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dcpv – third day – usa – nyc – a cidade que nunca dorme (e nós também).

22/05/2021 (curtido em 11/01/2020)

Third Day – USA – NYCA cidade que nunca dorme (e nós também).

Primeiro dia completo em Nova York e …

… uma perspectiva de muitos kilometros rodados, opa, andados.

Iremos fazer um tour por lojas diferentonas e …

… com serviços pra lá de especiais.

É o início da nossa experiência com a NRF, …

… a maior feira de varejo do mundo …

… da qual participaremos a partir de amanhã.

De qualquer forma, peguei várias dicas em vários lugares (Santo Google incluso) e …

… partimos pra luta.

Antes de mais nada, …

… um lauto café da manhã …

… na maravilha das maravilhas …

… a Starbucks Reserve Roastery, nossa vizinha.

Incrível!

Quantas mais vezes vamos lá, …

… mais gostamos de absolutamente tudo.

Acho que tomaremos café da manhã todo dia por aqui. 😁

Retornamos pro hotel, …

… ele fica sobre o afamado High Line e …

… iniciamos o nosso roteiro pegando um uber pro Columbus Circle.

Lugar bacana, mas meio antigão.

Aproveitamos pra dar uma passeada pela lateral do Central Park …

… só pra matar as saudades.

Ô lugarzinho bonito, …

… ainda mais com a inesperada temperatura reinante …

… quase 20°C e em pleno inverno!

A primeira parada técnica foi na flagship da Neiman Marcus.

E foi poderosa.

A loja de departamentos se reinventou totalmente e …

… transformou o ato de comprar …

… numa verdadeira e real experiência.

Muito espaço, …

… uma decoração clean e marcante e …

… o melhor, um bar em cada andar …

… pra que você tenha onde esperar …

… enquanto o seu amorzinho experimenta aquelas coisinhas imprescindíveis.

Sensacional!

Demos uma entrada na 5th Ave e …

… rumamos pra Ikea Planning.

Taí um jeito diferente de vender/comprar móveis.

Muitos espaços bem definidos, …

… levando em consideração o quão exíguos são os apês hoje em dia.

De lá, passamos na Casa Barilla.

É um restaurante, quase uma cantina, …

… mais parecida com um McDonalds de pasta. Mamma mia!

Não ficamos muito entusiasmados.

Mais uma andada e …

… chegamos na NBC.

Foi só pra dar uma olhada e ver se tinha alguma camiseta nova do Seinfeld, …

… mas nada. Néééxxxxt!

Ao lado, fica a Casa Camper, uma marca espanhola de calçados que já foi bem bacana, pro nosso nível de conforto.

Como não poderia deixar de ser, …

… fomos até Times Square.

Sim, é um clichê, …

… mas é sempre espetacular.

Os telões estão cada vez mais com definições incríveis e …

… você não tem como não se maravilhar.

Assim como o McDonalds inovador que existe lá (atualização – ele fechou!).

Todo o atendimento é feito através de telões …

… onde você fecha a conta, …

… senta no seu lugar e espera o pedido chegar.

Testamos com uma batata frita, uma Coca e …

… ficamos muito satisfeitos.

Sem contar que a programação visual da loja resultou …

… muito interessante e modernosa.

Voltamos pra 5th, …

… pra explorar a parte esportiva.

Iniciamos com a flagship da Puma.

Uma loja muito tecnológica, …

… também com visual diferentão e …

… muitos produtos exclusivos.

Exploramos bastante, mas não compramos nada. Hahaha

Os tênis são bonitos, mas não tem muito conforto …

… o que hoje em dia é primordial pra que compremos.

Em seguida e logo ao lado, fica a loja da Adidas.

Ela ainda (a vimos no ano passado) impressiona pelo formato bacana, …

… com muitas alternativas de testar o produto antes de comprar …

… além da preocupação com o meio ambiente que …

… a empresa demonstra atualmente.

Outra loja que vimos foi a &other stories.

A ideia é bacana; eles juntam as roupas por temas (cores, ocasiões, etc) e não por marcas.

Mas a concepção é bem modesta.

