Archive for the 'viagem' Category

dcpv – dia neuf – e viva Dom Perignom.

17/10/14

Dia neuf – ChampagneE viva Dom Perignon.

Hoje seria o nosso último dia na região de Champagne.

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E optamos por conhecer a área mais próxima ao hotel.

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Acordamos cedo e tomamos o nosso ótimo café da manhã (destaque para os queijos franceses).

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Logo após, rumamos pra conhecer Champillon, tecnicamente a cidade onde fica o nosso hotel.

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É uma cidade até que moderna para os padrões franceses, …

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… e a sua rua principal, a rue du Paradis, que atravessa as videiras, descreve bem o que ela realmente é.

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Além do mais, Champillon oferece grandes vistas panorâmicas de todo o vale do rio Marne.

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Na seqüência, fomos conhecer Hautvillers.

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Ela é conhecida como o berço do champanhe …

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… e a sua abadia é uma referência mais do que indicada.

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Foi nela que Dom Perignon viveu e onde criou, segundo a lenda, todo o processo de fabricação do champagne.

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Inclusive, dizem que quando provou pela primeira vez o resultado das suas experiências, ele gritou: “estou bebendo as estrelas!”.

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Vimos também o túmulo deste grande “inventor”.

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Outra coisa curiosa, são as placas de ferro que descrevem o que os moradores das casas originalmente faziam.

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Eis um fotoblog com uma boa quantidade delas.

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Aproveitamos pra conhecer o Au 36, um bar à champanhe que fica exatamente na rue Dom Perignon, no número … 36!

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Experimentamos 6 flutes de champanhe (pela ordem, Chardonnay, Meuniére, Pinot Noir, Millesime, Assemblage e Rosé) …

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… além dum prato com comidas típicas da região.

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Dali, partimos para Epernay

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… e sua Avenue du Champagne.

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Segundo Churchill, é a “avenida mais bebível do mundo”.

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E um lugar que tem Moet Chandon, Perrier Jouet, Pol Roger, Martel e Mercier só pode ser descrita deste jeito mesmo.

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Estima-se que existam mais de 200 milhões de garrafas de champagne nos 110 km de armazenamento subterrâneo existente por aqui.

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E pra conhecer como são estas caves (e compará-las com as Crayéres de Reims ) resolvemos fazer o tour pela Mercier, já que os tíquetes podem ser comprados na hora.

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O tour é bastante comercial, mas não deixa de ser interessante.

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Você vai até as caves (são 30 metros de profundidade …

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… e 18 km de extensão), …

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… pega um trenzinho e dá uma volta pelas profundezas do champanhe.

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Eles tiveram a manha de colocar algumas obras de arte no caminho, …

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… além de explicarem todo o processo de fabricação.

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Isso tudo com a ajuda dum áudio guia que optamos ser em português!

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Resumindo, faça este tour e você não se arrependerá, …

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… muito menos pela degustação final dum champagne Blanc de Blanc e dum outro rosé (você escolhe a quantidade de flutes que quer beber. Podem ser de 1 a 3).

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Aproveitamos que estávamos por lá, pra conhecer o centro da cidade.

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Demos umas boas voltas, comemos doces, …

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… sandubas de baguete …

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… e resolvemos voltar ao hotel pra arrumar as coisas.

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Como esta arrumação poderia esperar, decidimos dar mais uma voltinha de carro pelas pequenas cidades próximas.

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E foi aí que conhecemos lugares pacatos, bonitinhos e lídimos representantes da região da Champanhe.

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Fomos a Saint-Imoges, …

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,.. Romery, …

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… Comoyeux …

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… e Fleury-la-Riviere.

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Com o cair da noite e mais este esplêndido por do sol …

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… nos preparamos pra jantar que seria no restaurante da l’Abbaye D’Hautvillers, aquela mesma que fomos visitar hoje e onde Dom Perignon está enterrado.

