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dcpv – dia juyiti – japão – tóquio – conhecendo o original l’atelier du joel robuchon.

21/07/2019 (vivido em 14/04/2018)

Dia juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original L’Atelier du Joel Robuchon.

Hoje seria dia de pegarmos o nosso último trem-bala nesta viagem.

Antes disso, tomamos o nosso ótimo café da manhã (com os esqueletos balançando, né Madá e Álvaro?)…

… e ainda tivemos tempo de conhecer mais uma atração de Kyoto.

O caminho dos filósofos, o Philosopher’s Path, …

… que fica perto do templo Dourado, …

… e é realmente um lugar onde você relaxa muito.

Porque?

Por que ele fica ao lado dum córrego, …

… com muita vegetação, …

… muitas lojinhas, …

… e muito lugar pra você meditar.

Não tivemos tempo pra isso, …

… mas aproveitamos bastante o lugar, …

… e mesmo por que, quase não tinha nenhum turista.

Com alguns resquícios de cerejeiras floridas, …

… você consegue imaginar (imagine junto!) …

… como esse lugar seria espetacular com a floração em pleno vapor.

Uau!

Voltamos rapidinho pro hotel, …

… tivemos uma aula de origami com a nossa guia na estação …

… e rumamos pra Tokyo no Shinkansen.

Um pouco mais de duas horas, desembarcamos em Tokyo…

… e não conseguimos ver o FujiSan.

Estávamos no lugar certo do trem (no esquerdo), mas o tempo estava nublado (pelo menos, vimos as plantações de chá).

Fica pra próxima.

Não foi a primeira vez que o FujãoSan escapou de ser visto. 🙂

Chegamos tranquilos na estação central de Tokyo…

… e em poucos minutos estávamos no hotel Palace.

Os quartos são muito bons (ainda mais pros padrões da cidade) …

… e tem uma vista incrível dos jardins do Palácio Imperial.

Como não tínhamos nenhum passeio agendado, …

… resolvemos conhecer o bairro de Akihabara.

É lá que ficam as principais lojas de artigos eletrônicos de Tokyo.

E também lojas de anime, pessoas fantasiadas, …

… enfim, um verdadeiro carnaval.

Não preciso nem dizer que é muito divertido, né?

Especialmente entrar numa loja como a BIC Câmera …

… e ver a quantidade absurda de produtos que eles oferecem.

Vimos ainda as nossas queridinhas, as tampas de vaso sanitário eletrônicas da Toto que são absolutamente adoráveis.

Todos os banheiros que encontramos por aqui tem uma tampa destas onde se controla o jato d’ água (sim, aquele), o volume da descarga, a desinfecção, a temperatura do assento. Alguns, levantam a tampa automaticamente quando vc está na sua frente. Um espetáculo!

Voltamos pro hotel já a noitinha …

… e tendo uma visão bem legal do bairro todo iluminado.

Ah, é claro que compramos um montão de KitKats dos mais variados sabores.

Iríamos jantar no L’Atelier de Jöel Robuchon.

Estávamos curiosos, pois foi no Japão que surgiu este formato de restaurante.

Ele é bem curioso, pois a grande maioria dos lugares são no balcão.

Você fica sentado e assistindo todo o balé dos cozinheiros e dos garçons..

Fantástico!

Iniciamos, recebendo um gift do chef.

Tostadas duma carne de porco desfiada.

Pedimos o vinho, um Pouilly Fumê muito bom …

… e os pratos começaram a chegar.

Pratos? Sim, porque eles têm uma opção em que você pede pequenas porções, justamente para experimentar o máximo que conseguir.

Iniciamos com Le Crabe, carne de caranguejo com molho de cocktail e rabanete japonês. Crocante e muito saboroso.

A Dé continuou fazendo um tour veggie.

La Betterave, ela, com maçãs num tartar e uma salada bem fresca com molho de mostarda…

… e L’Artichaut, em forma natural e num purê com um capuccino de cúrcuma.

Perfeitos.

Eu, voei pelo mar.

Le Saint-Jacques, vieiras cozidas com manteiga de ervas …

… e Le Daurade, servida com emulsão de erva-cidreira e tomate confitado.

Perfeitos também.

Note que este restaurante também foi formatado para se tirar fotografias.

Ele é extremamente fotogênico.

Encerramos dividindo uma sobremesa, uma quase Baba al Rhum …

… que tinha um charme.

