Archive for the 'culinaria' Category

dcpv – é com você, lombardia.

número 417
12/05/2015

É com você, Lombardia.

“Os atrativos da região mais rica e desenvolvida da Itália vão muito além das famosas grifes e designers de Milão, admirados no mundo inteiro. A elegante e sofisticada Lombardia também dita a moda quando o assunto é gastronomia.”

É claro que dei mais uma apelada par minha Coleção Folha Cozinhas da Itália.

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E desta vez, optei pela Lombardia, já que é por lá, em Milão, que chegam todos os voos da TAM. O resultado? Mais uma vez, imperdível.

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Acompanhe todo este menu fantástico.

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Auguri.

Entrada – Polenta com Gorgonzola.

O gorgonzola é um queijo típico desta região. E dá um toque especial ao molho que acompanha a polenta.

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Para fazê-lo, basta derreter 120g dum bom gorgonzola (no caso, um italiano), junto com 120ml de leite …

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… e 120ml de creme de leite em fogo baixo. Adicione pimenta a gosto e reserve.

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Enquanto isso, ponha 1,5l de água para ferver (com sal a gosto).

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Adicione a farinha de polenta (uma caixinha) italiana aos poucos e vá mexendo em fogo brando até atingir o ponto desejado.

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Sirva a polenta coberta com o molho de gorgonzola bem quente.

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Ficou verdadeiramente delicioso e combinou muito com o friozinho reinante (não preciso nem dizer que a Dé adorou).

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Acompanhamos com um tinto libanês, o Oumsiyat Jaspe 2010, que foi “habib, polentoso, salim, apolentado“.

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Principal – Pizzoccheri

Este Pizzoccheri nada mais é do que uma massa rústica com batata e repolho. É o que podemos chamar dum representante legítimo da cozinha pobre desta região da Itália.

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Inicie fazendo a massa do macarrão no formato de sempre. A única grande diferença é que em vez de utilizar a máquina pra dar forma ao macarrão, você o corta com a faca, em tiras irregulares da espessura de um dedo.

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Ao mesmo tempo, leve 200g de batatas em rodelas de 1 cm de espessura ao fogo alto numa panela grande com bastante água.

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Quando a água da batata ferver, junte 1 colher de sopa de sal e 1/4 dum repolho branco cortado em tiras de 0,5 cm. Cozinhe por cerca de 15 minutos.

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Junte a massa ao cozido de batatas e repolho, misturando com um garfo e cozinhe até ficar al dente. Escorra.

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Para fazer o molho, derreta 100g de manteiga e refogue alho e sálvia a gosto.

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Finalize juntando a massa, as batatas e o repolho ao molho.

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Dê um toque final com tiras de fatias de queijo prato e parmesão ralado.

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Olha, também ficou uma verdadeira delícia.

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Tomamos um vinho tinto chileno, o Carmenere Gratia 2013, que foi “baunilhado, … a Deus, obrigado, cavaloso“.

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Sobremesa – Creme de Mascarpone  

Este é tão fácil de fazer, quanto é bom. Bata 3 gemas com 3 colheres de sopa de açúcar até ficar claro e fofo.

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Acrescente 200g de queijo mascarpone e misture delicadamente.

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Adicione 4 colheres de sopa de rum e incorpore 2 claras em neve, mexendo suavemente.

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Sirva gelado, polvilhado com cacau.

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Não precisa nem dizer que todo mundo achou esta sobremesa bem pequena.

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Eis a opinião do oriundi:
Como diria SS: é com você, Lombardia! Un spetacollo! (Edu)
Hours concours. (Mingão)
Devo de dizer que após tantos anos, as vezes a gente se surpreende! Na simplicidade a mágica aparece fulgurante, admirável! Tão 10 que após todos esses anos tem certamente um peso considerável! (Deo) 

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Esta coleção Folha Cozinhas da Itália é brincadeira.

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Nela se encontram receitas das mais variadas regiões da Itália e todas, eu disse todas, tem que ser reproduzidas porque são demais.

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Cá pra nós, a Itália é demais.

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Arrivederci.

