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dcpv – dia ottavo – itália/suíça – piemonte/lugano – do primeiro pro primeiríssimo mundo.

27/02/2021 (vivido em17/11/2019)

Dia Ottavo – Itália/Suíça  – Piemonte/LuganoDo primeiro pro primeiríssimo mundo.

Lá vamos nós com aquele dilema que sempre nos aflige: …

… dia de troca de hotel é dia perdido?

Neste caso, ainda não consigo dizer.

Aguardem um pouco, mesmo porque vamos de carro pra outro país.

Acordamos mais cedo que o usual, …

… já que tínhamos que liberar as nossas malas pra serem carregadas no ônibus.

Tomamos o nosso frugal café da manhã, …

… fizemos um “choc choc” e …

… fomos pra Turim.

O chef Giuseppe Gerundino mostrou neste tour ser mesmo um cara batuta e …

… que sabe o que todos querem ver e sentir.

Além do mais, toda aquela simpatia que ele mostra no Giro com Giuseppe (e agora no Academia de Giuseppe) é absolutamente verdadeira.

Fomos embora já com aquele gostinho de saudade (este grupo é incrível), …

… mas ainda tínhamos alguns bons programas pra serem feitos em conjunto.

Um deles era apreciar todo o entorno do caminho …

… de Pollenzo até Turim.

Inclusive, a iluminação solar especial …

… do Monviso e toda …

… a cadeia montanhosa nevada que o circunda.

Chegamos em Turim com tempo pra dar uma boa passeada pela cidade.

E ela, que já era nossa velha conhecida, …

… não deixou de nos surpreender por sua beleza.

Saímos do ônibus …

… diretamente pruma feira livre …

… com aqueles ingredientes frescos que tanto adoramos.

Cá pra nós, …

… passear por uma feira …

… italiana é sempre …

… um programaço!

Continuamos a passegiatta pelo centro …

… com direito a ver ícones turineses (como a Mole Antonelliana) e …

… piazzas bonitíssimas.

Ainda tomamos um ótimo Marroquino, …

… no lendário Caffé Torino.

Ah, um marroquino é uma bebida formada por chocolate quente, café e creme de leite.

Uma delícia!

Como estávamos atrasados pro encontro com o resto da turma (estávamos os quatro desgarrados), …

… corremos muito …

… pra irmos todos pro almoço de despedida que seria …

… exatamente no maior sex shop do mundo: …

… o Eataly (este nome é fantástico) de Turim.

Esqueça o Eataly de Roma (meia boca), …

… o de Milão (meia boquíssima) …

… e o de São Paulo (aquilo é mesmo um Eataly?).

O Lingotto, o primeiro, …

… é a verdadeira essência do sexyshopismo.

Lá tudo é perfeito e …

… você, amante da da gastronomia italiana, …

… fica louco ao conhecê-lo.

Frutas, …

… verduras e …

… legumes …

… simplesmente espetaculares …

… é o que se vê …

… em todos os cantos da loja.

É o paraíso das massas (corporativistas), …

… azeites, …

… frios, …

… queijos, …

… inclusive parmigianos, …

… prosciutos e …

… vinhos, …

…. muitos ótimos vinhos.

Só nos restava almoçar e …

… melhor, num evento totalmente trufado.

Foi o que fizemos.

GG conseguiu uma mesona pra nós e …

… iniciamos a nossa despedida oficial …

… rosetando com um espumante “nationale” …

… acompanhado dum ovo com gema mole, cardo (o preferido da Dé) e trufas, muitas trufas.

Que sabor!

A carne cruda trufada não poderia faltar!

Continuamos com um bianco Roero e o já famoso Tajarin 30 uova com tartufos, muitos tartufos.

Terminamos com um Nebbiolo buoníssimo e carne cozida com polenta ou como opção, dois ovos fritos com uma cama de batatas

Ah, tartufos biancos, muitos tartufos biancos.