O rum era colocado na hora e numa garrafa muito original.

Enfim, o L’Atelier é um restaurante pra se ir várias vezes e em vários lugares do mundo.

Certamente retornaremos.

Saponaria.

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.

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dcpv – dia jyu – japão – kyoto – fushimi, dos 1000 tori ao saquê.

19/07/2019 (vivido em 13/04/2018)

Dia jyu – Japão – Kyoto – Fushimi, dos 10000 tori ao saquê.

Mais um dia maravilhoso em Kyoto.

Tomamos o nosso café da manhã e…

… zarpamos com o nosso amigo Mickey …

… pro bairro de Fushimi.

Mais precisamente, Fushimi Inari.

Este templo xintoísta é muito pra cima, up (como a maioria dos templos xintoístas) …

… e quase um parque de diversões da alma.

Você se purifica …

… vê as raposas que identificam o lugar, …

… escreve os seus desejos nos Mini Tori …

… e aí inicia o périplo pelos inúmeros Tori que existem por lá.

São mais de 10000, …

… sendo uma parte deles, …

.. os maiores, doados por empresas …

… e os menores, por particulares …

… que alcançaram a sua graça.

É muito legal e reconfortante andar por eles …

…e mesmo que você esteja no meio de uma multidão. …

… certamente se sentirá enlevado.

Ou seja, é mesmo mais um lugar imperdível em Kyoto, …

… e que você deve ir preferencialmente com um guia …

… que te mostrará com detalhes tudo o que é importante.

Dali, zarpamos pro Gekkeikan Onura Sakê Museum.

Ele fica próximo, em Fushimi mesmo…

… e você se informa sobre o todo o processo de fabricação deste famoso fermentado de arroz.

Neste caso, vimos o sistema old fashion …

.. que é muito curioso.

Tudo está muito bem documentado …

… e inúmeras curiosidades estão ali representadas, …

… bem como todo o tipo de propaganda usada.

Ao final do tour, …

… ainda é possível experimentar dois tipos de sakê (que compramos na lojinha) …

… e um vinho de cerejas, que é bem meia boca.

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer …

… uma região bucólica de Fushimi, …

… com canais lindíssimos …

… e com direito a encontrar com uma senhora japonesa, …

… bastante simpática …

… e que nos indicou, graciosamente, onde era a única igreja católica de lá.

Pra finalizar o nosso contato com o figuraça Mickey, …

… ele nos levou no Imakumano Shrine, …

… um templo onde o Shogum ia frequentemente.

Muito simples e também bastante simbólico representando tudo o que vimos e sentimos em Kyoto.

Nos despedimos do MickeySan e do nosso simpático motorista, o NobuSan …

… e nos preparamos pro tour da tarde.

Iríamos aprender a pintar num cartão (???).

O lugar, o Kimono Art Workshop Kyo Ya fica perto do hotel …

…e portanto, fomos a pé.

É claro que não conseguimos achar o endereço, …

… e o mais engraçado, foi que o próprio Kyosuke, nos encontrou perdidos na rua. 🙂

Entramos no estúdios deles, a Yoko, a esposa dele também estava lá …

… e iniciamos propriamente o curso.

Que nada mais é do que a reprodução de uma estampa de kimono, criada pelo próprio Kyosuke e no formato de um cartão.

Puxa, parece fácil, né? Mas não é.

Você tem que aprender a pintar como ele …

… e fazer todos os movimentos corretamente.

Depois de conversarmos bastante (incrível como o inglês dos japoneses é muito bem entendido por nós), pegamos o jeito …

… e até que o resultado dos nossos dois trabalhos foi muito satisfatório.

Ainda tomamos várias xícaras de matcha, …

… comemos chocolates e bolinhos , …

.. compramos algumas coisinhas, …

… e demos muitas boas risadas.

Como resultado, você traz o teu trabalho devidamente enquadrado pra casa …

… e certamente boas lembranças de duas horas muito bem desfrutadas.

Nos despedimos do Kyosuke e da Yoko …

… e aproveitamos pra dar uma volta na região comercial charmosa …

… próxima do templo Kyozumidera.

Este lugar é realmente demais …

… e lá você encontra aqueles produtos que espera encontrar no Japão.

Objetos bem feitos, bem bolados, …

… delicados e gostosos …

É uma região pra flanar.

A Dé ainda conseguiu comprar um semi kimono muito bacana…

… e nós vimos um tremendo por do sol …

… que possibilitou uma luz incrível ….

