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dcpv – dia quarto – itália – piemonte – em busca da trufa perdida. ou melhor, do tartufo achado.

30/01/2021 (vivido em 13/11/2019)

Dia quarto – Itália – PiemonteEm busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.

E hoje, apesar de ser o nosso genuíno terceiro dia piemontês …

… teríamos o nosso primeiro contato com as superstars trufas brancas.

E não são de chocolate, como a maioria das pessoas acredita.

Estas trufas são conhecidas como tartufo, …

… são fungos que nascem embaixo da terra e …

… são encontradas por cachorros adestrados (dizem que os bons custam por volta de 10000 Euros).

Além de serem uma iguaria gastronômica inigualável (numa definição roots, lembram levemente o cheiro do gás de cozinha), …

… são muito caras (chegam a custar próximo de 4000 Euros/kg).

Repare que a maioria das fotos acima foram tiradas da janela do nosso quarto no hotel e …

… as abaixo formam um fotoblog do encontro perfeito entre o frio, a luz do sol e as dependências da região do Albergo.

Opa, deixa eu começar pelo início.

Acordamos até que tarde, …

… tomamos o nosso correto café da manhã no hotel e …

… todos zarpamos na direção de Montà, …

… onde faríamos o tour de caça as trufas à tarde.

Antes disso, passamos no restaurante Marcelin.

Teríamos uma aula de demonstração dentro da sua cozinha (eis uma das inúmeras vantagens em viajar com o Giuseppe).

O lugar é muito bacana, …

… até que modernoso; …

… considerando-se que fica no Piemonte, …

… é bastante grande.

Fomos direto pra cozinha.

A ideia toda seria vermos …

… como são feitos alguns dos grandes pratos que eles servem (perceba o mecanismo de acendimento automático do forno. Estes italianos! 🙂 ).

É claro que a receita da batuta de fassone, a carne cruda, não poderia faltar.

Segue o passo-a-passo: ela é totalmente cortada em …

… pequenas fatias …

… novamente cortada em pequenos pedaços e …

… simplesmente temperada com um pouco de limão e azeite.

Já a outra foi um coelho feito no formato tonno, ou seja, cozido em sous vide, …

… desfiado e temperado com um molho de teryaki e gergelim.

Como up, coberto por fatias finas e gelatinosas de beterraba.

Extremamente cenográfico e …

… saboroso.

A terceira e última, foi um macarrão pene …

… com um molho de alho negro, …

… creme de mozzarella di búfala e …

… montada primorosamente. 

Experimentamos tudo e fomos almoçar. Hahaha

Iniciamos degustando perfeitos grissini (9,5 no MicheLuz).

Tomamos um Roeiro Arneis e …

… a batuta, sempre ela, foi servida com lâminas de tartufo nero.

A Dé recebeu a entrada de beterraba.

Continuamos com um espaguete 40 gemas com o clássico tartufo bianco.

Parecia coisa de cinema!

Carne? Claro que sim e …

… um tremendo finocchio, um bulbo de erva-doce pra Dé.

Finalizamos esta esbórnia com um sobremesa incrível.

Um ovo que era composto de panacota …

… uma gema feita de maracujá e …

… um suspiro de café como cama.

Simplesmente perfeito!

Terminamos por lá e fomos caçar trufas.

Aquelas, literalmente, pedras preciosas comestíveis e …

… que realmente tem um sabor muito especial.

Elas tem lugares específicos pra crescer e …

… só podem ser encontradas através de cachorros treinados exaustivamente.

Era este o caso do Leo.

Um cachorro figuraça e que tem uma tremenda habilidade.

Fomos todos até o tal bosque e …

… o Leo trabalhou incessantemente.

Encontrou umas 3 trufas pretas, …

… as mais baratas (ou seriam menos caras?). 

O negócio todo pareceu meio Disney, … 

… mas não deixou de ser interessante e demos, o grupo todo, muitas risadas.

Até foto pra posteridade o übermodel canino posou (alguém lembra o nome do treinador?)!

