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dcpv – days three and four – usa – varejando por ny

29/01/2020 (andado em 13 e 14/01/2019)

Days Three and Four – USAVarejando por NY.

Eu já falei que o propósito desta viagem à Big Apple …

… foi uma feira de varejo, a NRF, né?

Pois, por isto mesmo, estes dias não apresentaram …

… muitas coisas turísticas.

Como tivemos algumas exceções, …

… vou listá-las por aqui.

Acordamos cedo, …

… tomamos um café da manhã no queridinho Starbucks …

… e tivemos o nosso primeiro contato …

… com legítimos flocos de neve.

Por causa deles, pegamos um táxi …

… e fomos pro Jacob Javits Center.

NRF estava lotada.

Passamos a manhã inteira …

… ouvindo palestras sobre inovação …

… e principalmente, no nosso caso, …

… de como o varejo físico não irá acabar.

É claro que não teremos mais supermercados no formato que estamos acostumados, …

… mas os clientes ainda gostam muito de ter contato físico …

… com o que eles estão acostumados.

Aproveitamos a hora do almoço, …

… pra sair da feira e ir conhecer um restô bastante interessante, …

… o Legacy Records.

Como era domingo, aproveitamos pra brunchar!

E foi ótimo.

Iniciamos com uma bella focaccia com mortadela italiana.

Pedimos duas taças dum Sauvignon Blanc francês e chegaram os principais.

A Dé escolheu ovos que mais pareciam nuvens, acompanhados de pancetta.

Eu fui num espaguete básico, mas com um molho vermelho bastante apimentado e totalmente al dente.

Enfim, é um lugar pra voltar.

E por falar em, retornamos pra feira.

Mais uma série de palestras interessantes a tarde …

… e aproveitamos o ótimo clima, …

… pra curtir o High Line.

Que espetáculo!

Ainda mais com um por do sol daqueles.

Apesar do frio, …

… curtimos muito todos os prédios espetaculares …

… que estão sendo construídos, …

… e os que já foram.

NY continua um verdadeiro canteiro de obras …

… e como estava no caminho, …

… fomos conhecer uma estabelecimento que merece a sua visita.

A Story é uma loja conceito (atualização. Aparentemente, ela foi vendida pra Macy’s)..

… e muito divertida.

Ela é montada como se fosse uma revista, ou seja, com várias reportagens ou ambientes, …

… e todo o seu acervo se modifica pelo menos 4 vezes por ano.

Certamente voltaremos, mesmo porque a loja vai mudar totalmente na outra segunda feira.

Voltamos andando, …

… demos mais uma passada pelo Chelsea Market …

… e fomos nos preparar pra ir jantar com dois amigões nova-iorquinos nossos: a Marcie e o Ciro.

E seria num restô toscano da gema, o Pepolino. É um lugar muito divertido e canastrone ao máximo, ou seja, italianaço.

Fomos logo escolhendo várias massas, conversando muito, (nada de “calar” a noite inteira, né, Ciro?) …

… e quando percebemos, já tínhamos que ir embora.

É claro que o papo foi tão bacana que não tiramos nenhuma foto, mas o por do sol e o High Line foram tão legais que preencher estes espaços com suas fotos foi até um prazer.

Já o outro dia, amanheceu também ensolarado.

E frio, como de costume.

Por causa disso, optamos por tomar café da manhã no bar do hotel.

E sabe que até que foi bonzinho?

Fomos pra NRF de Uber …

… e ficamos a manhã inteira …

… enfurnados e recebendo ótimas infos sobre …

… para onde se encaminhava o futuro do varejo.

Além do mais, recebemos altas dicas de lojas diferenciadas …

… que estão vendendo experiências para os seus clientes. Elas proliferam por aqui.

Aproveitamos o horário do almoço pra conhecer o Ivan Ramen.

Pra quem não lembra, ele era o tema de um dos episódios do Chef’s Table.

E a comida é especial.

É claro que pedimos ramen. Hahaha

A Dé, um veggie …

… e eu, um legítimo de Tokyo.