… pro final de tarde.

Voltamos andando pro hotel, …

… tomamos um Champagne no bar …

… e fomos nos preparar pro jantar …

… que seria no restaurante Kushikura, especializado em teryake, os famosos espetinhos.

Chegamos lá e os nossos lugares eram no balcão.

Ficamos vendo toda a movimentação do chef fazendo os espetinhos diretamente da churrasqueira.

Pedimos sakê, …

… espetinhos de frango, …

… frango com arroz, …

… de aspargos, …

… de asa, …

… de porco, …

… uma cebola assada …

… e uma batata também assada, com um creme.

Tudo muito bom, saudável e que não te deixa estufado.

A Dé adorou!

Ainda deu tempo de passar novamente no bar do hotel, …

… pra tomar mais duas flutes de Champagne …

… e, ufa, dormir o sono dos justosSan, nós mesmos.

Saraba da!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
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dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

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dcpv – dia kyu – japão – kyoto – estátuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

17/07/2019 (vivido em 12/04/2018)

Dia kyu – Japão – Kyoto – Estátuas diferentes, templos diferentes; mesma emoção!

Acordamos excitados.

Depois de ontem, estávamos esperando muito de Kyoto.

E ela nos entregou.

Com esta belíssima paisagem, …

… tomamos o nosso frondoso café da manhã …

… e fomos pro lobby encontrar o Mickey, o nosso sensacional guia japonês.

Como novidade, o tempo estava bom.

Hoje iríamos conhecer toda a região de Arashiyama.

Logo no passagem, vimos a ponte Togetsukyo

… ou melhor, a atravessamos andando.

A vegetação da montanha próxima a ela é muito bonita …

… e conseguimos imaginar como tudo ficaria com a explosão de cores do outono.

Logo após, rumamos para o templo Tenryuji.

A construção em si é muito interessante …

… rodeada de mini templos onde moram os monges e suas famílias …

… mas o jardim é especial.

De qualquer ângulo que você o vê, …

… descobre paisagens harmoniosas.

Certamente foi projetado por um monge inspirado.

Andamos um pouco …

… por entre flores …

… e cerejeiras, …

… até que chegamos a atração principal do lugar.

A floresta de bambus é realmente reconfortante,…

… tanto para os olhos, …

… como especialmente, …

… para a mente.

Lá você respira ar puro, …

… e purifica o seu espírito …

.. apesar de todo o crowd existente.

Como curiosidade, no fim da trilha, …

… conhecemos o templo que protege pra que os cabelos não caiam.

Por via das dúvidas, comprei um charm pra guardar em casa (e um pro Deo também!)😀

Continuando o tour, passamos numa região próxima …

… muito bonita …

… onde compramos lembranças feitas com casulos de seda.

A parada seguinte foi no Adashiro Nenbutsu-ji Temple, …

… onde são encontradas mais de 8000 pedras …

… que representam os mortos do local.

Resumindo, é um cemitério…

… onde você sente uma paz …

… e uma tranquilidade jamais vistas.

Voltamos pro carro e o Mickey nos reservou uma surpresa.

Fomos tomar um saquê rústico e doce …

… numa casa tipicamente japonesa.

Foi demais!

A última parada antes do almoço foi no Otagi Nenbutsu-ji.

A atração principal são mais de 1200 figuras Rakan …

… que foram esculpidas por trabalhadores …

… que oravam pela prosperidade do templo.

O lugar é muito curioso …

… e você sente o maior alto astral …

… ao ver uma quantidade imensa de estátuas …

… que são, as vezes, muito engraçadas.

Você fica o tempo todo tentando imaginar o que a pessoa quis expressar.

Almoçamos ali perto mesmo.

Não me pergunte o nome do lugar porque eu não sei. 😊

Foi uma indicação do Mickey e muito boa, por sinal.

Só sei que o príncipe do Japão almoçou lá e gostou muito.

O lugar é extremamente japonês …

… e serve noodles muito bons.

A Dé e o Mickey pediram um acompanhado de tempura de camarão …

… e eu, um sobá com tempura de legumes e frutos do mar.

Realmente, estava delicioso.

O programa pós-almoço seria conhecer o pulmão gastronômico de Kyoto.

Nishiki Market é grande e muito bom.

Na verdade ele é fisicamente muito comprido, …

… praticamente uma rua só, …

… e tem um sem fim de lojas, …

… com tudo o que você imaginar sobre ingredientes …

… e comidas prontas genuinamente japonesas.