Nos despedimos mais uma vez e …

… tínhamos mais um tempinho pra sexyshopear …

… pelo Eataly..

Resolvemos não comprar nada e simplesmente curtir a loja.

Passeamos por tudo o que foi lugar e …

… acabamos subindo pra ver o museu do Carpano.

Ele é um vermute muito antigo e …

… a exposição explicando …

… como ele surgiu e …

… como foi produzido …

… é extremamente interessante.

Quando percebemos, já estávamos todos no ônibus novamente pra o que seria a verdadeira e derradeira despedida.

O Eymard e a Lourdes iriam direto pra Milão e logo em seguida SP.

A turminha (Leila, Ignez, Alice, Adriana, Meire e Paula) ficariam em Turim por alguns dias.

A Ana e o grande Gabriel iriam pro aeroporto de Turim pra pegar um voo com conexão e destino final o RJ.

Nos também iríamos pro aeroporto, só que pra pegar um carro alugado e zarpar pra Lugano, na Suíça italiana.

Já o Giuseppe e o seu fiel escudeiro, o Papagallo Giuseppe, o Vincenzo iriam pra Milão, com o chef depois indo pra Pauliceia.

Pronto, terminamos uma semana de puro prazer, …

… capitaneados pelo charme do Giuseppe Gerundino e …

… com a certeza de que este grupo veio mesmo pra ficar.

Foi demais e certamente nos veremos novamente na Festa da Poda que acontecerá na Nova Toscana!

Fomos até o aeroporto com a Ana e o Gabriel, …

… pegamos o nosso carro alugado e …

… às 20:00 estávamos em Lugano, …

… mais especificamente no The View

… um hotel que realmente justifica o seu nome.

E olha que chegamos e estava tudo escuro.

O quarto é enorme, …

… moderno, …

… confortável, …

… além de ter tudo o que se imagina, …

… especialmente as amenidades.

Como estávamos sem “aquela” fome, optamos por fazer uma degustação de Champs no bar do hotel.

A entradinha de salmão …

… acompanhou perfeitamente um Brut Pommery sensacional.

Uma tortinha de abóbora …

… foi o parceiro ideal dum varietal Chardonnay Pommery.

Encerramos, vejam só, com uma carne cruda (outra?) pra mim …

… uma vieira espetacular pra Dé e …

… flutes de Ruinart Rosé de parar o trânsito.

Enfim, dia de mudança de hotel …

… pode e deve ser espetacular …

… como foi a de hoje.

Vamos lá que amanhã passearemos pelos lagos italianos.
Arrivederci!

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.

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dcpv – dia settimo – itália – piemonte – cerveja piemontesa. tudo a ver?

20/02/2021 (vivido 16/11/2019)

Dia settimo – Itália – PiemonteCerveja piemontesa. Tudo a ver?

Hoje, nosso último dia inteiro no Piemonte …

… sobre a batuta do maestro Giuseppe Gerundino …

… parecia que seria meio estranho.

O tempo ficou no lusco fusco, …

… com neve remanescente do dia anterior.

Quer dizer, …

… sobrou muuuita neve.

O jeito seria tomar o tranquilo café da manhã do hotel, …

… pegar o nosso famoso busão do Giuseppão e …

… ir pra Birreria Baladin.

Sim, uma cervejaria piemontesa.

Ela fica em Piozzo.

A viagem foi tranquila e …

… quando chegamos, percebemos o tamanho, …

… a verdadeira dimensão de toda a coisa.

O Teo Musso, o pensador da cervejaria …

… sempre teve a ideia de criar uma bebida famosa.

E parece que realizou o seu sonho, …

… pois além da Baladin ser uma cerveja muito conhecida por todos …

… ainda conseguiu construir uma fábrica, uma filosofia muito interessante.

Senão, vejamos: todo o lugar é simplesmente admirável.

A casa principal, …

… a parte externa para shows, …

… o parque onde acontecem os churrascos no verão; …

… tudo tem um charme incrível.

