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dcpv – 1,5 dias em montevidéu – o que fazer na capital uruguaia?

11 e 12/10/2016

1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

Era mais um encontro do nosso grupo de vinhos.

E desta vez seria em Carmelo, no Uruguai, mais precisamente no hotel da vinícola Narbona.

Estávamos quase completos, já que a Lourdes e o Eymard não puderam comparecer devido a problemas particulares.

Mas a Marcia Lube e o Vianney, a Madá e o Álvaro e a Dé e eu estávamos a postos.

Se bem que inicialmente nós dividimos em dois grupos: enquanto os cariocas optaram por iniciar o tour por Buenos Aires, nós fomos pra Montevidéu.

O voo Latam era bem cedo e nos permitiu, chegar por volta do meio dia e ainda aproveitar um pouco da cidade.

Escolhemos (com a ajuda da Nati) o novo hotel Hyatt Centric Montevideo, que fica no bairro de Pocitos.

Ele é bem modernoso e os quartos são amplos …

… e com uma excelente vista.

Sabe que tenho que concordar com os uruguaios e achar que o Rio da Prata é mesmo o Oceano Atlântico!

Além do mais uma atração turística fica bem em frente ao hotel. O letreiro típico de Montevidéu é bastante curioso …

… e a passagem de turistas pra tirar uma foto …

… é praticamente obrigatória.

Aproveitamos pra conhecer a região …

… indo a pé até o shopping …

… que não tem muita coisa diferente dos shoppings da vida, mas que te permite tomar um sorvete Freddo de doce de leite …

… e ao mesmo tempo, conseguimos perceber como a região é tranquila e que a cidade foi feita pra se caminhar.

Aproveitamos pra jantar no restaurante do próprio hotel, o Plantado.

Na verdade, já tínhamos almoçado lá.

Este almoço foi no estilo buffet e comemos muito bem.

Sem contar que todo o ambiente do restaurante é praticamente perfeito. Ele tem uma cozinha à vista, …

… uma linda oliveira antiga no centro de tudo …

… e uma decoração maravilhosa.

Já a noite, se é que isso é possível, tudo fica mais bonito ainda.

E como estávamos sem muita fome, resolvemos pedir somente entradas.

A Dé escolheu uma tortilha de batatas com o acompanhamento duma saladinha de verdes …

… e eu, não resisti ao polvo feito na brasa.

Ambos perfeitos e mais ainda, acompanhados dum vinho branco nacional, o Viogner Garzon.

Melhor que tudo, só precisamos de um elevador pra estarmos no nosso confortável quarto.

Já no outro dia, pela manhã, fomos conhecer a Cidade Velha.

Pegamos um uber e fomos direto para a Plaza Independência.

Ela é o centro nevrálgico de Montevidéu e tem visual classudo e muito interessante.

Vimos o Palácio Salvo, a porta de entrada da cidade …

… e muitos outros prédios históricos.

Descemos pela rua Sarandi, …

… cruzamos com a praça da Matriz …

… e encontramos um oásis, o Café Brasilero.

Ele é histórico, já que existe desde 1877,…

… e a filosofia slow food dele é fantástica.

Vale tentar fazer a tradução literal do seu princípio. Ele é muito bacana (Desfrute a conversa, saboreie tua comida como se tivesse tempo, conte as gotas de café que te faltam, viva!).

Seguimos caminhando até o Mercado do Porto.

A ideia inicial seria almoçar no El Palenque, um assador de carnes famosíssimo. Chegamos lá, observamos bem e vimos que os pratos eram enormes (e cá pra nós, com tremenda cara de ser um daqueles restaurantes turisticões).

Resultado? Fomos ao Jacinto, um lugarzinho mais aconchegante …

… e com uma comida bem comfort.

A Dé pediu um peito de frango com bacon e purê de batatas com azeite e manjericão que estava dos deuses.

Eu escolhi gnocchi de batatas com crosta de presunto de Parma e um molho de limão que não ficou atrás.