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dcpv – dia acht – berlim – visitando a ilha dos museus e comendo o melhor currywurst

23/03/2016

Dia acht – Berlim – Visitando a ilha dos museus e comendo o melhor currywurst.

Broncolhaço! Esta é a verdadeira definição pra este dia.

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Resolvemos tomar café no museu Pergamon, um vez que ontem tentamos visitá-lo mas não conseguimos (a fila estava muito grande).

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Pegamos um táxi e zarpamos, em plenas 10:00 hs pra Ilha dos Museus.

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A fila pra compra de ingresso até que estava pequena (juro que tentei pela internet, mas o site somente em alemão dificultou bastante).

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O grande problema aconteceu na hora de entrar no museu. A quantidade de gente nem era muito grande, mas a inabilidade dos guardas que tomavam conta era imensa.

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Resultado? Ficamos quase uma hora e meia na espera e num frio considerável.

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E tudo isso pra dizer que o Pergamon é um museu muito bom, mas não tem muita coisa imperdível, não!

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Quanto ao nosso café da manhã, dançamos.

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O museu não tem café e tivemos que improvisar comprando capuccinos e pretzels em plena chuva.

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Como complemento, compramos o ticket conjunto, com direito a entrar também em outro museu vizinho e bacana, o Neues.

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A atração maior dele é o busto de Nefertiti.

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Enquanto você não chega a ele, se delicia com a arquitetura do prédio. Ela é espetacular.

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A coleção nem tanto, já que quem já foi ao Louvre (como nós) nada surpreende.

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E na verdade, a grande surpresa é justamente não poder tirar foto alguma da grande superstar, a Nefertiti.

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Mas, pelo menos, conseguimos ver e fotografar o famoso chapéu dourado.

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Saímos de lá, praticamente insatisfeitos e resolvemos nos satisfazer com a especialidade da casa, comida.

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E fomos atrás do melhor currywurst de Berlim. Pegamos um táxi e rumamos pro Konnopke’s.

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Se você quiser o melhor currywurst (que nada mais é do que uma excelente salsicha com um bom ketchup e batatas fritas), vá lá.

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E a praticidade deles é incrível (coisa que não aconteceu nos museus). Você entra numa fila, faz o pedido e em segundos, voilá, está tudo na sua mão.

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Eu e a Re pedimos o curryworst normal. A Dé pediu com salada de batatas.

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E pra acompanhar, uma boa cerveja alemã. Tudo perfeito.

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Depois desta magnânima refeição, pegamos um táxi outra vez e fomos conhecer o Sony Center.

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Ele fica na Potsdamer Platz e tem uma cobertura com uma estrutura que é simplesmente incrível.

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Como o frio reinava, resolvemos tomar um expresso e comer um donut, pois não somos de ferro.

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O restante da tarde foi passear pela Friedrischstrase …

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… e comprar alguns sapatos alemães.

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Pronto!

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Só nos restava o jantar.

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E resolvemos encerrar a nossa temporada germânica num lugar típico: o italiano Bocca di Bacco. rs

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Esta foi uma dica do grande Eymard. E a noite foi perfeita.

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Primeiro, que o lugar parece mesmo com um restaurante italiano.

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Depois que a comida combina perfeitamente com o ambiente.

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Pedimos uma entrada pra dividirmos, uma burrata com pomodorini.

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A Re, que estava sem fome, foi de Sopa de batata com cebolas.

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A Dé, um papardelle com ragu de pato e funghi porcini.

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Eu, um ravioli com ragu de vitela, purê e crispy de prosciutto.

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Tudo maravilhoso e ainda mais acompanhado dum tinto do Gaja, o Promis 2013. Prontíssimo.

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A despedida berlinense foi realmente em grande estilo, e melhor, estávamos a 10 minutos das nossas caminhas.

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Guten abend!

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – comida eatalyana e ferrazense.

28/04/2015
número 415

Comida eatalyana e ferrazense.

Acabamos de voltar de Nova York.

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E, certamente, uma visita a esta grande metrópole nunca será completa se não incluir ao menos uma incursão pelo maior sex shop do mundo, o Eataly.

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Trocadilhos a parte (este do nome com o da Itália é sensacional), este lugar é realmente um espetáculo.

