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dcpv – tenth day – usa – califórnia – san luiz obispo – querida, encolhi literalmente los olivos.

04/04/2020 (caramba, um ano certinho. Foi em 04/04/2019)

Tenth day – USA – Califórnia – San Luiz ObispoQuerida, encolhi literalmente Los Olivos.

Hoje seria dia de visitar cidades curiosas …

… aqui na região de São Luís Obispo.

Primeiro, passaríamos em Solvang

… uma lugar tipicamente dinamarquês, …

… tudo a ver com a região vinícola do Vale de Santa Inez. Hahaha

Depois, passearíamos na grande metrópole de Los Olivos, …

… uma outra cidade imensa de 4 quarteirões com 1000 habitantes.

Aguardem que será muito interessante.

Iniciamos tomando um café da manhã numa cafeteria ao lado do hotel.

Tudo muito bom, especialmente a trilha sonora.

Como elas são boas aqui na Califórnia. (entre no clima e coloque Hootie&The Blowfish pra tocar)

Zarpamos rapidamente pra Solvang.

Ele fica a quase uma hora de SLO.

E é dinamarquesa ao extremo.

Sim, danesa mesmo.

Com direito a moinhos …

… e estátuas de Hans Christian Andersen.

Ou seja, é curiosa demais.

Ver casinhas típicas …

… com lojas no mesmo estilo …

… te deixam com a cabeça confusa …

… mas ao mesmo tempo, feliz …

… por ver alguma coisa bem disneyniana …

… em plena região produtora de vinhos.

Logo em seguida, rumamos pra conhecer a vinícola Seasmoke.

Andamos bastante de carro, curtindo muito a paisagem, …

… (note que hoje o tempo esteve bem broncolhão) e chegamos num lugar onde não tinha nada.

Assim como buscamos também uma fazenda de framboesas e chegamos num portão fechado. Hahaha (coisas do Waze).

Resolvemos passar em Ballard, …

… passar mesmo, pois a cidade é minúscula …

… e ir pra Los Olivos.

Já disse que ela é pequena, mas é muito charmosa também.

Foi lá que foi filmado uma boa parte do filme Sideways.

Como chegamos um pouco cedo pro almoço, fomos fazer uma degustação na vinícola Tercero.

A sala deles é uma beleza.

E os vinhos também.

Experimentamos 5.

Resolvemos comprar um rosé, dois tintos, um Garnache e um Syrah.

Estávamos no horário pra almoçar.

Reservei, em mais uma referência ao Sideways, …

… o Los Olivos Wine Merchant Cafe.

E sentamos bem ao lado da adega onde aconteceu a filmagem.

Cool!

Pedimos duas taças de tintos californianos.

A Dé escolheu uma massa com frango …

…e eu um filé com fritas.

Parecem simples, mas estavam deliciosos.

Olhamos mais um pouco o ambiente …

… e fomos conhecer a Artiste Winery.

Uau! Que lugar.

Eles misturam obras de arte …

… com vinhos que produzem cuidadosamente …

…e o resultado, só poderia ser maravilhoso.

Experimentamos 3 indicações da vendedora e acabamos levando um Chardonnay sem madeira, além de dois tintos de respeito (um Pinot  Noir e um Cabernet Sauvignon).

Todos os vinhos muito bons e com um cuidado nos rótulos e na apresentação que nos deixou surpresos.

Fomos embora completamente satisfeitos, …

… mas ainda deu tempo de passar no centro de Los Alamos …

… pra ver uma cidade totalmente country …

… e com um jeitão de velho Oeste.

Pegamos mais uma hora de estrada pra voltar pra SLO.

E aproveitamos pra dar uma relaxada, tomar um banho …

… e praticar o esporte que consagrou os brazucas: comprar!

É isto mesmo, fomos dar uma olhada no centro de SLO.

E encontramos lojas que a Dé gosta tais como Black &White, Bath Body Works e Sephora.

Diversão completa.

Aproveitamos ainda, pra dar uma passeada pelo Farmers Market.

Ele acontece todas as quintas a noite …

… onde são vendidos …

… produtos orgânicos …

… de procedência, …

… com destaque pra altíssima temporada …

… dos morangos mais deliciosos que já comemos nas nossas vidas.

Incrível a quantidade de pessoas que vem se divertir …

… comprando ingredientes saudáveis …

… e ao mesmo tempo, …

… comendo as maiores porcarias. 🙂

Ah, os shows também são imperdíveis.

Apesar do tempo não estar muito bom, …

… surgiu uma certa claridade no céu …

… e aproveitamos pra dar um pulo em Pismo Beach, uma praia próxima e muito bonita.

Qual não foi a nossa surpresa ao presenciar um daqueles …

… pores do sol marcantes …

… e inesquecíveis?

Foi demais …

… e resolvemos voltar pro hotel margeando a praia …

… e tendo visões espetaculares do poente.

Chegamos …

… a tempo de passar na feira novamente …

… e comprar mais alguns morangos e berries.

Só nos restou jantar, ou melhor, beliscar no restô do hotel.

Comemos uma burrata …

… e um prato de queijos e salames …

… que estavam muito bons …

… com duas taças dum tinto da Costa Central.

Caramba, que dia!

See U.

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega. 
Third  day – USA – Califórnia – San – Diego – Passeando num porta aviões.
Fourth day – USA – Califórnia – San Diego – Cruzeiro e show em igreja?
Fifth day – USA – Califórnia – San Diego – Fomos ver os Padres, Marcelo.
Sixth day – USA – Califórnia – San Diego/LA – Spring bloom, estão chegando as flores!
Seventh day – USA – Califórnia- Los Angeles – Friends pra sempre, dando um pulo nos irmãos Warner.
Eighth day – USA — Califórnia – Los Ageles – Until the sun comes up over Santa Monica boulevard/Michael, the Bublé.
Ninth day – USA – Califórnia – Eu quero falar com o San Luiz Obispo.

