Archive for the 'culinaria' Category

dcpv – giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

10/10/2017

Giorno undici – Itália – ToscanaRetornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

Nós já sabíamos que iríamos bem mais do que uma vez pra Florença nestas nossas férias.

Afinal de contas, a nossa villa que fica em Impruneta, é a menos de 20 minutos de lá.

E sabíamos também que a maioria dos nossos convidados iria querer conhecer esta belíssima cidade.

A trupe formada pela Katia, Luiz, Luma, João, Bia, Fernando e o sr Antônio foi a tripulação da vez.

Basicamente fizemos o mesmo roteiro que eu e a Dé traçamos na semana passada.

E saímos pelas estreitas estradinhas toscanas (nota, o Luiz dirigia uma van!).

Foi interessante demais.

Iniciamos estacionando a van (não se esqueça que a Regina e o Mingão também estavam juntos) na garagem próxima da estação Santa Maria Novella …

… e fomos passear.

Passamos pela igreja, …

.. andamos até o rio Arno,…

… pelas ruas com lojas de grifes (via de Tornabuoni) …

… e chegamos propriamente ao rio, …

… na ponte Santa Trinitá.

Estando lá, …

… não tem como não tirar grandes fotos das duas pontes próximas, …

… sendo que uma é a Ponte Vecchio. Belíssima!

É claro que passamos na nossa queridinha, a Gelateria Santa Trinita .

Sorvetes tomados …

… andamos do outro lado do rio (ah, Drexler) …

… até chegar à Ponte.

Atravessamos, passando pela usual horda de turistas (incluindo nós) …

… e nos encaminhamos pra Piazza della Signoria, …

… onde mais uma multidão de turistas se alojava.

Mas nem isso tira a beleza do lugar, pelo contrário.

Como estávamos em cima da hora e sem reservas, resolvemos almoçar num daqueles restaurantes com vista pra Piazza.

O Il Cavallino é turisticão, mas bem interessante e não comemos mal (coisa quase impossível de acontecer por aqui).

Pedimos um montão de pratos , …

… dois Vernaccias …

… e continuamos o nosso tour.

Fizemos uma leve parada…

… para reabastecimento.

Desta vez o objetivo seria observar uma das construções mais impressionantes de Florença, o Duomo.

Não tem como não ficar de boca aberta ao vê-lo …

… e pensar como foi concebido e construído, …

… tamanho o nível de todos os detalhes.

Sem contar a imensa Cúpula de Brunelleschi …

… que deixa qualquer engenheiro encafifado em imaginar como foi o seu projeto e execução.

Como o sol já estava se pondo, …

… voltamos para o estacionamento,…

… não sem antes dar uma passada na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Este é um lugar que você não cansa de ir …

… e que dá vontade de passar algum tempo por lá, …

… só pra sentir a sua aura e o seu perfume (sou só eu que acha que usar os sabonetes da viagem pós-viagem prolonga a mesma? 🙂 ) .

Saímos correndo porque ainda pretendíamos ver o por do sol na Piazzale Michelangelo.

E valeu a pena.

Ver todo o skyline de Florença …

… com as variações de cores …

… e o anoitecer, foi, mais uma vez, espetacular.

Taí outro lugar imperdível, ….

…. especialmente se visto logo após uma boa caminhada por Florença.

Voltamos pra casa, …

… com o Luis dirigindo bravamente a van pelas ruas (??) estreitas de Impruneta …

… e fomos jantar no restaurante I Tre Pini, pra comemorar em alto estilo o níver da Katia.

Tudo bem que esperamos quase duas horas pra Regina e pro Mingão chegarem (estas ruas estreitas de Impruneta são incríveis).

Pedimos várias especialidades da região …

… como pici, …

… gnochettes, …

… penne …

… e outros quetais, …

… além de várias garrafas dum ótimo espumante Franciacorta.

Ainda comemos algumas sobremesas, .,.

… cantamos parabéns pra Katia, não esquecendo das presenças ilustres  …

… e fomos dormir embalados pelas curvas das Estradas do Chianti.

Arrivederci.

.

Anúncios

dcpv – giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!

09/10/2017

Giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantagruélica com o maior açougueiro do mundo!

Hoje estaríamos por conta do Dario Cecchini.

Afinal de contas, consegui fazer uma reserva pra comermos na famosa Officina della Bistecca.

