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dcpv – day three – canadá – vancouver – voando na nba.

21/09/2019 (vivido em 29/09/2018)

Day three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.

O dia amanheceu broncolhaço.

O que era algo esperado nesta época do ano em Vancouver.

Tomamos o nosso variado café da manhã no hotel …

…e zarpamos pro Canadá Place.

Antes passamos num supermercado …

… ao lado do hotel …

… só pra ver o nível dos ingredientes.

Têm potencial!

Tínhamos uma reserva pra fazer o passeio FlyOver Canada.

Ele é quase um Soarin canadense.

Foi espetacular.

Uma pena que não é possível tirar fotos, mas a experiência toda é um espetáculo.

Aproveitamos pra dar uma passada pela cidade.

E que cidade!

Vancouver é um daqueles lugares que você se apaixona à primeira vista.

E fica pensando o porque de não morar lá? 😀

Aproveitamos pra passar numas lojas que a Cecilia, a nossa guia de ontem, indicou.

E não nos arrependemos.

Tudo é encantador e algumas marcas unicamente canadenses fazem produtos de alta categoria.

Ainda por cima, acompanhamos um protesto de brasileiros.

É, o #elenao é universal! (seria premonição?)

Retornamos ao hotel, pois iríamos almoçar no The Teahouse.

Este restô fica no queridinho Stanley Park.

E é muito charmoso.

Chegamos e a chuva começou a cair.

Pegamos um lugar na parte interna e pedimos somente coisas convencionais.

Abrimos os trabalhos com um mix de entradas.

Hummus, azeitonas, caponata , ricota e nan.

Tudo perfeito.

Acompanhamos com meia garrafa dum ótimo Prosecco natural e chamamos os pretensos principais.

A Dé escolheu uma salada Mediterrânea acompanhada de peito de frango …

… e eu, um “lerrítimo” Fish&Chips, crocante e saboroso.

Estávamos satisfeitos, mas tínhamos que correr.

Afinal de contas, o programa da tarde seria assistir a um jogo da NBA.

Toronto Raptors (o único representante canadense) …

… e Portland Trail Blazers fariam o amistoso da pré temporada da Season 2018/2019.

E, pra variar, o espetáculo foi sensacional.

Pra começar, tinha comprado ingressos prum lugar até que legal, mas não tinha noção que seria no nível da quadra.

Chegamos lá e quando vimos, estávamos atrás da tabela, …

… mas muito próximos da quadra.

Tão próximos, que foi possível ver os grandes astros quase que tete a tete.

Pra eu, que sou um aficcionado, foi inesquecível.

Ver o Kawhi Leonard, o Kyrie Irwing, o Valanciunas, o Danny Green, o Ibaka e outros menos votados tão de perto foi mesmo de tirar o fôlego.

E o jogo foi surpreendentemente bom.

Além de que o clima de qualquer espetáculo destes é memorável.

Nos divertimos muito …

… e tive ainda a possibilidade de pisar na quadra …

… e tudo o mais.

Até as Wags nós vimos.

Quem já assistiu, sabe do que estou falando! 😂

Enfim, curtimos muito e aproveitamos demais o clima da cidade, …

… já que fomos e voltamos a pé pro ginásio.

Corremos mais um pouco (a chuva deu uma apertada), chegamos no hotel e nos preparamos pro jantar.

Que seria no Blue Water Cafe (dica do Álvaro), um famoso restaurante de frutos do mar de Vancouver.

O lugar é muito charmoso …

… e por não estarmos com fome, …

… optamos por degustar somente entradas.

A primeira foi um multi prato com …

… ceviche, …

… tartar de atum, …

…  bolinho de crab …

… e uma tortinha de salmão.

Tudo estava mesmo especial …

… e fechamos com chave de ouro, tomando flutes de Taittinger e duas taças dum vinho branco francês espetacular.

Foi o coroamento de mais um dia especial nesta ótima viagem.

Que venham mais dias assim.

See U.

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.

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dcpv – day two – canadá – vancouver – fazendo city tours, inclusive de … hidroavião.