Os sabores são muito marcantes e a visita foi muito auspiciosa.

Voltamos pro Javits Center …

… com um vento gelado cortando as nossas peles.

Mais um período com palestras e visitas à feira …

… e retornamos pro hotel pra dar uma passeada pela próspera região do Meatpacking.

E ela é demais.

Demos mais uma parada na Starbucks Roastery Reserve …

… aproveitando pra tomar cafés, …

… comer um docinho …

… e admirar mais uma vez …

… este fantástico lugar.

Mais um pouquinho e …

… fomos visitar a loja conceito da Samsung, a Samsung 837.

Que é mesmo totalmente diferentona.

Primeiro, que ela não vende nada.

Segundo que lá você tem realmente …

… um monte de experiências,…

… tais como ver uma telona formada por celulares, …

… desenhar sobre uma foto tirada por você mesmo, …

… achar que está descendo uma montanha de neve …

… ver um tremendo telão com imagens do mundo inteiro …

… além de muitas outras coisinhas mais.

E tudo isso de graça.

Passamos também no que seria um pretenso concorrente do Chelsea Market, …

… o Gasenvoort Market mais parecia um “curuca” desta categoria.

Estávamos quase prontos pro jantar.

Que seria no Charlie Bird, um restô indicado pela restaurateur Cris Beltrão.

E que lugar!

Estava lotado em plena segunda a noite (faça reserva).

Pedimos coisas pra compartilhar, tais como excelentes batatas fritas, …

… beterrabas muito bem temperadas com nozes e pistaches crocantes, …

… farro com especiarias e hortelã …

… e uma burrata com abóbora.

Tudo absolutamente perfeito.

Voltamos pra casa pensando em como seria legal misturar o sono real com o sonho virtual.

See U!

Veja os outros dias desta viagem:
day One – USA – New York, New York.
day Two – USA – Andando muito nas lojas diferenciadas de NY.

.

 

dcpv – day two – usa – andando muito nas lojas diferenciadas de NY.

25/01/2020  (labutado em 12/01/2019)

Day Two – USAAndando muito nas lojas diferenciadas de NY.

Viemos pra NY por causa da NRF, a maior feira de varejo do mundo.

Teoricamente, ficaríamos por conta dela nestes primeiros dias de viagem.

Acontece que isso é praticamente impossível …

… tamanha a quantidade de atrações que a Big Apple oferece.

Ainda mais que estávamos hospedados na região do Meatpacking.

Resultado?

Acordamos e fomos tomar um café da manhã …

… old school no Chelsea Market. Aproveitamos a proximidade pra conhecer …

… a feira orgânica da Abgindon Square.

Quer dizer, dar uma passada beeeem rápida já que a quantidade de barracas é minúscula.

Continuamos dando uma passeada pela vizinhança …

… que incluía conhecer o ponto inicial …

… do maravilhoso High Line.

Pra quem não conhece, ele é um jardim suspenso …

… feito sobre uma linha antiga de trens …

… e é o máximo do charme.

É um Minhocão que deu certo.

Andamos só um pouquinho por lá …

… porque queríamos visitar o Whitney Museum …

… que estava apresentando uma exposição com obras do Andy Warhol.

Confesso a nossa ignorância …

… mas imaginava que veríamos somente algumas daquelas latas de sopa Campbell …

… e fotos coloridas da Marylin.

Doce ilusão!

O trabalho dele é sensacional …

… e extremamente envolvente.

Em poucos minutos da exposição …

… você percebe que o enfoque dele …

… era eminentemente artístico …

… e com uma alta qualidade.

Enfim, esta merece um fotoblog.

Saímos de lá, demos uma passada rápida pelo excelente comércio local …

… e passamos numa loja sensacional, a Kleinfeld

… que pra quem não sabe, é onde acontece o programa “Say yes to the dress”. 🙂 Yeeeees!

Não vimos o Randy, mas nos divertimos muito.

Continuamos em direção ao Eataly

… que fica em frente ao icônico Flatiron Building.

