Archive for the 'comida' Category

dcpv – dia two – dublin – bebedeira à vista: guinness e jameson.

10/10/14

Dia two – DublinBebedeira à vista: Guinness e Jameson.

A ideia toda é começar com força total e entender a relação dos irlandeses com as bebidas.

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Para tanto, acordamos cedo, tomamos o nosso lauto café irlandês da manhã no próprio hotel …

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… e rumamos (literalmente, porque fomos pelo rumo) pra conhecer o processo de fabricação da cerveja Guinness.

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Devido ao nosso pequeno atraso, pegamos um taxi, …

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… tivemos nosso primeiro contato com o Rio Leaffy …

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… e finalmente, chegamos a Guinness Storehouse.

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O prédio histórico é muito bonito.

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Fizemos um passeio guiado (reservei com desconto pela Internet. Faça isso.).

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Descobrimos todo o processo de fabricação de uma das bebidas mais famosas do mundo.

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É uma cerveja de personalidade e com um gosto bem diferentão.

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Este vale o fotoblog:

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Terminamos o tour no bar (óbvio), que fica no 7º andar.

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E que bar!

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Ele fica no último andar do prédio, é circular e tem um dos melhores visuais de Dublin.

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Pra complementar, demos uma passada na lojinha, quer dizer, lojona que tem tudo o que você imagina relacionado com a marca.

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Após comprar algumas lembranças, rumamos pra Jameson Distillery onde faríamos mais uma visita pra verificar in loco o processo de fabricação do famoso whiskey.

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Chegamos a tempo de trocar o horário do nosso tour …

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… e assim, permitir que almoçássemos no restaurante de lá mesmo.

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Olha a comida até que foi boa, mas um tanto quanto pesada.

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Fizemos uma mistureba com um frango cajum, uma sanduba indiano de carne no pão pita e fish&chips.

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Pagamos a conta e o tour começou.

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Tudo é bastante teatral.

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Mas vale cada centavo conhecer a história de como este famoso whiskey é fabricado.

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Como eu peguei o folheto explicativo em italiano, as várias fases são: …

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… il granaio, …

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… maltazione, …

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… macinatura …

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… ammostamento …

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… ermentazione …

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… e destillazione.

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Capisce?

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Por fim, degustamos o whiskie (é muito macio) puro e com gingerale, for the ladies.

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Pegamos mais um taxi, voltamos ao hotel e fomos dar um pulo na rua comercialmente mais agitada de Dublin, a Grafton.

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E tinha gente lá!

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Ainda tentamos conhecer o parque St Stephens Green, mas o horário de fechamento estava muito próximo. Retornaremos.

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Voltamos ao hotel porque o jantar prometia.

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Afinal de contas, experimentar uma comida semimolecular em Dublin, no Amuse, já seria por si só um milagre.

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E não é que foi bom? O lugar é bem pequeno e muito agradável.

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Iniciamos os trabalhos com flutes de champagne e todos optamos pelo menu de três pratos.

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Com esta escolha, simplesmente passamos a limpo todo o menu do restaurante.

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Camarões …

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… e bacalhau pra Dé.

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Truta do Atlântico …

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… e frango pra Re.

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Codorna …

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… e peito de pato pra mim (viu, sócios?).

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Como sobremesas, dois bolos de pistache pras garotas …

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… e um de queijos pra mim.

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Além de bonitos, todos estavam deliciosos.

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Sem contar que acompanhamos tudo com um Sancerre espetacular.

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Resumo da dança irlandesa: foi uma refeição memorável.

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Retornamos pro hotel com a certeza que Dublin é um lugar com personalidade e que deve ser descoberto com calma.

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É o que faremos.

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Bye.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.

 

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dcpv – estivemos no leste ou no centro da europa?

número 389
10/06/2014

Estivemos no Leste ou no Centro da Europa?

É incrível.

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Não tem como voltar duma viagem bacana e não ficar impressionado com a gastronomia do lugar.

