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dcpv – comida eatalyana e ferrazense.

28/04/2015
número 415

Comida eatalyana e ferrazense.

Acabamos de voltar de Nova York.

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E, certamente, uma visita a esta grande metrópole nunca será completa se não incluir ao menos uma incursão pelo maior sex shop do mundo, o Eataly.

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Trocadilhos a parte (este do nome com o da Itália é sensacional), este lugar é realmente um espetáculo.

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Lá você encontra alimentos italianos legítimos e ainda pode fazer uma grande refeição tanto nos seus inúmeros restaurantes, como simplesmente comendo burratas, tábuas de frios e tomando espumantes Ferrari.

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Foi o que fizemos ao menos seis vezes (né, Lourdes e Eymard?). E é claro que não voltaríamos de lá sem fazer umas boas comprinhas que nos rendesse uma grande noite aqui na grande FV.

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Vamos lá, então, a noite eatalyana (e ferrazense) aqui no dcpv.

Entrada – Salumi, Formaggio & Bruschettas.

Este prato é tão simples quanto a maioria dos que experimentamos por lá.

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Foi só desembalar os frios, …

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… cortar o parmeggiano, …

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… esquentar o molho siciliano especial para bruschettas, …

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… assim como as fatias do pão italiano que as formariam …

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… e montar tudo num prato. Taí a belezura!

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Como não poderia deixar de ser, tomamos um tinto italiano, o Schola Sarmenti Rosso 2011, que foi “abac, morais, cyrus, rosenesco“.

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Principal – Pasta ao pesto de Finnochio.

Pasta ao pesto? Muito bom foneticamente.

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E melhor ainda ao paladar. Feito como?

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Simplesmente cozinhando uma massa bastante interessante (já que era formada por muitos tipos de macarrão) …

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… e misturando com um pesto de finnochio (erva-doce), …

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… além de pimenta malagueta seca e moída, …

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… que deu um toque especial ao prato.

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Complementamos com um vinhaço italiano, o tinto Barbera D’Asti Pomorosso Coppo 2011, que foi “quivinho, copporosso, pomodoso, v.q.c“.

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Sobremesa – Cantuccini al Pistachio e Baci di Dona.

Esta foi fácil de fazer. Bastou abrir os dois pacotes dos biscoitos e estava pronta.

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Não precisa nem dizer que tanto os cantuccini (biscoitos feitos com farinha de amêndoa), como os baci de dona (recheados com nutella) estavam excepcionais.

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E melhoraram quando acompanhados pelo famoso anisete da D Anina.

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Eis a opinião dos verdadeiros italianos:
Eatalyano ao extremo. Quero ver fazer um negócio desse parecido por aqui. rs (Edu)
Que venha a Itália. (Mingão)
Depende é “probremático”, mas a comida é boa demais! (Deo)

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Pronto! É claro que não consegui reproduzir fielmente o conjunto que é formado pela comida e pelo ambiente deste magnífico estabelecimento que é o Eataly novaiorquino.

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Mas certamente a nossa união, amizade, conversa fiada e risadas colaboraram muito pra que tudo estivesse bem próximo.

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Viva o Eataly! Dizem que um Eataly será inaugurado brevemente em SP. Torço pra que tudo dê certo, mas duvido que conseguirão manter o equilíbrio entre qualidade e preço dos similares pelo mundo. (Em tempo, já visitamos o Eataly praiano e apesar de alguns contratempos, gostamos muito).

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Arrivederci.

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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

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dcpv – dia dis – paris – um dia só é pouco!

18/10/14

Dia dis – Paris – Um dia só é pouco!

Acordamos cedo em Champillon.

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Tínhamos duas opções: uma seria ficar por aqui e partir pra Paris somente próximo a hora do almoço (e justamente no checkin do hotel).

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A outra seria ir pra Paris logo cedo e apostar que o hotel nos colocaria no quarto na hora em que chegássemos.

