Archive for the 'viagem' Category

dcpv – dia tre – piemonte – olha que nome legal de cidade: la morra

24/11/14

Dia Tre – PiemonteOlha que nome legal de cidade: La Morra.

Era mais um dia incrível de frio e nublado.

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Mais íncrível ainda como tudo combina com o Piemonte.

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Tomamos o nosso ótimo café da manhã no hotel

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… e rumamos pra conhecer Cherasco.

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Que, por sinal, não é uma cidade muito turística (só estávamos nós quatro por lá), mas que é muito interessante.

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Passeamos por todo o centro histórico, …

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… conhecemos igrejas bem bacanas …

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… e, curioso, descobrimos que o lugar é conhecido por produzir escargots.

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Continuamos o tour pra tentar ver como é La Morra.

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Ela é uma cidadezinha piemontesa pequena e charmosa e além de tudo, um centro gastronômico de excelência.

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O problema é que vimos uma loja tão bacana, a Galo Wine Gallery, a GWG, …

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… com uma vendedora tão especializada e criativa, que não tivemos o que fazer a não ser comprar um montão de coisas.

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Como tínhamos uma reserva feita no melhor restaurante do Piemonte, o Bovio, zarpamos pra lá.

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E tudo continua mágico.

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O cheiro de trufa branca, …

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… a paisagem, …

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… a comida. Uau!

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Todos pedimos entrada e principal. Alguns pratos foram coincidentes:

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O risotto carnaroli mantecatto con cuore di Fondutta foi a entrada da Dé …

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… e principal da Lourdes.

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O Tagliolini al trenta Rossi con tartufo bianco di Alba foi a minha entrada …

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.. e o principal do Eymard.

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A entrada da Lourdes foi Uovo in pasta alla Bergese con tartufo bianco di Alba.

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O Eymard pediu como entrada La batuta di fassone piemontese.

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A Dé foi de ovo estralado com trufas brancas como principal …

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… e eu, tagliata di vitela con scaglie di parmigiano e, é claro, tartufo bianco.

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Tudo absolutamente perfeito e admirável.

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Os vinhos foram um bianco Gavi di Gavi …

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… e um Barolo do Vietti.

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Como sobremesa, um semifredo al Torrone con cioccolato caldo.

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Pronto!

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Estávamos tão saciados (na melhor concepção) que o único jeito seria continuar o nosso passeio por esta região tão particular.

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E resolvemos passar pelo centro de La Morra.

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A cidade é bem pequena, …

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… mas as paisagens de todo o vale do Langhe compensam a subida …

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… da rua principal.

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Retornamos ao tour com a intenção de conhecer a cidade de Barbaresco, homônima do vinho tão conhecido.

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Eis mais um lugar bacana, que é dominado pelo mito Angelo Gaja.

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Ainda tivemos tempo de degustar alguns vinhos locais, …

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… numa enoteca que fica dentro de uma igreja antiga.

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Mais típico e diferente, impossível.

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Retornamos ao hotel e durante a happy hour, …

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… feita com um bianchetto Roeiro Arneis e resolvemos jantar num restaurante na cidade vizinha.

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O concierge nos indicou o Stazione.

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Ele fica em Santo Stefano Belbo. E apesar da dificuldade de encontrá-lo a noite, tudo acabou sendo divertido e agradável.

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Começa que os preços são muito mais baratos que os restaurantes estrelados que frequentamos até agora.

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É incrível como a qualidade dos ingredientes continua a mesma.

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Como não estávamos com muita fome, optamos por dividir alguns pratos.

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Por exemplo, o vitelo tonato da entrada serviu pra mim e pro Eymard.

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A Dé escolheu pimentóes vermelhos assados e recheados com atum e anchova.

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A Lourdes foi de souflé de cardi com Fondutta.

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Como principais, a Dé e a Lourdes dividiram um talharim com trufas brancas.

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E as trufas foram servidas no formato mais honesto que vimos até hoje: pesadas e cobradas conforme o peso.

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Eu e o Eymard escolhemos gnocchi. O dele com molho ao sugo …

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… e o meu com molho branco de parmesão, papoula e Fondutta.