18/09/2019 (vivido em 28/09/2018)

Day two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de … hidroavião.

Como eu já falei, conhecemos Vancouver há 10 anos.

E certamente não tínhamos noção de como a cidade estava.

A partir disso, o raciocínio lógico foi: precisamos procurar alguém que nos dê dicas sobre a cidade.

Encontrei a Cecília da Vancouver by Locals no santo Google.

E a escolha se mostrou mais do que acertada.

Bom, vamos começar do princípio.

Acordamos cedo, apesar do jet leg, …

… tomamos o nosso lauto café da manhã no hotel …

… e as 9:00 em ponto estávamos no lobby esperando nossa guia.

Nos apresentamos e aí começou o nosso city tour personalizado.

Como o princípio seria nos posicionarmos na cidade, …

… nos deslocamos com a van da Cecília.

Iniciamos reconhecendo a região próxima ao hotel …

… e logo depois chegamos a, …

… segundo a nossa opinião, …

… um dos parques mais bonitos do mundo.

Stanley Park é certamente o Ibiraquera que deu certo!

Rodamos bastante por lá, …

… nos maravilhamos com as cores das folhas de outono, …

… revimos os emblemáticos totens, …

,.. com os seus significados enigmáticos …

… e seguimos em direção a Lions Gate.

As vistas são espetaculares …

… e marcantes.

Passeamos pela English Bay …

… e chegamos ao Granville Island.

Lá tem um mercado com ingredientes de altíssimo nível.

E certamente um lugar que voltaremos muitas mais vezes.

Ele merece este belíssimo fotoblog.

De lá, rumamos para o Park Queen Elizabeth.

E o que é aquela exuberância toda?

Todos os ângulos te mostram uma face maravilhosa …

.. deste belíssimo parque.

O que é aquilo, minha gente?

Tudo é tão lindo …

… que fica difícil escolher o mais bonito.

Demos uma passada rápida na decadente Chinatown …

… e também pela retumbante zona de Gastown.

É claro que tiramos a clássica foto do famoso relógio a vapor …

… e encerramos o tour passando pelo icônico Canadá Place.

Ao nos despedirmos, anotamos um montão de dicas da Cecília …

… que colocaremos em prática (façam este tour. É muito bom!)…

… e voltamos ao hotel pra nos preparar pro passeio da tarde.

Que seria mais um citytour, só que aéreo. Aéreo?

Sim, senhores.

Iríamos pegar um hidroavião da Harbour Air

… e sobrevoar a belíssima Vancouver.

Ah, consegui convencer a Dé a subir na aeronave …

…. apesar das condições serem um pouco, digamos, estranhas. 🙂

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Assim como foi muito cômico escolher o lugar num quase teco teco.

Mas o voo foi brilhante …

… e ninguém reclamou de nada.

Este merece, mais do que nunca, um merecido convite pra participar do happening.

Fotoblog de novo? Claro que sim.

Ao término do passeio, fomos ao encantador prédio da Marinha …

…e a Torre Vancouver Lookout

… para além de ter as vistas aéreas fixas mais bacanas da cidade, …

… ainda sermos brindados …

… com um maravilhoso por do sol.

Cá pra nós, …

… por do sol combina muito bem com Vancouver.

Sente só a maravilha deste skyline?

Ainda aproveitamos o calorzinho reinante, …

…. pra tomar um ótimo sorvete da Bella.

Estávamos com fome e prontos pra ir  jantar.

Fomos ao Botanist, …

… o restô do chiquésimo hotel Fairmont Pacific Rim.

O lugar é muito bacana …

… e a comida não fica atrás.

Iniciamos os trabalhos com a Dé pedindo um Gaspacho muito especial, hiper saboroso.

Eu fui no que eu adoro, vieiras.

Como principal, a Dé escolheu um prato veggie meio estranho …

… e o meu foi um tremendo salmão, saboroso e muito bom!

Tomamos duas flutes de Champagne e duas taças dum vinho branco do Vale de Okanagan.

Resumo da ópera: o dia foi muito produtivo e variado.