Tomamos duas taças do mesmo Viogner Garzon de ontem à noite e estávamos felizes.

Voltamos ao hotel, …

… e fomos aproveitar a tarde futebolisticamente.

Como? Indo ao lendário estádio Centenário …

… e conhecer o seu Museu do Futebol.

Olha, este passeio é bem diferente, mas nunca a expressão museu foi tão bem utilizada.

Tudo é muito velho …

… cheira, literalmente, a história.

Conhecer o campo é bastante curioso, …

… mas verdade é que ele é um Itaquerão de cem anos atrás.

No mais, foi muito legal conhecer memorabílias  que eu jamais imaginaria ver ….

… e as referências ao Maracanazzo são inevitáveis.

A visita foi uma curtição e logo estávamos de volta ao hotel pra conhecer a sua Deli. Aproveitamos pra comprar um bom azeite 33graus, …

… tomamos dois bons expressos e comemos um bom doce com o excelente doce de leite uruguaio.

Só faltava o jantar.

Escolhemos um lugar famoso e charmoso, o Francis Punta Carretas.

E não nos arrependemos.

Enfim, fica a sensação que Montevidéu é um lugar bacana pra se conhecer num final de semana (não muito mais do que isso).

A cidade é bem limpa, o povo é muito educado e sentimos segurança o tempo todo, …

… além da comida e do vinho nacional serem muito bons.

Ou seja, recomendamos. Adiós.

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dcpv – dia deux – vale do loire – chateau de villandry, este lugar é um espetáculo!

22/07/2016

Dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!

Acordamos bem mais cedo, …

… tomamos um lauto café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra conhecer um castelo charmoso, o Villandry, …

… que tem a fama de ter os jardins mais maneiros do Vale do Loire.

Ele fica há 55 min do hotel, mas vale cada metro percorrido.

Ainda mais que no caminho você passa em muitas cidadezinhas bonitas e sempre margeadas pelo elegante rio Loire.

Uma delas é Vouvray, renomada entre os conhecedores de vinho …

… e onde vimos até uma mini- feira livre.

Chegamos em Villandry por volta do meio-dia, com tempo suficiente pra fazer a visita completa.

Ou seja, visitamos o interior do castelo …

… com todas as encenações de cenas daquela época …

… bem como passeamos muito nos jardins que são maravilhosamente bem feitos …

… e bem cuidados.

Segue o fotoblog com os melhores momentos desta visita:

Além do mais, se você quer ver um jardim espetacular, Villandry é este lugar.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente no próprio restaurante do Castelo.

Pedimos quiche, salada e rillete de amêndoas, além de duas taças dum rosé da região.

Rodamos mais um pouco e fomos conhecer o castelo Azay-le-Rideau.

A cidade é muito legal, mas o prédio estava sendo reformado, especialmente a fachada.

Resolvemos continuar viagem e conhecer o Château d’Ussé.

Esta é uma visita muito bacana, já que este castelo serviu de inspiração pra Bela Adormecida.

Andamos bastante no seu interior, …

… passamos pela Capela, …

… pela estrebaria,…

… pela cave …

… e finalizamos no jardim.

Taí uma visita mais do que completa.

Como estávamos perto, resolvemos conhecer uma das cidadezinhas mais charmosas da região, chamada Candes-Saint-Martin.

Ela fica na beira do rio …

… e a igreja de seu padroeiro é um espetáculo à parte.

Para melhorar, chegamos lá justamente as seis horas, horário da Ave Maria.

Imagina se a Dé não adorou?

Ah, o caminho estava interditado e tivemos que fazer um daqueles desvios adoráveis e inesperados. Andamos numa estrada de terra …

… e topamos com uma plantação de girassóis que era inspiradora.

Chegamos a pensar que estávamos na Toscana!

Por incrível que pareça, ainda deu tempo de passar em Langeais, …

… pra ver o seu belo castelo central …

… e admirar a simpatia da cidade.

É um lugar pra ficar um tempo e ver o próprio passar.