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E como desta vez estivemos em Viena, Budapeste, Praga e Frankfurt, só nos restou tentar reproduzir por aqui uma noite com as receitas mais interessantes que provamos.

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O resultado disto foi que, obviamente, escolhemos pratos que mais nos entusiasmaram e que tivessem uma certa facilidade na execução.

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Vamos lá então ao jantar das iguarias do Leste Europeu (ou seria Centro, como a maioria dos moradores de lá gosta de falar?).

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Entrada – Wursties

Através de uma pequena importação, conseguimos alguns wursts (mais conhecidos como salsichas).

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Trouxemos a tradicional e uma branca temperada.

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E o jeito de fazê-las foi grelhando num legítimo George Foreman …

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… e servindo com mostarda, catchup e pão.

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Simplesmente delicioso.

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É claro que o normal seria acompanhar com canecas de cerveja, mas devido a impossibilidade de importação da cerveja alemã, optamos por tomar um vinho tinto argentino Malbec Machi 2012 que foi “sold out, mst, cigano igor machi, homeless“.

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Principal – Schnitzel de porco com batatas.

Este prato também é comum em todas as cidades que visitamos.

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E ele é nada mais do que um bife bem fino de carne (no nosso caso, de porco) bem temperado, …

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… empanado em farinha de trigo, …

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… ovos batidos …

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… e farinha de rosca …

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… posteriormente frito em azeite …

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… e servido com batatas que foram cozidas e fritas.

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A salsinha foi acrescentada pra dar uma cor ao prato …

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… e deixá-lo ainda mais saboroso.

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Como estava frio, aproveitamos pra tomar mais um vinho tinto, neste caso, o Monastrell Salinas 2011 que foi “try, msh, msw, mengolau“.

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Sobremesa – Torta Sacher.

Esta torta é o cartão de visitas de Viena.

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Todo lugar tem uma versão dela, se bem que a oficial é a da doceria do hotel homônimo.

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Para fazê-la (e foi a Dé quem fez), basta derreter 140g de chocolate amargo em banho-maria. Retire do fogo e deixe esfriar.

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Bata 170g de manteiga e 150g de açúcar até obter um creme leve e fofo. Aos poucos, acrescente 5 gemas e bata até chegarem a um tom claro.

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Adicione o chocolate derretido frio e volte a bater. Aos poucos, junte 100g de farinha de trigo peneirada.

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Bata as 5 claras em ponto de neve e adicione a massa com cuidado. Em seguida, despeje tudo numa forma com fundo removível.

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Asse no forno preaquecido a 180°C por 50 a 60 minutos. Deixe esfriar por completo antes de retirá-la para colocar o recheio e a cobertura. O recheio é simplesmente geleia de damasco.

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E pra cobertura, derreta 1 colher de sopa de manteiga e 110 g de chocolate amargo em banho-maria. Adicione 6 colheres e sopa de café forte e bata bem.

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Peneire 175g de açúcar de confeiteiro junto com uma colher de chá de baunilha.

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Espalhe a cobertura quente na parte de cima e nas laterais da torta.

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Ficou tão absurdamente boa que todos repetimos (alguns, 3 vezes. :) ).

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Eis a opinião dos tiroleses:
Viena? Praga? Budapeste? Tudo bom? (Edu)
Heil wurst!!! Heil schnitzel!!! (Mingão)
Salsichon! Bom! mas sem hotelson! (Deo)

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Bom foi isso.

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A comida é um pouco mais pesada que as demais , mas não deixou de ser um espetáculo.

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Não é a toa que eles gostam tanto de música clássica.

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Sbohem.

.

 

dcpv – dia one – a caminho da irlanda.

09/10/14

Dia oneA caminho da Irlanda.

A Irlanda não estava na nossa wish list. E só entrou porque a Re encaixou Dublin no roteiro da viagem dela e aproveitaríamos pra nos encontrar por lá.

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Mas, vamos começar do princípio.