Foram varios tipos de city tours, mas todos com o mesmo objetivo: ter uma pincelada de como Vancouver funciona …

… e aproveitá-la ao máximo.

Foi o que fizemos e faremos.

Adiós.

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.

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dcpv – day one – usa/canadá – como chegar em vancouver após divertidas 43 horas.

14/09/2019 (vivido em 27/10/18)

Day One – Usa/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.

A Dé é apaixonada por Vancouver (e eu também).

E foi ela que insistiu que precisaríamos retornar a esta bela cidade canadense.

Estivemos lá em 2005, por apenas 3 dias e adoramos.

Aproveitei que tinha pesquisado um pouco …

… e acrescentei Seattle no roteiro.

Afinal de contas a terra do rock, ou melhor do grunge, e da chuva não poderia ficar de fora.

O problema seria como chegar lá?

Voo direto não existe.

Aproveitamos que estávamos com muitos pontos e compramos passagens para Miami.

E pra não dar zebra pra pegar o outro voo, optamos por ficar 10 horas por lá.

Foi um verdadeiro happening.

Aluguei um Mustang (pela Hertz) e aproveitamos um montão.

Reservamos um day use no Sheraton do aeroporto …

… e fomos passear por downtown.

Iniciamos fazendo uma visita ao museu de Ciências Frost.

É muito interessante, …

… pois tem um belo aquário, …

… com muitas coisas bacanas, …

… um tremendo planetário …

… e é uma construção maravilhosa.

Cá pra nós, o centro de Miami está um espetáculo.

Depois passeamos (tudo foi motivo pra curtir o carrão) …

… pelo renovado Design District, …

… onde constatamos como são bonitos os estacionamentos de lá.

Sim, os parkings são espetaculares!

Como estava muito calor, …

… passamos em Wynwood.

Olha, o lugar também está maravilhoso.

Tem grafites sensacionais pra onde você olha…

… um mais bacana do que o outro.

Wynwood Walls está de cair o queixo.

Este realmente merece um fotoblog.

Era chegada a hora do almoço.

E só poderia ser no nosso queridinho, o Milos, que fica em South Beach.

Continua excelente e muito carismático.

Pedimos a usual e ótima salada grega acompanhada de fresquissimas sardinhas portugas …

… e um peixe branco com aspargos al dente…

… com um ótimo vinho branco grego.

Que maravilha!

Na volta pro hotel, demos uma revisitada no prédio ícone da Bacardi.

Pronto, era chegada a hora do nosso voo pra Seattle.

Passamos um bom tempo no avião …

… e chegamos por volta da meia noite.

A ideia foi pegar o carro na Sixt, …

… dormir no Crowne Plaza que fica lá perto, …

… acordar cedo e zarpar pra Vancouver.

Foi o que fizemos.

O dia amanheceu lindamente com direito a vista do Mt Rainier …

… e das primeiras cores das folhagens de outono, …

… outra das maravilhas da natureza.

Acho que vamos tirar zilhões de fotos destas cores tão vivas.

No caminho pra Vancouver, demos uma parada no Premium Outlets.

É um ponto de compras muito bom e com vistas muito legais.

Uma hora depois cruzamos, pela primeira vez, a fronteira.

Foi muito tranquilo …

… e você só não pode esquecer que é necessário um visto comum pra atravessá-la.

Daí pra frente, foi só passear, …

… continuar nos maravilhando com as autumn falls …

… e chegar ao hotel Shangri La.

Que por sinal é muito bem localizado …

… e tem o nosso perfil (né, Marcello Brito?).

Adoramos hotéis com acento asiático.

O quarto é imenso …

… e tem vistas muito interessantes da cidade.

Aproveitamos pra dar uma situada …

… e fomos caminhar em direção ao Canadá Place …

….onde vimos mais um daqueles …

… memoráveis pores do sol …

… com direito a pouso de hidroavião.

Retornamos pro hotel …

… e fomos nos preparar pra jantar no Market, o restô do JG, o badalado Jean Georges, que fica no hotel.

Ele é moderno …

.. e clássico ao mesmo tempo.

