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dcpv – dia VII – itália – roma – tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o trastevere.

31/08/2019 (vivido em 10/06/2018)

Dia VII – Itália – RomaTour pelo Centro e pelo bairro do Diabo, o Trastevere.

O sol estava escaldante.

Mas o dia estava tão bonito, …

… que o nosso tour particular teria que ser feito.

Aproveitamos que era um domingão, …

… tomamos o nosso café da manhã …

… e zarpamos pra fazer a nossa “passeggiata”.

Como tínhamos um almoço reservado no restaurante Antico Arco, que fica no alto do Trastevere, …

… iniciamos a caminhada partindo do hotel.

Rumamos direto pra via Giulia.

É uma rua charmosa …

… e com muitos palácios mais charmosos ainda.

Além destas heras que dão um toque todo especial pro lugar.

De lá, rumamos pra o Campo de Fiori.

Ele é especial para toda a família.

Mas confesso que ficamos um pouco decepcionados. Esperávamos um mercado mais italiano e o que vimos, foi um montão de estrangeiros …

… vendendo alguns badulaques e não muito, digamos, gastronômicos.

Logo ali perto, tem uma jóia: o Arco degli Acetari.

É um vilazinha muito charmosa, …

… escondida no meio da rua.

Você tem que entrar pelo tal arco …

… e aí tem a visão. E que visão!

O sol continuava a pino (bem típico o Fuori Tutto! Hahaha), …

… quando resolvemos passar pelo Palazzo Spada …

… e atravessamos o Rio Tibre, …

… pela ponte Sisto.

Nos sentimos como o papa que mandou construir este monumento: felizes!

Já no Trastevere, …

… fomos direto pra Villa Farnesina.

Ela é linda e tem, segundo o guia de papel, uma coleção bacana de obras de arte.

Como o nosso objetivo era somente a contemplação, …

… passamos batido e…

… nos deixamos levar pelo encanto do bairro.

Ele ainda é pouco explorado …

… e sentando num bar pra tomar uns bons drinks, …

… você ainda consegue interagir com os italianos da gema.

É muito divertido.

Andamos bastante, …

… cruzamos com lindíssima igreja Santa Maria in Trastevere …

… e quando percebemos, já era hora do almoço.

E o esforço foi grande, já que o Antico Arno fica lá em cima, após o parque do Gianicolo.

Suamos muito e chegamos quase que quebrados lá.

Mas valeu a pena.

Ele é charmoso e o nível de serviços, espetacular.

Fomos recebidos com um agrado do chef, quinua com polvo e maionese de maracujá.

Refrescante, assim como os Grechetos que tomamos.

A Dé escolheu o prato que é considerado a obra prima de lá, o spaghetti cacio e pepe. É realmente uma maravilha.

Eu, teimoso que sou, pedi um risoto que estava espetacular. Feito com limão e finalizado com ceviche de peixe e salsão (grande idéia). Ótimo!

E melhor, fizeram a gentileza de mandar um prato pequeno com uma porção do da outra pessoa. Ou seja, o da Dé tinha o risoto e o meu, o cacio e pepe.

Ainda bem que tenho bons ouvidos e segui as dicas da Lourdes, do Eymard e do Marcello Britto. Seduti!

Ainda deu tempo de molhar os pés na Fonte Dell Acqua Paola que fica ali perto, …

… e ver vistas espetaculares da cidade eterna …

… de um ângulo totalmente diverso do comum.

Pegamos um táxi de volta pro hotel (ufa!) …

… e ainda conseguimos curtir a varandinha do nosso quarto que dá direto pro Largo Febo.

Resolvemos ir a pé pra enoteca que reservamos pro jantar.

Ela fica perto da muvucada e bela Fontana di Trevi.

É claro que a cidade estava absolutamente lotada …

… e mais linda ainda …

… com esta iluminação do por do sol.

Ainda tivemos tempo de dar uma olhada em algumas lojas …

… e especialmente na nova La Rinascente, próxima da Fontana.

A loja é espetacular e o Food Hall dela promete. Retornaremos.

As 8:00 em ponto chegamos na Vineria Il Chianti.