Aproveitamos pra tomar a nossa Ferrari Perlé …

… e comer burrata e mozzarella de búfala …

… acompanhados de presunto San Danielle …

… e numa posição espetacular.

É, no quesito ambiente e comida …

… este Eataly, continua imbatível.

Como estávamos bem próximos de onde seriam apresentados os detalhes da feira …

… nos dirigimos pra lá …

… e ouvimos quase 4 horas de excelentes infos.

Aproveitamos, mais uma vez, a proximidade …

… e iniciamos um tour particular …

… por lojas que a própria FGV indicou.

Iniciamos pela Amazon Books, …

… uma loja que tem por característica, …

… só vender livros que tem avaliações positivas dos seus consumidores (está mais pra meia books).

De lá, fomos pra NBA, …

… que seria uma experiência marcante.

Foi?

Acho que não, pois o lugar está bem velho e fora do que imaginamos como um ponto moderno …

… e adaptado ao anseio do consumidor.

Ao lado da NBA, …

… fica a flagship da Adidas.

Esta sim, uma loja, moderna,..

… e marcante, …

… com muita personalidade.

Cada vez mais tenho certeza que a Adidas está dominando …

… o mercado esportivo.

Andamos mais um pouco …

… e chegamos a Anthropologie. Que loja, senhores!

Cheiro especial, layout maravilhoso, …

… enfim, tudo o que um estabelecimento tem que ter para encantar o cliente.

Passamos pelo icônico Rockfeller Center …

… e nos abastecemos no “lodjinha” da NBC.

Seinfeld e Friends foram devidamente comprados e registrados.

As Indústrias Vandelay agradecem.

Pegamos um táxi …

… e ainda conseguimos curtir …

… as cores e todo o ambiente contagiante …

… da Times Square.

Por sorte e planejamento, …

… o nosso jantar seria próximo do hotel.

Mais precisamente no queridinho (especialmente de alguns bons amigos) L’Atelier du Joël Robuchon, …

… o restaurante mais fotogênico do mundo.

Tudo foi feito pra que você se maravilhe …

… com as cores …

… os detalhes …

… e, é claro, a comida.

Além de que o fato de se sentar num balcão de frente pra cozinha …

… te faz realmente pensar …

… que se está assistindo a um excelente ballet …

… ou um concerto da mais alta qualidade.

Iniciamos com as obrigatórias flutes dum bom blanc des blancs.

Os amuses foram devidamente encaminhados, …

… os pães e a manteiga são soberbos e pedimos.

A Dé foi de terra.

Gnocchi de grão de bico com trufas negras …

… e alcachofras.

Eu fui de mar, marinheiro que sou.

Lagosta …

… e pulpito, o famoso polvo.

Tudo absolutamente perfeito.

Hramonizamos com um ótimo Sauvignon Blanc, …

… pedimos expressos com os obrigatórios docinhos acompanhando …

… e voltamos caminhando pro hotel …

… sobre o frio nova-iorquino.

Se víssemos o Soup Nazi, ele certamente diria: …

… no soup for you!

Neeeeext!

Veja o primeiro dia desta viagem:
day One – USA – New York, New York.

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dcpv – day one – usa – new york, new york.

22/01/2020 (trabalhado em 11/01/2019)

Day One – USANew York, New York.

E lá fomos nós pra NY.

O motivo principal seria participar da maior feira de varejo do mundo, a NRF, a National Retail Federation  …

… e assim, nos informar sobre tudo o que de mais moderno acontece/acontecerá no nosso ramo.

Mas é claro que aproveitaremos da situação pra dar uma boa passeada pela Big Apple. 🙂

Saímos de SP na quinta à noite …

… e chegamos de madrugada em NY.

Desta vez, ficamos em pleno Meatpacking.

E no hotel Dream Downtown, …

… um lugar hyppado …

… e modernoso.

Gostamos muito do nosso quarto, …

… espaçoso …

… coisa rara por aqui …

… e extremamente bem localizado.

Pelo menos, pro que gostamos.