Este, definitivamente, vale o foto blog:

Como curiosidade, visitamos a loja de facas do Aritsugu, …

… onde compramos, eu e a Dé, …

… as nossas, com os respectivos nomes em japonês, …

… gravados nelas. Um must!

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer mais uma região onde moram as Gueixas, …

… ops, as Gueikos.

Miyagawa-cho é uma rua muito bonita, …

… e conseguimos ver tanto uma Gueiko mãe, …

… como uma Gueiko …

… e até, uma Maiko, que é a gueixa aprendiz.

Foi sorte de principiante, mas sorte tem quem merece.

Dali, fomos pra ultima parada do tour.

Sanjusangendo Hall é um templo imenso, …

… especialmente no comprimento, …

… onde você terá uma grande surpresa impactante.

As fotos não podem ser tiradas, …

… mas ao entrar lá, você se depara  com 1001 estátuas da Kannon, a deusa da misericórdia …

… e sente uma aura muito boa no ambiente.

Incrível, a quantidade de detalhes que podem ser vistos e sentidos.

Ou seja, é imperdível.

Voltamos pro hotel …

… e ainda visitamos a casa de chá …

… pra beber um tantinho de sakê …

… e curtir um digestivo Banchá.

Como estávamos muito cansados, …

… optamos por petiscar e “beberiscar” no próprio bar do Four Seasons.

Batatas fritas, …

… salada de salmão …

… e presunto Joselito com queijo manchego, …

… além dum vinho branco francês Sancerre …

… fizeram a nossa alegria nesta noite fria.

Ainda bem que tinha uma lareira bem ao nosso lado e a apenas alguns passos da nossa caminha.

O daiji ni!

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dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

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dcpv – dia hachi – japão – kyoto – um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

13/07/2019 (vivido em 11/04/2018)

Dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

Vou adiantando que este foi um dos melhores dias que tivemos em todas as viagens que fizemos até hoje.

Olha que é difícil escolher.

Mas ele foi complementado por uma série de atrações bacanas, muitas informações e o indispensável jeito de ser dos japoneses.

Vamos,lá, então.

A previsão do tempo indicava que iria chover o dia todo.

Com esse espírito, fomos tomar o lauto café da manhã do Four Seasons.

Logo depois, encontramos com o nosso guia, o Mickey. Ele é uma figuraça e o inglês dele é tão irregular, que entendemos tudo. 😄

Saímos pra ir primeiro ao templo Ryoanji.

Ele é muito conhecido por seu jardim de pedras e pedriscos desenhados.

São 15 rochas no total, mas de qualquer lugar que você o observa, só vê 14.

É o mistério de um lugar que foi criado há 400 anos por monges …

… e que continua cativando todos os visitantes.

Taí um local excelente pra fazer uma boa meditação (dizem que Richard Gere fez issso por lá).

Também demos uma boa volta …

… por seus belos jardins …

… e fomos conhecer o que eu chamei de top model dos templos.

O Golden Kinkakuji, …

… o famoso templo dourado …

… tem e é uma grande atração.

É impossível você olhar pra ele e não sair tirando um monte de fotos.

Ele é totalmente folheado a ouro …

… e foi erguido no século 14.

Além da belíssima construção, …

… e da famosa foto com o seu reflexo no lago (apesar do tempo não estar bom) …

… o seu jardim é maravilhoso.

O dono antigo, o Shogum, …

… gostava de ter belas visões …

… e isso foi materializado nesta obsessão dos japoneses, …

… que são os seus jardins.

Como upgrade, ainda tivemos o prazer …

… de ver a verdadeira sakura, …

… com cerejeiras em plena floração.

Um verdadeiro espetáculo da natureza.

Como curiosidade, não tinha caído uma gota de chuva até esta hora.

E por causa disso, optamos por conhecer o castelo de Nijo.

Esta Fortaleza tem 33 aposentos, …

… um exagero em se tratando de Japão, …

… é cercado por um fosso …

… e uma parede de pedras.

Foi construído no século 17 para servir de residência ao shogum Tokugawa.

Foi interessante demais saber como funcionava toda a estrutura que prestava serviços ao shogum, ..

… bem como era todo o sistema de informação da época.

Pra variar, os jardins são estonteantes.

Fica muito difícil escolher qual você acha ser o mais bonito, …

… tamanha a uniformidade da beleza de todos.