Pela proximidade, …

… fomos num grande ícone nova-iorquino, …

… a Grand Central Terminal.

O lugar é absurdamente bonito e …

… ainda tivemos a oportunidade …

… de ver onde o magnífico (???) campeonato mundial de squash é realizado.

Olha, já estávamos bem cansados e …

… mesmo assim ainda passamos na Casa Escandinávia.

Achamos o lugar bem sem graça com a loja acompanhando o relator.

Apelamos prum Uber e …

… fomos nos esbaldar no Eataly Flatiron, …

… o mais roots que conhecemos (com exceção do Lingotto).

E ele não decepcionou.

Pedimos o básico: um prato com salumi e formaggio, …

… uma bella mozzarella de búfala e …

… duas taças dum ótimo Gavi de Gavi.

Olha a vida é muito boa aqui em NY …

… especialmente no Eataly Flatiron.

Vejam o viço destas …

… frutas e legumes!

Apelamos mais uma vez pro Uber …

… que funciona muito bem na Big Apple e …

… retornamos pro hotel …

… pra dar aquela descansada oficial.

Mesmo porque eu tinha reservado …

… um tour na Artechouse …

… que fica muito próximo daqui, no Chelsea Market.

A ideia toda é muito boa.

Ela é quase um Atelier des Lumieres (desculpaí!), …

… só que com obras específicas e de vanguarda de um determinado autor.

Já na apresentação, …

… a explicação foi muito interessante …

… com vários detalhes e …

… a expectativa aumentou muito.

Chegou a hora de ver realmente o que seria o espetáculo.

E aí a curuquice impera.

É um tal de imagens estroboscópicas pra lá e pra cá …

… junto com uma trilha sonora pífia …

… que mais parece um bate estacas de balada.

Ou seja, foi decepcionante (expectativa é fogo).

Ainda tentamos ficar mais um pouco, …

… mas não só a Dé, como eu, ficamos muito mareados e …

… o jeito foi ir embora, …

… aproveitando pra ter o primeiro contato …

… com o Chelsea Market.

Como tínhamos um compromisso pro jantar, …

… optamos por voltar pro hotel.

E logo depois, saímos pra conhecer um bar diferentão.

O Lyanees é um bar itinerante que pertence ao Mastercard.

Ele faz parte duma experiência que transporta lugares bacanas, …

… inclusive fisicamente, …

… pra NY e espera que você ache que está no localidade original.

Neste caso, é um bar londrino, escolhido como o melhor do mundo.

Tomamos dois coquetéis tradicionais, mas reinterpretados, um Cosmo e uma Margarita.

Foi divertido e logo ali ao lado, …

… fica o Pepolino, onde teríamos o nosso encontro oficial e …

… anual com casal Pellicano, Marcie (do ótimo blog Abrindo o bico) e Ciro (autor de frases geniais e impagáveis).

Como sempre, foi muito divertido e calamos, ops, conversamos bastante. 🙂

A comida? Foi ótima e muito Toscana.

Eu e a Dé dividimos uma salada de beterraba e …

… um branzino  com legumes cozidos à perfeição.

Tomamos um ótimo Gavi di Gavi e continuamos conversando.

Encerramos a noite com um docinho e …

… já marcamos o encontro de 2021 (mal sabíamos da pandemia).

Planejamento é sempre a chave do negócio.

See U.

Veja os outros dias desta interessante viagem:
First day – USA – Boston – Sem piadinhas, por favor!
Second day – USA – Boston/NYC – Um contraste incrível e uma constatação mais ainda. Incrível mesmo é o The Vessel.

.

 

 

dcpv – second day – usa – boston/nyc – um contraste incrível e uma constatação mais ainda: incrível mesmo é o the vessel!

10/01/2020

Second Day – USA – Boston/NYCUm contraste incrível e uma constatação mais ainda: incrível mesmo é o The Vessel.

Hoje teríamos uma programação bastante light em Boston.