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Primeiro dia de viagem é um dia perdido, certo?

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Neste caso estava certo, mas por culpa única e exclusiva da Air France.

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Afinal de contas, chegamos no novíssimo terminal 3 de Cumbica …

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… (está bem bacana mesmo, apesar de alguns probleminhas técnicos tais como elevadores pequenos, estacionamento, etc) …

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… e recebemos a notícia de que o vôo estava 4 horas atrasado.

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Toca a trocar a conexão e ter que aguardar mais 6 horas!

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Tudo bem, usaríamos a nova sala VIP, mas foi, certamente, um exagero este atraso.

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No mais, fizemos um vôo tranquilo (ponto para a TAM na comparação geral com a Air France).

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Assim como tranqüila foi a conexão no CDG para Dublin.

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Foram somente 3 horas, mas confortáveis o suficiente pra não reclamarmos muito.

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O vôo pra Dublin também foi sossegado e logo chegamos ao The Westin Dublin, um hotel muito bacana …

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… e muito bem localizado.

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Aproveitamos que a Re já estava na área (ela veio um dia antes de Amsterdã) e fomos conhecer a região próxima ao hotel.

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Logo de cara demos uma passada na Trinity College.

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Não só porque temos esta vista do quarto, …

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… mas, principalmente, pra dar uma situada em tudo.

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E o lugar é de impressionar.

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Antigo, tradicional e bonito.

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Certamente voltaremos.

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Circulamos também pela região do Temple Bar.

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Que apesar de ter um bar com este nome, delimita todo um espaço com muitos restaurantes, pubs e lojas.

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Parece mais um lugar pega-turistas, mas é muito bonito e interessante.

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Voltaremos também pra ver com mais tranquilidade.

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Estávamos dando sinais de cansaço.

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Jetlag dum fuso de 4 horas ajuda bastante você se sentir deste jeito.

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Aproveitei pra repetir um costume: jantar no restaurante do hotel no dia da nossa chegada.

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Assim chegamos ao The Mint Bar, que seria o nosso primeiro contato com a real culinária irlandesa (será que ela existe?).

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De verdade, deu pra perceber é que por aqui impera uma tremenda miscelânea de sabores e culturas. Pra ter uma ideia, tomamos um legítimo champagne francês, um Tatitinger, …

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… comemos um hambúrguer de cordeiro (americano), …

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… um frango apimentado (thai) ….

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… e batatas eximiamente fritas com pesto e parmesão (ítalo-americanas).

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Tudo perfeito e num ambiente em que o jazz Standard americano corria solto. Só nos restou curtir bastante o local …

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… e pegar o elevador pra nos levar praquela caminha quentinha e aconchegante.

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Amanhã vamos tomar pé de Dublin e curtir tanto uma visita à cervejaria Guinness

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… como à whiskeria Jameson.

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Bye, hic!

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dcpv – abruzzo, uma região aprazível.

número 395
12/08/2014

Abruzzo, uma região aprazível.

“O pulmão da Itália, como é chamada a região que compreende o maior número de reservas naturais do país, conserva traços de uma área que ficou isolada no mapa ao longo de séculos, protegida pelos imponentes e gélidos montes Apeninos”.

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Esta é a descrição da região italiana de Abruzzo que consta da Coleção Folha Cozinhas da Itália.

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E é bem convincente quanto ao fato de aguçar o interesse em se fazer um menu só com receitas de lá.

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Vamos lá, então, experimentar as delicias abruzzianas (e colocar mais um lugar da Itália na wish list).

Entrada – Pallotte e Funghi trifolatti.

Pallotte. Taí um nome dificil de adivinhar o que significa. Na verdade, são bolinhos de queijo ao sugo.

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E são feitos da seguinte maneira: amasse 500g de ricota (preferencialmente de leite de cabra) com um garfo e misture com 200g de queijo pecorino ralado, 100g de farinha de rosca e 1 ovo (no meu caso, tudo by sex shop).