Ufa, tínhamos que voltar pro hotel, tomar uma banho rápido e zarpar pra Amboise, pois assistiríamos a um espetáculo noturno de som e luzes no Castelo Clos Lucé, o do Da Vinci.

A ideia é muito bacana.

Você encontra o castelo iluminado, música ao vivo através dum piano, um desenhista reproduzindo obras do Leonardo e atores interpretando textos sobre o gênio.

Tudo muito bom com a exceção de que o nosso parco francês não permitia uma compreensão mais profunda do texto.

Uma pena, mas recomendamos o espetáculo de qualquer maneira.

Ainda deu tempo de chegar no hotel (a cidade estava toda fechada) e conseguirmos boas saladas estreladas acompanhadas de duas taças dum Vovray branco seco na medida.

Olha, o sono dos justos nunca foi tão justo!

Au revoir.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

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dcpv – dia un – vale do loire – não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

21/07/16

Dia un – Vale do Loire –  Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão francês.

Esta será uma viagem especial.

Afinal de contas, misturar França e Itália, Paris e Milão, Vale do Loire e Toscana, com o upgrade de ver o show do Andrea Bocelli na casa dele, dá um tom bem bacana a tudo, né não?

Bom, o primeiro dia foi no Vale do Loire.

Chegamos em Paris, pegamos o carro alugado e zarpamos diretamente pra essa região de mágicos castelos.

Escolhemos o hotel  Domaine Hauts de Loire e não nos arrependemos.

Os quartos são espaçosos e ficamos numa posição privilegiada pra iniciar o nosso périplo pelos verdadeiros palácios.

Enquanto isso, aplacamos a nossa fome num jantar espetacular no próprio hotel.

Foi uma verdadeira maravilha.

Quanto aos castelos, iniciamos, no outro dia, pela manhã e por Amboise.

Antes disso, tomamos o excelente café da manhã do Domaine.

Perdemos a hora porque o jet lag (5 horas) nos pegou de jeito.

O caminho até Amboise é tranquilo e a cidadezinha é linda.

É claro que o rio Loire está sempre presente.

O castelo fica bem no centro.

E ele tem uma grande importância histórica.

Foi construído no século XI como uma fortaleza medieval …

… e serviu como residência aos reis Luís XI e Carlos VIII.

No século XV, passou por uma reforma que resultou no estilo renascentista que pode ser visto hoje.

Aproveitamos pra comer alguma coisa na famosa Pâtisserie Bigot, que fica na frente do castelo.

Junto ao castelo, encontra-se a capela St Hubert , onde está enterrado o gênio Leonardo da Vinci.

E onde Da Vinci entra nesta história?

Acontece que ele passou, a convite do rei, os últimos anos da sua vida numa mansão, próxima de Amboise,  …

… o Clos Lucé.

E criando, como sempre.

Dizem até que existe uma passagem subterrânea ligando o Castelo à mansão.

Voltando ao pseudo castelo, é muito legal ver como foi o processo criativo do Leozinho (íntimo, não?).

Ver todos os projetos premonitórios de coisas importantes, tais como pontes, armas, bicicleta, paraquedas, etc, é muito emocionante.

E além disso, ainda existe um parque onde as suas criações estão no tamanho natural.

Segue o fotoblog desta maravilha:

Na volta, tomamos um sorvete Amorino …

…  retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e ver a horta onde é produzido uma boa parte do jantar que teremos a seguir.

Optamos por jantar novamente no hotel.

É, que com a amostra que tivemos ontem, ficamos entusiasmados.

Iniciamos com flutes de Taitanger rosé e alguns amuses.

Logo depois, adentramos ao salão e escolhemos somente os principais, já que contávamos com a degustação de maravilhosos pães e, chover no molhado, da excepcional manteiga.

A Dé escolheu, segundo ela, o melhor peixe que ela comeu na vida dela, o Le Brochet et L’Ecrevisse, que realmente estava bom demais.

Eu fui num frango maneiríssimo, o Le Poulet de Michel Revault, o chef do lugar.