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É claro que contávamos com o bônus de aproveitar um pouco mais da nossa cidade, a cidade Luz.

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Apostamos na segunda opção, tomamos o nosso café da manhã e zarpamos.

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A viagem foi tranqüila, …

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… bonita …

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… e com um tremendo sol.

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Chegamos ao hotel Le Burgundy, …

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,.. um must que fica na região da Ópera e…

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… fomos instalados de imediato.

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Assim como de imediato saímos pra devolver o nosso carro alugado na Gare St Lazare.

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Sabe que é bem legal dirigir por aqui e passar de carro por vários pontos turísticos(tudo bem, é um sábado!)?

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Mas foi muito difícil encontrar o local do retorno.

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Na verdade, num golpe de sorte, a Dé viu uma plaquinha pequena na parte de trás da estação de trem e entramos num estacionamento.

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4 andares pra baixo e nos vimos deixando o carro, subindo pro escritório da Europcar e jogando a chave do carro num buraco da porta! rs

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Voltamos andando pro hotel e praticando o que é melhor de se fazer por aqui.

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Como é habitual, saímos pra dar uma volta pelo Marais e reencontrar os lugares que mais gostamos.

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E vimos todos.

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Comemos numa boulangerie, …

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… andamos por tudo o que foi lugar …

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… desde a Rue de Rosiers …

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… passando pelo apê que alugamos …

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… até finalizar na praça mais bonita de Paris, a des Vosgues.

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Quase terminamos pois o Grand finale mesmo foi quando comemos a famosa Millefeuille do Lenotre.

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Foram alguns minutos de puro prazer e você tem que ter um bom senso de equilíbrio pra degustar uma delas.

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Retornamos caminhando, a tempo de passar na Aux Desirs de Manon e encomendar duas baguetes para importação (diretamente para FV).

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Pronto! Estávamos voltando para o hotel, quando lembramos que faltava comprar algumas coisinhas. Portanto, fomos dar uma passeada até a região da Ópera.

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Agora sim, poderíamos pensar no jantar que seria no nosso queridinho, o L’Atelier Robuchon.

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Chegamos em Saint Germain no horário, mas não contávamos com o atraso da liberação dos nossos lugares no balcão. Uma hora mais tarde conseguimos sentar.

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E o show continua o mesmo.

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O profissionalismo dos garçons, …

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… a exuberância da decoração …

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… e a beleza da comida.

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Cada um de nós pediu 2 pratos. A Dé escolheu l’albergine …

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… e black cod.

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Eu fui de camarões enrolados no cabelo de anjo …

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… e vieiras com trufas.

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Todos absolutamente impecáveis e muito saborosos.

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Pra culminar tudo, tomamos um vinho corporativo, o Saint Veran que realmente mostrou a sua potência.

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Não poderíamos deixar de pedir a sobremesa. E aí veio um Le Mont Blanc com sorvete de baunilha e marrom glacê (mais uma homenagem, sócios!).

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Pulamos o café, nas mesmo assim ganhamos os docinhos.

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Enfim, foi um jantar irrepreensível (mesmo com o atraso deles). O L’Atelier Robuchon continua um lugar imperdível.

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Voltamos de taxi pro hotel, mas mesmo assim tivemos esta bela vista noturna da Pirâmide do Louvre. É, Paris é sempre Paris.

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Au revoir, que amanhã cedo pegamos o nosso vôo de volta pra nossa terrinha.

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Aí que saudade duma feijoada (brincadeirinha! rs).

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Até a próxima.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.
Dia neuf – E viva Dom Perignom.

 

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dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. 🙂

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

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dcpv – à procura da coxinha perfeita.

05/06/15

À procura da coxinha perfeita.

A Dé fazia aniversário. Além deste fato glorioso, ela é simplesmente louca por coxinhas.
Daí a Re ter a ideia de criar um tour de coxinhas pela praia paulistana foi muito rápido.