Tanto, que nem tivemos tempo de dar uma descansada …

… e já zarpamos pra nova, grande e bela …

… Starbucks Reserve Roastery.

Ela é grande mesmo, …

… lindíssima …

… e nos lembrou muito a de Seattle.

Tomamos um ótimo café da manhã por lá…

… e tivemos a certeza que retornaremos inúmeras vezes.

Voltamos pro hotel …

… e já partimos pro Soho, …

… pra dar uma passeada …

… e comprar roupas de inverno …

… porque estava frio demais.

Fomos direto pra Uniqlo, onde adquirimos camisetas, ceroulas, meias e até cuecas térmicas. Hahaha

Passamos em lojas de óculos …

… na Nike Lab …

… e fomos almoçar no La Mercerie.

O lugar é, …

… como diria a Hebe, uma gracinha.

Todo francesinho …

… com floricultura, …

… uma loja transada …

… além do restô, que é marcante …

… e com uma cozinha excelente.

Tomamos duas taças de ótimos vinhos brancos, …

…a Dé pediu uma massa recheada com alcachofras e trufas negras …

… enquanto eu, fui de aliche com torradas e manteiga de baunilha.

Tudo absolutamente perfeito.

Nos deliciamos com toda a cenografia …

… e zarpamos pro World Trade Center.

No caminho vimos uma manifestação dos little Gilets Jaunes. 🙂

E fomos mais precisamente praquela maravilha …

… de obra, o Oculus

… projetada pelo gênio, …

… Santiago Calatrava.

O que é aquilo, …

… minha gente?

Que ideia ,…

… que projeto …

… e que construção!

Lá mesmo, …

… conhecemos o Westfield, …

… com suas lojas …

… e um destaque especial …

… para o Eataly

… imenso ….

… e muito bem cenográfico.

De lá, para o Brookfield Place, …

… um mall bacana …

… é um pulinho.

E vimos o espetacular …

… por do sol …

… com todas as suas cores …

… e possíveis nuances.

Mais outra maravilha, como a Estátua da Liberdade!

Tanto, …

… que não nos cansamos …

… de tirar fotos, …

,.. e melhor, …

… de curtir muito tudo o que as nossas retinas …

… poderiam ver.

Ainda comemos cupcakes da Springle …

… passeamos pelo Eataly francês, …

… o Le District …

… e continuamos adorando o por do sol…

… que a esta hora, …

… já era um tramonto de primeira linha.

Retornamos pro hotel …

… e como estávamos literalmente pregados, …

… optamos por dar uma passada …

… no Chelsea Market, …

… que fica bem em frente …

… e comer algumas coisinhas no Starbucks Reserve Roastery , …

… tais como uma baguete de azeitonas, ….

… um pedaço de pizza de 5 queijos …

… e tomar Aperol Spritz, …

… simplesmente perfeitos.

Retornamos andando pro hotel …

… falando sobre …

… a tremenda sacada da Starbucks.

Isto é uma verdadeira experiência de compra.

See U!

.

dcpv – jour treize – frança – paris – dia histórico: o encontro de Klimt, Miró e Michael Jackson.

08/01/2020 (muito bem vivido em 16/12/2018)

Jour treize – França – ParisDia histórico: o encontro de Klimt, Miró e Michael Jackson.

Pode parecer um samba do crioulo doido, mas não é.

Com o problema dos Gilets Jaunes ontem, o Grand Palais ficou fechado …

… e nós não conseguimos ver as expos do Miró e do Jacko.

E como tínhamos marcado o Atelier des Lumières do Gustav Klimt para hoje, acabamos juntando tudo num só domingo e melhor, na nossa despedida.

Seria correria, mas certamente muito bem recompensada.

Iniciamos indo atrás dum bom café da manhã …

… o mais próximo possível do Marché Raspail.

Ele acontece sempre aos domingos …

… e é uma feira livre totalmente orgânica.

Demos uma boa olhada, mas não achamos nada de muito surpreendente.

Ainda gostamos mais dos mercattos italianos.