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Tudo absolutamente perfeito mesmo.

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Acompanhamos tudo com dois ótimos vinhos: um Barolo Gaja e um Barbaresco Pio Cesare.

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Pulamos a sobremesa e recebemos (pra variar) uns piccolos muito bons.

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O restante foi fazer o caminho sinuoso de volta pro hotel e dormir o sonho dos justos.

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Caramba, foi realmente um dia estrepitoso, como diria a ótima vendedora italiana da loja de vinhos de La Morra, a Érika.

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Taí, estrepitoso é uma boa palavra pra definir este maravilhoso dia da nossa viagem.

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.

 

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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

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dcpv – piemonte – dia due – barolo, a cidade.

23/11/14

PiemonteDia dueBarolo, a cidade.

Acordamos cedo (levando em consideração que estávamos com 3 horas de diferença de fuso).

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A vista do quarto era animadora.

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Na verdade, todo o entorno do Relais San Maurizio é encantador.

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Fomos tomar o nosso lauto café da manhã, …

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… verificando as belezas que o local proporciona …

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… bem como, as obras de arte que fazem parte de todo o acervo…

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… e que se encontram expostas por lá.

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Logo após o café, iniciamos as nossas investigações sobre as cidades vizinhas.

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Todo o intuito deste tour seria complementar o que fizemos da outra vez, já que a base tinha sido gastronômica.

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Para tanto, escolhemos inicialmente dar uma passada pelo centro de Serralunga D’Alba.

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É um lugar bastante pequeno e com um castelo que é impressionante.

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Além da visão de todo o vale do Langhe que impressiona mais ainda.

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Não conseguimos fazer a visita (somente guiada) mas mesmo assim, curtimos muito o lugar.

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Depois de lá e como estávamos perto da hora do almoço, resolvemos nos dirigir pra Alba (a terra das trufas brancas) pois tínhamos uma reserva pra almoçar no restaurante Dulcis Vitis, do buona praça Bruno Cingolani (amigão do Juscelino Piselli Pereira).

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Não precisa nem dizer que ao chegarmos, o chef estava na casa pra receber todos os seus clientes.

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Que fique bem claro, esta é uma característica de toda a Itália.

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Nem precisamos pensar muito pra todos escolhermos a mesma opção: o piccolo menu degustazione al tartufo bianco com 4 pratos.

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Iniciamos chamando um Barbaresco, o Piero Busso 2007, que era uma maravilha.

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E o primeiro prato chegou.

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Uma piccola entrada com uma ricotta aerada e muita trufa branca.

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Pra quem nunca viu, uma trufa é deste jeito …

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… e por dentro tem esta formatação, …

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… além de ter um gosto bem parecido com um muito bem upgradeado gás de cozinha.

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Logo após comemos uns ravióli de ricota com burro di montagne, bagna calda …

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… e muuuuuuuuuita trufa branca.

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Pra continuar a esbórnia, tomamos um Barolo melhor que o Barbaresco, o Renato Corino 2003.

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E o prato “della resistence”, o ovo frito foi servido com …

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… muuuuuuuuuuuuuuita trufa branca.

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Terminamos tudo com um ótimo vinho de sobremesa, o Deltetto Bric du Liun,…

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…  que acompanhou o queijo de cabra com azeite e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita trufa.

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Resultado? Foi um almoço muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom e trufado.

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Logo após este arroubo gastronômico, só nos restou rumar pra verdadeira Meca do vinho piemontês, Barolo e conhecer o porquê de tamanha magia.

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A cidade é pequena, mas muito bonita.

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E além de todo o visual, ela tem um museu do vinho, o WiMu que vale a visita.

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Ele é todo modernoso e bastante interativo.

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Segue o fotoblog do lugar:

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Ao final da visita, você ainda tem à disposição uma lojinha com máquinas enomatics que te permitem, com o pagamento de um valor determinado, experimentar um monte de amostras dos vinhos mais representativos da região.

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Aproveitamos e bastante.

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Ainda passamos numas vinotecas…

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… e testamos (e compramos) vários vinhos e trapizombas enófilas.

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Retornamos pro hotel (o frio deu uma amainada) e …

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… resolvemos fazer um jantar bem mais leve, no próprio bistrô do hotel.