O nosso próximo destino seria Alba, …

… mas no caminho demos uma passada na loja do trifulao (o caçador de trufas) …

… além de conhecer um ótimo Carrefour Express …

… com produtos de primeiríssima linha.

Enfim, chegamos em Alba quase que a noitinha …

… mas com a oportunidade de, …

… coisa raríssima por aqui, …

… curtir mais um belíssimo tramonto, …

… o popular por do sol.

No caso de Alba, a capital das trufas,…

… só tivemos tempo de dar uma passeada rápida pela cidade, …

… comprar alguns derivados de trufas …

… num velhíssimo conhecido nosso …

… (vimos o substituto da Kira), …

… sentir como o jeitão da cidade é bacana e …

… o quanto ela depende da temporada de trufas brancas, …

… que vai de outubro a janeiro.

Retornamos pro hotel e …

… já estávamos prontos pro jantar. Hahaha



Iniciamos com uma excelente salada de salmão e legumes piemonteses.

Tomamos um Sauvignon Blanc piemontês e comemos um riso gigante com salsichia (sim, linguiça crua e ótima) de Bra como primo.

O prato principal foi um Cordeiro com purê de batatas.

Terminamos tanto a belíssima refeição, quanto os altos bate-papos (é, este grupo veio pra ficar) …

… com um sorvete de torrone com calda de chocolate.

É a gastronomia italiana provou mais uma vez o quanto ela é agregadora.

Amanhã teremos mais um capítulo da saga dos discípulos do Gerundino.

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.

.

dcpv – dia terzo – itália – piemonte – barolo, a terra dos barolos.

23/01/2021 (vivido em 12/11/2019)

Dia terzo – Itália – PiemonteBarolo, a terra dos Barolos.

E lá vamos nós pro nosso efetivo primeiro dia completo no Piemonte.

Aqui chove muito nessa época e ontem não foi diferente.

Mas hoje, não.

O dia amanheceu ensolarado e com cara que seria assim até a noite.

Aproveitamos então pra tomar um belo café da manhã …

… no nosso hotel, o Albergo dell’Agenzia e …

… zarpamos, todo o grupo (olha só o carrinho que tínhamos à disposição 🙂 ), …

… pra Barolo.

Ela é uma cidadezinha famosa pelos seus vinhos e …

… é realmente encantadora.

O sol apareceu resplandecente.

Paramos um pouco antes de La Morra pra fazer uma visita à vinícola Germano Angelo.

Eles são um dos produtores tradicionais do vinho …

… mais representativo do Piemonte, o Barolo.

E uma das proprietárias estava nos esperando pra iniciarmos o tour.

Claro que as folhas de outono daqui não são iguais às que vimos nos USA, …

… mas são muito interessantes e …

… tem o upgrade de acontecerem bem …

… no meio das parreiras …

… famosas da região.

O que a princípio, parecia ser mais daquelas …

… modorrentas visitas pra conhecer o processo de fabricação …

… do vinho, logo se transformou …

… numa passeio muito interessante.

Primeiro visitamos as próprias parreiras que praticamente acabaram de ter as suas uvas colhidas.

Deu até pra experimentar alguns cachos de Nebbiolo …

… maduros e saborosos.

A seguir, adentramos propriamente à cantina …

… onde nos foram mostrados detalhes …

… das máquinas que facilitam tanto a execução do mosto …

… como todo o controle que existe na sua fermentação …

… passando pela limpeza dos tanques e …

… a utilização de alguns equipamentos …

… úteis e antigos. 🙂

Passamos também pela cave onde estão as safras mais antigas e …

… finalizamos esta parte tirando mais fotos do entorno …

… além de curtir muito a paisagem.

Nos deslocamos pra La Morra onde fica um estabelecimento deles mesmo.

Lá faríamos a degustação.

Note que o lugar é super novo, moderno e …

… onde também comercializam …

… uma série de produtos que eles mesmos produzem e que são extremamente frescos.

Ou seja, totalmente Slow Food.

