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dcpv – third day – usa – nyc – a cidade que nunca dorme (e nós também).

22/05/2021 (curtido em 11/01/2020)

Third Day – USA – NYCA cidade que nunca dorme (e nós também).

Primeiro dia completo em Nova York e …

… uma perspectiva de muitos kilometros rodados, opa, andados.

Iremos fazer um tour por lojas diferentonas e …

… com serviços pra lá de especiais.

É o início da nossa experiência com a NRF, …

… a maior feira de varejo do mundo …

… da qual participaremos a partir de amanhã.

De qualquer forma, peguei várias dicas em vários lugares (Santo Google incluso) e …

… partimos pra luta.

Antes de mais nada, …

… um lauto café da manhã …

… na maravilha das maravilhas …

… a Starbucks Reserve Roastery, nossa vizinha.

Incrível!

Quantas mais vezes vamos lá, …

… mais gostamos de absolutamente tudo.

Acho que tomaremos café da manhã todo dia por aqui. 😁

Retornamos pro hotel, …

… ele fica sobre o afamado High Line e …

… iniciamos o nosso roteiro pegando um uber pro Columbus Circle.

Lugar bacana, mas meio antigão.

Aproveitamos pra dar uma passeada pela lateral do Central Park …

… só pra matar as saudades.

Ô lugarzinho bonito, …

… ainda mais com a inesperada temperatura reinante …

… quase 20°C e em pleno inverno!

A primeira parada técnica foi na flagship da Neiman Marcus.

E foi poderosa.

A loja de departamentos se reinventou totalmente e …

… transformou o ato de comprar …

… numa verdadeira e real experiência.

Muito espaço, …

… uma decoração clean e marcante e …

… o melhor, um bar em cada andar …

… pra que você tenha onde esperar …

… enquanto o seu amorzinho experimenta aquelas coisinhas imprescindíveis.

Sensacional!

Demos uma entrada na 5th Ave e …

… rumamos pra Ikea Planning.

Taí um jeito diferente de vender/comprar móveis.

Muitos espaços bem definidos, …

… levando em consideração o quão exíguos são os apês hoje em dia.

De lá, passamos na Casa Barilla.

É um restaurante, quase uma cantina, …

… mais parecida com um McDonalds de pasta. Mamma mia!

Não ficamos muito entusiasmados.

Mais uma andada e …

… chegamos na NBC.

Foi só pra dar uma olhada e ver se tinha alguma camiseta nova do Seinfeld, …

… mas nada. Néééxxxxt!

Ao lado, fica a Casa Camper, uma marca espanhola de calçados que já foi bem bacana, pro nosso nível de conforto.

Como não poderia deixar de ser, …

… fomos até Times Square.

Sim, é um clichê, …

… mas é sempre espetacular.

Os telões estão cada vez mais com definições incríveis e …

… você não tem como não se maravilhar.

Assim como o McDonalds inovador que existe lá (atualização – ele fechou!).

Todo o atendimento é feito através de telões …

… onde você fecha a conta, …

… senta no seu lugar e espera o pedido chegar.

Testamos com uma batata frita, uma Coca e …

… ficamos muito satisfeitos.

Sem contar que a programação visual da loja resultou …

… muito interessante e modernosa.

Voltamos pra 5th, …

… pra explorar a parte esportiva.

Iniciamos com a flagship da Puma.

Uma loja muito tecnológica, …

… também com visual diferentão e …

… muitos produtos exclusivos.

Exploramos bastante, mas não compramos nada. Hahaha

Os tênis são bonitos, mas não tem muito conforto …

… o que hoje em dia é primordial pra que compremos.

Em seguida e logo ao lado, fica a loja da Adidas.

Ela ainda (a vimos no ano passado) impressiona pelo formato bacana, …

… com muitas alternativas de testar o produto antes de comprar …

… além da preocupação com o meio ambiente que …

… a empresa demonstra atualmente.

Outra loja que vimos foi a &other stories.

A ideia é bacana; eles juntam as roupas por temas (cores, ocasiões, etc) e não por marcas.

Mas a concepção é bem modesta.

Pela proximidade, …

… fomos num grande ícone nova-iorquino, …

… a Grand Central Terminal.