Puro corporativismo! 🙂

Aproveitamos pra tomar um café num daqueles cafés parisienses mesmo.

O tempo não estava muito bonito, mas pelo menos tinha parado de chover.

Quando voltávamos pro hotel, …

… vimos uma loja de queijos com um dono muito simpático.

Pronto!

Compramos 3 baguetes e mais dois queijos, tudo para importação.

Voltamos pro hotel, …

… pegamos um táxi …

… e logo estávamos no Atelier des Lumières (o “nosso” atelier).

A filosofia deles é fazer projeções de altíssima definição …

… em grandes galpões …

… com uma trilha sonora feérica …

… ou seja, definitivamente te inserir na obra do artista.

Neste caso, Gustav Klimt.

Sim, aquele do Beijo.

Chegamos no horário da nossa reserva (faça) …

… adentramos ao salão …

… e tomamos a pancada.

O negócio todo é muito lindo …

… e extremamente emocionante.

Já tínhamos visto coisa parecida antes (na Provence, com o VanGoh em Dubai), …

… mas nada se assemelha a essa experiência.

Tudo é muito envolvente …

… e chega ser emocionante demais.

Choramos muuuuito! 🙂

Se tiver oportunidade, vá!

Você não irá se arrepender.

Dentro do programa, ainda existiam mais duas projeções com artistas/grupos …

… diferentes …

… mas a do Klimt é incomparável.

Devaneados, …

… partimos pro Grand Palais.

Chegamos e fomos direto pra Expo do Miró.

Outra maravilha!

São muitas e muitas obras …

… deste grande gênio espanhol …

… e de todas as fases …

… da sua esplendorosa carreira.

Telas mirososas, …

… telas nem tanto, …

… esculturas quase que tradicionais …

… outras daquelas malucas tão identificadas com ele, …

… que você nem percebe a multidão…

… que está lá junto com você.

Eis outra experiência inesquecível.

Faltava só a última.

Que seria a sobre o Michael Jackson.

A ideia toda seria mostrar obras feitas por variados e famosos artistas sobre esta figura tão icônica …

… e contraditória.

Até que o conjunto todo é bastante interessante …

… mas saímos de lá um pouco decepcionados.

Até porque, quando se fala do rei do pop, …

… o teu cérebro pede por performance.

Seja visual, seja sonora.

E esta exposição não entrega quase nada nestes quesitos.

Acho que o próprio Jacko, se vivo fosse, …

… também não gostaria da exposição.

E achamos que se a sua produção fosse feita …

… pelos mesmo pessoal que fez a do Klimt …

… ela corresponderia às nossas expectativas.

Enfim, foi divertido, …

… mas como expectativa é fogo, …

… ficamos com cara de quero mais.

Voltamos pro hotel, …

… e retornamos à Beaupassage.

Queríamos ver o lugar com a luz do dia.

E, neste caso, não nos decepcionamos nada.

Tudo parece estar no seu devido lugar …

…e aproveitamos pra almoçar na opção saudável da chef Anne Sophie Pic.

O lugar é quase uma lanchonete com várias opções de comidas em potinhos de vidro, …

… fechados no estilo tupperware.

Escolhemos algumas coisas que eram gostosas, mas nada no pique da Pic (ui!).

Como diriam por aí, está ticado! 🙂

Ainda deu tempo de comprar mais algumas baguetes na “padocá” da Beaupassage …

… e dar uma última investida na Grande Epicerie.

Caramelos salgados, manteigas dos mais variados tipos e Champagne.

Caramba, porque a gente sempre acha que fica pouco tempo em Paris? (sou só eu que acha esta mulher é cara da Letícia Sabatella?)

Sempre é pouco tempo!

Au revoir mesmo.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.
jour Onze França – Paris – Passeios gastronômicos com e sem chef.
jour Douze – França – O dia em Paris parou com os gilets jaunes e nós estávamos lá.

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dcpv – jour douze – frança – o dia em paris parou com os gilets jaunes (e nós estávamos lá).