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dcpv – second day – usa – califórnia – san diego de la vega.

07/03/2020 (vivido em 27/03/2019)

Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega.

Vou reafirmar que estamos fazendo uma verdadeira road trip.

A ideia toda é chegar por LA, descer pra San Diego …

… subir pela Hwy 1, com paradas em San Luis Obispo, …

… Carmel, esticada pro Napa (que ninguém é de ferro! 🙂 ), …

… descer pra SF, paradinha em Paso Robles …

… Hwy1 again, Santa Bárbara e Nova Toscana!

Ufa! 🙂

É a primeira vez que vejo alguém subir e descer a Hwy1 numa única viagem.

Preparem os seus olhos que nós prepararemos os nossos pneus.

Bom, acordamos cedo (o fuso de 4 horas judia um pouquinho) …

… tomamos o nosso café da manhã no próprio hotel …

… e zarpamos pra San Diego.

Como planejamos curtir o caminho, fizemos a primeira parada em Long Beach.

Que lugar bacana.

Bem perto de LA, tem muita personalidade e …

… paisagens lindíssimas …

… tais como o mural famoso das baleias…

… e o circuito da Fórmula Indy, …

… que fica nas próprias ruas onde passamos.

Cool!

O tempo estava nublado, mas com cara que o sol ia abrir.

Seguimos o roteiro, indo conhecer o Earl Burns Miller Japanese Gardens.

Ela fica na gloriosa Universidade de Long Beach.

Outro lugar muito legal.

E o jardim japonês é pequenininho (sem piadinhas, pufavô) …

… mas muito bonito …

… como todo jardim japonês que se preze.

Continuamos, passando em Huntington Beach …

… e seu longo píer de concreto.

Tudo bem que não é exatamente o que nos vem à mente …

… quando pensamos num píer de praia californiana, …

… mas é espetacular.

Mais um pouquinho de carro …

… e de paisagens estonteantes …

… e chegamos ao The Lab Anti-mall.

A sacada é excelente.

Montaram um espaço com restaurantes e lojas alternativas (sim, um shopping bichogrilesco) …

… coisas da Califórnia …

… e muito, …

… mas muito fotogênico.

Tudo foi pensado pra atrair o cliente …

… e a tal experiência é flagrante.

Aproveitamos pra almoçar no Gipsy.

Na verdade, beliscamos.

Pedimos uma entrada de pão nan com salada …

… e duas taças dum Chardonnay de Monterey.

Puro treino.

Continuamos nos deliciando com o lugar …

… e aproveitamos pra tomar um sorvete customizado. Você escolhe o sabor, a cobertura e a calda.

Coco com chocolate branco e caramelo salgado.

O show não podia parar.

Rumamos pra Laguna Beach.

O Heisler Park te propicia vistas retumbantes do oceano …

… e da praia.

Note que nesta parte do litoral, a praia fica lá embaixo …

… e isto torna tudo muito mais dramático.

Próxima parada?

Oceanside

…com o seu legítimo …

… e esperado …

… píer de madeira.

Uau! É só o que podemos dizer.

Andamos bastante até chegar ao final dele …

… e resolvemos ir direto pra última parada.

A linda Black’s Beach.

Demoramos um pouco pra encontrar e quando fomos ver …

… era mais uma daquelas praias bonitas e que ficam bem lá embaixo.

Só que a grande surpresa é que lá …

… existe uma plataforma de saltos.

Que lugar sensacional.

Ver um verdadeiro balé dos parapentes …

… foi demais.

Juro que deu vontade de saltar só pra ter a emoção de curtir tanta coisa bonita daquele ângulo.

Como estávamos atrasados, …

… resolvemos ir direto pro hotel.

A primeira impressão é que San Diego é muito legal.

E o hotel que escolhemos, o Pendry é muito bom.

O quarto é muito espaçoso (eles tem as melhores amenities do mundo) …

… e nos permitiu ver um dos pores do sol mais bonitos de nossas vidas.

Que tramonto!

E deu pra curtí-lo deitado na cama.

Ainda demos uma volta de reconhecimento …

… pelo bairro mais famoso daqui, o Gaslamp Quarter, que fica ao lado do hotel.

Andamos um pouco, jantamos no restô Rustic Root.

O lugar é modernoso.

Tomamos duas taças de vinhos locais …

… junto com um Halibute pra Dé …

… e steack e fritas pra mim.

Ufa, que dia!

See U!

Veja como foi o primeiro dia desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron.

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dcpv – dia sieben – alemanha – berlim – kadewe e bundestag, verdadeiros sex shops alemães.

22/03/2016

dcpv – Dia Sieben – Berlim – KaDeWe e Bundestag, verdadeiros sex shops alemães.

O dia amanheceu frio, nublado e chuvoso.

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O que não nos impediu de tomar um bom café da manhã ao lado do hotel (esta vizinhança é bem bacana) …

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… e zarpar pra conhecer alguns museus.

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Andamos um pouco e chegamos a Tachelles, uma instalação toda grafitada e …

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… que, infelizmente, estava fechada para visitação.

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Deu pra ver alguma coisa e …

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… imaginar como tudo seria muito interessante.

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Andamos em direção à Ilha dos Museus e chegamos ao Museu dos Ramones.

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Bom, chamar esta instalação de museu é quase que um exagero.

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Na verdade, ele é um café que tem como tema este prestigiado conjunto (hey, ho, let’s go, como diria o amigão Álvaro) …

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… com uma sala com muitas memorabilias sobre CJ, Dee Dee e Mark Ramone.

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É tudo muito interessante (vimos até que eles fizeram um show em Mogi das Cruzes) …

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… e, é claro, que o som ambiente é muito bom!