O lugar é absurdamente bonito e …

… ainda tivemos a oportunidade …

… de ver onde o magnífico (???) campeonato mundial de squash é realizado.

Olha, já estávamos bem cansados e …

… mesmo assim ainda passamos na Casa Escandinávia.

Achamos o lugar bem sem graça com a loja acompanhando o relator.

Apelamos prum Uber e …

… fomos nos esbaldar no Eataly Flatiron, …

… o mais roots que conhecemos (com exceção do Lingotto).

E ele não decepcionou.

Pedimos o básico: um prato com salumi e formaggio, …

… uma bella mozzarella de búfala e …

… duas taças dum ótimo Gavi de Gavi.

Olha a vida é muito boa aqui em NY …

… especialmente no Eataly Flatiron.

Vejam o viço destas …

… frutas e legumes!

Apelamos mais uma vez pro Uber …

… que funciona muito bem na Big Apple e …

… retornamos pro hotel …

… pra dar aquela descansada oficial.

Mesmo porque eu tinha reservado …

… um tour na Artechouse …

… que fica muito próximo daqui, no Chelsea Market.

A ideia toda é muito boa.

Ela é quase um Atelier des Lumieres (desculpaí!), …

… só que com obras específicas e de vanguarda de um determinado autor.

Já na apresentação, …

… a explicação foi muito interessante …

… com vários detalhes e …

… a expectativa aumentou muito.

Chegou a hora de ver realmente o que seria o espetáculo.

E aí a curuquice impera.

É um tal de imagens estroboscópicas pra lá e pra cá …

… junto com uma trilha sonora pífia …

… que mais parece um bate estacas de balada.

Ou seja, foi decepcionante (expectativa é fogo).

Ainda tentamos ficar mais um pouco, …

… mas não só a Dé, como eu, ficamos muito mareados e …

… o jeito foi ir embora, …

… aproveitando pra ter o primeiro contato …

… com o Chelsea Market.

Como tínhamos um compromisso pro jantar, …

… optamos por voltar pro hotel.

E logo depois, saímos pra conhecer um bar diferentão.

O Lyanees é um bar itinerante que pertence ao Mastercard.

Ele faz parte duma experiência que transporta lugares bacanas, …

… inclusive fisicamente, …

… pra NY e espera que você ache que está no localidade original.

Neste caso, é um bar londrino, escolhido como o melhor do mundo.

Tomamos dois coquetéis tradicionais, mas reinterpretados, um Cosmo e uma Margarita.

Foi divertido e logo ali ao lado, …

… fica o Pepolino, onde teríamos o nosso encontro oficial e …

… anual com casal Pellicano, Marcie (do ótimo blog Abrindo o bico) e Ciro (autor de frases geniais e impagáveis).

Como sempre, foi muito divertido e calamos, ops, conversamos bastante. 🙂

A comida? Foi ótima e muito Toscana.

Eu e a Dé dividimos uma salada de beterraba e …

… um branzino  com legumes cozidos à perfeição.

Tomamos um ótimo Gavi di Gavi e continuamos conversando.

Encerramos a noite com um docinho e …

… já marcamos o encontro de 2021 (mal sabíamos da pandemia).

Planejamento é sempre a chave do negócio.

See U.

Veja os outros dias desta interessante viagem:
First day – USA – Boston – Sem piadinhas, por favor!
Second day – USA – Boston/NYC – Um contraste incrível e uma constatação mais ainda. Incrível mesmo é o The Vessel.

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dcpv – first day – usa – boston – sem piadinhas, por favor!

24/04/2021 (viajado em 09/01/2020)

First Day – USA – Boston – Sem piadinhas, por favor!

E lá vamos nós pra nossa segunda NRF.

Mais conhecida como National Retail Federation.

Ela é simplesmente a feira de varejo mais importante do mundo.

Ou seja, seria uma viagem puramente de trabalho. 🙂

E desta vez, faríamos de um jeito diferente.

Os preços das passagens foram determinantes pra que escolhêssemos Boston como nossa primeira parada.

E melhor, nunca tínhamos ido pra esta cidade, …

… uma verdadeira fonte de piadinhas com o seu singular nome.

A ideia inicial seria fazer uma conexão rápida e conhecer a cidade na volta de NY.

