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dcpv – jour treize – frança – paris – dia histórico: o encontro de Klimt, Miró e Michael Jackson.

08/01/2020 (muito bem vivido em 16/12/2018)

Jour treize – França – ParisDia histórico: o encontro de Klimt, Miró e Michael Jackson.

Pode parecer um samba do crioulo doido, mas não é.

Com o problema dos Gilets Jaunes ontem, o Grand Palais ficou fechado …

… e nós não conseguimos ver as expos do Miró e do Jacko.

E como tínhamos marcado o Atelier des Lumières do Gustav Klimt para hoje, acabamos juntando tudo num só domingo e melhor, na nossa despedida.

Seria correria, mas certamente muito bem recompensada.

Iniciamos indo atrás dum bom café da manhã …

… o mais próximo possível do Marché Raspail.

Ele acontece sempre aos domingos …

… e é uma feira livre totalmente orgânica.

Demos uma boa olhada, mas não achamos nada de muito surpreendente.

Ainda gostamos mais dos mercattos italianos.

Puro corporativismo! 🙂

Aproveitamos pra tomar um café num daqueles cafés parisienses mesmo.

O tempo não estava muito bonito, mas pelo menos tinha parado de chover.

Quando voltávamos pro hotel, …

… vimos uma loja de queijos com um dono muito simpático.

Pronto!

Compramos 3 baguetes e mais dois queijos, tudo para importação.

Voltamos pro hotel, …

… pegamos um táxi …

… e logo estávamos no Atelier des Lumières (o “nosso” atelier).

A filosofia deles é fazer projeções de altíssima definição …

… em grandes galpões …

… com uma trilha sonora feérica …

… ou seja, definitivamente te inserir na obra do artista.

Neste caso, Gustav Klimt.

Sim, aquele do Beijo.

Chegamos no horário da nossa reserva (faça) …

… adentramos ao salão …

… e tomamos a pancada.

O negócio todo é muito lindo …

… e extremamente emocionante.

Já tínhamos visto coisa parecida antes (na Provence, com o VanGoh em Dubai), …

… mas nada se assemelha a essa experiência.

Tudo é muito envolvente …

… e chega ser emocionante demais.

Choramos muuuuito! 🙂

Se tiver oportunidade, vá!

Você não irá se arrepender.

Dentro do programa, ainda existiam mais duas projeções com artistas/grupos …

… diferentes …

… mas a do Klimt é incomparável.

Devaneados, …

… partimos pro Grand Palais.

Chegamos e fomos direto pra Expo do Miró.

Outra maravilha!

São muitas e muitas obras …

… deste grande gênio espanhol …

… e de todas as fases …

… da sua esplendorosa carreira.

Telas mirososas, …

… telas nem tanto, …

… esculturas quase que tradicionais …

… outras daquelas malucas tão identificadas com ele, …

… que você nem percebe a multidão…

… que está lá junto com você.

Eis outra experiência inesquecível.

Faltava só a última.

Que seria a sobre o Michael Jackson.

A ideia toda seria mostrar obras feitas por variados e famosos artistas sobre esta figura tão icônica …

… e contraditória.

Até que o conjunto todo é bastante interessante …

… mas saímos de lá um pouco decepcionados.

Até porque, quando se fala do rei do pop, …

… o teu cérebro pede por performance.

Seja visual, seja sonora.

E esta exposição não entrega quase nada nestes quesitos.

Acho que o próprio Jacko, se vivo fosse, …

… também não gostaria da exposição.

E achamos que se a sua produção fosse feita …

… pelos mesmo pessoal que fez a do Klimt …

… ela corresponderia às nossas expectativas.

Enfim, foi divertido, …

… mas como expectativa é fogo, …

… ficamos com cara de quero mais.

Voltamos pro hotel, …

… e retornamos à Beaupassage.

Queríamos ver o lugar com a luz do dia.

E, neste caso, não nos decepcionamos nada.

Tudo parece estar no seu devido lugar …

…e aproveitamos pra almoçar na opção saudável da chef Anne Sophie Pic.

O lugar é quase uma lanchonete com várias opções de comidas em potinhos de vidro, …

… fechados no estilo tupperware.

Escolhemos algumas coisas que eram gostosas, mas nada no pique da Pic (ui!).