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Modele os bolinhos e empane-os em ovos batidos e farinha de rosca (necessariamente nesta ordem).

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Reserve na geladeira em recipiente fechado, por ao menos 30 minutos. Frite-os submersos em óleo quente até ficarem dourados.

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Enquanto isso, faça um molho ao sugo refogando dois dentes de alho socados em 3 colheres de azeite e uma lata de tomates pelados.

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Sirva os bolinhos e por cima, o molho quente.

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Já no caso dos funghi fica mais fácil de saber o que são.

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No caso, simples cogumelos erynghi refogados.

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E numa base com manteiga, azeite, 1 dente de alho e salsinha picada. Tempere com sal a gosto e cozinhe em fogo baixo por cerca de 5 minutos, até o cogumelo ficar al dente.

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Sirva tudo muito quente e você certamente se divertirá, assim como nós.

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Pra melhorar um pouco, tomamos o vinho branco Sol Torres 2012 que foi “insolarado, ençolarado, deuce, fenix“.

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Principal – Gnocchi di zafferano com verdure.

“Perfeitamente adaptado ao clima dos montes Apeninos, o açafrão confere cor, sabor e aroma à massa e ao molho desta clássica receita”.

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Bom, os gnocchi são feitos da maneira comum com somente um diferencial, o açafrão.

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Portanto, misture 700g de batatas cozidas e passadas pelo espremedor, 200g de farinha de trigo, 2 colheres de sopa de azeite, 1 envelope de açafrão em pó diluído numa solher de sopa de água quente, 1 ovo e sal a gosto e trabalhe rapidamente até formar uma bola.

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Enrole porções de massa numa superfície enfarinhada, formando rolinhos de cerca de um dedo de espessura e corte-os em pedaços de 2 cm. Reserve.

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Para o molho, fatie uma abobrinha e 1 cebola em rodelas bem finas. Corte 1 pimentão vermelho e 1 verde à julienne (mais conhecido como fatias finas).

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Refogue a cebola no azeite, junte os pimentões e a abobrinha e, assim que murcharem levemente, acrescente dois envelopes de açafrão em pó diluídos numa concha de caldo de vegetais. Cozinhe por 25 minutos.

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Enquanto isso, cozinhe os gnocchi.

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Regue-os com o molho ainda quente e sirva em seguida.

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Delícia pura.

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Pra acompanhar, tomamos um vinho tinto Alturis 2012 que foi “pátria-mãe, alpes suiços, pico da Bandeira, habemos vinus“.

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Sobremesa – Panna cotta com salsa all’albicocca.

Panna cotta é super fácil de reconhecer. Já a albicocca vou deixar um pouco pra frente.

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E pra fazer a tal, junte ½ litro de leite com 500g de creme de leite fresco e 50g de açúcar e leve ao fogo até dissolver os cristais, sem deixar ferver. Agregue algumas gotas de baunilha. Hidrate 1 folha de gelatina em ¼ de xícara de água, adicione ao creme e mexa até dissolver. Distribua a mistura em forminhas e leve à geladeira por ao menos 3 horas.

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Enquanto isso, hidrate 200g de damascos secos (sim, as albicoccas!!) em água morna por 20 minutos. Leve 2 e ½ xícaras de água e 1 e ½ xícara de açúcar ao fogo, mexendo até o açúcar derreter.

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Junte o damasco e cozinhe por 20 minutos ou até que a calda engrosse. Deixe esfriar e reserve na geladeira.

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Desenforme a panna cotta e regue-a com a calda na hora de servir. Delícia, ainda mais com as albicoccas.

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Eis a opinião dos abruzzeiros:
Tudo absolutamente per-fec-to! (Edu)
Superação. (Mingão)
Caiamba! Espetáquila! (Deo)

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“Das bucólicas montanhas, onde pequenas cidades parecem ter parado no tempo e também do mar Adriático que banha a sua costa, os abruzeses extraem inspiração e bons ingredientes para uma cozinha simples, ao mesmo tempo enriquecida pelo sabor e cor pronunciados do açafrão ou pela farta variedade de trufas encontradas nos arredores de L’Aquila”.