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Seria, porque chegamos no horário reservado (21:00hs) e a atendente veio nos informar que a última reserva era pras 20:30hs. E sabe que achamos bom, porque o restaurante pareceu bem caído e acho que não comeríamos bem por ali.

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Resumo da coisa? Tivemos que zarpar pra Epernay pra tentar arrumar um lugar pra jantar, sem reserva e as 21:30hs. O Sr Joaquim do GPS nos meteu num caminho maluco, em que a estradinhas cortavam as videiras.

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Acabou sobrando o restaurante La Banque novamente. Ele é o único estabelecimento aberto a esta hora e disponível para clientes sem reservas como nós (fica esta dica).

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Ainda bem que a comida é muito boa e o ambiente agradável.

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A Dé pediu um Filet de Turbot acompanhado de Fetuccini …

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… e eu, um Bouef de Veau com batatas fritas.

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Tudo isso estava excelente e ficou melhor ainda acompanhado dum Milesime do J M Goubillard et Fills.

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Ainda deu tempo de passarmos novamente por L’avenue de Champagne

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… que fica extremamente charmosa a noite …

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… com os seus casarões iluminados.

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Só nos restou retornar pro hotel, arrumar as coisas e correr pra Paris amanhã cedo.

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Mesmo por que, ficaremos pratica e somente um dia por lá.

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É muito pouco, mas faremos o possível.

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Afinal de contas, é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.

 

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dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. :)

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

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dcpv – dia set – champagne – dia de Veuve Cliquot. ou melhor, de viuvinha.

15/10/14

Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

Pronto. Estávamos na região de Champagne.

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O hotel, o Le Royal Champagne é muito bom e a localização não poderia ser melhor.

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Ele fica entre Reims e Epernay (mais perto dessa), mais precisamente na cidadezinha de Champillon.

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Acordamos cerdo, tomamos um ótimo café da manhã no hotel …

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… e zarpamos pra conhecer os pontos turísticos mais famosos de Reims.

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Um deles é a catedral de Notre Dame de Reims, …

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… erguida no século 13 e tombada pela Unesco, …

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… exibe 2300 estátuas, entre elas uma que ficou conhecida como o anjo sorridente.

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Olha, é impressionante ver o tamanho desta catedral e a o opulência que as autoridades quiseram dar a este verdadeiro monumento.

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Sem contar, toda a história que está impregnada no ambiente.

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Vamos lembrar ainda de quantas vezes ela foi reconstruída após bombardeios, incêndios e outros tipos de acidentes.

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Ao lado dela, fica o Palácio de Tau, antiga residência do arcebispo.

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É mais um prédio bonito e representativo de uma época.

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Voltamos ao estacionamento (até que é bem fácil arranjar vagas por aqui) …

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… e resolvemos dar umas voltas de carro pra conhecer melhor a cidade.

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Reims é bem bonita e tem várias rotatórias interessantes.

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Aproveitamos também pra ir próximo onde fica a mítica Veuve Clicquot.

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Tínhamos um tour reservado (somente pot Internet) na Viúva.

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E foi interessante demais.

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Logo de cara, a guia explica toda a história da Madame Ponsardin. E depois disso, vem a visita propriamente as caves.

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Que são mais conhecidas como Les Crayeres.

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São adegas subterrâneas de gesso e curioso, …

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… elas tem 25 metros de profundidade …

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… e 25 km (isso mesmo!!) de extensão.

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Lá a temperatura é a ideal (10 a 12°C) …

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… e, tivemos acesso a todo o processo de fabricação deste precioso líquido.

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É claro que finalizamos com a degustação de uma taça da Grand Dame.

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Final mais feliz não poderia haver.

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Dali, resolvemos passear mais um pouco por Les Crayeres.

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Passamos também pela Taittinger (tentamos fazer um tour, mas não tinha mais vagas) …

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… e então, decidimos voltar ao centro pra comer alguma coisa.

