Archive for the 'restaurantes' Category

dcpv – dia II – dois dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

14/10/16

Dia IIDois dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai.

Acordamos até que cedo e o dia estava chuvoso.

Aproveitamos pra tomar lentamente o nosso ótimo café da manhã …

… e divagar sobre o como a chuva é importante para o desenvolvimento das uvas. 😀

A nossa visita de hoje seria à vinícola El Legado.

Ela fica bem perto da Campotinto, a que fomos ontem.

E o estilo é o mesmo.

É um estabelecimento familiar, …

… com produção artesanal (4300 garrafas por ano) …

… e um cuidado imenso com a qualidade final do produto.

Chegamos lá e fomos recebidos pelos próprios donos, a Marta e o Bernardo.

Fizemos um tour bem rápido …

… e deu pra perceber o carinho com que eles tratam a matéria prima.

Logo após, nos alojamos na sala …

… e aproveitamos pra degustar alguns frios e queijos …

… na companhia de todos os 3 vinhos que eles produzem.

Um Tannat, um Syrah e um assemblage das duas uvas.

Todos foram aprovados …

… e, inclusive, tivemos a oportunidade de experimentar o assemblage 2016 diretamente do barril.

A experiência de nós mesmos tirarmos o vinho com o uso da pipeta foi demais.

Neste momento, já nos sentíamos em casa.

Logo o almoço foi servido.

E não podia deixar de ser uma parrillada feita pelos filhos do casal.

Ou seja, seria uma refeição realmente feita em família.

Comemos boas carnes, …

… ótimos legumes …

… e continuamos bebendo excelentes vinhos.

Experimentamos uma sobremesa …

… e tivemos, enfim, a certeza de que este passeio é indispensável.

Até o sol deu o ar da graça.

Portanto, se estiver pela região, venha visitar a vinícola El Legado.

Chegamos tão tarde ao Narbona, que só tivemos tempo de nos arrumar e partir pro jantar.

Que seria no Hotel Hyatt.

A curiosidade pra conhecê-lo era muito grande. Afinal de contas, ele é uma alternativa à hospedagem na Narbona.

Chegamos lá e constatamos que o hotel é muito bacana, mas que tem mais o formato dum resort.

Ele é bem bonito.

Optamos por comer frugalmente, já que o almoço foi substancioso. Escolhemos na maioria, massas …

… e achei os molhos mais pesados que o normal.

Mas, como sempre, foi muito divertido e conversamos até tarde, …

… com a boa companhia de dois vinhos brancos, um Chardonnay Ruttini e um Sauvignon Blanc Pulenta.

O resto foi fazermos o caminho de volta já marcando a próxima viagem deste grupo que veio pra ficar.

Uma pena, a Lourdes e o Eymard não poderem comparecer, mas certamente, estaremos todos juntos em Bordeaux.

Ainda tivemos, somente a Dé e eu, uma pequena e boa experiência em Colonia del Sacramento.

Como ficava no caminho pra Montevideu, optamos por almoçar por lá.

E escolhemos o Bistrô del Charco, que fica no hotel homônimo.

Ele fica de frente pra praia (ou seria o rio?) …

… e tem vistas especiais.

A comida também é muito boa.

A Dé pediu uma Caprese …

… e eu, uma Milanesa com batatas.

Tomamos um Chardonnay uruguaio …

… e ainda aproveitamos pra dar um pequeno passeio pelo centro histórico de Colonia.

Afinal de contas, terminar este tour pela Calle de los Suspiros ….

… foi mais do que apropriado.

Adiós e até a próxima.

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dcpv – dia I – 2 dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

13/10/2016

Dia I2 dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai

É, o grupo estava afiado.

Afinal de contas, já tínhamos nos divertido muito anteriormente tanto no Chile (Vale do Colchágua), como na Argentina (em Mendoza).

E desta vez, nos juntamos na vinícola Narbona.