Iniciamos com um Barolo 2009 …

… além dum prato com várias entradinhas, …

… uma melhor do que a outra.

 Continuamos com outro Barolo 2011 e …

… uma pasta de 40 gemas com um ragu de carne.

Divinos!

Como a Dé não come carne, serviram o dela com abobrinhas e uma cebola cozida.

Perfeitíssimo.

O último Barolo foi o 2010 …

… que acompanhou um polpetoni de maialino muito macio pra todos, …

… além de um prato incrível de purês de vegetais hipercoloridos e muito saborosos pra Dé.

Todos comemos pera ao vinho com um brownie como sobremesa e …

… nos despedimos rapidamente porque …

… tínhamos que ver como se faz um dos grissini …

… mais famosos da cidade.

Louve-se que a família que os produz (são 100 kg por dia) …

… é extremamente simpática e …

… teve a paciência de nos ensinar como eles são feitos (nada foi fake) …

… desde a formação da massa, …

… passando, inclusive, pela modelagem.

Cada um de nós executou pelo menos um, …

… que acabamos os experimentando totalmente quentinhos, logo após saírem do forno.

Estupendos e dignos de um rei!

É claro que passamos na lojinha deles pra comprar algumas destas belezuras (será que alguém ainda tem em casa? rsrs) …

… entre elas os próprios grissini, pra levar pra NT.

Não é a toa que o grande Giuseppe Gerundino os indicou como o melhores que ele já comeu na vida (aconteceu até dancinha da Grissinella!).

Ainda tivemos tempo de passar na loja da Germano e …

… além de experimentarmos mais alguns Barolos e uma grappa, …

… compramos uma Magnum duma 2010.

Estava quase na hora do por do sol, …

… coisa rara de acontecer aqui no Piemonte.

Entramos na loja do museu dos Saca-Rolhas, …

… aqui chamados de Cavatappi, …

… tomamos uma taça dum Gaja e …

… fomos curtir o Belvedere …

… com todas as belíssimas paisagens piemontesas.

Como ainda tínhamos tempo, …

… optamos por passar em Monforte d’Alba e …

… ver o poente do Belvedere de lá.

O skyline era maravilhoso …

… mas de lá não podíamos ver o sol cair no horizonte.

Resolvemos retornar e …

… entrar nas ruas laterais, …

… mas ledo engano.

Não se consegue ver quase nada …

… do tramonto …

… mas sim, daquela perfeita luz laranja …

… que iluminava tudo.

Enfim, a volta de onibus pro hotel …

… foi mais espetacular ainda …

… porque o sol estava se pondo duma maneira tão inusitada e …

… formando imagens inesquecíveis …

… no céu piemontês.

Tanto que mesmo chegando no hotel …

… ainda conseguimos acompanhar …

… o crepúsculo da janela do nosso quarto.

Simplesmente maravilhoso e …

… mágico!

Com tempo disponível, ainda tivemos a manha, …

… de passar na Banca del Vino, …

… a adega da Universidade …

… que é imensa e …

… que tem vinhos de …

… quase todas as regiões da Itália.

Ela é realmente incrível e …

… ainda bem que retornaremos em visita oficial do grupo.

Tomamos um bianchetto só por diversão e …

… fomos nos preparar pro jantar.

Que se apresentava como muito bom.

Como a mesa era comunitária, conversamos bastante e …

… iniciamos o serviço com uma legítima carne cruda all’Albese. O vinho escolhido pelo Giuseppe foi um Roero Arneis 2018 Cà Rossa.

O primo era uma pasta de Gragnano com brocoli, carciofi e acciughe. Um espetáculo, assim como o Langhe Nebbiolo Angelin 2018.

Finalizamos a parte salgada com uma Faraona, uma galinha d’Angola al rosmarino.

Como sobremesa, uma torta de nociole com zabaione.

Ufa, chegamos ao final de um daqueles dias que podemos considerar inesquecíveis.

Tudo bem que o Giuseppe é muito simpático e o grupo é excelente, …

… mas a Itália é totalmente hours concours.

