Arquivo para outubro \30\-03:00 2019

dcpv – day nine – canadá/usa – vancouver/seattle – atravessando a fronteira numa boa e legalmente.

30/10/2019 (vivido em 05/10/2018)

Day nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira numa boa e legalmente.

A previsão previu e aconteceu.

Chuva!

Realmente o tempo estava broncolhaço.

Tomamos o nosso café da manhã no hotel, …

… fizemos umas últimas compras …

… no comércio vancouveriano …

… e estávamos prontos para cruzar a fronteira e de carro.

Nosso destino?

Seattle nos USA.

Que fica até que perto de Vancouver (quase 3 horas).

Ainda estávamos com aquela dúvida de sempre?

Dia de mudança de hotel é dia perdido?

A viagem foi muito bacana.

Aí chega a fronteira …

… e o controle feito pra tua passagem.

É claro que você não tem nada a temer, …

… mas confesso que dá um pequeno stress.

Passamos tranquilamente …

… e logo estávamos em território americano (toca o hino!) …

… a caminho de Seattle.

A chuva e o trânsito começaram a apertar, …

… mas como tudo era muito bonito, …

… fomos curtindo o visual.

Mantivemos o plano A de passar pelo Premium Outlets e …

… almoçamos frugalmente na excelente Panera Bakery.

A Dé comeu uma sopa e um sanduba de caprese, …

… enquanto eu, pedi um legítimo sanduíche italiano. Ambos, deliciosos.

Passamos rapidamente pelo Outlet (pareceu ser uma boa roubada), seguimos rumo a Seattle e a nossa nova morada, o hotel Pan Pacific.

Chegamos por volta das 17:00 hs e embaixo de muita chuva. Ou seja, Seattle não nos decepcionou.

Fizemos o checkin …

… e o hotel além de ser muito bem localizado, …

… nos apresentou um quarto extremamente espaçoso …

… e com uma vista mais que especial …

… dum ícone Seattleliano, a lendária Space Needle.

Se com chuva se tem essa visão, imagine num dia ensolarado?

Aproveitamos a proximidade e fomos fazer uma visita de trabalho (rsrsrs) …

… ao nosso queridinho, o Whole Foods.

O que que é isso, minha gente!

Whole Foods é o supermercado que todos gostaríamos de ser e ter.

É um verdadeiro espetáculo.

Com missão, visão e experiência de compra garantidas!

Este merece, como sempre, um mini fotoblog.

Resolvemos jantar no hotel (como normalmente fazemos em dias de chegada)

Foi frugal e muito bom.

A Dé escolheu uma sopa de abóbora (ótima e na época) …

… eu, um hambúrguer de Wagyu com batatas.

Ambos excelentes, assim como os nossos vinhos branco neozelandês e syrah do estado de Washington.

Enfim, o dia foi perdido?

Na na ni na ná!

Foi muito divertido e só nos deixou com mais água na boca pra aproveitar as novidades roqueiras de Seattle.

Gozado, nós nunca vimos esta cidade, mas já estamos amando.

If you walk out on me, I’m walking after you (Dave Grohl).

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Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!

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dcpv – dia eight – canadá- vancouver – sea to sky, ô nominho verdadeiro e bonito!

27/10/2019 (vivido em 04/10/2018)

Dia eight – Canadá -Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!

A previsão prometia um dia totalmente ensolarado.

E entregou.

Acordamos animados, …

… tomamos o nosso café da manhã no hotel …

… e tocamos pra casa do Thiago, nosso querido primo/sobrinho, que também estava em Vancouver.

Ele topou passear junto comigo e com a Dé.

O nosso destino?

Duplamente Sea to Sky.

Primeiro, Sea to Sky, a rodovia.

Que também é conhecida como Hwy 99.

E melhor, uma das estradas mais bonitas do mundo.

E ela é mesmo.

A mistura de vistas esplendorosas do mar, …

… com um asfalto impecável, …

… vegetação e rochas exuberantes …

… formam um verdadeiro pedaço do paraíso e um deleite pros nossos olhos.