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Açafrão? Trufas?

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Precisamos ir pra lá rapidamente! :)

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Arrivederci.

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dcpv – dia elf – Frankfurt – alalaô, ô, ô, ôôô.

07/06/2014

Dia elf – Frankfurt – Alalaô, ô, ô, ôôô.

Frankfurt se abrasileirou.

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Afinal de contas, marcar 33°C em plena primavera não é mole, não.

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Iniciamos o dia acordando um pouco mais tarde e indo tomar o ótimo (talvez o melhor da viagem) café da manhã do hotel.

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Resolvemos seguir as dicas do concierge e dar uma passeada pela região.

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Primeiramente fomos conhecer a Unterman-Schweizer Str.

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Ela é uma rua cheia de restaurantes, …

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… mercados de rua …

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… e lojas bacanas.

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Tão bacanas que a Dé se entusiasmou e comprou algumas peças de roupa na LEMLI.

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Depois de lá, passamos novamente pelo centro pra comer mais duas salsichas e tomar uma caneca de chopp numa daquelas barracas de rua.

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Aproveitamos a proximidade pra conhecer o Kleinmarkthalle, um mercado bem ao estilo do nosso Mercadão, só que muito melhor!

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Segue o minifotoblog do lugar:

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E como diziam que lá é servido o melhor curryworsth de Frankfurt, aproveitamos pra comer uma outra salsicha, só que desta vez acompanhada por uma taça de Riesling.

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Olha, quem falou que a salsicha de lá é a melhor, acertou. Ainda passamos pela catedral, a Dom que é imensa e muito bonita.

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Depois de fazermos os três desejos, …

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… resolvemos que era hora de voltar pro hotel e fazer uma happy hour.

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E tome duas flutes de Louis Roderer rosé pra apaziguar o calor que, a esta hora, era insuportável.

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Incrível, já era hora de jantar. E pra encerrar o nosso tour, seguimos novamente o concierge do hotel que nos indicou um lugar tipicamente alemão e (segundo ele) romântico.

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Era tudo o que precisávamos. O Gerbermühle é bem antigo e muito alemão.

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E pior, chegamos com uma má impressão já que o lugar era estranho, a beira do rio e com areia no chão. Parecia um pouco um daqueles pega-turistas desavisados.

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Mas como tinha um montão de famílias alemãs acreditamos nas possibilidades e não erramos. A comida é muito boa.

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A Dé pediu uma salada de aspargos com camarões, salmão defumado e uma tortilla de batatas. Tudo espetacular.

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Eu fui no popular schnitzel com batatas ao forno e bacon. Mais uma delícia!

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Acompanhamos tudo com champagne e vinhos alemães.

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E ainda tivemos a oportunidade de ver o belíssimo cair da noite …

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… com o skyline de Frankfurt ao fundo.

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Claro que pra finalizar realmente a viagem, ainda teríamos uma manhã na cidade.

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Como estava um calor danado, aproveitamos pra pegar o ônibus de turismo e dar uma volta pelos principais pontos.

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Descobrimos o óbvio; que Frankfurt não é uma cidade muito turística.

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Mas aproveitamos pra conhecer a parte nevrálgica da cidade, o distrito financeiro, a Ópera e a Estação Central.

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Resumo da viagem: qual é a diferença entre Viena, Budapeste e Praga?

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Viena nos pareceu bem clássica, com atrações distantes uma das outras e extremamente plana; em Budapeste, as atrações são mais próximas e uma parte da cidade é plana e outra, não e em Praga, todas as atrações são bem próximas com o terreno sendo um pouco irregular.

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O que isso significa? Significa que realmente o ideal é o que todo mundo faz: visitar as três na mesma viagem e assim tirar as suas próprias conclusões, pois as três são espetaculares.