Nós, a Dé e eu, viemos de Montevidéu de carro (quase 3 horas de viagem) e os amigos cariocas (Madá, Álvaro, Marcia e Vianney) de Buquebus e carro, via BsAs.

Chegamos primeiro e fomos alocados num quarto enorme …

… com vista pras videiras …

… e que tem o nome da uva icônica daqui, a Tannat.

Pra não dizer que tudo estava maravilhoso, o banheiro era muito velho e com móveis, digamos, não muito contemporâneos. 🙂

Aproveitamos, enquanto o pessoal não chegava, pra ir almoçar.

E experimentando um ótimo Tannat Narbona Roble 2012 …

… com o acompanhamento de um ojo de bife com chimichurri pra mim …

… e frango com polenta pra Dé.

Tudo estava muito caprichado e autêntico.

O pessoal chegou e aproveitamos pra matar a saudade, tomando um bom Pinot Noir, também da Narbona.

Descansamos um pouco, …

… olhamos uma parte da vinícola …

… e fomos nos preparar pro primeiro jantar do grupo.

Que foi no próprio restaurante da Narbona.

Não precisa dizer que tudo foi extremamente divertido e saboroso.

Como o menu era o mesmo do almoço, tivemos algumas repetições.

Comemos ojo de bife, …

… salada (pra Dé, óbvio), cordeiro, …

… canelone e ravioli, …

… além de experimentarmos e aprovarmos o vinho top do lugar, o Tannat Luz de Luna 2012.

Gostamos de tudo, conversamos muito (tínhamos mesmo que matar as saudades) e fomos dormir, vendo um céu estrelado.

Acordamos com um maravilhoso sol.

Tomamos o ótimo café da manhã do hotel …

… e aproveitamos pra ir conhecer a bodega.

Existe uma parte antiga e uma nova e moderna (segue o fotoblog).

Quando percebemos já era hora do almoço, …

… que seria numa vinícola próxima, a  CampoTinto.

Aproveitamos que no meio do caminho e dentro do complexo Narbona, existe o Porto Camacho e fizemos uma visita.

O Porto é muito bacana, …

… além de ter uma bonita loja de produtos Narbona (conservas, queijos, etc) …

… e um restaurante casual chamado Basta Pedro que é bastante simpático.

Prometemos voltar.

Seguimos para a  CampoTinto, onde tivemos uma breve explanação da sua produção bastante artesanal de vinhos.

São somente 15000 garrafas feitas anualmente, …

… sendo que a maioria é utilizada no próprio restaurante.

O enólogo Daniel nos explicou tudo …

… e, inclusive, experimentamos vinhos que estavam descansando em barricas de carvalho.

O Tannat 2016 estava muito bom.

Dali, seguimos para o almoço.

O restaurante é muito simpático …

…  e você tem duas opções de entradas, principais e sobremesas.

Acabamos escolhendo tudo. Bruschettas …

… e bolinhos de chicória.

Gnocchi …

… e peito de frango.

Flan com dulce de leche (taí, Eymard) …

… e creme brulée.

Tomamos um Tannat 2012 e assim conseguimos escolher quais vinhos compraríamos.

Nos despedimos com pesar …

… e, ufa, fomos nos preparar prum picnic que contratamos na Narbona.

Ele seria feito próximo as videiras …

… e a atração maior deveria ser o por do sol.

Andamos cerca de dez minutos e chegamos ao local.

Estava tudo preparado. Sanduíches, queijos, doces e vinhos.

Somando-se a conversa agradável, foi o que podemos considerar um programaço.

E o sol não nos decepcionou.

Tiramos várias fotos do seu por e continuamos a conversa até o escurecer.

Retornamos ouvindo uma trilha sonora de peso que o DJ Álvaro nos brindou e cantando..

Imagine tudo isso ao som de Rolling Stones, Ramones e Talking Heads? Wild, wild, life!

Continuamos a conversa noite adentro com o devido acompanhamento de mais algumas garrafas de Tannat. Um espetáculo!