Como fizemos reserva (faça sempre que possível), passamos na frente de todo mundo.

Nós temos um caso de amor com este lugar, pois na primeira vez que viemos pra Roma, comemos lá e adoramos.

E desta vez não foi diferente.

Pedimos uma tábua completa de salumi e formaggio …

… além de focaccias e pães …

… e duas taças dum Brunello do Castelo Banfi.

Foi o grand finale dum grandíssimo dia.

Voltamos a pé para o hotel Raphael …

… só curtindo a beleza e a singularidade da caótica Roma.

Não é à toa que ela é eterna e terna.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.

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dcpv – dias V e VI – itália – costa amalfitana/roma – tudo icônico: bate e volta para ostia antica, segway noturno e pizza na da baffetto.

28/08/2019 (vivido em 8 e 9/06/2018)

Dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/RomaTudo icônico: bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.

Este (dia 9) seria o nosso primeiro dia completo em Roma.

Ontem foi praticamente perdido, visto que fomos conhecer a pequena Praiano, na Costa Amalfitana,…

… pegamos o carro e dirigimos um montão até chegar em Roma.

Fora o stress de entrar numa zona de tráfico limitado, …

… (não se estresse. Basta pedir pro pessoal do seu hotel emitir uma autorização que te isenta da multa) …

… foi bem legal dirigir por Roma …

… e seus cartões postais.

Chegamos quase a noitinha no Raphael.

Ele é muito bom, não somente por ser um R&C.

Os quartos são ótimos …

… e a vista também …

… além de ser ao lado da Piazza Navona.

Ou seja, localização imbatível.

Como estávamos cansados, jantamos por lá mesmo.

A proposta do restô é fazer uma cozinha saudável, com ingredientes de primeira …

… e praticamente veggie.

Não preciso nem dizer que a Dé adorou.

Começamos pedindo uma especialidade da casa, a pizza fina.

Logo após, a Dé chamou uma alcachofra com molho e “chickenitos” veggie.

Ela amou.

Eu fui tradicional e pedi um clássico carbonara.

Também muito bom, além da vista mais do que matadora …

… do restaurante que fica na cobertura.

Acordamos cedo no outro dia, …

… porque tínhamos uma excursão marcada pra conhecer Ostia Antica.

Pra quem não conhece, Ostia é quase uma Pompeia mais light.

Ou seja, é uma cidade com ruínas romanas excepcionais, …

… mas sem aquele clima dark que Pompeia tem (pelo menos, pra nós).

E o passeio guiado é até que inusitado, pois o ponto de encontro é na estação Ostia Antica,…

… que fica em Ostia Antica. Hahaha

Pegamos o trem, chegamos no horário e nada do guia.

Liguei para a Get Your Guide e fui informado que ele estava nos esperando na porta do parque.

Só os italianos mesmo! 🙂

Marcam num lugar e te esperam em outro.

No final,deu tudo certo e fizemos um tour exclusivo, …

… já que éramos só eu e a Dé no passeio.

E olha, Ostia Antica é mesmo especial.

Não existe lugar melhor pra você conhecer como eram as cidades antigas …

… e perceber como quase nada foi criado durante este tempo todo.

Os romanos inventaram muitas coisas, …

… até os botequins, …

… e nós só fizemos aperfeiçoar.

Segue o fotoblog deste lugar tão mágico.

Depois de quase três horas de tour, nos despedimos do nosso guia, o Rubens …

… e zarpamos de trem para Roma.

Pela proximidade da estação final, vale uma visita ao Eataly romano…

… que fica ao lado da estação.

Aproveitamos pra conhecer a enorme loja …

… e resolvemos almoçar por lá.

Por sinal, muito bem.

A Dé pediu um spaghetti Eataly …

… e eu, um orecchiette com molho de tomate.

Massas básicas, bem temperadas e al dente são especialidades da casa.

Ainda aproveitamos pra comer um canolo ao creme que estava demais.

Só nos restou pegar um táxi pro hotel, …

… dar uma descansada …

… e nos preparar pro passeio noturno pela cidade eterna.