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Até a próxima.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.
Dia ot – Budapeste –Ô cidadezinha bacana. Egêszségédre!
Dia sest – É uma Praga!
Dia sedm – Praga – Isto sim é que é uma cidade.
Dia osm – Andando de Segwen, ops, Segway em Praga.
Dia devét – Praga – Vsechno nejlepsi, má lasko.
Dia zehn – Frankfurt – A terra da salsicha.

 

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dcpv – toscana e copa: tudo (ou nada) a ver!

número 392
15/07/2014

Toscana e Copa: tudo (ou nada) a ver!

Finda a saudosa Copa do Mundo (parabéns Alemanha) e já sofrendo de depressão pós bons jogos de futebol, fica sempre uma dúvida sobre o que fazer numa fria terça a noite?

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Comida alemã? Nananinaná. Teria que ser alguma coisa bem prazerosa.

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Aí caímos numa categoria que não tem erro: cozinha italiana. E pra ter menos erro ainda, culinária da Toscana.

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Vamos lá, então aos prazeres das terças.

Entrada – Acquacotta.

Numa tradução meio livre, poderíamos chamar esta receita de água cozida. Na verdade, esta Sopa de Vegetais à Toscana é muito interessante.

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Para fazê-la, basta lavar e cortar um pé de chicória em tiras.

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Pique dois dentes de alho e corte 300g de tomates italianos grosseiramente.

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Ferva 1,5 litros de água e junte a chicória, o tomate, o alho e tempere com sal e pimenta a gosto. Cozinhe em fogo médio com a panela destampada por um pouco menos de 2 horas.

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Minutos antes de retirar do fogo, acrescente 4 ovos batidos.

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Enquanto isso, doure fatias de pão italiano no forno e disponha-as em cumbucas.

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Despeje o caldo por cima e sirva com parmesão ralado.

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Isto é o que podemos chamar de uma água cozida deliciosa.

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Ainda mais acompanhada dum tinto , o Bonarda Las Perdices que foi “rota 66, torelo, james dean, consciente”.

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Principal – Risotto al Chianti.

É claro que se falando em cozinha italiana e especialmente a toscana, teríamos que fatalmente cair num risotto. E este é bem característico.

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Pra fazê-lo, refogue levemente em fogo médio, 4 gomos de lingüiça sem a pele e 2 cebolas-roxas médias picadas.

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Quando o refogado estiver dourado e macio, acrescente 400g de arroz arbório.

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Toste o arroz por 2 minutos, acrescente 1 taça de vinho Chianti e deixe evaporar. Vá acrescentando caldo de carne fervente aos poucos, sem parar de mexer, até os grãos ficarem al dente.

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Pra dar um gosto especial, acrescentei sementes de erva-doce e erva-doce in natura cortada com o descascador de vegetais. Olha, ficou muito bom mesmo.

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Harmonizamos com um vinho tinto L’Apparita Castelo di Ama Itália 2008 que achamos “herbáceo, poveríssimo, causesco, arlequim”.

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Sobremesa – Schiacciata alla Fiorentina.

Este bolo à moda Florentina é tradicional e especial.
Dilua 15g de fermento biológico fresco em ½ copo de água morna e misture à 250g de farinha de trigo, mexendo até ficar homogêneo. Cubra a vasilha com um pano de prato e deixe fermentar por cerca de 1 hora.

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Acrescente 1 ovo, 150g de açúcar, suco e raspas de 1 laranja, 3 gotas de essência de baunilha, 4 colheres de sopa de azeite e sove energicamente por alguns minutos.

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Disponha numa assadeira retangular (30×35 cm) untada e enfarinhada (a massa deve ficar com dois cm de altura) e deixe em repouso por mais 1 hora.

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Asse em forno preaquecido a 180°C por uns 20 minutos, até que a superfície fique dourada.