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Lá você encontra alimentos italianos legítimos e ainda pode fazer uma grande refeição tanto nos seus inúmeros restaurantes, como simplesmente comendo burratas, tábuas de frios e tomando espumantes Ferrari.

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Foi o que fizemos ao menos seis vezes (né, Lourdes e Eymard?). E é claro que não voltaríamos de lá sem fazer umas boas comprinhas que nos rendesse uma grande noite aqui na grande FV.

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Vamos lá, então, a noite eatalyana (e ferrazense) aqui no dcpv.

Entrada – Salumi, Formaggio & Bruschettas.

Este prato é tão simples quanto a maioria dos que experimentamos por lá.

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Foi só desembalar os frios, …

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… cortar o parmeggiano, …

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… esquentar o molho siciliano especial para bruschettas, …

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… assim como as fatias do pão italiano que as formariam …

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… e montar tudo num prato. Taí a belezura!

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Como não poderia deixar de ser, tomamos um tinto italiano, o Schola Sarmenti Rosso 2011, que foi “abac, morais, cyrus, rosenesco“.

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Principal – Pasta ao pesto de Finnochio.

Pasta ao pesto? Muito bom foneticamente.

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E melhor ainda ao paladar. Feito como?

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Simplesmente cozinhando uma massa bastante interessante (já que era formada por muitos tipos de macarrão) …

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… e misturando com um pesto de finnochio (erva-doce), …

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… além de pimenta malagueta seca e moída, …

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… que deu um toque especial ao prato.

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Complementamos com um vinhaço italiano, o tinto Barbera D’Asti Pomorosso Coppo 2011, que foi “quivinho, copporosso, pomodoso, v.q.c“.

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Sobremesa – Cantuccini al Pistachio e Baci di Dona.

Esta foi fácil de fazer. Bastou abrir os dois pacotes dos biscoitos e estava pronta.

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Não precisa nem dizer que tanto os cantuccini (biscoitos feitos com farinha de amêndoa), como os baci de dona (recheados com nutella) estavam excepcionais.

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E melhoraram quando acompanhados pelo famoso anisete da D Anina.

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Eis a opinião dos verdadeiros italianos:
Eatalyano ao extremo. Quero ver fazer um negócio desse parecido por aqui. rs (Edu)
Que venha a Itália. (Mingão)
Depende é “probremático”, mas a comida é boa demais! (Deo)

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Pronto! É claro que não consegui reproduzir fielmente o conjunto que é formado pela comida e pelo ambiente deste magnífico estabelecimento que é o Eataly novaiorquino.

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Mas certamente a nossa união, amizade, conversa fiada e risadas colaboraram muito pra que tudo estivesse bem próximo.

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Viva o Eataly! Dizem que um Eataly será inaugurado brevemente em SP. Torço pra que tudo dê certo, mas duvido que conseguirão manter o equilíbrio entre qualidade e preço dos similares pelo mundo. (Em tempo, já visitamos o Eataly praiano e apesar de alguns contratempos, gostamos muito).

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Arrivederci.

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dcpv – jamie’s italian (e ferrazense).

14/04/2015
número 414

Jamie’s Italian (e ferrazense).

E não é que o porquinho do Jamie Oliver abriu um restaurante lá na praia (mais conhecida como capital paulistana)?

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Juro que tentamos conhecer, mas por motivos técnicos, não conseguimos (em tempo, já fomos lá várias vezes e gostamos muito).

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Acontece que tenho um livro dele, o Jamie Viaja, que é muito legal e tem receitas bacanas.

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Pra homenagear a abertura do Jamie’s Italian em SP, resolvi fazer um menu só com receitas deste jovem (hoje, nem tanto) e famoso chef inglês.

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Vamos lá, então!

Entrada – A melhor salada de tomates do mundo.

O nome da receita é bem modesto, né? E será que esta simples salada é mesmo a melhor do mundo?

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Para fazê-la basta colocar numa saladeira grande, 3 tomates italianos cortados em pedaços irregulares, …

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… um punhado de tomates-cereja cortados ao meio, …

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… cebolinha verde cortada, salsinha a vontade e temperar com vinagre de sherez e azeite.