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Foi aí que começou a chover a píncaros.

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E como chuva é vida, entramos no primeiro lugar que achamos bacana, o Bistrot du Forum.

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Ele é um daqueles simples bar a Vin francês e que, como sempre, tem os seus segredos.

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Fomos bem frugais e pedimos uma tábua de queijos …

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… e duas taças de Taittinger Brut.

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Taí um refeição bem equacionada e prazerosa. Voltamos ao hotel, com a chuva apertando muito.

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Como consequência, tivemos a possibilidade de ver a vista do nosso quarto em dois formatos completamente diferentes. O de ontem, com um por do sol radiante.

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E o de hoje, com a chuva imperando.

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Ambos são lindos e necessários pra que as uvas maturem com serenidade e criem vinhos inesquecíveis, como vários champanhes que saem daqui.

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Estávamos prontos pro jantar. Que seria no restaurante do próprio hotel, o Le Royal Champagne (Nota da redação – o hotel está fechado para reformas e só voltará a funcionar em 2017).

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A escolha foi excelente porque a chuva continuava a cair. E foi certamente a melhor refeição que fizemos até hoje, nesta viagem.

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Tudo bem que o lugar é daqueles antigões e ultratradicionais. Mas é como que um resumo do que a legítima cozinha francesa pode representar.

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Chegamos, escolhemos tudo (até a sobremesa) e a grande dúvida seria optar pelo champagne entre os zilhares que constavam na carta.

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Optei por pedir ajuda aos universitários, ou melhor, ao sommelier e não me arrependi. A indicação dele foi soberba, já que o Vincent D’Astrée esteve impecável.

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Quanto aos pratos, a Dé escolheu um blanquette de lotte au safran, petits legumes et sob emulsion ioder.

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Eu fui de Filet de bar a l’unilaterale enbeurré de vitelotes fumées et emulsion de poivres rouge a la vanilla de Madagascar. Tudo lindo e absolutamente perfeito.

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Como sobremesa, pedimos a especialidade do chef, um souflé du Royal et sob sorbet au champagne rosé. Certamente foi o melhor e mais leve suflé que comemos nas nossas vidas.

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Pra melhorar, encerramos com alguns docinhos (que macaron!).

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Olha, se você estiver na região de Champagne e resolver jogar o barco nas videiras, ops, nas pedras, este é o lugar. Nós recomendamos.

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Bom, depois disso tudo só indo dormir o sonho dos justos, logo ali, no nosso quarto.

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Ademã, que nós vamos de leve e devidamente borbulhados.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?

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dcpv – dia four – dublin – city tour free. é legal?

12/10/14

Dia four – Dublin City tour free. É legal?

Hoje faríamos o city tour free.

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A ideia é bem legal.

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Você passeia pela cidade com guias jovens, recebe um montão de informações e ao final, decide quanto vai pagar (esta devemos a Re).

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Iniciamos o dia, …

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… por sinal, lindo (coisa incrível por aqui, mais um belo dia de sol em Dublin), …

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… tomando o médio café da manhã que o hotel nos brindava.

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Logo depois, as 11:00 hs, tínhamos um encontro com o pessoal do tour.

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Caminhamos um pouco, até a frente do City Hall e encontramos com a turma toda (eram mais de 100 pessoas).

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Após um preâmbulo histórico, o nosso guia, o irlandês Sean iniciou o tour propriamente dito.

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A primeira parada foi no Castelo de Dublin, que coincidentemente visitamos ontem.

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É claro que com as explicações do Sean tudo ficou muito mais claro e envolvente.

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Prosseguimos passando pelos jardins do Castelo, …

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… e pelos pontos onde foi gravado o filme PS I Love You.

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Retornamos pela região boêmia do Temple Bar

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” que é um labirinto de pequenas ruas movimentado dia e noite. No coração deste recanto popular e descolado, Meeting House Square propõe concertos, espetáculos e filmes ao ar livre no verão. Uma feira de hortaliças acontece aos sábados, durante o ano todo”

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… onde demos uma parada pra tomar um bom café.