Ele criou espaços internos muito bacanas, …

… tais como uma tremenda padoca, …

… um lugar só pra cafés …

… com uma máquina pra lá de especial, …

… um bistrô maravilhoso …

… que só abre aos domingos, …

… tudo muito bem decorado e …

… com extremo bom gosto.

Ainda tem mais uma sala só pra chocolates.

Todo mundo ficou aguçado.

Sem contar que cada abertura da construção principal …

… nos mostrava belos ângulos …

… deste maravilhoso lugar.

O tal do Teo é, na verdade, um gênio.

Passamos na lojinha só pra dar uma pré-olhada e …

… fomos fazer o tour pelos escritórios e linha de produção.

A parte burocrática, …

… se é que podemos chamar deste jeito, …

… é interessante demais.

Tudo parece muito mais um daqueles coworkings estilosos.

Logo depois, iniciamos o roteiro de visualização da produção propriamente dita.

Todo o circuito é muito bem definido.

Você inicia vendo os tonéis de aço e …

… os ingredientes que fazem com que uma cerveja seja boa.

Tudo continua com uma programação visual …

… muito interessante e super modernosa.

Passamos por uma sala onde havia um audiovisual …

… explicando a história do Teo e …

… das cervejas que curiosamente levam o nome de cada membro da família.

Daí pra frente, …

… foi um desfilar de formatos muito diferentes …

… de se fazer uma cerveja.

 E chegamos a experimentar alguns diretamente do tonel: …

… uma que parece um licor de rum e …

… outra que tem um sabor muito defumado.

Resumindo: algumas cervejas da Baladin

… não são exatamente as tradicionais loiras, mas sim, bebidas únicas que provém dela.

Continuo dizendo que o Teo sabe muito das coisas.

Finalizamos na lojinha, com a devida compra de algumas birras, …

… um espumante acervejado (tomamos na Nova Toscana e é muito bom), …

… um vermute própria e genialmente chamado de Beermouth e …

… diversas tranqueirinhas úteis.

Esta visita certamente foi uma das melhores que fizemos até agora, porque além de inesperada, …

… (confesso, jamais tinha ouvido falar da Baladin) nos mostrou como uma coisa feita com amor e …

… planejamento tem uma forte tendência a dar certo.

Saímos muito satisfeitos de lá.

Aproveitamos pra passear pelas cidadezinhas vizinhas e …

… curtir a paisagem bucólica que …

… a junção da neve com as videiras piemontesas …

… nos proporcionava.

Passamos por Monforte d’Alba; …

… resolvemos dar uma parada …

… em Serralunga d’Alba, …

… nossa velha conhecida, …

… pois nos hospedamos lá quando da nossa primeira viagem (com o Juscelino Maravilhoso do Piselli).

Descemos do ônibus pra subir até o castelo.

O caminho …

… até lá em cima …

… é extremamente bonito e …

… quando se chega ao belvedere, …

… o skyline todo …

… fica totalmente dramático e branco.

Tentamos encontrar algum lugar pra almoçar, …

… mas devido ao horário, mais de 14:30, …

… tudo estava fechado.

Resolvemos tocar pra Treiso e …

… depois do Giuseppe procurar bastante, …

… finalmente encontramos uma vineria, …

… a Vicino di Vino …

… que nos ofereceu uma sala da sua cave …

… pra comermos tábuas de frios e salames e …

… tomar um montão de Barbarescos.

Até uma Magnum nós experimentamos (tinha um retrogosto de jaca! 🙂 )

Tudo foi muito legal, especialmente o papo, …

… mas confesso que não me adaptei muito bem a este tipo de vinho, né Leila? Hahaha

Continuamos o passeio e …

… chegamos a Barbaresco, a cidade.

 Que é muito bonita e …

… que além de ter uma igreja católica muito bacana, …

… é a sede da vinícola do gênio Angelo Gaja.