Como diriam por aí, está ticado! 🙂

Ainda deu tempo de comprar mais algumas baguetes na “padocá” da Beaupassage …

… e dar uma última investida na Grande Epicerie.

Caramelos salgados, manteigas dos mais variados tipos e Champagne.

Caramba, porque a gente sempre acha que fica pouco tempo em Paris? (sou só eu que acha esta mulher é cara da Letícia Sabatella?)

Sempre é pouco tempo!

Au revoir mesmo.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.
jour Onze França – Paris – Passeios gastronômicos com e sem chef.
jour Douze – França – O dia em Paris parou com os gilets jaunes e nós estávamos lá.

.

 

 

dcpv – jour douze – frança – o dia em paris parou com os gilets jaunes (e nós estávamos lá).

07/01/2020 (corrido em 15/12/2018)

Jour douze – FrançaO dia em que Paris parou com os gilets jaunes (e nós estávamos lá).

Acordamos animados.

Não é todo dia que se tem a oportunidade de contemplar exposições sobre dois gênios: MiróJacko.

Era o programa matutino no Grand Palais.

Só não contávamos com os Gilets Jaunes.

Bom, iniciamos o dia tomando o nosso café da manhã como os franceses, …

… num café e fofocando sobre todos que passavam na nossa frente. 🙂

Frise-se que o sol nasceu magistralmente, …

… mas quando retornamos, já estava nublado e muito, mas muito frio.

Dei uma olhada no site do Grand Palais e lá informava que o museu estaria aberto, apesar das manifestações previstas.

Pegamos um táxi e a coisa começou a ficar estranha quando a polícia bloqueou o trânsito.

O nosso motorista deu uma volta imensa pra descobrir que toda a região em volta da Champs-Elysées estava bloqueada.

Resultado?

Nos deixou próximo da Ópera e segundo ele, era só ir reto que chegaríamos ao Grand Palais.

Doce ilusão!

Passamos por várias barreiras que bloqueavam a circulação, conseguimos andar muito até chegar nas Tuilleries e passar pro outro lado do Sena.

Estava tão frio …

… que tivemos que dar uma parada num café …

… pra dar uma boa reabastecida.

Continuamos o nosso périplo …

… até descobrirmos o óbvio!

Grand Palais estava fechado! 😀

Tivemos que voltar na direção do hotel …

… passando pelo Champ de Mars …

… e tentamos encontrar uma loja de vinhos no caminho (que bela foto).

Compramos alguma coisa …

… e, finalmente, pegamos um táxi pro hotel (frio demais).

A chuva apertou …

… e o jeito foi almoçar na La Grande Epicerie.

E pizza!

Por sinal muito boa e napolitana de origem.

Claro que acompanhamos com taças de Champagne brut. Não somos de ferro!

Demos mais uma volta por Saint-Germain e descobrimos que os Gilets Jaunes estavam por aqui também.

Foi uma verdadeira zona. Polícia pra todo lado e uma manifestação mais do que pacífica dos coletes amarelos.

Com chuva forte e tudo, fomos comprar queijos, …

… numa das dicas que o grande Luiz Horta nos deu.

Fromagerie Quatrehomme é uma  maravilha.

São mais de 200 tipos de queijos …

… que você quase não tem ideia do que escolher.

Aí aparece o trabalho dos atendentes (no nosso caso, o Christophe) que teve a maior paciência e nos ofereceu …

… um montão para experimentar e levar pra casa, já que ele embala tudo a vácuo.

Absolutamente perfeito.

Voltamos pro hotel, debaixo de chuva …

… com uma outra passadinha básica na Grande Epicerie …

… e debaixo de chuva, fomos jantar.

E no Allenotheque, o bistrô do chef Yannick Alleno.

A ideia toda é fazer uma comida um pouco menos elaborada, mas muito mais barata que a do restaurante estrelado dele.

Começa que o lugar onde ele fica é uma beleza.

Beaupassage é formada por um conjunto de grandes estabelecimentos gastronômicos, …

… entre eles a Pic, o Pierre Herme e outros menos votados.

Agora o Allenotheque é especial.

É uma mistura de restaurante, cave de vinhos e loja.

Chegamos nos aboletando na nossa mesa reservada (faça sempre isso).

E como tivemos um pequeno problema com o dia da nossa reserva, acabamos ganhando duas taças de um brut Billecart Salmon.