Mas como não conseguimos um voo legal com conexão, resolvemos passar a primeira noite bostoniana.

E como chegaríamos às 8 da matina, até que daria pra dar uns bons passeios.

Fizemos um voo noturno muito tranquilo e …

… aterrissamos com um céu de brigadeiro.

A primeira impressão é de uma cidade bastante compacta …

… tanto que o aeroporto fica muito perto do Centro.

Foram só uns 15 minutos de transfer com o mineiro e brasileiro Kennedy (sempre que possível, prestigiamos brazucas que trabalham nas cidades que visitamos) e …

… chegamos ao XV Beacon, …

… um hotel boutique pequeno, charmoso e …

… que fica, obviamente, na Beacon St, no número 15.

Perto de absolutamente tudo.

Tomamos um belo banho (são ótimas as amenidades Labottega) e …

… pernas pra que te quero.

Dá-lhe Boston!

O frio estava intenso, …

… mas com sol a pino, era facilmente absorvido.

Demos uma reconhecida no que eles chamam do Central Park de lá, o Boston Common.

Fica mais bonito nesta época do ano e …

… ainda mais com a sua pista de patinação no gelo bombando.

Ah, a vista do Palácio do governo, …

… que é parte da Freedon Trail é belíssima também.

Como estávamos bem perto, …

… passamos em Beacon Hill, …

… um bairro com construções típicas, …

… aquelas casas geminadas feitas com tijolinhos vermelhos …

… onde fica a Acorn Street, …

… considerada a rua mais bonita da cidade.

E é mesmo, pois ela é bem estreita e com um piso de pedra muito curioso.

Continuamos passando pelo Public Garden …

… que fica ao lado do Boston Common e …

…fomos pra Newbury Street, …

… considerada a principal rua comercial de Boston.

Lá estão as grandes marcas, …

… as lojas típicas e muitos cafés.

Foi o suficiente pra pararmos num, …

… tomar belos capuccinos, dando uma boa fugida do frio.

Como era bem perto, …

… (Boston toda é muito fácil de circular), conhecemos os dois principais shoppings da cidade, …

… o Prudential Center e o Copley Place …

… que são conectados por uma passarela coberta.

Curioso, né?

Era hora do almoço.

Aproveitamos pra ir num velho conhecido nosso, o Eataly.

Que neste caso é novo (acabou de abrir) e …

… tem o estilo do Eataly dos velhos tempos.

Nada a ver com aquele fantasma paulistano.

Como é um Eataly roots, …

… tem uma Piazza , …

… onde comemos uma ótima mozzarella de búfala, salame, mortadela e …

… tomamos duas taças dum excelente branco Gavi de Gavi.

Simplesmente excelente.

Demos mais uma passeada por lá, …

… vimos um montão de coisas que prometemos comprar quando da nossa volta e …

… continuamos o tour.

A próxima parada seria na Mary Baker Eddy Library.

É lá que fica o Mapparium, onde você faz um tour guiado por dentro dum globo terrestre …

… com a curiosidade dele ter a divisão dos países como vigorava em 1935 e …

… com uma acústica muito interessante.

Sensacional e uma pena que não se pode tirar fotos livremente.

Ainda bem que …

… existe o maravilhoso Santo Google.

Bem ao lado, fica uma loja de moda extremamente curiosa.

Bodega é realmente uma bodega, visto que a sua entrada é uma lojinha de alimentos.

Só que quando você ultrapassa a porta, lá dentro tem um montão de roupas malucas sendo vendidas.

Interessante demais.

Como já estava escurecendo e …

… o sol estava se pondo maravilhosamente …

… com o não menos nascer da lua …

… resolvemos andar só mais um pouquinho, …

… passar na linha de chegada da Maratona de Boston e …

… onde aconteceu aquele atentado há uns anos atrás.

Triste, mas curioso também.

Devido ao frio reinante, …

… ao cansaço, …

… não se esqueçam que chegamos hoje de manhã, …

… optamos por pegar um Uber, …

… retornar pro hotel pra dar uma descansada e …

… sair pra comer alguma coisa.

Optamos por ir num wine bar bem próximo.

haley.henry é um lugar bem charmoso, quase que uma pocilga chic.