E tenho dito.

Arrivederci.

Veja o primeiro desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.

.

dcpv – dia secondo – itália – piemonte – o verdadeiro giro com giuseppe.

16/01/2020 (vivido em 11/11/2019)

Dia Secondo – Itália – PiemonteO verdadeiro giro com o Giuseppe.

A coisa toda prometia.

Hoje seria dia de encontrarmos com o chef Giuseppe Gerundino, sim,…

… aquele do ótimo programa Giro com Giuseppe que ainda está passando no GNT e …

… ver como são algumas das maiores atrações gastronômicas do Piemonte, …

… tartufo bianco incluso.

Acordamos cedo (o tempo estava broncolhaço em Milão), …

… tomamos o chiquérrimo café da manhã …

… no Hotel Armani e …

… fomos os quatro de van para estação central de Turim, …

… mais conhecida como Porta Nueva (estava na dúvida se seria lá ou no aeroporto? Hahaha).

O translado até lá (quase 2 horas) foi tranquilo.

Chegamos no horário definido …

… para encontrar com o Giuseppe e o restante da turma.

Pegamos o ônibus e zarpamos pra Pollenzo (quase uma hora).

Ficaríamos no Albergo Dell’Agenzia, …

… um hotel vinculado à Universidade de Ciências Gastronômicas e …

… que tem como inspiração o movimento Slow Food.

É claro que antes de entramos nos nossos quartos, fomos almoçar.

E foi muito interessante conhecer todo mundo do grupo (todos muito simpáticos), …

… ainda mais sabendo que ficaríamos juntos num passeio …

… de uma semana pelo Piemonte.

Giuseppe é bastante falador como convém a um bom italiano, …

… além do providencial acréscimo do jogo de cintura do brasileiro. Enfim, um boa-praça!

Sentamos todos numa mesa comunitária do restaurante e …

… iniciamos com um prato épico piemontês, a famosa carne cruda, uma Battuta di Fassona La Granda.

Tomamos um belo bianchetto da região, o Langhe Favorita 2018 Malvirà …

… então fomos pro secondo, que foi um Tonno di galletto all’acetto balsâmico, um frangão desfiado com uma vaga lembrança de atum.

Aproveitamos pra experimentar um Dolceto D’Alba 2018 Sérgio Grimaldi bastante ligeiro que caiu bem com este prato e com o terceiro, que foi uma genuína lasagna al forno (esquecemos de fotografar).

Finalizamos a conversa e o almoço com um Tiramisu al caffé de origem harmonizado com um vinho dolce Moscato d’Asti 2018 Saracco que achamos meia boca.

Pronto, a ideia seria descansar, mas teimosos que somos e …

… apesar do chuvisco, fomos conhecer Pollenzo.

Que é minúscula (tem menos de 800 habitantes) e …

… praticamente ligada ao hotel.

Na verdade, a Universidade de Gastronomia é quase que a cidade toda.

Demos uma volta inteira nela com pouco mais de 20 minutos, …

… vimos o contorno do que já foi um legitimo Coliseu e …

… retornamos pra explorar um pouco o espaço da escola.

Ela é muito bonita, parece muito organizada …

… inclusive, tem algumas salas de aula bem charmosas e …

… um espaço para vinhos, na verdade, uma adegaça que estava fechada (era uma segunda) …

… mas que certamente será um lugar que bateremos ponto todos os dias.

Como já estava escurecendo …

… (não se esqueça que em novembro anoitece às 17:00 por aqui) …

… retornamos pro hotel …

… pra conversar mais um pouco e tomar uma flutezinha dum Franciacorta (merecemos!).

Fomos nos arrumar porque já tínhamos uma atividade marcada.

Iríamos ver como se faz um dos pratos de resistência do Piemonte, o Ravioli al Plin.

E acabamos pondo a mão, literalmente, na massa.

O chef Giuseppe, o homônimo do restaurante do hotel …

… nos mostrou como se faz o tal ravioli e …

… também o Tajarin ai “40 Rossi” (mais conhecida como gemas de ovo).