Olha, é uma comida de cinema e daqueles filmes franceses inesquecíveis.

Por sorte, o nosso quarto estava no andar de cima e só nos restou dormir o sono dos justos (e dos bons viajantes).

Au revoir!

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dcpv – dia twaalf – amsterdã – finalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de keukenhof.

27/03/2016

Dia twaalf – AmsterdãFinalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de Keukenhof.

O dia amanheceu com muito sol (a previsão acertou).

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E ainda bem, pois hoje seria o dia de conhecermos Keukenhof.

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Pra quem não sabe, os jardins de Keukenhof são famosos …

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… e quase uma Disney das flores.

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Na verdade, eles não ficam em Amsterdã e sim, em Lisse.

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Portanto, é necessário transporte pra ir pra lá.

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Optamos por comprar tanto o ticket antecipado (pela Internet), como o combo com transporte incluído. E aí surgiu um pequeno problema.

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Ninguém explica exatamente como você, estando hospedado no centro de Amsterdã, consegue chegar até o ponto inicial do ônibus que é justamente no aeroporto de Schipol. Nós resolvemos da seguinte maneira: pegamos um trem da central Station até o aeroporto e de lá, o transfer pro parque.

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A fila era imensa (primeiro final de semana de funcionamento e feriado de Páscoa), mas a quantidade de ônibus era grande e embarcamos rapidamente.

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Chegamos e uma multidão estava lá.

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Mas tudo foi muito tranquilo, já que o espaço é muito grande.

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É claro que nos embasbacamos com tudo o que vimos.

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A organização, …

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…  a limpeza, …

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… o charme, …

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… os jardins …

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… de tudo o que é formato …

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… com os mais variados tipos de flores, …

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… enfim, um primor.

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Mas a surpresa maior foi quando entramos numa estufa imensa e vimos as famosas tulipas.

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Elas são o tema do parque …

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… e não ficam nada a devera tudo o que você imagina.

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São tão lindas e …

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… tão diferentes …

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… que seria impossível não fazer um fotoblog destas estrelas florais:

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Depois desta maravilhosa visão,…

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… ainda fomos dar uma olhada em exposições especiais de orquídeas,…

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… de arranjos florais …

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… e até um legítimo moinho nós conhecemos.

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Só sobrou tempo pra comermos algumas coisas por aqui mesmo (o lugar tem muitos restaurantes) …

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… tais como sopas pra Re e pra Dé, …

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… um bom steak pra mim…

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… e continuarmos a nossa visita.

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Dizem que está não é exatamente a melhor época pra se visitar Keukenhof, …

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… (o ideal seria na segunda quinzena de abril …

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…. quando a floração está na sua plenitude) …

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… mas, mesmo assim, gostamos muito.

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A volta também foi tranquila …

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… e fizemos o caminho inverso, pegando o trem do aeroporto para a Central Station.

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Só sobrou tempo pra fazermos umas últimas comprinhas …

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… comer mais umas perfeitas batatas fritas …

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… e terminar o nosso tour europeu …

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… numa legítima casa de champanhes.

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Bubbles & Wines é um bar a vin e fica muito perto do hotel.

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O lugar é bem bacana é muito tradicional.

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Chegamos lá e a Re e a Dé pediram um voo de champagne, ou seja, 3 taças de diferentes produtores (entre eles o Louis Roederer).

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Eu aproveitei uma promoção (como sou econômico!) e experimentei um taste neozelandês, composto de dois vinhos brancos e dois tintos.

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Pra acompanhar, comemos parmesão com mel trufado, …

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… um prato de charcuteria …

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… e tâmaras com parmesão e bacon.

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Tudo absolutamente delicioso e num ambiente que te faz ficar a vontade.

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Bom, foi isso pessoal.

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Este giro europeu por lugares tão bacanas como Paris,…

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… Berlim …

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… e Amsterdã, …

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… nos deixou, mais uma vez, encucados quanto a dificuldade que temos em viver bem por aqui, em comparação com eles.