Acredita que eles trabalham com ótimas sardinhas em lata especiais e super tenras? Foi o que pedimos…

… além de uma tábua de frios e …

… tostada de aliche com manteiga abaunilhada.

Tudo acompanhado de um ótimo vinho branco francês.

Isto é o que podemos chamar de comfort food e uma refeição perfeita.

Só nos restou retornar pro hotel debaixo dum puta frio e …

… dormir o sono dos que viajaram naquele dia.

See U.

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dcpv – dia dodicesimo – itália – milão – seguindo os passos do leozinho, o da vinci.

27/03/2021 (vivido em 21/11/2019)

Dia dodicesimo – Itália – MilãoSeguindo os passos do Leozinho, o da Vinci.

Hoje é um dos dias mais importantes do mundo.

E em sendo, optamos por curtir uma das nossas cidades preferidas do melhor jeito: …

… culturalmente.

Já disse isso, mas não custa repetir.

Na contramão da maioria dos turistas, especialmente brazucas, adoramos Milão.

Ela sempre será, para nós, uma São Paulo que deu certo.

Ela tem um jeitão sisudo? Tem

Ela gosta muito de moda e aparências? Sim

Ela é bonita? Muito.

Tem museus bacanas? Demais. Cqd.

Então, tomamos o nosso lautíssimo café da manhã no hotel e …

… fomos conhecer o Orto Botanico di Brera

… que fica bem ao lado do hotel.

E me permitam dizer que é espetacular.

Claro que tudo depende do jeito de olhar.

Aparentemente ele parece com uma coisa meio avacalhada (que novidade).

Mas não é nada disso.

Pelo contrário, …

… ele é muito didático e …

… interessante …

… já que ele existe pra preservar a flora da região.

Vimos um montão de espécies bacanas, …

… árvores seculares e …

… uma caquizeiro simplesmente sensacional.

Ainda preciso descobrir o significado, …

… já que vimos muitas destas árvores frutíferas carregadas num monte de lugar e …

… não tocadas, …

… mas nos pareceu um costume muito interessante esta tradição.

Saímos de lá, …

… pra passar na Pinacoteca di Brera.

Que lugar maravilhoso e …

… com uma aura incrível.

O objetivo deste museu é …

… preservar arte italiana de alto nível.

E eles conseguem este ato facilmente.

O prédio é incrível.

Curtimos bastante, …

… apesar de não gostarmos muito …

… de ambientes muito antigos e …

… com cara de antigos! Hahaha

Pra dar uma espairecida, tomamos um capuccino …

… na sua bela lanchonete.

De lá partimos pro centro propriamente dito.

Ou seja, a sensacional Galeria Vitorio Emanuelle …

… que já estava com a sua árvore de Natal by Swarovsky sendo montada e …

… o magnífico Duomo, …

… o chamariz central de tudo.

Bem na sua frente, …

… fica o Museo del Novecento.

Ele é um daqueles museus modernosos …

… que ou você ama ou odeia …

… (nem amamos, nem odiamos) …

… com muitas obras que você não entende nada e …

… acho que o autor também não. 🙂

De qualquer forma, …

… nos divertimos muito, …

… mas quando chegamos ao último andar, …

… percebemos realmente qual seria a grande atração do museu.

A vista de lá de cima do Duomo e da Galeria …

… é simplesmente imperdível e incrível.

Visto tudo isto e …

… como estávamos na hora do almoço, …

… atravessamos a piazza e …

… fomos tomar umas boas flutes na Rinascente como aperitivos.

A intenção seria pizzar e fomos na Piz, …

… uma pizzaria modernosa e ao mesmo tempo tradicional …

… que tem uma cara muito simpática.

Resultado? Almoçamos lá, …

… tomando cerveja e vinho branco acompanhados de duas margheritas inesquecíveis.

Olha, é um belo lugar pra ser visitado.

Saímos, pra variar, correndo …

… porque tínhamos uma visita marcada pra ver aquela maravilha, …

… a Última Ceia do grande Leozinho, no Cenacolo Vinciano.

E não é que a coisa toda não deu certo?

Seguimos o bendito Google Maps e quando fomos perceber estávamos muito longe do Cenacolo Vinciano.