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Seguimos em diante e tentamos visitar o espetacular Museu Pergamon.

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Não tínhamos reservado os tickets pela internet e com o tempo reinante, a fila era imensa.

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Optamos pelo plano B, pegamos um táxi e zarpamos pra KaDeWe.

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Pra quem não sabe, KaDeWe vem de Kaufhaus des Westerns que significa loja de departamentos do oeste.

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É claro que ela é uma destas lojonas com tudo o que existe numa legítima loja de departamentos.

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Mas o que a diferencia é o sexto andar.

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Lá você encontra tudo o que se imagina em gastronomia e na melhor qualidade.

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É um verdadeiro sex shop alemão.

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Ainda tomamos flutes de champanhe em um dos vários pontos de degustação das borbulhas …

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… e comemos alguns dos melhores hambúrgueres de nossas vidas.

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Cada um na sua especialidade: a Re pediu um de frango, …

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… a Dé um veggie ..

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… e eu, um clássico de red angus.

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Tudo isso acompanhado das melhores batatas fritas que comemos até hoje.

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Deu pra sentir o calibre das coisas, né?

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Ainda deu tempo de comprar o nosso jantar que, provavelmente, será feito no quarto do hotel.

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Nos despedimos rapidamente deste paraíso, …

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… pegamos um táxi e …

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… passamos rapidamente no hotel pra somente pegar a nossa reserva pra visita a cúpula do Bundestag (esse nome é bem engraçado, né?).

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Pra quem não sabe, o Bundestag é o parlamento alemão e …

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… esta cúpula foi projetada pelo Norman Foster, famoso arquiteto inglês.

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Esta visita é gratuita e caso você não queira perdê-la, reserve pela Internet, pois é obrigatório.

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Faça isso com uma boa antecedência, pois a procura é grande.

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Chegamos no horário e debaixo de chuva.

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É, tudo impressiona.

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O prédio, …

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… a cúpula vista de longe …

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… e a subida dela propriamente dita.

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Não se esqueça de pegar o vídeo-guia e aproveitar todas as vistas da cidade …

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… além da arquitetura da cúpula.

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É mesmo uma visita obrigatória.

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Terminado a visita (ela é rápida, não dura mais que uma hora), …

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… ainda passamos pelo Portão de Brandenburgo …

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… pra dar uma olhada mais apurada na sua iluminação.

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E como o tempo não melhorava, optamos mesmo por fazer um jantarzinho, quase um picnic, no quarto do hotel.

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Embutidos, …

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… queijos, …

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… pães …

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… e um ótimo champagne.

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Não precisa mais nada, né?

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Bis baldi!

Veja os outros dias desta viagem:

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dcpv – ottavo giorno toscano – castello di ama, o piccolo inhotim.

06/06/2013

Ottavo giorno toscanoCastello di Ama, o piccolo Inhotim.

Último dia completo na Toscana.

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E resolvemos diferenciar.

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Iríamos (apesar de estarmos próximos a Montalcino) pra um pouco distante região de Chianti.

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Mais precisamente pra San Gimignano (a Manhattan Toscana), Monteriggioni e o icônico Castello di Ama.

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Iniciamos o dia acordando cedo, tomando o café da manhã do hotel e zarpando pra San Gimignano.

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Este lugar é mágico (e imperdível).

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Todas as torres que sobraram (são 14) deixam a cidadela com um jeitão místico e misterioso .

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E pra melhorar, tomamos uns sorvetes espetaculares na considerada a melhor sorveteria do mundo, a Dondoli.

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E olha que a competição é grande (o próprio e simpático Sr Sergio nos serviu).

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Ainda demos uma boa olhada na feira livre, …

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… onde verificamos in loco aonde estão os grandes ingredientes toscanos:

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Inclusive, compramos 1 kg dum magnífico parmeggiano de 36 meses, …

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… e melhor, com o próprio produtor nos servindo (não, não pedimos autógrafo).

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Seguimos logo após pra Monterregioni, com inúmeras paisagens toscanas…

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… e infinitas curvas nos acompanhando.

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Ela é uma cidadezinha minúscula (sic), onde você sente realmente que o tempo não passou.

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Temos grandes lembranças daqui desde a nossa última viagem, com, inclusive, um almoço trufado inesquecível e com a Dé comprando um colar numa lojinha, que ela usa até hoje.

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Repetimos o almoço e a compra nos mesmos lugares.

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E achamos tudo encantador.

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Comemos trufas e mais trufas.

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A Dé provou o mesmo prato da outra vez, um Tagliolini com tartufo

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… e eu, um filé com o mesmo tubérculo.

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Tomamos meia garrafa (ô, direção) dum bom vinho tinto, o Tenuta Lodola Nuova.

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Saímos rapidamente e após procurar por um bom tempo (até a Sicília, a nossa GPS italiana, quase pipocou), …

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… finalmente chegamos, e um pouco atrasados, à vinícola Castello di Ama, que fica perto de Gaiole in Chianti.

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O lugar é lindo e você fica o tempo todo pensando na excelência de tudo o que vimos por aqui.

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Tudo bem que tour em vinícola (como diria a Re) é quase sempre a mesma coisa.

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Mas neste caso, deram um tremendo upgrade ao inserirem várias obras de arte de grandes artistas contemporâneos no percurso.

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Só pra exemplificar, vimos os muros malucos do cubano Carlos Garaicoa, …

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… as frases engraçadinhas do Nedko Solakov, …

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… as peças de vidro representando os órgãos do corpo humano do chinês Chen Zhen, …

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… as folhas da Cristina Iglesias, …

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… a escultura escondida da Louise Bourgeois (tão escondida que nem foto tiramos), a arte meio ininteligível do italiano Giulio Paolini, …

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… a árvore de vidro do não sei quem ( 🙂 ), …

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… o buraco vermelho do genial Anish Kapoor, …

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… e o happy end do Kendell Geers, a brincadeira com a palavra Revolution …

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… e LOVE, uma homenagem ao similar nome do castelo.

