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dcpv – dia fourteen – dubai – incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o burj al arab)!

25/07/2019 (vivido em 17/04/2018)

Dia fourteen – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj Al Arab)!

O dia amanheceu muito estranho.

Aparentemente, estava sol, mas tudo estava bastante nebuloso.

De repente, caiu a ficha.

A junção do vento com a quantidade absurda de areia que existe em Dubai, só poderia resultar numa coisa: tempestade de areia!

Sim senhores, era isto o que estava acontecendo. A primeira tempestade de areia a gente nunca esquece.

Tínhamos um tour de meio período com uma guia brasileira, a Clara, pra conhecer The Palm e o centro.

Como estava tudo nublado, optamos por ir primeiro para a região de Deira.

Tomamos o nosso café da manhã indiano (não preciso nem dizer quem rede do nosso hotel, o Taj é de lá) e fomos.

Pra variar a surpresa é imensa.

Quando estivemos em Dubai (há 10 anos) esta região era curiosa e bem primitiva …

… uma vez que a movimentação que acontecia era em torno de barcos …

… com suas cargas.

Agora, não.

Tudo está novo.

Fizeram um tremendo deck, …

… com vários restaurantes bacanas, …

… e um jeitão bem moderno.

Na continuação, pra se juntar com Bastakya, o bairro histórico …

… reproduziram mais um montão de bares, restaurantes e comércios …

… com o jeitão de antigamente.

Aproveitamos pra revisitar a região dos souks.

Inicialmente, fomos ao de tecidos, …

… onde a Dé se abasteceu de pashiminas…

… e nós, nos caracterizamos. 🙂

Atravessamos o rio, usando um abra, um barquinho bem rudimentar.

Esta travessia é bastante clássica por aqui.

Aí fomos conhecer o Joseph e suas especiarias.

O cara é uma figura e além de arranhar um tremendo português, …

… ainda é um excelente vendedor (que novidade!).

Resultado?

Saímos de lá com uma sacola contendo tâmaras, açafrão, favas de baunilha, chás e mais um montão de especiarias da mais alta qualidade.

Mesmo com continuidade da tempestade de areia, …

… fomos pra The Palm.

Pra quem não sabe, esta palmeira fica dentro do mar …

… e nela estão construídas varias casas e muitos bons hotéis.

Até árvores artificiais embaixo de viadutos eles adaptaram.

Não dá pra acreditar que eles fizeram um montão de ilhas com o formato duma palmeira …

… e que o tamanho dela é descomunal.

Só pra você ter uma ideia, aí vai a sua vista por cima.

Atravessamos toda ela e fomos até o seu extremo.

A quantidade de construções sendo feita é absurda …

… e o hotel mais famoso de lá é o Atlantis.

Ele é imenso e igual ao famoso irmão gêmeo dele das Bahamas.

Descemos por lá, …

… pra dar uma olhada no parque aquático do hotel …

… e tomamos o monorail …

… pra voltar pro início da palmeira …

… e ter uma melhor ideia da construção.

É realmente incrível.

Como bônus, a Clara ainda nos brindou com uma visão maravilhosa.

A vista do skyline da Marina, …

… onde dentro da visão daquele monte de prédios modernos e retorcidos, …

…  está a torre.

Ela foi construída de maneira que o seu eixo desse uma volta de 90 graus (movimente a foto e terá a impressão que ela se mexe!).

E o resultado visual é encantador.

Retornamos pro hotel, …

… e aproveitamos pra ir ao Dubai Mall

… com as suas marcas de grife.

Fomos conhecer o Eataly de Dubai.

E como em todo bom Eataly, …

… comemos pratos italianos de classe.

Burrata com salada de tomatinhos, …

… batata frita (muito italiana! rs) …

… e mozzarella frita foram aprovados.

O único pecado é que não tem licença pra vender bebidas.

Sendo assim, ficamos devendo uma garrafa de espumante Ferrari pros nossos corpos.