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Enquanto isso, frite um chouriço (espanhol, por favor) num pouco de azeite.

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Quando ele tiver frito, junto uns dentes de alho fatiados e doure-os.

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Misture o chouriço ainda quente com a salada e sirva.

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Ele indicava como opcionais, um pouco de presunto ibérico e queijo de cabra.

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É claro que eu servi (comprei tudo no sex shop) …

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… e junto, fatias de pão italiano, pra aproveitar bem o molho que se formou no fundo da certamente, a melhor salada de tomates do mundo!

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Acompanhamos esta maravilha com um vinho branco francês, o Vendanges Nocturnes Classic Laurent Miquel 2013 que foi “estiloso, pret-a-porter, vice-versa, bugiardo“.

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Principal – Risoto de tomate cereja.

Esta é mais uma invenção do Jamie. Ele diz que pra incrementar um risotto, basta você fazer uma receita básica e acrescentar os ingredientes que você gostar no final de tudo.
E, mais uma vez, foi o que eu fiz.

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Pela ordem, você faz um risoto básico, usando um caldo de legumes (feito em casa) no procedimento usual.

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Enquanto isso, pegue tomates-cereja, corte-os ao meio e frite-os no azeite, juntamente com 3 dentes de alho fatiados e um punhado de folhas de manjericão.

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Quando o risoto estiver pronto (com o arroz al dente e finalizado com manteiga e queijo parmesão) adicione os tomates fritos, misture bem e sirva.

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Ficou muito bom mesmo e dá pra imaginar na quantidade de misturas que são possíveis de usar.

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Tomamos um bom tinto, o francês Fleur de Thénac 2009 que achamos “sem filtro, mistura fina, Solange, pretender“.

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Sobremesa – Sorbet de tinto de verano.

Somos fãs de tinto de verano aqui em casa. Quando vi esta receita, vibrei. Afinal de contas, tomar um sorbet deste nectar deve ser muito bom.

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Para fazê-lo, faça uma mistura com 300ml de água e 300g de açúcar. Coloque no fogo até formar uma calda rala e deixe esfriar.

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Misture esta calda com 300ml dum vinho espanhol e 300ml de H2O limão, além de suco de um limão.

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Leve à sorveteira e assim que tiver batido, deixe no freezer.

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E o sorvete realmente ficou muito bom.

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Eis a opinião dos Jamie’s Ferrazenses:
Jamie. Bem-vindo a SP. E a Ferraz. (Edu)
Grande Jamie, Viva Orlando Alvarado! (Mingão)
Oliver, you’re so good! (Deo)

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Olha, espero que a comida do Jamie’s Italian tenha alguns dos fundamentos desta que apareceu por aqui.

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Porque esta estava muito bem condimentada, saborosa, bonita e gostosa.

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E olha que eu lavei as mãos pra fazê-la!!🙂

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Arrivederci.

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dcpv – ana maria braga e o jogo de panelas ferrazense

número 413
07/04/15

Ana Maria Braga e o Jogo de Panelas ferrazense.

Por contingências do destino, tomamos café da manhã aqui em casa justamente no horário do programa da Ana Maria Braga. E, não se espantem, gostamos muito, eu e a Dé, do pseudo reallity Jogo de Panelas.

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Ele é uma disputa entre 5 pessoas que tem que cozinhar em sua casa um menu completo para as outras 4 e ganha o prêmio (R$10000,00) quem obtiver o maior número de pontos obtidos através de notas que são dadas pelos próprios participantes.

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É claro que tudo é bastante engraçado e as vezes, alguns menus parecem ser interessantes.

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Na última edição do Jogo, um participante fez um menu tendo como tema o filme Mágico de Oz.

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Apesar das comidas não terem muito a ver com nada, resolvi fazer estas receitas por aqui.

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Acompanhem, então, o resultado desta brincadeira!

Entrada – Figos recheados com salada de verdes.

Esta entrada ficou muito boa e é simples de fazer.