Lá pelas 12:00 hs, pegamos o carro e rumamos pra Panzano in Chianti.

Aproveitamos pra conhecer o centro histórico, …

… já que não conseguimos na semana passada.

Ele é bem pequeno, …

…. é charmoso …

… com uma cara daquelas cidadezinhas paradas no tempo.

Ou seja, é muito interessante.

Saímos correndo pra chegar a tempo no Dario. E chegamos.

O lugar é muito italiano e é praticamente uma ONU se alimentando de carnes.

Aí você pergunta o que a Dé comeu?

Pois não é que eles têm uma versão veggie do almoço?

Composta de legumes frescos servidos com o sal deles, chamado de Profumo del Chianti, pappa al pomodoro (não podia faltar), caponata di verdure, fritatta de due uova, …

… fagioli all’olio, …

… formaggi del pastore e pere forti…

… e claro, Caprese.

Ou seja, tudo bom, mas em grande quantidade.

Já nós os carnívoros (eu, a Regina e o Mingão), começamos com Chianti crudo, …

… rosbife reale, …

… costata alla Fiorentina,…

… bistecca panzanese …

… e a famosa bistecca Fiorentina. Ufa!

Deu pra entender o pantagruélico? 😀

Ainda tínhamos a nossa disposição, os mesmos legumes frescos, fagioli e patate al cartoccio.

Puxa, foi um verdadeiro tour de force!

Talvez o maior problema foi o vinho, um Chianti não tão digno da fama do grande Dario Cecchini, um verdadeiro “pane allo zucchero”. 🙂

Mas de qualquer forma, foram 3 horas de pura diversão …

… e muita comilança.

Ainda tivemos tempo de visitar o The Chianti Sculpture Park.

A ideia é muito legal.

Você percorre uma trilha de um pouco mais de 1 km …

… e vê mais de 25 obras de arte moderna.

Este merece um fotoblog:

Acabamos achando tudo um pouco cansativo …

… pois realmente estávamos enfastiados por causa do almoço, …

… mas se você tiver um tempo livre por aqui, vale a pena vir.

Chegamos na nossa villa,…

… a tempo de recepcionar a primeira parte da família que veio nos visitar, Sr Antonio, Katia, Luiz, Bia, Fernando, Luma e João.

Todos diretamente do Brasil pra La Pietrina.

Fiz uma macarronada das boas, …

… tomamos proseccos e biancos do Antinori …

… e finalmente fomos dormir o merecido sono dos justos.

Arrivederci, que amanhã temos excursão e pra sempre bela Firenze! 🙂

Acompanhe os outros dias desta verdadeira epopéia:

.

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



.

 

dcpv – dia dos – chile – revisitando o vale do colchágua e a magnífica vinícola lapostolle.

29/02/20

Dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.

Dia de mudança de hotel é dia perdido, certo?

Errado.

Hoje iríamos de Santiago para o Vale do Colchágua.

Mais precisamente, reviver a nossa hospedagem (estivemos lá em 2012)

… na Lapostolle …

… um  Relais & Châteaux muito bom.

Acordamos cerdo, tomamos todos o nosso café …

… e pegamos o transfer.

Foi um pouco mais de duas horas de translado.

Fomos nos divertindo no caminho …

… fizemos um pipitstop num posto bacana …

… e quando percebemos, já tínhamos chegado.

O lugar é uma belezura …

… e muito grande.

É claro que ver as videiras totalmente peladas …

… forma um ambiente um tanto diferente …

… mas, ao mesmo tempo, é bem bonito e exótico.

Fomos desembarcando, nós 6, …

… vendo o quão exuberante é o vale todo.

Tudo ficou ainda mais vistoso …

… e apaixonante.

Repetir a experiência por aqui foi uma boa ideia.

Ficamos aguardando a chegada da Lourdes e do Eymard, que vieram direto do aeroporto …

… e pronto, fomos almoçar.

O restaurante é bem bacana, …

… com ótimas vistas do Vale …

… e o almoço foi excelente (como sempre).

Todos comemos um polvo (agradeci muito) como entrada, …

… um genuíno salmão chileno como principal …

… e uma sopa fria de frutas vermelhas com sorbet de maçã como sobremesa, …

… além de experimentar os bons vinhos da Lapostolle.

Terminamos e demos uma passada nas nossas casitas.