Saímos um pouco mais cedo pra reconhecer a maravilhosa zona em volta …

.. e como não somos de ferro, …

… tomamos sorvetes especiais …

… e bebemos dois Aperóis Spritz pra aplacar o calor.

As 7:30 estávamos a postos na Segway Tours pra fazer o passeio.

Seríamos em seis pessoas …

… e o guia Leonardo, que arranha bem o português, nos deu varias ótimas informações.

O passeio é completo.

Iniciamos passando pelo Castelo Sant’Angelo …

… e com a luz favorecendo, as fotos resultaram belíssimas.

Passamos por tudo que é ponto histórico e belo da cidade.

Este passeio merece um belo fotoblog como a seguir.

Terminamos por volta das 23:00 hs …

… com tempo de agradecer por tudo que o Leonardo (é o guia, não é o da Vinci, não!) nos proporcionou…

… além da bem-vinda contribuição da natureza …

… e com a certeza que os passeios de Segway são sempre imperdíveis.

Ufa, se vocês pensam que acabou, …

… estão redondamente enganados.

Ainda deu tempo de matar as saudades da nossa pizza preferida de Roma, …

… a da Da Baffetto.

Graças a Deus não tinha fila, chegamos e fomos entrando.

Pedimos uma maravilhosa margarita grande …

… e meia garrafa dum Pinot Grigio.

Incrível como a pizza da Da Baffetto está cada vez melhor.

E já estamos bolando um plano pra levar duas delas pra casa.

Como da outra vez, dará certo. Mesmo porque, a pizza da Da Baffetto, viaja muito bem, né Re?

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.

dcpv – dia IV – itália – costiera amalfitana – almoçamos em capri e jantamos em positano. sempre com a companhia dos faraglioni. plus? a gruta azul!

24/08/2019 (vivido maravilhosamente em 07/06/2018)

Dia IV – Itália – Costiera Amalfitana Almoçamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus? A Gruta Azul!

Hoje seria de, finalmente, conhecer Capri.

Acordamos e tomamos um magnífico café da manhã …

… com uma visão estonteante do mar …

… e de Positano.

A ideia seria ir até (torna) Sorrento …

… pegar um barco rápido …

… e chegar na fantástica ilha de Capri as 11:00 hs, …

… pra fazer um tour guiado com o pessoal da Nessea …

… que nos mostraria o que que essa ilha charmosa tem.

Tudo bem que tivemos um pequeno stress porque, pra variar, chegamos em cima da hora …

… e o estacionamento próximo da Marina não tinha vagas.

Sorte ou não, achamos um valet do lado do embarque …

… e chegamos em Capri no horário.

A nossa guia estava nos esperando e iniciamos o passeio.

Subimos de funicular (2€ o trecho) …

… e acabamos vendo um lado muito interessante desta famosa ilha.

É claro que conhecemos a Piazzetta (que é mesmo uma Piazzetta) …

… mas, saímos do trajeto “caótico” …

… e fomos conhecer o lado mais “raiz” da cidade.

Andamos por pequenos becos, …

… visitamos uma igreja muito “particolare” …

… ficamos sabendo o significado do nome do hotel mais querido dos trends brasilianos, …

… o Quisisana.

Ele era um hospital e o Quisisana é justamente o lugar onde se curavam as pessoas.

Qui-si-sana (aqui se cura). Hahaha

Descemos para o Giardini di Augusto …

… lindíssimo …

.. e onde se tem uma vista especial,…

… tanto do mar, …

… como dos dois morros marítimos, …

… os Faraglioni.

O jardim todo é encantador …

… e a quantidade de flores …

… e de frutos bacanas …

… é imensurável.

Ainda deu tempo de conhecermos o museu, mais conhecido como Certosa, …

… um antigo e interessante mosteiro …

… que se transformou em museu …

… em homenagem ao grande artista alemão, o Karl Diefenbach.

Ele era um homem além do seu tempo, visto que além de pintar obras muito interessantes …

… já era, naquela época, próxima de 1900 …

… um defensor de alimentação natural e de muitas outras coisas consideradas modernas demais para a época.

Terminamos o tour lamentando, …

… porque foi muito interessante …

… e fomos almoçar no Il Geranio, …

… um restô que fica bem em frente ao mar …

… e melhor, dos Faraglioni.