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Foi quase que uma descompressão, mesmo porque era uma noite de domingo e a dificuldade de encontrar algum lugar aberto era imensa.

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Iniciamos tudo pensando em começar e terminar no bar. Comemos algumas coisinhas …

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… e tomamos um espumante rosé feito aqui mesmo (por sinal, bem meia-boca),

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Achamos que ainda dava pra comer alguma coisa leve no restaurante Guido a La Costigliole.

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Escolhemos um excelente barbaresco pra beber e as coisas começaram a sair um pouco do controle. :)

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Eu e o Eymard, escolhemos um excelente vitelo tonato como entrada.

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A Lourdes foi no prato mais tradicional do restaurante, o Agnolotti al Plin.

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A Dé não perdeu o foco e optou por um cardo (uma verdura particular daqui e com gosto de alcachofra) regada a trufas brancas.

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Eu e o Eymard, não satisfeitos (por incrível que pareça) ainda pedimos os principais.

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Ele foi de gnocchi com creme de abóbora …

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…  e eu, de risotto ao frutos do mar (no ponto e excelente).

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Pedimos os cafés (passamos convenientemente as sobremesas) e é claro que os piccolos os acompanharam.

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Pronto! Estava terminada a noite de um dia que podemos considerar perfeito.

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Espero, sinceramente, que amanhã também seja!

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Arrivederci.

Veja o primeiro dia desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte.

 

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dcpv – cicília, sicília.

Número 402
18/11/2014

Cicília, Sicília.

Lá vamos nós apelar novamente para um lugar cercado de água por todos os lados.

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E desta vez (na verdade, mais uma vez) o local é a badalada Sícilia.

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“Na maior ilha do Mediterrâneo, as influências dos invasores históricos aparecem nos costumes, na notável arquitetura e também em sabores locais, como do atum com crostra de pistache, da cassata italiana e dos deliciosos canolis de ricota. Conheça essas e outras incríveis receitas sicilianas apresentadas no Coleção Folha Cozinhas da Itália”.

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É, nos conhecemos outras. Mas não menos fantásticas.

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Vamos a elas!

Entradas – Camarões gratinados e Fritada de queijo de cabra e ricota.

Este Gamberetti marinatti tem o mesmo principio de um ceviche. Compre camarões frescos, limpos e pequenos.

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Numa vasilha, coloque os camarões e cubra-os com suco de 1 e ½ laranja e 3 limões sicilianos.

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Junte 2 dentes de alho amassados e deixe marinar por 25 minutos.

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Como achei o resultado um pouco estranho, coloquei esta mistura numa panela e cozinhei por alguns minutos (até o camarão mudar de cor).

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Salpiquei sal e salsinha.

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Apesar do desvio, o resultado foi bastante interessante.

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Já a Frittata di caprino e ricotta, parece mais um grande omelete.

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Com um garfo, bata 4 ovos e acrescente 1 colher de sopa de pecorino, sal, pimenta calabresa moída e colheres de sopa de leite.

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Numa frigideira, aqueça duas colheres de azeite, coloque 100g de queijo de cabra e 100g de ricota, todos cortados em cubinhos.

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Deixe dourar por, ao menos, 10 minutos.

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Assim que os queijos começarem a dissolver, acrescente o ovo batido. De vez em quando, com uma espátula, desprenda a borda para que não queime (acabou dando uma ligeira queimadinha! Rs)

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Quando a omelete estiver bem cozida, macia somente no centro, vire-a para dourar do outro lado. Transfira e sirva.

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O conjunto das duas entradas ficou muito bom.

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Tomamos um rose para acompanhar, o rosé D’Azur, que foi “sweet rosé, como a cote, fleur de lune, lbv”.

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Principal – Espaguete com ricota e pecorino.

Este spaghetti com ricotta e pecorino é uma daquelas receitas italianas simples e que facilmente se transformam num clássico na sua casa.

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Cozinhe 500g de espaguete grano duro em água fervente até que fique al dente. Junte200g de ricota fresca amassada com garfo, 50g de parmesão ralado, 50g de manteiga em temperatura ambiente e pimenta calabresa moída a gosto, num bowl.