Não precisa nem dizer que perdemos o horário.
Paciência, nem sempre as coisas acontecem do jeito que planejamos. 🙂

Agora, vocês estão pensando que as aventuras acabaram? Na na ni na ná!

Tínhamos mais um tour reservado e tudo a ver com o da Vinci.

You are Leo é um passeio muito curioso.

A ideia toda é você percorrer várias obras do Leonardo e através dum óculos de realidade virtual …

… visualizar como seria aquela paisagem quando da época em que ele vivia.

Assim, …

… começamos pelo Duomo, …

… passamos pelo palácio Real, …

… continuamos pelo Biblioteca Ambrosiana e …

… terminamos adivinhem onde?

No Cenacolo Vinciano.

É ou não é uma verdadeira parábola davinciana?

Uma pena não poder mostrar como é o funcionamento, porque é muito interessante.

Mas posso afirmar que tudo é muito real, …

… com informações históricas incríveis e …

… vistas de se perder o fôlego.

Aproveitamos que ficava no caminho de volta e …

… fomos jantar no nosso ícone particular.

Il Coriandolo é um daqueles restaurantes bem milaneses, …

… mas que tem o poder de nos seduzir com o melhor spaghetti ao vongole verace do mundo.

Sabe o que é um prato perfeito? É ele.

E fica mais perfeito ainda, quando acompanhado dum bianchetto do Gaja, o Rossj Bass que torna tudo perfeitíssimo.

Terminamos esta bela comemoração com um Tiramisu mais que perfeito.

Pra fechar a noite, o melhor garçom do mundo, o Danilo, nos serviu Limoncello às pencas.

Resultado, retornamos rolando pro hotel …

… com a perspectiva de dormir a nossa ultima noite por aqui …

… como anjinhos!

Ah, este dia era muito importante …

… porque foi o meu niver!

Arrivederci!

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.
Dia undicesimo – Suíça/Itália – Lugano/Milão – Cidades maravilhosas com ugares tanto quanto (LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserv 

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dcpv – dia undicesimo – suíça/itália – lugano/milão – cidades maravilhosas com lugares tanto quanto (lac, parco ciani, la rinascente, starbucks reserve).

20/03/2021 (vivido em 20/11/2019)

Dia undicesimo – Suíça/ Italia – Lugano/MilãoCidades maravilhosas com lugares tanto quanto(LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve).

Vou fazer uma pergunta que nunca formulei.

Dia de troca de hotel é dia perdido? Hahaha

Pois acredito que não.

Iniciamos tudo com um lauto café da manhã com view nublada, …

… mas view no The View.

Depois pegamos o nosso Smart elétrico, ô carrinho bacana e …

… fomos conhecer Lugano pessoalmente.

Sem contar que hoje seria o dia, segundo a previsão, …

… que teríamos sol.

Optamos por parar no estacionamento do LAC por absoluta falta de opções.

Mas a decisão foi correta.

O prédio é bonitérrimo e …

… o entorno dele não fica atrás.

É a junção perfeita do lago Lugano, …

… com árvores em plena autumn fall e …

… muita arte.

Uau!

Deixamos o carro por lá e fomos bater pernas.

Passeamos pelo centro, …

… que é pequeno, …

… mas que tem um urbanismo bonito, …

… muitas lojas bacanas, …

… comércios de alimentos de primeiríssima linha …

… (vejam só: …

… chocolates incríveis, …

… (a Läderach é hours councours) e …

… chegamos à piazza Riforma.

Mais um lugar marcante da cidade.

Neste momento o sol estava a pleno vapor e …

… podíamos ver o resplandecer da natureza e do lago.

Como a expectativa era grande, …

… fomos andando pela borda do lago …

… até chegar ao Parco Ciani.

Ele é um tipo de Ibirapuera upgradeado, …

… quase um Stanley Park.

E toda a natureza de lá estava no auge da sua beleza.

Nada melhor do que deixar as fotos falarem (porque estas falam):

Depois deste banho de adoração, …

… retornamos pro LAC …

… pela borda do lago e …

… em vez de ir pro hotel, …

… pegamos o nosso piccolo Smart e …

… fomos até Morcote.

A cidade, não a mexerica.

Ela fica a uns 20 minutos de Lugano e …

… pra se chegar lá é necessário …

… margear o lago.