Não bastasse a paisagem ser belíssima, …

… a comida era proporcionalmente espetacular.

Iniciamos com um carpaccio de peixe fresquissimo.

Emendamos com um vinho branco da região …

… e a Dé pediu a especialidade da casa, o ravióli caprese.

Eu fui num molhado arroz de frutos do mar, mais conhecido como um lambe lambe caprinoso.

Ambos excelentes e muito italianos.

Ou seja, comemos muito bem e alimentamos todos os nossos sentidos.

Aproveitamos que o clima e o horário eram propícios …

… e descemos até o porto pra fazer o tão esperado passeio na Gruta Azul.

E foi incrível.

Compramos o tour na hora, saímos do Porto …

… e em meia hora, …

… chegamos na entrada da Gruta.

O negócio parece bagunçado, mas não é.

Quando menos se espera, …

… vc está num botezinho a remo …

… e pronto pra entrar na Gruta.

E o choque é imenso.

Ela é muito azul …

… e a sensação que se tem …

… é que alguém acendeu uma lâmpada azulada no seu fundo.

É realmente incrível e imperdível.

Ainda tivemos a sorte de que o nosso piloto do barco era um exímio cantor …

… e se a gruta azul já é linda e envolvente, …

… imagine com uma trilha sonora maravilhosa, tal como Torna Sorrento?

Vc fica muito pouco lá, mas é tão bonito que parece que o tempo parou.

Voltamos pra Marina e como tínhamos tempo (sempre ele) …

… pegamos o funicular novamente …

… e retornamos para a Piazzetta.

Estranhamos bastante porque a multidão praticamente tinha desaparecido.

Ou seja, Capri era praticamente só nossa.

Aproveitamos pra ver as lojinhas, …

… passeamos pelos parques, …

… comemos um sorvete delicioso no Bonocuore …

… e pronto.

Estava na hora de pegar o ferry de volta pra Sorrento.

Ainda deu tempo pra tomar um Aperol Spritz …

… antes de atravessar o mar.

Pra completar este belo dia, …

… fiz uma reserva pro jantar no restaurante La Tagliata, em Positano.

Ele fica bem fora do centro da cidade, mais precisamente na parte altíssima.

E é muito particular, …

… já que é uma casa da nona, …

… e se comporta como tal.

A vista é matadora …

… e o menu é fixo.

Entradas tradicionais, …

… bruschettas, mozzarella de búfala, …

… tudo foi servido igualmente pra todos os clientes.

Nem carta de vinhos eles tinham, se escolhia entre o branco e o tinto da casa (saca os copos).

Pra complementar, massas diversas …

… e carnes diretamente da parrilha.

O clima era tão descontraído que até um papagaio falante (e com palavrões em italiano) fazia a sua parte.

Resumindo, foi incrível e recomendamos fortemente quando da sua visita usando estiverem por essas belíssimas plagas.

Quando fomos perceber, já era quase 11:00 da noite.

Ah,esqueci de falar que os Faraglioni estavam firmes no horizonte da vista sensacional do La Tagliata.

Acho que vamos sonhar com eles.

Que belo sonho teremos,

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.

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dcpv – dia III – itália – costiera amalfitana – tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos!

21/08/2019 (muito bem vivido em 06/06/2018)

Dia III -Itália – Costiera AmalfitanaTarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos!

Antes que alguém diga alguma coisa sobre a frase acima, leia o post! 🙂

Mas pegar o carro e ir pra Paestum, mais conhecida como Pesto, faz todo o sentido.

Apesar das quase duas horas de viagem, …

… quando se chega lá, tudo compensa.

Primeiro, tomamos o nosso lauto café da manhã …

… com a companhia indefectível da vista da Costiera Amalfitana.

Se bem que, programei primeiro a passagem na Tenuta Vanullo.

É lá que se tem uma boa ideia de como é feita legítima mozzarella de búfala, …

… uma das maravilhas da culinária italiana.

O tour deve ser reservado, …

… custa muito barato (só 5 euros por pessoa) …

… e você acompanha todo o ciclo da produção.