O hotel tem somente 4 delas …

…ou seja, estávamos só nós na propriedade.

As casitas são extremamente confortáveis …

… e todas têm uma vista espetacular de todo o lugar (olha só!).

Estávamos prontos pra fazer o tour pela vinícola Montes …

… que fica bem perto da Lapostolle.

E ela também é muito bonita …

… e bem cuidada.

A nossa guia nos passou ótimas informações …

… a respeito de como a matéria prima é bem tratada na Montes.

Não é à toa que eles produzem alguns dos vinhos ícones chilenos.

Além de nos mostrar todo o processo de produção, …

… ficamos sabendo que eles também usam o feng shui como ferramenta.

Muito interessante.

Mas mais ainda, foi ver a sala de descanso dos barris de carvalho.

Ela mais parece um verdadeiro santuário.

Até canto gregoriano fica tocando por lá pra que o vinho se desenvolva duma melhor forma.

Finalizamos tudo com uma degustação de 4 vinhos, …

… sendo um branco e três tintos.

Confesso que achei os vinhos medianos (pro meu gosto) e assim, não me interessei muito em comprar algum.

Ainda tivemos tempo de dar uma olhada na bela lojinha …

… e no novo e bonito restaurante que tem a grife do chef argentino Francis Mallmann.

Também confesso que não sou fã das comidas que ele faz (acho ele meio fanfarrão), …

… mas, ao ver o restaurante, você tem vontade de comer lá.

Saímos correndo pra ver se conseguíamos curtir o por do sol na Lapostolle.

E não só deu tempo, como tudo estava especialmente bonito.

Incrível como os pores do sol são lindos por aqui.

Ainda tivemos tempo de tomar um vinho …

… e dar uma passada na casita da Madá e do Álvaro …

… pra fazer um happening regado a Talking Heads e quetais.

Como o tempo passa muito rápido quando você está se divertindo, …

… já estava na hora do jantar.

Que seria exclusivo pra nós 8.

Começamos experimentando canapés …

… acompanhados de Pisco Sour.

Sentamos, conversamos bastante e a entrada, uma sopa fria de espinafres com peixe cozido em baixa temperatura chegou.

Como principal, uma coxa confitada de pato, que não achei muito boa.

Os vinhos que harmonizaram com a comida também não foram espetaculares.

Resumindo, achei o nível do jantar bem médio, …

… coisa inesperada pela qualidade que a Casa Lapostolle normalmente apresenta.

O legal foi comemorar o niver do Álvaro com todos juntos.

Continuamos conversando bastante e resolvemos descansar, …

… porque amanhã a programação é intensa …

… e não podemos esquecer que estamos em plena Copa do Mundo (xiii!).

Hasta.

Acompanhe o primeiro dia desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

.

dcpv – dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

28/06/2018

Dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

E não é que o nosso grupo de vinhos resolveu retornar ao Chile?

Mais especificamente pra vinícola Lapostolle.

É um revival do que fizemos há 6 anos e neste caso, em plena Copa do Mundo!

Isso é que é amor!

Desta vez chegamos aos poucos em Santiago.

E nós fomos os primeiros.

Depois de termos alguns pequenos problemas com o nosso voo, …

..eh, Latam, …

… fomos premiados com vistas espetaculares …

… da majestosa Cordilheira dos Andes, …

… em pleno entardecer.

Que luz, senhores!

Chegamos quase a noitinha …

… demos uma olhada bem por cima no hotel e fomos jantar.

Desta vez, escolhemos o Ambrosia, …

… um restô fora do centro, …

… mas muito charmoso …

… e com uma comida excelente feita pela chef Carolina Bazán.

Pedimos um ceviche pra compartilhar como entrada …

… e como principais, a Dé optou por pejeperro com purê de alcachofras e chips de Jamón Serrano (que eu comi) …

… e eu, ciervo de casa, papas confitadas, manzana pochada y crumble.

Tomamos um Carmenere dos bons e fomos dormir.

O hotel é exatamente o que o nome dele propõe.

The Singular é singular mesmo.

Ele é clássico …

… e muito bacana.

Os quartos são super espaçosos …

… e a sua localização é muito boa (na Lastarria).

Acordamos e fomos tomar café da manhã junto com a Marcia e o Vianney que chegaram na noite passada.

Hoje faríamos um tour chamado Vino, poesia e Isla Negra.