Afinal de contas, acordamos até que cedo, …

… tomamos o excelente café da manhã do XV Beacon e …

… aproveitaríamos o pouco tempo restante na cidade (nesta primeira perna), …

… pra conhecer melhor o parque Boston Commons, …

… lugar de início da Freedom Trail e …

… fazer um pedaço da mesma …

… com  um pouco de tranquilidade …

… até chegar no turístico Quincy Market.

E por que turístico?

Por que ele realmente tem uma cara daqueles lugares …

… cheios de estabelecimentos …

… com um jeitão de me engana que eu gosto.

Vamos ver na semana que vem se esta previsão …

… se confirma ou não?

Ainda chegamos até a orla e …

… percebemos que o harbour …

… é um lugar muito divertido, …

… com uma cara de que curtiremos bastante.

Como estávamos em cima da hora, …

… retornamos pro hotel, …

… fizemos o checkout, …

… pegamos o nosso transfer e pimba!

Estávamos prontos pra ir pra Grande Maçã.

Com quase tudo ok, tivemos um breve stress por causa dum problema com o passaporte, mas …

… rapidamente estávamos listos pra zarpar. Doce ilusão!

Tudo deu uma atrasada federal e …

… acabamos ficando quase duas horas dentro do avião esperando a liberação para a decolagem.

O voo foi curto (quase uma hora) e seria até divertido, …

… se não tivéssemos um montão de nuvens carregadas no céu.

Mas mesmo assim e ouvindo uma ótima trilha sonora …

… consegui alguns registros …

… bacanas do céu ianque.

Já percebeu como o balé das nuvens …

… é belíssimo, né?

Chegamos com tempo bom em NY e …

… com uma bela vista do skyline de Manhattan …

… a partir do Laguardia.

Pegamos o nosso transfer …

… chegamos ao The Standard Hotel …

… que fica no MeatPacking, é superhyppado e …

… constatamos que o nosso quarto tem, certamente, …

… uma das melhores vistas de NY.

Ele é quase todo envidraçado e …

… dá pra imaginar como será ver o por do sol daqui!

Devido ao atraso, …

… acabamos perdendo a visita ao …

… The Vessel, no Hudson Yards.

Paciência, estas coisas acontecem quando estamos viajando.

Fomos pro Hudson Yards do mesmo jeito, já que ele está bombando, …

… tudo lá é espetaculoso.

A começar pelo The Vessel que é …

… simplesmente arrebatador.

Fizemos um tour pelo shopping, …

… que não fica atrás na pujança.

Tudo muito bem acabado, …

… moderno, …

… com lojas de primeiríssima linha e …

… um estabelecimento gourmet de deixar o queixo caído.

O Mercado Little Spain, do chef José Andres …

… é simplesmente espetacular.

Tem tudo o que é de melhor da Espanha inteira …

… é muito grande e …

… com uma variedade proporcional.

Só pra que você entenda, é um Eataly (dos bons) espanhol.

É claro que voltaremos mais vezes.

Ufa, era a hora de jantar.

E como fiquei sabendo que um dos nosso restôs preferidos …

… abriu uma filial aqui no Hudson Yards, reservei (faça sempre isso).

Estiatorio Milos é um daqueles gregos que nunca decepciona.

E pra variar, o daqui é deslumbrante.

Conseguimos uma mesa de frente pro The Vessel e …

… aí foi só correr pro abraço.

Tomamos duas flutes dum bom Champagne; …

… pedimos só clássicos.

A torre de berinjelas e abobrinhas empanadas, …

… o ceviche e …

… um peixe assado escolhido no balcão …

… que é incrivelmente preparado.

Chamamos um Puilly Fummé e curtimos muito um dos nossos restôs preferidos.

Uma verdadeira maravilha.

Enfim, nem fiz a famosa pergunta (dia de troca de hotel é dia perdido?) …

… porque no caso de hoje, …

… apesar dos pequenos contratempos (conte sempre com eles) …

… foi espetacular.

Ah, não se preocupe.

Ainda tenho mais dois ingressos pra subir no The Vessel.

E subimos. Aguardem!

Veja o primeiro dia desta interessante viagem:

First day – USA – Boston – Sem piadinhas, por favor!

.

 

 


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