Iniciamos os trabalhos tomando duas flutes da Viuvinha …

… e degustando um pão muuuuuuito crocante.

A Dé pediu um halibut como principal …

… e eu, um veal muito macio acompanhado dum ótimo purê de batatas.

Harmonizamos com um branco da NZ e um tinto italiano, um Barbera D’Asti, ambos espetaculares.

Aí foi só subir 9 andares (de elevador, claro!) …

… e dormir o merecido sono dos justos e cansados.

Até amanhã que, efetivamente, começa a viagem. Ufa, chegamos!

See U!

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dcpv – dia XI e l’ultimo – itália – em roma, literalmente como os romanos.

11/09/2019 (vivido em 14/06/2018)

Dia XI e l’ultimo – ItáliaEm Roma, literalmente como os romanos.

Deixamos este último dia desta inesquecível viagem pra curtir como os romanos.

E como turistas também, que realmente somos.

Ou seja, não teríamos nenhum tour ou nenhuma coisa muito específica pra fazer.

E também faríamos as nossas comprinhas costumeiras de última hora.

Tudo bem que a globalização já tirou aquela coisa de que não se consegue achar bons produtos italianos em SP.

Mas, ainda é muito legal comprar queijos, salames, frutas, verduras e pizzas (???) por aqui.

Opa, calma que vou explicar melhor.

Acordamos um pouco mais tarde, …

… não tomamos o apenas regular café da manhã do hotel …

… e demos um upgrade indo direto pro Caffé Roscioli,..

… que fica perto do Campo dei Fiori.

Olha, foi muito bom.

Pedimos dois tremendos capuccinos, …

… um sanduba com mortadela, …

… um bomboloni …

…e finalizamos com expressos curtíssimos.

Comemos tudo de pé e com um monte de romanos.  Até a Hande nós encontramos.

Dali fomos fazer a feira.

Eu disse que ela está um pouco descaracterizada e é verdade.

Mas a parte referente a produtos frescos continua imbatível.

Resultado? Compramos cerejas, …

… tomatinhos, alho, (vejam só estes ruibarbos!) …

… favas, …

… limão siciliano e alcaparras.

Logo ali na esquina, está a padoca Forno que é uma daquelas instituições romanas.

Compramos um pão romano, uma inesquecível pizza bianca com mortadela e a Dé não resistiu e comeu uns moranguinhos.

Aproveitamos que estávamos perto e …

… demos mais uma olhada no Arco degli Acetari.

Que lugar …

… sensacional!

Voltamos ao hotel pra descarregar tudo …

… e resolvemos dar uma incrementada cultural no dia.

Já que o belíssimo Chiostro del Bramante fica bem ao lado.

Taí mais um lugar imperdível na cidade eterna.

E pra dar um up, …

… se é que isso seria possível, …

… tinha uma exposição do gênio e pintor inglês William_Turner.

O cara era um visionário …

… que já pelos idos de 1800 …

… pintava coisas em aquarela …

… que, certamente, …

… prenunciavam o Impressionismo.

Que o digam Monet, Rothko e quetais.

Olha foi uma aula de técnica e de cultura.

Além do mais, o bar que existe no segundo andar do Chiostro é uma beleza.

É claro que os Aperol Spritz não nos escaparam.

Como era hora do almoço, aproveitamos pra confirmar a reserva numa outra instituição romana, o Armando al Pantheon.

Como era ao lado, nos abastecemos de salumi, formaggio e olio…

… na L’Antica Salumeria.

Como lerê, uma passada básica …

… no belíssimo Pantheon …

… mais uma obra do Adriano, o verdadeiro Imperador.

Chegamos ao Armando e estava lotado.

Mais uma vez eu digo: recomenda-se fazer uma reserva.

E olha que além de nós, alguém também famoso esteve por aqui.

O lugar é clássico e a comida, imperdível.

A Dé escolheu um spaghetti verde, com um molho à base de limão.

Maritou, como dizem os italianos, com um ótimo Bianchetto.

E eu, já que estávamos numa instituição, instituí.