07/01/2020 (corrido em 15/12/2018)

Jour douze – FrançaO dia em que Paris parou com os gilets jaunes (e nós estávamos lá).

Acordamos animados.

Não é todo dia que se tem a oportunidade de contemplar exposições sobre dois gênios: MiróJacko.

Era o programa matutino no Grand Palais.

Só não contávamos com os Gilets Jaunes.

Bom, iniciamos o dia tomando o nosso café da manhã como os franceses, …

… num café e fofocando sobre todos que passavam na nossa frente. 🙂

Frise-se que o sol nasceu magistralmente, …

… mas quando retornamos, já estava nublado e muito, mas muito frio.

Dei uma olhada no site do Grand Palais e lá informava que o museu estaria aberto, apesar das manifestações previstas.

Pegamos um táxi e a coisa começou a ficar estranha quando a polícia bloqueou o trânsito.

O nosso motorista deu uma volta imensa pra descobrir que toda a região em volta da Champs-Elysées estava bloqueada.

Resultado?

Nos deixou próximo da Ópera e segundo ele, era só ir reto que chegaríamos ao Grand Palais.

Doce ilusão!

Passamos por várias barreiras que bloqueavam a circulação, conseguimos andar muito até chegar nas Tuilleries e passar pro outro lado do Sena.

Estava tão frio …

… que tivemos que dar uma parada num café …

… pra dar uma boa reabastecida.

Continuamos o nosso périplo …

… até descobrirmos o óbvio!

Grand Palais estava fechado! 😀

Tivemos que voltar na direção do hotel …

… passando pelo Champ de Mars …

… e tentamos encontrar uma loja de vinhos no caminho (que bela foto).

Compramos alguma coisa …

… e, finalmente, pegamos um táxi pro hotel (frio demais).

A chuva apertou …

… e o jeito foi almoçar na La Grande Epicerie.

E pizza!

Por sinal muito boa e napolitana de origem.

Claro que acompanhamos com taças de Champagne brut. Não somos de ferro!

Demos mais uma volta por Saint-Germain e descobrimos que os Gilets Jaunes estavam por aqui também.

Foi uma verdadeira zona. Polícia pra todo lado e uma manifestação mais do que pacífica dos coletes amarelos.

Com chuva forte e tudo, fomos comprar queijos, …

… numa das dicas que o grande Luiz Horta nos deu.

Fromagerie Quatrehomme é uma  maravilha.

São mais de 200 tipos de queijos …

… que você quase não tem ideia do que escolher.

Aí aparece o trabalho dos atendentes (no nosso caso, o Christophe) que teve a maior paciência e nos ofereceu …

… um montão para experimentar e levar pra casa, já que ele embala tudo a vácuo.

Absolutamente perfeito.

Voltamos pro hotel, debaixo de chuva …

… com uma outra passadinha básica na Grande Epicerie …

… e debaixo de chuva, fomos jantar.

E no Allenotheque, o bistrô do chef Yannick Alleno.

A ideia toda é fazer uma comida um pouco menos elaborada, mas muito mais barata que a do restaurante estrelado dele.

Começa que o lugar onde ele fica é uma beleza.

Beaupassage é formada por um conjunto de grandes estabelecimentos gastronômicos, …

… entre eles a Pic, o Pierre Herme e outros menos votados.

Agora o Allenotheque é especial.

É uma mistura de restaurante, cave de vinhos e loja.

Chegamos nos aboletando na nossa mesa reservada (faça sempre isso).

E como tivemos um pequeno problema com o dia da nossa reserva, acabamos ganhando duas taças de um brut Billecart Salmon.

Bela e gostosa gentileza da casa.

A Dé escolheu como entrada o que ela mais gosta (depois de mim), alcachofras. 🙂

Que prato bonito!

Eu, marítimo que sou, fui de tratar de vieiras com abacates.

Perfeitos.

Como principais, a Dé foi de gnocchi coberto com mozarela de búfala …

… e eu, um salmão escocês com uma espuma de batata.

Pratos absolutamente maravilhosos, com vinhos brancos tanto quanto.