Continuando, a ideia seria subir no Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, …

… mas como a tempestade continuava, …

… optamos por um programa mais cândido.

Fomos ao Aquário.

E não nos arrependemos.

Ele é muito diversificado …

.. e a quantidade de informações …

… e de espécimes é impressionante.

Só a entrada pelo túnel de vidro já seria o suficiente.

Mas o restante de todo o passeio é mesmo incrível.

A proximidade de tudo valeu boas fotos.

Então, segue o fotoblog.

Voltamos correndo (literalmente, pois os motoristas de táxi gostam de enfiar o pé no acelerador) pro hotel …

… e saímos pra conhecer o bar Sky do Burj Al Arab.

O Burj, apesar de toda a concorrência, …

… continua sendo um ícone.

Afinal de contas, majestade não se perde.

E ele continua muito charmoso, …

… e dentro do esperado, bem brega também.

Faz parte do pacote.

O bar fica no último andar …

… mas a esperança de vista, especialmente da palmeira, …

… é frustrada, pois não se enxerga quase nada.

Já a do skyline de Dubai é bem bonita, especialmente se você consegue uma mesa frontal.

Pedimos coquetéis diferentões …

… o meu mais ainda, …

… e alguns petiscos pra “petiscar”.

Gostamos do passeio, mas …

… e até pelo preço, …

… é pra ser feito uma vez só. 😃

Portanto, está devidamente ticado.

É claro que na saída tiramos aquela foto clássica do shape multicolorido do Burj, …

… e retornamos pro hotel.

A tempestade continuava e tornava toda a paisagem mais encantadora.

Incrível!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

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dcpv – dia jun-ni/thirteen – Japão -Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh

15 e 16/04/2018

Dia jun-ni/thirteen – Japão – Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

Acordamos no domingo com chuva, muita chuva.

E como não tínhamos programado quase nada, …

… além de passear e fazer algumas compras, …

… aproveitamos pra tomar o ótimo café da manhã no Palace calmamente …

… e sem stress.

Quando menos esperávamos, a chuva já tinha parado …

.. e resolvemos sair, pra curtir Tokyo.

Fomos para Shibuya.

Dar uma olhada especialmente em papelaria, …

… coisa que os japoneses são mestres.

Fomos direto para a Tokyo Hands.

A loja é imensa …

… e muito cool.

Você passeia por ela toda e continua se impressionando com tudo o que o mercado oferece ao seu cliente.

Especialmente, o atendimento que é pessoal e muito envolvente.

De lá, andamos até a Loft, outra loja especial.

São muitos andares de coisas sensacionais.

Ainda visitamos lojas de tênis japas, …

… e algumas muito loucas de moda.

Tokyo é realmente simpática e malucona.

Voltamos pro hotel pra comer alguma coisa e …

… dar uma última olhada na região.

Daí pra frente, foi pegar o transfer …

… e nos despedirmos dum país que certamente marcou as nossas vidas.

A cultura japonesa é demais e você certamente jamais será o mesmo depois de ter contato com ela.

Pegamos o voo (11 hs) para Dubai…

… e entramos num outro mundo.

O hotel Taj é bem legal …

… e a vista do quarto, impressionante.

A grande figura do momento, o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, está cada vez mais presente.

Você o vê e admira o tempo todo.

Como chegamos muito cedo (por volta das 4:30), resolvemos dar uma descansadinha ….

… e depois de tomar um bom banho e o bom café da manhã indiano do hotel …

…. optamos por fazer alguma coisa diferente.

O resultado foi surpreendente.

Dubai Miracle Gardens como o próprio nome diz, é um verdadeiro milagre.

Imagine você ver algo muito impactante?

Pois é o que ele é.

Um jardim no meio do deserto e muito, mas muito exuberante.

São diversas formas de mostrar o que um bom projeto e bastante dinheiro podem conseguir.

Tudo é cativante e pra onde você olha, você diz: caramba!