Até Sea to Sky, a gôndola, é quase uma hora de puro prazer.

E quando você percebe, já está lá.

Aí é pegar uma pequena fila, …

… embarcar no bondinho …

… e ficar mais uma vez de queixo caído …

… com a quantidade de vistas bacanas …

… que os teus olhos conseguem mirar.

São vários e ótimos ângulos do mar …

… das árvores e das montanhas …

… que você simplesmente não consegue parar de bater fotos.

Pra dar um charme maior, ainda existia resquício de neve no terreno.

O mirante principal tem vistas deslumbrantes …

… mas o secundário, …

… que você acessa através duma ponte suspensa …

…e balançante …

… também produz imagens espetaculares.

Lá em cima, você tem a opção de passear por trilhas, …

… mas devido a exiguidade do tempo, …

… optamos por curtir mais um pouco de tudo …

… e descer pelo mesmo caminho que subimos.

Ou seja, …

… foi certeza de mais grandes momentos …

… e de visões inesquecíveis.

Como estávamos razoavelmente perto, …

… optamos por visitar a super estação de esqui, …

… Whistler.

São quase 1,5 hs pra frente …

… mas vale cada centavo de dolar canadense dispendido na tarefa.

A estrada continua maravilhosa …

… e cada vez mais dramática,

E quando se chega a Whistler, …

… o baque é maior ainda.

A cidade é muito bonita, …

… charmosa e engraçadinha.

Podemos dizer que é uma Campos do Jordão …

… que certamente, deu certo.

Como complemento, pensamos em conhecer o Centro de Velocidade …

… onde ocorreram as provas de skeleton, bobsled e quetais das Olimpíadas de Inverno.

O lugar é bem bacana, …

… só que está fechado à visitações.

Uma tremenda mancada dos administradores do lugar, uma vez que certamente muita gente gostaria de visitar, assim como nós.

Tudo bem que demos um jeito …

… e conseguimos ver a pista e o ponto de frenagem.

De lá, retornamos para o Centro de Whistler …

… pra procurar um lugar pra almoçar e encontramos.

Pedimos coisas triviais, tais como fish chips pra Dé …

… e hambúrguer de peixe com batatas fritas pra mim e pro Thiago.

Demos mais uma volta pelo centrinho de Whistler, …

… percebemos a exuberância das folhagens de outono …

… com uma belíssima coloração avermelhada.

Quando chegamos à praça Olímpica, a comoção foi geral.

Afinal de contas, é muito emocionante ver um lugar onde um Olimpíada foi realizada, mais precisamente a de Inverno de 2010.

Ficamos tão tocados que …

… quando fomos embora, resolvemos passar no Parque Olímpico, …

… que fica a meia hora da cidade.

Dirigi numa estrada espetacular (pra variar)…

… pra chegar no Parque Olimpico e dar de cara com esta placa.

O Parque está fechado, sem nenhuma previsão de reabertura.

Só nos restou retornar ao caminho de volta …

… e perceber que as vezes, falta pensamento empresarial aos canadenses.

Imagine que se este Parque estivesse na mão de americanos?

O negócio foi voltar pra casa, …

… no exato caminho inverso da ida …

… e com vistas da HWY 99 mais exuberantes ainda …

… pois além de estarmos do lado mar, …

… o eminente e belo por do sol …

… transformava tudo em objetos muitos mais brilhantes e fulgurantes.

Paramos no máximo de belvederes possíveis …

… e quando chegamos próximos da Lions Gate …

… o trânsito deu uma encrespada.

Tudo bem que foi o suficiente pra vermos o Astro Rei cair, e bem em cima da ponte.

Lindíssimo.

Deixamos o Thiago no apê que ele está hospedado, nos despedimos dele e …

… nos preparamos pro último jantar em Vancouver.