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Retornamos voltando pra região do hotel.

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Mais precisamente pra mais famosa faculdade de Dublin.

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A Trinity College é uma “perfeita cópia dos Oxford Colleges, fundado por Elizabeth I e orgulho da cidade. Os passos dos estudantes Wilde, Stoker e Beckett ainda ecoam nos amplos pátios.

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Na entrada, os anjos do campanário dominam os rubrics, antigos dormitórios que datam de três séculos.

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Na Old Library, a Long Room mantém uma cópia de cada obra publicada nas ilhas britânicas desde 1801.”

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E assim terminou o tour.

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Recomendo e muito e lembre que é de bom tom dar uma boa gorjeta para o guia.

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Resolvemos almoçar alguma coisa mais light.

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E aí lembramos do lugar onde fomos no tour gastronômico de ontem, o The Pepper Pot Cafe.

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Andamos até lá, sentamos e pedimos, eu e a Re, sandubas.

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O dela, de queijo, batata e bacon, …

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… o meu, de lingüiça e purê de maçã.

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A Dé escolheu um baguel (por sinal, delicioso) com bacon e cream cheese.

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Acompanhamos tudo com um Prosecco bem gostoso.

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E arrematamos com um típico scone, geléia de morango e Chantilly.

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Resolvemos tirar a tarde pra dar uma pesquisada em algumas lojas de coisas típicas (camisas de rugby, blusas de cashemere, etc) na região da rua mais popular de comércio de Dublin, a Grafton Str.

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Com a proximidade, fomos até o St Stephen’s Green.

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É um parque bem central e muito popular entre os dublinenses.

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Tudo bem que o frio não convidava muito a fazer este programa, mas o sol …

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… e as cores do outono eram mais do que favoráveis.

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Foi tão gostoso …

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… que chegamos a sentar num banco pra ver a vida passar.

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Retornamos pro hotel pensando se valeria ou não a pena sair pra jantar, já que tínhamos reservado um restaurante legal, o The Winding Stair.

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Ele fica numa livraria e melhor, do outro lado do rio (dá-lhe Jorge Drexler) Liffey.

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O lugar é bem bacana e a escada é bem maluca e antiga mesmo.

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Ficamos sentados bem próximos da cozinha que é à vista.

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E foi bom, porque conseguimos ver os outros pratos (que eram imensos) e fizemos o nosso pedido com consciência.

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A Re escolheu uma entrada formada por um tipo de bolinho de caranguejo, pão e salada.

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A Dé foi de couve flor gratinada, com bolinho de batatas, beterraba e salada de mini-agrião.

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Eu abdiquei do filé (era praticamente um brontossauro) por um tremendo moulles (e almeijoas) e fritas. Sensacional.

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Tomamos um Cabernet Franc francês …

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… e pedimos uma sobremesa pra dividir por 3, um brownie de cereja e canela com sorvete de baunilha.

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Foi o Grand finale de uma muito boa refeição.

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Aproveitamos pra voltar a pé pro hotel e curtir o Temple Bar, um bairro icônico e que viu grandes estrelas surgirem, como Bono Vox e o U2.

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Não, ainda não vimos a figura por aqui. :)

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Bye.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.

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dcpv – dia three – passeio gastronômico em dublin.

11/10/14

Dia threePasseio gastronômico em Dublin.

Acordamos na correria.

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Tínhamos horário marcado (9:30hs) pra fazer um tour gastronômico por locais famosos pela qualidade do que servem por aqui.

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Para tanto, tomamos um breve café da manhã no hotel

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… e zarpamos correndo pra não perder a hora.

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Chegamos pontualmente e a guia já estava nos esperando, junto com o restante do grupo que seria exatamente dois casais de irlandeses.