Neste caso, além de todo o visual estonteante, …

… ainda tivemos a companhia da sakura.

Cherry blossom é mesmo um acontecimento por aqui, …

… e não tem como você não se emocionar ao presenciar uma.

Era hora do almoço.

E o Mickey nos indicou um lugar pequeno num shopping, …

… que apesar de eu não saber o nome (se conseguir traduzir, eu agradeço) …

… servia ótimas milanesas crocantes.

Pedimos de frango (pra Dé), de porco (pro Mickey) e de porco e camarão (pra mim).

Todas acompanhadas de um bom misoshiro, uma salada de repolho e arroz.

Simplesmente delicioso.

Após o almoço, rumamos pro templo Kiyomisodera.

Estivemos (e com luz do sol) ontem lá, …

… mas hoje retornamos pra saber mais de sua história.

A construção dele é muito interessante, …

… visto que é feito totalmente de madeira encaixada, …

… sem a utilização de nenhum outro material.

Ou seja ele é encaixado mesmo (quase que um Lego de madeira) …

… e suporta uma verdadeira multidão que o visita diariamente.

Na verdade, no local existe um complexo de templos e de atrações.

Uma é a vista de Kyoto, já que ele fica na encosta da colina de Higashiyama.

Outra é a fonte de água pura onde jorram três jatos d’água…

… e você tem que escolher uma só pra beber.

Existe uma pra melhorar relacionamentos, outra para ter boa saúde e uma terceira para obter bastante dinheiro.

É claro que a Dé e eu não perdemos a chance de beber desta água.

O jardim de lá também é um espetáculo …

… e a região do entorno dele, …

… com ruazinhas charmosas …

… e lojas mais ainda, …

… te faz esquecer da grande ladeira do acesso …

… e da muvuca da rua principal.

Ainda conseguimos explorar …

… bairros charmosos próximos …

… com casinhas especiais …

… que te encantam a cada esquina.

Pra finalizar, fomos pro Bairro de Gion (leia-se Guiom).

Ele é famoso pelo seu comércio, …

… e especialmente por ser o bairro das Gueixas.

O lugar onde elas vivem é muito interessante …

… e bonito.

Charmoso é uma palavra mais aplicável.

Pra quem não sabe, Gueixas são famosas por serem treinadas pra cantar, dançar, conversar com seus clientes.

Elas não são prostitutas e cobram em torno de U$ 1000 por uma hora de sessão.

E tivemos uma tremenda sorte de ver (e fotografar) uma maiko saindo da sua casa.

Pela linguagem de Kyoto, maiko é uma aprendiz de geiko, que é como os kyotenses (ou seriam kyotanos) as chamam.

Encerramos o nosso tour, agradecendo ao Mickey por todo o conteúdo que ele nos passou …

… bem como ao Papai do céu (seja budista ou xintoísta) por não ter mandado nenhuma gota d’água …

… enquanto estivemos no tour, mesmo porque foi só chegarmos ao hotel …

… e uma tremenda chuva caiu sobre a cidade.

Enfim, foi um dia verdadeiramente abençoado.

Como bônus, demos uma boa olhada na piscina do Four Seasons …

… que é sensacional.

Faltava o jantar; fomos a um restaurante italiano. Italiano? No Japão?

Sim. O Il Ghiotonne é tido como o melhor de Kyoto e uma característica dele é misturar o Ocidente com o Oriente.

Chegamos de táxi (apesar de ser perto do hotel) atrasados, o motorista se complicou todo e não conseguia achar o endereço. Ele se desculpou muito, como todo japonês faz.

O restaurante é bacana e, ops, só servem menu degustação.

A Dé topou e o primeiro enrosco apareceu. O cardápio estava todo escrito em japonês.

Se bem que logo apareceu um todo em inglês, o que não adiantou muito porque uma grande parte dos ingredientes era nipônico.

Iniciamos a refeição com aspargos gratinados e fritos. Muito bom.

Em seguida, veio um bolinho recheado de arroz.

Note que os pratos são bem apresentados e sempre apresentam alguma ideia diferente.

A sopa foi servida com polvo (oba), laranja e tomates cereja.

Próximo prato? Um cartoccio com peixe e bambu. Saboroso.

O carpaccio de bonito com uma salada bem fresca fez bonito (dammm!).

A primeira massa foi um spaghetti al dente com salmão e caviar.

