Archive for the 'culinaria' Category

dcpv – qu’est que ces’t que ceci?

Número 397
02/09/2014

Qu’est que ces’t que ceci?

E lá vamos nós novamente apelar pra coleção da Folha, a Cozinha País a País. Desta vez a escolhida foi a França.

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Nada melhor do que experimentar coisas diferentes, saborosas e com um pouco de creme de leite, né?

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Pois escolhi receitas não muito conhecidas por aqui, mas que tinham um formato mais aconchegante.

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Vamos lá, então, degustar (degustê??).

Entrada – Ovos mexidos com tomate e pimentão.

Mais conhecida como Piperade, esta receita é fácil de fazer e muito saborosa. Primeiramente, asse 2 pimentões vermelhos e 2 verdes na chama do fogão até que a pele comece a ficar preta. Deixe esfriar, retire as sementes, as nervuras internas e corte em tiras.

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Numa frigideira grande, com um fio de azeite, refogue uma cebola (cortada em rodelas) até que esteja tenra e amarronzada.

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Acrescente 2 dentes de alho (picados), um pouco de pimenta e os pimentões.

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Refogue por alguns minutos, antes de adicionar 1 kg de tomates – escaldados, sem pele, sem sementes e cortados em tamanho médio – tempere com sal, pimenta-do-reino e uma colher de sobremesa de açúcar, tampe e deixe cozinhar durante 30 minutos em fogo bem baixo.

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Doure 6 fatias de presunto numa frigideira em fogo alto e reserve-as, mantendo-as quentes.

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Bata 6 ovos com sal e pimenta, incorpore-os à frigideira, mexendo até que estejam bem passados.

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Coloque nos pratos e enfeite com a fatia de presunto.

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Ficou bem gostoso e com um jeitão daqueles cafés da manhã de hotéis internacionais.

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Aproveitamos pra tomar uma cava rosé, a Pinot Noir Elyssia que foi “c’est un livre, dinha, cavambu, cavanfunda”.

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Principal – Linguado à Sidra.

Eis mais um prato simpático (sympathique?).

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E se faz da seguinte maneira, este Barbue au cidre: misture uma cebola picada bem fino com 350g de cogumelos cortados em pedaços um pouco maiores.

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Unte uma travessa com manteiga e distribua sobre o fundo, metade da mistura.

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Tempere com sal e pimenta, 600g de tiras de linguado e distribua-as na travessa, formando uma só camada.

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Polvilhe com a metade da mistura restante. Bata 100g de creme de leite com 500ml de sidra (usei um Prosecco).

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Dê o ponto desejado de sal e pimenta e deixe cozinhando em fogo baixo, mexendo sempre, até que se reduza a quase metade do volume inicial. Distribua sobre o conteúdo da travessa, corte 50g de manteiga em cubinhos e distribua sobre a travessa.

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Coloque tudo no forno, preaquecido a 210°C e mantenha por cerca de 20 minutos.
Olha, este prato ficou bom mesmo.

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E pra dar um up, já que ele é bem caudaloso, fiz um arroz basmati e temperei com erva doce. Espetáculo!

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Acompanhamos com um vinho branco Sauvignon Blanc Santa Digna 2012 que foi “superbe, digno e santo, trilegal, digníssimo”.

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Sobremesa – Bolo de Cerejas Negras.

Esta a maioria das pessoas conhece. É o famoso Clafoutis.

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E chamar de bolo é muito estranho já que ele se parece muito com um pudim (sabe aqueles de pão?). Como a Dé caprichou, o resultado foi maravilhoso.

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Unte com manteiga o interior duma assadeira e distribua 750g de cerejas negras maduras, lavadas e secas, sobre o fundo (como não tínhamos tudo isso de cerejas, a Dé improvisou com um pouco de frutas vermelhas).

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Abra a fava de baunilha de cima a baixo e ferva com 250ml de leite durante 2 minutos. Retire e deixe esfriar.