Vê o tratamento vip que elas recebem …

… assim como boa alimentação, …

… lugar pra relaxar,…

… recebendo massagem …

… e até a espontânea entrada na fila para a retirada do leite.

Depois disso, acompanha a feitura propriamente dita do queijo …

… e a degustação da mais fresca e saborosa mozzarella que já viu.

Logo após e como é bem perto dali, …

… você chega em Paestum.

Que também é conhecida como Poseidonia.

Estão lá templos gregos originais (coisa de 500 AC) …

… tão bem conservados, …

… que se tem a impressão de estar vivendo naquela época.

Além do mais, …

… os romanos agregaram aos templos de Poseidon, …

… Hera …

… e Atenas, …

… casas que te fazem entender como todos viviam naquela época.

O Museu também é muito interessante …

… com uma quantidade grande de objetos resgatados …

… e a indefectível tampa do mausoléu, …

… que tem a pintura do homem mergulhando.

Enfim, se você  gosta de História e de mozzarella (não necessariamente nesta ordem), tem que ir pra lá.

Voltamos com a intenção de conhecer Cetara, …

… uma pequena e charmosa vila de pescadores …

… onde fica o restaurante Acquapazza, …

… que é especializado em utilizar aliche (é uma especialidade de Cetara) no preparo dos seus pratos.

É claro que experimentamos tudo.

A Dé pediu uns filezinhos como entrada …

…e eu, incríveis ostras.

Tomamos um branco da região …

… e como principais, um spaghetti com colatura de Alice (é um concentrado de aliche que fica um tempo num barril de carvalho e que após curtir, se extrai o seu óleo) …

… e eu, um troffi ao pesto com … aliche. Hahaha

É outro programa imperdível.

Voltamos correndo porque ainda tínhamos uma visita a uma vinícola.

Vinícola?

Sim, existem vinícolas na Costa Amalfitana …

… e elas fazem vinhos bons.

O único e grande problema é achar onde fica a Marisa Cuomo.

Porque é bem lá em cima e você sobe muito pra chegar.

Ela fica em Furore, …

… a mesma localidade do belíssimo Fiordo …

… que é ao nível do mar.

Conseguimos chegar no horário (necessário fazer reserva) …

… e a Bruna, uma brasileira que trabalha lá, foi quem nos recepcionou.

O lugar é bem pequeno, a cave é um espetáculo …

… e a visita ao terroir onde estão as antigas videiras …

… é muito interessante, já que não é usual ter paisagens marítimas tão marcantes em alguma vinícola no mundo.

Conversamos bastante e ao final, compramos garrafas do vinho branco premiado deles.

Retornamos ao hotel …

… curtindo muito as paisagens dramáticas da Costiera…

… e foi o tempo de tomar um bom banho, …

… aproveitar o belíssimo por do sol …

… e partir pra Positano, …

… pra jantar no modernoso restô Next2.

Bom, modernoso ele nem é muito, …

… mas só o fato de adaptar algumas receitas tradicionais sulistas, já o faz.

Achamos o menu bem interessante e resolvemos inovar, pedindo, cada um, duas entradas.

A Dé escolheu flores de abobrinhas fritas recheadas de ricota …

… e uma Caprese perfeita.

Eu, pedi uma trilogia composta de uma flor de abobrinha (igual à da Dé), uma ótima berinjela a parmeggiana (olha que nem sou muito fã delas) e uma pizzinha frita…

… e um polvo absolutamente al dente.

Tomamos duas taças dum Franciacorta e duas dum excelente Viogner da região.

Cafezinho, quer dizer, expressos curtos perfeitos e docinhos …

… nos deixaram com a certeza de que, aqui na Itália, o bom ingrediente é essencial.

E quem só tem a ganhar, somos nós.

Enfim, o dia todo foi um banho de cultura e de ótima alimentação.

Do corpo e da mente.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.

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dcpv – dia II – itália – costiera amalfitana – maiori e minori; tem nome mais bacana pra colocar em cidades? de quebra, ravello e positano.

17/08/20149 (vivido em 05/06/2018)

Dia II – Itália – Costiera AmalfitanaMaiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.