A segunda massa foi um garganelli com porco e burdock.

O prato principal (ufa) foi diferente.

A Dé ficou com um porco acompanhado de legumes …

… e eu, Wagyu com molhos e espinafre.

Tomamos vinho branco italiano e …

… e um esponge cake com  morango, crocante de chocolate e morango fresco finalizou uma grande refeição.

Note que a Dé se sentiu satisfeita (hahaha) …

… assim como nós, com este dia perfeito que o Universo nos concedeu.

Namasté!

Veja os outros dias desta viagem:
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dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.

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dcpv – dia shichi – japão – kyoto – uma flor japonesa desabrochando só pra nós.

10/07/2019 (vivido em 10/04/2018)

Dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só para nós.

Lá vamos nós trocar de hotel novamente.

E este dia certamente não será perdido.

Acordamos cedo, tomamos o nosso excelente banho nas águas termais de Yamashiro.

Antes de mais nada, deixa eu explicar o tal banho: é numa banheira de madeira com água bem quente.

Você entra nela, reclama um pouco por que a água está muito quente e depois de um tempo não quer mais sair de lá.

É quase igual voltar a ser bebê. 😃

Depois disso, fomos tomar um lauto café da manhã ocidental …

… servido por nossa querida Ami.

Só nos espantamos um pouco quando ela nos perguntou se íamos querer “milkoro”.

Depois de um tempo, resolvemos tomar café sem o “leite”, o “milk”. 😁

Daí pra frente foi nos despedirmos do staff do hotel, Ami inclusa, …

… dar uma olhada no aprazível entorno dele, …

… e zarparmos pra estação …

… pra pegar o nosso Thunderbird, o trem-bala …

… que chegou exatamente as 11:21 …

… na estação de Kaga, que é bem parecida com a antiga de Ferraz de Vasconcelos.

A viagem de duas horas foi muito agradável.

A paisagem é esplêndida …

… e o dia ensolarado acentuava tudo.

Ah, como tem plantação de arroz no Japão.

Chegamos em Kyoto, …

… fizemos o nosso checkin no Hotel Four Seasons, …

… que como toda unidade da rede, …

… é um espetáculo …

… com quartos clássicos …

… e ao mesmo tempo, bastantes nipônicos.

Aproveitamos a tarde livre, pra bater pernas …

… andando pela região.

Tínhamos marcado um tour pra fazer uma cerimônia do chá.

Como era no caminho e o tempo estava convidativo, aproveitamos pra dar uma passada no famoso templo Kiyomizudera.

O trajeto até lá é bem tranquilo e divertido.

Observamos vários templos (a região está cheia deles) …

… e quanto mais chegávamos perto dele, …

… mais gente nós víamos.

Parecia que todos os japoneses estavam de férias.

A subida até lá é bem íngreme, …

… mas a quantidade de lojinhas legais alivia tudo.

Quando você avista o templo, ..

… a surpresa é inevitável.

Todos os prédios …

… formam um conjunto harmônico …

… e muito cenográfico.

Não preciso nem dizer que o lugar é muito bonito …

… e que a vista de Kyoto é sensacional.

Demos só uma passada par reconhecer o terreno …

… pois tínhamos uma cerimônia do chá marcada para as 17:00 hs.

E era na Tea Ceremony Camellia, …

… que fica bem perto do templo …

… e numa região com ruas muito bonitas …

… e super agradáveis.

Chegamos no horário e éramos em oito pessoas no tour.

Subimos para uma sala particular e a explicação começou.

Confesso que, como já tínhamos visto alguma coisa sobre esta celebração, não esperava grande coisa além do que já sabíamos, …

… mas a surpresa foi grande.

A mestra iniciou explicando o porquê da cerimônia do chá e a sua simbologia, assim como tudo o que existe aqui no Japão.

Cada um de nós fez o próprio chá.

Recomendamos fortemente fazer este passeio pra quem está conhecendo Kyoto.

Saímos de lá extasiados e purificados …

… e continuamos, pois fomos brindados com um por do sol esfuziante.

A cidade toda se expôs para nós …

… e pudemos ter certeza que Kyoto é mesmo especial.

Caminhamos de volta para o hotel, …

… não sem antes explorarmos mais um pouco a região …

… e termos certeza a que retornaremos, …

… ao menos pra fazer umas comprinhas interessantes.

Sem contar que os japoneses vestidos com seus trajes típicos, …

… abrilhantavam ainda mais todo o entorno (é ou não é a Terra do Sol Poente?).