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Bata 2 ovos e 1 gema numa tigela funda, acrescente uma xícara de açúcar e continue batendo até que a mistura fique esbranquiçada. Incorpore, pouco a pouco, 90g de manteiga derretida.

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Vá juntando em pequenas quantidades, 75g de farinha de trigo e o leite, batendo até obter uma massa uniforme. Cubra as cerejas.

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Asse no forno a 200°C por 40 minutos, até dourar a superfície. Retire e polvilhe com açúcar de confeiteiro.

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Estava tão bom que todos comemos pelo menos duas vezes!!

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Eis o que os “pierrezinhos” acharam de tudo:
Ce’st delicieux! Vive La France. (Edu)
Espetacu-le!!! Delicioas!!! Perfect. (Mingão)
É como Caxambu!!! (Deo)

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Bom, foi isso. Mais uma vez, os livrinhos da Folha não nos decepcionaram.

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Ainda bem que ainda temos muitos deles para serem testados!! :)

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Ah! Quanto ao título deste post, esta frase (acredito que a grafia esteja errada) é uma das poucas coisas que sobraram daquelas aulas de francês dos tempos do Grupo Escolar!! :)

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É “moleaux” ?

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dcpv – dia three – passeio gastronômico em dublin.

11/10/14

Dia threePasseio gastronômico em Dublin.

Acordamos na correria.

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Tínhamos horário marcado (9:30hs) pra fazer um tour gastronômico por locais famosos pela qualidade do que servem por aqui.

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Para tanto, tomamos um breve café da manhã no hotel

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… e zarpamos correndo pra não perder a hora.

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Chegamos pontualmente e a guia já estava nos esperando, junto com o restante do grupo que seria exatamente dois casais de irlandeses.

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Iniciamos o passeio, conhecendo uma loja de queijos artesanais irlandeses.

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A Sheridan’s Cheesemongers é especialista e experimentamos dois tipos de queijos (vá anotando que aqui começa a maratona).

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Andamos um pouco, …

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… passamos por bancas coloridas de flores (como elas são comuns por aqui) …

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… e chegamos ao The Pepper Pot Café, …

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… um lugar bonito e bem escondido, no segundo andar dum shopping.

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Comidas frescas, pães artesanais; tudo é bacana por lá.

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O segundo round da degustação foi um macio baguel com salmão defumado. Simplesmente delicioso.

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Mais uma pequena caminhada e chegamos ao Market Arcade, …

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… uma construção vitoriana lindísssima …

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… e onde se encontra a nossa terceira parada, a Lolly and Cooks, um lugar com comida takeaway de qualidade.

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Lá experimentamos uma torta (quase um rocambole) de carne de porco que estava dos deuses.

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Andamos mais um pouco e chegamos a um legítimo pub, o The Swan.

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É realmente um legítimo e antigo pub, …

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… onde não poderíamos deixar de beber um tradicional trago de whiskie.

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E isso em plenas 11:00 da matina!

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Retornamos ao Market Arcade e logo na sua saída, fica a Cocoa Atelier.

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É uma loja de chocolates artesanais da maior qualidade.

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Até lustres do Philippe Starck tem por lá.

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E tome mais uma experimentação:

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Como não poderia deixar de ser, a Fallon & Byrne estava no roteiro.

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Demos mais uma boa olhada em todo este sex shop, …

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… com ruibarbos, …

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… cogumelos …

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… pimentões …

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,.. e tudo o mais que um legítimo sex shop tem que ter. :)

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Desta vez, degustamos uma bruschetta com pastrame, queijo e dill.

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O tour estava chegando ao fim e a nossa última parada seria no mercado de sábado do Temple Bar.

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Mais precisamente no The Temple Oyster Bar.

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Terminaríamos esta verdadeira viagem experimentando legítimas ostras irlandesas acompanhadas dum Sancerre.

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Foi o Grand finale prum tour que é imperdível.

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Reservamos tudo pela internet e a Fab Food Trails é ultraprofissional.

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Voltamos ao hotel prontos pra almoçar (brincadeirinha!).