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Faça um recheio com 1/2 xícara de nozes, 1 colher de sopa de mel, 6 colheres de sopa de queijo  cremoso, 6 fatias de presunto em tiras, 1 colher de sopa de alecrim fresco.

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O alecrim e as nozes são picados bem miudinhos.

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Tempere com um fio de azeite, sal e pimenta a gosto.

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Corte os figos em cruz e recheie com a mistura.

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Preaqueça o forno a 220°C, regue os figos com um fio de azeite, vinagre balsâmico e asse por 15 minutos.

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Sirva com uma salada de folhas (alfaces crespa, roxa, frisée e rúcula) temperada com um molho simples de azeite, vinagre balsâmico e limão (este eu coloquei por minha conta).

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Ficou muito bom e extremamente saboroso.

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Tomamos um excelente vinho branco, o Pania Sauvignon Blanc 2014 que foi “siciliano, limoncello, floral, japonês”.

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Principal – Frango com manteiga de ervas e risotto de parmesão.

A manteiga de ervas é feita da seguinte maneira: amasse 3 dentes de alho com sal a gosto. Adicione tomilho fresco, salsa picada e após obter uma pasta, leve à geladeira.

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Tempere os filés de peito de frango com sal e pimenta.

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Coloque a manteiga no meio dos filés e feche bem (com auxílio de palitos). Polvilhe o frango recheado em farinha de trigo, passe na mistura de ovo com leite, empane em farinha de rosca e frite.

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Leve ao forno pra terminar o cozimento.

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Já o risotto foi feito da maneira tradicional.

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E com um detalhe, tirei o queijo brie e coloquei um queijo parmeggiano reggiano original no lugar, já que não sou muito chegado na cremosidade a mais que o brie dá ao risotto.

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De qualquer forma, o prato ficou muito bom.

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Tão bom que a Dé incorporou este frango no nosso cardápio daqui de casa.

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Como upgrade, tomamos um vinho tinto muito bom, o  Cappupino Ccinotage 2013 South África que foi “new cappuccino, trocadalho, nespresso, totó”.

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Sobremesa – Quadrados de abacaxi com chantilly de baunilha.

Pelo que eu lembro, segundo o participante, estes quadrados de abacaxi remeteriam aos tijolos amarelos de Oz. Realmente é muita imaginação!🙂
Esta sobremesa também é bastante simples.

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Para fazê-la, basta picar um abacaxi médio em cubos e levar ao fogo baixo com 1 xícara de açúcar. Após levantar fervura, deixe o abacaxi ferver até ficar um pouco branco e soltar líquido. Desligue o fogo e adicione 1 pacote de flan de baunilha.

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Coloque numa vasilha grande e leve à geladeira. Quando for servir, faça o chantilly batendo 500ml de creme de leite fresco e adicionando 5 colheres de sopa de açúcar e 1 colher de sopa de essência de baunilha. Sirva o abacaxi gelado coberto com o chantilly.

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Eis a opinião dos jogadores de panelas:
O mundo de Oz foi bem representado. Comida saborosa e mágica! (Edu)
Beautifull yellow brick road. (Mingão)
Eu gostei! Foi delicioso, apesar da “fartura”! Fartou mais quantidade! rsrsrs (Deo)

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Ainda bem que não tivemos por aqui a necessidade de dar notas (diga-se de passagem, bem políticas) sobre o menu.

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Melhor ainda, não precisamos nos fantasiar como todos os participantes do Jogo de Panelas tem que fazer.

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Agora, certamente, o politiqueiro Louro José gostaria muito de tudo, assim como nós gostamos. Mesmo não vendo relação nenhuma com o Mágico de Oz.🙂

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Bye!

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dcpv – dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.

18/03/2016

Dia catre – Paris – Tour de chocolate (e otras cositas más) por Saint German de Prés.

Mais um dia frio e maravilhoso na cidade iluminada.

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Escolhemos fazer pela manhã o que melhor representa a capital francesa: flanar.

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E melhor ainda que seria pelo nosso bairro, o Marais.

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Tomamos um bom café da manhã e fomos passear.

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Descemos a rua des Rosiers, cruzamos a Vielle du Temple …

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… e chegamos num pet shop elegantérrimo.