Ficamos um tempão praticando e …

… conversando, até que chegou o horário do jantar.

Iniciamos com um divino Sformato di verdure com crema di Roccaverano acompanhado dum Langhe Barbera 2016 Cascina Corte.

Logo em seguida o Tajarin ai 40 Rossi tagliati a mano ai funghi porcini.

Sente só o tamanho das “crianças fungosas”! 🙂

Ainda experimentamos os Ravioli al plin e …

… (ufa) terminamos com um Teneroni di Fassona La Grande al forno com purê di patate.

Quer dizer, finalizamos mesmo com um Bonet, um tipo de pudim de amareto.

Resumo da ópera bufa: foi muita comida? Foi.

Estava muito bom? Estava.

A nossa primeira tarde/noite piemontesa foi em alto estilo.

E vamos lá que amanhã realmente iniciamos o tour propriamente dito.

Como diria o titio Silvio Santos, aguardem!

Arrivederci.

Veja o primeiro desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!

.

dcpv – dia primo – itália – milão/piemonte – em busca da trufa branca, o fungo, perfeita

12/01/2021 (vivido em 10/11/2109)

Dia Primo – Itália – Milão/PiemonteEm busca da trufa branca, o fungo, perfeita.

E lá estávamos nós, pela terceira vez, vindo pro Piemonte.

Pra quem não sabe, esta é uma região que fica no norte da Itália e …

… é notabilizada por produzir grandes vinhos, …

… refeições vigorosas e demoradas …

… (foi lá que surgiu o Slow Food) …

… utilizando ingredientes de primeiríssima linha …

… entre eles a trufa, mais conhecida por aqui como tartufo.

Mas vamos com calma.

Como nós quatro chegamos até aqui (a Lourdes e o Eymard também estavam conosco)?

Vocês conhecem o chef Giuseppe Gerundino?

Ele fez aquele ótimo programa sobre o Itália, o Giro com Giuseppe que ainda está passando no GNT.

E através dele, fomos fazer um curso na Accademia Gastronômica, a sua escola que fica em São Paulo.

Um dia, recebi um email deles onde informavam que o Giuseppe também fazia tours gastronômicos pelas regiões da Itália.

Daí a me interessar pelo do Piemonte e a Lourdes e o Eymard toparem foi uma moleza.

Portanto, estamos indo passar uma noite em Milão …

… pra nos encontrarmos com o grupo (são 12 pessoas no total) em Turim e …

… aí ficarmos uma semana com o Giuseppe (ele vai estrear um programa na Sony no final de janeiro) nos mostrando …

… o que que o Piemonte tem ,…

… inclusive trufas brancas.

O voo pela Latam foi super tranquilo.

Saímos a noite, …

… com direito a ver a esplendorosa Barcelona por cima e …

… chegamos em Milão às 16:00 do domingo.

Optamos pelo conhecido e maravilhoso: …

… nos hospedamos no Hotel Armani.

Super bem posicionado e …

… com aquele toque de modernidade necessário …

… quando se está numa cidade cosmopolita como esta.

Pausa: nós simplesmente adoramos Milão!

É uma cidade diferente daquele estereótipo que imaginamos quando pensamos na Itália.

A Lourdes e o Eymard (eles chegaram antes) estavam no Centro e descobriram que o Aimo e Nadia tem uma filial que se chama Vòce, bem do lado do Scala.

Ou seja, nem bem chegamos no hotel e já saímos, mas foi por uma boa causa.

Demos aquela passeada por Milão, certamente a São Paulo que deu certo.

O lugar é muito bacana e …

… selamos a nossa amizade com taças da velha conhecida Ferrari.

O clima era de happy hour; …

… como em toda boa, não poderiam faltar os Aperol Spritz.

Retornamos pro hotel …

… com tempo de tomar um bom banho, …

… (como são  ótimos os shampoos do Armani) e resolvemos jantar num lugar querido de todos nós.