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Dei uma boa olhada no Santo Google, peguei mais algumas dicas de pessoas importantes (amigos e parentes) e pronto: estava definido mais um roteiro da agência de turismo Luz Inc. Ltda.

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Iniciamos pelo que prometia ser a melhor de todas: a do Bar Veloso.

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Ele fica na Vila Mariana. Normalmente é cheio demais e não ficamos nem um pouco surpresos em encontrá-lo totalmente crowdeado e em plenas 7 da noite!

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Antes deixa eu explicar os critérios estabelecidos: nós três (é claro que a Re estava junto) daríamos notas para cada uma das 5 coxinhas experimentadas e levando em consideração a aparência, o sabor, a massa, a crocância e o recheio. Todas variavam de 0 a 10.

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As coxinhas do Veloso (R$27,60 por seis unidades) são muito boas, tem uma crocância espetacular e o sabor é especial.

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Pra elas demos, na média das opiniões, 45 pontos. Além de que as caipirinhas são imperdíveis (tomamos uma de tangerina com pimenta e outra de 3 limões).

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Saímos de lá (de táxi, off course) e fomos direto para o Baixo Augusta.

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Mais precisamente pra Z Carniceria.

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O lugar é bem maluco e experimentamos as coxinhas da Dadá (R$ 27,00 por 8 unidades) que são bem sequinhas (são pequenas), com sabor bom e um pouco pálidas.

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Demos 44 pontos e aproveitamos pra tomar um Cosmo e um Aperol.

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Dali rumamos pra terceira parada que seria no lugar mais popular de todos, a Padaria Brasileira (fomos a pé, já que ela fica também na Augusta).

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Pedimos a porção de mini-coxinhas de frango (R$13,00 com 11 unidades). Esta certamente foi a mais fraca de todas, tanto que sobraram cinco. Obtiveram 25 pontos.
Pra acompanhar o rítmo, tomamos uma Coca Zero (olha a gordura! rs).

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Logo depois, fomos pro Octavio Café, que fica na Faria Lima.

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Pedimos uma porção de coxinhas DOC e não nos arrependemos. Gastamos R$ 23,00 por 8 unidades e elas estavam crocantes, saborosas e bem sequinhas (é claro que acompanhamos com um óbvio café gourmet).
Elas repetiram a média da Z Carniceria e ficaram com 44 pontos.

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Estávamos quase finalizando e só faltavam as coxinhas gastronômicas do ótimo restaurante Attimo.

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Chegamos praticamente enfastiados, mas não nos negamos a pedir uma porção de coxinhas com recheio de galinha caipira e catupiry …

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… devidamente acompanhadas de flutes duma Moet Chandon.

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Foi covardia. Elas estavam muito crocantes, saborosas, com uma ótima aparência e um apresentação muito boa. Só nos sobrou dar 49 pontos em média para elas (R$24,00 por 4 pequenas coxinhas).

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Resultado da experiência: nós recomendamos muito este tour e de preferência nesta mesma ordem de experimentos. Além do mais, a Dé ficou extremamente satisfeita e feliz (assim como eu e a Re).
Ah, tem mais: coxinha harmoniza muito bem com champagne. 🙂

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Happy birthday, my love!

Bye.

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dcpv – dia négy – buda cabra da peste

31/05/2014

Dia Négy – Buda cabra da peste.

Hoje seria o dia de fazer um transfer interessante.

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Iríamos de carro da Áustria (Viena) para a Hungria (Budapeste).

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Parece ser uma grande feito, né?

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Mas não é, já que seriam apenas duas horas dentro duma tremenda BMW.

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Antes disso, aproveitamos a manhã (e a proximidade) pra conhecer o mercado de Viena.

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O Naschmarkt é realmente muito bom.

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Lá você encontra de tudo: …

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… bons restaurantes …

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… e barracas com excelentes produtos.