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Iniciamos o passeio, conhecendo uma loja de queijos artesanais irlandeses.

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A Sheridan’s Cheesemongers é especialista e experimentamos dois tipos de queijos (vá anotando que aqui começa a maratona).

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Andamos um pouco, …

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… passamos por bancas coloridas de flores (como elas são comuns por aqui) …

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… e chegamos ao The Pepper Pot Café, …

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… um lugar bonito e bem escondido, no segundo andar dum shopping.

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Comidas frescas, pães artesanais; tudo é bacana por lá.

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O segundo round da degustação foi um macio baguel com salmão defumado. Simplesmente delicioso.

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Mais uma pequena caminhada e chegamos ao Market Arcade, …

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… uma construção vitoriana lindísssima …

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… e onde se encontra a nossa terceira parada, a Lolly and Cooks, um lugar com comida takeaway de qualidade.

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Lá experimentamos uma torta (quase um rocambole) de carne de porco que estava dos deuses.

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Andamos mais um pouco e chegamos a um legítimo pub, o The Swan.

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É realmente um legítimo e antigo pub, …

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… onde não poderíamos deixar de beber um tradicional trago de whiskie.

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E isso em plenas 11:00 da matina!

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Retornamos ao Market Arcade e logo na sua saída, fica a Cocoa Atelier.

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É uma loja de chocolates artesanais da maior qualidade.

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Até lustres do Philippe Starck tem por lá.

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E tome mais uma experimentação:

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Como não poderia deixar de ser, a Fallon & Byrne estava no roteiro.

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Demos mais uma boa olhada em todo este sex shop, …

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… com ruibarbos, …

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… cogumelos …

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… pimentões …

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,.. e tudo o mais que um legítimo sex shop tem que ter. :)

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Desta vez, degustamos uma bruschetta com pastrame, queijo e dill.

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O tour estava chegando ao fim e a nossa última parada seria no mercado de sábado do Temple Bar.

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Mais precisamente no The Temple Oyster Bar.

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Terminaríamos esta verdadeira viagem experimentando legítimas ostras irlandesas acompanhadas dum Sancerre.

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Foi o Grand finale prum tour que é imperdível.

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Reservamos tudo pela internet e a Fab Food Trails é ultraprofissional.

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Voltamos ao hotel prontos pra almoçar (brincadeirinha!).

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O máximo que conseguimos foi comer uma sobremesa …

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… e tomar flutes de champagne num dos lugares mais tradicionais de Dublin, o Bewley’s Café.

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Dali seguimos para o Castelo de Dublin.

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Taí uma visita interessante.”Erguido no local de uma fortaleza viking, foi sede do poder britânico durante sete séculos”.

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“O edifício medieval desapareceu, ou quase. Ainda permanecem duas torres e fortificações subterrâneas. Acima do subsolo, salões do século 18 em cores vivas:…

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… estuques, …

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… tapeçarias …

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… e marchetarias, …

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… até a sala de baile com lustres de cristal.”

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Enfim, vale o passeio e cada um dos 4,5€ pagos por pessoa.

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Aproveitamos a proximidade, pra conhecer o acervo que o milionário americano Sir Chester Beatty colecionou durante a sua vida toda, …

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… na Library homônima.

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Retornamos ao hotel, pois faríamos a primeira verdadeira refeição do dia.

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Um chá da tarde que nos foi oferecido em cortesia pelo próprio Westin.

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A Dé e a Re pediram chás tradicionais.

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Eu pedi uma versão mais modernosa, que veio com acepipes diferentes e mojito em vez do chá.

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Ambas estavam muito gostosas e bastantes divertidas.

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A Re e a De ainda pediram uma flute de champanhe pra acompanhar tudo.

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Uma coisa é certa: o jantar reservado teria que ser cancelado! rs

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Só sobrou escolhermos uma vinoteca pra tomarmos um bom vinho (o tempo frio ajudou bastante). E com o cansaço batendo na porta, só sobrou mesmo o bar do hotel.