Hoje seria dia de explorar as cidadezinhas da Costiera Amalfitana.

E resolvemos ser iguais ao Leão da Montanha: saída pela direita.

Tomamos o nosso lautíssimo café da manhã no hotel Casa Angelina …

… e fomos explorar o lado direito da Costa.

Fomos direto pra Maiori, …

… curtindo a paisagem toda …

… que é muito radical (este é o Fiordo de Furore)  …

… e espetacular, …

… não nos importando com os pequenos perrengues que o trânsito …

… e a estreita estrada te proporciona.

Tudo é impressionante …

… e você fica pensando como é que não conheceu este lugar antes?

Maiori, ao contrário do que muita gente diz, é muito legal.

Se não tem aquelas paisagens dramáticas das outras cidades, …

… tem muita simpatia …

… e aquele jeitão italiano de ser.

Além do que, estacionar por lá é uma grande moleza …

… o que é uma vantagem considerável.

Ao lado dela, e retornando na direção do hotel, está Minori.

Fala a verdade.

Minori e Maiori formam o que seria uma dupla sertaneja ítalo-universitária perfeita.

E Minori, como diria a grande Hebe Camargo, é uma gracinha.

Pequenininha, pero cumpridora.

Além de que só a existência da Doceria Sal de Riso já valeria o esforço de conhecê-la.

Demos uma boa e pequena volta por lá …

… e rumamos para Ravello,…

… que é a cidade sem praia …

… com as vistas mais bacanas do mar.

Tudo bem que chegar lá é um grande esforço…

… com subidas íngremes …

… e vistas de tirar o fôlego, …

… além do inconveniente de não se conseguir lugar pra estacionar.

Mas depois que se está lá, tudo passa.

Antes de desfrutar das vistas estonteantes, …

… resolvemos almoçar …

… e no lugar que eu tinha reservado.

O Da Salvatore é um restô com uma vista sensacional …

… e com uma comida proporcional.

Tomamos um bom bianchetto da casa …

… e pedimos comidas mais do que típicas.

A Dé foi num simples peixe com batatas …

… e eu, num ótimo spaghetti al vongole.

Tudo mais do que perfeito.

Ao lado de lá, está a Villa Rufolo …,

… um lugar com jardins espetaculares …

… e com vistas mais espetaculares ainda.

Eu já falei isso?

Andamos mais um pouquinho e chegamos a Villa Cimbrone.

Taí um outro espetáculo.

Só a terraços com vista infinita já valeria a visita.

Mas tudo é gracioso …

… e muito impactante.

Note que esta foto não é uma montagem.

Tiramos muitas fotos espetaculares …

… de lugares não menos …

… e zarpamos rápida e infelizmente pro hotel, …

… porque tínhamos um tour guiado por Positano.

Tudo bem que o trânsito estava bem enrolado (conte com isso em quase todos os momentos) …

… mas conseguimos chegar a tempo de pegar o transfer para a cidade.

Estávamos bem cansados, mesmo porque as subidas e descidas de Ravello são bem poderosas, …

… mas chegamos ao ponto de encontro, …

… e a nossa guia, a Gabriella estava nos esperando.

Ela parecia bem louquinha,…

… mas não sabíamos o que nos esperava.

Tudo estava correndo muito bem.

Conhecemos melhor a belíssima Positano, …

… a cidade-vertical, …

… com todas as suas nuances …

… e as dicas que elas nos dava eram muito interessantes …

… e valiosas.

Descemos por ruas mais charmosas, …

… conhecemos lojas e points (né, sócios?)…

… além de ver tudo numa perspectiva de nativo …

… e ter aquele frisson de descobrir o porquê deste lugar ser tão encantador.

Quando achávamos que o tour estava acabando,…

… mesmo porque era niver da Dé e tínhamos um jantar reservado no restô do hotel, …

… a Gabrielle nos sugeriu pegar um ônibus …

… e subir pra conhecer a Positano-raiz.

Como Nutellas que somos, topamos …

… e pegamos um coletivo pra nos sentirmos mesmo como nativos.

Bom, subimos muito …

… e de repente, nos vimos no meio do nada …

… e bem longe do hotel.