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Terminamos com uma superdegustaçào de 4 vinhos (sendo o melhor deles, o L’Apparita que custa 175€!) …

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… e experimentando salames, queijos e azeites.

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Enfim, tudo perfeito!

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Retornamos pro hotel, …

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… com mais uma hora e meia de perfeitas vistas …

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… e a sensação de que a Frances estava certa: …

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… a Toscana é mesmo um lugar pra se morar.

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Coroamos o dia com um perfeito por-do-sol sob a Toscana …

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… e mais uma vez, optamos por jantar no restaurante do hotel.

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A Dé comeu um peixe-espada com legumes crocantes (os dois) …

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… e eu, mais uma tagliata de manzo com espinafre e batatas cozidas.

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Umas verdadeiras belezuras!

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Pronto, mais um dia (neste caso, o último completo) terminou na Toscana.

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E assim como o tempo parece passar numa velocidade mais lenta por aqui, impressiona que tudo também parece correr tão rapidamente.

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São os paradoxos de uma grande região e que te fazem realmente pensar em morar um tempo por aqui.

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É só uma questão dele, o tempo!

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.

dcpv – terzo giorno toscano – uma verdadeira puxada (curva) até urbino.

01/06/2013

Terzo giorno Toscano –  Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.

Hoje seria aquele dia maluco na Toscana.

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Por enquanto, o sol só apareceu em pequenos momentos.

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E pela manhã não foi diferente.

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Tomamos o nosso lauto café da manhã no hotel e nos preparamos pra tremenda overdose de carro que teríamos.

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O objetivo seria conhecer Urbino, uma verdadeira cidadela que fica na região de Marche, vizinha da Toscana.

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O que eu não imaginava (e ao mesmo tempo, desconfiava) é que bateríamos o recorde mundial de dirigir em estradas com curvas.

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Saímos todos lampeiros e rumamos pra Urbino.

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A descrição dela no guia é a seguinte: “esta cidade simpática floresceu sob o patronato do duque Federico da Montefeltro. Sua universidade atraiu pintores, arquitetos e matemáticos de todas as partes, a exemplo de Piero della Francesca

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“O imenso Palazo Ducale, com a Galeria Nazionale delle Marche é o destaque de Urbino. A graciosidade das Torres que emolduram a sacada dos aposentos privativos do duque camuflam o poderio duma força militar invicta. No seu tempo, era a maior construção da Europa“.
Me fala se é ou não tentador?

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Portanto, voltemos às curvas.

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Foram um pouco mais de 100 km até chegarmos lá.

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E se eu tivesse contado a quantidade de curvas fechadas que fizemos (e das paisagens bonitas também), certamente teria perdido a conta.

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Em compensação, foi muito bacana ver a transformação da paisagem bucólica da Toscana, por outra também, mas com característica própria.

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Chegamos lá por volta das 13:00 hs e o baque foi total.

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A cidade toda fechada por muralhas e o Palazo Ducale são de deixar o queixo caído, …

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… tanto pelo tamanho, como pela beleza da arquitetura.

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Se existe uma construção que te faz diminuir de tamanho, é esta.

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Passeamos bastante lá dentro.

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Fomos conhecer o museu e o Palazzo também.

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E apesar da dificuldade de estacionamento, esta visita é mais do que recomendada.

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Almoçamos lá mesmo no Caffè del Corso.

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A Dé comeu uma salada de farro, mozzarella de búfala e tomate (uma ótima variação de caprese) …

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… e eu, um veraci espaguete ao vôngole,

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… além de tomarmos uma jarra dum vinho branco da casa muito bom.

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Voltamos felizes e não contando cada uma das curvas que fizemos (detalhe: a Dé passa mal nelas e quando são muito fechadas, ela precisa fechar os olhos!).

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Mesmo assim, ela definiu o lugar como “encantador”.

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Aproveitamos a volta pra conhecer Sansepolcro, mais uma cidade bonita …

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… e conhecida como o lugar onde nasceu Piero della Francesca.

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Aproveitamos pra tomar um sorvetinho (nota 8 no MicheLuz) e …

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… presenciar (mais) um casamento, coisa comum nas nossas viagens.

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Chegamos ao hotel por volta das 19:00hs e a tempo de ver como o sol da Toscana é realmente avassalador.

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Aproveitamos pra saciar a nossa fome numa Taverna, a Pane e Vino que fica bem no centro de Cortona.

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Esta foi bem mais fácil de encontrar que a Osteria de ontem.
E como upgrade, tinha uma festa medieval bem na praça, na frente do restô.

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É, esses italianos sabem se divertir.

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Voltando ao jantar, o lugar é muito interessante, já que é praticamente um porão etrusco.

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O menu é o de sempre, mas incrível como tudo é muito bem feito e com ingredientes de qualidade superior.

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A Dé pediu com entrada, mortadela (ela é viciada). E esta foi servida dum jeito bem especial: enrolada num grissini.

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Eu optei por duas bruschettas: uma com pomodoro e outra com alho e azeite. Simples e deliciosas.

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Como principais, a Dé foi de Papardelle com ragu de 3 carnes (ótimo) …

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…  e eu, de Pici com farinha de rosca, anchovas e pimenta. Mais uma delícia.

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Tomamos meia garrafa dum Brunello de Montalcino (estávamos treinando) que foi servida dum jeito simples e inteligente: a atendente traz uma inteira e despeja o vinho numa meia garrafa que tem uma marca indicando o nível. Simples assim.

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E que vinho!

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É claro que pedimos cantuccini com vin Santo, pra fechar a noite com chave de ouro.

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É, estes italianos sabem mesmo se divertir.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao castelo de Volpaia.