Depois disso, só subindo a escada e dormindo o sono dos justos.

Adiós.

Veja os outros dias desta viagem:
Uno – 1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

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dcpv – 1,5 dias em montevidéu – o que fazer na capital uruguaia?

11 e 12/10/2016

1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

Era mais um encontro do nosso grupo de vinhos.

E desta vez seria em Carmelo, no Uruguai, mais precisamente no hotel da vinícola Narbona.

Estávamos quase completos, já que a Lourdes e o Eymard não puderam comparecer devido a problemas particulares.

Mas a Marcia Lube e o Vianney, a Madá e o Álvaro e a Dé e eu estávamos a postos.

Se bem que inicialmente nós dividimos em dois grupos: enquanto os cariocas optaram por iniciar o tour por Buenos Aires, nós fomos pra Montevidéu.

O voo Latam era bem cedo e nos permitiu, chegar por volta do meio dia e ainda aproveitar um pouco da cidade.

Escolhemos (com a ajuda da Nati) o novo hotel Hyatt Centric Montevideo, que fica no bairro de Pocitos.

Ele é bem modernoso e os quartos são amplos …

… e com uma excelente vista.

Sabe que tenho que concordar com os uruguaios e achar que o Rio da Prata é mesmo o Oceano Atlântico!

Além do mais uma atração turística fica bem em frente ao hotel. O letreiro típico de Montevidéu é bastante curioso …

… e a passagem de turistas pra tirar uma foto …

… é praticamente obrigatória.

Aproveitamos pra conhecer a região …

… indo a pé até o shopping …

… que não tem muita coisa diferente dos shoppings da vida, mas que te permite tomar um sorvete Freddo de doce de leite …

… e ao mesmo tempo, conseguimos perceber como a região é tranquila e que a cidade foi feita pra se caminhar.

Aproveitamos pra jantar no restaurante do próprio hotel, o Plantado.

Na verdade, já tínhamos almoçado lá.

Este almoço foi no estilo buffet e comemos muito bem.

Sem contar que todo o ambiente do restaurante é praticamente perfeito. Ele tem uma cozinha à vista, …

… uma linda oliveira antiga no centro de tudo …

… e uma decoração maravilhosa.

Já a noite, se é que isso é possível, tudo fica mais bonito ainda.

E como estávamos sem muita fome, resolvemos pedir somente entradas.

A Dé escolheu uma tortilha de batatas com o acompanhamento duma saladinha de verdes …

… e eu, não resisti ao polvo feito na brasa.

Ambos perfeitos e mais ainda, acompanhados dum vinho branco nacional, o Viogner Garzon.

Melhor que tudo, só precisamos de um elevador pra estarmos no nosso confortável quarto.

Já no outro dia, pela manhã, fomos conhecer a Cidade Velha.

Pegamos um uber e fomos direto para a Plaza Independência.

Ela é o centro nevrálgico de Montevidéu e tem visual classudo e muito interessante.

Vimos o Palácio Salvo, a porta de entrada da cidade …

… e muitos outros prédios históricos.

Descemos pela rua Sarandi, …

… cruzamos com a praça da Matriz …

… e encontramos um oásis, o Café Brasilero.

Ele é histórico, já que existe desde 1877,…

… e a filosofia slow food dele é fantástica.

Vale tentar fazer a tradução literal do seu princípio. Ele é muito bacana (Desfrute a conversa, saboreie tua comida como se tivesse tempo, conte as gotas de café que te faltam, viva!).

Seguimos caminhando até o Mercado do Porto.

A ideia inicial seria almoçar no El Palenque, um assador de carnes famosíssimo. Chegamos lá, observamos bem e vimos que os pratos eram enormes (e cá pra nós, com tremenda cara de ser um daqueles restaurantes turisticões).

Resultado? Fomos ao Jacinto, um lugarzinho mais aconchegante …

… e com uma comida bem comfort.

A Dé pediu um peito de frango com bacon e purê de batatas com azeite e manjericão que estava dos deuses.