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Para amolecer a mistura, acrescente uma concha da água de cozimento do macarrão.

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Espalhe este molho numa travessa e coloque sobre ele a massa escorrida e bem quente.

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Mexa, salpique com queijo pecorino ralado e sirva imediatamente.

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Como todo prato clássico, o resultado foi fantástico.

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Pra melhorar, tomamos um vinho branco, o Sauvignon Blanc Antares 2012, que foi “quase quase, chardonnay blanc, incidente, pretender”.

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Sobremesa – Torta de framboesa e ricota.

Eis mais uma obra prima da nossa pastisseur, a D Vera.

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E por incrível que pareça, o tema ricota continuou em vigor.

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Esta torta, que mais parece um cheesecake, utiliza massa phyllo. E ficou excelente.

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Eis a opinião dos verdadeiros italianos:
Tudo muito bom, mas a pasta … (Edu)
Que macarrone, que comida, que sobremesa. (Mingão)
Delicia !!! (Deo)

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Pronto!
Parece brincadeira, mas apelar pra receitas italianas é certeza de sucesso e grande prazer.

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Esta Bota é realmente inesgotável.

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Arrivederci.

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dcpv – dia uno – chegando e reconhecendo o piemonte.

22/11/14

Dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte.

Primeiro dia de viagem é dia perdido. Certo?

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Neste caso, até que errado.

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Nos encontramos (a Lourdes e o Eymard viajaram conosco) no novo terminal 3 do aeroporto de Guarulhos.

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Tudo certo e até a nova sala VIP da TAM funciona. :)

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Quando fomos fazer o embarque, tivemos a primeira grande e boa surpresa.

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Tivemos todos os quatro (apesar de termos comprado passagens independentemente) um upgrade de primeira.

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Ou seja, foi um voo tranquilo e bastante reconfortante.

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Chegamos em Milão no horário (13:00hs) e só não contávamos com a uma hora de espera na fila da imigração.

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Pegamos os carros previamente alugados na Hertz e zarpamos pro coração do Piemonte, mais precisamente em San Stefano Belbo.

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Ficaríamos hospedados no Relais San Maurizio.

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São quase duas horas de direção em auto-estradas perfeitas, …

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… com uma vegetação muito bonita …

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… mais uma parada para abastecimento (dos estômagos) num AutoGrill …

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… e tivemos a oportunidade de ver um dos mais bonitos pores do sol de nossas vidas.

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De repente e do nada, apareceu uma faixa no céu …

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… e nela se encaixou um sol vermelho.

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Absolutamente perfeito!

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Ah! Não podemos nos esquecer que escurece muito cedo nesta época do ano, perto das 17:30 hs. E foi justamente nesta hora que chegamos ao hotel.

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Apesar de estar tudo escuro, deu pra perceber a qualidade das dependências. Afinal de contas, ele é um antigo monastério e acima de tudo, charmosíssimo.

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Os quartos são, no nosso caso, bastante espaçosos e com uma decoração muito típica.

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Antes de mais nada, uma happy hour foi devidamente feita por nós e melhor, com um Champagne Ruinart de boas vindas.

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Como já é praxe nas nossas últimas viagens, reservamos o restaurante do hotel, o Guido da Costigliole (uma estrela no Michelin) pra iniciarmos as nossas aventuras gastronômicas piemontesas.

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E não nos arrependemos.

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A cenografia é espetacular, já que ele fica no porão do mosteiro que foi fundado por monges franciscanos em 1619.

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É claro que a primeira impressão é a que fica. E neste caso, o cheiro inebriante das trufas é inevitável.

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Optamos por comer pratos com elas.

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Os piccolos de praxe nos foram enviados.

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Enquanto isso, escolhemos todos comer tagliatelle com muitas raladas de trufas brancas …

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… e os homens, ainda experimentaram ovos preparados em dois estilos (ambos com as gemas caudalosas) e com muitas mais raladas de trufas.

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Em comum, os pratos completamente limpos ao final.

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Tomamos um Barbera D’Asti muito bom …

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…  e experimentamos um tiramisu, não tiramisu que foi apenas competente como sobremesa.