Pedi um bucatini ao cacio e pepe de babar. De babar!

Dois expressos depois e estávamos prontos pra voltar pro hotel.

Só não contávamos com a chuva torrencial.

Que cá pra nós, aumentou ainda mais a beleza de Roma.

Compramos um providencial guarda-chuva e fomos dar uma geral no nosso belíssimo hotel.

Dali partimos pra Piazza del Popollo.

A ideia seria andar pela zona comercial e continuar com algumas comprinhas.

É claro que a passada pela Piazza di Spagna era obrigatória.

Só não contávamos com a volta do sol, que deu um toque todo especial a tudo….

… e a chegada pelo lado oposto, acabou evidenciando a beleza da Piazza …

… ser sem ofuscada pela magnífica Scalinata …

… e pela Barcaccia.

Continuamos pela vil dei Condotti …

… (incrível como tem gente que compra na Louis Vuitton) …

… e chegamos à nova La Rinascente.

Tudo é incrível, …

… mas o último andar supera os limites.

Lá fica o Food Hall.

Sim, um monte de coisas pra serem compradas e degustadas.

Compramos azeites, pastas, molhos, …

… e decidimos encerrar esta parte do dia com duas flutes dum bom Champagne francês.

A ocasião merecia.

Cansados, optamos por pegar um táxi e retornar com as muambas pro hotel.

Pensam que o dia acabou? Nananinaná.

Ainda tínhamos que cumprir o planejado desde o projeto da viagem.

A importação de pizzas da nossa pizzaria favorita.

Da Baffetto é um daqueles lugares ame-o ou deixe-o.

Não precisa nem dizer que nós amamos (até o Al Pacino trabalha lá).

Quase tudo é desorganizado, com um serviço meio caótico, mas a pizza é inesquecível.

Tanto que numa reunião de família decidimos repetir o plano de 5 anos atrás.

Sim, esta seria a segunda vez que levaríamos pizzas romanas pra comer na grande Ferracci di Vasconcelli e tudo deu certo.

Comemos a nossa margherita lá mesmo, tomamos um bom bianchetto em copos “esquisitos” …

… e falamos pro Paulo, o garçom que queríamos duas pra levar pro Brasil.

O cara deu risada, mas depois entendeu a maluquice.

Pronto, com as pizzas ainda quentes na mão, estávamos indo pro hotel, …

… quando passamos na frente da Cul de Sac, a nossa enoteca preferida.

É claro que a Dé concordou e perto da meia noite …

… estávamos lá curtindo as nossas duas últimas taças dum buoníssimo bianchetto.

Ufa! Que dia, que noite, que viagem!

Tudo correu perfeitamente …

… e nos divertimos como nunca.

Se bem que no nosso caso, vir pra Itália é quase como passear na casa da Nona.

Não tem como não gostar!

O resto foi acordar bem cedo, …

…em mais um dia maravilhoso, …

… pegar um voo diurno, …

… e curtir muito …

… com o bom astral da Alitalia …

… e com a verdadeira aula de geografia …

… que a janelinha nos oferecia.

Nunca gostei tanto de um voo diurno.

Arrivederci, Itália (esta é a pizza, já pronta na Nova Toscana) …

… e que venha a Puglia. E a Sicília. E Roma …

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.
dia IX – Itália – Roma – Mais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.
dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana.

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dcpv – dia X – itália – roma – mais uma bate e volta: caramba, eu não sabia que tivoli (villas adriana e d’este) era tão bacana!

09/09/2019 (vivido em 13/06/2018)

Dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana!

Hoje o dia seria de surpresa total.

Queria conhecer Tivoli (e as Villas Adriana e D’Este) em alto estilo.

Para tanto, cotei alguns tours com guia e transporte privativo.

Confesso que levei um susto com os preços, coisa de 700€!

Parti pra outra coisa mais light.

E acabei caindo no queridinho Get Your Guide.

Fiz a reserva pagando cerca de 70€ por cabeça e pronto.

As 10:00 hs estávamos no escritório da empresa (fica em Termini) pra iniciar a nossa aventura.