Eu escolhi gnocchi de batatas com crosta de presunto de Parma e um molho de limão que não ficou atrás.

Tomamos duas taças do mesmo Viogner Garzon de ontem à noite e estávamos felizes.

Voltamos ao hotel, …

… e fomos aproveitar a tarde futebolisticamente.

Como? Indo ao lendário estádio Centenário …

… e conhecer o seu Museu do Futebol.

Olha, este passeio é bem diferente, mas nunca a expressão museu foi tão bem utilizada.

Tudo é muito velho …

… cheira, literalmente, a história.

Conhecer o campo é bastante curioso, …

… mas verdade é que ele é um Itaquerão de cem anos atrás.

No mais, foi muito legal conhecer memorabílias  que eu jamais imaginaria ver ….

… e as referências ao Maracanazzo são inevitáveis.

A visita foi uma curtição e logo estávamos de volta ao hotel pra conhecer a sua Deli. Aproveitamos pra comprar um bom azeite 33graus, …

… tomamos dois bons expressos e comemos um bom doce com o excelente doce de leite uruguaio.

Só faltava o jantar.

Escolhemos um lugar famoso e charmoso, o Francis Punta Carretas.

E não nos arrependemos.

Enfim, fica a sensação que Montevidéu é um lugar bacana pra se conhecer num final de semana (não muito mais do que isso).

A cidade é bem limpa, o povo é muito educado e sentimos segurança o tempo todo, …

… além da comida e do vinho nacional serem muito bons.

Ou seja, recomendamos. Adiós.

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dcpv – dia deux – vale do loire – chateau de villandry, este lugar é um espetáculo!

22/07/2016

Dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!

Acordamos bem mais cedo, …

… tomamos um lauto café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra conhecer um castelo charmoso, o Villandry, …

… que tem a fama de ter os jardins mais maneiros do Vale do Loire.

Ele fica há 55 min do hotel, mas vale cada metro percorrido.

Ainda mais que no caminho você passa em muitas cidadezinhas bonitas e sempre margeadas pelo elegante rio Loire.

Uma delas é Vouvray, renomada entre os conhecedores de vinho …

… e onde vimos até uma mini- feira livre.

Chegamos em Villandry por volta do meio-dia, com tempo suficiente pra fazer a visita completa.

Ou seja, visitamos o interior do castelo …

… com todas as encenações de cenas daquela época …

… bem como passeamos muito nos jardins que são maravilhosamente bem feitos …

… e bem cuidados.

Segue o fotoblog com os melhores momentos desta visita:

Além do mais, se você quer ver um jardim espetacular, Villandry é este lugar.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente no próprio restaurante do Castelo.

Pedimos quiche, salada e rillete de amêndoas, além de duas taças dum rosé da região.

Rodamos mais um pouco e fomos conhecer o castelo Azay-le-Rideau.

A cidade é muito legal, mas o prédio estava sendo reformado, especialmente a fachada.

Resolvemos continuar viagem e conhecer o Château d’Ussé.

Esta é uma visita muito bacana, já que este castelo serviu de inspiração pra Bela Adormecida.

Andamos bastante no seu interior, …

… passamos pela Capela, …

… pela estrebaria,…

… pela cave …

… e finalizamos no jardim.

Taí uma visita mais do que completa.

Como estávamos perto, resolvemos conhecer uma das cidadezinhas mais charmosas da região, chamada Candes-Saint-Martin.

Ela fica na beira do rio …

… e a igreja de seu padroeiro é um espetáculo à parte.

Para melhorar, chegamos lá justamente as seis horas, horário da Ave Maria.

Imagina se a Dé não adorou?

Ah, o caminho estava interditado e tivemos que fazer um daqueles desvios adoráveis e inesperados. Andamos numa estrada de terra …

… e topamos com uma plantação de girassóis que era inspiradora.

Chegamos a pensar que estávamos na Toscana!