Chegamos ao hotel …

… e ainda tomamos umas flutes de champagne antes do jantar, que seria no próprio.

O restaurante La Brasserie é meio que uma zona quanto ao cardápio, …

… pois enquanto se espera um lugar com acentos franceses, …

… o menu dele tem coisas italianas, frutos do mar, comida japonesa e, óbvio, alguns pratos franceses.

Falou italiano, falou com a Dé e comigo.

Pedimos uma burrata bem interessante pra dividirmos como entrada, já que é servida com manga.

A Dé foi de risoto com legumes e telha de parmesão. Ela não gostou muito porque, pra variar, o risoto estava passado (nada como o meu risotinho).

Eu escolhi vieiras e não me arrependi. Elas estavam carnudas e muito bem acompanhadas por brócolis, espinafre e vôngoles bem frescos.

Pra harmonizar, pedimos um vinho branco Chardonnay Catena.

Depois disso, só pensávamos numa boa caminha e por sorte, estávamos no mesmo andar do restaurante.

Ou seja, pra chegar na cama, nem de elevador precisávamos.

Ah, a flor que desabrochou pra gente só poderia ser Kyoto.

Itte kimasu!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.

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dcpv – dia roku – japão – yamashiro onsen – gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.

06/07/2019 (vivido em 09/04/2018)

Dia roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.

O dia começou estranhamente.

O tempo estava bem broncolhão, chovendo a cântaros.

Como sairíamos mais tarde, tínhamos tempo pra curtir o Ryokan Araya Totoan.

Iniciamos com um banho da melhor qualidade.

Entrar numa banheira de madeira, com uma água (quase super) aquecida naturalmente, com uma vista da natureza duma janela aberta, transforma o ato de tomar banho quase que numa verdadeira oração.

O contraste do frio do ar com a água quente é de um prazer inenarrável.

Com essa harmonia, descemos pra tomar o nosso lauto café da manhã. E neste caso, o clima harmonioso praticamente foi pro espaço. 🙂

Já tínhamos ouvido falar do café da manhã Oriental que eles oferecem por aqui e resolvemos experimentar.

Foi um tal de chegar prato que não sabíamos nem o que estava acontecendo: ovo cozido com missô, picles das mais variadas formas, legumes com shoyu, salmão cozido, missoshiro, missô com tofu, arroz …

Enfim, onde estava o nosso bom café com pão com manteiga? Resultado? Comemos muito pouco e o que salvou a pátria foi um iogurte com frutas e um cafezinho preto.

Depois desse pequeno incidente, encontramos com a Nobu, a nossa guia e fomos pra Kanazawa.

Chovia bastante e o jeito foi invertermos a ordem dos nossos passeios.

Iniciamos visitando o Nagamashi Samurai District.

E lá tem uma casa, a Ancient Site of Samurai House, …

… que mostra exatamente, …

… como era o dia a dia destes importantes …

… e influentes membros da sociedade japonesa.

Mesmo com chuva, demos uma boa volta pelo distrito dos samurais, …

… vimos como o lugar é bucólico …

… e bastante tradicional.

De lá e ainda com chuva, …

… fomos para o Omicho Market.

Ele é o mercado municipal de Kanazawa.

E é onde toda a população realmente compra tudo o que existe de mais fresco, …

… especialmente frutos do mar, já que a cidade é litorânea.

Este merece um foto blog, já que vimos um montão de pratos e produtos diferentes e que são desconhecidos por nós.

Aproveitamos pra almoçar por lá mesmo.

E num restaurante japa (oh!), especializado em sushis.

Tanto que eu e a Nobu, a nossa guia, pedimos um combinado deles.

Estavam fresquíssimos.

Já a Dé, por não ser muito fã de peixe cru, acabou optando por tempurás e não se arrependeu.

Como o tempo urgia e melhorava, fomos para o distrito das gueixas.

Higashiyama District, …

… foi construído em 1820 …

… e preserva um ambiente dos tempos feudais …

… com suas casas/lojas de madeira …

… e a casa das gueixas.

Visitamos a Kaikaro, uma casa de chá …

… onde as Geikos trabalham …

… e tivemos uma explanação completa de como é a rotina delas …

… com inclusive, direito a tocar os instrumentos que elas utilizam nas sessões …

… com seus clientes cativos.

Taí um universo muito interessante e misterioso.