Il Coriandolo é o nosso restô milanês preferido.

Chegamos sem muita fome, mas com alta expectativa.

O lugar continua o mesmo e graças a Deus, a comida também.

Mandamos ver num clássico bianchetto Rossj Bass do Gaja.

A Lourdes e a Dé pediram um tremendo risoto com flor de  abobrinha e bacon.

Eu e o Eymard fomos no que viemos fazer: dois pratos de spaghetti ao vongole verace. Que maravilha!

Choramos muito e ainda arriscamos algumas sobremesas, …

… mas só sobrou a certeza de que realmente este espaguete é inesquecível.

Voltamos pro hotel, …

… tomamos flutes de Champs …

… só pra dar uma última curtida antes do Piemonte.

Que venham as trufas e que seja em forma de muitas raladas.

Arrivederci.

.

dcpv – dékati ékti e teleftaía iméra – grécia – atenas, uma pequena demonstração da histórica Acrópole.

10/10/2019

Dékati ékti e teleftaía iméra – GréciaAtenas, uma pequena demonstração da histórica Acrópole.

A única coisa que não fechou legal …

… neste espetacular giro grego …

… foi este finalzinho.

Por causa de um compromisso, tínhamos que voltar na quinta e …

… isto significava ficar somente uma noite em Atenas …

… e pior, menos que 24 horas.

Pelos nosso antecedentes, tinha certeza que gostaríamos, …

… ou melhor, amaríamos a cidade.

Ela tem tudo o que apreciamos.

É bem cosmopolita, …

… super histórica, charmosa …

… sem contar o temperamento dos gregos e o tempero da sua saborosa comida mediterrânea.

Se foi ruim ficar pouco, …

… por outro lado foi ótimo, …

… porque nos prometemos voltar o mais rápido possível …

… pra degustá-la como se deve.

Acordamos bem cedo, …

… tomamos o nosso ótimo café da manhã …

… by Irmãos Campana …

… tiramos algumas fotos …

… da rainha Acrópole …

… iluminada pelo sol e …

… fomos pro tour.

A grega, que aprendeu a falar português através de novelas brasileiras, a Mariana …

… nos proporcionou 4 horas de puro ensinamento …

… da história universal.

Encontramos com ela no lobby do New Hotel e …

… fomos andando até o Museu da Acrópole.

Passamos pelo bairro de Plaka e …

… apesar de estar tudo fechado, …

… deu pra sentir o clima alto astral desta vizinhança.

Chegamos no museu e …

… nos surpreendemos com o seu prédio.

Extremamente moderno, …

… didático e …

… com um conteúdo obviamente invejável.

Tudo nos foi explicado nos mínimos detalhes.

Desde os achados de utensílios que datam de 1500 AC …

… passando pelas estátuas originais …

… que foram protegidas no próprio museu …

… para que não se perdesse este registro histórico.

Também ficamos sabendo de onde surgiram …

… “n” palavras que usamos diuturnamente e …

… que se originaram ou na mitologia …

… ou através de atos heroicos dos grandes gregos.

A Mariana nos mostrou muito didaticamente e …

… com sabedoria …

… pois foi quase uma aula de preparação …

… para encararmos a subida até a real Acrópole …

… e sentir, ao vivo, …

… tudo o que ela nos explicou.

E confesso que é muito impactante …

… ver tudo na sua cara.

Começa que você vai subindo e …

… os monumentos vão surgindo.

O palácio da Nike, …

… o teatro de Dionísio e …

… outros menos votados.

A subida toda é incrível.

Passamos também no Odeão do Herodes Ático, anfiteatro de pedra onde …

… o Foo Fighters fez aquele show memorável (assista aqui,por favor!).

Aí quando se chega no topo é que a coisa pega de vez.

Uma multidão está andando por lá, …

… mas é quase como se estivéssemos sozinhos. Encantador! 

Passamos pelo Propileu.

É como entrar em outra dimensão.

Além de que as vistas de Atenas de lá de cima são impressionantes.

Logo no canto, está o Erecteu.