Foi, inicialmente cômico, …

… mas quase acabou trágico.

Andamos muito e descemos trilhões de degraus.

Tudo bem que vislumbramos ângulos totalmente diferentes da cidade …

… bem como lugares pitorescos, …

… mas mesmo assim, foi cansativo demais.

Por sorte, conseguimos um táxi e com um pouco de atraso, …

… conseguimos chegar no hotel.

Foi memorável e tudo funcionou perfeitamente.

Desde o Champagne de abertura dos trabalhos, …

… passando pelos pães e grisssini adoráveis, …

… pelos amuses oferecidos pelo chefe …

… e a perfeita salada feita com produtos do próprio horto, …

… passando pelos ravioli que a Dé pediu…

… e o perfeito e al dente risoto de peixes e pó de cacau que eu degustei literalmente!

Tomamos um harmonizado Greco de Tufo da Campania …

… e em vez de pedir sobremesas, fomos nos expressos curtos e saborosos.

Qual não foi a nossa surpresa quando a luz foi apagada …

… e um bolo de aniversário surgiu.

A Dé fez os três desejos …

… e todos pensamos: que bom que tudo deu certo!

É isto mesmo!

Esta Costa Amalfitana é perfeita e por aqui, tudo dá certo.

Ainda mais quando se comemora o niver da Dé por lá.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!

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dcpv – dia I – itália – caserta – iniciando a costiera amalfitana com história.

14/08/2019 (vivido em 04/06/2018)

Dia I – Itália – CasertaIniciando a Costiera Amalfitana com história.

E lá fomos nós de novo pra Itália.

E desta vez pra comemorar o niver da Dé.

A ideia inicial seria passar uma semana na nossa querida Roma.

Só que com o negócio de encontrar uma passagem legal (grazie, Marcello Britto), acabamos reservando 12 dias.

E daí a pensar em passar algumas noites na Costa Amalfitana foi um passo. Hahaha

Resultado?

Embarcamos para Roma, via Alitalia, com uma escala no Rio (o preço era muito mais barato) …

… e de lá, voamos para a Bota.

Chegamos bem cedo (por volta das 7:00 da matina) …

… e pegamos o nosso carro alugado.

Em vez de irmos direto pra Praiano …

… resolvemos dar uma parada em Caserta, que fica quase no meio do caminho.

Ou melhor, em Reggia di Caserta.

Que vem a ser uma Palácio imenso.

São 1200 quartos …

… e jardins ingleses com mais de 3 km de extensão.

]

O lugar é um pouco caído …

… mas é interessante ver como vivia o pessoal em 1740, …

… especialmente o Rei Carlos III, …

… que pensou em fazer um Palácio que deixasse Versalhes pra traz.

Muito louco, este cara!

Finalmente rumamos pra Costa Amalfitana.

Chegamos ao hotel Casa Angelina, …

… que fica em Praiano, …

… uma cidadezinha próxima da afamada Positano.

O hotel é impressionante.

Ele é clean, moderno e encantador, quase grego.

A vista do quarto é matadora …

… e saborear Positano ao longe não tem preço.

Nos sentimos quase como aquelas pessoas que têm uma visão espetacular de Paris quando se está no prédio horrível de Montparnasse.

Quase, porque Praiano está longe de ser Montparnasse.

Demos uma descansadinha, …

… curtimos a nossa varanda …

… e nos preparamos pra ir conhecer Amalfi.

Ela fica a quase 30 minutos do Casa Angelina …

… e mais uma vez, foi o maior prazer dirigir por todas aquelas curvas espetaculares,…

… com paisagens dramáticas …

… e belíssimas.

Chegamos em Amalfi próximo da hora do jantar.

Foi o tempo de passear pelo seu charmoso centro, …

… conhecer o famoso Duomo …

… e sentar, para “mangiare bene”.

Reservei a Trattoria da Gemma (é sempre bom reservar) …

… e não nos arrependemos.

O lugar é super tradicional (coisa comum por aqui) e oferece boa comida do Sul da Itália.

Ou seja, peixes e massas de qualidade em profusão.