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dcpv – dia een – áfrica do sul – johannesburgo, a terra do ouro. e da saída pela direita …

11/02/13

Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …

Aproveitamos este tour pela África do Sul (na nossa história, esta é a terceira vez) pra conhecer as coisas de um melhor jeito.

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Caprichamos nos hotéis e nos passeios (tudo reservado pela Kangaroo Tours. Gracias Akemi e Amanda) pois os meus sogros, os pais da Dé, a D Vera e o Sr Antônio estariam juntos.

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Devido a falta de opções de datas para passagens, tivemos que sair na noite do domingo de carnaval. O vôo noturno pela South African foi tranqüilíssimo.

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Chegamos em J’Burg pela manhã e o nosso transfer estava nos esperando (e melhor, com a possibilidade de “furar” oficialmente a imensa fila da alfândega).

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Optamos por passar uma noite nesta cidade afim de evitar uma conexão direta pro Kruger Park.

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E foi uma medida acertada, já que o Hotel Saxon é um daqueles que realmente merecem a classificação boutique.

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Os quartos são imensos, confortáveis  …

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… e cheios do mais puro artesanato africano.

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Não foi a toa que o presidente Mandela ficou por aqui quando escreveu o livro dele.

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Almoçamos levemente no próprio hotel. Dividimos uma salada César, …

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… um sanduíche de filé na baguete acompanhado duma salada grega, e um wrap de frango com batatas fritas.

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Tudo bom, light e rápido, já que tínhamos marcado um passeio ao Lion Park, o nosso primeiro contato com animais “selvagens”.

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O parque fica a uns 30 km do hotel e fizemos um tour privativo.

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Éramos somente nós 4 na van.

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Fazendo um paralelo, o Lion Park é quase que um Simba Safari sul-africano.

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Com a vantagem de ter vários upgrades.

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Um deles é que o passeio é bastante tranquilo.

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O outro é que a área dos leões (são 5) te fazem realmente “ver” como os bichanos se comportam.

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Esta vale o fotoblog:

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Ainda vimos os impalas (de vários tipos, inclusive o MacDonalds), …

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… os terríveis cachorros do mato, …

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… a hiena (cadê a simpatia do Hardy Har-Har?? rs), …

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… os leopardos, …

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… a girafa, …

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… a cheetah (que não é a macaca, mas sim o felino mais rápido de todos os tempos), …

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… e até os simpáticos lêmures.

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Ao final do tour, você ainda entra num cercado (mais um upgrade) onde interage com bebês leões (inclusive, os raros brancos), …

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… onde além de vê-los de pertinho, …

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… tem a oportunidade de tocá-los.

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É fantástico!

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Tínhamos também a oportunidade de alimentar as girafas, mas um grupo de japoneses passou antes de nós e as bichinhas ficaram enfastiadas.

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Voltamos para o hotel (são 4 horas de fuso e o jetlag estava pegando), pensando que por lógica, o ideal seria jantar no próprio.

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Foi o que fizemos e foi uma escolha acertada.

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O restaurante do hotel, o Qunu é muito bom.

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E bem decorado (com todos os exageros que os sul-africanos somam neste contexto).

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O cardápio surpreendentemente era o mesmo do almoço.
E com os nossos olhos críticos, adequava-se perfeitamente.

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Pedimos um Sauvignon Blanc (seriam duas garrafas) Klein Constantia 2012 que tinha um sabor bem cítrico e nos dedicamos a estudá-lo.

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Todos escolhemos na seção de veggies e peixes.
A D. Vera gostou do Risotto de legumes onde predominavam os próprios.

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Ea Dé, viciada em Polenta que é, escolheu a mesma acompanhada duma lasanha de berinjelas (que normalmente, ela não gosta).

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Não precisa nem dizer que elas trocaram!
O seu Antônio, um camarólogo, foi de Six King Prawns acompanhados duma mini-paella. Sublime!

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Eu, que cada vez mais me transformo num atumnólogo (né, sócios?), optei pelo mesmo mal passado, acompanhado de anchovas empanadas com vários legumes. Uma belezura.

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Com tudo perfeito, escolhemos sobremesas.

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Sorvetes e sorbets de frutas vermelhas pros meus sogros, …

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Suflê de baunilha com sorvete de camomila pra nós.

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Pronto!  Uma refeição muito boa prum dia quase perfeito (só faltou ter 24 horas de viagem! rs).

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E vamos dormir, porque amanhã começam os safaris (ainda bem que fotográficos) de verdade.

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Como diria o Leão da Montanha, saída pela direita ….

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Bye.

.

dcpv – dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.

24/11/2012

Dia V VenezaItáliaO dia (e a noite) do misterioso fog.

Acordamos e a primeira olhada na janela indicava alguma coisa estranha.

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Estava tudo muito enfumaçado.

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Fomos tomar café (ótimo, por sinal)…

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… e vimos que tudo continuava muito enfumaçado.

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Pra nós, névoa sempre foi sinal de sol.

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Então, saímos pra passear e ficamos a espera do astro-rei.

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Aproveitamos pra fazer o tour número 10 do guia Veneza a pé – Insight Guides.

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Que justamente contempla o Mercado de Rialto.

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É claro que os legumes …

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… e as frutas são maravilhosos, …

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… mas quando chegamos a Pescherie, a coisa descambou de vez pro queixo caído.

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O que é aquilo tudo?

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Estes momentos valem um extasiante fotoblog:

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E bem que o sol ameaçou sair, mas foi somente um lampejo.

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Enquanto isso, nos perdemos (literalmente) por San Polo.

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É claro que com a névoa intensa, tudo ficava mais bonito e mais misterioso.

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A todo momento nos sentíamos como se estivéssemos num filme.

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Acabamos chegando a Ponte de le Tette (que fica ao lado do restaurante que jantamos ontem).