Este certamente vale o fotoblog.

Esta sacada de utilizar personagens (Mickey, Ursinho, avião da Emirates, etc) também é demais.

Como se não bastasse, logo ali, fica o Dubai Butterfly Garden.

E é isto mesmo o que você está pensando.

O lugar é muito bacana e …

… além de você conhecer um montão de tipos de borboletas …

… ainda tem a oportunidade de que elas pousem em você.

Olha, é muito emocionante.

Segue a overdose de fotoblog.

Saímos correndo de lá, pois tínhamos um almoço reservado num restaurante especializado num fruto do mar que adoramos: o caranguejo.

Crab Market é relativamente novo, …

… mas é bem bonito …

… e tem uma vista matadora.

Afinal de contas, não é sempre que se almoça olhando para aquela belezura do Burj (e o não tão belo Anelka).

Escolhemos algumas coisas, mas a finalidade seria mesmo comer as “galinhas do mangue”.

Então, iniciamos com uma ótima salada de quinoa com avocado, coentro e pepino. Bicho grilo e bastante boa.

Eu não deixei de experimentar ostras francesas e portuguesas. Fresquissimas.

É claro que iniciamos os trabalhos com duas flutes dum bom champagne.

Como principais, as patas dos bichinhos.

Uma cozida com molho de Champagne pra Dé …

… e as outras duas assadas com molho de pimenta preta pra mim.

Ambas inesquecíveis…

… e ainda mais acompanhadas dum ótimo vinho francês.

Foi tão bom, que só nos restou voltar e táxi pro hotel (o calor estava pesado) …

… e dar uma boa dormidinha pôs voo.

Continuando com passeios diferentões, fiquei sabendo duma exposição interativa sobre a obra do Van Gogh.

Me pareceu muito bacana e interessante.

Pegamos um táxi pro Dubai Design District …

… e mais uma vez nos surpreendemos com a infra do lugar.

Ele é lindo, moderno …

… e tem mesmo um jeitão de lugar com design correndo nas veias.

Quanto a exposição, ela é mais do que demais.

Você entra, …

… vê uma breve amostra sobre a história do Van Gogh …

… e aí aparece uma sala escura com puffs pra dar uma deitada.

Aí, começa a passar um filme …

… em varias telas, com 360 graus …

… acompanhado duma trilha sonora especial …

… e você começa a delirar.

Porque a coisa toda é mesmo um delírio.

E a ideia é muito boa.

Afinal de contas, …

… em cerca de trinta minutos, …

… você vê passar na sua frente …

… toda história do gênio …

… com as suas adaptações …

… até chegar à última fase da sua brilhante carreira.

É demais mesmo e muito emocionante.

Tomara que esta exposição venha para São Paulo.

Pra completar o negócio todo, ainda tivemos um daqueles pores do sol de gibi.

Ufa, só restava o jantar.

Que seria no Thiptara, um thai bem bacana …

… e que tem como particularidade, ter uma vista fantástica do show das águas de Dubai, …

… uma vez que ele fica na beira do lago artificial, …

… praticamente um pé na areia.

Conseguimos uma mesa de frente “pro mar” …

… e ficamos observando todo o entorno, que é uma beleza.

Como não estávamos com muita fome (jet leg de 5 horas, viagem de 10 hs e andada do dia inteiro), …

… optamos por pedir 4 entradas pra compartilharmos …

Chegaram então Thom Maan Poo, crab cakes fritos com molho de pepino e amendoim, …

… Satay, espetinhos de frango marinados com curry amarelo e servidos com molho de amendoim, …

… Steamed Dimsun de vegetais com molho de vinagre negro …

… e Poh Piah, spring rolls de pato e castanhas com molho de pimenta doce.

Olha, estávamos sem fome, mas estava tão bom …

… e o ambiente também, que comemos tudo.