NOTA: vamos parodiar o Estadão dos velhos tempos e colocar fotos legais na matéria. Esquecemos de fotografar! 🙂

Que seria no restaurante Bauhaus, um bistrô (?) transado e alemão.

Pedimos uma burrata totalmente original pra dividir.

Melancia, azeitona e tomate confitado, além duma excelente burrata. Hahaha

A Dé pediu um Scarpinocc, um massa um pouco pesada e mais bonita do que gostosa.

Eu fui num atum que também estava muito bonito, mas um pouco passado.

Ou seja, o restaurante tem uma pegada cenográfica e parece que a comida também seguiu esta linha.

Obviamente, tomamos duas taças dum Riesling Alemão Branco. Pronto e ufa!

O dia terminou muito bem, com bastante sol e muita diversão de todos.

Amanhã é pegar a nossa máquina, cruzar a fronteira e conhecer Seattle, …

… a terra do grunge.

Que venham os Nirvanas, Pearl Jams e quetais grungeiros.

Come as you are!

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!

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dcpv – day seven – canadá – vancouver – sea to sky sobre rodas (e que rodas!).

23/10/2019 (muito bem vivido em 03/10/2018)

Day seven – Canadá – Vancouver – Sea to Sky sobre rodas (e que rodas!).

O tempo continuou melhorando.

Tudo bem que ainda não estava “aquele” sol, …

… mas só a falta de chuva já ajudava bastante.

Ainda mais que tínhamos atividades outdoor. 🙂

E que atividades!

Acordamos cedo, tomamos o nosso café da manhã diferentão (até dimsum eu pedi) …

… e nos preparamos pro que seria um acontecimento.

Iríamos fazer um passeio dirigindo carros esportivos.

Na verdade, carrões esportivos.

Descobri este tour pelo Santo Google (grazie!) e achei a ideia genial.

Você vai em direção a Squamish, a belíssima estrada que leva ao Sea to Sky, …

… e dirige 4 carraços, meia hora cada um.

Deixa eu explicar e mostrar melhor.

O pessoal da Scenic Rush veio nos buscar no hotel e as 10:00 hs estávamos a postos pra começar a aventura.

Ele nos dão um leve briefing e aí você pega no batente. 😀

No nosso caso, éramos em dois casais, sendo que somente os maridos iriam dirigir.

E escolhi iniciar o tour dirigindo um Audi R8.

Tremendo carro automático, cinza e superpotente.

Dirigir uma máquina destas é um prazer inenarrável …

… e te faz voltar a ser criança (gugu dadá).

Fizemos a primeira parada para descanso e troca de carros num hotel.

E o primeiro desafio chegou.

Eu iria dirigir um Porsche GT4 Azul e com câmbio manual.

Foi muito interessante, já que faz mais de 10 anos que não dirijo um (manual, claro! 🙂 ).

Mas tudo deu certo e o divertimento foi total.

O carro puxa muito e você realmente tem a sensação de controle total da máquina.

Pronto!

A próxima parada foi num posto de gasolina.

E além de iniciarmos a volta, eu pilotaria uma Corvette Z06 preta automática.

Que máquina, senhores!

Parece que você está dentro duma nave espacial.

E em todo o trajeto se sente a potência do motor.

Algumas puxadas foram especiais …

… e deu pra sentir que este carro é quase que um daqueles cavalos selvagens.

Mais uma parada, a última, numa região litorânea …

… e aproveitamos pra tirar uma foto oficial com todos os possantes.

Foi realmente demais!

E o grande momento se aproximava.

Afinal de contas, não é todo dia que se tem a possibilidade …

… de sentar numa Ferrari F430 2018 …

… e dirigir tranquilamente.

Olha, foi meia hora de puro prazer.

Incrível o charme que um ícone destes provoca …

… e, principalmente, o sentimento que o simples ato de dirigir transforma toda a sua rotina.

Todos os cavalos do “cavalinho rompante” aparecem como do nada …

… e transformam cada acelerada num prazer total.

E você sente fisicamente pois cada acelerada mais profunda …

… corresponde a quase que um coice do próprio cavalo. Incrível!