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O máximo que conseguimos foi comer uma sobremesa …

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… e tomar flutes de champagne num dos lugares mais tradicionais de Dublin, o Bewley’s Café.

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Dali seguimos para o Castelo de Dublin.

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Taí uma visita interessante.”Erguido no local de uma fortaleza viking, foi sede do poder britânico durante sete séculos”.

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“O edifício medieval desapareceu, ou quase. Ainda permanecem duas torres e fortificações subterrâneas. Acima do subsolo, salões do século 18 em cores vivas:…

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… estuques, …

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… tapeçarias …

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… e marchetarias, …

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… até a sala de baile com lustres de cristal.”

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Enfim, vale o passeio e cada um dos 4,5€ pagos por pessoa.

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Aproveitamos a proximidade, pra conhecer o acervo que o milionário americano Sir Chester Beatty colecionou durante a sua vida toda, …

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… na Library homônima.

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Retornamos ao hotel, pois faríamos a primeira verdadeira refeição do dia.

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Um chá da tarde que nos foi oferecido em cortesia pelo próprio Westin.

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A Dé e a Re pediram chás tradicionais.

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Eu pedi uma versão mais modernosa, que veio com acepipes diferentes e mojito em vez do chá.

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Ambas estavam muito gostosas e bastantes divertidas.

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A Re e a De ainda pediram uma flute de champanhe pra acompanhar tudo.

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Uma coisa é certa: o jantar reservado teria que ser cancelado! rs

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Só sobrou escolhermos uma vinoteca pra tomarmos um bom vinho (o tempo frio ajudou bastante). E com o cansaço batendo na porta, só sobrou mesmo o bar do hotel.

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O problema é que lá estava uma confusão danada, a ponto de uma japonesa pegar a nossa porção de batatas fritas, comer uma parte e depois descobriram que era a nossa batata!

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Ainda bem que pedimos mais uma garrafa de Taitinger (estávamos treinando pra parte champagnesca da viagem) e todos os problemas foram resolvidos.

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Pra melhorar tudo (se é que isso seria possível), o conjunto tocava Fly Me To The Moon. Melhor, impossível.

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Bye.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.

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dcpv – à procura da coxinha perfeita.

05/06/15

À procura da coxinha perfeita.

A Dé fazia aniversário. Além deste fato glorioso, ela é simplesmente louca por coxinhas.
Daí a Re ter a ideia de criar um tour de coxinhas pela praia paulistana foi muito rápido.

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Dei uma boa olhada no Santo Google, peguei mais algumas dicas de pessoas importantes (amigos e parentes) e pronto: estava definido mais um roteiro da agência de turismo Luz Inc. Ltda.

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Iniciamos pelo que prometia ser a melhor de todas: a do Bar Veloso.

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Ele fica na Vila Mariana. Normalmente é cheio demais e não ficamos nem um pouco surpresos em encontrá-lo totalmente crowdeado e em plenas 7 da noite!

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Antes deixa eu explicar os critérios estabelecidos: nós três (é claro que a Re estava junto) daríamos notas para cada uma das 5 coxinhas experimentadas e levando em consideração a aparência, o sabor, a massa, a crocância e o recheio. Todas variavam de 0 a 10.

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As coxinhas do Veloso (R$27,60 por seis unidades) são muito boas, tem uma crocância espetacular e o sabor é especial.

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Pra elas demos, na média das opiniões, 45 pontos. Além de que as caipirinhas são imperdíveis (tomamos uma de tangerina com pimenta e outra de 3 limões).

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Saímos de lá (de táxi, off course) e fomos direto para o Baixo Augusta.

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Mais precisamente pra Z Carniceria.

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O lugar é bem maluco e experimentamos as coxinhas da Dadá (R$ 27,00 por 8 unidades) que são bem sequinhas (são pequenas), com sabor bom e um pouco pálidas.

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Demos 44 pontos e aproveitamos pra tomar um Cosmo e um Aperol.