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É uma pena, mas espero que um dia consigamos chegar lá.

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Até a próxima!

Veja os outros dias desta viagem:

 

dcpv – dia elf – amsterdã – Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

26/03/2016

Dia elf – Amsterdã- Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

O dia prometia muita chuva.

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E realmente começou chovendo.

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Tomamos o café da manhã no mesmo lugar de ontem (gostamos bastante) …

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… e resolvemos fazer um tour pelo nosso hotel.

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O prédio é histórico, tem mais de 500 anos …

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… e salas muito bacanas …

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… como a de casamentos …

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… além do salão principal onde a rainha Beatrix se casou em 1966.

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Ah, o restaurante principal tambem é bem bacana …

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… e tem uma obra de arte muito legal em sua parede.

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Depois desta aula de história, resolvemos bater pernas.

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A Re descobriu um Pet Shop nas cercanias …

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… e aproveitamos pra ir passear em lugares onde normalmente turistas não vão.

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Apesar do tempo ruim, foi muito interessante, não fosse a chuva que aparecia de vez em quando.

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Passamos no famoso Mercado de Flores …

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… e fomos para o Van Gogh Museum.

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Chegamos ao museu e uma multidão estava na fila para comprar ingresso.

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Como tínhamos comprado pela Internet, não precisamos participar daquela bagunça e entramos diretamente.

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O museu é lindo.

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E, certamente, foi um dos mais bacanas que fomos até hoje.

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Primeiro pela mais absoluta especialização, já que o tema Vincent Van Gogh é muito bem explorado.

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Segundo, pelo áudio guia que é imperdível e funciona no melhor português do Brasil.

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Se é que existe algum pecado, ele é a proibição de se tirar fotos.

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Sempre se dá um jeito, …

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… mas não consigo entender o porque desta proibição.

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Segue um mini fotoblog com as fotos proibidas 🙂 :

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Aproveitamos pra almoçar no restaurante dele mesmo.

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Também exploramos a lojinha que tem produtos bacanas e diferenciados.

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Quando saímos do tour, o sol estava a pino.

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É claro que todas as fotos tiradas nesta condição tornavam tudo mais bonito ainda.

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Como estávamos perto, …

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… e também tínhamos comprado o ingresso antecipadamente, fomos até o Heineken Experience.

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Assim como no Van Gogh, o ato de comprar os tickets antecipadamente é muito sábio, ante as enormes filas de cada um dos locais.

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Sem contar, que os ingressos para o museu da Heineken não tem data determinada e assim você pode ir no dia que quiser.

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Portanto, cortamos a fila oficialmente e iniciamos o tour.

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Ele é muito legal e se destaca por ser realmente uma experiência única.

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Lá você fica sabendo sobre todo o ciclo de fabricação da cerveja, …

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… encara um filminho numa sala especial onde você se sente como se estivesse participando internamente de todo o processo,…

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… desde a escolha da matéria prima até o engarrafamento …

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… e ,finalmente, o ato da garrafa ser aberta numa balada.

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Você experimenta o mosto inicial, …

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… aprende a degustar a loira …

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… e ao final, toma 2 chopes de 250 ml cada.

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Sem contar das incontáveis experiências que você tem…

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… e que transformaram esta cerveja numa prestigiada marca.

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O divertimento é total …

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… e até direito a uma foto virtual com a taça da Champions League você tem.

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Enfim, é um passeio imperdível.

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Voltamos a pé para o hotel …

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… e finalmente conhecemos um coffee shop.

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Depois deste laboratório, comemos mais cones de batatas fritas (especialidade holandesa) …

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… e fomos dormir um soninho mais do que tranquilo.

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Goedenavond!

Veja os outros dias desta viagem:

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dcpv – dia tien – amsterdã – de barco e de trem, só faltou a bike.

25/03/2016

Dia tien – Amsterdã – De barco e de trem, só faltou a bike.

O dia amanheceu nublado.

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Mas foi altamente proveitoso.

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O único problema (se é que isso seria um) é que não tínhamos ainda um programa definido.