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Ela tem esse nome, porque justamente neste lugar ficavam as prostitutas com, adivinhem, os seios nus.

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Nos perdemos muitas mais vezes.

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Quando te aconselham a se perder por aqui, tenha certeza que isso vai acontecer quer você queira ou não.

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Retornamos ao Canal Grande …

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… e fomos almoçar.

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Mais precisamente ao lado do Mercado de Rialto, na Vini da Pinto.

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É um lugar extremamente simples (os peixeiros comem lá), mas que tem uma comida soberba.

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Pedimos 500 ml de vinho branco da casa (bem médio), …

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… alcachofras (a Dé continua fascinada por elas), …

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… e uma caprese pra Dé.

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Eu improvisei uma moulles et frites, com mariscos fresquíssimos (também, com esta vizinhança!) …

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… e tenras batatas fritas.

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Saciados, voltamos ao hotel pra dar uma breve descansada (em Veneza, fazendo uma siesta como os venezianos) e …

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… retomamos à lida indo conhecer a região do Dorsoduro.

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Aproveitamos o clima propício e tomamos uns sorvetinhos (é bom tomar sorvete no frio, né?).

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A primeira parada foi na Scuola Grande de San Rocco, um lugar onde Ticiano mostrou do que é capaz.
Optamos por ir a pé até a extremidade do Sestiére.

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Como escureceu muito cedo e a neblina permanecia, …

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… tudo ficou mais belo ainda.

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Passamos por várias pontes, …

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… nos perdemos mais um milhão de vezes, …

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… passamos na coleção Peggy Guggenheim, …

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… chegamos ao extremo do Dorsoduro, na igreja Santa Maria della Salute, feita pra comemorar o fim da peste em 1630.

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Voltamos tudo e claro, nos perdendo mais algumas vezes (ainda mais no escuro e com névoa!).

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E foi muito bom, por que deste jeito, conseguimos conhecer mais intimamente esta cidade que é extremamente fotogênica.

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Chegamos ao hotel a tempo de tomar uns Spritz, o drinque representante desta região italiana que é feito com Aperol (um tipo de Campari alaranjado), Prosecco e soda. É uma delícia.

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A neblina continuava e a beleza do conjunto todo também.

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Fomos jantar na Osteria da Fiore.

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Por sorte, aos nos perdermos ontem pra encontrar a Antiche Carampane, passamos pela da Fiore. Portanto, a encontramos facilmente.

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Mas como tivemos um probleminha no cofre do hotel, chegamos atrasados.

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Nada demais, já que o lugar é a beira do mar (que novidade, em se tratando de Veneza! 🙂 ).
Fomos pedindo logo de cara, pra impressionar.

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Como entrada e para compartir, uma bruschetta de lagostim com tomate assado e alecrim frito. Uma delícia.

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A Dé pediu massa (pra variar): um Penne lisce com Capesante e brócolis, mais conhecido como “com vieiras e brócolis”.

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Eu fui de Tonno in crosta crocante de mais e zafferano al profumo di vaniglia e patate novela, …

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… também chamado de atum com crosta de milho e açafrão ao perfume de baunilha e batatas assadas, numa singela homenagem aos sócios. Sem trocadilho, o prato estava “demais”.

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Tomamos um vino bianco Friuliano Colle Duga 2011 que casou perfeitamente com tudo (grazie, sommelier).

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Olha, o Da Fiore merece todas as estrelas do Michelin que ele tem.

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Ainda tomamos um expresso, com o acompanhamento das respectivas mignardises.

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Prontíssimo!

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Voltamos ao hotel e só tivemos tempo de observar a lua e … a neblina.

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Uma “meraviglia”.

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.

.

dcpv – da cachaça pro vinho – festival união de todos os sentidos no aya cuisine

01/09/2012

Festival união de todos sentidos no Aya Cuisine.

Todo mundo sabe que eu adoro “fuçar” os eventos bacanas que pululam pela nossa capital paulistana, a famosa praia e desde que eu li por aí sobre a existência deste acontecimento que a Lia Coldibelli e a Flávia Spielkamp fazem na casa delas, fiquei curioso pra conhecer.
O conceito todo é experimentar um menu mais do que completo (no nosso caso, 5 pratos com vinhos inclusos) que elas criam (a Flávia é a chef e a Lia, a sommeliere) e sempre com um norte a ser seguido.

Como o conceito normalmente indica pratos sem carne (a Dé mais do que aprovou), acertei tudo por email e no dia 01/09, um sábado, precisamente as 20:30, estávamos lá.
O lugar é um pouco difícil de encontrar (nada que um bom GPS não resolva), de estacionar (também demos um jeito) e você chega lá com um pouco de tensão.
Esqueci de dizer que um elemento muito interessante no processo todo é que se você não for acompanhado de conhecidos, terá que forçosamente se sentar numa mesa única com pessoas que  nunca viu na vida!
Éramos em 8 convidados (não anotei o nome de todos, mas os simpáticos pais da Lia, a Regina e o Célio compareceram).

Logo de cara deu pra perceber que a química ia rolar, pois na nossa chegada, sentimos a aura do espaço e das pessoas presentes (xiiii, estava bastante sensitivo). Sentamos na sala e tomamos um drink muito interessante (uma mistura de Prosecco e chá de maracujá), acompanhado de torradas com chutney de manga.
Ficamos todos conversando, bebericando e aguardando a próxima fase.
Que seria no quintal da casa (atravessamos a cozinha).
Lá estava a mesa comunitária, iluminada por luz de velas (daí as fotos um tanto quanto escuras) e com o acompanhamento duma trilha sonora perfeita pra ocasião (o DJ Igor Starika prometeu nos enviar a seleção de todas as excelentes músicas da noite). A audição foi perfeita!