Por incrível que pareça, ainda deu tempo de passar em Langeais, …

… pra ver o seu belo castelo central …

… e admirar a simpatia da cidade.

É um lugar pra ficar um tempo e ver o próprio passar.

Ufa, tínhamos que voltar pro hotel, tomar uma banho rápido e zarpar pra Amboise, pois assistiríamos a um espetáculo noturno de som e luzes no Castelo Clos Lucé, o do Da Vinci.

A ideia é muito bacana.

Você encontra o castelo iluminado, música ao vivo através dum piano, um desenhista reproduzindo obras do Leonardo e atores interpretando textos sobre o gênio.

Tudo muito bom com a exceção de que o nosso parco francês não permitia uma compreensão mais profunda do texto.

Uma pena, mas recomendamos o espetáculo de qualquer maneira.

Ainda deu tempo de chegar no hotel (a cidade estava toda fechada) e conseguirmos boas saladas estreladas acompanhadas de duas taças dum Vovray branco seco na medida.

Olha, o sono dos justos nunca foi tão justo!

Au revoir.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

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dcpv – dia un – vale do loire – não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

21/07/16

Dia un – Vale do Loire –  Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão francês.

Esta será uma viagem especial.

Afinal de contas, misturar França e Itália, Paris e Milão, Vale do Loire e Toscana, com o upgrade de ver o show do Andrea Bocelli na casa dele, dá um tom bem bacana a tudo, né não?

Bom, o primeiro dia foi no Vale do Loire.

Chegamos em Paris, pegamos o carro alugado e zarpamos diretamente pra essa região de mágicos castelos.

Escolhemos o hotel  Domaine Hauts de Loire e não nos arrependemos.

Os quartos são espaçosos e ficamos numa posição privilegiada pra iniciar o nosso périplo pelos verdadeiros palácios.

Enquanto isso, aplacamos a nossa fome num jantar espetacular no próprio hotel.

Foi uma verdadeira maravilha.

Quanto aos castelos, iniciamos, no outro dia, pela manhã e por Amboise.

Antes disso, tomamos o excelente café da manhã do Domaine.

Perdemos a hora porque o jet lag (5 horas) nos pegou de jeito.

O caminho até Amboise é tranquilo e a cidadezinha é linda.

É claro que o rio Loire está sempre presente.

O castelo fica bem no centro.

E ele tem uma grande importância histórica.

Foi construído no século XI como uma fortaleza medieval …

… e serviu como residência aos reis Luís XI e Carlos VIII.

No século XV, passou por uma reforma que resultou no estilo renascentista que pode ser visto hoje.

Aproveitamos pra comer alguma coisa na famosa Pâtisserie Bigot, que fica na frente do castelo.

Junto ao castelo, encontra-se a capela St Hubert , onde está enterrado o gênio Leonardo da Vinci.

E onde Da Vinci entra nesta história?

Acontece que ele passou, a convite do rei, os últimos anos da sua vida numa mansão, próxima de Amboise,  …

… o Clos Lucé.

E criando, como sempre.

Dizem até que existe uma passagem subterrânea ligando o Castelo à mansão.

Voltando ao pseudo castelo, é muito legal ver como foi o processo criativo do Leozinho (íntimo, não?).

Ver todos os projetos premonitórios de coisas importantes, tais como pontes, armas, bicicleta, paraquedas, etc, é muito emocionante.

E além disso, ainda existe um parque onde as suas criações estão no tamanho natural.

Segue o fotoblog desta maravilha:

Na volta, tomamos um sorvete Amorino …

…  retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e ver a horta onde é produzido uma boa parte do jantar que teremos a seguir.

Optamos por jantar novamente no hotel.

É, que com a amostra que tivemos ontem, ficamos entusiasmados.

Iniciamos com flutes de Taitanger rosé e alguns amuses.

Logo depois, adentramos ao salão e escolhemos somente os principais, já que contávamos com a degustação de maravilhosos pães e, chover no molhado, da excepcional manteiga.