No restante da noite, foi observar o belo skyline da cidade (incrível como ainda existem obras magníficas sendo feitas por aqui) …

… e dormir o sono dos justos viajantes.

See U!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.

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dcpv – dia juyiti – japão – tóquio – conhecendo o original l’atelier du joel robuchon.

21/07/2019 (vivido em 14/04/2018)

Dia juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original L’Atelier du Joel Robuchon.

Hoje seria dia de pegarmos o nosso último trem-bala nesta viagem.

Antes disso, tomamos o nosso ótimo café da manhã (com os esqueletos balançando, né Madá e Álvaro?)…

… e ainda tivemos tempo de conhecer mais uma atração de Kyoto.

O caminho dos filósofos, o Philosopher’s Path, …

… que fica perto do templo Dourado, …

… e é realmente um lugar onde você relaxa muito.

Porque?

Por que ele fica ao lado dum córrego, …

… com muita vegetação, …

… muitas lojinhas, …

… e muito lugar pra você meditar.

Não tivemos tempo pra isso, …

… mas aproveitamos bastante o lugar, …

… e mesmo por que, quase não tinha nenhum turista.

Com alguns resquícios de cerejeiras floridas, …

… você consegue imaginar (imagine junto!) …

… como esse lugar seria espetacular com a floração em pleno vapor.

Uau!

Voltamos rapidinho pro hotel, …

… tivemos uma aula de origami com a nossa guia na estação …

… e rumamos pra Tokyo no Shinkansen.

Um pouco mais de duas horas, desembarcamos em Tokyo…

… e não conseguimos ver o FujiSan.

Estávamos no lugar certo do trem (no esquerdo), mas o tempo estava nublado (pelo menos, vimos as plantações de chá).

Fica pra próxima.

Não foi a primeira vez que o FujãoSan escapou de ser visto. 🙂

Chegamos tranquilos na estação central de Tokyo…

… e em poucos minutos estávamos no hotel Palace.

Os quartos são muito bons (ainda mais pros padrões da cidade) …

… e tem uma vista incrível dos jardins do Palácio Imperial.

Como não tínhamos nenhum passeio agendado, …

… resolvemos conhecer o bairro de Akihabara.

É lá que ficam as principais lojas de artigos eletrônicos de Tokyo.

E também lojas de anime, pessoas fantasiadas, …

… enfim, um verdadeiro carnaval.

Não preciso nem dizer que é muito divertido, né?

Especialmente entrar numa loja como a BIC Câmera …

… e ver a quantidade absurda de produtos que eles oferecem.

Vimos ainda as nossas queridinhas, as tampas de vaso sanitário eletrônicas da Toto que são absolutamente adoráveis.

Todos os banheiros que encontramos por aqui tem uma tampa destas onde se controla o jato d’ água (sim, aquele), o volume da descarga, a desinfecção, a temperatura do assento. Alguns, levantam a tampa automaticamente quando vc está na sua frente. Um espetáculo!

Voltamos pro hotel já a noitinha …

… e tendo uma visão bem legal do bairro todo iluminado.

Ah, é claro que compramos um montão de KitKats dos mais variados sabores.

Iríamos jantar no L’Atelier de Jöel Robuchon.

Estávamos curiosos, pois foi no Japão que surgiu este formato de restaurante.

Ele é bem curioso, pois a grande maioria dos lugares são no balcão.

Você fica sentado e assistindo todo o balé dos cozinheiros e dos garçons..

Fantástico!

Iniciamos, recebendo um gift do chef.

Tostadas duma carne de porco desfiada.

Pedimos o vinho, um Pouilly Fumê muito bom …

… e os pratos começaram a chegar.

Pratos? Sim, porque eles têm uma opção em que você pede pequenas porções, justamente para experimentar o máximo que conseguir.

Iniciamos com Le Crabe, carne de caranguejo com molho de cocktail e rabanete japonês. Crocante e muito saboroso.

A Dé continuou fazendo um tour veggie.