Bela e gostosa gentileza da casa.

A Dé escolheu como entrada o que ela mais gosta (depois de mim), alcachofras. 🙂

Que prato bonito!

Eu, marítimo que sou, fui de tratar de vieiras com abacates.

Perfeitos.

Como principais, a Dé foi de gnocchi coberto com mozarela de búfala …

… e eu, um salmão escocês com uma espuma de batata.

Pratos absolutamente maravilhosos, com vinhos brancos tanto quanto.

Enfim, foi certamente, o melhor custoxbenefício de toda a viagem.

Só nos restou retornar para o hotel debaixo de chuva e arrumar as nossas “n+10” garrafas de vinho nas malas.

Haja sono dos justos!

Sabe que, no final, foi muito interessante ver Paris totalmente parada, pacífica e sem saber o que poderia acontecer?

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.
jour Onze França – Paris – Passeios gastronômicos com e sem chef.

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dcpv – jour onze – frança – paris – passeios gastronômicos com e sem chef.

05/01/2020 (curtido em 14/12/2018)

Jour onze – França – ParisPasseios gastronômicos com e sem chef.

Hoje seria um dia bem gastronômico.

O iniciaríamos com um tour com a chef brasileira Karen, …

… que nos daria dicas legais …

… sobre a cena gastronômica da região central de Paris.

Tomamos um café da manhã num lugar clássico, o Les Deux Magots.

Tudo muito especial, …

…inclusive, com o simpático garçom nos conseguindo algumas toalhas de papel do estabelecimento prum amigo especial (né, Luiz Horta?).

E de lá, pegamos um táxi pra região da Ópera.

Iríamos encontrar com a Karen em frente a Fauchon.

E as 10:00 em ponto lá estávamos nós e a Karen.

Apresentações feitas, iniciamos propriamente o tour.

Ele gira sobre locais onde ingredientes especiais são vendidos.

E a Karen nos indicaria estes estabelecimentos, bem como nos forneceria infos especiais sobre eles.

A primeira parada foi na famosa loja de mostardas da Maille. Quase todo brasileiro conhece esta marca, mas essa loja conceito é uma beleza.

Lá você encontra diferentes tipos de mostardas e melhor, tem a possibilidade de comprá-las …

… como antigamente, ou seja, levando os recipientes usados e …

… reabastecendo-os. Muito interessante!

Passamos também por uma Maison de caviar. Foi uma aula e ficamos tão entusiasmados que nem tiramos fotos! rsrs

Próxima parada, Maison de la Truffe.

Eles são especializados tanto na trufa negra, como na branca.

E claro que compramos alguma coisa, …

… porque o mercado estava altamente comprador.

A próxima descoberta seria um fornecedor de queijos e frios do País Basco francês, o Pierre Oteiza.

Queijos, salames e muitas coisas mais foram comprados e experimentadas.

É claro que quando se fala em gastronomia, não se pode esquecer do Pierre Hermé.

Seus macarrons são inesquecíveis.

Dando continuação e num pedido especial, …

..passamos no Cédric Groulet.

Uau, que loja. Uma variedade não muito grande de doces, …

… formatam uma espetáculo que mais parece um daqueles balés bem ensaiados.

Os doces são muito bem bolados …

… e as embalagens, tanto quanto.

Não temos nada pra falar contra o Cédric. 🙂

Continuamos andando e gostando de absolutamente tudo.

Ainda passamos na padoca do Eric Kayser, …

… um estabelecimento consolidado …

… e com um respeito imenso à qualidade dos alimentos.

Penúltima parada deste maravilhoso tour: a Kusmi Tea.

Chá é com a Dé e ela adorou.

Finalizamos indo na Casa de Especiarias Roellinger.

Tudo muito aromático …

… e com várias aplicações.

Pronto, o nosso tour tinha terminado.

E ficou acertada que, pra quem gosta de gastronomia este é o tour a ser feito em Paris (atualizando, a Karen está se especializando nas mais variadas experiências gastronômicas. Qualquer dúvida, entre em contato).

Como era hora do almoço e pela proximidade, resolvemos escolher o nosso queridinho, o Leon de Bruxelles.

É um lugar onde se comem os melhores mariscos do mundo e acompanhados de fritas à vontade.