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Dali rumamos pra terceira parada que seria no lugar mais popular de todos, a Padaria Brasileira (fomos a pé, já que ela fica também na Augusta).

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Pedimos a porção de mini-coxinhas de frango (R$13,00 com 11 unidades). Esta certamente foi a mais fraca de todas, tanto que sobraram cinco. Obtiveram 25 pontos.
Pra acompanhar o rítmo, tomamos uma Coca Zero (olha a gordura! rs).

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Logo depois, fomos pro Octavio Café, que fica na Faria Lima.

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Pedimos uma porção de coxinhas DOC e não nos arrependemos. Gastamos R$ 23,00 por 8 unidades e elas estavam crocantes, saborosas e bem sequinhas (é claro que acompanhamos com um óbvio café gourmet).
Elas repetiram a média da Z Carniceria e ficaram com 44 pontos.

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Estávamos quase finalizando e só faltavam as coxinhas gastronômicas do ótimo restaurante Attimo.

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Chegamos praticamente enfastiados, mas não nos negamos a pedir uma porção de coxinhas com recheio de galinha caipira e catupiry …

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… devidamente acompanhadas de flutes duma Moet Chandon.

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Foi covardia. Elas estavam muito crocantes, saborosas, com uma ótima aparência e um apresentação muito boa. Só nos sobrou dar 49 pontos em média para elas (R$24,00 por 4 pequenas coxinhas).

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Resultado da experiência: nós recomendamos muito este tour e de preferência nesta mesma ordem de experimentos. Além do mais, a Dé ficou extremamente satisfeita e feliz (assim como eu e a Re).
Ah, tem mais: coxinha harmoniza muito bem com champagne. :)

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Happy birthday, my love!

Bye.

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dcpv – o dia em que eles fizeram (quase) tudo.

número 394
29/07/2014

O dia em que eles fizeram (quase) tudo.

Olha, manter esta confraria é muito divertido. Mas dá um belo trabalho.

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Afinal de contas, ter praticamente que rotineiramente pesquisar um menu e executá-lo, quase que uma vez por semana é, digamos, um pouco estressante.

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Tudo bem que após estas fases, o fato de encontrar com o Deo e com o Mingão e juntos, comermos tudo (não esquecendo do maravilhoso acompanhamento da Dé) dá uma satisfação e um prazer imensos.

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E nós (eu e a Dé) vivemos dizendo que seria interessante quando os dois, o Deo e o Mingão, assumissem as rédeas.

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Foi o que aconteceu. Um, o Mingão, se responsabilizou por fazer uma entrada enquanto o outro, o Deo, cuidaria do prato principal. Já pra sobremesa, eu daria um jeito, afinal de contas, ninguém é de ferro! J

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Vamos lá, então, ver o que aconteceu nesta inversão de papéis.

Entrada – Sopa Thai.

O Mingão, experiente que é, escolheu uma sopa e daquelas fumegantes pra ser a sua entrada.

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Este prato é muito saboroso e combinou perfeitamente com o clima invernal que estamos vivendo. Pra fazê-lo, basta fritar filés de peito de frango junto com cebolas e alhos cortados.

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Depois que aqueles estiverem corados, junte 1 maçã grande descascada e cortada em pedaços pequenos.

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Deixe tudo refogar e acrescente caldo de galinha o suficiente pra formar uma grande sopa. Coloque um pouco de curry, pimenta dedo-de-moça e tempere com sal e pimenta.

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Deixe apurar e coloque um pouco de manjericão cortado.

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Quando for servir, coloque um pouco de leite de coco por cima (diretamente da garrafinha) e aproveite este sabor incrível.

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É lógico que com um acepipe destes, só poderíamos acompanhar com um legítimo champagne Laurent-Perrier Brut que foi “original, também amam, brutal, moi aussie“.

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Principal – Camarões ao limão.

Esta foi o Deo que escolheu e executou.

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São camarões limpos, temperados com Fondor e passados em farinha de trigo.

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Logo após, são fritos em azeite.