La Betterave, ela, com maçãs num tartar e uma salada bem fresca com molho de mostarda…

… e L’Artichaut, em forma natural e num purê com um capuccino de cúrcuma.

Perfeitos.

Eu, voei pelo mar.

Le Saint-Jacques, vieiras cozidas com manteiga de ervas …

… e Le Daurade, servida com emulsão de erva-cidreira e tomate confitado.

Perfeitos também.

Note que este restaurante também foi formatado para se tirar fotografias.

Ele é extremamente fotogênico.

Encerramos dividindo uma sobremesa, uma quase Baba al Rhum …

… que tinha um charme.

O rum era colocado na hora e numa garrafa muito original.

Enfim, o L’Atelier é um restaurante pra se ir várias vezes e em vários lugares do mundo.

Certamente retornaremos.

Saponaria.

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dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.

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dcpv – dia jyu – japão – kyoto – fushimi, dos 1000 tori ao saquê.

19/07/2019 (vivido em 13/04/2018)

Dia jyu – Japão – Kyoto – Fushimi, dos 10000 tori ao saquê.

Mais um dia maravilhoso em Kyoto.

Tomamos o nosso café da manhã e…

… zarpamos com o nosso amigo Mickey …

… pro bairro de Fushimi.

Mais precisamente, Fushimi Inari.

Este templo xintoísta é muito pra cima, up (como a maioria dos templos xintoístas) …

… e quase um parque de diversões da alma.

Você se purifica …

… vê as raposas que identificam o lugar, …

… escreve os seus desejos nos Mini Tori …

… e aí inicia o périplo pelos inúmeros Tori que existem por lá.

São mais de 10000, …

… sendo uma parte deles, …

.. os maiores, doados por empresas …

… e os menores, por particulares …

… que alcançaram a sua graça.

É muito legal e reconfortante andar por eles …

…e mesmo que você esteja no meio de uma multidão. …

… certamente se sentirá enlevado.

Ou seja, é mesmo mais um lugar imperdível em Kyoto, …

… e que você deve ir preferencialmente com um guia …

… que te mostrará com detalhes tudo o que é importante.

Dali, zarpamos pro Gekkeikan Onura Sakê Museum.

Ele fica próximo, em Fushimi mesmo…

… e você se informa sobre o todo o processo de fabricação deste famoso fermentado de arroz.

Neste caso, vimos o sistema old fashion …

.. que é muito curioso.

Tudo está muito bem documentado …

… e inúmeras curiosidades estão ali representadas, …

… bem como todo o tipo de propaganda usada.

Ao final do tour, …

… ainda é possível experimentar dois tipos de sakê (que compramos na lojinha) …

… e um vinho de cerejas, que é bem meia boca.

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer …

… uma região bucólica de Fushimi, …

… com canais lindíssimos …

… e com direito a encontrar com uma senhora japonesa, …

… bastante simpática …

… e que nos indicou, graciosamente, onde era a única igreja católica de lá.

Pra finalizar o nosso contato com o figuraça Mickey, …

… ele nos levou no Imakumano Shrine, …

… um templo onde o Shogum ia frequentemente.

Muito simples e também bastante simbólico representando tudo o que vimos e sentimos em Kyoto.

Nos despedimos do MickeySan e do nosso simpático motorista, o NobuSan …

… e nos preparamos pro tour da tarde.

Iríamos aprender a pintar num cartão (???).

O lugar, o Kimono Art Workshop Kyo Ya fica perto do hotel …

…e portanto, fomos a pé.

É claro que não conseguimos achar o endereço, …

… e o mais engraçado, foi que o próprio Kyosuke, nos encontrou perdidos na rua. 🙂

Entramos no estúdios deles, a Yoko, a esposa dele também estava lá …

… e iniciamos propriamente o curso.

Que nada mais é do que a reprodução de uma estampa de kimono, criada pelo próprio Kyosuke e no formato de um cartão.