Além de tudo, não vamos esquecer que a estrada …

… é de uma cenografia exageradamente linda.

Pronto!

Fim do passeio e do encantamento …

… só nos restou voltar ao hotel e pensar em como uma ideia fantástica se transformou numa realidade espetacular.

Este tour merece cada uma das 5 estrelas dada a ele com unanimidade no TripAdvisor.

Como a coisa toda estava baseada em rodas, remarcamos o tour que não fizemos por causa do mau tempo na UBC.

Mais precisamente no Jardim Botânico da UBC e de Segway.

Chegamos lá as 2 da tarde e o nosso guia, o Chuck estava nos esperando …

… e preparado pra nos mostrar todos os recantos do lugar.

E melhor, com informações interessantes e bastantes curiosas.

O tour todo durou quase 2 horas …

… que passaram muito rapidamente.

Conhecemos o jardim dos cactos, …

… a horta comunitária, …

… o jardim das ervas medicinais, …

… atravessamos o parque, ..

… até chegar ao jardim Oriental …

… e terminamos na horta…

… que é espetacular.

Só o fato de vermos plantações tão bem cuidadas …

… e exuberantes …

… nos deram um enorme prazer …

… e vontade de agradecer pelo belíssimo dia.

Este passeio vale o minifotoblog.

Estava bastante frio, …

… mas isso não impediu que curtíssimos bastante as informações do Chuck.

Terminamos e pensamos em incrementar o dia…

… passando no Van Dusen Botanical Garden

… tentamos dar um upgrade no contato com a natureza.

Tomamos uma belo capucino, comemos uns docinhos …

… e quando fomos entrar, …

… estava próximo do horário do fechamento.

Tudo bem que eram 17:00 hs, mas a natureza foi sábia, pois fazia um frio duca.

Voltamos pro Shangri La, demos uma circulada pela região…

… e fomos nos preparar prum jantar em família.

Isto mesmo.

O nosso querido primo/sobrinho, o Thiago e a Bruna, a esposa dele também querida, estavam em Vancouver e aproveitamos pra fazer uma reuniãozinha básica.

Fomos ao The Flying Pig e foi extremamente divertido.

Um jantar super agradável era tudo o que precisávamos pra encerrar um dia tecnicamente perfeito.

Devo confessar uma coisa: foi difícil dirigir o nosso Volvo alugado após tamanho contato com verdadeiros bólidos.

Até amanhã e uma bandeira quadriculada pra todos nós.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
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day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.

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dcpv – dia six – canadá – vancouver – capilano+grouse+cervejas=tripleta duca!

19/10/2019 (vivido em 02/10/2018)

Day six – Canadá – Vancouver – Capilano+Grouse+Cervejas=uma tripleta duca!

Hoje o dia prometia.

Como estava muito calor …

… a previsão era otimista.

Nada de chuva pela manhã …

… e um pouquinho só a tarde.

Com todo o otimismo, programei visitar a ponte suspensa de Capilano pela manhã.

No resto, daríamos um jeito. 😁

Tomamos o nosso lauto café da manhã …

… e rumamos pra lá.

O tempo realmente começou a melhorar, …

… (nada como a previsão do primeiro  mundo)…

… e em 15 minutos chegamos.

Capilano é simplesmente de arrasar.

Iniciamos o nosso passeio pelo Cliffwalk.

Ele é formado por uma caminho individual …

… por entre a floresta …

… e com uma altura significativa …

… onde você tem vistas incríveis da floresta …

… e do Rio Capilano.

Tudo é muito cenográfico …

… e belo.

Belíssimo!

Dali partimos pro ícone.

A ponte suspensa de Capilano balança muito, mas muito mesmo.

Tanto que chegamos a ficar enjoados.

A Dé bem mais do que eu.

Assim que terminamos de atravessar a ponte …

… e passar pela horda de turistas …

… resolvemos subir pelos caminhos da Treetops Adventura.