Nos acomodamos, já a espera do primeiro prato da noite.
Pra aguçar os nossos sentidos, foi servida uma sopa de abóbora com alho negro (o ingrediente da moda). E muito bem harmonizada com um excelente Sauvignon Blanc Chileno da Cousiño Macul, Don Luis 2011.

A sopa era diferentona (a Flávia é especializada nelas e as vende sob encomenda) e acabei não perguntando, mas imaginamos um toque de açafrão espanhol no cheiro (olfato?) marcante dela. Quanto ao alho negro, ainda o achamos muito mais bonito e interessante do que saboroso (continuamos acreditando que ele tem um gosto de quase que de alcaçuz).

Conversa vai, conversa vem e o prato de massa surgiu. E era uma desconstrução muito interessante. Pense (ê, Cheyenne!) numa massa de lasanha (obviamente feita em casa), só que bastante comprida, o suficiente pra que você coloque recheio (neste caso de cogumelos) entre todos os seus vaivens?

Deu pra entender? Segundo a própria Flávia (e é verdade, pode acreditar), a intenção é desconstruir um caneloni, porque quando se experimenta, a sensação é que está se comendo um deles. Muito bom mesmo. Ainda mais acompanhado dum ótimo Pinot Noir argentino Alfredo Roca.

Todos cravaram: perfeito!
A ideia é tão bacana que acabei fazendo um prato parecido no domingo aqui em casa. Um pseudocaneloni recheado com ragu de linguiça moída e milho doce. Siga o passa-a-passo:

Continuando a experiência e seguindo o princípio dos sentidos, a visão estava por vir.
Uma salada formada de beterraba cozida e recheada com cuscuz marroquino e queijo de cabra. Foi o must pra Dé, uma beterrabóloga de carteirinha!

Continuamos com o Pinot Noir e com a antevisão da sobremesa na doçura da leguminosa. Já que falamos nela, o canto dos cisnes da noite seria uma panacotta (de leite e iogurte) com calda de frutas vermelhas. O paladar se aguçou ainda mais porque a Flávia teve a ideia de servir uma flor de coentro junto! Foi uma verdadeira explosão de sabores.

É, a noite estava terminando.
A Lia ainda nos serviu um Limoncello “importado” diretamente do interior paulista e nos despedimos com a certeza de que este projeto, o Aya Cuisine no espaço Zentas veio pra ficar.

Inscreva-se através deste email e aguarde o comunicado delas. Quem sabe não nos vemos por lá, aproveitamos pra nos cumprimentarmos e usarmos o último sentido que faltou neste relato, o tato!

Até.

PS – Pra complementar um pouco mais e com as devidas imagens, segue o fotoblog com as belas fotos que a Jennifer Glass tirou:

.

dcpv – dia cuatro – miami – florida – casa minha, casa nossa, casa tua

07/07/2012

Miami – Flórida – Dia cuatro – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.

Sabadão de sol em Miami Beach.

O que fazer? Curtir a praia, claro?

Claro que não. 🙂

Fomos andar logo cedo e em direção a Ocean Drive.

Incrível como é interessante ver todos aqueles prédios juntos formando o maior conjunto Art Deco do mundo (é isto mesmo?).

Tomamos um café da manhã da Starbucks da própria Ocean Drive …

… e retornamos pelo mesmo caminho, ou seja, pela trilha que margeia a praia.

É bacana olhar toda aquela fauna que se preocupa com o corpo (a Dé costuma dizer que se vê por aqui as pessoas vestindo todas aquelas roupas que você vê nas lojas e pensa que ninguém irá comprar!).

Demos uma breve descansada e fomos andando até a 17th.

Tínhamos uma visita marcada na New World Symphony, aquele prédio bonito projetado pelo Frank Gehry e que gerou uma praça mais bonita ainda além de ser uma ótima escola de música.

Éramos em 10 pessoas (o tour é feito só por reserva e pela internet).

A nossa guia, a simpática Bella (ela é a cara da Dercy Gonçalves!) nos explicou todos os detalhes do projeto e como funciona a fundação (detalhe: ela é apaixonada pelo Bill Clinton, desde que o viu pessoalmente).

Iniciamos pelo lobby (tudo foi desenhado pelo canadense Gehry) …

… e até as cadeiras do Guggenheim estavam lá.

O local tem um teto ondulado de titânio (marca registrada dele) …

… e a sala de espetáculos propriamente dita é um desbunde.

Ela foi projetada pra que a acústica …

… e o conforto sejam os melhores possíveis.

Até o elevador é personalizado …

… e te leva pra cobertura, onde existe um jardim …

… e vistas fantásticas da cidade.

Recomendamos muito o passeio …

… e ele dá uma visão muito mais cosmopolita da cidade.

Saímos dali pra dar mais uma passada no hotel (o calor estava desértico) …

… e zarpamos pro shopping mais chic da cidade, o Bal Harbour.

Olha, qualquer semelhança do projeto dele com o do Cidade Jardim não deve ser mera coincidência.

Dá o maior barato ir lá só pelo visual.

O que dirá fazer algumas compras, né Dé?

Como estávamos com fome, aproveitamos pra almoçar no lugar mais recomendado do shopping: o restô Carpaccio.

E em homenagem ao nome, pedimos os próprios.

Um de salmão pra Dé …

… e outro de carne pra mim. Ambos com rúcula, tomate e parmeggiano.

Muito bons (e enooooormes). Pedimos duas taças dum vinho branco italiano e incorremos no erro de acatar a sugestão do garçom quanto ao principal.

Dividimos um imenso talharim com frutos do mar que tanto não agradou, que a Dé nem tirou fotos. rs
Como a Re veio passar um final de semana na cidade com alguns amigos (o Rafa e a Mafê), marcamos de nos encontrar no próprio shopping.

Foi uma festa e combinamos de tomar uns bons “drinque”, no nosso hotel, o W.