Ah, também tem uma outra igreja …

… que caiu nas graças de todos. Amém! 🙂

Ela é um espaço para degustação de vinhos e …

… nos divertimos muito por lá.

Já era tempo de voltar pro hotel, …

… pois, ufa (e hic) , …

… tínhamos reservado uma outra degustação de vinhos na Banca del Vino, …

… a adega subterrânea do complexo do nosso hotel, …

… que é uma espécie de caixa da memória dos vinhos italianos.

São mais de 300 produtores …

… com aproximadamente 100000 garrafas guardadas.

É muito bonito e interessante!

Tomamos um Nebbiolo e um Barolo Icardi que nos mostrou o porque deste ser o rei dos vinhos piemonteses.

Olha, estávamos no limite, mas, ufa duplo, ainda tínhamos o jantar de despedida do grupo.

Iniciamos tomando um belo espumante Franciacorta que o Gabriel gentilmente nos proporcionou.

Aí chegou o cardo, o queridinho da Dé, com uma fonduta perfeita, acompanhado por um Nebbio Langhe 2017 Carlo Giacosa.

O primo foi ravioli del plin com sugo darrosto.

O secondo foi um ótimo scamone rosa di vitella com salsa bernaise e purê de patate, harmonizado com o Barolo, sempre ele, Cerequio 2012 Beni di Batasiolo.

A dessert foi uma pannacotta com vaniglia de Madagascar.

Ufa, triplo.

Chegamos galhardamente ao fim já pensando na despedida do grupo que seria amanhã …

… e justamente no Eataly Turim, aquele que sempre foi o maior sex shop que já conhecemos.

Uma pena que a viagem com esta turma tão bacana esteja terminando.

Se bem que, certamente, grandes momentos, recordações e amizades surgiram!

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?

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dcpv – dia sexto – itália – piemonte – dá pra comer caracol, ops, escargots? :)

13/02/2021 (muito bem vivido em 15/11/2019)

Dia Sexto – Piemonte – ItáliaPiemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots? 🙂

Com a mudança radical do tempo, a programação toda …

… do Giuseppe teve que ser modificada também.

Ele teve a ideia de antecipar o que faríamos no sábado …

… que constaria de visitas a Cherasco e …

… pra Asti.

Antes de mais nada, …

… o espetáculo que a neve nos proporcionou …

… foi mesmo inesquecível.

Imagine que tivemos visões da janela do nosso quarto que passaram por tempo nublado, …

… muito sol e …

… muita neve.

E imagine mais ainda que este mar branco …

… ainda tenha um leve nascer do sol contrastando?

Pois foi o que aconteceu, para nosso deleite.

Tomamos o nosso tranquilo café da manhã no hotel, …

… demos mais uma boa paquerada no visual …

… branco total (ê, ô) e …

… saímos pra conhecer as terras dos escargots.

É assim que Cherasco é conhecida.

Passeamos vendo a paisagem modificada …

… com a queda de toda aquela nevasca e …

… chegamos na cidade.

Cherasco é bem bonitinha …

… além de ser interessante.

Demos um giro rápido pelo seu centrinho, …

… ou seja uma rua …

… de ida e volta e …

… fomos direto pra Trattoria Pane e Vino.

Ele é totalmente especializado em lumache …

… que nada mais é do que …

… caracol (lesma chic?) …

…  ou melhor ainda, escargot.

Faríamos uma experiência de imersão total.

Primeiramente vimos como seriam preparadas as entradas que comeríamos.

Uma, caracóis (escargots?) gratinados com creme de leite e salsinha, …

… um prato essencialmente francês. Uh, la, lá!

A outra, lumachi (escargots?) com ervas, alho e manteiga.

Ficamos um tempo na cozinha e logo …

… fomos nos sentar para o almoço propriamente dito.

Tomamos um bianchetto Anas Cëtta; …

… degustamos as duas entradas.