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Compramos algumas coisinhas pro Barclay (o nosso cãozinho) …

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… algumas coisas pra nós (em outra loja, claro?🙂 ). Que outro lugar você encontra roupas de frio exclusivas e camisas antigas de rugby …

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… além das fantásticas quinquilharias específicas da Muji?.

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Pra finalizar, nada como almoçar um legítimo falafel do L’As du Falafel!

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Um espetáculo.

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E estávamos prontos pra enfrentar um tour de chocolates e patisserries que encontrei no tio Google.

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Paguei antecipadamente para a Get your guide e as 14:00 estávamos na frente da La Maison du Chocolat, junto com duas americanas.

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O guia Davi estava a postos e fomos, logo de cara, experimentando eclairs espetaculares.

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Como o tour também era cultural, ele nos explicou rapidamente como Paris se transformou numa metrópole.

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Próxima parada?

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Numa padoca de luxo, a Poilâne, …

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… onde tudo é feito no formato old school.

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Escolhemos tipos diferentes de pães …

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… e rumamos para Saint Sulpice.

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O Davi nos deu uma aula completa sobre história francesa …

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… e aproveitamos pra conhecer o escultor de chocolates, o Patrick Roger.

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A sua loja é fenomenal e o primeiro andar é um pequeno museu de esculturas chocolatais.

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Continuamos a caminhada e chegamos ao óbvio.

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Macarons? Pierre Hermé.

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O rei dos reis.

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Next stop? Pierre Marcolini.

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O cara é belga, mas manja pra caramba!

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Os chocolates dele são de deixar qualquer um estupefato (e olha que não sou tão fã assim deles).

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Caminhamos mais um pouco e chegamos a uma praça altamente aprazível.

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Nela fica a La Maison du Chou, …

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… que nada mais é do que uma pequena eclair arredondada, recheada na hora.

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Simplesmente fantástica.

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O museu de Delacroix, grande pintor francês fica exatamente ao lado dela.

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Continuamos o nosso périplo (????) experimentando os caramelos do Henri Le Roux.

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Cara, caramba, cara, caramelo.

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Nos deliciamos com tudo o que experimentamos e tudo era muito bom.

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Próximo dali, o bar Procope nos foi indicado como um lugar onde a revolução francesa realmente foi inspirada.

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Última parada: Maison Georges Larnicol, ao lado da inspiradora imagem de Danton.

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Hoje fizemos a revolução dos chocolates.

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Ainda deu tempo de passar na Grand Epicierie e comprar mantimentos pro nosso jantar.

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Rapidamente pegamos um táxi e zarpamos pro extremo do Marais onde tínhamos um encontro marcado com a melhor millefeuille que comemos até hoje.

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E ela é servida no Jacques Genin.

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Por pouco perdemos a hora, mas a gerente se apiedou de nós e conseguimos experimentar esta maravilha que é montada na hora …

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… e é extremamente crocante.

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O restante foi caminharmos até o apê …

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… e encerrarmos este tour parisiense com um risoto de trufas …

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… regado a Chablis e a champagne Bollinger.

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Resumo do dia: uma lição de como a história e a gastronomia podem andar juntas.

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Isto é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – croácia – cozinha e memória dálmata

número 412
17/02/15

Croácia – Cozinha e memória dálmata.

Quando me deparei com um livro sobre a culinária croata, só tive o trabalho de comprá-lo. Afinal de contas, este lindo país está na nossa lista de viagens há um tempão.

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O livro, o Croácia – Cozinha e Memória Dálmata foi escrito por uma neta de dálmatas (ops, assim são chamadas as pessoas nascidas na Dalmácia), a Katia Gavranich Camargo (editora Escrituras) e além de nos mostrar a curiosa culinária do país, ainda nos dá um panorama bacana sobre a história, a geografia (com aquela linda costa marítima) e a história pessoal da família.

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Enfim, se não é um guia sobre a Croácia, é um belo preâmbulo sobre o país que certamente visitaremos.

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Dobar Tek!

Entrada – Salad od krastavca s jogurtom.

“Essa é, na verdade, uma sopa fria consumida em todos os Bálcãs com pequenas variações, como por exemplo, o acréscimo de alho picado”.

