiku.

Olha, este passeio beirou a perfeição, apesar do tempo não estar colaborando.

Resolvemos ir embora e devido a proximidade, …

… conhecer a bela Radda in Chianti.

Olhamos por fora, gostamos muito do que vimos, mas resolvemos ir pra Firenze, já que a neblina e a garoa eram muito fortes.

E quando chegamos, o clima tinha melhorado o suficiente pra fazermos o nosso manjado circuito a pé.

Iniciamos pela rua Tornabueno, a de lojas luxuosas, cruzamos a ponte Santa Trinitá …

… pra ter uma visão mais dramática da Ponte Vecchio …

… e tomamos mais um ótimo e último gelato na Gelateria Santa Trinitá.

Passamos por trás do Arno, cruzamos a Ponte Vecchio …

… até chegarmos a Piazza della Signoria …

… e ao Duomo.

Então resolvemos dar uma parada no Eataly

… e como ainda tínhamos tempo, …

… andamos até a Officina di Profumo Sta Maria Novella.

Esta farmácia é muito antiga …

… e mesmo que você não compre nada, o que eu duvido, …

… visitá-la é sempre um ótimo passeio.

Ainda tivemos tempo de comer algumas boas mozzarellas …

… no Obicà, um restô especializado nelas.

Resolvemos voltar pra nossa casa em Impruneta, …

… e simplesmente curtir a nossa estante forrada com todas as rolhas dos vinhos que bebemos aqui com os nossos queridos amigos.

O restante foi curtir a última noite na Toscana …

… e ficar feliz por ter conseguido levar adiante um projeto tão bacana como este.

Afinal de contas, comemorar os seus quase 60 anos passando quase um mês numa villa na Toscana não é mole, não!

Ou melhor, é sim. 🙂

E certamente, é uma experiência que será repetida.

Arrivederci.

PS (e vai ser dos graaaaaaandes!)

Nos separamos na manhã seguinte (note a presença na foto do genial Ivan, o caseiro “invisible”).

A Marcia e o Deo foram passear pela Europa…

… e nós 5 (Lourdes, Eymard, Re, Dé e eu) ainda fomos curtir Milão.

No caminho, conhecemos o outro restô do Massimo Bottura, o Franceschetta.

Comida variada …

… moderna (em Modena!) …

… e muito boa, como esperado.

Já em Milão, fomos só nos Greatest Hits.

Aimo e Nadia, …

… sempre excelente …

e chique.

Museu Armani Silos, …

outro espetáculo, …

… moderno …

… e muito exótico.

Uma bela passada por Navigli …

… pra abastecer.

Uma outra pela cobertura …

… da La Rinascente …

… onde vimos, o por do sol mais raiz de toda a viagem.

Passamos em mais um …

… daqueles museus modernos …

… interessantes (é a Fondazione Prada)…

… e finalizamos este devaneio …

… com chave de ouro (passamos no Peck) …

… degustando o vero Spaghetti ao Vongole do Il Coriandolo.

Agora, sim. Arrivederci, querida Itália!

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!
giorno Ventisei – Itália – Toscana – Pienza e Lucignano –  Duas pérolas toscanas.
giorno Ventisetti – Itália – Toscana – Greve, Castellina e Antinori: é  muito Chianti minha gente!

 

dcpv – giorno ventisetti – itália – toscana – greve, castellina e antinori. é muito chianti, minha gente!

12/06/2019 (vivido em 25/10/2017)

Giorno ventisette – Itália – Toscana – Greve, Castellina e Antinori. É muito Chianti, minha gente!

É chover no molhado dizer que repetir algumas cidades na Toscana é uma maravilha.

Mas queríamos apresentar o verdadeiro espírito Toscano pra todos, especialmente pra Re.

Então, só nos restou passar pelos lugares mais bacanas novamente.

Que chato, né?

Partimos logo cedo pra Greve in Chianti.

Esta cidade é bem bonita e charmosa.

É claro que a visita pra lá não seria completa se não fôssemos até a Macelleria Falorni.

O lugar é de deixar qualquer um maluco, especialmente se gosta de frios e queijos.

O Deo literalmente pirou.

Ainda compramos alguns ótimos azeites e prestigiamos a Forno, uma pequena padaria inesquecível.

Corremos para Castellina in Chianti, onde pretendíamos ver a feira livre local.

Chegamos tão em cima da hora que não deu tempo de fazer nada!

O negócio foi dar uma passeada pela cidade, muito bacana também,…

… especialmente pela parte que fica junto da muralha.

Ainda compramos especiarias e açafrão dum produtor muito simpático.

Como estávamos atrasados (que novidade), corremos pra almoçar no Albergaccio di Castellina.

O Francisco, mais conhecido como Bilbo, reconheceu a Lourdes e o Eymard, que são habituées de lá.

Fomos recebidos com uma flute de Prosecco e experimentamos o excelente azeite novo que eles produzem.

Pedimos tudo expressamente: …

… tagliarini com trufas, …

… fetuccini com cogumelos, …

… risoto …

… tortellini …

… e um ótimo vinho Rosso da região. Enfim, tudo perfeito!