Foi uma festa. Moulles et frites formam a dupla perfeita.

O nosso próximo tour seria interessante, curioso e …

… nas Galeries Lafayette …

… que obviamente estava …

… toda enfeitada pro Natal.

O nosso objetivo seria assistir a um desfile de modas.

Sim, a Lafayette faz um tour onde você se senta próximo duma passarela e fica vendo os modelos desfilarem como aqueles grandes que acontecem na capital francesa.

Olha, é meio fake, mas é muito legal …

… e bastante curto.

Dura cerca de 30 minutos.

Se quiser ter esta experiência, reserve no site do Get Your Guide.

Na correria e de última hora, …

… resolvemos fazer o tour pra conhecer a Ópera internamente.

Também é demais, …

… porque o passeio é autoguiado (tem áudio guia em português) …

… e você fica sabendo quase tudo …

… sobre como foi construída esta maravilha …

… da arquitetura mundial.

Cá pra nós, o Garnier era uma fera!

Todos os detalhes foram pensados pra que qualquer espetáculo que ocorra lá …

… seja “o” espetáculo.

E o que é aquela sala?

Da próxima vez, vamos assistir a qualquer coisa ali …

… só pra ter esta experiência.

Na volta pra Lafayette, passamos na Rue Édouard …

… onde estão umas obras de arte contemporâneas …

… que são linhas pintadas em vários prédios …

… e formam figuras tridimensionais muito interessantes.

Vi no Conexão Paris e não resisti.

É realmente imperdível!

Pronto, retornamos pra Lafayette.

Ufa!

Tínhamos marcado mais um tour por lá (eles têm vários. Você sabia?).

E este seria sobre vinhos.

Dois dos enólogos da Lafayette Alimentação …

… iriam nos mostrar, …

… através das taças, …

… um panorama sobre a maioria das regiões vinícolas francesas.

E o objetivo foi alcançado.

Foi uma conversa bem descontraída (em inglês) …

… onde reforçamos o que já sabíamos …

… e aprendemos muitas coisas novas.

Taí um “curso” indicado pra todos, especialmente os que estão se iniciando nesta arte.

Totalmente cansados, resolvemos retornar pro hotel.

Como não tínhamos reservado nada pro jantar fomos conhecer o famoso bar do Lutetia.

E ele é muito charmoso.

Não íamos beber nada, quando topamos com o nosso vinho preferido ever na carta.

Estamos procurando há um tempão e não encontramos o branco bordalês Chateau Latour Martillac.

O jeito foi tomar uma garrafa, … 🙂

… comer uns frios e uns queijos …

… e ir dormir o sono mais do que dos justos.

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.
jour Dix – França – Grafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: p… -que o Paris.

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dcpv – jour dix – frança – grafitti em belleville, space invaders e barco do ducasse: p… que o paris!

03/01/2020 (vivido em 13/12/2018)

Jour dix – FrançaGrafitti em Belleville, Space Invaders e Barco do Ducasse: Pque o Paris!

Nada como acordar em Paris, né?

É mesmo.

Ainda mais quando se está na Rive Gauche …

… e no hotel Lutetia.

Tomamos um café no hotel mesmo, …

… por sinal, excelente, …

… pois tínhamos pressa pra sair e …

… chegar no horário no nosso tour que seria em Belleville  …

… um bairro não muito conhecido por turistas …

… mas que é bastante interessante.

E seria mais ainda pra nós, porque o nosso passeio …

… constaria justamente em ver os lugares …

… onde são/foram feitos o melhor da Street Art parisiense.

Pode parecer meio maluco, mas achei o conteúdo deste tour muito interessante.

Pegamos um táxi, com um daqueles motoristas franceses ranhetas …

… e muito divertidos.

E o passeio foi longo, quase uma hora do hotel até o ponto de encontro.

Que seria no teatro Menilmontant.

Chegamos no horário, …

… e o nosso guia, o simpático Thon Thon estava nos esperando.

Como o tour seria privado, …

… iniciamos curtindo a rua du Retrait.

Todos os habitantes de lá …

… gostam muito de Street Art …

… e isso é visto …

… nas paredes de quase todos os prédios.

Incrível, o bom gosto …

… e a leveza dos grafittis.

É claro que o passeio todo merece um fotoblog.