Fazê-la é bastante fácil. Corte as duas pontas dum pepino japonês parcialmente descascado, corte-os em rodelas e coloque numa tigela.

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Misture um copo de iogurte natural com 4 colheres de sopa de azeite, suco de meio limão, 1/2 xícara de hortelã picada e tempere tudo com noz moscada, pimenta do reino e sal.

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Regue os pepinos fatiados com o molho de iogurte e misture bem.

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Taí uma salopa (salada+sopa) que cairia muito bem quando estivermos numa daquelas praias de Hvar.

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Tomamos um belo vinho branco, o Chardonnay Nieto Senetiner 2013, que foi “herbáceo, croata, né?, Franklin, alegrito“.

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Principal – Rijoto od piletine.

“Minha Baba preparava este risoto com arroz agulhinha, também muito saboroso. Na minha infância, os arrozes próprios para risoto eram raridade”.

Graças a globalização (e ao sex shop) encontrar arroz arbóreo ficou muitio fácil. O grande segredo desta receita é fazer o caldo do risoto quando estiver cozinhando o peito do frango. Tudo ficará muito saboroso.

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Lave bem 300g de peito de frango em água corrente e coloque num prato fundo. Tempere o frango com páprica doce, uma pitada de sal e suco de meio limão. Cubra com um filme plástico e reserve.

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Numa panela coloque cerca de 2 litros de água, uma cebola pequena em rodelas, um pouco de alho-poró picado, uma cenoura cortada em rodelas, 2 folhas de louro e uma pitada de sal. Quando a água começar a ferver, adicione o peito de frango. Desligue quando o frango estiver cozido, desfie-o e reserve o caldo.

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Já pro risotto, o procedimento é o rotineiro. As únicas diferenças são refogar 1 tomate sem pele e sem semente junto com a cebola e o alho, …

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… acrescentar o frango desfiado, 2 colheres de extrato de tomate, juntar o arroz arbóreo (duas xícaras) e um pouco de vinho branco …

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… e 3 colheres de sopa de azeitona verde picada.

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Daí pra frente é incorporar o caldo do frango e mexer á vontade. Finalize com orégano, salsinha e queijo parmesão.

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Ficou muito bom mesmo e com gosto de comida croata.

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Tomamos um belo vinho tinto, o Gg Rioja Alta 2013, que achamos “joinha joinha, joinha joinha II, XL, XXL“.

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Sobremesa – Slatka pitulica.

“Você pode mudar o recheio usando, por exemplo, ingredientes salgados. No lugar das frutas secas, que tal presunto, peito de peru, escarola, etc?”.

Esta trouxinha doce tem um jeitão de ser bastante típica.

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Primeiramente, faça um recheio com 1/2 kg de ricota fresca, 5 colheres de sopa de uvas passas sem semente ou de damascos picados (usei os dois), 1 colher de sopa de manteiga, 6 colheres de sopa de açúcar e 1 colher de sopa de baunilha.

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Recorte massa folhada (pode comprar pronta, assim como eu fiz) em quadrados de 12 cm e coloque o recheio com a ajuda duma colher.

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Una as 4 pontas em cima e aperte bem para não desmanchar.

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Coloque para assar até dourar em uma forma untada com manteiga.

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Mais uma bola dentro (não esqueça que os croatas são considerados como muito bons de futebol).

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Eis o que os cachorrões, os dálmatas, acharam de tudo:
Eu queria ir pra Croácia. (Edu)
A Dalmácia é aqui. (Mingão)
Adoro a Alécia !!! (Deo)

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“A Croácia é o ponto de encontro entre o Mediterrâneo e a Europa Central e entre os Alpes e a Planície da Panônia. Apesar de pequeno é um território repleto de paisagens ricas e variadas, que vão desde altas montanhas, que tomam quase 40% do seu território, até praias e ilhas paradisíacas no profundo azul do mar Adriático”.

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Me diz se este é ou não um lugar pra se conhecer? Ainda mais depois de experimentar todos estes pratos do excelente livro Croácia – Cozinha e Memória Dálmata.

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Do videnja!

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