Por enquanto, tudo muito bom e digerível..

Logo depois, veio um basiquíssimo Tajarin 30 Rossi com ragu de caracol (pra Dé, a sortuda, gnocchi).

É quase que um spaghetti ao vôngole, só que com escargot. 😦

Tomamos um tinto Massimo Rivetti e tudo ainda estava bem.

Aí se iniciou o martírio.

Os caracóis com tomate vieram em profusão e …

… pior, com os seus intestinos acoplados (vou pagar os direitos de imagem em escargots! 🙂 ).

Nem o ótimo rosso Barbaresco conseguiu disfarçar a …

… minha insatisfação com o sabor meio estranho dos tais moluscos, especialmente do seu aparelho digestivo.

Graças ao bom Senhor a sobremesa chegou (e nem era jaca! rsrs)

Um dulcíssimo semifreddo ao torrone e moscato …

… que foi acompanhado com um Passito (calma aí que é um vinho doce. Ainda não estávamos dançando!).

Resumo de tudo: o almoço foi bom (mesmo porque a companhia era super agradável), …

… mas, na minha opinião, certamente seria melhor se não fosse totalmente composto por escargots.

Ou seja, realmente não nascemos pra comer estas “iguarias”.

Mas a diversão do grupo todo, …

… chefiada pelo Giuseppe Gerundino, …

… foi mais do que garantida.

De lá, seguimos para Asti, …

… que é conhecida por ser a terra do espumante.

Paramos e fomos dar uma passeada pelo centro.

Antes disso, fomos a loja de torrones, a D.Barbero.

Ela é muito antiga e …

… tem aquela cara de lugar italiano de procedência.

Compramos uma série de doces, …

… continuamos o nosso tour pelo Centro, …

… a praça principal apareceu na nossa frente e …

… a sua rua principal também.

Tomamos um cafezinho curto e …

… seguimos uma dica do GG.

Fomos até uma loja antigona de equipamentos pra cozinha.

Olha, põe antigona nisso.

Claro que compramos algumas coisas (a geringonça de fazer spaeztle é incrível).

Já era tempo de retornar pro ônibus e …

… pro hotel.

Chegamos e aproveitamos pra tomar …

… umas boas birras antes do jantar.

Todos acomodados, …

… iniciamos com um genuíno vitelo tonato …

… acompanhado dum Langhe Bianco Chardonnay 2018 Conterno Fantino.

Como primo, um maltagliati al ragu e …

… mais um bianchetto, o Soave Clássico 2014 Monte Tondo.

Já o secondo, a Trota al forno estava excepcional.

Ainda comemos um semifreddo alla nocciola como dessert e …

… fomos justificadamente dormir o sono dos justos.

Claro que um dia desses em que a neve nos acompanhou …

… só poderia ter sido muito interessante e inesquecível.

Espero que os escargots (caracóis? lumachi?) não venham puxar os nossos pés! Hahaha.

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?

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dcpv – dia quinto – itália – piemonte – visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?

06/02/2021 (vivido em 14/11/2019)

Dia quinto – ItáliaPiemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?

Acordamos e vimos que o tempo tinha mudado.

Depois de dois dias inesperados de muito sol …

… ele prometia ser bem broncolhão.

E não é que era verdade?

Giuseppe marcou a saída do passeio pras 10:45.

Ou seja, tomamos o café um pouco mais tarde e …

… no horário previsto estávamos no ônibus …

… pra sair pra conhecer a vinícola Ascheri.

Ela fica em Bra e …

… é uma daquelas que se destacam …

… por, além de fazer um vinho de qualidade, …

… cuidar bastante do seu visual e …

… das suas instalações.

Ficamos muito surpresos.

Mesmo porque, se arquitetonicamente eles não são exatamente um primor …

… tudo é muito bonito e …

… com um jeitão mais cosmopolita do que a média.