Mas além disso, o Thon Thon acrescentou muitas boas infos.

Desde coisas dos bairros visitados …

… (Belleville e sua vista inclusos) …

… assim como um joguinho interessante, o Space Invaders Paris (clique aqui para o download)

É quase como caçar Pikachus, …

… mas você procura figuras parecidas com os Space Invaders …

… que estão por toda parte, aponta o seu celular, lê estas figuras …

… e marca pontos quando elas realmente pertencerem ao jogo (existem algumas falsas).

É muito legal e te faz ver Paris de uma forma diferente!

A Dé baixou e virou uma exímia caçadora.

Continuamos andando, …

… (andamos muuuuuuito) …

… e vendo diferentes tipos de Street Art …

… em todos os cantos dos bairros.

Fecharíamos o tour num ponto qualquer de Belleville …

… mas o guia fez questão de nos deixar na porta do restaurante onde almoçaríamos.

Mas ainda passamos num montão de pontos pra reconhecer os Space Invaders Paris (esta obra toda é de um artista desconhecido)…

… e retornar a lugares que sempre gostamos …

… como o Marais …

… e o Centre Pompidou.

Logo, logo, estaríamos na porta do La Dame de Pic.

Pra quem não sabe, Anne Sophie Pic foi a primeira mulher a ter 3 estrelas no Guia Michelin.

E o restaurante todo tem uma aura muito feminina.

Além de que o staff todo é muito simpático.

Estranhei, mas a Dé resolveu escolher o menu degustação (acho que foi corporativismo 🙂 ).

É claro que vieram alguns amuses.

A Dé iniciou com uma entrada de legumes em vários formatos.

A minha foi um foie gras muito suave.

Continuamos com, tanto pra mim como pra Dé, maravilhosos ravióli de brie com leite de batata e infusão de lemon pepper.

Nos principais, escolhemos frutos do mar e da terra, respectivamente.

A Dé foi de Monkfish iodized covered with a crispy coockies and Combawa emulsion.

Eu, The Black Angus beef chuck, melting shalots with marrow salsify in two ways.

Sensacionais!

Finalizamos com um milfolhas bem diferentão e saboroso pra Dé …

… e um maçã quente com sorvete de whisky, pra mim.

Tomamos Champagne, vinhos brancos e tinto, tudo da casa.

Olha foi um daqueles almoços sensacionais mesmo.

É claro que depois desta esbórnia, …

… resolvemos retornar a pé …

… pro hotel …

… curtindo mais um por do sol parisiense.

Demos uma pequena descansada …

… e fomos dar um giro por Saint-German.

Acabamos passando na Grande Epicerie …

… e sem querer encontramos com a panela mais bacana que já vimos (dica da Nina Horta).

Vai diretamente pra Nova Toscana! 😀

Já estava quase na hora do jantar e hoje iríamos experimentar a nova empreitada do grande chef Alain Ducasse.

Ele tem um barco super moderno que dá uma volta de quase duas horas pelo Sena com uma gastronomia muito boa.

É claro que não dá pra esperar o resultado como se tudo fosse feito numa cozinha normal de um restaurante, mas o conjunto todo funciona muito bem.

Vejamos: logo de cara você é colocado numa mesa onde bem em frente está a Torre Eiffel iluminada.

Chega a ser covardia a quantidade de fotografias que se tira.

Logo depois, são servidas flutes de Champagne.

O tipo de menu é escolhido no momento da reserva (tudo é feito através do site Ducasse Sur Seine) …

… e você só tem o trabalho de escolher os pratos entre as opções.

A preentrada, um salmão defumado foi servida para todos, assim como o vinho branco Pessac Leognan.

Escolhemos entradas diferentes. A Dé foi de veloutè …

… e eu, de lagosta.

Como segunda entrada, a Dé legumeou novamente e eu, foiegrasieie (note que as fotos estão bem mais ou menos por causa da escuridão).

Por enquanto tudo ótimo, …

… assim como a paisagem …

… porque é realmente especial …

… ver Paris iluminada…

… e em quase toda a sua extensão.

Estávamos nos divertindo muito …

… quando o principal que nós dois escolhemos chegou: vieiras ao ponto com aspargos nem tanto (moles pacas!).

Continuamos nos deliciando com o passeio …

… e com a estabilidade do barco (a Dé nem sentiu!).