Fomos ao bar e adivinhem se não vimos mais um  casamento? (indiscreta, a Dé!)

Experimentamos vários coquetéis de champanhe, …

… aproveitamos pra mostrar o nosso quarto …

… e especialmente a vista pra eles.

Como tínhamos uma reserva no nosso restaurante italiano preferido de Miami Beach, o Casa Tua (esta foi a terceira vez que fomos lá. Veja a primeira e a segunda), nos despedimos deles.

Pra variar e na correria, chegamos no horário.

Fomos alojados numa mesa externa; ótimo pro calor intenso que estava fazendo.

Incrível como o Casa Tua permanece sendo uma ilha italiana no centro de South Beach.

Todo mundo fala italiano e a ambientação te transporta pra qualquer cidadezinha de lá.
O lugar só tem um empecilho pra nós, blogueiros gastronômicos: é escuro pra dedéu e pra tirar fotos decentes,você tem que rebolar.

Começamos tudo com os ótimos pães e dispostos a não repetir o erro do almoço, ou seja, pedir demais.

Resolvemos dividir uma burrata como entrada, com saborosos tomates multicoloridos.

A De repetiu o prato dela da última vez, o trofie com pesto genovês e aspargos verdes

…e eu, escolhi o Orechiete com camarões, mariscos, mini-brocolis e tomates. Ambos ótimos e al dente, conforme o regulamento.

Um vinho da região de Friuli, um Malvasia nos acompanhou muito bem.

Como pedimos corretamente, nos permitimos experimentar uma sobremesa, o Sfogliatelle de Maçã com Sorvete de Baunilha.

É claro que o resultado final, aqui no Casa Tua, é sempre o mais positivo possível.
É um lugar pra se vir várias vezes (e olhe que nem fiz o meu trocadilho preferido com o nome do restaurante).

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.

.

dcpv – da cachaça pro vinho – O D.O.M. de iludir.

21/11/11

dcpv – O D.O.M. de iludir.

Era dia do meu aniversário. E fizemos como o slogan das campanhas de aniversário de vários supermercados: a festa é nossa, mas o presente é seu.

Para tanto, resolvemos experimentar o menu veggie do melhor restaurante brasileiro/sul-americano, o D.O.M. do grande Alex Atala.
Plena segunda-feira, e o local estava cheio. Ainda bem que a Re tinha feito a reserva enquanto aproveitávamos os ares romanos.
Estivemos por lá também no niver da Re (23/09), mas devido a escassez do tempo, optamos por pedir a la carte. Comemos muito bem e o custoxbenefício, apesar de alto, compensou.

Desta vez, com o devido tempo, experimentaríamos o menu que tem a assinatura do grande chef. E ele tem uma particularidade bem bichogrilesca: caso você opte e foi o que fizemos, acompanha uma harmonização com águas saborizadas (de lima-da Pérsia, de banana, de pitanga, de cambuci, de tangerina com manjericão thai e de taperebá)

Com este teaser, nos entregamos de corpo, alma e estômago aos prazeres veggies do Atala. Vamos lá!
É claro que pra comemorar, pedimos 3 flutes de Champanhe (xiiiiii).

Iniciamos com o já famoso amuse do chef. Desta vez, uma lâmina de mandioca frita na manteiga de garrafa, com catupiry e uma lágrima de vinho do Porto reduzido. Uma delícia!
Para acompanhar este presente inesperado, um licor muito bom (não me lembro do que era, mas certamente de uma destas frutas que não sabemos exatamente de onde vem e muito menos o nome).

O couvert também é (caro e) interessante. São vários pães com destaque pros parecidos com os de queijo, uma pasta de alho, manteiga Aviação em latinha e ricota temperada.
Passamos ao primeiro prato: um gel de tomates verdes que mais parece uma obra de arte, tanto visual, como pelos sabores que te proporciona. É quase uma mini-floresta. Pra acompanhar, uma água de lima-da-pérsia.

Continuamos o passeio pelo reino vegetal. Nos foi servido um arroz negro tostado com legumes verdes e leite de castanha do Pará. Taí um prato perfeito! O arroz é crocante e dá vontade de comer um montão. Isto, num jogo do Timão é covardia …

Logo em seguida, uma massa veggie, um fetuccine de palmito na manteiga e sálvia, queijo parmesão e pó de pripioca. Mais um prato perfeito.

Enquanto conversávamos e dizíamos o quanto era bom, chegou um  champignon de Paris tostado e cru com mandioquinha defumada e alho negro. O que que é isso, minha gente!

Mais um; batata doce com bernaise chimarrão. Este certamente o Diogão dos Destemperados adoraria, já que nós simplesmente amamos, pois o cheiro do erva estava impregnado em tudo. Louve-se que todos da mesa estavam comendo tudo (se bem que o champignon, a Re passou!)

Último prato salgado: um aligot, que é um saboroso queijo derretido. O interessante é o formato que o garçom serve, já que ele traz uma bola de queijo que está quente, consequentemente derretida e que ele vai enrolando tudo pra evitar que ele caia no chão. Cenográfica e saborosamente perfeito!

E ainda tinha sobremesa; Piprioca – ravioli de limão e banana ouro. Muito interessante, curiosa e com o formato dela parecendo uma célula, aquelas das aulas de Biologia.

Chegamos ao fim.
Enfim, é uma refeição em que um gringo fica pirado! Imagine mostrar todos estes sabores pra ele, com o upgrade das águas saborizadas e harmonizadas.
Certamente ele levará pra casa lembranças duma comida diferente, saborosa, bonita e cheirosa.

E onde nós, brasileiros entramos nesta? Nos comportando e pagando como gringos num restaurante que, certamente, deveria ter o inglês como língua oficial e assim conquistar as merecidas 3 estrelas no guia Michelin.

Ave Atala!

.


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