Chegamos lá e percebemos que o grupo era bem eclético.

Formado por 3 mexicanas, 1 canadense, 1 australiana, 1 americana, 1 italiana e 10 indianos além de nós dois, ítalo-brasileiros. Sim, a maioria era de indianos.

Como o tour não poderia ser em indiano, acabou sendo em inglês mesmo e num ônibus.

O caminho de Roma até Tivoli é relativamente curto.

Foi o suficiente pra nossa ótima guia passar as informações necessárias sobre os lugares que visitaríamos.

Chegamos na Villa Adriana meia hora depois.

E, pra variar, o lugar é espetacular.

São ruínas da mansão feita pelo Imperador Adriano, no século I, …

… e que acabam por te mostrar como seria viver naquela época sendo um verdadeiro imperador.

A megalomania dele está estampada em tudo.

Mas a inteligência e a cultura também.

Como ele era praticamente um arquiteto (o Pantheon também foi obra dele) …

… e viajante, gostava muito de incorporar os seus conhecimentos às suas construções.

Portanto, a Villa Adriana toda é muito organizada …

… com setores muito bem definidos e …

… confortáveis.

Até uma tremenda academia, …

… ele tinha.

Fora as piscinas …

… com toda a ormanentação ….

… que as tornam super charmosas.

Saímos de lá um pouco molhados …

… (choveu um pouco) …

… mas, felizes por adquirir tantos conhecimentos.

O tour ainda incluía um almoço.

Confesso que não tínhamos grandes expectativas, se bem que estávamos na Itália.

Aproveitamos pra conhecer …

… o centro charmoso de Tivoli …

… e comer na Trattoria del Falcone.

Iniciamos com uma pasta a carbonara (al dente e muito boa) …

… e continuamos com um excelente penne al sugo.

Enfim, foi muito bom e divertido.

Dali, fomos para a Villa D’Este que é muito próxima do centro histórico.

E o lugar todo é estrepitoso.

Começa que a construção em si já é um espetáculo.

São várias salas com afrescos …

… muito bem pintados por grandes artistas.

Mas quando se chega aos jardins …

… aí você vê vê como o Cadeal D’Este era pra lá de megalômano também.

Só o barulho da água correndo …

.. já seria o suficiente pra despertar a curiosidade.

Mas as imagens, como diria o Datena, são fortes!

Pra cada lado que você olha, …

… se vê …

… e se degustam …

… vistas de tirar o fôlego.

As fotos são bacanas …

… mas não representam metade da beleza de tudo.

Segue o mais que necessário e obrigatório fotoblog.

Ufa, foi sensacional e inesquecível.

Deu pra perceber que recomendamos fortemente este bate e volta pra Tivoli.

A volta foi tranquila …

… e logo estávamos perambulando por Roma.

Um ótimo sorvete do Giolitti e estávamos prontos pra jantar bem.

Este dia merecia um grand finale.

E foi o que fizemos.

Fomos a pé até o L’Arcangelo …

… só pra descobrir porque o seu chef foi denominado o rei do supli.

E na verdade, encontramos uma cozinha de primeira categoria.

O lugar todo é muito bacana e foi uma grande sacada colocar carrinhos miniatura na mesa.

Brinquei muuuuito. Hahaha

Mas a comida não era brincadeira.

Iniciamos pedindo uma salada de vegetais com guanciale e pão torrado (fresquissima e crocante) e os óbvios supli, bolinhos que poderiam ser descritos como uma mistura de coxinha e croquete de batatas.

Ótimos, tanto que esquecemos de tirar fotos! Hahaha

Harmonizamos, ainda mais depois da aula de ontem, com um boliccini rosé.

Como principais, a Dé foi no peixe do dia com vegetais ligeiramente cozidos e um molho com base em limões que estava muito bom.

Eu, escolhi um prato do dia, um linguini al dente com um tipo de ova de peixe.

Bom e marítimo, que combinou muito bem com o bianchetto da casa.

Terminamos com uma especialidade italiana, o expresso forte e curto.

Sensacional.