Enfim, é um tour bem bacana e recomendamos muito.

Ainda curtimos mais um pouco a visão da belíssima tour iluminada e corremos pra pegar um táxi, …

… com um motorista muito legal que falava que entendia português, mas só se comunicava em italiano.

Só dormindo e descansando pra parar de dar risadas! 😀😀

Au revoir!

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.
jour Neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual.

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dcpv – jour neuf – frança – como diria o grande tim: de champagne à paris, não há nada igual!

01/01/2020 (curtido em 12/11/2018)

Jour neuf – França – Como diria o grande Tim: de Champagne à Paris, não há nada igual!

Dia de mudança de hotel é dia perdido, certo? (de novo?)

Errado, especialmente quando se vai da Champagne …

… pra nossa cidade, pra a cidade Luz, pra Paris.

Aproveitamos o restante de tempo que tínhamos …

… nesta magnífica região, a Champagne …

… e neste esplêndido hotel, o Royal Champagne.

Tomamos o nosso café da manhã, …

… fizemos o checkout …

… e fomos dar uma última passeada em Epernay.

Frise-se que o nascer do sol …

… foi daqueles inenarráveis …

… e que renderam grandes momentos …

… e correspondentes fotos.

Fomos especificamente e mais uma vez, na Avenue du Champagne.

Mais especificamente ainda, pra comprar umas flutes espetaculares da Dom Perignom.

Isto feito, …

… pusemos o pé na estrada enevoada …

… e diversão até Paris.

São quase duas horas de puro prazer.

Só que tivemos um click …

… e resolvemos dar uma desviada no caminho, …

… pra passar pela cidade das muralhas.

É assim que Provins é conhecida.

E é uma cidade bem pitoresca …

… e muito diferente do que usualmente …

… se vê nesta região, …

… já que aqui ainda é considerada parte da Champagne.

Ficamos pouco, …

… o suficiente pra nos perder 😄…

… dar uma boa olhada …

… e pra não chegar muito tarde, …

… na cidade Luz.

Pouco mais de uma hora e meia depois …

… e de nos deliciarmos novamente …

… com as paisagens …

… e os contrastes que …

… esta época do ano nos são propiciados …

… chegamos ao Hotel Lutetia.

Ele foi renovado há pouco tempo, …

… é muito tradicional …

… e tem quartos bastantes espaçosos, …

… além de ser muito bem localizado, …

… em pleno Saint Germain de Prés.

Devolvemos o carro alugado ali pertinho …

… e fomos matar o fome no renovado Marché Saint-German.

Fomos atrás duma dica da Lourdes e do Eymard …

… e acabamos sentando nos bancos do balcão …

… do L’Avant Comptoir du Marché …

… do chef Yves Camdebord.

O lugar é um espetáculo, …

… quase uma pocilga chic …

… onde se come tudo que um bom porco pode oferecer.

Pedimos pastéis e croquetes.

Uau! Certamente retornaremos.

Demos mais uma andada, porque pretendíamos comer um chou, na Maison do Chou …

… mas ficamos decepcionados ao saber que ela “fechou” (sem piadinhas! 🙂 ).

Voltamos andando pro hotel, …

… e curtindo ao máximo o visual do poente …

… que só Paris pode oferecer.

Só Paris mesmo!

Ainda demos uma paquerada no Le Bon Marché …

… e na icônica Grand Epicerie.

Que sorte que ela fica bem ao lado do Lutetia.

Voltamos, nos preparamos …

… e zarpamos pro jantar.

Que seria no Pirouette.

Ele é um bistrô moderno e que serve uma comida de primeiríssima linha.

A comida toda é muito bem elaborada e portanto, resolvemos experimentar o menu do chef.

A Dé escolheu como entrada Jerusalém artichokes, candies in capuccino, trufled poultry juice, cofres.

Eu, gnocchi with black truflle, arugula cream, ham and onions.

Como principais, a Dé foi de Giant seabass refresh with herbs, sesame lace, Kale cabbage.

Eu, Normandy scallops, watercress coulis with oil Sacha-inchei, lemon caviar.

E as sobremesas foram, pra Dé, creamy parmesan cheese, blackwheat crips, balsâmico vinagre Kelly.

E eu, amaretto baba, tonka beans, praline icecream.