Puxa, parece fácil, né? Mas não é.

Você tem que aprender a pintar como ele …

… e fazer todos os movimentos corretamente.

Depois de conversarmos bastante (incrível como o inglês dos japoneses é muito bem entendido por nós), pegamos o jeito …

… e até que o resultado dos nossos dois trabalhos foi muito satisfatório.

Ainda tomamos várias xícaras de matcha, …

… comemos chocolates e bolinhos , …

.. compramos algumas coisinhas, …

… e demos muitas boas risadas.

Como resultado, você traz o teu trabalho devidamente enquadrado pra casa …

… e certamente boas lembranças de duas horas muito bem desfrutadas.

Nos despedimos do Kyosuke e da Yoko …

… e aproveitamos pra dar uma volta na região comercial charmosa …

… próxima do templo Kyozumidera.

Este lugar é realmente demais …

… e lá você encontra aqueles produtos que espera encontrar no Japão.

Objetos bem feitos, bem bolados, …

… delicados e gostosos …

É uma região pra flanar.

A Dé ainda conseguiu comprar um semi kimono muito bacana…

… e nós vimos um tremendo por do sol …

… que possibilitou uma luz incrível ….

… pro final de tarde.

Voltamos andando pro hotel, …

… tomamos um Champagne no bar …

… e fomos nos preparar pro jantar …

… que seria no restaurante Kushikura, especializado em teryake, os famosos espetinhos.

Chegamos lá e os nossos lugares eram no balcão.

Ficamos vendo toda a movimentação do chef fazendo os espetinhos diretamente da churrasqueira.

Pedimos sakê, …

… espetinhos de frango, …

… frango com arroz, …

… de aspargos, …

… de asa, …

… de porco, …

… uma cebola assada …

… e uma batata também assada, com um creme.

Tudo muito bom, saudável e que não te deixa estufado.

A Dé adorou!

Ainda deu tempo de passar novamente no bar do hotel, …

… pra tomar mais duas flutes de Champagne …

… e, ufa, dormir o sono dos justosSan, nós mesmos.

Saraba da!

Veja os outros dias desta viagem:
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dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

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dcpv – dia kyu – japão – kyoto – estátuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

17/07/2019 (vivido em 12/04/2018)

Dia kyu – Japão – Kyoto – Estátuas diferentes, templos diferentes; mesma emoção!

Acordamos excitados.

Depois de ontem, estávamos esperando muito de Kyoto.

E ela nos entregou.

Com esta belíssima paisagem, …

… tomamos o nosso frondoso café da manhã …

… e fomos pro lobby encontrar o Mickey, o nosso sensacional guia japonês.

Como novidade, o tempo estava bom.

Hoje iríamos conhecer toda a região de Arashiyama.

Logo no passagem, vimos a ponte Togetsukyo

… ou melhor, a atravessamos andando.

A vegetação da montanha próxima a ela é muito bonita …

… e conseguimos imaginar como tudo ficaria com a explosão de cores do outono.

Logo após, rumamos para o templo Tenryuji.

A construção em si é muito interessante …

… rodeada de mini templos onde moram os monges e suas famílias …

… mas o jardim é especial.

De qualquer ângulo que você o vê, …

… descobre paisagens harmoniosas.

Certamente foi projetado por um monge inspirado.

Andamos um pouco …

… por entre flores …

… e cerejeiras, …

… até que chegamos a atração principal do lugar.

A floresta de bambus é realmente reconfortante,…

… tanto para os olhos, …

… como especialmente, …

… para a mente.

Lá você respira ar puro, …

… e purifica o seu espírito …

.. apesar de todo o crowd existente.

Como curiosidade, no fim da trilha, …

… conhecemos o templo que protege pra que os cabelos não caiam.

Por via das dúvidas, comprei um charm pra guardar em casa (e um pro Deo também!)😀

Continuando o tour, passamos numa região próxima …

… muito bonita …

… onde compramos lembranças feitas com casulos de seda.