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Espere esfriar e polvilhe açúcar de confeiteiro (dei uma enfrescalhada e coloquei o Giglio, o símbolo de Florença.)

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Eis a opinião dos italianinhos:
Perfeita = noite de hoje. (Edu)
Voltamos a perfeição. (Mingão)
Estupenda simples luxuriosa noite !!! (Deo)

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Pronto! Pra variar, gostamos demais destes exemplos da chamada culinária povera (pobre???) desta região italiana.

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Eles, os italianos, podem não ser mais tão bons no futebol, mas em questão de culinária, eles são os maiores.

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Ai que saudades da Toscana.

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Arrivederci.

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dcpv – dia zehn – frankfurt – a terra da salsicha.

06/06/2014
Dia Zehn – Frankfurt – A terra da salsicha.

Dia de troca de país é um dia perdido, certo? Quase.

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Acordamos cedo, porque as 9:00 hs o nosso transfer nos pegaria pra nos levar ao aeroporto de Praga.

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O voo seria as 12:00 hs …

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… e somente uma hora depois chegaríamos em Frankfurt.

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O que a princípio seria somente uma conexão do nosso vôo para o Brasil, se transformou numa escala de duas noites.

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Isto está se transformando em regra.

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Cada vez que temos uma passagem aérea com conexão, procuramos ficar pelo menos uma noite neste lugar a fim de conhecê-lo melhor, e quem sabe, retornar. Vamos ver se isso acontece com Frankfurt?

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Chegamos e fomos direto para o hotel Rocco Forte Villa Kennedy.

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Ele fica num casarão antigo e é muito bonito.

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Os quartos são muito confortáveis …

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… e, com a ajuda da Teresa Perez, continuamos comemorando o níver da Dé.

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Pra nos situarmos, e como era cedo, saímos pra bater pernas e conhecer o centro da cidade e …

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… consequentemente, o Rio Main.

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Andamos bastante.

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Passamos pela rua dos museus, …

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… vimos cenas muito bonitas …

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… tendo o rio Main como participante …

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… conhecemos a praça principal

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… e terminamos na rua Zeil, a famosa zona comercial da cidade (a estrutura deste shopping, o MyZeil é demais).

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Ainda compramos vários condimentos numa loja incrível, a Schuhbeck.

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É claro que demos uma sentada pra aproveitar da salsicha e da cerveja local!

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Como andamos muito, voltamos de taxi pro hotel.

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E continuamos com a regra desta viagem para os jantares na primeira noite: seria feito no restaurante do próprio hotel, o Gusto.

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É um ítalo-germânico perfeito/perfecto!

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Pra melhorar, ainda tinha um show de música ao vivo de primeira qualidade.

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Começamos os trabalhos com duas flutes de Louis Roderer (germânicas, off course).

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Como entradas, a Dé escolheu aspargos com batatas, além de queijo parmesão.

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Eu fui no meu preferido, um polvo alemão com batatas. Ambos perfeitos!

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Louve-se que comer neste horário e com o sol praticamente a pino, favorece e muito as fotos, né?

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Pedimos um vinho branco Gavi di Gavi DOCG e os principais chegaram.

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Pra Dé, um gnocchi de manjericão com molho de burrata e berinjela.

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E pra mim, Penne all’a Matriciana com guanciale, tomate, chili e pecorino. Ambos muito bons novamente.

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Ainda tomamos dois expressos cortos, ouvimos mais algumas músicas e só nos restou dormir o sono dos justos.

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Olha, Frankfurt está caindo nas nossas graças (mesmo porque ela se parece mais com uma boa cidade grande como São Paulo, Milão e Madri).

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Wo ist mein Zimmert?

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.
Dia ot – Budapeste –Ô cidadezinha bacana. Egêszségédre!
Dia sest – É uma Praga!
Dia sedm – Praga – Isto sim é que é uma cidade.
Dia osm – Andando de Segwen, ops, Segway em Praga.
Dia devét – Praga – Vsechno nejlepsi, má lasko.

 

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