A Dé escolheu, segundo ela, o melhor peixe que ela comeu na vida dela, o Le Brochet et L’Ecrevisse, que realmente estava bom demais.

Eu fui num frango maneiríssimo, o Le Poulet de Michel Revault, o chef do lugar.

Olha, é uma comida de cinema e daqueles filmes franceses inesquecíveis.

Por sorte, o nosso quarto estava no andar de cima e só nos restou dormir o sono dos justos (e dos bons viajantes).

Au revoir!

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dcpv – dia twaalf – amsterdã – finalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de keukenhof.

27/03/2016

Dia twaalf – AmsterdãFinalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de Keukenhof.

O dia amanheceu com muito sol (a previsão acertou).

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E ainda bem, pois hoje seria o dia de conhecermos Keukenhof.

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Pra quem não sabe, os jardins de Keukenhof são famosos …

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… e quase uma Disney das flores.

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Na verdade, eles não ficam em Amsterdã e sim, em Lisse.

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Portanto, é necessário transporte pra ir pra lá.

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Optamos por comprar tanto o ticket antecipado (pela Internet), como o combo com transporte incluído. E aí surgiu um pequeno problema.

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Ninguém explica exatamente como você, estando hospedado no centro de Amsterdã, consegue chegar até o ponto inicial do ônibus que é justamente no aeroporto de Schipol. Nós resolvemos da seguinte maneira: pegamos um trem da central Station até o aeroporto e de lá, o transfer pro parque.

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A fila era imensa (primeiro final de semana de funcionamento e feriado de Páscoa), mas a quantidade de ônibus era grande e embarcamos rapidamente.

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Chegamos e uma multidão estava lá.

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Mas tudo foi muito tranquilo, já que o espaço é muito grande.

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É claro que nos embasbacamos com tudo o que vimos.

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A organização, …

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…  a limpeza, …

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… o charme, …

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… os jardins …

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… de tudo o que é formato …

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… com os mais variados tipos de flores, …

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… enfim, um primor.

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Mas a surpresa maior foi quando entramos numa estufa imensa e vimos as famosas tulipas.

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Elas são o tema do parque …

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… e não ficam nada a devera tudo o que você imagina.

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São tão lindas e …

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… tão diferentes …

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… que seria impossível não fazer um fotoblog destas estrelas florais:

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Depois desta maravilhosa visão,…

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… ainda fomos dar uma olhada em exposições especiais de orquídeas,…

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… de arranjos florais …

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… e até um legítimo moinho nós conhecemos.

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Só sobrou tempo pra comermos algumas coisas por aqui mesmo (o lugar tem muitos restaurantes) …

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… tais como sopas pra Re e pra Dé, …

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… um bom steak pra mim…

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… e continuarmos a nossa visita.

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Dizem que está não é exatamente a melhor época pra se visitar Keukenhof, …

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… (o ideal seria na segunda quinzena de abril …

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…. quando a floração está na sua plenitude) …

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… mas, mesmo assim, gostamos muito.

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A volta também foi tranquila …

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… e fizemos o caminho inverso, pegando o trem do aeroporto para a Central Station.

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Só sobrou tempo pra fazermos umas últimas comprinhas …

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… comer mais umas perfeitas batatas fritas …

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… e terminar o nosso tour europeu …

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… numa legítima casa de champanhes.

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Bubbles & Wines é um bar a vin e fica muito perto do hotel.

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O lugar é bem bacana é muito tradicional.

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Chegamos lá e a Re e a Dé pediram um voo de champagne, ou seja, 3 taças de diferentes produtores (entre eles o Louis Roederer).

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Eu aproveitei uma promoção (como sou econômico!) e experimentei um taste neozelandês, composto de dois vinhos brancos e dois tintos.

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Pra acompanhar, comemos parmesão com mel trufado, …

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… um prato de charcuteria …

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… e tâmaras com parmesão e bacon.

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Tudo absolutamente delicioso e num ambiente que te faz ficar a vontade.