É lá que estão as cariátides, …

… as mulheres gregas que estão no lugar dos pilares (a Dé adorou!).

E pro Grand finale, está ele, o Paternon.

Soberbo, único e impressionante.

Esqueci de dizer que no Museu e com vista pro Paternon, …

… fica uma réplica dele com a mesma dimensão (escala 1×1) e …

… com o jeitão que ele teria se não tivesse sido destruído e …

… pilhado tantas e tantas vezes.

E quando se está lá em cima, na sua frente …

… não tem como não olhar pra baixo e …

… lembrar de tudo o que aprendemos.

É realmente incrível!

Descemos felizes …

… com tempo suficiente (olha o anfiteatro aí de novo) …

… pra dar uma última olhada em Plaka, …

… desta vez, lotada de turistas (mal sabíamos) e …

… comprarmos as penúltimas coisinhas deste tour helênico.

No resto foi pegar o transfer, …

… voar o primeiro trecho até Zurich …

… curtir a janelinha …

… com um derradeiro por do sol …

… daqueles …

… gregões da gema.

Chegamos na bela cidade suíça, …

… com mais um tempinho pra free shop e …

… embarcamos com destino à capital paulista, mais precisamente pra Nova Toscana..

Resumo da tragédia grega?

Gostamos muito de Atenas e já estamos planejando uma viagem turística-histórica Roma/Atenas (será inesquecível).

E também gostamos de todas as ilhas que visitamos.

Santorini é realmente um espetáculo, …

… com muitas atrações e …

… por do sol em Oia que é absurdamente lindo.

Mykonos é bem menos atrativa (pro nosso gosto) e salvou-se por causa da charmosa Chora, a Mykonos Town …

…e o hotel Bill&Coo, que gerou um samba enredo cujo início da letra é: …

ai que saudades do Bill&Coo.

Kefalonia valeu especialmente pela espetacular Melissani Caves …

… e pela charmosa Myrtos Beach.

Zakynthos nos surpreendeu pela vegetação, …

… especialmente pela enorme quantidade de oliveiras muito mais antigas que Jesus e …

… pela indescritível azulada praia de Navagio.

Enfim, foi uma “puta” viagem.

Ef’charistó, Grécia!

Opa!

Veja os outros dias desta admirável viagem:
Proti iméra – Grécia/Suíça – Vitznau – Que cachoeira e que hotel!
Defteri iméra – Grécia – Suíça – Lucerna e Lauterbrunnen, a dupla Lu-La perfeita.
Tríti iméra – Suíça/Grécia – Vitznau/Santorini – Do primeiro para o terceiro e maravilhoso mundo grego.
Tetarti iméra – Grécia – Santorini – Oia, Oia, Oia e acabamos “fondo”.
Pémpti iméra – Grécia – Santorini – Red Beach, Santo Wines e o legítimo poente em Oia.
Ékti iméra – Grécia – Santorini/Mykonos – A melhor estrada entre estes dois paraisos gregos.
Évdomi iméra – Grécia – Mykonos – A nossa balada foi histórica e em Delos.
Ogdoi iméra – Grécia – Mykonos – Pequenas cidades e a maravilhosa Chora.
Enati iméra – Grécia – Mykonos/Kefalonia – Direto da Grécia mauricinha pra raiz.
Dékati iméra – Grécia – Kefalonia – Depois da tempestade vem a bonança em forma de magnífica caverna.
Endékati iméra – Kefalonia – Praias paradisíacas. Meu nome é Kefa, Kefalonia.
Dodékati iméra – Grécia – Kefalonia – Zakynthos – Do paraíso para o paraíso.
Dékati triti iméra-grecia – Zakynthos – O lado B e chuvoso de Zante existe.
Dékati tétarti iméra – Grécia – Zakynthos – Ouros verde e azul: azeite e Navagi
Dékati pémpti iméra – Grécia – Zakynthos – Atenas – Repetindo as greguices que mais gostamos e melhor com sol. Ah, Acrópole!


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