A parada seguinte foi no Adashiro Nenbutsu-ji Temple, …

… onde são encontradas mais de 8000 pedras …

… que representam os mortos do local.

Resumindo, é um cemitério…

… onde você sente uma paz …

… e uma tranquilidade jamais vistas.

Voltamos pro carro e o Mickey nos reservou uma surpresa.

Fomos tomar um saquê rústico e doce …

… numa casa tipicamente japonesa.

Foi demais!

A última parada antes do almoço foi no Otagi Nenbutsu-ji.

A atração principal são mais de 1200 figuras Rakan …

… que foram esculpidas por trabalhadores …

… que oravam pela prosperidade do templo.

O lugar é muito curioso …

… e você sente o maior alto astral …

… ao ver uma quantidade imensa de estátuas …

… que são, as vezes, muito engraçadas.

Você fica o tempo todo tentando imaginar o que a pessoa quis expressar.

Almoçamos ali perto mesmo.

Não me pergunte o nome do lugar porque eu não sei. 😊

Foi uma indicação do Mickey e muito boa, por sinal.

Só sei que o príncipe do Japão almoçou lá e gostou muito.

O lugar é extremamente japonês …

… e serve noodles muito bons.

A Dé e o Mickey pediram um acompanhado de tempura de camarão …

… e eu, um sobá com tempura de legumes e frutos do mar.

Realmente, estava delicioso.

O programa pós-almoço seria conhecer o pulmão gastronômico de Kyoto.

Nishiki Market é grande e muito bom.

Na verdade ele é fisicamente muito comprido, …

… praticamente uma rua só, …

… e tem um sem fim de lojas, …

… com tudo o que você imaginar sobre ingredientes …

… e comidas prontas genuinamente japonesas.

Este, definitivamente, vale o foto blog:

Como curiosidade, visitamos a loja de facas do Aritsugu, …

… onde compramos, eu e a Dé, …

… as nossas, com os respectivos nomes em japonês, …

… gravados nelas. Um must!

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer mais uma região onde moram as Gueixas, …

… ops, as Gueikos.

Miyagawa-cho é uma rua muito bonita, …

… e conseguimos ver tanto uma Gueiko mãe, …

… como uma Gueiko …

… e até, uma Maiko, que é a gueixa aprendiz.

Foi sorte de principiante, mas sorte tem quem merece.

Dali, fomos pra ultima parada do tour.

Sanjusangendo Hall é um templo imenso, …

… especialmente no comprimento, …

… onde você terá uma grande surpresa impactante.

As fotos não podem ser tiradas, …

… mas ao entrar lá, você se depara  com 1001 estátuas da Kannon, a deusa da misericórdia …

… e sente uma aura muito boa no ambiente.

Incrível, a quantidade de detalhes que podem ser vistos e sentidos.

Ou seja, é imperdível.

Voltamos pro hotel …

… e ainda visitamos a casa de chá …

… pra beber um tantinho de sakê …

… e curtir um digestivo Banchá.

Como estávamos muito cansados, …

… optamos por petiscar e “beberiscar” no próprio bar do Four Seasons.

Batatas fritas, …

… salada de salmão …

… e presunto Joselito com queijo manchego, …

… além dum vinho branco francês Sancerre …

… fizeram a nossa alegria nesta noite fria.

Ainda bem que tinha uma lareira bem ao nosso lado e a apenas alguns passos da nossa caminha.

O daiji ni!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

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dcpv – dia hachi – japão – kyoto – um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

13/07/2019 (vivido em 11/04/2018)

Dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

Vou adiantando que este foi um dos melhores dias que tivemos em todas as viagens que fizemos até hoje.

Olha que é difícil escolher.

Mas ele foi complementado por uma série de atrações bacanas, muitas informações e o indispensável jeito de ser dos japoneses.

Vamos,lá, então.