Ela nada mais é do que um caminho montado por entre árvores imensas …

… e onde você se diverte muito …

… tentando desviar dos asiáticos tentando tirar …

… as fotos mais esdrúxulas de todos os tempos.

Brincadeiras à parte, é muito divertido mesmo.

Ainda demos mais uma volta …

… por bonitos caminhos …

… e nos preparamos pra retornar pela ponte …

… (este retorno é obrigatório) …

… dando uma passada na excelente lojinha …

… (como elas são legais por aqui) …

… e voilá!

Voltamos galhardamente pela ponte suspensa …

… e quando percebemos, já estávamos em terra firme.

Ufa! Que alívio!

Aproveitamos que o tempo estava cada vez melhor …

… e a proximidade …

… e resolvemos subir pra Grouse Mountain.

Foi uma atitude sábia.

Tivemos …

… vistas deslumbrantes de Vancouver, …

…  mas deslumbrantes mesmo, …

… e quando chegamos ao topo, …

…  veio a grande surpresa: …

… o tempo estava horrível.

Muita neblina, frio e até um projeto de chuva.

O negócio foi nos abrigarmos na lanchonete, …

… comer um bom lanchinho e aguardar.

Aproveitamos pra assistir a um filme sobra vida dos ursos e nos entusiasmamos em ver como eles são alimentados.

Foi ótimo.

Inclusive, o tempo colaborou.

E nos permitiu ver como estes charmosos animais …

… são encantadores.

OLhamos os ursos tão de perto, que conseguimos ouvir a sua mastigação …

… enquanto comiam um pouquinho.

Era quase um episódio ao vivo de Ben, o urso amigo, …

… se é que vocês me entendem! ☺️

Resumindo, foi fantástico!

Retornamos pro hotel, pois tínhamos um passeio vespertino curioso a ser feito.

Iríamos conhecer 3 diferentes tipos de cervejarias diferenciadas de Vancouver.

Como eu descobri isso? Pesquisa  no Santo Google.

Cheguei no Vancouver Brewery Tours, fiz a reserva e as 17:00 hs, estávamos na frente do Canadá Place, esperando pelo pessoal do tour.

Tudo bem que tivemos um pequeno stress, mas a Dé tirou de letra e logo, logo, encontramos a turma do passeio.

Éramos somente 4 (nós e um casal de médicos de Buffalo) e iniciamos a saga.

Primeira parada: Parallel 49.

É uma cervejaria descolada e com um visual incrível.

Experimentamos um voo com quatro cervejas diferenciadas e divertidas.

Demos um passeio informativo …

… sobre todo o processo de produção e nos surpreendemos com a pujança do negócio.

O guia, o Jordan, era extremante simpático e nos passou um montão de informações legais.

Segunda parada: Callister Brewing.

Lugar também diferente, …

… e extremamente agradável.

As cervejas são tão diferentes, que a maioria nem poderiam ser chamadas de cervejas.

Até uma de cereja nós experimentamos.

Aproveitamos pra comer um prato de queijos que estava muito bom.

Nesta altura, jå éramos chegados do casal buffalino …

… e conversávamos sobre absolutamente tudo.

Terceira parada: Strathcona Beer.

Uau! Que lugar!

Modernoso, …

… com uma trilha sonora de arrasar, …

… sacadas estéticas legais …

… e umas cervejas muito boas.

Ainda por cima, tinha uma pizza animal.

Comemos e bebemos muito bem, …

… e o Jordan nos levou a um tour …

… muito elucidativo…

… sobre o processo de fabricação…

… das cervejas deles.

Quando demos conta, já eram 20:00 hs e o tour estava por terminar.

Olha, foi uma experiência incrível …

… e que certamente repetiríamos, sem hesitar!

Taí um passeio a ser feito, independentemente se você gosta ou não das louras (ou morenas, ou ruivas).

Enfim, vá se estiver por aqui.

Retornamos felizes (hic) pro hotel e pensando em como a vida é beautiful!