Continuamos correndo (sabe como é, slow travel), pois tínhamos um tour marcado na vinícola Antinori nel Chianti Classico.

Eu já falei que o Antinori é o nosso queridinho, né?

Não preciso nem dizer que todos ficaram maravilhados com a organização …

… e especialmente com a construção.

É um prédio marcante e dificilmente se consegue esquecer dele.

Verificamos todo o processo de vinificação, …

… além de perceber a magnitude do lugar onde os barris descansam com este néctar precioso em seu interior.

Mais uma vez, a arquitetura se sobressaiu.

Só nos restou fazer a degustação e numa sala mais do que especial, …

… já que ela é de vidro …

… e fica literalmente em cima dos barris.

É de cinema.

Experimentamos quatro bons vinhos do Pierinho e tivemos uma boa aula sobre como eles conseguem este ótimo resultado final.

Enfim, se você estiver na Toscana, vá visitar a Antinori.

Você não se arrependerá.

Ainda tivemos tempo de passar em Impruneta …

… e comer bomboloni, que são praticamente sonhos, só que levíssimos e com um creme muito saboroso como recheio. Huuuuuuummmmm!

Como jantar, acabei fazendo um ótimo ragu com carne moída (todo mundo ajudou) ..

… que foi devidamente acompanhado por uma macia polenta, …

… e uma Magnum de Champanhe Rosé Collard-Picard, vindo diretamente da famosa região homônima e trazido pela Lourdes e pelo Eymard.

Foi um dia corrido, mas foi perfeito.

Ah, Toscana, você deixará saudades …

… (atualizando, estamos parecendo o Jordão, aquele calouro do SS, lembram? Chorando muuuito. Hahaha)

Ainda deu tempo de fazer até um comercial dos melhores shorts do mundo, os da Relaxed.

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!
giorno Ventisei – Itália – Toscana – Pienza e Lucignano –  Duas pérolas toscanas.

.

dcpv – giorno ventisei – itália – toscana – pienza e lucignano, duas pérolas toscanas.

08/06/2019 (vivido em 24/10/2017)

Giorno ventisei – Itália – ToscanaPienza e Lucignano, duas pérolas toscanas.

O dia amanheceu cheio de expectativa.

Afinal de contas iríamos repetir a visita a duas cidades muito queridas.

Saímos de nossa villa, a La Pietrina, em Impruneta e fomos direto pra Lucignano.

Pra quem não conhece, Lucignano é uma cidade bem bacana …

… e aprazível, …

… que fica a uma hora de casa.

E ela tem uma característica bem peculiar.

Tem o formato de um labirinto.

Você dá uma volta pela sua parte externa ,…

… mais uma pela parte interna …

.,. e chega ao centro …

…. que é bem bonito e charmoso.

Vale a pena visitá-la …

… mesmo que seja como nós fizemos, …

… por breves momentos.

Como estávamos no horário, ..

… optamos por passar na terra de Frances Mayes.

Cortona é uma cidade bem bacana …

… e se perder por ela é sempre um prazer.

Foi o que fizemos.

Nós perdemos mesmo (hahaha) …

… e demoramos bastante pra encontrar o centro.

Precisamos até do auxílio de moradores.

E foi espetacular!

Aproveitamos pra almoçar, …

… ou melhor, dar uma beliscada por lá, …

… com umas tábuas de frios e queijos, …

… bruschettas …

… e alguns Nobiles de Montepulciano.

Saímos correndo, …

… pois pretendíamos ver o por do sol em Pienza.

A terra do Papa Pio II …

… é simplesmente espetacular.

Todo o entorno da praça, …

… as suas ruelas …

… tudo te seduz.

E quando chegamos à muralha, …

… pra ver a imensidão toscana …

… aí é que o bicho pegou.

Ainda mais depois do por do sol mais matador que vimos até agora.

Este vale o fotoblog:

Tudo bem que tomamos 5 garrafas de prosecco, …

… mas o por do sol foi demais mesmo. Hahaha.

Ainda voltamos pra casa …

… pra preparar o churrasco de despedida dos Marques de Paula.

Ficaremos mais dois dias por aqui, mas eles irão pra Roma.

Fizemos linguiças, finnochio, …

… costelas de tudo o que é tipo …

… e, é claro, Bistecas a Fiorentina.

Tudo muito bom, ainda mais acompanhado de n garrafas de vinhos branco e tinto, …

… e uma Magnum de Ferrari, gentilmente trazida pela Lourdes e pelo Eymard.

Foi a despedida ideal.

Terminamos a noite cantando muitas músicas italianas …

… Volare, by Gipsy Kings, incluso (com direito a dancinha spetchiale) …

… e dissemos um até breve especial pro Mingão, o Domenico, que me ajudou a idealizar esta viagem.

Valeu pelo sonho realizado.

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!

.


É só inserir o seu email, clicar no botão "Seguir" e a cada novo post publicado aqui, você receberá uma mensagem com o link. É fácil, qualquer criança brinca, qualquer criança se diverte! :)

Junte-se a 656 outros seguidores

Comentários

Blog Stats

  • 1.428.709 hits
junho 2019
S T Q Q S S D
« maio   jul »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Arquivos

Atualizações Twitter