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O problema é que lá estava uma confusão danada, a ponto de uma japonesa pegar a nossa porção de batatas fritas, comer uma parte e depois descobriram que era a nossa batata!

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Ainda bem que pedimos mais uma garrafa de Taitinger (estávamos treinando pra parte champagnesca da viagem) e todos os problemas foram resolvidos.

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Pra melhorar tudo (se é que isso seria possível), o conjunto tocava Fly Me To The Moon. Melhor, impossível.

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Bye.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.

.

 

dcpv – à procura da coxinha perfeita.

05/06/15

À procura da coxinha perfeita.

A Dé fazia aniversário. Além deste fato glorioso, ela é simplesmente louca por coxinhas.
Daí a Re ter a ideia de criar um tour de coxinhas pela praia paulistana foi muito rápido.

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Dei uma boa olhada no Santo Google, peguei mais algumas dicas de pessoas importantes (amigos e parentes) e pronto: estava definido mais um roteiro da agência de turismo Luz Inc. Ltda.

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Iniciamos pelo que prometia ser a melhor de todas: a do Bar Veloso.

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Ele fica na Vila Mariana. Normalmente é cheio demais e não ficamos nem um pouco surpresos em encontrá-lo totalmente crowdeado e em plenas 7 da noite!

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Antes deixa eu explicar os critérios estabelecidos: nós três (é claro que a Re estava junto) daríamos notas para cada uma das 5 coxinhas experimentadas e levando em consideração a aparência, o sabor, a massa, a crocância e o recheio. Todas variavam de 0 a 10.

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As coxinhas do Veloso (R$27,60 por seis unidades) são muito boas, tem uma crocância espetacular e o sabor é especial.

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Pra elas demos, na média das opiniões, 45 pontos. Além de que as caipirinhas são imperdíveis (tomamos uma de tangerina com pimenta e outra de 3 limões).

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Saímos de lá (de táxi, off course) e fomos direto para o Baixo Augusta.

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Mais precisamente pra Z Carniceria.

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O lugar é bem maluco e experimentamos as coxinhas da Dadá (R$ 27,00 por 8 unidades) que são bem sequinhas (são pequenas), com sabor bom e um pouco pálidas.

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Demos 44 pontos e aproveitamos pra tomar um Cosmo e um Aperol.

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Dali rumamos pra terceira parada que seria no lugar mais popular de todos, a Padaria Brasileira (fomos a pé, já que ela fica também na Augusta).

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Pedimos a porção de mini-coxinhas de frango (R$13,00 com 11 unidades). Esta certamente foi a mais fraca de todas, tanto que sobraram cinco. Obtiveram 25 pontos.
Pra acompanhar o rítmo, tomamos uma Coca Zero (olha a gordura! rs).

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Logo depois, fomos pro Octavio Café, que fica na Faria Lima.

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Pedimos uma porção de coxinhas DOC e não nos arrependemos. Gastamos R$ 23,00 por 8 unidades e elas estavam crocantes, saborosas e bem sequinhas (é claro que acompanhamos com um óbvio café gourmet).
Elas repetiram a média da Z Carniceria e ficaram com 44 pontos.

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Estávamos quase finalizando e só faltavam as coxinhas gastronômicas do ótimo restaurante Attimo.

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Chegamos praticamente enfastiados, mas não nos negamos a pedir uma porção de coxinhas com recheio de galinha caipira e catupiry …

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… devidamente acompanhadas de flutes duma Moet Chandon.

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Foi covardia. Elas estavam muito crocantes, saborosas, com uma ótima aparência e um apresentação muito boa. Só nos sobrou dar 49 pontos em média para elas (R$24,00 por 4 pequenas coxinhas).