Enfim, foi certamente, o melhor custoxbenefício de toda a viagem.

Só nos restou retornar para o hotel debaixo de chuva e arrumar as nossas “n+10” garrafas de vinho nas malas.

Haja sono dos justos!

Sabe que, no final, foi muito interessante ver Paris totalmente parada, pacífica e sem saber o que poderia acontecer?

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.
jour Onze França – Paris – Passeios gastronômicos com e sem chef.

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dcpv – jour onze – frança – paris – passeios gastronômicos com e sem chef.

05/01/2020 (curtido em 14/12/2018)

Jour onze – França – ParisPasseios gastronômicos com e sem chef.

Hoje seria um dia bem gastronômico.

O iniciaríamos com um tour com a chef brasileira Karen, …

… que nos daria dicas legais …

… sobre a cena gastronômica da região central de Paris.

Tomamos um café da manhã num lugar clássico, o Les Deux Magots.

Tudo muito especial, …

…inclusive, com o simpático garçom nos conseguindo algumas toalhas de papel do estabelecimento prum amigo especial (né, Luiz Horta?).

E de lá, pegamos um táxi pra região da Ópera.

Iríamos encontrar com a Karen em frente a Fauchon.

E as 10:00 em ponto lá estávamos nós e a Karen.

Apresentações feitas, iniciamos propriamente o tour.

Ele gira sobre locais onde ingredientes especiais são vendidos.

E a Karen nos indicaria estes estabelecimentos, bem como nos forneceria infos especiais sobre eles.

A primeira parada foi na famosa loja de mostardas da Maille. Quase todo brasileiro conhece esta marca, mas essa loja conceito é uma beleza.

Lá você encontra diferentes tipos de mostardas e melhor, tem a possibilidade de comprá-las …

… como antigamente, ou seja, levando os recipientes usados e …

… reabastecendo-os. Muito interessante!

Passamos também por uma Maison de caviar. Foi uma aula e ficamos tão entusiasmados que nem tiramos fotos! rsrs

Próxima parada, Maison de la Truffe.

Eles são especializados tanto na trufa negra, como na branca.

E claro que compramos alguma coisa, …

… porque o mercado estava altamente comprador.

A próxima descoberta seria um fornecedor de queijos e frios do País Basco francês, o Pierre Oteiza.

Queijos, salames e muitas coisas mais foram comprados e experimentadas.

É claro que quando se fala em gastronomia, não se pode esquecer do Pierre Hermé.

Seus macarrons são inesquecíveis.

Dando continuação e num pedido especial, …

..passamos no Cédric Groulet.

Uau, que loja. Uma variedade não muito grande de doces, …

… formatam uma espetáculo que mais parece um daqueles balés bem ensaiados.

Os doces são muito bem bolados …

… e as embalagens, tanto quanto.

Não temos nada pra falar contra o Cédric. 🙂

Continuamos andando e gostando de absolutamente tudo.

Ainda passamos na padoca do Eric Kayser, …

… um estabelecimento consolidado …

… e com um respeito imenso à qualidade dos alimentos.

Penúltima parada deste maravilhoso tour: a Kusmi Tea.

Chá é com a Dé e ela adorou.

Finalizamos indo na Casa de Especiarias Roellinger.

Tudo muito aromático …

… e com várias aplicações.

Pronto, o nosso tour tinha terminado.

E ficou acertada que, pra quem gosta de gastronomia este é o tour a ser feito em Paris (atualizando, a Karen está se especializando nas mais variadas experiências gastronômicas. Qualquer dúvida, entre em contato).

Como era hora do almoço e pela proximidade, resolvemos escolher o nosso queridinho, o Leon de Bruxelles.

É um lugar onde se comem os melhores mariscos do mundo e acompanhados de fritas à vontade.

Foi uma festa. Moulles et frites formam a dupla perfeita.

O nosso próximo tour seria interessante, curioso e …

… nas Galeries Lafayette …

… que obviamente estava …

… toda enfeitada pro Natal.

O nosso objetivo seria assistir a um desfile de modas.