Ou seja, é maravilhoso.

E a cidadezinha não fica trás.

É muito graciosa e …

… infelizmente, não tivemos tempo de ficar muito por lá.

Retornamos pro hotel, fizemos o checkout, …

… (certamente retornaremos) e …

… tocamos pra Milão …

… pra curtirmos a última perna da viagem.

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Antes de irmos pro hotel que reservamos, …

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… resolvemos conhecer a Casa Milan, do time de futebol homônimo.

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E foi uma decisão acertada.

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Tudo é muito bacana e bastante rubro-negro pro meu gosto. 🙂

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Como estávamos com fome, optamos por comer uns lanches, …

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… por sinal, ótimos, …

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… no bistrô de lá.

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Depois, fomos conhecer propriamente o museu.

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Que é espetacular.

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Utiliza bastante holografia …

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… pra nos mostrar tudo o o que o Milan foi.

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Porque hoje em dia, o time italiano não mete mais medo em ninguém, …

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… mas no tempo do Berlusconi, o mandão, …

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… os caras ganhavam quase tudo.

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O museu é muito moderno e …

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… a sala de troféus é um dos pontos altos.

Ver a “oreiuda” ao vivo é demais!

Não esqueçamos a importância do Kaká na história mais recente dos milaneses.

Acho que ele não precisará pagar mais nenhuma pizza quando estiver por aqui. 🙂

Finalizamos na excelente lojinha …

… onde acabei comprando alguma coisinha!

E sempre fica a pergunta: …

… porque os times brasileiros (Timão incluso) não conseguem fazer alguma coisa parecida?

Chegamos no Hotel Armani e …

… confirmamos o óbvio: …

… ele também é o máximo.

Quartos imensos, …

… muita mordomia e …

… amenidades de fazer qualquer um chorar.

Demos um gás pra devolver o carro alugado em tempo …

… na Estação Central.

Aliás, a belíssima Estação Central.

Foi só o tempo de curtir um pouco o hotel e …

… irmos até a charmosa região da dupla de ouro, …

… Galleria Vittorio Emanuele/ …

… Duomo, …

… pra dar uma passada na La Rinascente.

Enquanto eu fiquei tomando um Aperol Spritz e …

… a Dé passeava pela loja toda em busca de algum presente pra mim (amanhã seria o meu niver).

Foi bem divertido, …

… fora a possibilidade de estar no mesmo nível do telhado do Duomo.

Lindo!

Dali, andamos mais um pouquinho e …

… fomos, finalmente, …

… conhecer a nossa queridinha de sempre.

Starbucks Reserve Roastery daqui é monumental.

O prédio é histórico (era o antigo Correio) e …

… a parte interna é deslumbrante.

O princípio das outras que conhecemos (Seattle e NY) é o mesmo.

A intenção é ter um lugar amplo, muito moderno, …

… com uma trilha sonora incrível e …

… uma torrefadora de cafés especiais …

… bem na sua frente.

Além disso, tomar uns bons drinks à base de café …

… num bar de cinema e …

… comer algumas coisinhas muito italianas, tais como focaccias e pão com mortadela.

É realmente viciante e certamente retornaremos.

Ufa, agora posso responder à pergunta lá de cima.

Se for um dia como hoje, certamente não é perdido.

E tenho dito!

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.

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dcpv – dia ottavo – itália/suíça – piemonte/lugano – do primeiro pro primeiríssimo mundo.

27/02/2021 (vivido em17/11/2019)

Dia Ottavo – Itália/Suíça  – Piemonte/LuganoDo primeiro pro primeiríssimo mundo.

Lá vamos nós com aquele dilema que sempre nos aflige: …

… dia de troca de hotel é dia perdido?

Neste caso, ainda não consigo dizer.

Aguardem um pouco, mesmo porque vamos de carro pra outro país.

Acordamos mais cedo que o usual, …

… já que tínhamos que liberar as nossas malas pra serem carregadas no ônibus.

Tomamos o nosso frugal café da manhã, …

… fizemos um “choc choc” e …

… fomos pra Turim.

O chef Giuseppe Gerundino mostrou neste tour ser mesmo um cara batuta e …

… que sabe o que todos querem ver e sentir.