Chegamos lá e pra variar, um dos herdeiros (o da esquerda) …

… também chamado Giuseppe, nos recebeu.

O circuito era mais ou menos aquele de sempre (como diria a nossa filha).

Vimos o local de recepção das uvas, …

… os tanques onde o mosto é formado, …

… os barris de carvalho, …

… o repouso dos vinhos de acordo com o estabelecido pelas normas e …

… a cave onde eles ficam já dentro das garrafas.

Note o esmero com que tudo foi construído, …

… com, inclusive, uma sala de projeção onde assistimos à história …

… do lugar (o Barrichello trabalhou lá? 🙂 ).

Encontramos também o dono do pedaço!

Finalmente, chegamos à degustação …

… que fica justamente na lojinha.

Experimentamos pelo menos uns 5 tipos diferentes de vinhos, …

… compramos alguns muito bons e fomos almoçar no próprio restô deles.

Nos serviram uma comida muito simples (como toda boa italiana) …

… num ambiente pra lá de agradável (esta turma é ótima) e com um resultado surpreendente.

Iniciamos os trabalhos com queijos e salames da melhor qualidade.

Louve-se a gostosura da linguiça de Bra que é servida crua e é muito saborosa (a Dé não gostou muito! Hahaha).

Tomamos vinhos branco e tinto da casa que acompanharam também um spaghetti bem al dente.

Tudo estava ótimo e …

… uma parte do grupo optou por dar uma olhada no hotel deles.

Foi muito divertido e …

… percebemos mais uma vez que a Ascheri está entrando com tudo …

… no ramo do turismo enogastronômico.

Ainda tínhamos marcado uma visita a Marolo, uma destilaria de grappa..

O processo todo de fabricação é muito interessante, …

… pois se assemelha muito ao da nossa cachaça …

… só que com o produto final muito mais nobre.

Toda a linha de produção é muito antiga.

A matéria prima utilizada é justamente o bagaço das uvas que são usadas pra se fazer os vinhos.

É um tal de destilação daqui, …

… destilação dali, …

… ao final se chega a um produto com quase 80% de álcool …

… que será devidamente misturado à água desmineralizada e …

… terá que ter entre 38 e 60% de graduação alcoólica.

Aí é só colocar em barris de carvalho e …

… aguardar o tempo necessário para a sua comercialização.

Demos uma passada na boa lojinha, mas não compramos nada …

… porque não nos damos bem com este tipo de bebida.

Começou a chover e …

… aproveitamos a proximidade pra dar uma passada …

… numa excelente loja de queijos, a Giolito.

A ideia deles é transformar queijos de qualidade …

… em varietais melhores ainda e …

… com personalidade.

E eles conseguem.

A visita foi muito interessante.

Além de obtermos muitas informações curiosas, …

… tivemos o prazer de ver o proprietário abrir …

… uma daquelas belíssimas formas de Parmigiano Reggiano (elas pesam em torno de 35kg).

Esta sequência merece o fotoblog (vejam a técnica dele):

Compramos um montão de queijos (especialmente pedaços deste “fresquinho”), …

… retornamos pro hotel, …

… porque havia previsão de neve, …

… a primeira do ano na região.

Tomamos mais umas taças de vinho com a Lourdes e o Eymard e …

… fomos nos preparar pro jantar.

Surpresa das surpresas, a neve começou a cair e tudo ficou absolutamente lindo.

O jantar todo foi muito bom, …

… mas o assunto neve predominou.

Comemos uma salada de picles com atum, …

…. gnocchi com molho de queijo, …

… coelho com ratatouille e …

… bavaroise de albicoca.

Tudo muito bom, …

… inclusive, pegamos as nossas maravilhosas colaturas di alici (influência do Giuseppe), …

… mas queríamos ver a neve ao vivo e molhada!

Encantador é a verdadeira palavra pra descrever o acontecimento.

Até amanhã, quando esperamos acordar e ver tudo nevado.

Oxalá!

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.

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