A previsão do tempo indicava que iria chover o dia todo.

Com esse espírito, fomos tomar o lauto café da manhã do Four Seasons.

Logo depois, encontramos com o nosso guia, o Mickey. Ele é uma figuraça e o inglês dele é tão irregular, que entendemos tudo. 😄

Saímos pra ir primeiro ao templo Ryoanji.

Ele é muito conhecido por seu jardim de pedras e pedriscos desenhados.

São 15 rochas no total, mas de qualquer lugar que você o observa, só vê 14.

É o mistério de um lugar que foi criado há 400 anos por monges …

… e que continua cativando todos os visitantes.

Taí um local excelente pra fazer uma boa meditação (dizem que Richard Gere fez issso por lá).

Também demos uma boa volta …

… por seus belos jardins …

… e fomos conhecer o que eu chamei de top model dos templos.

O Golden Kinkakuji, …

… o famoso templo dourado …

… tem e é uma grande atração.

É impossível você olhar pra ele e não sair tirando um monte de fotos.

Ele é totalmente folheado a ouro …

… e foi erguido no século 14.

Além da belíssima construção, …

… e da famosa foto com o seu reflexo no lago (apesar do tempo não estar bom) …

… o seu jardim é maravilhoso.

O dono antigo, o Shogum, …

… gostava de ter belas visões …

… e isso foi materializado nesta obsessão dos japoneses, …

… que são os seus jardins.

Como upgrade, ainda tivemos o prazer …

… de ver a verdadeira sakura, …

… com cerejeiras em plena floração.

Um verdadeiro espetáculo da natureza.

Como curiosidade, não tinha caído uma gota de chuva até esta hora.

E por causa disso, optamos por conhecer o castelo de Nijo.

Esta Fortaleza tem 33 aposentos, …

… um exagero em se tratando de Japão, …

… é cercado por um fosso …

… e uma parede de pedras.

Foi construído no século 17 para servir de residência ao shogum Tokugawa.

Foi interessante demais saber como funcionava toda a estrutura que prestava serviços ao shogum, ..

… bem como era todo o sistema de informação da época.

Pra variar, os jardins são estonteantes.

Fica muito difícil escolher qual você acha ser o mais bonito, …

… tamanha a uniformidade da beleza de todos.

Neste caso, além de todo o visual estonteante, …

… ainda tivemos a companhia da sakura.

Cherry blossom é mesmo um acontecimento por aqui, …

… e não tem como você não se emocionar ao presenciar uma.

Era hora do almoço.

E o Mickey nos indicou um lugar pequeno num shopping, …

… que apesar de eu não saber o nome (se conseguir traduzir, eu agradeço) …

… servia ótimas milanesas crocantes.

Pedimos de frango (pra Dé), de porco (pro Mickey) e de porco e camarão (pra mim).

Todas acompanhadas de um bom misoshiro, uma salada de repolho e arroz.

Simplesmente delicioso.

Após o almoço, rumamos pro templo Kiyomisodera.

Estivemos (e com luz do sol) ontem lá, …

… mas hoje retornamos pra saber mais de sua história.

A construção dele é muito interessante, …

… visto que é feito totalmente de madeira encaixada, …

… sem a utilização de nenhum outro material.

Ou seja ele é encaixado mesmo (quase que um Lego de madeira) …

… e suporta uma verdadeira multidão que o visita diariamente.

Na verdade, no local existe um complexo de templos e de atrações.

Uma é a vista de Kyoto, já que ele fica na encosta da colina de Higashiyama.

Outra é a fonte de água pura onde jorram três jatos d’água…

… e você tem que escolher uma só pra beber.

Existe uma pra melhorar relacionamentos, outra para ter boa saúde e uma terceira para obter bastante dinheiro.

É claro que a Dé e eu não perdemos a chance de beber desta água.

O jardim de lá também é um espetáculo …

… e a região do entorno dele, …

… com ruazinhas charmosas …