Além do mais, toda aquela simpatia que ele mostra no Giro com Giuseppe (e agora no Academia de Giuseppe) é absolutamente verdadeira.

Fomos embora já com aquele gostinho de saudade (este grupo é incrível), …

… mas ainda tínhamos alguns bons programas pra serem feitos em conjunto.

Um deles era apreciar todo o entorno do caminho …

… de Pollenzo até Turim.

Inclusive, a iluminação solar especial …

… do Monviso e toda …

… a cadeia montanhosa nevada que o circunda.

Chegamos em Turim com tempo pra dar uma boa passeada pela cidade.

E ela, que já era nossa velha conhecida, …

… não deixou de nos surpreender por sua beleza.

Saímos do ônibus …

… diretamente pruma feira livre …

… com aqueles ingredientes frescos que tanto adoramos.

Cá pra nós, …

… passear por uma feira …

… italiana é sempre …

… um programaço!

Continuamos a passegiatta pelo centro …

… com direito a ver ícones turineses (como a Mole Antonelliana) e …

… piazzas bonitíssimas.

Ainda tomamos um ótimo Marroquino, …

… no lendário Caffé Torino.

Ah, um marroquino é uma bebida formada por chocolate quente, café e creme de leite.

Uma delícia!

Como estávamos atrasados pro encontro com o resto da turma (estávamos os quatro desgarrados), …

… corremos muito …

… pra irmos todos pro almoço de despedida que seria …

… exatamente no maior sex shop do mundo: …

… o Eataly (este nome é fantástico) de Turim.

Esqueça o Eataly de Roma (meia boca), …

… o de Milão (meia boquíssima) …

… e o de São Paulo (aquilo é mesmo um Eataly?).

O Lingotto, o primeiro, …

… é a verdadeira essência do sexyshopismo.

Lá tudo é perfeito e …

… você, amante da da gastronomia italiana, …

… fica louco ao conhecê-lo.

Frutas, …

… verduras e …

… legumes …

… simplesmente espetaculares …

… é o que se vê …

… em todos os cantos da loja.

É o paraíso das massas (corporativistas), …

… azeites, …

… frios, …

… queijos, …

… inclusive parmigianos, …

… prosciutos e …

… vinhos, …

…. muitos ótimos vinhos.

Só nos restava almoçar e …

… melhor, num evento totalmente trufado.

Foi o que fizemos.

GG conseguiu uma mesona pra nós e …

… iniciamos a nossa despedida oficial …

… rosetando com um espumante “nationale” …

… acompanhado dum ovo com gema mole, cardo (o preferido da Dé) e trufas, muitas trufas.

Que sabor!

A carne cruda trufada não poderia faltar!

Continuamos com um bianco Roero e o já famoso Tajarin 30 uova com tartufos, muitos tartufos.

Terminamos com um Nebbiolo buoníssimo e carne cozida com polenta ou como opção, dois ovos fritos com uma cama de batatas

Ah, tartufos biancos, muitos tartufos biancos.

Nos despedimos mais uma vez e …

… tínhamos mais um tempinho pra sexyshopear …

… pelo Eataly..

Resolvemos não comprar nada e simplesmente curtir a loja.

Passeamos por tudo o que foi lugar e …

… acabamos subindo pra ver o museu do Carpano.

Ele é um vermute muito antigo e …

… a exposição explicando …

… como ele surgiu e …

… como foi produzido …

… é extremamente interessante.

Quando percebemos, já estávamos todos no ônibus novamente pra o que seria a verdadeira e derradeira despedida.

O Eymard e a Lourdes iriam direto pra Milão e logo em seguida SP.

A turminha (Leila, Ignez, Alice, Adriana, Meire e Paula) ficariam em Turim por alguns dias.

A Ana e o grande Gabriel iriam pro aeroporto de Turim pra pegar um voo com conexão e destino final o RJ.

Nos também iríamos pro aeroporto, só que pra pegar um carro alugado e zarpar pra Lugano, na Suíça italiana.

Já o Giuseppe e o seu fiel escudeiro, o Papagallo Giuseppe, o Vincenzo iriam pra Milão, com o chef depois indo pra Pauliceia.

Pronto, terminamos uma semana de puro prazer, …