Tudo mais do que perfeito, notando-se que o staff é o mais “sympa” possível.

Tomamos duas taças de Champagne (pra não perder o costume) e duas de vinho branco Saint Veran (olha o corporativismo!).

Saímos de lá curtindo o frio de Paris …

… e pensando em como a vida é realmente bela.

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.
jour Huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.

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dcpv – jour huit – frança – a madame (pommery) e o peixe (salmon) dominam a champagne.

28/12/2019 (degustado em 11/12/2018)

Jour huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.

E lá vamos nós pro nosso último dia inteiro nesta incrível região.

Quem pensa que a Champagne é só a própria …

… está completamente enganado.

É claro que tomar “buinhas” …

… e visitar as caves, sejam elas famosas ou não, é obrigatório.

Mas alugar um carro e ter a liberdade de entrar na cidade que você quiser, não tem preço.

E normalmente, você irá se divertir muito.

Acordamos cedo, …

… tomamos mais um ótimo café no hotel …

… e fomos pra Reims.

Hoje a visita seria na classuda Pommery.

E continuo insistindo que, …

… não sei se é combinado ou não, …

… mas cada um dos tours, sejam de casas conhecidas ou de pequenas, …

… são tão interessantes, …

… que você tem sempre a obrigação de fazer mais um.

Desta vez, a Pommery pareceu ser quase que um Castello di Ama, na Toscana ou um Petit Inhotim (Inhotã? rs).

Ou seja, eles deram um jeito de colocar um montão de obras de arte moderna …

… em todo o trajeto …

… e tudo ficou mais interessante ainda.

A imponência impera …

… e os números não ficam atrás …

… já que ele tem 18 km de caves subterrâneas …

… contendo 22 milhões de garrafas.

Fazendo as contas, quase 1 bilhão de Euros!!!

É brincadeira!

Iniciamos o tour descendo uma escada cinematográfica.

Ela é toda iluminada (adoramos) …

… e quando se chega na cave subterrânea …

… passeamos sobre um carpete vermelho.

Sim, parece mesmo uma cerimônia de Hollywood.

Daí pra frente é um desfilar de imagens tão espetacular, …

… que vou deixar que elas falem por si mesmo.

Isto posto, encerramos o passeio, …

… degustando duas taças de bons Champagnes da marca.

Não compramos nada, porque resolvemos prestigiar médios e pequenos produtores nesta viagem, …

… se bem que ninguém é tão pequeno assim por aqui.

Fomos embora, …

… e como era logo ali perto, …

… resolvemos dar uma passada na lojinha da Veuve Clicquot.

Não fizemos o tour (já tínhamos feito em 2014) …

… então fomos só dar uma olhada nas novidades.

Uma toquinha, óculos escuros, meias, uma pulseira e um Champagne safrado depois, …

… saímos de lá. 😀😀😀

E pra ir pra Chamery, …

… mais uma daquelas bonitinhas vilas floridas …

… e que ficava no caminho pro nosso tour da tarde, …

… que seria na Billecart Salmon.

Chegamos quase em cima da hora …

… mas com tempo suficiente pra perceber o quanto esta maison é organizada.

A nossa guia, a Patricia, falava um português de Portugal muito bom e isto foi o suficiente pro tour ser um espetáculo.

Iniciamos com ela contando um pouco da história da família Billecart (marido) …

… e Salmon (esposa).

Até hoje a empresa não foi vendida e familiares cuidam dela.

Continuamos vendo o magnífico jardim inglês que fizeram atrás da casa onde é o escritório.

A opulência da árvore que fica no seu centro é admirável.

Logo depois fomos ver a parcela onde estão plantadas as videiras de pinot noir …

.. que são usadas pra fazer o Champagne Premium deles, o Elizabeth Salmon.

Enveredamos pelo galpão onde estão os barris de carvalho e …

… onde eles colocam os vinhos que formarão o seu blend.

Sente só a caligrafia da pessoa que controla esta sala?

Mas a surpresa maior foi quando ela mostrou o novo galpão …

… onde ficam armazenados os barris que formarão um legítimo Billecart Salmon.

É um lugar esplendoroso, onde o arquiteto não mediu forças pra deixar tudo muito moderno e impressionante.

Veja que até cristais de Baccarat foram usados pra representar o logo da Billecart.