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Enquanto isso, frite também lâminas de alho no azeite e reserve.

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Volte tudo (camarões e alho) para uma frigideira com pouco azeite e finalize adicionando um pouco de suco de limão.

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Como acompanhamento, fiz um tremendo purê na Bimby, com um toque de noz moscada.

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Ficou simplesmente perfeito.

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Tomamos um vinho branco, o Sauvignon Blanc Lagarde que foi “a la gordaça, a la petit, alagardaça, a la creveux“.

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Sobremesa – Romeu e Julieta DOP.

Devemos esta sobremesa a Drix.

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Afinal de contas, foi ela que trouxe todos os ingredientes (queijo de Minas e goiabada cascão) diretamente de BH.

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O meu trabalho foi somente cortar os dois …

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… e servir esta maravilha.

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Eis a opinião dos cozinheiros:
Nada como ser a rainha da Inglaterra. Tudo parfait! (Edu)
Assassinaram os camarões. (Mingão)
Se sinto gratificante! (Deo)

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Bom, foi isso.

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A comida esteve impecável e este formato parece que veio para ficar.

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Mesmo porque já marcamos pra que uma vez por mês a nossa reunião aconteça deste jeito.

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Vamos aguardar a próxima.

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Inté.

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dcpv – dia two – dublin – bebedeira à vista: guinness e jameson.

10/10/14

Dia two – DublinBebedeira à vista: Guinness e Jameson.

A ideia toda é começar com força total e entender a relação dos irlandeses com as bebidas.

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Para tanto, acordamos cedo, tomamos o nosso lauto café irlandês da manhã no próprio hotel …

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… e rumamos (literalmente, porque fomos pelo rumo) pra conhecer o processo de fabricação da cerveja Guinness.

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Devido ao nosso pequeno atraso, pegamos um taxi, …

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… tivemos nosso primeiro contato com o Rio Leaffy …

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… e finalmente, chegamos a Guinness Storehouse.

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O prédio histórico é muito bonito.

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Fizemos um passeio guiado (reservei com desconto pela Internet. Faça isso.).

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Descobrimos todo o processo de fabricação de uma das bebidas mais famosas do mundo.

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É uma cerveja de personalidade e com um gosto bem diferentão.

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Este vale o fotoblog:

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Terminamos o tour no bar (óbvio), que fica no 7º andar.

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E que bar!

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Ele fica no último andar do prédio, é circular e tem um dos melhores visuais de Dublin.

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Pra complementar, demos uma passada na lojinha, quer dizer, lojona que tem tudo o que você imagina relacionado com a marca.

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Após comprar algumas lembranças, rumamos pra Jameson Distillery onde faríamos mais uma visita pra verificar in loco o processo de fabricação do famoso whiskey.

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Chegamos a tempo de trocar o horário do nosso tour …

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… e assim, permitir que almoçássemos no restaurante de lá mesmo.

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Olha a comida até que foi boa, mas um tanto quanto pesada.

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Fizemos uma mistureba com um frango cajum, uma sanduba indiano de carne no pão pita e fish&chips.

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Pagamos a conta e o tour começou.

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Tudo é bastante teatral.

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Mas vale cada centavo conhecer a história de como este famoso whiskey é fabricado.

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Como eu peguei o folheto explicativo em italiano, as várias fases são: …

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… il granaio, …

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… maltazione, …

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… macinatura …

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… ammostamento …

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… ermentazione …

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… e destillazione.

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Capisce?

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Por fim, degustamos o whiskie (é muito macio) puro e com gingerale, for the ladies.

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Pegamos mais um taxi, voltamos ao hotel e fomos dar um pulo na rua comercialmente mais agitada de Dublin, a Grafton.

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E tinha gente lá!

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Ainda tentamos conhecer o parque St Stephens Green, mas o horário de fechamento estava muito próximo. Retornaremos.

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Voltamos ao hotel porque o jantar prometia.

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Afinal de contas, experimentar uma comida semimolecular em Dublin, no Amuse, já seria por si só um milagre.