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Mais piccolos, desta vez doces, nos foram servidos junto com o café …

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… e a nossa primeira noite no Piemonte terminaria como esperamos que seja todo o nosso tour: comida muito boa e com pedigree.

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Arrivederci que amanhã tem mais trufas.

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dcpv – dia dis – paris – um dia só é pouco!

18/10/14

Dia dis – Paris – Um dia só é pouco!

Acordamos cedo em Champillon.

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Tínhamos duas opções: uma seria ficar por aqui e partir pra Paris somente próximo a hora do almoço (e justamente no checkin do hotel).

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A outra seria ir pra Paris logo cedo e apostar que o hotel nos colocaria no quarto na hora em que chegássemos.

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É claro que contávamos com o bônus de aproveitar um pouco mais da nossa cidade, a cidade Luz.

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Apostamos na segunda opção, tomamos o nosso café da manhã e zarpamos.

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A viagem foi tranqüila, …

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… bonita …

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… e com um tremendo sol.

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Chegamos ao hotel Le Burgundy, …

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,.. um must que fica na região da Ópera e…

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… fomos instalados de imediato.

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Assim como de imediato saímos pra devolver o nosso carro alugado na Gare St Lazare.

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Sabe que é bem legal dirigir por aqui e passar de carro por vários pontos turísticos(tudo bem, é um sábado!)?

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Mas foi muito difícil encontrar o local do retorno.

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Na verdade, num golpe de sorte, a Dé viu uma plaquinha pequena na parte de trás da estação de trem e entramos num estacionamento.

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4 andares pra baixo e nos vimos deixando o carro, subindo pro escritório da Europcar e jogando a chave do carro num buraco da porta! rs

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Voltamos andando pro hotel e praticando o que é melhor de se fazer por aqui.

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Como é habitual, saímos pra dar uma volta pelo Marais e reencontrar os lugares que mais gostamos.

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E vimos todos.

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Comemos numa boulangerie, …

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… andamos por tudo o que foi lugar …

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… desde a Rue de Rosiers …

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… passando pelo apê que alugamos …

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… até finalizar na praça mais bonita de Paris, a des Vosgues.

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Quase terminamos pois o Grand finale mesmo foi quando comemos a famosa Millefeuille do Lenotre.

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Foram alguns minutos de puro prazer e você tem que ter um bom senso de equilíbrio pra degustar uma delas.

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Retornamos caminhando, a tempo de passar na Aux Desirs de Manon e encomendar duas baguetes para importação (diretamente para FV).

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Pronto! Estávamos voltando para o hotel, quando lembramos que faltava comprar algumas coisinhas. Portanto, fomos dar uma passeada até a região da Ópera.

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Agora sim, poderíamos pensar no jantar que seria no nosso queridinho, o L’Atelier Robuchon.

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Chegamos em Saint Germain no horário, mas não contávamos com o atraso da liberação dos nossos lugares no balcão. Uma hora mais tarde conseguimos sentar.

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E o show continua o mesmo.

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O profissionalismo dos garçons, …

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… a exuberância da decoração …

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… e a beleza da comida.

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Cada um de nós pediu 2 pratos. A Dé escolheu l’albergine …

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… e black cod.

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Eu fui de camarões enrolados no cabelo de anjo …

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… e vieiras com trufas.

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Todos absolutamente impecáveis e muito saborosos.

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Pra culminar tudo, tomamos um vinho corporativo, o Saint Veran que realmente mostrou a sua potência.

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Não poderíamos deixar de pedir a sobremesa. E aí veio um Le Mont Blanc com sorvete de baunilha e marrom glacê (mais uma homenagem, sócios!).

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Pulamos o café, nas mesmo assim ganhamos os docinhos.

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Enfim, foi um jantar irrepreensível (mesmo com o atraso deles). O L’Atelier Robuchon continua um lugar imperdível.

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Voltamos de taxi pro hotel, mas mesmo assim tivemos esta bela vista noturna da Pirâmide do Louvre. É, Paris é sempre Paris.

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Au revoir, que amanhã cedo pegamos o nosso vôo de volta pra nossa terrinha.