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O passeio pra Keukenhof ficou pra sábado. Portanto, tulipas, por enquanto, nem pensar.

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Resolvemos tomar um bom café da manhã num lugar aprazível …

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… e redefinir o nosso roteiro.

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E a Re sugeriu irmos passear de barco.

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É realmente um jeito diferente de conhecer Amsterdã.

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Afinal de contas, você vê monumentos, …

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… reconhece uma boa parte dos 500km de canais …

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… e das mais de 400 pontes que existem por aqui.

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Amsterdã é praticamente uma Veneza contemporânea …

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… e realmente é muito mais do que a cidade da maconha e das prostitutas que muitos estereotipam.

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E como cosmopolita que somos, aproveitamos a variedade e acabamos indo almoçar num legítimo restaurante chinês que fica próximo da Central Station.

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Sea Palace é realmente muito típico.

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A comida nos fez lembrar do Ping Pong, que infelizmente fechou em SP.

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Pedimos no estilo um monte de coisas para experimentar. Batatas com croquete …

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… Bun de carne, …

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… Camarões empanados com macarrão, …

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… Pastéis de massa folhada de frango ao curry, …

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… Sopa de wonton …

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… e Acelga com carne de porco.

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Tudo muito bom e muito chinês.

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Bebemos taças de vinho branco e fomos conversar …

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… no espetacular prédio da biblioteca municipal …

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… sobre o que faríamos a tarde, …

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… logo após tomarmos um bom cafezinho …

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… acompanhado duma fatia de bolo e pétalas de tulipas feitas de chocolate.

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Mais uma vez a Re deu uma ideia excelente. Que tal fazer um bate-volta?

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E pra Haarlem, uma cidadezinha muito bonita e que fica somente a 20 minutos de trem de Amsterdã?

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Topamos e rumamos pra Central Station.

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Comprar os bilhetes foi uma verdadeira moleza e em poucos minutos, estávamos embarcados.

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A viagem foi uma beleza (como é bom o nível de vida desta moçada do primeiro mundo) e quando chegamos, percebemos que acertamos.

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Haarlem é muito bacana (a cidade é toda free Wi-Fi) …

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… e andamos muito pelo centro histórico.

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Tudo é encantador …

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… e o comércio também é bem bacana.

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Encerramos o tour no Gran Caffe Brinkmann, onde experimentamos os famosos Bitterbaillen (croquetes crocantes de carne), um pedaço de queijo italiano taleggio e três flutes de prosecco.

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Foi o final feliz de um grande passeio.

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Não se esqueça: quando estiver em Amsterdã, tire um meio período pra conhecer Haarlem.

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Vale totalmente a viagem.

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A volta foi tão tranquila quanto a ida.

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E depois, foi só a preparação pro jantar que seria no restaurante De Kas.

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Pra começar, o lugar é impressionante.

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Imagine dois galpões, sendo que um é uma estufa onde o chef planta a maioria dos seus ingredientes e o outro, o lugar bonito e moderno onde você fará a sua refeição.

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Pois é o que acontece por lá.

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E a filosofia do estabelecimento é justamente utilizar estes ingredientes fresquíssimos pra fazer os seus pratos.

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Só tinha um problema; o menu degustação é obrigatório. Para isso acontecer, a Re e a Dé tiveram que ceder.

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A primeira entrada foi um caldo com vegetais, muito bem temperado.

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Logo em seguida, veio couve-flor em todas os seus formatos acompanhada de vários legumes tais como salsão, beterraba, rabanete e outros menos votados.

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O prato principal foi haddock com alface grelhada e molho de wasabi.

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Tudo muito bem equilibrado e bem temperado.

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O que fazer com o vinho? Optamos por fazer a paridade e tomamos uma taça deles pra cada um dos pratos.

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Ainda tínhamos a sobremesa, mas para evitar desperdícios, optamos por dividir uma só. E estava boa, com uma torta de laranja e sorvete de laranja sanguínea (manja?).