Na verdade, eu e a Dé repetiríamos este passeio que fizemos em 2011.

Saímos direto pra Isla Negra.

Lá fica a casa que o Neruda mais gostava.

E ela é bem bacana.

E diferente demais.

Na verdade, Pablito é que era demais.

E um acumulador contumaz.

A casa é muito particular …

… e interessante ao extremo.

Neruda gostava muito do mar …

… e então fez a casa toda no formato dum barco.

Mas ao mesmo tempo, ele tinha medo do mar.

Como todo bom artista e gênio, era muito paradoxal.

Enfim, a casa toda é sensacional …

… e a visita, que é totalmente audioguiada, …

… é inesquecível.

Saciada a nossa fome de cultura …

… fomos almoçar.

E na vinícola Matetic, …

…onde faríamos um tour.

O restaurante El Equilibrio é bem bonito …

… e a comida também é muito boa.

Pedimos uma entrada só de frutos da mar pra compartilhar…

… e tomamos um Sauvignon Blanc da casa, ou seja, Matetic, pra acompanhar.

As meninas pediram peixe.

A Marcia um legítimo salmão chileno, …

… a Dé, uma pescada.

Já o Vianney, um gnocchi com ragu de carne …

… e eu, uma carne, que mais parecia um brontossauro. 🙂

Todos muito bons e …

… foi uma decisão sábia almoçar aqui.

Saímos de lá pro tour pra conhecer a vinícola.

Que tem fama de produzir ótimos vinhos, …

… mesmo porque ela é biodinâmica.

Todo o processo de vinificação não inclui qualquer tipo de pesticida (dá pra perceber, né?) …

… e eles utilizam formatos orgânicos.

Até feng shui é aplicado.

O passeio é muito instrutivo …

… e você sai de lá com vontade de beber …

… e comprar muitas garrafas.

Foi o que fizemos, …

… além de degustarmos mais dois ótimos vinhos …

… ao final do tour.

Retornamos muito felizes.

Este passeio (feito pela Enotour) é demais e se tiver alguma folga quando estiver em Santiago, faça-o.

Retornamos pro hotel (são quase duas horas de estrada), …

… passamos numa loja de vinhos do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… pra comprar alguns Tatay 2010 ( 🙂 ) entres outros e estávamos prontos pra bocanarizar.

E com a adição da Madá e do Álvaro ao grupo, a coisa melhorou ainda mais se é que isso seria possível.

Bocanariz, nosso bar de vinhos preferido em Santiago, fica ao lado do hotel.

O lugar é muito especial e foi feito pra conversar, comer e beber bem. Ou seja, pra nós!

Desta vez, em vez de fazermos os vuelos (passeios por vários tipos de vinhos), optamos por tomar garrafas.

Praticamente voamos por todo o Chile e comemos também um montão de coisas. Frios, queijos, empanadas, …

… peixes, carnes e quetais.

Não preciso nem dizer que foi extremamente divertido.

E ainda tomamos uma saideira no bar do hotel (com um espumante de quinta).

Só nos restou dormir (hic!) o sono dos justos …

… porque amanhã é dia de Lapostolle. O Colchágua vai tremer!

Adios.

.

dcpv – Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

08/10/2017

Itália – Toscana – Giorno noveCertaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

Esta Toscana sempre nos surpreende.

O dia amanheceu parcialmente nublado e com um pouquinho de frio.

Isto não nos desestimulou a pegar o carro e dar uma “bella” passeada.

O nosso destino seria Certaldo.

Ela é conhecida por ser a terra de Giovanni Boccaccio …

… e da cebola, que é parecida com a nossa, mas tem um sabor mais acentuado.

E a cidade é muito bacana e, porque não dizer, diferente! 🙂

Começa que existe a cidade baixa e mais nova, …

… onde se pega um trenzinho …

… pra ir pra cidade alta, a mais antiga, …

… bonita …

… e histórica.

Na verdade, Certaldo tem somente uma rua.

Mas tudo é bastante encantador.

A única coisa que não contávamos era que uma feira estava acontecendo, …

… o que atraiu uma multidão de italianos para o local,…

… já que lá não é um destino conhecido por turistas.

De qualquer forma, caminhar por Certaldo é um verdadeiro prazer.

Todos os cantos são muito fotogênicos …

… e daí, pra se encantar é muito rápido.