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Resultado da experiência: nós recomendamos muito este tour e de preferência nesta mesma ordem de experimentos. Além do mais, a Dé ficou extremamente satisfeita e feliz (assim como eu e a Re).
Ah, tem mais: coxinha harmoniza muito bem com champagne. :)

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Happy birthday, my love!

Bye.

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dcpv – dia two – dublin – bebedeira à vista: guinness e jameson.

10/10/14

Dia two – DublinBebedeira à vista: Guinness e Jameson.

A ideia toda é começar com força total e entender a relação dos irlandeses com as bebidas.

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Para tanto, acordamos cedo, tomamos o nosso lauto café irlandês da manhã no próprio hotel …

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… e rumamos (literalmente, porque fomos pelo rumo) pra conhecer o processo de fabricação da cerveja Guinness.

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Devido ao nosso pequeno atraso, pegamos um taxi, …

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… tivemos nosso primeiro contato com o Rio Leaffy …

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… e finalmente, chegamos a Guinness Storehouse.

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O prédio histórico é muito bonito.

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Fizemos um passeio guiado (reservei com desconto pela Internet. Faça isso.).

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Descobrimos todo o processo de fabricação de uma das bebidas mais famosas do mundo.

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É uma cerveja de personalidade e com um gosto bem diferentão.

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Este vale o fotoblog:

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Terminamos o tour no bar (óbvio), que fica no 7º andar.

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E que bar!

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Ele fica no último andar do prédio, é circular e tem um dos melhores visuais de Dublin.

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Pra complementar, demos uma passada na lojinha, quer dizer, lojona que tem tudo o que você imagina relacionado com a marca.

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Após comprar algumas lembranças, rumamos pra Jameson Distillery onde faríamos mais uma visita pra verificar in loco o processo de fabricação do famoso whiskey.

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Chegamos a tempo de trocar o horário do nosso tour …

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… e assim, permitir que almoçássemos no restaurante de lá mesmo.

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Olha a comida até que foi boa, mas um tanto quanto pesada.

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Fizemos uma mistureba com um frango cajum, uma sanduba indiano de carne no pão pita e fish&chips.

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Pagamos a conta e o tour começou.

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Tudo é bastante teatral.

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Mas vale cada centavo conhecer a história de como este famoso whiskey é fabricado.

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Como eu peguei o folheto explicativo em italiano, as várias fases são: …

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… il granaio, …

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… maltazione, …

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… macinatura …

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… ammostamento …

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… ermentazione …

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… e destillazione.

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Capisce?

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Por fim, degustamos o whiskie (é muito macio) puro e com gingerale, for the ladies.

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Pegamos mais um taxi, voltamos ao hotel e fomos dar um pulo na rua comercialmente mais agitada de Dublin, a Grafton.

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E tinha gente lá!

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Ainda tentamos conhecer o parque St Stephens Green, mas o horário de fechamento estava muito próximo. Retornaremos.

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Voltamos ao hotel porque o jantar prometia.

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Afinal de contas, experimentar uma comida semimolecular em Dublin, no Amuse, já seria por si só um milagre.

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E não é que foi bom? O lugar é bem pequeno e muito agradável.

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Iniciamos os trabalhos com flutes de champagne e todos optamos pelo menu de três pratos.

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Com esta escolha, simplesmente passamos a limpo todo o menu do restaurante.

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Camarões …

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… e bacalhau pra Dé.

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Truta do Atlântico …

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… e frango pra Re.

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Codorna …

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… e peito de pato pra mim (viu, sócios?).

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Como sobremesas, dois bolos de pistache pras garotas …

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… e um de queijos pra mim.

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Além de bonitos, todos estavam deliciosos.

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Sem contar que acompanhamos tudo com um Sancerre espetacular.

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Resumo da dança irlandesa: foi uma refeição memorável.

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Retornamos pro hotel com a certeza que Dublin é um lugar com personalidade e que deve ser descoberto com calma.

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É o que faremos.

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Bye.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.

 

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