dcpv – dia go – japão – kanazawa, os primeiros shinkansen e ryokan a gente nunca esquece.

03/07/2019 (vivido em 08/04/2018)

Dia go – Japão – Kanazawa, os primeiros Shinkansen e Ryokan a gente nunca esquece.

Acordamos e levamos um susto!

O dia estava lindo e com bastante sol.

Inclusive, conseguimos ver o vulto do Fuji San (você consegue? 🙂 ).

Tomamos o nosso café da manhã excelente, por sinal, …

… e partimos pra aquela dúvida que sempre nos espreita.

Parêntesis pra uma das maiores invenções japonesas de todos os tempos: …

… as tampas inteligentes de vasos sanitários. Maravilhosas e com pontaria certeira!

Retornando, pegamos o nosso transfer, …

… conhecemos a grandiosidade da Tokyo Station …

… e, curiosos, vimos pela primeira vez, o trem bala japonês, o Shinkansen.

Ele é uma maravilha e, surpresa, tudo funciona perfeitamente.

Mais curioso ainda é perceber o balé que espera a chegada do trem, com as  devidas reverências, pra deixá-lo totalmente limpo e apto a ser usado.

No mais foi curtir altos visuais, …

… ver um montão de cerejeiras em flor …

… e chegar à estação de Kanazawa quase três horas depois.

Com frio, bastante frio.

E cerejeiras floridas, muitas cerejeiras.

Já chegamos prontos pro tour.

Encontramos a nossa nova guia, a Nobu, na estação de Kanazawa que tem uma estrutura espetacular.

Merecidamente ela é considerada uma das mais belas estações ferroviárias do mundo.

Antes de mais nada, deixa eu dizer que o tempo nesta região é extremamente maluco.

Chove, faz sol, chove, faz sol continuamente.

Zarpamos pra ver o museu D.T. Suzuki.

Toda a concepção dele é bastante curiosa.

A base de tudo é a meditação e budista, já que seu patrono foi um dos maiores estudiosos do budismo.

Então, o museu não tem obras de arte.

Lá existem algumas referências sobre a vida do Suzuki e muitos lugares para reflexão.

E por mais paradoxal que seja, a chuva torrencial que caiu deixou tudo muito mais interessante.

Estávamos com fome e a Nobu nos perguntou se queríamos comer um bom lamem.

Bingo!

Chegamos ao 8 (é esse o nome da cadeia de restaurantes) …

… e fomos pedindo os nossos ramens imediatamente, junto com guiosas saborosos.

Sabe aquela refeição reconfortante?

Pois foi isso o que aconteceu. Recomendamos fortemente este restô.

Dali fomos para o museu Kanazawa Noh.

Ele é bem pequeno, mas muito interessante já que versa sobre o teatro kabuki.

Pra quem não sabe, este tipo de arte é representada sempre por homens que se vestem com quimonos e fazem movimentações com muita leveza.

O mais bacana é que você pode se vestir com quimonos e máscaras, do mesmo jeito que eles se preparam para representar.

Adivinha se eu a Dé não tivemos este experiência?

Foi muito instrutivo e …

… nos sentimos realmente integrados ao ambiente da viagem.

Sem contar que as assistentes que nos vestiram…

… eram muito prestativas e super engraçadas. Como todo japonês é.

Como era muito perto e tínhamos comprado o ticket combinado, aproveitamos pra conhecer o Museu de Arte Moderna do século XXI.

Só a arquitetura, as obras de arte externas …

… e as cerejeiras floridas já valeriam a pena a visita.

Mas a parte interna também é muito bacana, com destaque pra obra da piscina, …

… que não é piscina, …

…. que se pode entrar sem se molhar,…

… fariam valer ainda mais passeio.

Ah, a lojinha do museu também é imperdível.

Estávamos prontos pra fazer o nosso checkin. …

… que seria no Ryokan Araya Totoan.

Ele fica em Yamashiro Onsen, a uma hora de Kanazawa.

Antes de mais nada, Ryokan é um hotel onde você segue as tradições nipônicas:  você dorme no chão, …

… anda de quimono e sem sapatos, …

… se comunica com pessoas que basicamente não falam inglês …

… e experimenta um jantar com um montão de pratos típicos desta região.

Portanto, chegamos, demos uma boa volta de reconhecimento no hotel ….

… e fomos conhecer o nosso quarto.

Que é bem grande, extremamente bonito …

… e com uma banheira de madeira (quase um ofurô) com água quente termal e confortável.

Note que o banheiro tem uma janela aberta, que cria um contraste entre o frio externo e a sensação de calor passada pela água.

Marcamos o nosso jantar para as 19:00 hs e ….

… neste horário, a nossa atendente estava batendo na porta informando que o jantar seria servido.

Se bem que chamar de jantar esta experiência pantagruélica é minimizar o fato.

São 9 pratos num menu degustação em que você, realmente, fica cansado.

Por ser tudo muito típico e da região, além de nãos estarmos acostumados, o enfastio chega brevemente.

Seguem as descrições e as fotos dos pratos que comemos.

Aperitiff – Cold Japanese sakê by “Traditional celebration style”.
Appetizer – Boiled firefly squid, bamboo shot, urui, hard tofu, mushroon with kinome-miso. Chirashi-sushi salmon toe, eel, seabream, backed ego.

Soup – Clear soup Dashi with clam roasted sake, seasme-tofu, seaweed, butterbur, carrot, leaf bud.
Sachimi – Shrimp, Spanish mackerel, Que, Ivory shell with wasabi, sou sauce and natural salt of Noto.

Second appetiser – Hassun (eu juro que não é o magro Leandro], seabream role, bean with dashi-jelly; Seri, small scalolop, mushroom with sesame-dashi; Abalone, daitokuji-fu, taranome with liver vinagre; Octopus, rape sede, salmon and lotus root; Wheat gluten, duck, baked ego, pumpkin.
Grilled dish – Nodoguro & bamboo shoot, Fukinoto with dengaku-moso, grande radish.

Chef’s dish – Wagyu beef steak with teriyaki source mushroom, pea with wasabi, watercress.
Last dish – Boiled rice with bamboo shoot&ginger, miso  soup, pickles.

Sweet – Strawberry, sweet orange with withe wine jelly, ice cream of sakura-mochi, Warabi-mochi.

Ainda deu tempo de comermos as sobremesas no bar, …

… que fica no anexo do hotel e que serve vinhos em taça  da melhor qualidade.

Ufa, chegamos ao fim do dia com a certeza do dever cumprido (e do prazer também).

Afinal de contas, aquela máxima de que dia de sair de um hotel e ir pro outro é perdido, caiu por terra como está descrito acima.

Osaki ni shitsurei shimasu!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.

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