Almoçamos por lá mesmo, numa vinoteca e bem frugalmente. Bruschettas de pomodoro, de queijo com geleia de cebola (óbvio), uma tábua de queijos e salames …

… além de duas boas taças de mais um Vernaccia.

Caminhamos mais um pouco, …

… descemos pelo trenzinho …

… e resolvemos dar uma passada numa feira em Scandicci, cidade grande próxima de Impruneta.

Como estava tudo muito cheio, optamos por ir pra nossa villa, a La Pietrina e curtir mais um belo por do sol.

Que “bella” Toscana!

Ainda deu tempo de reunir a turma …

… e fazer um risoto como manda o figurino.

Comecei fritando um bacon toscano de primeiríssima linha …

… e depois adicionei cebola de Certaldo.

Deixei curtir um pouco e adicionei arroz arbóreo.

Aí foi só juntar o caldo, mais conhecido como brodo e finalizar com parmeggiano reggiano 24 meses e burro local (a manteiga! 🙂 ).

Ficou uma verdadeira beleza, assim como este por do sol  …

… ainda mais acompanhado de grandes amigos.

Enfim, uma cena perfeita!

Grazie per tutti.

Arrivederci.

.

dcpv – Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!

07/10/2017

Itália – Toscana – Giorno ottoEm Impruneta, como os imprunetanos.

Acordamos com um objetivo simples, dentro deste tour mensal pela Toscana.

Iríamos aproveitar o dia em Impruneta, a nossa cidade.

Não contávamos com um problema no sistema de aquecimento da água da nossa villa, mas mesmo assim curtimos muito.

Passamos na casa dos Marques de Paula, deixamos o carro e fomos a pé pro centro desta cidade da terracota.

Já sabíamos de antemão que uma feira livre, o famoso mercatto, estava acontecendo por lá.

A cidade é bem bacana.

A sua rua principal é bonita …

… e, de repente, chegamos à Piazza.

Tudo é muito fotogênico (até o Mingão ficou bem 🙂 ), …

… ainda mais com o ajuda desta tremenda luz solar.

A feira é incrível.

Tudo o que você possa imaginar é vendido por lá (comida, roupas, bugigangas, etc)

Não compramos muita coisa (pelo menos neste dia), …

…, mas quando chegamos na barraca da rotisseria tivemos um click.

Porque não aproveitar, levar algumas coisas e fazer um belo almoço na nossa villa? Perfeito!

Compramos dois frangos assados, polenta e batatas fritas, berinjela a parmeggiana, linguiça …

… e só faltava complementar com uma boa pasta.

Fomos pra casa …

… e a esbórnia toscana começou.

Pra iniciar, refrescantes Aperol Spritz.

Tem drink mais fotogênico do que este?

Ainda mais com esta paisagem.

Tivemos direito a uma recarga.

E aí, bebemos um bom bianchetto, um legítimo Vernaccia de San Gimignano.

É, estávamos felizes.

Continuamos com a parte gastronômica. E como menos é mais (ê, Fogaça! 🙂 ), um simples molho com pomodorini e muita depuração, se transformou numa iguaria.

Ainda mais acompanhado de ervas do nosso horto …

… e parmeggiano reggiano DOC 24 meses.

Era tudo o que queríamos (já viram isto? Pasta com raios de sol?).

O conjunto todo da obra, …

…. ou seja, pasta mais frango mais linguiça …

… mais vinho rosso …

… transformaram tudo num imenso prazer.

Foi uma tarde maravilhosa …

… que se transformou num tremendo por do sol.

Espetacular!

E que foi evoluindo a medida que o tempo passava.

Quando nos tocamos, já era 7 da noite e o céu nos dizia que era verdade, estávamos na Toscana.

Só nos restou tomar um Prosecco e comer uma pizza (xi, não tiramos fotos por  motivos óbvios!) …

… pra terminar o que poderíamos chamar de um dia perfeito.

Sono dos justos e felizes, é o que merecíamos.

Grazie per tutto!

Arrivederci.


É só inserir o seu email, clicar no botão "Seguir" e a cada novo post publicado aqui, você receberá uma mensagem com o link. É fácil, qualquer criança brinca, qualquer criança se diverte! :)

Junte-se a 654 outros seguidores

Comentários

Blog Stats

  • 1.404.588 hits
janeiro 2019
S T Q Q S S D
« dez    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Arquivos

Atualizações Twitter

Anúncios