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E não é que foi bom? O lugar é bem pequeno e muito agradável.

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Iniciamos os trabalhos com flutes de champagne e todos optamos pelo menu de três pratos.

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Com esta escolha, simplesmente passamos a limpo todo o menu do restaurante.

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Camarões …

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… e bacalhau pra Dé.

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Truta do Atlântico …

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… e frango pra Re.

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Codorna …

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… e peito de pato pra mim (viu, sócios?).

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Como sobremesas, dois bolos de pistache pras garotas …

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… e um de queijos pra mim.

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Além de bonitos, todos estavam deliciosos.

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Sem contar que acompanhamos tudo com um Sancerre espetacular.

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Resumo da dança irlandesa: foi uma refeição memorável.

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Retornamos pro hotel com a certeza que Dublin é um lugar com personalidade e que deve ser descoberto com calma.

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É o que faremos.

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Bye.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.

 

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dcpv – estivemos no leste ou no centro da europa?

número 389
10/06/2014

Estivemos no Leste ou no Centro da Europa?

É incrível.

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Não tem como voltar duma viagem bacana e não ficar impressionado com a gastronomia do lugar.

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E como desta vez estivemos em Viena, Budapeste, Praga e Frankfurt, só nos restou tentar reproduzir por aqui uma noite com as receitas mais interessantes que provamos.

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O resultado disto foi que, obviamente, escolhemos pratos que mais nos entusiasmaram e que tivessem uma certa facilidade na execução.

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Vamos lá então ao jantar das iguarias do Leste Europeu (ou seria Centro, como a maioria dos moradores de lá gosta de falar?).

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Entrada – Wursties

Através de uma pequena importação, conseguimos alguns wursts (mais conhecidos como salsichas).

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Trouxemos a tradicional e uma branca temperada.

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E o jeito de fazê-las foi grelhando num legítimo George Foreman …

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… e servindo com mostarda, catchup e pão.

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Simplesmente delicioso.

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É claro que o normal seria acompanhar com canecas de cerveja, mas devido a impossibilidade de importação da cerveja alemã, optamos por tomar um vinho tinto argentino Malbec Machi 2012 que foi “sold out, mst, cigano igor machi, homeless“.

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Principal – Schnitzel de porco com batatas.

Este prato também é comum em todas as cidades que visitamos.

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E ele é nada mais do que um bife bem fino de carne (no nosso caso, de porco) bem temperado, …

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… empanado em farinha de trigo, …

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… ovos batidos …

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… e farinha de rosca …

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… posteriormente frito em azeite …

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… e servido com batatas que foram cozidas e fritas.

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A salsinha foi acrescentada pra dar uma cor ao prato …

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… e deixá-lo ainda mais saboroso.

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Como estava frio, aproveitamos pra tomar mais um vinho tinto, neste caso, o Monastrell Salinas 2011 que foi “try, msh, msw, mengolau“.

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Sobremesa – Torta Sacher.

Esta torta é o cartão de visitas de Viena.

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Todo lugar tem uma versão dela, se bem que a oficial é a da doceria do hotel homônimo.

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Para fazê-la (e foi a Dé quem fez), basta derreter 140g de chocolate amargo em banho-maria. Retire do fogo e deixe esfriar.

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Bata 170g de manteiga e 150g de açúcar até obter um creme leve e fofo. Aos poucos, acrescente 5 gemas e bata até chegarem a um tom claro.

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Adicione o chocolate derretido frio e volte a bater. Aos poucos, junte 100g de farinha de trigo peneirada.

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Bata as 5 claras em ponto de neve e adicione a massa com cuidado. Em seguida, despeje tudo numa forma com fundo removível.

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Asse no forno preaquecido a 180°C por 50 a 60 minutos. Deixe esfriar por completo antes de retirá-la para colocar o recheio e a cobertura. O recheio é simplesmente geleia de damasco.