Compramos um monte de coisinhas nas ótimas lojas que lá se encontram,…

… curtimos muito passear pelas ruas, que mais parecem um cenário da Disney …

… e aproveitamos que o sol estava saindo, …

…. sim, o clima é bem maluco por aqui, …

… pra ir pro parque mais famoso da cidade …

… e considerado um dos três jardins mais belos do Japão.

O Kenrokuen Garden é mesmo sensacional …

… e só a quantidade de belíssimas cerejeiras que existem lá, …

… já seriam suficientes pra fazer a sua visita inesquecível.

Mas tem também muitas árvores bacanas …

… e de todos os tipos, …

… assim como pontes, …

… rios,…

… lagos, …

… ilhas, …

… fontes, …

… mais cerejeiras, …

… mais árvores, …

… castelos, …

… enfim, é um lugar pra se passar o dia inteiro.

Nos despedimos de Kanazawa com dor no coração …

… e só nos restou fazer o caminho de volta pro hotel.

O dia foi realmente especial …

… e pra não fechá-lo com um dissabor, conversamos com a guia pra que ela pedisse pro pessoal do hotel maneirar na quantidade de comida do jantar.

Tudo resolvido (no caso do Araya, quase todos os funcionários não falam inglês), …

… fomos pra nossa sala privada pra iniciar a refeição.

E desta vez, o pessoal entendeu o nosso ponto de vista.

Como entrada, nos serviram um saque frio  Kikuhime Migori e um appetiser de Icefish boiled, crab, spring vegetables with jelly to tosazu-vinegar.

A seguir, uma sopa de dashi e pureed soup of pea greenling and mushroom.

O sushi não poderia faltar. E eram deliciosos os de tuna, seabream, squid, shrimp e conger eel.

Como grelhados, serviram abalone, snap peas e yomogi-fu.

Outro must, tempura de seafood &vegetables.

O shabu-shabu veio no formato de Wagyu, a famosa carne Japonesa (veja a sua marmorização), ponzu-vinager e sesame souce.

Finalizamos (ufa!) com Udon noodle

… e uma sobremesa simples composta de frutas e um sorvete de baunilha.

Enfim, uma refeição excelente e que nos deixou uma ótima impressão.

Por sorte, estávamos a seis andares e um elevador da nossa cama de tatame.

Ufa, é difícil esta vida de Samurai!

Banzai!

Veja os outros dias desta viagem:
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dcpv – dia go – japão – kanazawa, os primeiros shinkansen e ryokan a gente nunca esquece.

03/07/2019 (vivido em 08/04/2018)

Dia go – Japão – Kanazawa, os primeiros Shinkansen e Ryokan a gente nunca esquece.

Acordamos e levamos um susto!

O dia estava lindo e com bastante sol.

Inclusive, conseguimos ver o vulto do Fuji San (você consegue? 🙂 ).

Tomamos o nosso café da manhã excelente, por sinal, …

… e partimos pra aquela dúvida que sempre nos espreita.

Parêntesis pra uma das maiores invenções japonesas de todos os tempos: …

… as tampas inteligentes de vasos sanitários. Maravilhosas e com pontaria certeira!

Retornando, pegamos o nosso transfer, …

… conhecemos a grandiosidade da Tokyo Station …

… e, curiosos, vimos pela primeira vez, o trem bala japonês, o Shinkansen.

Ele é uma maravilha e, surpresa, tudo funciona perfeitamente.

Mais curioso ainda é perceber o balé que espera a chegada do trem, com as  devidas reverências, pra deixá-lo totalmente limpo e apto a ser usado.

No mais foi curtir altos visuais, …

… ver um montão de cerejeiras em flor …

… e chegar à estação de Kanazawa quase três horas depois.

Com frio, bastante frio.

E cerejeiras floridas, muitas cerejeiras.

Já chegamos prontos pro tour.

Encontramos a nossa nova guia, a Nobu, na estação de Kanazawa que tem uma estrutura espetacular.

Merecidamente ela é considerada uma das mais belas estações ferroviárias do mundo.

Antes de mais nada, deixa eu dizer que o tempo nesta região é extremamente maluco.

Chove, faz sol, chove, faz sol continuamente.

Zarpamos pra ver o museu D.T. Suzuki.

Toda a concepção dele é bastante curiosa.

A base de tudo é a meditação e budista, já que seu patrono foi um dos maiores estudiosos do budismo.