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É um programa e tanto.

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Ah! Deixe pra ir quando estiver com fome, já que é praxe experimentar quase tudo que está a venda.

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Voltamos ao hotel, a tempo de ver Courtney Love (conhece?), Rick Martin (este você conhece) e Bill Clinton (este certamente você conhece).

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Eles estavam hospedados no hotel (junto com outros menos famosos) por causa de um dos eventos do Life Ball.

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Foi engraçado pois bem na hora de sairmos com destino a Budapeste, tinha uma multidão de repórteres na porta.

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Parecíamos atores famosos!

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A viagem até a Hungria foi tranqüila e sossegada.

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Por conta de um pouco de chuva no caminho, foi dar uma cochilada e voilá.

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Chegamos ao hotel Four Seasons, que fica em Peste, bem em frente a famosa Ponte das Correntes.

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O hotel é um desbunde.

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Ele fica literalmente num palácio, o Greshan.

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Que por sinal, é uma das atrações de Budapeste.

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Os quartos são espaçosos e clássicos.

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A única pena foi não ter vista para o Danúbio, mas … rs

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Não perdemos tempo e fomos dar um reconhecida nas imediações.

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A primeira providência foi atravessar a ponte.

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E ao mesmo tempo, conhecemos o Danúbio (coisa que não conseguimos em Viena) …

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… e pisamos no solo de Buda (não, a água do Danúbio não é azul).

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Retornamos pela própria ponte …

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… e como estávamos com fome, aproveitamos pra conhecer a confeitaria Gerbeaud, a mais antiga e famosa de Budapeste.

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E ela é espetacular.

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Como estávamos com fome, optamos por pedir um sanduba de baguete com metade coberta de abobrinha, berinjela e pimentão grelhados e …

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… a outra metade, coberto por tomate seco e queijo brie.

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Muito bom, mesmo.

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Pedimos meia garrafa dum champagne Billecart-Salmon …

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… e um doce que era composto de panquecas recheadas com um creme de castanhas cobertas por chocolate e sorvete de baunilha. Olha, foi a refeição ideal num lugar ideal.

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Certamente voltaremos.

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Aproveitamos também pra fazer um mini city-tour pelas redondezas.

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Passamos pela praça Mihály Vörösmarty, …

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… pela rua Váci com o seu grande movimento comercial …

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… e suas casas históricas, …

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… pela St. Stephen’s Basilica

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… e pela Ópera Estatal.

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Voltamos rapidamente para o hotel, onde jantaríamos.

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Sabe que esta idéia de jantar no hotel na noite de chegada está nos parecendo muito legal!

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O restaurante segue literalmente o padrão dos Four Seasons. Ou seja, você sente as quatro estações quando está por lá.

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Resolvemos pedir só os principais, já que a sobremesa e especialmente o vinho dela, o Tokaji, seria obrigatório.

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A Dé escolheu um Cod, um bacalhau fresco acompanhado de aspargos (eles estão na estação) feitos das mais variadas maneiras e gnocchi fritos.

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Eu fui num trio de frutos do mar com vieiras, peixe com crosta de pão e mariscos com puré de batatas.

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Pra acompanhar, um Chardonnay austríaco 2012 que não lembramos o nome (nem tiramos foto), mas, podem crer, era muito bom.

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É claro que experimentamos a sobremesa. A Amalfi era formada de uma torta líquida de limão siciliano, com sorvete de nozes e tuille de violeta.

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O melhor é que pedimos uma taça dum vinho de sobremesa (especialidade da casa), um Dobogó, 6 puttonyos Aszú, 2007 que era simplesmente fabuloso.

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Foi a chave de ouro pro que até agora foi a melhor refeição da viagem.

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Só nos restou dar uma leve saída na frente do hotel, tirar uma foto do Castelo e da Ponte das Correntes iluminados (maravilhosos) e dormir tranqüilamente.