Só nos restou chamar um táxi (estava chovendo muito) e dormir o sono dos justos.

Ah, Roma é muito linda também com chuva. Que novidade!

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.
dia IX – Itália – Roma – Mais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.

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dcpv – dia IX – itália – roma – mais um bate e volta: frascati, aquela dos vinhos. ah, tem o mercato centrale.

074/09/2019 (vivido em 12/06/2019)

Dia IX – Itália – RomaMais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.

Aproveitando que já conhecemos bastante os lerês de Roma, …

… resolvemos descobrir bons bate-voltas da cidade.

Como já tínhamos ido pra Viterbo e Civita di Bagnoreggio em outra viagem …

… pesquisei e encontrei outros.

Um foi Ostia Antica, …

… uma cidade preservada e muito interessante.

Hoje fomos pra Frascati.

Sim, pra quem gosta de vinhos, Frascati é um local um tanto quanto discutível.

Temos no Brasil a imagem de que os vinhos desta região são muito comerciais e sem muita qualidade, mas não é bem assim.

Existem muitos DOCG sendo feitos por lá.

Com isso em mente, fechei um tour com a Old Frascati Wine Tours pra conhecer a cidade e uma vinícola em meio dia.

O encontro com o guia seria na própria estação da cidade.

Nas instruções constavam todos os dados, …

… inclusive, que seria necessário chegar um pouco mais cedo em Termini …

… e prestar bastante atenção no painel informativo das partidas, …

…pois elas costumam ser atualizadas a cada minuto e as plataformas são imensas.

Não precisa nem dizer que perdemos o trem e o tour, né? (ainda bem que não tínhamos pago nada)😀

E como sempre, um plano B entrou em ação …

… já que o próximo trem partiria somente duas horas depois.

Foi assim que resolvemos um problema na internet do nosso celular …

… e também visitamos o novo Mercato Centrale Roma.

O lugar é sensacional e serviu pra marcamos almoço por lá na volta.

Com tudo organizado, pegamos o trem desta vez na hora certa …

… e fomos finalmente para Frascati.

A cidade fica a somente meia hora de trem de Roma …

… e logo, logo aportamos por lá.

Ela é surpreendentemente charmosa …

… com ruazinhas bonitas …

… e alguns lugares muito bacanas.

Exemplos disso, são a Catedral …

… e a Villa Aldebrandini.

Ainda tentamos tomar um legítimo Frascati e conseguimos.

Tudo bem que ele era bem meia boca, mas cumprimos com o nosso objetivo. Hahaha

Demos uma corridinha e pegamos, desta vez, sem perder, o trem da volta.

Mais meia hora duma viagem tranquila e confortável …

… e estávamos prontos pra experimentar as iguarias italianas do Mercato Centrale Roma.

Primeiro, deixa eu explicar como é o lugar: todo transado, …

… moderníssimo …

… e com vários estabelecimentos com pedigree.

Ou seja, pães especiais num lugar, vinhos no outro, fritos aqui, pizza acolá, …

… enfim, uma verdadeira festa.

Iniciamos a nossa com um talho duma pizza genuinamente romana, de mozzarella e batata. Uma delicia!

Procuramos um lugar pra sentar, …

… compramos duas taças dum bianchetto Grecco di Tufo …

… e a Dé escolheu uma salada montada pelo Beppe, do famosa queijaria Beppe i Suoi Formaggi …

… assim como eu fui num sanduba de porqueta espetacular.

Tudo ótimo e aí está um lugar pra se voltar várias vezes mesmo.

Voltamos pro hotel pra dar uma refrescada, …

… o calor estava de matar, …

… e para nos preparar pruma degustação de vinhos que eu acertei com o pessoal da Vino Roma.

A ideia toda é muito legal.

Éramos só eu e a Dé …

… e a Hande, nossa guia, nos mostraria 5 tipos de vinhos italianos dos mais diferentes …

… e naturais, …

… além da harmonização …

… e da modificação de sabores que os ótimos queijos,…

… salumi …

… e legumes …

… conseguem fazer nos vinhos.