Continuamos, fazendo a usual visita às caves …

… que neste caso, não são de gesso, …

… mas tem quase 2 km de extensão.

A Patrícia explicou pacientemente todo o processo de vinificação …

… e nós aproveitamos pra tirar a maioria das dúvidas que tínhamos.

Terminamos o passeio, …

… duas horas depois, …

… na sala de degustação …

… experimentando (e adorando) 4 tipos de Champagne que eles produzem.

Foi impossível não levá-los pra casa, …

… ainda depois de ver a lojinha que era uma beleza (sim, uma garrafa custa menos de R$150).

Enfim, tudo foi muito instrutivo e a empresa tem uma excelência tão grande na qualidade …

… que certamente, jamais tomaremos um Champagne Billecart Salmon sem pensar em tudo o que vimos hoje.

Voltamos pra Epernay, pra dar uma passeada pela Avenue du Champagne.

Antes e como estávamos com fome, …

… fomos num velho conhecido, a padoca do Paul …

… onde comemos um ótimo sanduba de presunto e queijo, capuccinos e docinhos.

Quanto a a Avenue, o frio estava castigando …

… e com a possibilidade de passarmos aqui amanhã pela manhã, …

… optamos por voltar ao hotel pra arrumar as coisas (n+1 garrafas) …

… porque iremos pra nossa cidade, Paris.

Pra facilitar, resolvemos experimentar a brasserie do Royal Champagne no jantar.

É o restaurante mais descontraído do hotel, mas mesmo assim é muito bom.

Como estávamos bem cansadões e sem muita fome, fomos bem frugais.

Pedimos peixes: a Dé um duo com uma cama de salsão e molho de Champagne, …

… e eu, um com lentilhas da região.

Ambos sensacionais, assim como as taças do brut Billecart-Salmon (puro corporativismo) que acompanharam.

Bem nutridos, de corpo e de alma, …

… só nos restou subir dois andares e dormir o sono dos encantados.

Au revoir!

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.

.

 

 

dcpv – jour set – frança – champagne – dois extremos que se encontram numa flute: taittinger e franck bonville

25/12/2019 (bem bebido em 10/12/2018)

Jour set –  França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.

Mais um dia na …

… e tomando Champagne.

Que sacrifício! 😄

Acordamos tarde, …

… tomamos café no hotel (excelentes o café e o hotel) …

…e fomos pra Reims.

O sol apareceu e deixou tudo mais bonito ainda.

Aproveitamos pra passar na bonitinha Rilly-La-Montagne.

E como tínhamos tempo, …

… esticamos mais um pouquinho …

… e demos um pulo no Moinho em Vezelay.

É um ponto pitoresco …

… porque é um moinho em plena Champagne …

… e ele é mantido pela Mumm.

Hummm!

O tempo urgia, …

… e tínhamos um tour marcado …

… num dos gigantes do ramo, …

… a Taittinger.

O lugar é enorme …

… e apesar de ser uma variação do mesmo tema, …

… entrar nas caves subterrâneas …

… com suas paredes de gesso …

… é sempre um prazer.

E neste caso, são 4 km de extensão …

… contendo 2.000.000 de garrafas.

Sim, senhores, são quase 100.000.000 de €!

É muita grana.

Mas eles merecem ,…

… porque o cuidado com que tratam todo o processo …

… é invejável.

Andamos muito pelas caves …

… entendendo o início da história da vinícola …

… e curtindo cada canto bonito …

… e muito bem iluminado.

Parece que tudo foi pensado …

… pra te deixar encantado.

É claro que terminamos …

… na sala de degustação.

Tomamos dois super Comtes, …

… um Blanc des Blancs …

… e outro rosé.

Neste momento, o sol reinava.

E como tínhamos um outro passeio à tarde, …

… só que do lado de Epernay, …

… aproveitamos pra dar um parada em Hautvillers 

… que fica no meio do caminho.

Se tivesse que indicar uma só cidade pra se visitar em toda a Champagne, …

… esta seria Hautvillers (diga-se “ôviê!, né Marcia?).

Foi lá que Dom Pérignon “inventou” o Champagne.

E também foi lá que ele disse quando experimentou que “estava bebendo estrelas”.

Além disso, em Hautvillers também …

… existem plaquinhas na frente das casas, …