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Pagamos a conta e só nos restou visitar a estufa, …

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… tirar várias fotos …

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… e pensar como seria bacana se SP tivesse um restaurante como esse.

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E as bikes? Nós não andamos nelas, mas elas são onipresentes na cidade (dizem que são mais de 500000) e estão em todos os lugares.

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É, essa Amsterdã promete (e olha que nem fomos a um coffee shop ainda!).

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Tot ziens.

Veja os outros dias desta viagem:
dia un – paris, a cidade dos luz.
dia deux – paris – frank gehry e cidade luz, tudo a ver.
dia trois – paris – tour gastronomico por montmartre.
dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.
dia funf – berlim – o por do sol no portão de Brademburgo.
dia sechs – berlim – passeio prazeroso a pé.
dia sieben – berlim – kadewe e bundestag, verdadeiros sex shops alemães.
dia acht – berlim – visitando a ilha dos museus e comendo o melhor currywurst.
dia negen – amsterdã – ô lugarzinho bacana (o red light também é).

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dcpv – dia negen – amsterdã – ô lugarzinho bacana (o red light também é).

24/03/2016

Dia negen – AmsterdãÔ lugarzinho bacana (o Red Light também é).

O dia amanheceu nublado, frio e úmido.

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Não precisa nem dizer que estávamos em Berlim.

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E hoje voaríamos para Amsterdã.

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Só deu tempo de tomar um ótimo café da manhã próximo do hotel, …

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… dar uma passeada no que, provavelmente deva ser o maior quarteirão do mundo …

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… com tempo de fazer uma visita técnica num supermercado próximo …

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… e estávamos prontos pra ir pro aeroporto.

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O Tegel fica na ex-Alemanha Oriental e é quase um Congonhas, com todos os defeitos que este tem.

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Fizemos um voo tranquilo pela KLM …

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… e chegamos no horário determinado.

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Escolhemos ficar no Sofitel Legend Amsterdam The Grand, que fica num palácio super antigo e com muita história.

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Tanta que ate um tour eles fazem pra explicar todo o processo de transformação que passou. Os quartos não são grandes, …

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… mas a vista deles é impressionante.

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E aí ficamos pensando naquela máxima: dia de viagem é dia perdido, certo?

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Errado, quando estamos com uma guia como a Re.

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Do nada ela perguntou se não queríamos fazer o tour do Red Light District (quer saber o que é?)?

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Como aceitamos, ela só teve o trabalho de reservar pela Internet e pronto.

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Saímos rapidamente do hotel, atravessamos uma verdadeira esquadrilha da fumaça representado pelos coffee shops (você sabe pra que servem, né?), …

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… compramos um daqueles famosos (e gostosos) cones de batatas fritas …

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… e as 19:00 hs estávamos na Dam pro inicio do tour.

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Ele realmente é muito interessante.

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Através de informações da guia (e de traduções da Re) …

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… você fica sabendo do porquê desta famosa zona de meretrício ter se instalado nesta região da cidade, além de mais um montão de curiosidades.

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A origem das vitrines onde as prostitutas ficam também é muito intrigante,…

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… bem como saber o quanto este ramo movimenta na economia da cidade.

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Fico somente devendo foto dias “meninas” mesmo porque, neste caso, elas são terminantemente proibidas.

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De qualquer forma, quando estiver por aqui, faça este passeio. Ele é bem barato (14€ por pessoa) e vale cada centavo.

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Pra continuar no clima, resolvemos jantar num restaurante thai que fica no próprio Red Light.

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Bird é bem típico e certificado pelo governo da Tailândia.

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Pedimos, de entrada, rolinhos primavera, …

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… e carne de porco caramelada com alho, além de frango com leite de coco e legumes, este, exemplarmente bem apimentado.

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Harmonizamos todo este tempero com um bom sauvignon blanc francês.

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Voltamos caminhando felizes, embriagados pelo cheiro da “danada” que emana de quase todos os lugares …

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… e pensando como a vida é bela.

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Tot ziens.

Veja os outros dias desta viagem:

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