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Bom, foi isso pessoal.

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Este giro europeu por lugares tão bacanas como Paris,…

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… Berlim …

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… e Amsterdã, …

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… nos deixou, mais uma vez, encucados quanto a dificuldade que temos em viver bem por aqui, em comparação com eles.

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É uma pena, mas espero que um dia consigamos chegar lá.

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Até a próxima!

Veja os outros dias desta viagem:

 

dcpv – dia elf – amsterdã – Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

26/03/2016

Dia elf – Amsterdã- Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

O dia prometia muita chuva.

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E realmente começou chovendo.

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Tomamos o café da manhã no mesmo lugar de ontem (gostamos bastante) …

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… e resolvemos fazer um tour pelo nosso hotel.

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O prédio é histórico, tem mais de 500 anos …

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… e salas muito bacanas …

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… como a de casamentos …

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… além do salão principal onde a rainha Beatrix se casou em 1966.

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Ah, o restaurante principal tambem é bem bacana …

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… e tem uma obra de arte muito legal em sua parede.

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Depois desta aula de história, resolvemos bater pernas.

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A Re descobriu um Pet Shop nas cercanias …

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… e aproveitamos pra ir passear em lugares onde normalmente turistas não vão.

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Apesar do tempo ruim, foi muito interessante, não fosse a chuva que aparecia de vez em quando.

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Passamos no famoso Mercado de Flores …

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… e fomos para o Van Gogh Museum.

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Chegamos ao museu e uma multidão estava na fila para comprar ingresso.

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Como tínhamos comprado pela Internet, não precisamos participar daquela bagunça e entramos diretamente.

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O museu é lindo.

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E, certamente, foi um dos mais bacanas que fomos até hoje.

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Primeiro pela mais absoluta especialização, já que o tema Vincent Van Gogh é muito bem explorado.

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Segundo, pelo áudio guia que é imperdível e funciona no melhor português do Brasil.

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Se é que existe algum pecado, ele é a proibição de se tirar fotos.

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Sempre se dá um jeito, …

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… mas não consigo entender o porque desta proibição.

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Segue um mini fotoblog com as fotos proibidas 🙂 :

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Aproveitamos pra almoçar no restaurante dele mesmo.

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Também exploramos a lojinha que tem produtos bacanas e diferenciados.

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Quando saímos do tour, o sol estava a pino.

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É claro que todas as fotos tiradas nesta condição tornavam tudo mais bonito ainda.

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Como estávamos perto, …

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… e também tínhamos comprado o ingresso antecipadamente, fomos até o Heineken Experience.

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Assim como no Van Gogh, o ato de comprar os tickets antecipadamente é muito sábio, ante as enormes filas de cada um dos locais.

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Sem contar, que os ingressos para o museu da Heineken não tem data determinada e assim você pode ir no dia que quiser.

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Portanto, cortamos a fila oficialmente e iniciamos o tour.

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Ele é muito legal e se destaca por ser realmente uma experiência única.

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Lá você fica sabendo sobre todo o ciclo de fabricação da cerveja, …

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… encara um filminho numa sala especial onde você se sente como se estivesse participando internamente de todo o processo,…

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… desde a escolha da matéria prima até o engarrafamento …

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… e ,finalmente, o ato da garrafa ser aberta numa balada.

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Você experimenta o mosto inicial, …

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… aprende a degustar a loira …

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… e ao final, toma 2 chopes de 250 ml cada.

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Sem contar das incontáveis experiências que você tem…

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… e que transformaram esta cerveja numa prestigiada marca.

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O divertimento é total …

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… e até direito a uma foto virtual com a taça da Champions League você tem.

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Enfim, é um passeio imperdível.

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Voltamos a pé para o hotel …

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… e finalmente conhecemos um coffee shop.

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Depois deste laboratório, comemos mais cones de batatas fritas (especialidade holandesa) …

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… e fomos dormir um soninho mais do que tranquilo.

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Goedenavond!

Veja os outros dias desta viagem:

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