Foi realmente uma noite inesquecível …

… onde aprendemos um monte de coisas interessantes …

… além do papo todo, …

… uma parte em inglês, outra em italiano, …

… que foi agradabilíssimo.

Ficou a certeza que duma próxima vez em Roma, …

… aproveitaremos ainda mais as informações que o conhecimento da Hande pode nos proporcionar.

Pra melhorar, se é que isso seria possível, …

… a Vino Roma fica ao lado do Coliseu.

Como todo übermodel que se preza, …

… ele se mostrou totalmente pra nós, …

… com uma iluminação fantástica …

… e com aquele charme todo que só ele tem.

Resolvemos andar até a máquina de escrever …

… e pegamos um táxi pro hotel, …

… porque estávamos pregados.

Caramba, como se anda em Roma!

Também, com esta beleza e esta história …

… é necessário caminhar o máximo possível mesmo.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.

 

dcpv – dia VIII – itália – roma alternativa: mercado de testaccio.

04/09/2019 (vivido em 11/06/2019)

Dia VIII –  ItáliaRoma alternativa: mercado de Testaccio. 

Hoje o passeio seria por uma região não muito conhecida por turistas.

Acertei um tour por Testaccio e Trastevere (de novo!) que a princípio seria gastronômico …

… mas que se transformou num saboroso passeio com conotação histórica.

Marcamos com o excelente guia Maurizio as 10:00 hs, em pleno Testaccio num café.

E como foi que chegamos nele?

O nosso conselheiro Marcello Britto indicou a Katie Parla como uma pessoa que dá excelente dicas gastronômicas de Roma.

Daí a chegar no seu blog e descobrir que ela faz tours específicos por Roma foi um passo.

Fechado o negócio (a resposta deles é imediata) …

… escolhemos o Testaccio por ser um local, digamos, trendy.

Iniciamos conversando com o Maurizio sobre as nossas preferências …

… e tomando um ótimo expresso.

Andamos pela região …

… enquanto ele nos informava que o bairro era originalmente local de matadouro de diversos animais.

Vimos varias macellerias, os açougues …

… e chegamos ao novo Mercatto do Testaccio.

São varios boxes especializados em tudo o que é bom.

Carnes (ops), …

… mel, …

… massas, …

…frutas, …

… legumes …

… fresquíssimos …

… e saborosos, …

… além de comidas prontas tipicamente romanas.

Ainda era muito cedo pra experimentar, …

… mas mesmo assim compramos algumas coisinhas.

Continuamos caminhando …

… pela atraente região …

… e o Maurizio nos mostrou o lugar onde era originalmente o matadouro.

É claro que ele foi desativado, …

… mas o que restou dele está sendo transformado …

… num bonito centro cultural.

Mais um bom exemplo de aproveitamento excepcional de áreas abandonadas (coisa que não fazemos).

Como complemento, visitamos um cemitério belíssimo.

Sim, belíssimo e nada tétrico …

… com varias curiosidades.

Algumas celebridades estão enterradas ali …

… e até uma pirâmide enorme foi construída pra ser o mausoléu, de, adivinhem, um milionário.

Ah, uma ótima curiosidade, é que o Monte Testaccio, …

… com os seus 35 m de altura …

… foi totalmente construído artificialmente com ânforas quebradas. …

… que eram usadas para transporte de óleo.

Ou seja, uma tremenda obra de engenharia feita com 53 milhões de ânforas.

Um espetáculo!

De lá, fomos pra o Trastevere.

O calor era senegalesco, …

… mas mesmo assim, podemos perceber a diferente …

… e também bonita arquitetura particular de lá.

Atravessamos todo o bairro, …

… vendo construções lindíssimas…

… passando por um biscoitifício bem antigo …

… e, óbvio, fazendo mais algumas comprinhas.

Andamos mais um pouco …

… e finalmente encontramos um oásis.

Foi ali que tomamos Aperol Spritz à vontade.

Dois pra cada um.

Uma beleza!

Nos despedimos do Maurizio agradecendo pelo tour espetacular.

Continuamos voltando em direção ao hotel …