See U!

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
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dcpv – day five – canadá – vancouver – nem só de sol vive o turista.

16/10/2019 (vivido em 01/10/2018)

Day five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.

Chuva. E dá-lhe plano B.

Aonde ir quando a chuva aperta?

Museus!

Sim, no plural.

E foi o que fizemos.

Antes de ir, tomamos um lauto café da manhã …

… e fomos resolver um imbróglio.

Desde a última viagem pra cá (2008) tenho 1000 dólares canadenses em travellers checks do Amex e não consigo trocar.

Desta vez eles não escapariam. Descobri através do site o ponto de troca mais perto do hotel e fomos até lá.

Olha, foi moleza de descobrir. Eles não trocam! Vou ter que dar um jeito aqui no Brasil mesmo (em tempo, já troquei na Confidence Câmbio).

Dali, rumamos para o Museu de Antropologia que fica na UBC.

Lembram da história dos Segway de ontem?

Pois este museu fica lá mesmo.

E ele é muito interessante.

Basicamente conta a história dos first people que chegaram ao Canadá.

E com maestria.

São inúmeros (mais de 40000) objetos …

… que mostram todas as culturas de quase todo o mundo.

Extremamente curioso e informativo.

Além da quantidade imensa …

… de totens …

… de todos os lugares …

… dos primórdios canadenses.

É claro que existe uma grande atração.

E ela é The Raven and The First Man.

A escultura foi feita pelo Bill Reid …

… e representa a criação do homem a partir de uma águia.

É linda, …

… super-fotogênica …

… e emblemática.

Como diria a Dé, encantadora.

Como o tempo continuava broncolhaço, …

… resolvemos conhecer outro museu.

No caso, o de Ciências.

Ele é quase infantil, mas bastante curioso.

Lá você (re)aprende um montão de coisas básicas.

São ilusões de ótica, …

… coisas de física, …

… toca instrumentos diferentões …

… enfim, se diverte muito.

Ainda tivemos a oportunidade de assistir a um filme sobre Pandas (aqueles tipos de ursos engraçadinhos) no cinema Imax …

… e explorar uma exposição especial …

… sobre como são feitos os desenhos animados da Pixar.

Olha, bota curioso nisso!

As imagens são fantásticas e realmente valem um foto blog.

Retornamos ao hotel pra deixar o carro e aproveitar pra conhecer algumas lojas que ficam em volta dele.

Afinal de contas, compras são sempre necessárias.

Andamos bastante e quando vimos,…

… estávamos prontos pro jantar.

Que hoje, seria em grande estilo.

Afinal de contas, ganhamos um menu degustação com paridade de vinhos totalmente grátis (obrigado Marcello Brito, nosso amigo e agente de viagens).

E a coisa toda foi incrível. Começa que por ser cortesia, imaginávamos que o jantar seria meia-boca.

E nos surpreendemos positivamente. Foi absolutamente perfeito e incrível.

Iniciamos com uma Búfalo Burratta Grilled BC Stone Fruit, Agrodolce, Thai Basil. Perfeita!

Continuamos com o Birch Syrup Smoked Salmon Frozen Chilliwack Tomato Sableée. Perfeito 2.

Acompanhou mais um vinho branco Barbera Gastrique.

A Terceira belezura: Heritage Angus Beef Carpaccio Cured Yolk. Perfeito 3.

Combinou com um Barbera D’Asti, claro.

Quarta maravilha: Haida Gwaii Sablefish Mahogany Clam Vin branco House Cured Bacon. Perfeito 4.

Mais um vinho branco, agora um francês.

Só restou a sobremesa, Chanagan Apple Mille-feuille Vanilla Ice Cream White chocolate Caramelo. Perfeito 5.

Finalizamos com um Tokaji 5 Putonnyos.

Enfim, foi uma noite perfeita ao custo de 6,30 dólares canadenses (é, a água não estava incluída! Hahaha).

Vai ser perfeita lá na …

Au revoir!

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
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