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Olha, gostamos muito de Budapeste.

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Apesar de não dar pra entender praticamente nada do que se ouve ou se lê por aqui.

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Viszontlátásra.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.

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dcpv – atacama iv – a lua em duas fases: no telescópio e ao vivo.

24/03/2014

Atacama IV –  A Lua em duas fases: no telescópio e ao vivo.

Hoje seria o dia de quebrarmos um mito da nossa casa.

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Sabe que sempre ignoramos completamente os cavalos por onde passamos.

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Mas desta vez achamos que seria diferente. Tínhamos tempo necessário pra fazer uma aula e aproveitar um passeio eqüino.

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Iniciamos o dia tomando um bom café da manhã e zarpando pro que seria o nosso primeiro contato com estes bichos maravilhosos.

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E a coisa degringolou: iniciamos a aula e tudo parecia ir muito bem.

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Com a devida exceção que os cavalos eram imensos e eu e a Dé encontramos sérias dificuldades em manejá-los.

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Resultado? Passeio cancelado e a opção foi conhecer o vilarejo de San Pedro de Atacama.

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Olha, até que saímos no lucro já que o povoado (são apenas 8000 habitantes) é bem bonitinho, parece uma Búzios chilena …

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… e, inclusive, aproveitamos pra conhecer a história de San Pedro de Atacama…

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… através do interessante Museo Gulherme La Paige.

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Fizemos algumas comprinhas (impossível não fazê-las) e …

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… voltamos ao hotel pra fazer uma lunch happy hour e …

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… almoço.

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Que foi servido no formato usual, ou seja, escolhemos a entrada Ceviche de Salmon y três Aji.

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Como principal, a Dé foi de Aji con Gallina e arroz, …

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… e eu, Lomo Saltado com Tacu-Tacu.

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Tudo muito bom e acompanhado do nosso indefectível Sauvignon Blanc.

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Já o passeio da tarde seria o Kamur. Eis a descrição do folheto do hotel:

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Duracion: 2,5 a 3 horas, 2 a 2,5 horas caminando.

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Recorrido a pie: 6,6 km.

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Itinerario: salida del hotel de Larache en van hacia el Valle de la Luna (30 min).

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La caminata sigue por el valle donde és possible apreciar las variaciones de la luz solar y los paisages espectaculares de la Cordillera de la Sal.

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Antes de mais nada, vou corrigir uma informação.

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São 8 km e não 6,6 km conforme anunciado. rs E todos eles foram espetaculares (e pareciam cansativos, se não fosse a preparação da Ju).

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Tivemos várias visões do Vale da Lua (dizem que a Nasa fez experimentos por aqui) …

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… e com um tremendo upgrade, a iluminação do cair da tarde …

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… que mais tarde se transformaria num bonito (mais um) por-do-sol.

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Vejam algumas fotos deste passeio imperdível:

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Voltamos ao hotel, jantamos frugal e rapidamente …

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… Tabule de quinoa pra nós dois,  …

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… Gnocchi ao molho de cogumelos pra Dé, …

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… Pescada a Provençal com batatas e cogumelos assados pra mim …

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… e creme Brulée pra nós dois.

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Tínhamos marcado pra conhecer o Observatório a noite. E o que é isto?

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É simplesmente ter informações sobre o céu do Atacama e melhor, observar através dum super-telescópio tudo aquilo que foi informado.

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E aconteceu o inexplicável de Almeida: a guia veio nos perguntar se podíamos fazer este passeio na noite de amanhã já que tinha acontecido um acidente a tarde e um garoto tinha caído do cavalo!

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Seria uma mensagem subliminar? 🙂

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Atacama I – A chegada e a primeira impressão de tudo.
Atacama II – O deserto em que se anda de bike, nada em lagoa salgada e vê cavernas maravilhosas.
Atacama III – Ô desertinho enjoado, sô!

 

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