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Aí que saudade duma feijoada (brincadeirinha! rs).

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Até a próxima.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.
Dia neuf – E viva Dom Perignom.

 

.

 

dcpv – sonífera sardenha

número 401
11/11/2014

Sonífera Sardenha.

“Famosa pelas praias da Costa Esmeralda, frequentadas por milionários e celebridades, a ilha da Sardenha mantém uma cozinha familiar, cuja base pastoril divide a cena com ingredientes do mar. Ali brilham o malloreddus allo zafferano, um nhoque feito com açafrão, a lagosta à catalã e o risoto com frutos do mar. Estes são alguns dos pratos destacados na seleção de receitas deste volume da Coleção Folha Cozinhas da Itália”.

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Pode parecer apelação, mas não é. :)
Acontece que é prazeroso demais cozinhar e comer qualquer coisa que venha da Itália.

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E quando tudo é curioso demais, como no caso da Sardenha, só nos resta escolher algumas receitas e aproveitar o momento.

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Vamos lá, então, experimentar estas preciosidades!

Entrada – Carpaccio de robalo com pimenta-rosa.

Este carpaccio de spigola al pepe rosa é muito curioso.

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Corte a posta de robalo (by sex shop) em filés bem fininhos.

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Alinhe estes filés numa travessa e regue-os com a mistura de suco de 1 limão siciliano e de 2 laranjas-pera.

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Espalhe ¼ de copo de azeite sobre eles, cubra com filme plástico e deixe em repouso na geladeira por, no mínimo, 1 hora.

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Antes de servir, escorra metade do liquido da marinada. Grelhe 8 fatias de pão italiano e distribua-as nos pratos de servir.

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Ao lado delas, acomode os filés do peixe. Tempere-os com sal e pimenta rosa.

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Regue com mais azeite, decore com as raspas de limão e laranja misturadas e sirva.

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Este é o que poderíamos chamar de prato típico duma ilha paradisíaca!

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Complementamos com um espumante de classe, o Juvé y Camps, que foi “perfumado, cava nº5, desbunde, nice“.

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Principal – Risoto com frutos do mar.

Estes risotto alla pescatora é bastante interessante.

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Em vez de comprar frutos do mar separadamente, preferi utilizar aquelas misturas para paella. E como tinha algumas cascas de camarão, o caldo de peixe também estava resolvido.

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Aí é só pegar uma panela, colocar azeite e refogar 2 dentes de alho picados e 1 talo de salsão fatiado.

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Em seguida, acrescente 320g de arroz arbóreo.

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Regue com ½ cálice de vinho branco seco, espere evaporar e vá adicionando o caldo aquecido. Cozinhe por cerca de 15 minutos (sempre adicionando caldo a medida que seque) e agregue os frutos do mar.

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Tempere com sal, pimenta a gosto e junte salsinha picada.

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Incorpore manteiga quando o arroz estiver al dente, desligue o fogo e deixe descansar um pouco.

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Sirva esta maravilha e corra para o mergulho.

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Pra ficar melhor, harmonizamos com um vinho branco, o Chenin Chardonnay Roca 2013, que foi “panna, tear, cotta, nicest“.

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Sobremesa – Suspiros sardos.

Estes suspirus são “tipici”!! E fáceis de fazer.
Bata duas claras em neve bem firme e junte 200g de açúcar e essência de baunilha.

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Sem bater, adicione delicadamente 200g de farinha de amêndoa, até os ingredientes ficarem incorporados. Disponha colheradas da mistura numa assadeira polvilhada com farinha, de forma distanciada, para evitar que grudem posteriormente.

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Leve ao forno preaquecido a 150°C por cerca de 15 minutos ou até que os suspiros estejam levemente dourados. São pra se comer aos montões!

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Eis a opinião dos sardos:
Viva a Itália. E a cozinha italiana! (Edu)
Maravilha Peru-Itália. (Mingão)
A nice food! I’m so glad !!! (Deo)

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Esta Coleção Folha Cozinhas da Itália é demais!

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Certamente já fiz menus com todos os livretos de todas as regiões da Itália.

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Também, a Itália é que é demais, né?

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Arrivederci!

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