Sim, a Lafayette faz um tour onde você se senta próximo duma passarela e fica vendo os modelos desfilarem como aqueles grandes que acontecem na capital francesa.

Olha, é meio fake, mas é muito legal …

… e bastante curto.

Dura cerca de 30 minutos.

Se quiser ter esta experiência, reserve no site do Get Your Guide.

Na correria e de última hora, …

… resolvemos fazer o tour pra conhecer a Ópera internamente.

Também é demais, …

… porque o passeio é autoguiado (tem áudio guia em português) …

… e você fica sabendo quase tudo …

… sobre como foi construída esta maravilha …

… da arquitetura mundial.

Cá pra nós, o Garnier era uma fera!

Todos os detalhes foram pensados pra que qualquer espetáculo que ocorra lá …

… seja “o” espetáculo.

E o que é aquela sala?

Da próxima vez, vamos assistir a qualquer coisa ali …

… só pra ter esta experiência.

Na volta pra Lafayette, passamos na Rue Édouard …

… onde estão umas obras de arte contemporâneas …

… que são linhas pintadas em vários prédios …

… e formam figuras tridimensionais muito interessantes.

Vi no Conexão Paris e não resisti.

É realmente imperdível!

Pronto, retornamos pra Lafayette.

Ufa!

Tínhamos marcado mais um tour por lá (eles têm vários. Você sabia?).

E este seria sobre vinhos.

Dois dos enólogos da Lafayette Alimentação …

… iriam nos mostrar, …

… através das taças, …

… um panorama sobre a maioria das regiões vinícolas francesas.

E o objetivo foi alcançado.

Foi uma conversa bem descontraída (em inglês) …

… onde reforçamos o que já sabíamos …

… e aprendemos muitas coisas novas.

Taí um “curso” indicado pra todos, especialmente os que estão se iniciando nesta arte.

Totalmente cansados, resolvemos retornar pro hotel.

Como não tínhamos reservado nada pro jantar fomos conhecer o famoso bar do Lutetia.

E ele é muito charmoso.

Não íamos beber nada, quando topamos com o nosso vinho preferido ever na carta.

Estamos procurando há um tempão e não encontramos o branco bordalês Chateau Latour Martillac.

O jeito foi tomar uma garrafa, … 🙂

… comer uns frios e uns queijos …

… e ir dormir o sono mais do que dos justos.

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.

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dcpv – jour dix – frança – grafitti em belleville, space invaders e barco do ducasse: p… que o paris!

03/01/2020 (vivido em 13/12/2018)

Jour dix – FrançaGrafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: Pque o Paris!

Nada como acordar em Paris, né?

É mesmo.

Ainda mais quando se está na Rive Gauche …

… e no hotel Lutetia.

Tomamos um café no hotel mesmo, …

… por sinal, excelente, …

… pois tínhamos pressa pra sair e …

… chegar no horário no nosso tour que seria em Belleville  …

… um bairro não muito conhecido por turistas …

… mas que é bastante interessante.

E seria mais ainda pra nós, porque o nosso passeio …

… constaria justamente em ver os lugares …

… onde são/foram feitos o melhor da Street Art parisiense.

Pode parecer meio maluco, mas achei o conteúdo deste tour muito interessante.

Pegamos um táxi, com um daqueles motoristas franceses ranhetas …

… e muito divertidos.

E o passeio foi longo, quase uma hora do hotel até o ponto de encontro.

Que seria no teatro Menilmontant.

Chegamos no horário, …

… e o nosso guia, o simpático Thon Thon estava nos esperando.

Como o tour seria privado, …

… iniciamos curtindo a rua du Retrait.

Todos os habitantes de lá …

… gostam muito de Street Art …

… e isso é visto …

… nas paredes de quase todos os prédios.

Incrível, o bom gosto …

… e a leveza dos grafittis.

É claro que o passeio todo merece um fotoblog.

Mas além disso, o Thon Thon acrescentou muitas boas infos.

Desde coisas dos bairros visitados …

… (Belleville e sua vista inclusos) …