Tomamos um vinho branco de Ravello …

… e experimentamos uma entrada que continha 3 tipos diferentes de petiscos: …

… flor de abobrinha recheada com provolone, …

… linguiça de atum …

… e anchova fresca recheada também com provolone. Que delícia!

Dividimos, como principal, um paccheri com molho de peixe e tomate que estava bom demais.

Economizamos na sobremesa …

… porque perto dali fica a Pasticceria Andrea Pansa.

A sfogliatella é uma especialidade da casa e se torna melhor ainda quando acompanhada de um bom Prosecco.

Pronto, o dia estava totalmente “achado” e pronto pra ser registrado como mais um daqueles inesquecíveis.

E olhe que a coisa toda está apenas começando.

Esta Itália é mesmo um lugar especial!

Arrivederci.

.

 

dcpv – dia fifteen and last – eau – abu dhabi – o louvre no deserto e no mar. já a a ferrari…

18/04/2018

Dia fifteen and last – EAU – Abu Dhabi – O Louvre no deserto e no mar. Já a Ferrari …

A tempestade de areia continuou.

Ou seja, o alcance da vista não era muito grande, …

… mas tudo se tornava mais misterioso.

A nossa guia de ontem teve um problema e foi substituída pela carioca Cacá.

Tomamos o nosso café da manhã …

… e zarpamos pra Abu Dhabi, …

… o outro estado importante dos Emirados Árabes Unidos.

São quase 1,5 horas de carro, …

… em estradas de primeiro mundo …

… e a nossa primeira parada seria na Mesquita Sheikh Zayed.

Eu não sei se chamar somente de Mesquita, …

… este templo espetacular não seria uma blasfêmia.

Mesmo porque, o construção detém tantos recordes …

… e é tão espetacular …

… que você fica estupefato.

Esta é uma boa maneira de associar o teu sentimento.

Como uma coisa pode ser tão grandiosa, …

… religiosa …

… e magnânima ao mesmo tempo?

Estando lá, ela te coloca  no teu devido lugar.

E você agradece por tudo o que acontece na sua vida.

Enfim, é um lugar memorável …

… e olhe que não vou nem falar dos números que são certamente imensuráveis.

Uma pena que o Sheikh Zayed morreu antes de ver a sua grande obra concluída.

Demos uma passeada pela orla de Abu Dhabi, …

…e aproveitamos pra conhecer o hotel mais famoso de lá, o Emirates Palace.

Pra variar, ele também é incrível.

Note que tudo o que reluz, não é a nossa Re.

Neste caso, é ouro mesmo.

Imaginem o que foi gasto pra fazê-lo?

Aproveitamos pra comer um docinho, logicamente com ouro, …

… (estou otimista quanto ao subproduto desta operação , 😁) …

… e rumamos pra conhecer o que, imagino, …

… seja a atual maior atração de Abu Dhabi.

O museu do Louvre.

É claro que é uma filial de lá, …

… mas, pra variar, é espetaculosa.

O famoso arquiteto francês Jean Nouvel se superou.

O prédio é, de verdade, a grande atração.

As fotos não conseguem transparecer a sua beleza …

… e harmonia.

A cobertura é um espetáculo …

… e o posicionamento da obra, …

… que fica praticamente dentro do mar …

… te deixa eufórico.

Foi exatamente como ficamos.

Boquiabertos com a dimensão e a harmonia de tudo.

Certamente é um lugar pra ficar o dia inteiro só observando cada ângulo,

.

E as obras de arte?

Elas existem e são muito bem distribuídas em suas salas, …

… com alguns destaques de primeira grandeza, …

… como Rodin, …

… Van Gogh …

… e Leonardo da Vinci, …

… mas o que marca realmente, …

… é a belíssima harmonização da construção com o ambiente em que está inserida.

Perfeito!

Almoçamos rapidamente no restaurante do próprio museu, …

… e mesmo assim, a vista estava presente.

Partimos, claro que atrasados, pra próxima atração.

E a expectativa era enorme.

Afinal de contas, o parque da Ferrari dispensa apresentações.

Só a visão da sua parte externa …

… te deixa pensando que deve ser o Louvre dos parques de diversão!