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E pra cobertura, derreta 1 colher de sopa de manteiga e 110 g de chocolate amargo em banho-maria. Adicione 6 colheres e sopa de café forte e bata bem.

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Peneire 175g de açúcar de confeiteiro junto com uma colher de chá de baunilha.

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Espalhe a cobertura quente na parte de cima e nas laterais da torta.

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Ficou tão absurdamente boa que todos repetimos (alguns, 3 vezes. :) ).

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Eis a opinião dos tiroleses:
Viena? Praga? Budapeste? Tudo bom? (Edu)
Heil wurst!!! Heil schnitzel!!! (Mingão)
Salsichon! Bom! mas sem hotelson! (Deo)

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Bom foi isso.

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A comida é um pouco mais pesada que as demais , mas não deixou de ser um espetáculo.

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Não é a toa que eles gostam tanto de música clássica.

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Sbohem.

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dcpv – dia one – a caminho da irlanda.

09/10/14

Dia oneA caminho da Irlanda.

A Irlanda não estava na nossa wish list. E só entrou porque a Re encaixou Dublin no roteiro da viagem dela e aproveitaríamos pra nos encontrar por lá.

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Mas, vamos começar do princípio.

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Primeiro dia de viagem é um dia perdido, certo?

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Neste caso estava certo, mas por culpa única e exclusiva da Air France.

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Afinal de contas, chegamos no novíssimo terminal 3 de Cumbica …

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… (está bem bacana mesmo, apesar de alguns probleminhas técnicos tais como elevadores pequenos, estacionamento, etc) …

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… e recebemos a notícia de que o vôo estava 4 horas atrasado.

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Toca a trocar a conexão e ter que aguardar mais 6 horas!

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Tudo bem, usaríamos a nova sala VIP, mas foi, certamente, um exagero este atraso.

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No mais, fizemos um vôo tranquilo (ponto para a TAM na comparação geral com a Air France).

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Assim como tranqüila foi a conexão no CDG para Dublin.

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Foram somente 3 horas, mas confortáveis o suficiente pra não reclamarmos muito.

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O vôo pra Dublin também foi sossegado e logo chegamos ao The Westin Dublin, um hotel muito bacana …

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… e muito bem localizado.

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Aproveitamos que a Re já estava na área (ela veio um dia antes de Amsterdã) e fomos conhecer a região próxima ao hotel.

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Logo de cara demos uma passada na Trinity College.

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Não só porque temos esta vista do quarto, …

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… mas, principalmente, pra dar uma situada em tudo.

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E o lugar é de impressionar.

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Antigo, tradicional e bonito.

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Certamente voltaremos.

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Circulamos também pela região do Temple Bar.

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Que apesar de ter um bar com este nome, delimita todo um espaço com muitos restaurantes, pubs e lojas.

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Parece mais um lugar pega-turistas, mas é muito bonito e interessante.

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Voltaremos também pra ver com mais tranquilidade.

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Estávamos dando sinais de cansaço.

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Jetlag dum fuso de 4 horas ajuda bastante você se sentir deste jeito.

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Aproveitei pra repetir um costume: jantar no restaurante do hotel no dia da nossa chegada.

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Assim chegamos ao The Mint Bar, que seria o nosso primeiro contato com a real culinária irlandesa (será que ela existe?).

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De verdade, deu pra perceber é que por aqui impera uma tremenda miscelânea de sabores e culturas. Pra ter uma ideia, tomamos um legítimo champagne francês, um Tatitinger, …

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… comemos um hambúrguer de cordeiro (americano), …

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… um frango apimentado (thai) ….

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… e batatas eximiamente fritas com pesto e parmesão (ítalo-americanas).

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Tudo perfeito e num ambiente em que o jazz Standard americano corria solto. Só nos restou curtir bastante o local …

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… e pegar o elevador pra nos levar praquela caminha quentinha e aconchegante.

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Amanhã vamos tomar pé de Dublin e curtir tanto uma visita à cervejaria Guinness

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… como à whiskeria Jameson.

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Bye, hic!

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